A Ria Stone, empresa detida pelo Grupo Vista Alegre e participada pelo Grupo Visabeira e pela CR7 SA, de Cristiano Ronaldo, vai investir cerca de 40 milhões de euros na construção de uma nova unidade industrial em Ílhavo, orientada maioritariamente para a exportação.
O investimento surge após a assinatura de um contrato de longo prazo com uma empresa global do setor do mobiliário e decoração para o lar, com vigência até 2034. De acordo com as projeções da empresa, o volume de negócios acumulado associado ao acordo deverá ultrapassar os 400 milhões de euros.
A nova fábrica, designada RIA III S – Smart, Sustainable and Social, será instalada na Zona Industrial da Mota e contará com cerca de 27 mil metros quadrados. O projeto inclui a instalação de equipamentos tecnológicos desenvolvidos especificamente para a empresa, permitindo reforçar a capacidade produtiva anual.
Mais de 98% da produção será destinada aos mercados externos, com foco na Europa do Sul, Europa Central, Escandinávia e Reino Unido. O investimento deverá ainda criar cerca de 100 novos postos de trabalho, reforçando o impacto económico e social na região de Ílhavo.
A nova unidade assenta em três eixos estratégicos: automação total dos processos produtivos e logísticos, sustentabilidade ambiental e valorização das condições de trabalho. A fábrica contará com sistemas de inteligência artificial, decoração digital integrada e um centro logístico totalmente automatizado.
No plano ambiental, a Ria Stone prevê incorporar até 30% de materiais reciclados, reforçar a eficiência energética e recorrer maioritariamente a matérias-primas de origem nacional. A vertente social inclui melhorias na ergonomia, reorganização dos turnos e valorização dos espaços de convívio e bem-estar dos colaboradores.
Em comunicado, Fernando Daniel Nunes, presidente da comissão executiva da Vista Alegre, afirma que o projeto “representa uma visão virada para o futuro” e reforça o compromisso do grupo com a inovação industrial, a sustentabilidade e o desenvolvimento económico do país.
https://www.ovarnews.pt/ria-stone-de-cristiano-ronaldo-avanca-com-investimento-de-40-milhoes-em-ilhavo/
terça-feira, abril 21, 2026
O GDC Guilhovai já lançou o cartaz oficial do 5.º Grande Prémio de Atletismo Guilhovai - Ovar 2026, que se irá realizar no próximo dia 3 de maio de 2026.
Este evento desportivo contará com uma Corrida de 10 km, que terá o enorme prestígio de incluir o Campeonato Nacional de 10 km de estrada da ANDDI Portugal, e ainda com uma Caminhada de 5 km para a população em geral. As inscrições já se encontram abertas através da plataforma DESPORTAVE.PT, podendo também ser feitas presencialmente na sede do Grupo Desportivo e Cultural de Guilhovai.
Entretanto, estes são os resultados do GDC Guilhovai, que espelham o bom momento dos atletas em diversas frentes:
39.º GRANDE PRÉMIO DE ATLETISMO CIDADE DE ESTARREJA – 15.03.2026
Nas estradas de Estarreja, o clube marcou uma forte presença com pódios absolutos e nos escalões:
1.º Lugar Geral: Vítor Oliveira — 30:21
2.º Lugar (VF40): Sandra Ferreira — 38:11
2.º Lugar (VM40): Tozé Castro — 33:23
3.º Lugar (VM40): André Adriano — 34:15
3.º Lugar (VM50): Artur Rodrigues — 34:14
5.º Lugar (VM40): António Cristóvão — 35:11
8.º Lugar (VF40): Ana Paula Oliveira — 47:11
2.ª MEIA MARATONA DE GAIA – 22.03.2026
Na exigente distância da meia maratona, o atleta Vítor Oliveira obteve nova conquista:
3.º Lugar Geral / 1.º Lugar (VM40): Vítor Oliveira — 1:07:54
XXVI PROVA DE ATLETISMO DE CESAR – 22.03.2026
A equipa marcou presença em força e conquistou o título coletivo de vice-campeã:
Classificação Coletiva: 2.º Lugar - GDC Guilhovai
1.º Lugar (Sénior F): Marta Martins — 31:44
1.º Lugar (VF45): Sandra Ferreira — 33:47
1.º Lugar (VM40): André Adriano — 29:20
1.º Lugar (VM45): Tozé Castro — 28:15
1.º Lugar (VM50): Paulo Gomes — 28:11
2.º Lugar (VM50): Artur Rodrigues — 29:40
4.º Lugar (Sénior M): Luis Mendes — 28:08
4.º Lugar (VM45): António Cristóvão — 31:46
6.º Lugar (Sénior F): Juliana Almeida — 41:26
6.º Lugar (VF50): Clotilde Santos — 41:26
11.º Lugar (Sénior M): Jorge Cubal — 30:52
13.º Lugar (Sénior M): Rui Alves — 31:44
16.º Lugar (Sénior M): Leandro Pereira — 32:24
16.º Lugar (Benj B Fem): Maria Adriano — 5:06
17.º Lugar (VM50): Lino Ferreira — 36:18
32.º Lugar (VM50): Valdemar Alves — 41:27
59.º Lugar (VM50): Manuel Andrade — 55:08
https://www.ovarnews.pt/5-o-gp-guilhovai-realiza-se-no-dia-3-de-maio/


