O executivo municipal, reunido esta quinta-feira, aprovou um apoio excecional no Carnaval de 2026.
Para garantir a segurança das iniciativas do Carnaval de Ovar 2026, foi aprovada uma colaboração adicional com a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.
Visando a manutenção da ordem pública, a prevenção da criminalidade e a segurança de pessoas e bens, a Câmara vai dispender um valor de cerca de 43.000€ (quarenta e três mil euros).
Esta colaboração abrange todo o período das festividades carnavalescas e inclui a afetação de efetivos em regime de serviço extraordinário.
https://www.ovarnews.pt/municipio-aprova-verbas-para-seguranca-do-carnaval-de-ovar-2026/
quinta-feira, janeiro 22, 2026
No âmbito da empreitada de beneficiação e ampliação da Unidade de Saúde Familiar (USF) Águas do Gonde, localizada na Quinta do Gama, em Avanca, devido às obras em curso, está a decorrer a mudança temporária dos serviços para instalações provisórias. A partir de segunda-feira, dia 26 de janeiro, o Pólo de Avanca estará a funcionar junto ao edifício do Cine Clube de Avanca.
Durante este período de transição, o funcionamento da USF decorre nos seguintes moldes:
- Dias 21, 22 e 23: toda a atividade assistencial e a consulta aberta da USF de Avanca são asseguradas no Pólo de Pardilhó, entre as 8h00 e as 20h00.
- A partir do dia 26 de janeiro: o Pólo de Avanca retoma o seu funcionamento normal nas instalações provisórias, constituídas por contentores, localizados junto ao edifício do Cine Clube de Avanca.
As soluções implementadas foram planeadas para garantir a funcionalidade dos serviços e a otimização de recursos, tendo sido acauteladas condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada. https://www.ovarnews.pt/usf-aguas-do-gonde-de-avanca-muda-para-instalacoes-provisorias/


A tradição das Fogaceiras inspira a nova criação dos daguida, banda natural de Santa Maria de Lamas, que sobem ao palco do Cineteatro António Lamoso, no sábado, 24 de janeiro, às 21h30, para a estreia de O Mundo Vai Dar Certo, num concerto especial que une música, identidade local e a celebração do 26.º aniversário da banda.
Inspirada no voto feito há mais de 500 anos a São Sebastião, a nova criação parte do sentido original de proteção contra a fome, a peste e a guerra, trazendo-o para os tempos atuais. “Num mundo marcado pela abundância material, mas também pela indiferença e pela distância entre as pessoas, os daguida propõem uma escolha consciente pela alegria, pela comunhão e pelo afeto. O Mundo Vai Dar Certo assume-se como uma mensagem de esperança e como uma oferenda simbólica ao mártir São Sebastião, profundamente ligada à identidade feirense ", refere a banda.
A data ganha ainda maior significado por assinalar também o aniversário da banda, fundada na noite de 19 para 20 de janeiro de 2000. Para celebrar este percurso, os daguida partilham o palco com jovens músicos e outros talentos musicais do concelho.
Em palco, ao lado dos daguida, estarão músicos da Academia de Música de Paços de Brandão, da Banda de Música de Arrifana, da Tuna Esperança de Santa Maria de Lamas, da Associação Musical Oleirense, entre outros convidados como a cantora lírica Mafalda Campos e a jovem Inês Andrade.
Mais do que um concerto, esta é uma criação pensada para a Festa das Fogaceiras e para a comunidade, assumindo “O Mundo Vai Dar Certo” como um hino às Fogaceiras e ao espírito comunitário que tem mantido viva esta tradição ao longo de séculos.
Integrado na programação da Festa das Fogaceiras, este concerto revisita a tradição com linguagem contemporânea. Os bilhetes estão disponíveis na Loja Interativa de Turismo de Santa Maria da Feira ou em www.bol.pt.
https://www.ovarnews.pt/daguida-estreiam-cancao-inspirada-na-festa-das-fogaceiras/


O futebol local ocupa um lugar central na vida de muitas comunidades em Portugal. Longe dos grandes estádios e da atenção constante dos meios nacionais, os clubes de base mantêm uma atividade regular, estruturam competições e criam rotinas semanais que envolvem atletas, treinadores, dirigentes e adeptos. Este texto analisa o funcionamento dos clubes de futebol locais e das competições em que participam, com foco na realidade portuguesa, nas suas dinâmicas internas e no impacto direto no território.
O setor do jogo online ocupa hoje um espaço regulado no contexto digital europeu, com regras claras sobre acesso, verificação de idade e controlo de atividade. Spinmacho insere-se neste quadro como um casino online que opera através de plataformas digitais e utiliza sistemas automáticos para gestão de contas e registo de sessões. A análise deste tipo de serviço centra-se no enquadramento legal, nos mecanismos técnicos de funcionamento e nas práticas de controlo aplicadas aos utilizadores. O tema surge aqui apenas como referência contextual, sem ligação direta à atividade desportiva nem intenção promocional.
O papel dos clubes de futebol locais
Os clubes de futebol locais surgem, na maioria dos casos, por iniciativa de moradores que procuram criar uma estrutura organizada para a prática desportiva. Esses clubes assumem funções claras:
Organização de equipas por escalões etários
Inscrição em competições oficiais ou associativas
Gestão de campos, horários e equipamentos
Coordenação técnica e administrativa
Estas entidades funcionam como associações sem fins lucrativos. Os dirigentes tomam decisões em assembleias e gerem recursos limitados. A proximidade com a população define a identidade do clube e influencia a forma como este atua no dia a dia.
