Ministro não fala sobre
fecho de urgências
O Ministro da Saúde, Correia de Campos, escusou-se este domingo a falar sobre o fecho de cinco urgências hospitalares no distrito, quando questionado em Aveiro pelos jornalistas à saída 11º congresso Nacional de Medicina Familiar e no 5º Encontro Nacional de Internos de Medicina Geral e Familiar.
«As urgências hospitalares não fazem parte do congresso», disse o Ministro, e por isso, não esclareceu sobre o assunto desejando apenas responder a perguntas sobre Unidades de Saúde Familiar. Aos médicos congressistas disse que o Governo não vai «encerrar uma urgência que está a funcionar mal com recursos duplicados em relação a outro que tem todos os recursos médico-cirúrgicos a muito pouco tempo de distância, mas vamos transformar aquele hospital em hospital de proximidade a funcionar entre as 8 e as 20 horas e, eventualmente, fazer cirurgia de dia em muito boas condições».
Mas o plano tem a contestação, não apenas do partidos da oposição, mas também de, pelo menos, da autarquia socialista de Ovar, e da Comissão Política Concelhia do PS de Estarreja.
A nova rede de urgências será implementada até ao primeiro trimestre de 2007, a três níveis. A «Urgência Básica», «Urgência Polivalente» e «Médico-Cirúrgica».(«OLN»)
1 comentário:
Fechem tudo e entreguem as chaves aos espanhois. Parece que eles não têm problemas de falta de dinheiro na Segrança Social, se calhar os politicos vizinhos não roubaram tanto quanto os nossos.
Não fechem é as empresas municipais porque os nossos politiqueiros precisam de ganhar mais que o Presidente da República com direiro a cargos vitalícios.
Quantos serviços de Urgência e quantas escolas é preciso fechar, só para pagar 1,2 MILHÕES de euros anuais que sorvem 15 "directores" da EPUL?
Quantos mais casos destes existem e ninguém sabe, ou finge que não sabe, ou come da mesma gamela? Dá para todos!
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