Artur Manuel Soares da Silva foi hoje, 21 de abril, eleito Reitor da Universidade de Aveiro (UA) por 18 dos 19 membros do Conselho Geral desta Academia, com 15 votos a favor e três votos em branco. A eleição do candidato único decorreu ao final da manhã, após a apresentação do seu Programa de Ação para o quadriénio 2026-2030. A eleição pelo Conselho Geral será objeto de homologação pelo Conselho de Curadores na sua reunião de 7 de maio, pelo que, se homologada, a tomada de posse realizar-se-á no dia 20 de maio à tarde.
Conhecidos os resultados, o Reitor eleito agradeceu a confiança nele depositada: “Recebo-a com sentido de responsabilidade e consciência do que representa”, sendo “com todos que quero iniciar este caminho”.
Artur Silva lembra que o projeto apresentado “assenta em prioridades claras: cuidar melhor da nossa comunidade, proteger o tempo académico, formar com exigência e sentido, reforçar a excelência científica e comunicar com mais transparência”, mas alerta que nada disto se faz sozinho. “O que temos pela frente exige mobilização, diálogo e execução. Quero uma Universidade próxima, participada e responsável e onde todos se sintam parte.”, conclui, apelando ao envolvimento de toda a comunidade académica.
Quem é o novo Reitor?
Artur Manuel Soares da Silva, 62, é licenciado em Ensino de Física e Química (1987), prestou provas de capacidade científica e capacidade pedagógica (1990), doutorou-se em Química Orgânica (1993), e prestou provas de agregação em Química (1999).
Foi no Departamento de Química da Universidade de Aveiro que desenvolveu toda a sua carreira académica.
Ao longo de décadas, assumiu responsabilidades de gestão e liderança: foi Diretor de Curso dos vários níveis de ensino, Presidente do Conselho Diretivo do Departamento de Química (2001–2006), responsável pela pós-graduação do Departamento de Química (2007–2018), Diretor do Programa Doutoral em Química (2007–2018), Diretor local do Programa Doutoral em Química Sustentável (2013 até à atualidade), Diretor do Mestrado em Química (2009–2018) e Presidente do Conselho da Escola Doutoral da UA (2013– 2018). Desde maio de 2018 que desempenha funções como Vice-reitor para a Investigação, Inovação, 3.º Ciclo e Acreditação dos Cursos da UA.
Artur Silva participou também em órgãos centrais e estruturantes da Universidade: Assembleia da Universidade de Aveiro (1989/90 a 1992/93), Senado (2007–2008), Assembleia Estatutária (2007-2008) e Conselho Geral (2009–2017). No plano científico e de representação institucional, presidiu à Sociedade Portuguesa de Química (2016–2023), integrou o Executive Board da Sociedade Europeia de Química (EuChemS) (2017- 2024) e foi Presidente da International Society of Heterocyclic Chemistry (2022– 2024).
Ao longo da sua carreira académica recebeu vários reconhecimentos como o Prémio
Estímulo à Excelência da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2004), a Medalha de
Ouro de Mérito Cultural e Científico, atribuída pelo Município de Marco de Canaveses
(2011), o Prémio da Carreira da Sociedade Portuguesa de Química – Prémio Ferreira da
Silva (2024), e distinções internacionais como Prémio Madinaveitia-Lourenço 2023
(Prémio Hispano-Português de Química 2023), Fellow da European Academy of Sciences (desde 2017), Fellow da Chemistry Europe (desde 2017), membro estrangeiro da Real Academia Espanhola de Ciências Exactas, Físicas y Naturales, Secção de Física e Química (desde 2023) e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa (desde 2020), entre outras.
O 9.º Reitor da história da UA já publicou cerca de 900 artigos do Science Citation Index,
um e-book, 59 capítulos de livros, seis patentes, e proferiu mais de 70 palestras. As suas
publicações foram citadas mais de 29 mil vezes e o seu índice de Hirsch é de 74.
Orientou 19 bolseiros de pós-doutoramento, 43 estudantes de doutoramento e 45 estudantes de mestrado; participou ainda em mais de 40 projetos financiados por fundos nacionais e europeus e em oito projetos financiados por ações bilaterais com Grupos de Investigação Europeus.
Na função de Vice-reitor desempenhada nos últimos oito anos tem sido o líder
institucional de projetos estruturantes, nomeadamente a Universidade Europeia ECIU e o Centro Académico Clínico Egas Moniz Health Alliance, entre outros. https://www.ovarnews.pt/artur-silva-eleito-reitor-da-universidade-de-aveiro/
A decisão de municipalizar a gratuitidade do transporte público, ainda que politicamente
apelativa, enfraquece de uma limitação estrutural evidente pois ignora a natureza funcional
e integrada dos sistemas de mobilidade nas áreas metropolitanas. No caso específico da
Área Metropolitana do Porto, esta limitação torna-se particularmente visível, uma vez que a
rede de transportes operacionalizada, em larga medida, através do sistema Andante
constitui, de facto, um ecossistema intermunicipal, no qual as fronteiras administrativas são
economicamente irrelevantes.
Defender a gratuitidade circunscrita a um único município, ainda que central, corresponde a
uma leitura redutora da mobilidade contemporânea. Os movimentos pendulares entre
concelhos como Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos, Santa Maria da Feira ou Gondomar
e o Porto demonstram uma realidade socioeconómica profundamente interligada, na qual
residência e local de trabalho, ou estudo, raramente coincidem no mesmo território
administrativo. Assim, ao tornar gratuitos os transportes apenas para os residentes de um
concelho, cria-se uma distorção distributiva que penaliza precisamente os segmentos
populacionais mais dependentes do sistema de transporte público, ou seja, os trabalhadores
e estudantes que vivem na periferia e se deslocam diariamente para o Porto.
Do ponto de vista da eficiência económica e da equidade territorial, a solução mais racional
consiste na extensão da gratuitidade a toda a Área Metropolitana. Tal abordagem reconhece
a natureza de bem público metropolitano dos transportes coletivos e alinha os incentivos
com os objetivos de política pública, nomeadamente a redução da utilização do transporte
individual e consequente descongestionamento dos acessos, a diminuição das emissões de
carbono e a melhoria da coesão social.
A fragmentação de políticas tarifárias num sistema tecnicamente integrado gera
ineficiências. Por um lado, compromete a simplicidade e a transparência do modelo de
utilização, introduzindo assimetrias que dificultam a adesão dos utilizadores. Por outro,
reduz o potencial de ganhos de escala que poderiam ser obtidos através de uma abordagem
coordenada. Num sistema como o Andante, concebido precisamente para facilitar a
interoperabilidade entre diferentes operadores e modos de transporte, a diferenciação
baseada no local de residência constitui uma incongruência conceptual.
É certo que subsistem constrangimentos financeiros, sobretudo nos municípios com menor
capacidade orçamental, contudo, este argumento, embora relevante, não invalida a
necessidade de uma solução sistémica, pelo contrário reforça a urgência de mecanismos de
financiamento intermunicipais, o que significa que a gratuitidade metropolitana não deve
ser entendida como um encargo isolado de cada autarquia, mas como um investimento
coletivo, passível de ser cofinanciado por instrumentos nacionais e europeus, à semelhança
de outras políticas de transição climática e coesão territorial.
Importa ainda considerar os efeitos macroeconómicos indiretos de uma medida desta
natureza. A redução dos custos de mobilidade aumenta o rendimento disponível das
famílias, particularmente das de menores rendimentos, e pode contribuir para uma maior
eficiência do mercado de trabalho, ao facilitar o ajustamento entre oferta e procura de
emprego à escala metropolitana. Simultaneamente, a diminuição do tráfego rodoviário
reduz externalidades negativas, como a poluição e o congestionamento, com benefícios
para a saúde pública e a produtividade.
Em termos de governação, coloca um desafio incontornável sobre a necessidade de reforçar
o papel das entidades metropolitanas enquanto níveis de decisão, até porque a mobilidade,
pela sua própria natureza, exige uma coordenação intermunicipal, pelo que a manutenção
de soluções fragmentadas acentua desigualdades e compromete a eficácia global do
sistema, bem como os objetivos inerentes ao mesmo.
Concluindo, a gratuitidade dos transportes públicos, para ser transformadora, não pode ficar
confinada a um único município. Numa área metropolitana funcionalmente integrada, como
a do Porto, a justiça distributiva, a eficiência económica e a coerência sistémica convergem
na conclusão de que os passes devem ser gratuitos à escala metropolitana e qualquer
solução que ignore esta realidade corre o risco de agravar assimetrias e de desperdiçar uma
oportunidade estratégica de reconfiguração do modelo de mobilidade urbana.
Diogo Fernandes Sousa
Escritor do Livro “Rumo da Nação: Reflexões sobre a Portugalidade” https://www.ovarnews.pt/escala-metropolitana-da-mobilidade-por-diogo-fernandes-sousa/
apelativa, enfraquece de uma limitação estrutural evidente pois ignora a natureza funcional
e integrada dos sistemas de mobilidade nas áreas metropolitanas. No caso específico da
Área Metropolitana do Porto, esta limitação torna-se particularmente visível, uma vez que a
rede de transportes operacionalizada, em larga medida, através do sistema Andante
constitui, de facto, um ecossistema intermunicipal, no qual as fronteiras administrativas são
economicamente irrelevantes.
Defender a gratuitidade circunscrita a um único município, ainda que central, corresponde a
uma leitura redutora da mobilidade contemporânea. Os movimentos pendulares entre
concelhos como Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos, Santa Maria da Feira ou Gondomar
e o Porto demonstram uma realidade socioeconómica profundamente interligada, na qual
residência e local de trabalho, ou estudo, raramente coincidem no mesmo território
administrativo. Assim, ao tornar gratuitos os transportes apenas para os residentes de um
concelho, cria-se uma distorção distributiva que penaliza precisamente os segmentos
populacionais mais dependentes do sistema de transporte público, ou seja, os trabalhadores
e estudantes que vivem na periferia e se deslocam diariamente para o Porto.
Do ponto de vista da eficiência económica e da equidade territorial, a solução mais racional
consiste na extensão da gratuitidade a toda a Área Metropolitana. Tal abordagem reconhece
a natureza de bem público metropolitano dos transportes coletivos e alinha os incentivos
com os objetivos de política pública, nomeadamente a redução da utilização do transporte
individual e consequente descongestionamento dos acessos, a diminuição das emissões de
carbono e a melhoria da coesão social.
A fragmentação de políticas tarifárias num sistema tecnicamente integrado gera
ineficiências. Por um lado, compromete a simplicidade e a transparência do modelo de
utilização, introduzindo assimetrias que dificultam a adesão dos utilizadores. Por outro,
reduz o potencial de ganhos de escala que poderiam ser obtidos através de uma abordagem
coordenada. Num sistema como o Andante, concebido precisamente para facilitar a
interoperabilidade entre diferentes operadores e modos de transporte, a diferenciação
baseada no local de residência constitui uma incongruência conceptual.
É certo que subsistem constrangimentos financeiros, sobretudo nos municípios com menor
capacidade orçamental, contudo, este argumento, embora relevante, não invalida a
necessidade de uma solução sistémica, pelo contrário reforça a urgência de mecanismos de
financiamento intermunicipais, o que significa que a gratuitidade metropolitana não deve
ser entendida como um encargo isolado de cada autarquia, mas como um investimento
coletivo, passível de ser cofinanciado por instrumentos nacionais e europeus, à semelhança
de outras políticas de transição climática e coesão territorial.
Importa ainda considerar os efeitos macroeconómicos indiretos de uma medida desta
natureza. A redução dos custos de mobilidade aumenta o rendimento disponível das
famílias, particularmente das de menores rendimentos, e pode contribuir para uma maior
eficiência do mercado de trabalho, ao facilitar o ajustamento entre oferta e procura de
emprego à escala metropolitana. Simultaneamente, a diminuição do tráfego rodoviário
reduz externalidades negativas, como a poluição e o congestionamento, com benefícios
para a saúde pública e a produtividade.
Em termos de governação, coloca um desafio incontornável sobre a necessidade de reforçar
o papel das entidades metropolitanas enquanto níveis de decisão, até porque a mobilidade,
pela sua própria natureza, exige uma coordenação intermunicipal, pelo que a manutenção
de soluções fragmentadas acentua desigualdades e compromete a eficácia global do
sistema, bem como os objetivos inerentes ao mesmo.
Concluindo, a gratuitidade dos transportes públicos, para ser transformadora, não pode ficar
confinada a um único município. Numa área metropolitana funcionalmente integrada, como
a do Porto, a justiça distributiva, a eficiência económica e a coerência sistémica convergem
na conclusão de que os passes devem ser gratuitos à escala metropolitana e qualquer
solução que ignore esta realidade corre o risco de agravar assimetrias e de desperdiçar uma
oportunidade estratégica de reconfiguração do modelo de mobilidade urbana.
Diogo Fernandes Sousa
Escritor do Livro “Rumo da Nação: Reflexões sobre a Portugalidade” https://www.ovarnews.pt/escala-metropolitana-da-mobilidade-por-diogo-fernandes-sousa/
Águeda colocou em audiência de interessados o regulamento das “Normas de Participação da iniciativa Carnaval Fora D’Horas”, abrindo um período de consulta pública que permitirá a cidadãos e entidades locais apresentar sugestões antes da versão final do documento.
A consulta decorre durante 10 dias úteis e insere-se na estratégia do município de reforçar a participação cívica na organização dos eventos culturais do concelho. O objetivo passa por ajustar as regras de participação à realidade das associações, grupos e participantes que integram esta iniciativa festiva.
Durante este período, qualquer interessado pode consultar o aviso e o regulamento completo através do site oficial da Câmara Municipal de Águeda: https://www.cm-agueda.pt/
As contribuições podem ser submetidas por escrito, seja por correio, dirigido à autarquia na Praça do Município, seja por email para agitagueda@cm-agueda.pt.
Segundo o município, este processo de auscultação pública visa garantir maior transparência na gestão do evento e promover um modelo de organização mais inclusivo, envolvendo diretamente a comunidade na construção das regras.
O “Carnaval Fora D’Horas” integra o calendário cultural de Águeda e tem vindo a afirmar-se como uma das iniciativas de participação comunitária e animação noturna, reunindo associações locais e público num ambiente festivo. https://www.ovarnews.pt/agueda-abre-consulta-publica-sobre-normas-do-carnaval-fora-dhoras/
A consulta decorre durante 10 dias úteis e insere-se na estratégia do município de reforçar a participação cívica na organização dos eventos culturais do concelho. O objetivo passa por ajustar as regras de participação à realidade das associações, grupos e participantes que integram esta iniciativa festiva.
Durante este período, qualquer interessado pode consultar o aviso e o regulamento completo através do site oficial da Câmara Municipal de Águeda: https://www.cm-agueda.pt/
As contribuições podem ser submetidas por escrito, seja por correio, dirigido à autarquia na Praça do Município, seja por email para agitagueda@cm-agueda.pt.
Segundo o município, este processo de auscultação pública visa garantir maior transparência na gestão do evento e promover um modelo de organização mais inclusivo, envolvendo diretamente a comunidade na construção das regras.
O “Carnaval Fora D’Horas” integra o calendário cultural de Águeda e tem vindo a afirmar-se como uma das iniciativas de participação comunitária e animação noturna, reunindo associações locais e público num ambiente festivo. https://www.ovarnews.pt/agueda-abre-consulta-publica-sobre-normas-do-carnaval-fora-dhoras/


A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai oferecer 3 110 bilhetes para a Comic Con Portugal 2026 a alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico do concelho, garantindo o acesso direto a um dos maiores eventos de cultura pop do país, que decorre de 23 a 26 de abril, no Europarque.
A iniciativa abrange estudantes dos 12 aos 15 anos, que frequentam do 7.º ao 9.º ano em todos os Agrupamentos de Escolas do concelho: Paços de Brandão, Canedo, Argoncilhe, Arrifana, Santa Maria da Feira, Fernando Pessoa, Corga de Lobão, António Alves Amorim (Lourosa) e Coelho e Castro.
Os dias 23 e 24 de abril terão programação especialmente orientada para o público escolar, permitindo aos alunos contactar de perto com o universo do cinema, das séries, dos videojogos e da banda desenhada, num evento que reúne criadores, conteúdos e experiências de escala internacional. O Município assegura ainda o transporte dos alunos e respetivos acompanhantes.
“A Comic Con Portugal é um evento com enorme capacidade de mobilização junto dos mais jovens e faz todo o sentido garantir que os nossos alunos possam viver esta experiência”, sublinha o presidente da Câmara Municipal, Amadeu Albergaria. “Estamos a falar de um contacto direto com áreas criativas que hoje cruzam cultura e tecnologia.”
Com esta iniciativa, o Município reforça o acesso dos jovens a experiências culturais diferenciadoras, aproximando a comunidade educativa dos grandes eventos que se realizam no concelho. À semelhança do que já acontece com os grandes eventos como a Viagem Medieval ou o Perlim, esta é uma aposta em garantir que todos têm oportunidade de participar e viver o que de melhor se faz no território. Uma opção que contribui igualmente para reforçar o sentimento de pertença e valorizar a dinâmica cultural do concelho.
Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira reforça o acesso dos jovens a experiências culturais diferenciadoras e aproxima a comunidade educativa dos grandes eventos que se realizam no concelho. A oferta de bilhetes a alunos acontece também noutras iniciativas municipais, como a Viagem Medieval e o Perlim, reforçando a ligação dos mais jovens ao território e à sua dinâmica cultural.
https://www.ovarnews.pt/?p=102122
O problema dos pequenos vícios é que quase nunca parecem um problema no momento em que se paga. É essa a sua grande vantagem: entram devagar, sem alarme, sem escândalo, sem a aparência de uma despesa séria. Um maço de tabaco, umas raspadinhas, mais um gesto repetido ao balcão. Tudo parece pequeno. Mas é precisamente assim que se vai cavando, dia após dia, uma forma discreta de fragilidade económica. O dinheiro sai em parcelas curtas, quase invisíveis, e por isso custa menos a gastar. O problema é que, no fim do mês, já não é pequeno.
Num tempo de combustíveis caros, contas pesadas e famílias com pouca margem para imprevistos, estes consumos deixam de ser um detalhe. Passam a competir com necessidades básicas. Não se trata apenas de “gastar mal dinheiro”. Trata-se de perceber que há hábitos que se instalam como uma despesa fixa não assumida. E quando a folga financeira já é escassa, qualquer fuga repetida pesa mais. A fragilidade económica não começa apenas quando falta dinheiro para tudo; começa também quando o pouco que existe vai sendo corroído por consumos que prometem alívio rápido, mas deixam para trás mais aperto.
É aqui que entra a lógica da recompensa imediata. O cigarro oferece pausa, ritual e uma sensação breve de alívio. A raspadinha oferece esperança instantânea: a fantasia de que talvez seja hoje, talvez seja esta a pequena sorte capaz de mudar um mês difícil, ou até uma vida difícil. Quando alguém está cansado, desanimado, ansioso ou esmagado por preocupações, a cabeça não procura primeiro a decisão mais racional; procura alívio. E essa procura de alívio, sendo humana, pode tornar-se uma armadilha. Porque aquilo que consola por minutos pode agravar o problema que já estava por resolver.
Por isso, este tema não é apenas uma questão de carteira. É também uma questão de saúde mental. Há dependências que se alimentam do sofrimento, da solidão, do stress e da desesperança. Não nascem apenas do prazer; muitas vezes crescem da necessidade de escapar, ainda que por instantes, a uma realidade difícil. Reduzir tudo isto a falta de força de vontade é errado e injusto. Há mecanismos de dependência, há vulnerabilidade emocional e há contextos de vida que aumentam o risco. A Organização Mundial da Saúde assinala que o jogo pode prejudicar a saúde mental, as finanças e as relações, e o SNS24 recomenda procurar apoio profissional e consultas de cessação tabágica para deixar de fumar.
A boa notícia é que estas dependências podem ter tratamento. E essa ideia precisa de ser dita com clareza: pedir ajuda não é exagero, nem sinal de fraqueza. Nesta fase de aperto econômico, pode ser uma das decisões mais sensatas. Recorrer a um profissional de saúde para avaliar o problema e estabelecer um plano de tratamento pode proteger a saúde física, a saúde mental e o orçamento familiar ao mesmo tempo. Às vezes, tratar uma dependência não é apenas deixar um hábito. É recuperar margem para respirar.
Eurico Silva, Médico
USF João Semana, Ovar https://www.ovarnews.pt/um-maco-de-tabaco-cinco-raspadinhas-ou-25l-de-gasoleo-por-dr-eurico-silva/
segunda-feira, abril 20, 2026
O Grupo Keenfinity tem se transformado com sucesso em uma holding estratégica com quatro negócios focados no cliente, liderados por CEOs dedicados e apoiados por funções de grupo otimizadas.
Consequentemente, o cargo de CEO do Grupo Keenfinity será extinto antes do previsto, com o Presidente do Conselho, Hubertus Muehlhaeuser, assumindo a supervisão direta dos quatro negócios e das funções do grupo. Peter Loeffler deixará seu cargo atual de CEO do grupo, mas permanecerá participando da jornada de criação de valor como investidor e consultor do Conselho.
+ info https://www.ovarnews.pt/grupo-keenfinity-acelera-a-transformacao-e-introduz-uma-estrutura-de-gestao-simplificada/
Consequentemente, o cargo de CEO do Grupo Keenfinity será extinto antes do previsto, com o Presidente do Conselho, Hubertus Muehlhaeuser, assumindo a supervisão direta dos quatro negócios e das funções do grupo. Peter Loeffler deixará seu cargo atual de CEO do grupo, mas permanecerá participando da jornada de criação de valor como investidor e consultor do Conselho.
+ info https://www.ovarnews.pt/grupo-keenfinity-acelera-a-transformacao-e-introduz-uma-estrutura-de-gestao-simplificada/
O IPMA instalou uma Estação Meteorológica Automática (EMA) em Espinho (Porto), equipamento que contribuirá para o reforço da rede nacional de observação meteorológia de superfície.
O Instituto tem vindo ao longo dos ultimos anos a reforçar a rede de observação, no âmbito da estratégia de melhoria do serviço de vigilância meteorológica e monitorização climática. Este plano tem permitido uma melhoria no desempenho da previsão do estado tempo, no conhecimento sobre a climatologia, assim como nos indicadores associados.
Como forma de concretizar este plano o IPMA tem estabelecido protocolos de cooperação com diversas entidades. A EMA de Espinho, agora instalada, resulta de um protocolo com o Aero Clube da Costa Verde, o Município de Espinho e a Freguesia de Paramos.
https://www.ovarnews.pt/o-ipma-instalou-uma-estacao-meteorologica-automatica-ema-em-espinho/
O Instituto tem vindo ao longo dos ultimos anos a reforçar a rede de observação, no âmbito da estratégia de melhoria do serviço de vigilância meteorológica e monitorização climática. Este plano tem permitido uma melhoria no desempenho da previsão do estado tempo, no conhecimento sobre a climatologia, assim como nos indicadores associados.
Como forma de concretizar este plano o IPMA tem estabelecido protocolos de cooperação com diversas entidades. A EMA de Espinho, agora instalada, resulta de um protocolo com o Aero Clube da Costa Verde, o Município de Espinho e a Freguesia de Paramos.
https://www.ovarnews.pt/o-ipma-instalou-uma-estacao-meteorologica-automatica-ema-em-espinho/