O futebol local não se limita ao aspeto competitivo. O clube cria rotinas semanais, promove hábitos de treino e estabelece regras de convivência. Muitos jovens entram em contacto com o desporto organizado através destas estruturas, o que reforça a sua relevância social.
Estrutura organizativa dos clubes
A maioria dos clubes locais segue um modelo organizativo simples, mas funcional. Esse modelo inclui órgãos sociais bem definidos e responsabilidades distribuídas.
Órgãos mais comuns:
Direção
Assembleia geral
Conselho fiscal
A direção gere o funcionamento diário, trata das inscrições, coordena treinadores e resolve questões logísticas. A assembleia geral reúne associados para aprovar contas e eleger dirigentes. O conselho fiscal acompanha a gestão financeira.
No plano técnico, o clube conta com treinadores responsáveis por cada escalão. Alguns exercem funções de forma voluntária, outros recebem compensações modestas. O clube define metodologias de treino ajustadas aos recursos disponíveis e ao nível competitivo das equipas.
Escalões de formação e equipas seniores
Os clubes de futebol locais organizam-se por escalões etários, de acordo com os regulamentos federativos ou associativos. Esta divisão permite uma progressão gradual dos atletas.
Escalões mais frequentes:
Petizes e traquinas
Benjamins
Infantis
Iniciados
Juvenis
Juniores
Seniores
Nos escalões de formação, o clube foca-se na aprendizagem técnica, na coordenação motora e na compreensão básica do jogo. Os treinos decorrem em horários compatíveis com a escola. Os pais acompanham de perto esta fase, tanto na logística como no apoio emocional.
As equipas seniores representam o clube ao mais alto nível competitivo local. Estas equipas participam em campeonatos distritais ou regionais, com calendários exigentes e maior pressão competitiva.
Competições distritais e regionais
As competições onde participam os clubes locais organizam-se, em regra, por distritos ou regiões. As associações distritais definem os regulamentos, os calendários e os critérios de subida e descida.
Estas competições apresentam características próprias:
Calendários extensos, com jogos semanais
Deslocações curtas, mas frequentes
Arbitragem nomeada pelas associações
Classificações atualizadas jornada a jornada
O formato mais comum envolve campeonatos por séries, seguidos de fases finais ou jogos de apuramento. O clube prepara cada época com base nesses regulamentos e gere o plantel de forma a manter regularidade ao longo da temporada.
A participação nestas provas exige organização financeira, disponibilidade de instalações e cumprimento rigoroso das normas.
Relação com as associações e federações
Os clubes mantêm uma relação constante com as associações distritais e, indiretamente, com a federação nacional. Essa relação envolve:
Inscrição de atletas
Registo de treinadores
Cumprimento de regulamentos disciplinares
Participação em reuniões técnicas
As associações funcionam como intermediárias entre o clube e o sistema federativo. Definem prazos, aplicam sanções quando necessário e prestam esclarecimentos administrativos. O clube adapta-se a estas exigências e mantém a documentação atualizada.
Esta ligação garante enquadramento legal às competições e assegura igualdade de regras para todos os participantes.
Financiamento e sustentabilidade
O financiamento dos clubes de futebol locais constitui um dos maiores desafios. As receitas provêm de várias fontes, geralmente limitadas.
Principais fontes de receita:
Quotas de associados
Apoios municipais
Inscrições de atletas
Eventos pontuais
Os clubes controlam despesas com transporte, equipamentos, inscrições e manutenção de campos. A gestão cuidadosa evita desequilíbrios financeiros e permite concluir a época sem dívidas acumuladas.
Em muitos casos, dirigentes assumem funções operacionais sem remuneração. Esse envolvimento direto mantém o clube ativo, mesmo com recursos escassos. A sustentabilidade depende da continuidade desse compromisso coletivo.
Impacto social e comunitário
Os clubes de futebol locais exercem um impacto direto na comunidade onde atuam. Criam pontos de encontro regulares, promovem convívio intergeracional e reforçam o sentimento de pertença.
Nos dias de jogo, o campo torna-se um espaço de reunião. Moradores acompanham as partidas, comentam resultados e mantêm contacto frequente. Esta presença constante fortalece laços sociais e contribui para a coesão local.
Além disso, o clube oferece uma alternativa estruturada de ocupação do tempo livre para jovens. O treino regular incentiva disciplina, pontualidade e respeito por regras claras.
Formação de atletas e continuidade
A formação de atletas constitui um objetivo central dos clubes locais. Mesmo sem ambição de projeção nacional, estas estruturas investem na aprendizagem progressiva.
O processo inclui:
Treinos técnicos regulares
Participação em jogos oficiais
Avaliação contínua do desempenho
Acompanhamento da evolução física
Alguns atletas transitam entre escalões dentro do mesmo clube. Outros seguem para estruturas diferentes, de acordo com decisões pessoais ou familiares. O clube acompanha essas saídas como parte natural do percurso desportivo.
Desafios atuais dos clubes locais
Os clubes enfrentam desafios constantes que exigem respostas práticas. A escassez de voluntários, a limitação de horários de campo e o aumento de exigências regulamentares colocam pressão adicional sobre as direções.
Outro desafio prende-se com a retenção de atletas na adolescência. Muitos jovens abandonam a prática regular devido a mudanças de interesse ou carga escolar. O clube tenta ajustar horários e manter um ambiente equilibrado para reduzir desistências.
