Greve da Função Pública
Adesão acima dos 50 por cento
A adesão à greve de hoje na Função Pública vari a entre os 50 por cento a nível global no Centro Hospitalar da Cova da Beira e o s 100 por cento nas urgências de vários hospitais, anunciou fonte sindical.
A paralisação iniciou-se às 00:00, pelo que os primeiros efeitos se faz em sentir no sector da Saúde, com a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSFP), que convocou a greve, a anunciar adesão total nas urgências dos hospitais de São Francisco Xavier, Santa Maria, Curry Cabral, todos em Lisboa, e de Faro e no Centro Hospitalar da Cova da Beira.
No Hospital de S. José, Lisboa, o nível da adesão foi de 97 por cento n as urgências e atingiu os 66 por cento no mesmo sector do Hospital de Castelo Br anco, enquanto nos internamentos do Hospital Miguel Bombarda, Lisboa, a paralisa ção foi de 80 por cento.
O Ministério da Saúde só disponibilizará hoje o seu levantamento da adesão à greve, que começou pouco antes da meia- noite em algumas unida des de saúde.
A paralisação visa contestar a alteração do estatuto de aposentação e, segundo os sindicatos, deverá fazer-se sentir sobretudo na adesão à manifestação convocada para hoje à tarde, entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da Repúbl ica.
Na sexta-feira, o Parlamento vai discutir a revisão do Estatuto de Apos entação.
A greve de hoje foi convocada só pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública, afecta à CGTP.
9 comentários:
Função Publica!!! Que mais regalias querem?
Teremos uma função pública de elite mas, com reduzida eficácia e uma função pública massificada e com elevada inutilidade! Se este monstro da função pública é variável e contraproducente então, é preciso combatê-lo pois, absorve muitos recursos do Estado, delapida dinheiros públicos, constrange competências que serviriam para melhorar os préstimos sociais. Não reclamam os portugueses contra a burocracia, o mau atendimento ou os atrasos (processos nos tribunais em “banho-maria”, listas de espera nos hospitais, serviços morosos, pouco informativos e nada personalizados nas repartições públicas - Finanças, Cartórios, Registos Predial e Civil…, laxismo no ensino, derrapagem de obras públicas, projectos mal conduzidos… enfim, uma infindável lista). Os médicos não são uma profissão à parte da vida portuguesa, não devem ser considerados Deuses do Olimpo, cujos privilégios e mesuras especiais sejam sempre concedidas.
Que mais querem?
Pois e, mas os politicos e ex-politicos continuam a ser uma classe a parte, para esses nao ha cortes, nem convem nao e?
Para alguém com reforma vitalicia de quase 1000 euros, o Sr. Jaime devia era estar calado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caro Vota-Branco e Caro João
Vejam bem!!! Será que não vêm os estado dos Funcionários Públicos? Vejam eles quanto menos fazem menos querem fazer? Será que só eles é que reivindicam? Então e o povo não pode reivindicar?
Esteja calado!!
Como deputado, era funcionário público e foi apanhado a dormir na assembleia da républica com o jornal á sua frente, que eu bem vi em grande plano na TV!!!!!!!!!!!!!!
Você NÃO TEM MORAL para falar!
Já estou a ver que o João pertence a Função Pública com elevada inutilidade.......
Quanto ao dormir na Assembleia da Républica, nem lhe admito que diga uma coisa dessas!!! Eu estive lá para defender os interesses dos Jovens, do Povo de Ovar, do distrito de Aveiro e os interesses Nacionais. Enfim defendi também os seus interesses!!!!
Meça bem as palavras antes de as proferir
eu vi, bem como muitos vareiros que ainda se riem quando tocamos no assunto!
A minha inutilidade pode prender-se com o facto de estar desempregado!
Essa de estar a atacar uma classe da qual fez parte e diz querer voltar, é que não lhe admito!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caro João
Se calhar estava a descansar os olhos, já não me recordo.... Eu não estou a atacar a classe dos Funcionários Publicos, eu estou a atacar aqueles funcinários Publicos que nada fazem. Entende?
Cumprimentos,
Meus amigos,
Desejo-lhes boa sorte quando tiverem de ser atendidos por um cirugião de 64 anos, ou quando dependerem de um polícia de 63 para vos dar segurança.
Ah! Já agora peço-vos para compreenderem os vossos filhos quando fugirem da escola com medo da "avozinha" que está lá.
Ah! Já estou a ver os militares de cabelos grisalhos a intervirem na defesa da Costa e a estarem de prontidão para as diversas missões humanitárias.
Para mim, nem é a idade da reforma que ponho em causa. É a qualidade de vida. Não é para isso que vivemos e trabalhamos?
Então, deixem-nos ter todos essa possibilidade.
Quero poder gozar, um dia, a vida com os meus netos e os meus filhos.
Claro, sr. Jaime, que não é necessário o Subsídio de Integração Social correspondente a um ordenado por cada 6 meses que o sr. e o Dr. Armando França tiveram quando vieram embora dos cargos políticos que ocupavam.
Só quero mesmo mais tempo para gozar a vida, depois de uma vida de trabalho, sem regimes políticos excepcionais, que são só para políticos.
É isto que quero. Eu, que sou funcionário público.
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