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Ponte de Vagos e na Freguesia de Fonte de Angeão
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 29/04/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua das Barrentas, Rua do Palhal (entre os n.ºs 4 ao n.º 36 e do n.ºs 7 ao 19), Rua Principal de Ponte de Vagos (N.ºs impares, entre os n.ºs 237 e o n.ºs 327) Rua Doutor João Rocha (n.ºs impares entre os n.ºs 21 ao 337), Rua Santa Catarina, Rua de São João, Rua da Fonte, Rua das Flores.
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/ampliacao-da-rede-de-abastecimento-no-municipio-de-vagos-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/
Se nunca vieste aos Gigantes Invisíveis, então andaste mesmo a brincar às escondidas!
Este é um festival onde os livros crescem e se transformam em teatro, música, dança, imagens e muitas surpresas. A partir de um espetáculo ou de uma performance, vamos descobrir histórias e livros cheios de imaginação.
Nos Gigantes Invisíveis há livros para ler, oficinas para experimentar, conversas para ouvir e artes para criar, tudo pensado especialmente para crianças, acompanhadas por adultos ou professores. Estes Gigantes já viajaram até Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Guiné-Bissau, levando histórias e aventuras a muitos lugares.
Tudo acontece no Parque Ambiental do Buçaquinho. Para participares, vais precisar de saber ler mapas, especialmente aqueles que escondem os gigantes! É no mapa que descobres onde acontece cada atividade.
VÍDEO: https://youtu.be/bTcODGWNbfk https://www.ovarnews.pt/gigantes-invisiveis-de-regresso-ao-bucaquinho-para-o-11-o-encontro-literario/
Este é um festival onde os livros crescem e se transformam em teatro, música, dança, imagens e muitas surpresas. A partir de um espetáculo ou de uma performance, vamos descobrir histórias e livros cheios de imaginação.
Nos Gigantes Invisíveis há livros para ler, oficinas para experimentar, conversas para ouvir e artes para criar, tudo pensado especialmente para crianças, acompanhadas por adultos ou professores. Estes Gigantes já viajaram até Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Guiné-Bissau, levando histórias e aventuras a muitos lugares.
Tudo acontece no Parque Ambiental do Buçaquinho. Para participares, vais precisar de saber ler mapas, especialmente aqueles que escondem os gigantes! É no mapa que descobres onde acontece cada atividade.
VÍDEO: https://youtu.be/bTcODGWNbfk https://www.ovarnews.pt/gigantes-invisiveis-de-regresso-ao-bucaquinho-para-o-11-o-encontro-literario/
A AD Ovarense sagrou-se campeã a quatro jornadas do fim do campeonato, selando assim o regresso ao panorama nacional duas décadas depois, num feito que está a ser celebrado como um momento histórico para o clube e para a cidade de Ovar.
A conquista foi confirmada na 30.ª jornada, culminando uma época de grande consistência e domínio competitivo. Em 30 jogos disputados, a equipa somou 24 vitórias, cinco empates e apenas uma derrota, com um impressionante registo de 89 golos marcados e 26 sofridos, traduzindo-se num aproveitamento de 80 por cento.
Para Gus Laredo, acionista da Ovarense SAD, este título vai além dos números e do sucesso desportivo. “Após 20 longos anos, o Ovarense está de volta. Para muitos, isso é mais do que futebol. É um sentimento que permaneceu vivo durante cada temporada difícil, cada momento de vazio e cada ano de espera”, destacou.
O responsável sublinha o percurso da equipa ao longo da época, enaltecendo o caráter e a determinação demonstrados por jogadores e equipa técnica. “Não foi por acaso. Foi uma conquista construída com comprometimento, disciplina e crença”, afirmou.
A vitória é também entendida como um triunfo coletivo, partilhado com adeptos e comunidade. “Este retorno pertence à cidade de Ovar”, reforçou Gus Laredo, reconhecendo o papel dos adeptos que nunca deixaram de apoiar o clube ao longo dos anos.
Para além do sucesso da equipa principal, o acionista destacou ainda o trabalho desenvolvido na formação, apontando a academia como um pilar essencial para o futuro do clube. Segundo referiu, os jovens atletas representam a continuidade da identidade ovarense, crescendo não só enquanto jogadores, mas também enquanto cidadãos.
Consciente do peso histórico do momento, a estrutura da SAD assume agora a responsabilidade de consolidar este novo ciclo. A parceria entre o clube e a SAD deverá traduzir-se em novas iniciativas de investimento e desenvolvimento, com o objetivo de fortalecer as bases e aprofundar a ligação à comunidade.
“Este não é o fim de uma jornada, mas o início de algo que continuaremos a construir juntos”, concluiu Gus Laredo, numa mensagem de união e ambição para o futuro.
A conquista do campeonato marca, assim, um novo capítulo na história da AD Ovarense, fundada em 1921, e reacende o orgulho de uma cidade que volta a ver o seu clube afirmar-se no futebol nacional. https://www.ovarnews.pt/gus-laredo-diz-que-este-titulo-vai-alem-dos-numeros-e-do-sucesso-desportivo/
A conquista foi confirmada na 30.ª jornada, culminando uma época de grande consistência e domínio competitivo. Em 30 jogos disputados, a equipa somou 24 vitórias, cinco empates e apenas uma derrota, com um impressionante registo de 89 golos marcados e 26 sofridos, traduzindo-se num aproveitamento de 80 por cento.
Para Gus Laredo, acionista da Ovarense SAD, este título vai além dos números e do sucesso desportivo. “Após 20 longos anos, o Ovarense está de volta. Para muitos, isso é mais do que futebol. É um sentimento que permaneceu vivo durante cada temporada difícil, cada momento de vazio e cada ano de espera”, destacou.
O responsável sublinha o percurso da equipa ao longo da época, enaltecendo o caráter e a determinação demonstrados por jogadores e equipa técnica. “Não foi por acaso. Foi uma conquista construída com comprometimento, disciplina e crença”, afirmou.
A vitória é também entendida como um triunfo coletivo, partilhado com adeptos e comunidade. “Este retorno pertence à cidade de Ovar”, reforçou Gus Laredo, reconhecendo o papel dos adeptos que nunca deixaram de apoiar o clube ao longo dos anos.
Para além do sucesso da equipa principal, o acionista destacou ainda o trabalho desenvolvido na formação, apontando a academia como um pilar essencial para o futuro do clube. Segundo referiu, os jovens atletas representam a continuidade da identidade ovarense, crescendo não só enquanto jogadores, mas também enquanto cidadãos.
Consciente do peso histórico do momento, a estrutura da SAD assume agora a responsabilidade de consolidar este novo ciclo. A parceria entre o clube e a SAD deverá traduzir-se em novas iniciativas de investimento e desenvolvimento, com o objetivo de fortalecer as bases e aprofundar a ligação à comunidade.
“Este não é o fim de uma jornada, mas o início de algo que continuaremos a construir juntos”, concluiu Gus Laredo, numa mensagem de união e ambição para o futuro.
A conquista do campeonato marca, assim, um novo capítulo na história da AD Ovarense, fundada em 1921, e reacende o orgulho de uma cidade que volta a ver o seu clube afirmar-se no futebol nacional. https://www.ovarnews.pt/gus-laredo-diz-que-este-titulo-vai-alem-dos-numeros-e-do-sucesso-desportivo/


Há ironias difíceis de ignorar numa democracia. Uma delas é ver um instrumento criado para proteger os cidadãos, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), ser usado, na prática, como escudo para perpetuar opacidades e bloquear o escrutínio.
Na associação do meu bairro, a direção mantém-se no poder há uma década. Não por mérito necessariamente incontestado, mas por ausência de condições reais para uma alternativa democrática. Sempre que um sócio tenta apresentar um projeto alternativo e precisa de contactar outros membros, seja através de telemóvel ou morada, para expor ideias, debater propostas ou simplesmente reunir apoios, esbarra numa recusa sistemática: “RGPD”. Como se a proteção de dados pessoais impedisse qualquer forma de comunicação legítima entre associados e inviabilizasse, na prática, a construção de alternativas.
O problema não está no princípio da proteção de dados, esse é legítimo e necessário. O problema está no uso abusivo e instrumental desse princípio para impedir o acesso a informação essencial. Sem dados, não há fiscalização. Sem fiscalização, não há escolha informada. E sem escolha informada, a democracia torna-se uma formalidade.
Este fenómeno não se limita às pequenas associações locais. Em Portugal, têm surgido propostas que apontam no sentido de reduzir a transparência no financiamento partidário, limitando a divulgação de informações sobre quem financia quem. Ainda que apresentadas sob o argumento da proteção da privacidade, tais propostas levantam preocupações sérias: ao dificultar o acesso a estes dados, torna-se mais complexo o escrutínio público e enfraquecem-se mecanismos essenciais de combate à corrupção.
A opacidade, neste contexto, não protege cidadãos, protege estruturas de poder. E quando o acesso à informação é restringido, a confiança nas instituições degrada-se inevitavelmente.
Criou-se assim um paradoxo perigoso: leis pensadas para defender direitos individuais acabam, em certos contextos, por proteger instituições da responsabilidade pública. Do bairro aos partidos políticos, o resultado tende a ser o mesmo, menor transparência, menor participação e maior distância entre eleitos e eleitores.
A democracia não vive apenas de eleições. Vive de acesso à informação, de debate esclarecido e da possibilidade real de alternância. Sempre que um desses elementos é comprometido, mesmo que sob a forma de propostas e não de alterações efetivas, o risco é evidente.
O RGPD não deve ser descartado, mas precisa de ser aplicado com equilíbrio. Quando a proteção de dados é usada para bloquear o escrutínio em vez de proteger cidadãos, deixa de ser um instrumento de cidadania e passa a ser, em certos casos, um entrave à própria democracia e ao combate à corrupção.
Paulo Freitas do Amaral, Professor, Historiador e Autor https://www.ovarnews.pt/o-rgpd-mantem-a-direcao-da-associacao-do-meu-bairro-ha-10-anos-no-poder-por-paulo-freitas-do-amaral/
domingo, abril 19, 2026