A gestão da arbitragem e do comportamento em campo também exige atenção. Os clubes promovem respeito pelas decisões e reforçam códigos de conduta para atletas e acompanhantes.
Calendário competitivo e organização semanal
Durante a época, o clube organiza a semana em função do calendário competitivo. Os treinos distribuem-se por dias fixos, enquanto os jogos ocorrem, regra geral, ao fim de semana.
Dia
Atividade principal
Segunda
Treino técnico
Quarta
Treino tático
Sexta
Ajustes e preparação
Sábado
Jogos de formação
Domingo
Jogos seniores
Esta estrutura mantém regularidade e permite planear deslocações, convocatórias e logística com antecedência.
Perspetiva futura do futebol local
O futuro dos clubes de futebol locais depende da capacidade de adaptação a novas realidades sociais e económicas. A continuidade do voluntariado, o apoio institucional e a participação da comunidade desempenham um papel determinante.
Os clubes procuram manter uma atuação equilibrada, sem ambições desajustadas à sua dimensão. A prioridade recai na manutenção da atividade regular, no cumprimento das competições e na preservação do espaço desportivo local.
O futebol local continua a cumprir uma função clara: organizar a prática desportiva de proximidade e sustentar competições que dão sentido ao esforço semanal de centenas de participantes.
Conclusão
Os clubes de futebol locais e as competições em que participam formam uma base sólida do sistema desportivo português. Com estruturas simples, recursos limitados e forte ligação comunitária, estes clubes garantem continuidade, formação e competição regular.
A sua relevância não resulta de resultados mediáticos, mas da presença constante no território. Ao organizar equipas, gerir campeonatos e envolver moradores, o futebol local mantém-se ativo e funcional, cumprindo um papel claro na vida quotidiana de muitas localidades. https://www.ovarnews.pt/clubes-de-futebol-locais-e-competicoes/


A observação temporal da Praia do Furadouro (Norte), através de timelapses construídos com imagens aéreas, evidencia um sistema costeiro em constante adaptação, onde a ocupação histórica da frente urbana e a dinâmica sedimentar condicionam a resposta da praia a episódios de agitação marítima.
Os registos revelam variações significativas do areal, recuos temporais da linha de costa e alterações na morfologia dunar, com impactos diretos na fruição balnear e na proteção de infraestruturas adjacentes.
Estes padrões reforçam a necessidade de monitorização contínua, recuperação e reforço de dunas, definição de faixas de proteção e estratégias de gestão costeira adaptativa que conciliem uso público, preservação ambiental e resiliência do litoral.
📍Praia do Furadouro (Norte)
↕️ 40°52’34.67”N ↔️ 8°40’32.67”W
Criado por @geo.lapse
Fonte: Google Earth Pro
#GeoLapse #FuradouroNorte #PraiaDoFuradouro #Ovar #LinhaDeCosta#PraiaDoFuradouro #Furadouro #PraiaNorte #OndasFuriosas #CostaDeOvar #OvarPortugal #PraiasDePortugal #AveiroBeaches https://www.ovarnews.pt/furadouro-uma-praia-em-constante-ebulicao/


Se o pior da Tempestade Ingrid está para vir, a população e comerciantes da frente de praia do Furadouro reforçam as "trancas na porta". Mais e mais a cada inverno. Mesmo quando estão a ser investidos milhões em obras de reparação da defesa aderente da praia.
O mar não cabe ali e solta-se violentamente contra as construções. A noite passada não foi fácil à hora da preia-mar, com muita água salgada a galgar as obras feitas para a conter, atirando areia e pedras.
A força da água derrubou blocos de cimento do muro, bancos de pedra e levantou passeios de calçada portuguesa. Os bares e esplanadas foram fustigados mas defendem-se como podem... É um cenário de guerra.
O IPMA informa que o pior ainda está para vir, possivelmente na madrugada de Sábado.
https://www.ovarnews.pt/furadouro-defende-se-como-pode-da-tempestade-ingrid/
quarta-feira, janeiro 21, 2026


O programa completo do Carnaval de Estarreja foi revelado esta quarta-feira, 21 de janeiro.
Assim, entre os dias 7 e 17 de fevereiro, o cartaz inclui nomes como Quim Barreiros, Ena Pá 2000, Némanus, Augusto Canário, José Pinhal Post-Mortem Experience e Nuno Bastos.
O investimento total da festa vai rondar os 700 mil euros — mais 150 mil do que em 2025.
Veja a sessão de apresentação: https://www.ovarnews.pt/carnaval-de-estarreja-apresenta-programa-da-folia/


O litoral ovarense passou a estar sob Aviso Laranja desde as 18h: São esperadas ondas de noroeste entre 5 a 7 metros, podendo atingir picos de 12 metros.
A previsão meteorológica do IPMA aponta para um agravamento da agitação marítima nos próximos dias.
A Proteção Civil Municípal está a acompanhar a situação em permanência, associando-se à Autoridade Marítima Nacional na recomendação à população para a adoção de uma atitude responsável e preventiva:
1. À comunidade piscatória e à náutica de recreio:
- O regresso ao porto de abrigo mais próximo;
- A não realização de saídas para o mar até à melhoria das condições.
2. À população em geral:
- Evitar passeios junto à orla costeira, praias e zonas expostas à agitação marítima;
- Adotar uma postura preventiva, evitando a exposição desnecessária ao risco.