O pai de Eva Pais, a concorrente vareira do Secret Story 10, decidiu pronunciar-se no grupo de fãs, no WhatsApp, abrindo as portas da sua casa em Ovar a Tiago, concorrente que se tem aproximado de Eva, deixando rasgados elogios à sua postura protetora.
“Tiago. És um gentleman e quando for preciso tens onde dormir em Ovar. Grande abraço para vocês todos e todas”, atirou António Pais, em conversa com a TV Guia, revelando estar completamente rendido à amizade entre os dois.
O progenitor da concorrente garante a sua aprovação, mas frisou que o rumo desta história depende apenas da vontade da filha: “O Tiago tem a porta aberta, depois o coração da Eva já não é comigo”.
O pai de Eva, por outro lado, mostra-se revoltado com o comportamento de Diogo e reage às palavras que este proferiu sobre a família. “Ele pode fazer as acusações todas que quiser, estou-me marimbando completamente para o que ele disse”, disparou. A indignação aumentou quando Diogo garantiu que era quem sustentava a casa que dividia com Eva. A resposta de António não tardou: “Sobre isso a minha resposta é esta. Ele recebe 250 euros por mês, como é que ele vai sustentar a minha filha?”.
As críticas do pai da concorrente estendeu-se à forma como o formato tem sido conduzido pela TVI, acusando a estação de manipular as imagens para reforçar um papel de vítima. “Se calhar se deixassem de passar sempre as mesmas imagens, sempre a pô-la em frente ao Diogo a falar, a ter um tête-à-tête como se diz, se calhar ela sorria um bocadinho melhor. Acho que o culpado a 100 por cento é a TVI que está a fazer dela não sei do quê. Mas isso é um problema que depois se resolve no fim”, comentou, indignado, garantindo que “Exatamente e isso é completamente estúpido. Irrita-me. Não me chateia, irrita-me.”
Ora veja: https://www.ovarnews.pt/surpresa-pai-de-eva-abre-as-portas-da-sua-casa-em-ovar/


Ao vencer, esta tarde, o Lobão, a Ovarense sagrou-se campeã do Campeonato Sabseg.
Os vareiros precisavam apenas de um ponto mas amealharam os três e estão de regresso aos Nacionais.
Em atualização https://www.ovarnews.pt/ovarense-ja-e-campea-da-divisao-de-elite-de-aveiro/


O pai de Eva Pais, a concorrente vareira do Secret Story 10, decidiu pronunciar-se no grupo de fãs, no WhatsApp, abrindo as portas da sua casa em Ovar a Tiago, concorrente que se tem aproximado de Eva, deixando rasgados elogios à sua postura protetora.
“Tiago. És um gentleman e quando for preciso tens onde dormir em Ovar. Grande abraço para vocês todos e todas”, atirou António Pais, em conversa com a TV Guia, revelando estar completamente rendido à amizade entre os dois.
O progenitor da concorrente garante a sua aprovação, mas frisou que o rumo desta história depende apenas da vontade da filha: “O Tiago tem a porta aberta, depois o coração da Eva já não é comigo”.
O pai de Eva, por outro lado, mostra-se revoltado com o comportamento de Diogo e reage às palavras que este proferiu sobre a família. “Ele pode fazer as acusações todas que quiser, estou-me marimbando completamente para o que ele disse”, disparou. A indignação aumentou quando Diogo garantiu que era quem sustentava a casa que dividia com Eva. A resposta de António não tardou: “Sobre isso a minha resposta é esta. Ele recebe 250 euros por mês, como é que ele vai sustentar a minha filha?”.
As críticas do pai da concorrente estendeu-se à forma como o formato tem sido conduzido pela TVI, acusando a estação de manipular as imagens para reforçar um papel de vítima. “Se calhar se deixassem de passar sempre as mesmas imagens, sempre a pô-la em frente ao Diogo a falar, a ter um tête-à-tête como se diz, se calhar ela sorria um bocadinho melhor. Acho que o culpado a 100 por cento é a TVI que está a fazer dela não sei do quê. Mas isso é um problema que depois se resolve no fim”, comentou, indignado, garantindo que “Exatamente e isso é completamente estúpido. Irrita-me. Não me chateia, irrita-me.”
Ora veja: https://www.ovarnews.pt/surpresa-pai-de-eva-abre-as-portas-da-sua-casa-em-ovar/
sábado, abril 18, 2026


... se bem que, feitas as contas, os vareiros venceram muito mais encontros da Liga por apenas um ponto do que o inverso.
Por estarem mal habituados, os adeptos da Ovarense Basquetebol digeriram mal o último jogo em casa em que a Ovarense perdeu por um.
Este sábado, os vareiros venceram por um no Barreiro e fizeram as pazes com os adeptos.
🏀 Galitos BARREIRO ACEDE 82-83 Ovarense GAVEX
🏆 #LigaBetclicMasculina | Jornada 2️⃣1️⃣
📌 Pav. Mun. Prof. Luís de Carvalho
⭐ Jalen Jenkins (21pts, 6res, 3ast - 25val)
📊 tinyurl.com/t859fvrk
https://www.ovarnews.pt/por-um-ponto-se-perde-por-um-ponto-se-ganha/


O pai de Eva Pais, a concorrente vareira do Secret Story 10, decidiu pronunciar-se no grupo de fãs, no WhatsApp, abrindo as portas da sua casa em Ovar a Tiago, concorrente que se tem aproximado de Eva, deixando rasgados elogios à sua postura protetora.
“Tiago. És um gentleman e quando for preciso tens onde dormir em Ovar. Grande abraço para vocês todos e todas”, atirou António Pais, em conversa com a TV Guia, revelando estar completamente rendido à amizade entre os dois.
O progenitor da concorrente garante a sua aprovação, mas frisou que o rumo desta história depende apenas da vontade da filha: “O Tiago tem a porta aberta, depois o coração da Eva já não é comigo”.
O pai de Eva, por outro lado, mostra-se revoltado com o comportamento de Diogo e reage às palavras que este proferiu sobre a família. “Ele pode fazer as acusações todas que quiser, estou-me marimbando completamente para o que ele disse”, disparou. A indignação aumentou quando Diogo garantiu que era quem sustentava a casa que dividia com Eva. A resposta de António não tardou: “Sobre isso a minha resposta é esta. Ele recebe 250 euros por mês, como é que ele vai sustentar a minha filha?”.
As críticas do pai da concorrente estendeu-se à forma como o formato tem sido conduzido pela TVI, acusando a estação de manipular as imagens para reforçar um papel de vítima. “Se calhar se deixassem de passar sempre as mesmas imagens, sempre a pô-la em frente ao Diogo a falar, a ter um tête-à-tête como se diz, se calhar ela sorria um bocadinho melhor. Acho que o culpado a 100 por cento é a TVI que está a fazer dela não sei do quê. Mas isso é um problema que depois se resolve no fim”, comentou, indignado, garantindo que “Exatamente e isso é completamente estúpido. Irrita-me. Não me chateia, irrita-me.”
Ora veja: https://www.ovarnews.pt/surpresa-pai-de-eva-abre-as-portas-da-sua-casa-em-ovar/


A poucos dias de receber o SC Esmoriz, o SC Espinho é alvo de denúncias de alegados salários em atraso por parte de quatro jogadores do plantel principal.
Na comunicação social, este quarteto de atletas alega, ainda, ter sido afastado dos treinos da equipa.
A direção presidida por Bernardo Gomes de Almeida reagiu nas redes sociais.
https://www.ovarnews.pt/polemica-em-sc-espinho-na-vespera-da-deslocacao-a-esmoriz/


A Ovarense, por onde já passaram o antigo campeão europeu pelo F. C. Porto António Sousa, ou o mítico capitão Artur nos tempos da Liga 2, além de Cândido Costa, mais recentemente, está a apenas um ponto de vencer a divisão maior da A.F. Aveiro e regressar aos nacionais, após longas 20 épocas. Emanuel Resende assumiu a presidência há três anos e falou da experiência.
"Os primeiros anos foram de renegociação da dívida. A parte financeira está estável e montámos o projeto, a par do ano passado, para subir de divisão. O objetivo é de, pelo menos, até 2030, chegar a uma Liga 3. Diria que temos bases mais sólidas e vamos com certeza para o Campeonato de Portugal".
-Ler artigo in JN https://www.ovarnews.pt/ovarense-a-um-ponto-de-voltar-aos-campeonatos-nacionais/


O pai de Eva Pais, a concorrente vareira do Secret Story 10, decidiu pronunciar-se no grupo de fãs, no WhatsApp, abrindo as portas da sua casa em Ovar a Tiago, concorrente que se tem aproximado de Eva, deixando rasgados elogios à sua postura protetora.
“Tiago. És um gentleman e quando for preciso tens onde dormir em Ovar. Grande abraço para vocês todos e todas”, atirou António Pais, revelando estar completamente rendido à amizade entre os dois.
O progenitor da concorrente garante a sua aprovação, mas frisou que o rumo desta história depende apenas da vontade da filha: “O Tiago tem a porta aberta, depois o coração da Eva já não é comigo”.
O pai de Eva, por outro lado, mostra-se revoltado com o comportamento de Diogo e reage às palavras que este proferiu sobre a família. “Ele pode fazer as acusações todas que quiser, estou-me marimbando completamente para o que ele disse”, disparou. A indignação aumentou quando Diogo garantiu que era quem sustentava a casa que dividia com Eva. A resposta de António não tardou: “Sobre isso a minha resposta é esta. Ele recebe 250 euros por mês, como é que ele vai sustentar a minha filha?”.
As críticas do pai da concorrente estendeu-se à forma como o formato tem sido conduzido pela TVI, acusando a estação de manipular as imagens para reforçar um papel de vítima. “Se calhar se deixassem de passar sempre as mesmas imagens, sempre a pô-la em frente ao Diogo a falar, a ter um tête-à-tête como se diz, se calhar ela sorria um bocadinho melhor. Acho que o culpado a 100 por cento é a TVI que está a fazer dela não sei do quê. Mas isso é um problema que depois se resolve no fim”, comentou, indignado, garantindo que “Exatamente e isso é completamente estúpido. Irrita-me. Não me chateia, irrita-me.”
Ora veja: https://www.ovarnews.pt/surpresa-pai-de-eva-abre-as-portas-da-sua-casa-em-ovar/


A sala B, da pré do Escola dos Combatentes apresenta "O Nabo Gigante", teatro de marionetas pela Companhia Partículas Elementares.
A sessão decorre esta tarde, às 15 horas, na SEDE do Coletivo Terylene onde está agendada uma uma tarde diferente, com o propósito de angariar fundos para levar os meninos desta turma ao Zoomarine, de Albufeira.
A peça conta uma história simples e cheia de ternura. Partindo do cenário de um pequeno quintal, onde vive um simpático casal acompanhado pelos seus animais, a peça retrata a vida tranquila do campo… até que, nesse mesmo quintal, nasce um nabo.
Mas não é um nabo qualquer: é um nabo gigante — tão enorme que ninguém consegue arrancá-lo. https://www.ovarnews.pt/o-nabo-gigante-ajuda-a-levar-alunos-ao-zoomarine/


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 21/04/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Zona Industrial da Quimiparque, Eco Parque Empresarial de Estarreja
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/manutencao-da-rede-de-abastecimento-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-quimiparque/
sexta-feira, abril 17, 2026


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 23/04/2026 entre as 08:30h e as 12:30h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua Conselheiro José Luciano de Castro (nºs 7-9 e nºs 44- 261), Rua Desembargador Correia Teles (nºs 310-318 e nºs pares nº4-216) e Rua Dom Manuel I ( nºs 2-131)
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/manutencao-da-rede-de-abastecimento-em-estarreja-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/
A partir de 1 de abril, os cidadãos dos municípios da Região de Aveiro passaram a beneficiar de um novo modelo de mobilidade mais acessível, simples e integrado, com a entrada em vigor da Tarifa Única na rede de transportes públicos rodoviários intermunicipais.
A medida representa uma alteração estrutural no sistema de transportes, permitindo aos utilizadores circular em toda a rede com um único passe mensal, independentemente das zonas ou concelhos atravessados.
O novo modelo tarifário elimina a lógica de tarifação por distância ou número de municípios, substituindo-a por um sistema uniforme e mais previsível para os utilizadores. Entre as principais novidades está a criação de um passe mensal de rede geral no valor de 15 euros, um passe social de 12 euros e um passe intermodal de 20 euros, que permite a articulação entre diferentes operadores e serviços de transporte.
No Porto, a situação é diferente. Os transportes gratuitos no Porto vão avançar. Na reunião de executivo da próxima terça-feira, dia 21, vai a votação a proposta de contrato a estabelecer com a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para concretizar o processo. A autarquia já reservou, para este ano, 10,25 milhões de euros tendo em vista a implementação do programa.
Os passes grátis entrarão em vigor a 1 de julho, para quando está previsto o início dos "efeitos financeiros e operacionais" do contrato com a TMP, caso até lá chegue o imprescindível visto do Tribunal de Contas (TC). Caso isso não aconteça, entram em vigor mal seja dado o referido aval do TC.
https://www.ovarnews.pt/transportes-aveiro-paga-bilhete-unico-porto-quer-passes-gratis/
A medida representa uma alteração estrutural no sistema de transportes, permitindo aos utilizadores circular em toda a rede com um único passe mensal, independentemente das zonas ou concelhos atravessados.
O novo modelo tarifário elimina a lógica de tarifação por distância ou número de municípios, substituindo-a por um sistema uniforme e mais previsível para os utilizadores. Entre as principais novidades está a criação de um passe mensal de rede geral no valor de 15 euros, um passe social de 12 euros e um passe intermodal de 20 euros, que permite a articulação entre diferentes operadores e serviços de transporte.
No Porto, a situação é diferente. Os transportes gratuitos no Porto vão avançar. Na reunião de executivo da próxima terça-feira, dia 21, vai a votação a proposta de contrato a estabelecer com a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para concretizar o processo. A autarquia já reservou, para este ano, 10,25 milhões de euros tendo em vista a implementação do programa.
Os passes grátis entrarão em vigor a 1 de julho, para quando está previsto o início dos "efeitos financeiros e operacionais" do contrato com a TMP, caso até lá chegue o imprescindível visto do Tribunal de Contas (TC). Caso isso não aconteça, entram em vigor mal seja dado o referido aval do TC.
https://www.ovarnews.pt/transportes-aveiro-paga-bilhete-unico-porto-quer-passes-gratis/


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O projeto “Grupo de Psicólogos em Rede” do Município de Ovar foi distinguido com a Bandeira de Mérito Social 2026. Atribuída pela ANGES – Associação Nacional de Gerontologia Social, esta distinção vem reconhecer o contributo desta proposta para a promoção do bem-estar social e do desenvolvimento comunitário, bem como para a mitigação de situações de vulnerabilidade, pobreza e carência. Entre as 732 candidaturas apresentadas, Ovar destacou-se entre as 150 selecionadas. A autarquia recebe este galardão pelo segundo ano consecutivo.
“O Grupo de Psicólogos em Rede | Ovar reúne especialistas de diversas entidades, preconizando um trabalho em rede que permite uma intervenção abrangente, próxima e inovadora em todo o território”, resume a Vereadora do Desenvolvimento Social e Saúde, Ana Cunha, acrescentando que este projeto se tem revelado não só “um importante veículo de partilha e difusão de conhecimentos e boas práticas”, como também tem tido “a capacidade de gerar sinergias relevantes que permitem organizar iniciativas conjuntas, capazes de alcançar mais pessoas, maximizar resultados e promover uma gestão mais eficiente dos recursos”.
Com intervenção em todo o concelho, o “Grupo de Psicólogos em Rede | Ovar”, criado há 12 anos, tem desenvolvido diversos projetos estruturantes, como o “Mensis”, que promove a literacia em saúde e higiene menstrual nas escolas, e a celebração do Dia Mundial da Saúde Mental. Merecem também referência o “ManifestaMente” – Programa de Capacitação de Dinamizadores Locais, bem como o Protocolo de Literacia em Saúde Psicológica e Bem-Estar entre a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a Câmara Municipal de Ovar, e ainda o Guia de Recursos na área da Psicologia do Município de Ovar.
Este grupo é constituído por uma equipa pluridisciplinar que integra áreas como a Educação, a Saúde e a Intervenção Social e Comunitária. Sob coordenação da autarquia, é atualmente composto por 38 elementos e integra 15 Instituições Particulares de Solidariedade Social e Serviços Públicos concelhios.
https://www.ovarnews.pt/?p=102030
Depois do sucesso alcançado além fronteiras, ao ser nomeada para um prémio internacional na Argentina, a guitarrista clássica Sara Jesus apresenta-se em Ovar.
Num concerto único, atua no próximo dia 15 de maio, às 21h30, na Associação Cultural e Recreativa da Ribeira, em Ovar.
Este concerto, explica, "surge no âmbito da minha participação no 1º Concurso Internacional de Intérpretes da obra do compositor Ravi Sawaya, sendo o programa integralmente dedicado à sua música".
Ravi Sawaya é um compositor e guitarrista brasileiro conhecido pelo seu trabalho na guitarra clássica e instrumental, com influências que passam pelo blues e pela música clássica brasileira https://www.ovarnews.pt/sara-jesus-em-concerto-na-acr-ribeira/
Num concerto único, atua no próximo dia 15 de maio, às 21h30, na Associação Cultural e Recreativa da Ribeira, em Ovar.
Este concerto, explica, "surge no âmbito da minha participação no 1º Concurso Internacional de Intérpretes da obra do compositor Ravi Sawaya, sendo o programa integralmente dedicado à sua música".
Ravi Sawaya é um compositor e guitarrista brasileiro conhecido pelo seu trabalho na guitarra clássica e instrumental, com influências que passam pelo blues e pela música clássica brasileira https://www.ovarnews.pt/sara-jesus-em-concerto-na-acr-ribeira/
O Relatório de Gestão e Contas de 2025 do Município de Ovar não é apenas um documento
técnico. É a prova inequívoca de uma governação falhada, esgotada e sem rumo. Entre o discurso
político e a realidade da execução existe um abismo e esse abismo está a custar caro ao futuro do
concelho.
Os números são claros. E são condenatórios.
Eixos estratégicos: propaganda política, execução nula
Ao longo de todos os eixos estratégicos, o padrão repete-se: anúncios sucessivos, resultados
inexistentes.
Na coesão territorial, o investimento estruturante simplesmente não existe. As freguesias
continuam esquecidas, sem dinâmica e sem ligação efetiva entre si. Fala-se muito, faz-se quase
nada.
Na regeneração urbana, o cenário é de inércia total. ARU’s continuam por criar, estratégias
inexistentes e uma execução de investimento de apenas 48,22%. O território degrada-se enquanto
o executivo assiste. Não há programas para jovens, arrendamento acessível, alargamento do 1.º
direito, ausência de parcerias, tardam em criar uma “força” cooperativa.
Na habitação, há dinheiro, mas não há política. Limita-se tudo à habitação social, ignorando
soluções de classe média, habitação acessível e planeamento urbano sério. Falta visão, falta
coragem e falta trabalho.
No ambiente, a situação é particularmente grave. O nosso pinhal — património natural identitário
— foi transformado num verdadeiro desastre ambiental, resultado de um plano de gestão que não
protege, não regenera e não assegura o futuro da floresta. A responsabilidade é política e é do
Município.
Ao mesmo tempo, não existe estratégia ambiental digna desse nome: a costa perde valor, a ria
não é valorizada, não há educação ambiental consistente, nem políticas eficazes de preservação. A
intervenção resume-se ao mínimo. Gasta-se, mas não se protege nem se transforma.
Na educação, o desinvestimento é estrutural. Sem estratégia local, sem inovação, sem ligação ao
desenvolvimento do território, sem interferência pedagógica e curricular, sem valor acrescentado
para o futuro dos nossos jovens. Um setor essencial tratado como residual.
Na cultura e turismo, os dados 2025 são alarmantes, com os estudos a retratarem um Município
onde a procura diminui drasticamente. Falta dinamização, falta criatividade, falta estratégia. Ovar
perde relevância e atratividade, enquanto outros municípios avançam.
Na juventude, ação social e saúde, persistem falhas graves: ausência de respostas estruturais para
o envelhecimento, falta de soluções para a infância e inexistência de políticas consistentes para
fixar jovens. Governa-se para o imediato, ignorando o futuro.
Na mobilidade, reina o improviso. Não há planeamento, não há visão, não há investimento
estruturante. O território continua mal servido e sem soluções. Não há vias de qualidade, não há
ligações estratégicas interfreguesias e muito mais.
Na economia local, o cenário é de verdadeiro desespero. O comércio local sobrevive sem apoio,
sem estratégia e sem qualquer política de dinamização consistente. As ruas perdem vida, os
negócios fecham e o Município limita-se a assistir. O atraso nas zonas de desenvolvimento
económico é inaceitável e compromete diretamente a criação de emprego e a competitividade.
O concelho está a ficar para trás.
Ao mesmo tempo, o atraso nas zonas de desenvolvimento económico bloqueia o crescimento,
afasta investimento e compromete a criação de emprego. Não há liderança, não há visão — há
abandono.
Mais despesa, menos resultados
Em 2025:
A despesa aumentou 23,45%
74% da despesa é corrente
Apenas 26% é investimento
Execução do investimento: 48,22%
Resultado líquido negativo: -2,85 Milhões de Euros
Ou seja, gasta-se mais, mas faz-se menos.
Três quartos dos recursos municipais são consumidos na máquina interna. O investimento, aquele
que transforma o território, fica para segundo plano, e mesmo esse nem sequer é executado.
Isto não é gestão. É estagnação cara.
Uma máquina pesada, ineficiente e sem retorno
O aumento da despesa, nomeadamente com pessoal e aquisição de serviços, não tem qualquer
reflexo visível na qualidade dos serviços públicos nem no território.
Contrata-se mais, gasta-se mais, mas Ovar não melhora.
A máquina cresce. O concelho não.
Dependência e ausência de estratégia económica
A receita continua dependente do imobiliário e das transferências do Estado. Não há qualquer
estratégia consistente de captação de investimento ou dinamização económica.
O executivo limita-se a gerir receitas, não cria futuro.
Falhanço político claro
Este relatório expõe um problema político profundo:
Não executam o que anunciam;
Não planeiam com visão;
Não entregam resultados;
Gerem o dia-a-dia, adiam decisões e acumulam promessas por cumprir.
Conclusão
Ovar está hoje mais caro, mais lento e menos competitivo.
O concelho perdeu dinâmica, perdeu ambição e está a perder relevância regional.
Os números não enganam: há despesa, mas não há desenvolvimento; há anúncios, mas não há
obra; há gestão, mas não há governação.
E quando um executivo deixa de transformar o território, deixa de cumprir a sua função.
É por isso que o dizemos sem ambiguidades:
Este executivo falhou. Falhou na estratégia. Falhou na execução. Falhou no futuro.
O PS Ovar vota contra. https://www.ovarnews.pt/ps-ovar-chumba-contas-de-2025-mais-despesa-menos-obra-um-concelho-parado-e-com-o-futuro-hipotecado/


O Comando Territorial de Aveiro, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) de Ovar, no dia 14 de abril, identificou dois homens de 31 e 64 anos, por descarga ilegal de resíduos, no concelho Murtosa.
No âmbito de patrulhamento, os militares da Guarda detetaram os suspeitos a proceder a uma descarga de resíduos em zona sensível junto à ria de Aveiro, tendo sido possível verificar que os resíduos eram compostos por vários materiais incluindo componentes eletrónicos, plásticos, fragmentos de placas de circuito eletrónico, e vidro triturado.
Perante os factos, foram tomadas diligências de modo a fazer cessar a infração, nomeadamente movimentação de terras ou alteração dos resíduos no local, tendo sido também, recolhidas amostras para análise laboratorial e elaborado expediente contraordenacional, estando em causa infrações que configuram contraordenações ambientais graves e muito graves, além da competente comunicação a juízo.
Esta ação contou com o apoio da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), através do Núcleo de Matérias Perigosas, e reforço dos militares do Posto Territorial da Murtosa.
A Guarda Nacional Republicana, através do SEPNA, tem como preocupação diária a proteção do ambiente, apelando à denúncia de situações que o coloquem em causa. Para o efeito, encontra-se disponível a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), em funcionamento permanente para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas. https://www.ovarnews.pt/?p=102019
quinta-feira, abril 16, 2026