3. Aos pescadores lúdicos:
- Evitar a prática da pesca junto a falésias, arribas e zonas rochosas, em especial nas frentes costeiras mais expostas à rebentação.
A segurança de todos depende da responsabilidade de cada um.
https://www.ovarnews.pt/tempestade-ingrid-poe-litoral-vareiro-em-sentido/
A marca dinamarquesa Normal vai abrir brevemente no VIDA Ovar, anunciou o centro conercial, teferindo-se à loja dinamarquesa como "o conceito único de “produtos normais a preços anormais”.
A loja tornou-se um fenómeno nas redes sociais, especialmente entre o público mais jovem e atento às tendências do momento.
A Normal é para quem procura as últimas tendências de beleza, cuidados pessoais, limpeza e comidas virais que raramente se encontram noutros locais.
O layout da loja, desenhado como um labirinto, convida os visitantes a uma “caça ao tesouro” constante. Como o stock é renovado semanalmente com artigos que são tendência nas redes sociais, cada visita será uma experiência totalmente nova.
Depois do surpreendentemente encerramento da loja Ale-Hop, em breve poderá encontrar a retalhista dinamarquesa com milhares de produtos a preços acessíveis, especializada na venda de artigos de cuidados para pele e cabelo; maquilhagem; perfumes; produtos domésticos; papelaria; bebidas, entre outros. https://www.ovarnews.pt/chama-se-normal-e-dinamarquesa-e-esta-a-chegar-a-ovar/
A loja tornou-se um fenómeno nas redes sociais, especialmente entre o público mais jovem e atento às tendências do momento.
A Normal é para quem procura as últimas tendências de beleza, cuidados pessoais, limpeza e comidas virais que raramente se encontram noutros locais.
O layout da loja, desenhado como um labirinto, convida os visitantes a uma “caça ao tesouro” constante. Como o stock é renovado semanalmente com artigos que são tendência nas redes sociais, cada visita será uma experiência totalmente nova.
Depois do surpreendentemente encerramento da loja Ale-Hop, em breve poderá encontrar a retalhista dinamarquesa com milhares de produtos a preços acessíveis, especializada na venda de artigos de cuidados para pele e cabelo; maquilhagem; perfumes; produtos domésticos; papelaria; bebidas, entre outros. https://www.ovarnews.pt/chama-se-normal-e-dinamarquesa-e-esta-a-chegar-a-ovar/
A Lifthium Energy – empresa criada em 2023 e controlada pelo grupo José de Mello – assinou esta terça-feira um contrato com o Estado para o projeto industrial em Estarreja, que prevê um incentivo de 180 milhões de euros para a construção de uma refinaria de lítio.
Em comunicado, a empresa portuguesa refere que a assinatura do contrato, conduzido pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), se insere numa trajetória faseada de desenvolvimento do projeto, que continuará a cumprir os critérios de viabilidade técnica, comercial e financeira.
Segundo a Lifthium, nos últimos dois anos o mercado do lítio e o contexto industrial europeu tornaram-se “significativamente mais desafiantes”, reforçando a necessidade “de disciplina, rigor e prudência na condução do processo”. “Estamos a avançar com rigor e prudência. Este incentivo é muito importante para o projeto, mas o foco mantém-se na construção das condições necessárias para prosseguirmos para a fase seguinte”, afirma o presidente executivo da empresa, Duarte Braga, citado no mesmo comunicado.
O projeto assenta no desenvolvimento de uma tecnologia própria de refinação de lítio, concebida para responder às exigências ambientais e industriais do mercado europeu, com foco na eficiência de processos, redução da pegada ambiental, promoção da circularidade e integração responsável na cadeia de valor das baterias.
De acordo com a empresa, este esforço tecnológico, desenvolvido com equipas nacionais e internacionais e sustentado por investimento continuado em investigação e desenvolvimento, é um dos principais ativos do projeto e um elemento central no posicionamento junto de potenciais parceiros industriais e financeiros. A próxima etapa estará centrada na procura e negociação de um parceiro estratégico, bem como na consolidação das condições de mercado e de financiamento necessárias para uma decisão de investimento robusta. “O objetivo é fechar parcerias de natureza comercial, estratégica e financeira que suportem uma decisão sólida e sustentável de longo prazo”, acrescenta o CEO da Lifthium.
(Com Lusa) https://www.ovarnews.pt/refinaria-de-litio-em-estarreja-recebe-apoio-de-180-milhoes-do-estado/
Em comunicado, a empresa portuguesa refere que a assinatura do contrato, conduzido pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), se insere numa trajetória faseada de desenvolvimento do projeto, que continuará a cumprir os critérios de viabilidade técnica, comercial e financeira.
Segundo a Lifthium, nos últimos dois anos o mercado do lítio e o contexto industrial europeu tornaram-se “significativamente mais desafiantes”, reforçando a necessidade “de disciplina, rigor e prudência na condução do processo”. “Estamos a avançar com rigor e prudência. Este incentivo é muito importante para o projeto, mas o foco mantém-se na construção das condições necessárias para prosseguirmos para a fase seguinte”, afirma o presidente executivo da empresa, Duarte Braga, citado no mesmo comunicado.
O projeto assenta no desenvolvimento de uma tecnologia própria de refinação de lítio, concebida para responder às exigências ambientais e industriais do mercado europeu, com foco na eficiência de processos, redução da pegada ambiental, promoção da circularidade e integração responsável na cadeia de valor das baterias.
De acordo com a empresa, este esforço tecnológico, desenvolvido com equipas nacionais e internacionais e sustentado por investimento continuado em investigação e desenvolvimento, é um dos principais ativos do projeto e um elemento central no posicionamento junto de potenciais parceiros industriais e financeiros. A próxima etapa estará centrada na procura e negociação de um parceiro estratégico, bem como na consolidação das condições de mercado e de financiamento necessárias para uma decisão de investimento robusta. “O objetivo é fechar parcerias de natureza comercial, estratégica e financeira que suportem uma decisão sólida e sustentável de longo prazo”, acrescenta o CEO da Lifthium.
(Com Lusa) https://www.ovarnews.pt/refinaria-de-litio-em-estarreja-recebe-apoio-de-180-milhoes-do-estado/


O Município de Anadia volta a participar no Circuito Escolas Natação Distrito Aveiro. Um projeto de animação sócio desportiva de âmbito intermunicipal, resultante da ação concertada dos Municípios de Oliveira de Azeméis, Ovar, Estarreja, Vale de Cambra, Arouca e Oliveira do Bairro, de acordo com nota de imprensa enviada à Central Press.
Este circuito conta ainda com a participação da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz. Tem como objetivo, divulgar a modalidade de natação, iniciar os alunos em saudáveis competições, proporcionar o convívio entre os participantes, familiares, professores das várias escolas de natação e permitir também o intercâmbio de ideias entre as entidades participantes.
A 1.ª etapa do Circuito Escolas Natação Distrito Aveiro 2026 vai ter lugar, no próximo dia 24 de janeiro, nas Piscinas Municipais de Anadia. A competição conta com a prestação de cerca de duas centenas de nadadores, em representação de oito escolas de natação.
Cada escola pode participar com 24 atletas, sendo o circuito disputado em quatro escalões: escalão 1 (nascidos em 2016 e seguintes) com provas de 25m Livres, Costas, Bruços e Mariposa e Estafetas 4x25m Livres; escalão 2 (nascidos em 2014 e 2015), com provas 50m Livres, Costas, Bruços, 25m Mariposa e Estafetas 4x25m Livres; escalão 3 (nascidos entre 2011 a 2013) com provas de 50m Livres, Costas e Bruços, 50m Mariposa, 100m Estilos e Estafetas 4x25m Estilos; e escalão 4 (nascidos entre 2008 a 2010) com provas de 100m Livres, Costas, Bruços, 50m Mariposa e Estafetas 4x50m Estilos. No final das provas todos os atletas receberam diplomas de participação e de classificação.
Etapas
Anadia – 24 de janeiro
Oliveira de Azeméis – 21 de fevereiro
Esmoriz – 28 de março
Oliveira do Bairro – 16 de maio https://www.ovarnews.pt/concelho-presente-na-1-a-etapa-do-circuito-de-escolas-de-natacao/


O samba enredo da Costa de Prata celebra a criatividade sambista ovarense e a literatura de cordel ao contar a lenda do valente vaqueiro Zé do Laço e da destemida boiadeira Mariá — um amor que nasceu no coração do Nordeste e se fez frevo, festa e procissão, nos desfiles do Carnaval de 2026.
Para este ano, a comunidade vermelho e branca escolheu o samba composto por Carlos Pinho, Lequinho e Júnior Fionda. https://www.ovarnews.pt/?p=40714
terça-feira, janeiro 20, 2026


Por dentro do Carnaval de Ovar, há tradições, identidade e emoções. O Município de Ovar renova a sua aposta em criar experiências diferenciadoras para todos os visitantes e lança novas visitas guiadas e oficinas. A grande novidade desta edição é o Escape Mission Outdoor – que convida a um passeio pelo centro da cidade de Ovar, à descoberta dos segredos por detrás do Carnaval. De regresso estão as iniciativas na Aldeia do Carnaval, com atividades para toda a família e em que os participantes vão poder contactar diretamente com os grupos e sentir o frenesim vivido nos bastidores da festa.
“O objetivo é criar memória e proporcionar momentos diferenciadores a todos os visitantes”, resume Domingos Silva, Presidente da Câmara Municipal de Ovar. O autarca defende que o facto de partilhar com os visitantes a história do Carnaval e a paixão por detrás da festa ajuda a criar laços fortes com a iniciativa. “Como nos confirmam as novas tendências, cada vez mais o perfil de turista procura ter uma experiência autêntica e uma relação participativa com o território e as suas gentes”.
Para um sempre agradável passeio pelo centro da cidade de Ovar, há um novo desafio: O Escape Mission Outdoor, inspirado na história, nas tradições e nas personagens do Carnaval de Ovar. Os participantes serão convidados a resolver enigmas, decifrar pistas e superar desafios, nesta que será a forma mais divertida, inovadora e aventureira de descobrir o património e as tradições locais. A iniciativa, autónoma, está disponível de 24 de janeiro a 17 de fevereiro.
As portas da Aldeia do Carnaval voltam a abrir e todos são bem-vindos. Há propostas para todos os gostos. Pode assistir à visita guiada e encenada “ALEG(O)RIA – Uma Leitura ao Carnaval de Ovar”. Protagonizada por Leandro Ribeiro, relata de forma hilariante a história do Carnaval de Ovar. Esta ação conta ainda com a visita a alguns grupos e escolas de samba que, na primeira pessoa, vão apresentar o seu trabalho. Aponte as datas: 24 de janeiro, 7 e 14 de fevereiro, às 15h00.