A 26 de abril, o evento que mede a temperatura musical do País - e que descobriu Silence Four e Ornatos Violeta, entre outros - passa pela Escola de Artes e Ofícios, pelas 16h00.
Ovar é, assim, a nona cidade a receber a digressão do Festival Termómetro, já na próxima semana. Nesta que é a sua 30ª edição, o evento passa pela Escola de Artes e Ofícios, pelas 16h00, com apresentação de Fernando Alvim. Entre março e maio, o festival estará em outras oito cidades para dar a conhecer bandas emergentes ao grande público.
As bandas participantes nesta nona etapa são JUG, Ledher Blue e Alomorfia. A entrada é livre mediante apresentação de bilhete, que está disponível online aqui: https://www.eventbrite.pt/e/festival-termometro-ovar-tickets-1984987478984
Após as nove etapas do roadshow, serão escolhidas três bandas finalistas. Estas atuam na grande final no LAV, em Lisboa, a 10 de maio, onde o público poderá ainda assistir a um concerto especial, com a banda Mães Solteiras.
Criado em 1994 pelo apresentador de rádio e televisão Fernando Alvim, o Termómetro chega em 2026 à sua 30ª edição como um dos mais ativos festivais portugueses. Vencendo ou não, foi aqui que muitas bandas e artistas se vieram a revelar. Nunca será demais relembrar que Silence Four, Ornatos Violeta, Tatanka, Noiserv ou Capicua, por exemplo, começaram precisamente neste festival - mas há muitos outros e, ano após ano, o Termómetro continua a medir a temperatura musical do País.
Fernando Alvim - o cérebro por trás deste festival - prossegue, assim, a sua ‘missão’ de procurar novos autores, novas bandas e sangue novo na cena musical portuguesa.
O projeto escolhido pelo júri na grande final irá atuar em palcos como o Nos Alive, Paredes de Coura e Bons Sons, além de poder gravar um videoclip e ter horas de estúdio para gravação. https://www.ovarnews.pt/o-festival-que-mede-a-temperatura-musical-do-pais-passa-em-ovar-2/
Matosinhos oferece uma costa deslumbrante e imensos espaços ao ar livre perfeitos para se manter ativo. Residentes e visitantes podem desfrutar de uma corrida revigorante à beira-mar ou de um treino intenso num dos modernos ginásios da cidade. No entanto, treinar sozinho nem sempre é suficiente para alcançar aqueles objetivos específicos de saúde e bem-estar.
Se sente que a sua rotina de exercícios estagnou ou precisa de orientação especializada para iniciar a sua jornada, um personal trainer matosinhos pode ajudar a superar esses obstáculos. Trabalhar com um especialista proporciona uma abordagem estruturada, garantindo que cada hora de exercício o aproxima realmente das suas metas. Este artigo explica os principais benefícios de treinar com um profissional de fitness local, como selecionar a pessoa certa e o que esperar dos seus treinos.
Benefícios de trabalhar com um especialista em fitness
Treinar sem um plano estruturoado gera frequentemente resultados inconsistentes. Ter um profissional ao seu lado muda totalmente esta dinâmica. Aqui estão algumas vantagens fundamentais de fazer este investimento na sua saúde.
Planos de treino totalmente personalizados
Cada pessoa possui um tipo de corpo, nível de condição física e historial clínico únicos. Um plano genérico retirado da internet raramente tem estas diferenças em consideração. Um treinador dedicado desenha um programa específico para si. Eles avaliam a sua condição física atual e traçam um caminho realista para os seus objetivos, adaptando os exercícios à medida que progride.
Motivação e compromisso inigualáveis
Faltar a um treino é fácil quando ninguém está a ver. Ter uma sessão marcada com um profissional cria um forte sentido de responsabilidade. Um excelente treinador sabe exatamente como puxar pelos seus limites, fornecendo a motivação necessária para terminar aquelas últimas repetições mais difíceis.
Técnica correta e prevenção de lesões
Levantar pesos ou realizar exercícios de alta intensidade com uma postura incorreta pode resultar em lesões graves. O seu treinador monitoriza os seus movimentos de perto. Eles corrigem a sua postura e técnica em tempo real, garantindo que se exercita em segurança enquanto maximiza a eficácia de cada movimento.
Como escolher o treinador certo em Matosinhos
A cidade tem uma comunidade de fitness em grande crescimento, o que significa que tem muitas opções à escolha. Encontrar a combinação perfeita exige alguma pesquisa.
Primeiro, verifique as credenciais do profissional. Certifique-se de que possuem certificações reconhecidas em treino personalizado e uma base sólida em ciências do desporto.
Em seguida, considere a sua especialização. Se o seu foco principal é a perda de peso, procure um treinador com experiência nessa área específica e em aconselhamento nutricional. Se pretende ganhar massa muscular ou recuperar de uma lesão, procure alguém com experiência em hipertrofia ou reabilitação física.
Por fim, marque uma breve consulta para avaliar o seu estilo de comunicação. Vai passar muito tempo com esta pessoa, pelo que é importante que os seus métodos de ensino se alinhem com a sua personalidade. Deve procurar alguém que o faça sentir confortável, mas que também o desafie a melhorar.
O que esperar das sessões de treino
Se nunca trabalhou com um personal trainer matosinhos antes, é natural sentir alguma ansiedade em relação à primeira sessão. Saber o que vai acontecer ajuda a relaxar.
A sua experiência começará normalmente com uma avaliação física abrangente. O treinador irá analisar a sua mobilidade, força e resistência cardiovascular. Eles também irão discutir os seus hábitos alimentares e estilo de vida.
A partir daí, uma sessão típica incluirá um aquecimento guiado, a fase principal do treino e um período de relaxamento. Ao longo do processo, o seu treinador irá registar o seu progresso, anotar as cargas utilizadas e ajustar a intensidade com base nos seus níveis de energia diários. Com o tempo, os treinos tornar-se-ão mais desafiantes à medida que o seu corpo se adapta e fica mais forte.
Dê o próximo passo para os seus objetivos de fitness
Melhorar a sua saúde é um dos melhores investimentos que pode fazer. Embora as praias e os ginásios de Matosinhos ofereçam o cenário perfeito para um estilo de vida ativo, garantir a orientação de um profissional pode transformar verdadeiramente os seus resultados. Um treinador qualificado oferece a experiência, o compromisso e o cuidado personalizado necessários para o ajudar a ter sucesso.
Se está pronto para mudar a sua rotina, comece a pesquisar os especialistas locais hoje mesmo. Entre em contacto com alguns candidatos, pergunte sobre a sua disponibilidade e dê o primeiro passo para uma versão mais forte e saudável de si mesmo.
https://www.ovarnews.pt/encontre-a-sua-forma-personal-trainer-em-matosinhos/


A Câmara Municipal aprovou o Relatório de Gestão e Contas relativo a 2025, o qual evidencia uma despesa paga no valor de 55.302.767,55 € (cinquenta e cinco milhões trezentos e dois mil setecentos e sessenta e sete euros e cinquenta e cinco cêntimos), correspondente a uma taxa de execução de 75,29%.
O documento confirma a sólida situação financeira e patrimonial do Município, refletida num balanço robusto e em indicadores positivos ao nível da liquidez, rentabilidade, atividade e estrutura financeira, bem como numa estrutura de endividamento equilibrada, que permite assegurar uma elevada capacidade de investimento no desenvolvimento do concelho.
Foi também aprovada uma proposta de apoio às Associações Culturais e Recreativas, no valor global de 365.273,68 € (trezentos e sessenta e cinco mil, duzentos e setenta e três euros e sessenta e oito cêntimos), reconhecendo o papel destas entidades na dinamização cultural e social do concelho.
Deste montante, 231.404,22 € destinam-se a apoio regular, 85.399,90 € a apoio pontual e 48.469,56 € a investimento. https://www.ovarnews.pt/camara-aprovou-o-relatorio-de-gestao-e-contas/
A 26 de abril, o evento que mede a temperatura musical do País - e que descobriu Silence Four e Ornatos Violeta, entre outros - passa pela Escola de Artes e Ofícios, pelas 16h00.
Ovar é, assim, a nona cidade a receber a digressão do Festival Termómetro, já na próxima semana. Nesta que é a sua 30ª edição, o evento passa pela Escola de Artes e Ofícios, pelas 16h00, com apresentação de Fernando Alvim. Entre março e maio, o festival estará em outras oito cidades para dar a conhecer bandas emergentes ao grande público.
As bandas participantes nesta nona etapa são JUG, Ledher Blue e Alomorfia. A entrada é livre mediante apresentação de bilhete, que está disponível online aqui: https://www.eventbrite.pt/e/festival-termometro-ovar-tickets-1984987478984
Após as nove etapas do roadshow, serão escolhidas três bandas finalistas. Estas atuam na grande final no LAV, em Lisboa, a 10 de maio, onde o público poderá ainda assistir a um concerto especial, com a banda Mães Solteiras.
Criado em 1994 pelo apresentador de rádio e televisão Fernando Alvim, o Termómetro chega em 2026 à sua 30ª edição como um dos mais ativos festivais portugueses. Vencendo ou não, foi aqui que muitas bandas e artistas se vieram a revelar. Nunca será demais relembrar que Silence Four, Ornatos Violeta, Tatanka, Noiserv ou Capicua, por exemplo, começaram precisamente neste festival - mas há muitos outros e, ano após ano, o Termómetro continua a medir a temperatura musical do País.
Fernando Alvim - o cérebro por trás deste festival - prossegue, assim, a sua ‘missão’ de procurar novos autores, novas bandas e sangue novo na cena musical portuguesa.
O projeto escolhido pelo júri na grande final irá atuar em palcos como o Nos Alive, Paredes de Coura e Bons Sons, além de poder gravar um videoclip e ter horas de estúdio para gravação. https://www.ovarnews.pt/?p=101976
O concelho de Ovar vai acolher, no próximo dia 24 de maio, o 11.º Passeio de Bicicleta “Ria com Pedal”, uma iniciativa organizada em conjunto com os municípios de Estarreja e Murtosa, que tem como principal objetivo valorizar a Ria de Aveiro.
O evento decorrerá na Marina do Carregal, com abertura do secretariado marcada para as 8h30 e início do passeio às 9h30. Os participantes irão percorrer um trajeto de 36 quilómetros, atravessando paisagens naturais características da região.
Citado na apresentação da iniciativa, o presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, destacou que o evento é já “uma referência de turismo sustentável e de natureza”, sublinhando ainda a importância da cooperação entre municípios na promoção de recursos turísticos comuns.
Após o passeio, a programação prossegue durante a tarde com animação e atividades na Marina do Carregal. Estão previstas experiências náuticas, condicionadas às condições meteorológicas, incluindo canoagem — dinamizada pelo Clube de Canoagem de Ovar — e vela, a cargo da Náutica Desportiva Ovarense.
A iniciativa destina-se a participantes com mais de 12 anos. Para os mais novos, estará disponível um “Espaço Criança”, com atividades lúdicas e desportivas.
As inscrições decorrem até 20 de maio, podendo ainda ser aceites no próprio dia, caso não seja atingido o limite máximo de participantes. O custo de participação é de seis euros e inclui um kit composto por saco, t-shirt e almoço. Durante o percurso, serão também disponibilizados reforços alimentares.
Os interessados podem inscrever-se na Piscina Municipal de Ovar, na Câmara Municipal e Piscinas da Murtosa, e no Complexo de Desporto e Lazer e Piscina Municipal de Avanca, em Estarreja. https://www.ovarnews.pt/11-o-passeio-de-bicicleta-da-ria-para-gente-com-pedal/
O evento decorrerá na Marina do Carregal, com abertura do secretariado marcada para as 8h30 e início do passeio às 9h30. Os participantes irão percorrer um trajeto de 36 quilómetros, atravessando paisagens naturais características da região.
Citado na apresentação da iniciativa, o presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, destacou que o evento é já “uma referência de turismo sustentável e de natureza”, sublinhando ainda a importância da cooperação entre municípios na promoção de recursos turísticos comuns.
Após o passeio, a programação prossegue durante a tarde com animação e atividades na Marina do Carregal. Estão previstas experiências náuticas, condicionadas às condições meteorológicas, incluindo canoagem — dinamizada pelo Clube de Canoagem de Ovar — e vela, a cargo da Náutica Desportiva Ovarense.
A iniciativa destina-se a participantes com mais de 12 anos. Para os mais novos, estará disponível um “Espaço Criança”, com atividades lúdicas e desportivas.
As inscrições decorrem até 20 de maio, podendo ainda ser aceites no próprio dia, caso não seja atingido o limite máximo de participantes. O custo de participação é de seis euros e inclui um kit composto por saco, t-shirt e almoço. Durante o percurso, serão também disponibilizados reforços alimentares.
Os interessados podem inscrever-se na Piscina Municipal de Ovar, na Câmara Municipal e Piscinas da Murtosa, e no Complexo de Desporto e Lazer e Piscina Municipal de Avanca, em Estarreja. https://www.ovarnews.pt/11-o-passeio-de-bicicleta-da-ria-para-gente-com-pedal/