Seguem-se, nas mesmas datas, às 16h30, as oficinas criativas. Os participantes vão poder arregaçar as mangas e criar um acessório de carnaval. Ideal para toda a família. As primeiras duas sessões serão promovidas pelo Grupo de Passerelle Melindrosas e a última pelo Grupo Carnavalesco Vampiros.
As visitas guiadas e encenadas contarão com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.
Todas as iniciativas são de participação gratuita, sujeita a inscrição prévia obrigatória. Para mais informações e inscrições os interessados devem contactar: turismo@cm-ovar.pt / 256 509 153 / 930 409 207
https://www.ovarnews.pt/carnaval-de-ovar-renova-a-aposta-em-experiencias-imersivas/
Há momentos em que a política internacional deixa de poder ser analisada com o distanciamento confortável da geopolítica e passa a exigir uma posição moral clara. O que está a ser feito aos curdos na Síria é um desses momentos. E o que se passa, por estes dias, na Síria não diz respeito apenas aos EUA, à Turquia ou ao Médio Oriente, nem apenas às chamadas “grandes potências”. Diz respeito a todos os que, em todo o mundo e em particular em Portugal, se dizem democratas.
Durante décadas, o povo curdo fez aquilo que o chamado “mundo livre” não quis fazer diretamente. Combateu no terreno, sustentou várias frentes de guerra em simultâneo e pagou com o seu sangue aquilo que outros preferiram pagar em comunicados e palavras vazias. No Iraque, foi peça-chave no enfraquecimento do regime de Saddam Hussein. Em 2003, quando a frente norte da invasão americana parecia inviável, foram os curdos que a tornaram possível. Mais tarde, quando o terrorismo jihadista se espalhou como uma praga na Síria e no Iraque, foram novamente os curdos que ficaram e venceram com botas no terreno a ameaça do chamado Estado Islâmico.
Essa derrota não aconteceu por milagre nem apenas por bombardeamentos de precisão realizados a partir de grande altitude por drones e aviões norte-americanos. Aconteceu porque forças curdas avançaram aldeia a aldeia, rua a rua, casa a casa, pagando esse avanço com mais de quinze mil mortos. Quinze mil vidas sacrificadas para travar uma ameaça que não era apenas regional, mas global.
Enquanto isso, as democracias ocidentais protegiam os seus soldados, faziam tudo para não os colocar na linha da frente e evitar as inevitáveis baixas.
Em troca, os curdos não pediram um império que se estendesse por partes da Turquia, da Síria, do Iraque e do Irão, nem um protetorado internacional, nem privilégios especiais. Pediram o mínimo: poderem autogovernar-se com um grau elementar de autonomia, garantias de segurança como minoria e o reconhecimento da sua língua numa região marcada por séculos de autoritarismo violento, sectarismo radical e repressão sistemática. Pediram segurança depois do sacrifício feito em nome de todos nós mas o que obtiveram foi abandono.
Esse abandono tem agora uma forma concreta e verificável. As Forças Democráticas Sírias foram empurradas para um acordo com Damasco que, na prática, equivale a uma rendição. Campos petrolíferos, barragens, passagens de fronteira, prisões que albergam combatentes do Estado Islâmico, toda a região semi-autónoma construída com enorme custo humano, tudo foi entregue. Não houve garantias estruturais, não houve salvaguardas políticas reais, não houve futuro negociado. Houve capitulação.
Os combatentes curdos nem sequer foram integrados como unidades. Entraram como indivíduos dispersos, sem cadeia de comando própria, sem estrutura autónoma, sem capacidade de pressão. Isto não é integração: é dissolução. É o fim de qualquer força curda independente com capacidade militar ou política.
As consequências foram imediatas. Deir ez-Zor, com o seu petróleo e produção cerealífera, e Raqqa, central no controlo energético, mudaram rapidamente de mãos. Com esses territórios, os curdos perderam num único movimento o financiamento e o poder negocial que ainda possuíam. Sem recursos, não há autonomia. Sem autonomia, não há proteção.
Washington chamou a isto um “ponto de inflexão”. Traduzido em linguagem clara, significa apenas isto: deixámos de os apoiar. O que realmente aconteceu foi mais simples e mais cínico. As negociações arrastaram-se, os prazos foram ultrapassados, as forças sírias avançaram no terreno, e quando os curdos ficaram encurralados aceitaram condições piores do que aquelas que tinham rejeitado durante meses. Não foi um acordo livre. Foi um acordo imposto pelas circunstâncias criadas deliberadamente.
O grande vencedor é a Turquia. Combatentes ligados ao PKK são afastados, a autonomia curda é esmagada e Ancara obtém tudo o que queria sem disparar um único tiro. A repressão faz-se por interposta capitulação, com a bênção tácita do Ocidente.
Os curdos sabiam que isto vinha aí. Comandantes das Forças Democráticas Sírias pediram publicamente aos Estados Unidos que interviessem, que travassem o processo, que não os deixassem cair. Depois do acordo, seguiu-se o silêncio. A mensagem foi recebida e compreendida: estavam sozinhos.
Há ainda um elemento que os mesmos responsáveis políticos fingem não ver. Damasco passa agora a controlar campos e prisões que albergam mais de cinquenta mil combatentes e familiares do Estado Islâmico. Isto não é estabilidade. É um problema adiado. A previsão é simples e realista: fugas em massa num horizonte de meses, nova pressão militar turca sobre o que resta das áreas curdas no espaço de um ano, e os Estados Unidos a fingirem que nada disto foi uma traição.
Nós, no Ocidente, usámos os curdos para derrotar o Estado Islâmico. Depois observámos, com frieza, enquanto perdiam tudo. Ao abandonar, mais uma vez, os curdos, o Ocidente fez uma escolha política consciente, tomada com pleno conhecimento das consequências.
Há aqui uma lição que os democratas portugueses não podem ignorar. As alianças, quando desprovidas de princípios, tornam-se descartáveis. A retórica dos direitos humanos vale pouco quando entra em conflito com interesses imediatos. E a ideia de que o “Ocidente” age sempre em nome da democracia desmorona-se quando os aliados mais leais são sacrificados assim que deixam de ser úteis.
Não se trata de romantizar os curdos nem de negar a complexidade da região. Trata-se de reconhecer um facto simples e incómodo: quem combateu o terror foi abandonado, e quem conviveu com o terror foi tolerado. Entre sacrifício e conveniência, escolheu-se a conveniência. Entre lealdade e cálculo, escolheu-se o cálculo.
Aos democratas em Portugal cabe a responsabilidade de não normalizar isto, de não aceitar que a realpolitik apague linhas morais básicas e de não fingir que a defesa da democracia termina nas nossas fronteiras ou nas alianças que nos são mais confortáveis.
Rui Martins
Paulo Deus
O Irão atravessa atualmente uma crise social e humanitária grave, marcada por manifestações em várias cidades do país e por uma resposta repressiva cada vez mais violenta por parte das autoridades. O que está a acontecer já não pode ser entendido como protestos pontuais, mas como um sinal profundo de rutura entre uma parte significativa da sociedade iraniana e o regime político em vigor.
Nos últimos dias, multiplicaram-se relatos de uso excessivo da força contra civis desarmados, detenções arbitrárias e execuções, num contexto de colapso económico acentuado. A inflação destruiu salários e poupanças, o acesso a medicamentos tornou-se difícil para muitos reformados e famílias, e a escassez de bens essenciais, como energia e água, agravou ainda mais as condições de vida da população.
Apesar deste cenário, milhares de cidadãos continuam a manifestar-se. Este comportamento não resulta de qualquer romantização política, mas de um sentimento generalizado de desespero, transformado em coragem cívica. Quando cidadãos comuns enfrentam forças armadas sem recorrer à violência, está em causa não apenas a ordem pública, mas a própria legitimidade moral do poder que governa.
Esta situação não é indiferente à Europa nem a Portugal. A defesa dos direitos humanos, da dignidade humana e do Estado de direito é um pilar fundamental das democracias europeias e da política externa da União Europeia. Ignorar ou minimizar o que está a acontecer no Irão compromete a coerência desses princípios e contribui para a instabilidade regional, com impactos que ultrapassam largamente as fronteiras iranianas.
Neste contexto, consideramos essencial que as instituições europeias e portuguesas adotem uma posição clara e consequente. Em particular, apelamos a:
1. uma condenação política inequívoca da repressão exercida contra civis;
2. a adoção de medidas diplomáticas e políticas proporcionais à gravidade da situação;
3. o reforço da proteção internacional para dissidentes, jornalistas e ativistas perseguidos, bem como o apoio ao acesso livre à informação.
A história demonstra que transições políticas são processos complexos e incertos. No entanto, também mostra que o silêncio institucional perante violações graves de direitos humanos não é neutro. É, em si mesmo, uma forma de escolha.
Num momento em que o sofrimento da população iraniana é evidente, espera-se que as democracias europeias estejam à altura dos valores que afirmam defender.
Aida Sigharian, Ashkan Seifi e Rui Martins
https://www.ovarnews.pt/irao-crise-social-repressao-e-responsabilidade-internacional/


A multidão distraída, hipnotizada, adormecida nos sentidos. Perdida no espetáculo. Cega ao que se desenrola nas sombras.
Eles não percebem. Não sentem o que se aproxima. Mas os galos percebem.
E então… O momento chega.
— C’est maintenant, Galo Coque Sportif! O momento é agora! — ruge Galo Alvinegro, a voz firme como aço.
O francês arqueja, a respiração ofegante, a lâmina trêmula nas mãos.
— Main-te-nant? Maintenant même?!
Os dois guerreiros olham-se, respiram fundo, e então, fazem o impensável. Viraram-se, de costas um para o outro e de frente para a multidão.
O rugido dos espectadores morre na garganta. O choque é absoluto.
— O que estão a fazer?
— Continuem! Matem-se!
— Queremos sangue!
Mas Galo Alvinegro ergue a voz. E, pela primeira vez naquela arena, as palavras soam mais fortes do que o aço.
— Vocês! Cobardes! Que nos seguram, que nos prendem, que nos destroem!
A multidão silenciou.
— Hoje, aqui, neste dia que jamais será esquecido… enfrentamo-vos!
O francês cerra os punhos.
— Nos sommes des guerriers! Nous ne sommes pas vos amusements!
Galo Alvinegro cospe no chão.
— As correntes do nosso destino foram quebradas! Não seremos mais entretenimento!
E então, num grito de fúria, ele avança contra a multidão. Galo Coque Sportif acompanha-o.
A plateia estremece, mas só ouviram sons de galos.
— Parrrhhh! Parrhhhh! Parhhh!
Para eles, continua a ser um espetáculo, nada além de gritos de bichos. Nada além de um ato teatral.