Para assinalar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, o Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, promove o ciclo de reflexão “Novos Tempos para a Liberdade”, entre 21 e 25 de abril, que integra duas oficinas, uma conversa aberta, uma peça de teatro e um concerto, protagonizados por duas figuras incontornáveis da cultura portuguesa: a atriz, encenadora e dramaturga Sara Barros Leitão, e a rapper, compositora e escritora Capicua.
Este ciclo de programação nasce da necessidade de questionar o futuro e apresenta-se como um convite à participação, à escuta, ao diálogo e à imaginação, assumindo como premissa que a liberdade não é estática, mas algo em constante movimento – uma construção diária assente no compromisso coletivo, num mundo fragmentado e em constantes mudanças, globais e digitais.
A primeira atividade acontece a 21 de abril, no Cineteatro António Lamoso, com a realização da oficina “Parlapatório”, através da qual Sara Barros Leitão fala de teatro, democracia e assembleias, com jovens que ainda não têm idade para votar e seniores que preservam a memória de ter vivido os tempos da ditadura portuguesa, marcada pela ausência de eleições livres.
Neste “Parlapatório”, que também chega à Escola Básica Coelho e Castro, em Fiães, no dia 23 de abril, a atriz e encenadora percorre os mecanismos da democracia portuguesa e do funcionamento da Assembleia da República, e resgata alguns dos temas mais marcantes abordados na Casa da Democracia nos últimos 50 anos. A partir do teatro, do corpo, da voz e dos jogos reflete-se sobre política, numa partilha que se pretende intergeracional.
Para o dia 22 de abril, às 21h30, está marcada uma conversa inusitada, que junta Capicua e Sara Barros Leitão no foyer do Cineteatro António Lamoso, conduzida pela jornalista e pivô da RTP Beatriz Veloso, tendo como ponto de partida o tema “Novos Tempos para a Liberdade”. Um encontro que se pretende intimista, em jeito de tertúlia aberta à comunidade, que convida a refletir sobre o espírito da Constituição de 1976 e o papel ativo de cada cidadão na defesa da democracia, na promoção dos direitos humanos e na consolidação de um espaço público mais justo e inclusivo. O desafio é revisitar esse legado fundador, cruzando diversos olhares sobre o significado contemporâneo da liberdade e da cidadania.
“Guião para um País Possível” é a peça de teatro que sobe ao palco do auditório do Cineteatro António Lamoso, no dia 24 de abril, às 21h30. Através da estrutura artística Cassandra, fundada em 2020 por Sara Barros Leitão, a atriz propõe ao público uma viagem pelos últimos 50 anos da democracia portuguesa, revisitando discursos, intervenções, gestos e insubordinações retirados de centenas de milhares de páginas que registam debates, assembleias constituintes, votações, avanços e recuos nos direitos sociais, laborais e humanos.
O ciclo “Novos Tempos para a Liberdade” encerra com um concerto de Capicua no Dia da Liberdade, 25 de abril, às 21h30, no auditório do Cineteatro António Lamoso. Conhecida pela sua escrita exímia, emotiva e politicamente engajada, a artista traz a palco “Um Gelado Antes do Fim do Mundo”, um disco sobre a sobrevivência da poesia num mundo em colapso, sobre a carência de futuro e de esperança, mas sobretudo sobre o encantamento – na arte e na natureza – enquanto antídoto para todo este contexto. Centrado nos complexos tempos que vivemos e nos grandes desafios que se anteveem, o disco é também um convite ao resgate, a partir da arte, de um compromisso com a humanidade.
Os bilhetes para o espetáculo “Guião para um País Possível” e o concerto “Um Gelado Antes do Fim do Mundo” encontram-se disponíveis na BOL – Bilheteira Online. A conversa aberta “Novos Tempos para a Liberdade” tem acesso gratuito, limitado à lotação do espaço. https://www.ovarnews.pt/capicua-e-sara-barros-leitao-protagonizam-ciclo-de-reflexao-novos-tempos-para-a-liberdade/
quarta-feira, abril 15, 2026
A AdRA – Águas da Região de Aveiro, S.A., lançou, a 31 de março de 2026, um concurso público para a aquisição de 'dataloggers' para monitorização de caudal e pressão na rede de distribuição de água e em grandes clientes, com um valor base de 215.000 euros.
Este investimento integra a estratégia de digitalização com propósito da AdRA, assente na aplicação de tecnologia vem reforçar a fiabilidade do serviço, a eficiência hídrica e a sustentabilidade da gestão do sistema de abastecimento de água.
Os "dataloggers" permitem recolher, de forma contínua e automática, dados sobre o comportamento da rede, disponibilizando informação técnica essencial para uma gestão preventiva, baseada em dados e planeamento, em vez de respostas reativas a falhas ou avarias.
Antecipar para servir melhor
A monitorização permanente da rede contribui para a deteção precoce de anomalias, a redução de perdas reais de água e a diminuição da necessidade de intervenções de emergência, com impacto direto na redução de interrupções não planeadas e no aumento da estabilidade do serviço.
Trata-se de um investimento tecnológico que, apesar de pouco visível no espaço público, é estruturante para a qualidade do serviço, permitindo à AdRA tomar decisões mais informadas e proteger um recurso essencial.
Inovação e Digitalização com Propósito
Com esta aposta, a AdRA consolida um modelo de gestão assente na inovação aplicada, onde a digitalização não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta ao serviço das pessoas, do território e do ambiente: digitalização com propósito.
https://www.ovarnews.pt/adra-reforca-gestao-inteligente-da-rede-com-investimento-em-monitorizacao-avancada/


A Polícia de Segurança Pública (PSP) protagonizou, uma ação decisiva que permitiu salvar a vida de um homem em situação de perigo iminente nos passadiços de Espinho.
O alerta foi dado por um cidadão que, demonstrando elevado sentido cívico, abordou uma patrulha policial ao notar um comportamento suspeito junto ao local, indicando a presença de uma corda presa a uma estrutura.
Perante a gravidade potencial da situação, os agentes deslocaram-se de imediato ao local, onde encontraram o homem suspenso pelo pescoço, aparentemente inconsciente, numa zona com cerca de seis metros de desnível, o que dificultava o acesso.
A atuação policial foi rápida e coordenada: enquanto dois agentes desceram para um nível inferior do terreno, um terceiro procedeu ao corte da corda, permitindo retirar a vítima. De imediato, iniciaram-se manobras de reanimação, tendo o homem recuperado a respiração espontânea.
A vítima foi posteriormente colocada em posição lateral de segurança, permanecendo sob vigilância até à chegada dos meios de emergência médica, acionados através do 112.
A PSP destaca que a prontidão, o profissionalismo e o trabalho em equipa dos agentes foram fundamentais para evitar um desfecho trágico, sublinhando também a importância da colaboração dos cidadãos na prevenção de situações de risco. https://www.ovarnews.pt/intervencao-da-psp-salva-homem-nos-passadicos-de-espinho/
A associação +Pinhal fica “satisfeita” por ver que a Câmara de Ovar se tem mostrado preocupada com o aterro sanitário a 500 metros do mar, na praia de Maceda.
Filipe Cayolla afirma ainda assim que este “nem sequer tem vedação à volta”, com um poço a céu aberto e outros problemas, sem monitorização.
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas informou que o aterro não é da sua competência competência.
A Agência Portuguesa do Ambiente disse à SIC que é da esfera de competências da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que assegura o devido acompanhamento.
Já a CCDR diz que a responsabilidade pela manutenção e monitorização ambiental cabe às entidades gestoras responsáveis pelo tratamento de resíduos urbanos e remete quaisquer outros esclarecimentos para a autarquia de Ovar da gestão.
O presidente da câmara municipal de Ovar, Domingos Silva, nunca recebeu nenhum relatório produzido sobre o assunto e garante que “não é a Câmara de Ovar que tem a responsabilidade da gestão dos aterros na região na região centro", mas sim a Ersuc.
Contactada pela SIC, a Ersuc - Residuos Sólidos Do Centro - diz que entregou ao regulador económico e ambiental um plano de monitorização que inclui a definição de medidas preventivas, mas que não chegou a ser validado.
Garante explicar de que forma que monitoriza a zona e cumpre os requisitos legais e ambientais, assegurando a proteção da saúde pública e do ambiente.
Investigadores da Universidade de Aveiro na área de erosão acreditam que para proteger o aterro é urgente defender a costa através de uma regular reposição de areias.
"Não tem havido nenhuma ação concreta relativamente à proteção do aterro. Eu estou a exigir, no bom sentido, essa proteção, neste momento. A alertar para a situação em que, de facto, podemos estar. Não é amanhã que o mar vai lá entrar, mas pode ser daqui por 50 ou 60 anos. E temos a obrigação, hoje, de evitar que isso venha a acontecer no futuro, porque, se não, é uma herança e um passivo ambiental muito, muito forte que deixamos às gerações futuras", disse Domjngos Silva.
A praia de Maceda está inserida numa lista de medidas a levar a cabo até ao início da época balnear, elencadas no relatório, elencando as intervenções mais urgentes, no valor de 350 mil euros, entre passadiços, a reposição de areias em cinco praias, acessos ao parque de estacionamento na Maceda, apoios de praia, reconstrução de acessos, e outros equipamentos.
Na leitura da associação, ao fim de um ano de trabalho da +Pinhal, as autoridades locais “começam a perceber e a respeitar” o que têm dito, que “a gestão florestal a ser implementada nesta zona só está a contribuir para a degradação e desaparecimento da floresta”, onde, “além da questão ambiental”, há também património histórico a preservar.
O pinhal foi plantado na zona, lembram, como barreira dos ventos e do clima, mas também porque era improdutiva e que causava “doenças, por causa dos mosquitos”, servindo a plantação para controlar o ecossistema e defender as populações.
Esta floresta motivou já uma carta enviada pela associação ao diretor do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), há dois meses, e sem resposta vão “enviar uma queixa à União Europeia relativamente à destruição dos habitats”, alerta Margarida Coelho.
https://www.ovarnews.pt/associacao-pinhal-pede-mais-acao-para-proteger-aterro-de-maceda/
Filipe Cayolla afirma ainda assim que este “nem sequer tem vedação à volta”, com um poço a céu aberto e outros problemas, sem monitorização.
O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas informou que o aterro não é da sua competência competência.
A Agência Portuguesa do Ambiente disse à SIC que é da esfera de competências da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que assegura o devido acompanhamento.
Já a CCDR diz que a responsabilidade pela manutenção e monitorização ambiental cabe às entidades gestoras responsáveis pelo tratamento de resíduos urbanos e remete quaisquer outros esclarecimentos para a autarquia de Ovar da gestão.
O presidente da câmara municipal de Ovar, Domingos Silva, nunca recebeu nenhum relatório produzido sobre o assunto e garante que “não é a Câmara de Ovar que tem a responsabilidade da gestão dos aterros na região na região centro", mas sim a Ersuc.
Contactada pela SIC, a Ersuc - Residuos Sólidos Do Centro - diz que entregou ao regulador económico e ambiental um plano de monitorização que inclui a definição de medidas preventivas, mas que não chegou a ser validado.
Garante explicar de que forma que monitoriza a zona e cumpre os requisitos legais e ambientais, assegurando a proteção da saúde pública e do ambiente.
Investigadores da Universidade de Aveiro na área de erosão acreditam que para proteger o aterro é urgente defender a costa através de uma regular reposição de areias.
"Não tem havido nenhuma ação concreta relativamente à proteção do aterro. Eu estou a exigir, no bom sentido, essa proteção, neste momento. A alertar para a situação em que, de facto, podemos estar. Não é amanhã que o mar vai lá entrar, mas pode ser daqui por 50 ou 60 anos. E temos a obrigação, hoje, de evitar que isso venha a acontecer no futuro, porque, se não, é uma herança e um passivo ambiental muito, muito forte que deixamos às gerações futuras", disse Domjngos Silva.
A praia de Maceda está inserida numa lista de medidas a levar a cabo até ao início da época balnear, elencadas no relatório, elencando as intervenções mais urgentes, no valor de 350 mil euros, entre passadiços, a reposição de areias em cinco praias, acessos ao parque de estacionamento na Maceda, apoios de praia, reconstrução de acessos, e outros equipamentos.
Na leitura da associação, ao fim de um ano de trabalho da +Pinhal, as autoridades locais “começam a perceber e a respeitar” o que têm dito, que “a gestão florestal a ser implementada nesta zona só está a contribuir para a degradação e desaparecimento da floresta”, onde, “além da questão ambiental”, há também património histórico a preservar.
O pinhal foi plantado na zona, lembram, como barreira dos ventos e do clima, mas também porque era improdutiva e que causava “doenças, por causa dos mosquitos”, servindo a plantação para controlar o ecossistema e defender as populações.
Esta floresta motivou já uma carta enviada pela associação ao diretor do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), há dois meses, e sem resposta vão “enviar uma queixa à União Europeia relativamente à destruição dos habitats”, alerta Margarida Coelho.
https://www.ovarnews.pt/associacao-pinhal-pede-mais-acao-para-proteger-aterro-de-maceda/
Três festivais, três palcos e um verão inteiro dedicado à música e à participação jovem, com artistas escolhidos pelos próprios jovens do concelho.
A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira promove, em 2026, os Festivais da Juventude, um ciclo de três eventos que decorre entre junho e setembro em Argoncilhe, Lourosa e Arrifana, com o objetivo de incentivar a participação jovem e dinamizar culturalmente o território de forma descentralizada. A iniciativa conta com a colaboração das respetivas juntas de freguesia, reforçando o trabalho de proximidade com as comunidades locais.
O arranque acontece com o XI Festival da Juventude de Argoncilhe, nos dias 5, 6 e 7 de junho, com destaque para o concerto de Julinho KSD, no dia 6, um dos nomes mais populares entre o público jovem.
Segue-se o Festival da Juventude SMF – Lourosa, nos dias 24 e 25 de julho, que leva ao palco os NAPA, no dia 24, e Dillaz, no dia 25, dois projetos de referência da música nacional contemporânea.
O ciclo encerra com o ARRIFEST – Festival da Juventude de Arrifana, nos dias 18 e 19 de setembro, destacando-se o espetáculo de 18 de setembro da IOLANDA com a participação especial da Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, numa proposta que cruza diferentes linguagens musicais.
A seleção dos artistas resulta de uma auscultação aos jovens do concelho, garantindo uma programação alinhada com os seus interesses e preferências. Paralelamente, estes festivais assumem-se também como espaços privilegiados de proximidade entre o Gabinete da Juventude e os jovens de Santa Maria da Feira, estando este presente nos três momentos, promovendo o diálogo, a escuta ativa e o envolvimento direto.
Com esta iniciativa, o Município reforça o seu compromisso com políticas de juventude ativas e inclusivas, promovendo o envolvimento dos jovens na vida cultural e contribuindo para a valorização e dinamização de todo o concelho. https://www.ovarnews.pt/juventude-em-festa-leva-napa-a-lourosa/
A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira promove, em 2026, os Festivais da Juventude, um ciclo de três eventos que decorre entre junho e setembro em Argoncilhe, Lourosa e Arrifana, com o objetivo de incentivar a participação jovem e dinamizar culturalmente o território de forma descentralizada. A iniciativa conta com a colaboração das respetivas juntas de freguesia, reforçando o trabalho de proximidade com as comunidades locais.
O arranque acontece com o XI Festival da Juventude de Argoncilhe, nos dias 5, 6 e 7 de junho, com destaque para o concerto de Julinho KSD, no dia 6, um dos nomes mais populares entre o público jovem.
Segue-se o Festival da Juventude SMF – Lourosa, nos dias 24 e 25 de julho, que leva ao palco os NAPA, no dia 24, e Dillaz, no dia 25, dois projetos de referência da música nacional contemporânea.
O ciclo encerra com o ARRIFEST – Festival da Juventude de Arrifana, nos dias 18 e 19 de setembro, destacando-se o espetáculo de 18 de setembro da IOLANDA com a participação especial da Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira, numa proposta que cruza diferentes linguagens musicais.
A seleção dos artistas resulta de uma auscultação aos jovens do concelho, garantindo uma programação alinhada com os seus interesses e preferências. Paralelamente, estes festivais assumem-se também como espaços privilegiados de proximidade entre o Gabinete da Juventude e os jovens de Santa Maria da Feira, estando este presente nos três momentos, promovendo o diálogo, a escuta ativa e o envolvimento direto.
Com esta iniciativa, o Município reforça o seu compromisso com políticas de juventude ativas e inclusivas, promovendo o envolvimento dos jovens na vida cultural e contribuindo para a valorização e dinamização de todo o concelho. https://www.ovarnews.pt/juventude-em-festa-leva-napa-a-lourosa/


Há quem se interrogue sobre a razão de tantas habitações de Alcácer do Sal se encontrarem tão próximas da água. À luz das preocupações contemporâneas com cheias e riscos naturais, essa proximidade pode parecer ousada. Contudo, a explicação não reside na imprudência, mas numa coerência histórica que atravessa milénios.
A presença humana naquele território remonta a mais de cinco mil anos. Desde a Idade do Bronze que comunidades se fixaram na elevação sobranceira ao estuário do Sado, atraídas pela fertilidade dos solos, pela abundância piscícola e pela facilidade de circulação proporcionada pelo rio. A água era sustento, via de comunicação e fator de segurança estratégica.
Foi, porém, na época romana que a cidade conheceu uma das suas fases de maior prosperidade. Sob o nome de Salacia Urbs Imperatoria, destacou-se pela produção e comércio do sal, recurso essencial na Antiguidade. O sal permitia conservar alimentos, nomeadamente peixe, tornando possível o seu transporte para mercados distantes. No estuário desenvolveram-se salinas e unidades de transformação piscícola que integravam a cidade nas redes comerciais do Império Romano. O rio funcionava como verdadeira estrada líquida, ligando o interior ao mar e este ao vasto mundo romano.
As escavações arqueológicas realizadas ao longo das últimas décadas têm confirmado essa relevância. No centro histórico surgiram tanques de salga praticamente intactos, mosaicos romanos, sistemas de drenagem e vestígios portuários que revelam organização económica avançada. Muitas dessas estruturas encontram-se sob edifícios posteriores, evidenciando uma ocupação contínua do mesmo espaço. As camadas sobrepõem-se, romana, islâmica, medieval e moderna, todas enraizadas na mesma relação com o estuário.
Durante o período islâmico, a cidade manteve a sua importância estratégica e económica, beneficiando da posição dominante sobre o rio. Mais tarde, já integrada no reino português, consolidou-se o padrão urbano que ainda hoje se observa, o casario descendo pela encosta até à margem, numa proximidade que reflete séculos de dependência económica da água.
Viver junto ao rio implicou sempre adaptação às marés e às cheias. Mas durante milénios os benefícios superaram largamente os riscos. O Sado foi fonte de alimento, meio de transporte, motor de comércio e elemento estruturante da identidade local. A geografia moldou a economia, a economia moldou o urbanismo, e ambos moldaram o caráter das gentes.
Alcácer do Sal não é apenas uma cidade antiga. É um exemplo raro de continuidade histórica, onde a água nunca deixou de ser o eixo da vida coletiva. Ao longo de cinco mil anos, mudaram os povos, os impérios e os regimes políticos. Permaneceu, porém, a mesma escolha fundamental, viver junto da água, porque dela sempre dependeu o futuro.
Paulo Freitas do Amaral
Professor, Historiador e Autor https://www.ovarnews.pt/?p=100699


O Agrupamento de Escolas de Ovar alertou os encarregados de educação para a possibilidade de constrangimentos no funcionamento das escolas, na próxima sexta-feira, 17 de abril, na sequência de um pré-aviso de greve que envolve pessoal docente e não docente.
A informação consta de um aviso, datada de 14 de abril de 2026, assinada pelo diretor, na qual a direção admite que a paralisação poderá levar à "alteração do funcionamento das atividades letivas, bem como eventuais dificuldades na prestação de alguns serviços escolares", ou seja, alguns estabelecimentos de ensino ou determinadas turmas podem ficar sem aulas, por falta de recursos humanos para assegurar o normal funcionamento.
O impacto concreto da greve só poderá ser aferido no próprio dia, em função do nível de adesão dos trabalhadores. Por esse motivo, os pais e encarregados de educação são chamados a acautelar eventuais alternativas devido às eventuais alterações na rotina escolar, num dia que poderá ficar marcado por perturbações significativas em vários serviços educativos.
O aviso emitido em Ovar surge num contexto nacional de contestação laboral no setor da educação. A FENPROF divulgou, a 13 de abril, um pré-aviso de greve para o dia 17, enquadrando a paralisação na participação numa manifestação nacional contra o chamado “Pacote Laboral”. Por sua vez, os registos oficiais da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público incluem entradas para 17 de abril de 2026 relativas a greve setorial de educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário.
Embora a circular do Agrupamento não avance, para já, com uma lista de escolas que possam vir a encerrar, o teor do documento deixa claro que a interrupção das atividades letivas é um cenário em cima da mesa. Em particular, a eventual adesão do pessoal não docente poderá revelar-se determinante para o funcionamento das escolas, uma vez que a ausência de assistentes operacionais e de outros trabalhadores pode impedir a abertura regular dos estabelecimentos, mesmo nos casos em que existam docentes disponíveis.
A situação deverá, assim, ser acompanhada com atenção nas próximas horas pelas famílias do concelho, numa altura em que a comunidade escolar se prepara para um final de semana que poderá começar com fortes constrangimentos no ensino público.
https://www.ovarnews.pt/greve-de-17-de-abril-pode-provocar-constrangimentos-no-agrupamento-de-escolas-de-ovar/
terça-feira, abril 14, 2026


A Associação Nacional das Assembleias Municipais (ANAM) saúda a criação, por parte do Governo, de um Grupo de Trabalho para a revisão da Lei das Finanças Locais, conforme estabelecido no Despacho n.º 4749/2026, publicado ontem em Diário da República. Trata-se da primeira vez que a ANAM participa neste processo e uma oportunidade para defender a necessidade de mais recursos e instrumentos para estes órgãos deliberativos.
O objetivo do Grupo de Trabalho é o de apresentar propostas até ao final do corrente ano, incidindo, entre outras matérias, sobre os limites de endividamento das autarquias e a simplificação dos processos de reporte financeiro.
Pela primeira vez, a ANAM integra este processo, na qualidade de observador, o que representa um importante reconhecimento institucional do papel desempenhado pelas Assembleias Municipais no escrutínio, acompanhamento e fiscalização da atividade dos executivos camarários. Esta participação reforça também a necessidade de revisão de matérias essenciais, com vista a dotar estes órgãos deliberativos dos recursos e instrumentos adequados para o exercício das suas funções com maior eficácia.
O Presidente da ANAM, Fernando Santos Pereira, sublinhou a relevância deste momento, afirmando: “Este é um reconhecimento muito importante para todas as Assembleias Municipais de Portugal. É com muita honra e sentido de responsabilidade que a ANAM integra pela primeira vez um Grupo de Trabalho Legislativo, neste caso para a Revisão da Lei das Finanças Locais, onde assumimos o compromisso de dar voz aos anseios das Assembleias Municipais.”
O Presidente da ANAM fez ainda questão de deixar uma palavra de reconhecimento ao Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, destacando “a consideração e a forma atenta como se tem relacionado com a ANAM”.
A ANAM reafirma o seu compromisso em contribuir de forma construtiva para este processo legislativo, assegurando que as preocupações e necessidades das Assembleias Municipais, e do poder local, sejam devidamente consideradas.
Neste âmbito, e precisamente com o objetivo de reforçar uma participação qualificada e informada neste processo, a ANAM tem vindo a promover o ciclo de conferências “A Arquitetura do Poder Local”, através do qual tem auscultado académicos, autarcas e especialistas de todo o país. Após sessões realizadas em Lisboa e no Algarve, a próxima conferência terá lugar na Universidade de Coimbra, na próxima sexta-feira, 17 de abril, contando com a participação do Secretário de Estado da Presidência e da Imigração, Rui Armindo Freitas. https://www.ovarnews.pt/assembleias-municipais-participam-na-revisao-da-lei-das-financas-locais/
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