Mas então… algo acontece, uma vez mais. Algo que ninguém esperava.
Do meio da praça, um novo som se ergue. Um som antigo, um som esquecido.
E quando os olhos da multidão finalmente percebem…É tarde demais.
Elas chegaram, as galinhas, chegaram aos milhares, lideradas pelas amadas dos dois galos.
Bernadette, a nobre senhora francesa, elegante e firme, de pestanas aprimoradas, pronta para comandar.
Galinácea, a alma apaixonada do Vareiro, de crista dourada, os olhos ardendo em ira.
Vieram todas.
As galinhas de Ovar e de além-mar.
As esquecidas.
As humilhadas.
As condenadas ao silêncio.
Mas, naquele dia, elas não se calaram, elas gritavam.
Milhares de asas cortavam o ar.
Milhares de bicos afiados buscavam vingança e a multidão não teve tempo de reagir.
O caos instalou-se, os gritos se confundiam.
Bichos ou gente? Era impossível distinguir.
Lanças em chamas, espadas ao chão, pernas corriam sem rumo. E no centro de tudo, os dois galos, cobertos de sangue e suor, liderando o levante.
A última batalha, a batalha das galinhas.
E naquele dia, naquele lugar que antes fora prisão,
O nome mudou.
O lamento transformou-se em glória.
E o Largo Mal Fadado tornou-se, para sempre, A Praça das Galinhas.
Artur fita Delfim, os olhos vastos, mergulhados num silêncio reverente. Agora, não era apenas ele quem escutava — toda a praça prendia a respiração, enredada na história que pairava no ar como um feitiço antigo.
FIM
Edgar Branco
https://www.ovarnews.pt/praca-das-galinhas-v-por-edgar-branco/


A Prova de Abertura da Região de Aveiro vai para a estrada no próximo dia 7 de fevereiro. Com partida em Ílhavo e meta em Ovar, a prova cruza os 11 municípios da Região de Aveiro e insere-se no calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo.
Partindo de ÍÍlhavo pelas 11h45, os 159 corredores irão pedalar em direção a Vagos, Aveiro, Anadia, Oliveira do Bairro, Águeda, estando prevista a entrada no concelho de Sever do Vouga por volta das 14h, na zona das Talhadas, troço que constitui prémio de montanha (2.ª categoria).
O cconcelhoseverense terá mais um prémio de montanha na subida da Ponte Abade até à vila de Sever. Os corredores prosseguem depois ao encontro da EN 16, troço que os levará a Albergaria-a-Velha, por volta das 15h.
A prova prossegue para o concelho de Estarreja, depois Murtosa e, por fim, Ovar, onde estará a meta, 155,5km depois da partida.
https://www.ovarnews.pt/prova-de-abertura-da-regiao-de-ovar-tera-meta-em-ovar/


Os dous ocupantes da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Oliveira de Azeméis ficaram feridos na sequência de um embate que envolveu um camião e uma ambulância.
O sinistro aconteceu ao início da tarde desta terça-feira, em Avanca, Estarreja, na Estrada Nacional 109.
As vítimas, um homem de 45 anos e uma mulher de 47, ambos ocupantes da ambulância, foram assistidas no local pelos Bombeiros de Estarreja e, posteriormente, transportadas para o Hospital São Sebastião, em Santa Maria da Feira, com ferimentos ligeiros. https://www.ovarnews.pt/colisao-entre-ambulancia-e-camiao-na-en109/
segunda-feira, janeiro 19, 2026


Nesta terça-feira, 20 de janeiro, Santa Maria da Feira volta a cumprir a sua tradição mais antiga e identitária: a Festa das Fogaceiras. Há mais de cinco séculos que o povo das Terras de Santa Maria renova o voto feito a São Sebastião, reafirmando um gesto de fé, agradecimento e pedido de proteção que atravessou o tempo sem perder o seu significado.
Este é o dia em que a cidade se reúne para acompanhar as meninas fogaceiras, vestidas integralmente de branco, com faixas coloridas à cintura e a fogaça à cabeça, símbolo de identidade e devoção.
O Cortejo Cívico, a Missa Solene com bênção das fogaças e a tradicional Procissão desenham um percurso que vai muito além da dimensão religiosa. É um percurso emocional, vivido intensamente por quem participa e por quem assiste, marcado pela memória e pelo orgulho em cumprir uma tradição que continua viva.
Cada passo das 250 meninas fogaceiras e cada olhar dos milhares de pessoas que acompanham o cortejo e a procissão confirmam a força de uma festa que une toda a comunidade. A Festa das Fogaceiras continua a ser a expressão maior da identidade feirense.
Programa Oficial | 20 de janeiro
10h30 | Cortejo Cívico
Paços do Concelho > Igreja Matriz
11h00 | Missa Solene com Bênção das Fogaças
Presidida por D. Roberto Rosmaninho Mariz, Bispo Auxiliar do Porto
Acompanhamento litúrgico pelo Coro da Paróquia de S. Nicolau da Feira, Escapães e Sanfins
Igreja Matriz
15h30 | Tradicional Procissão das Fogaceiras
Ruas do centro histórico
A Festa das Fogaceiras afirma-se como um dos momentos mais marcantes do calendário cultural, religioso e comunitário de Santa Maria da Feira, preservando um legado com mais de cinco séculos e garantindo a sua transmissão às gerações futuras.
Programa completo em www.cm-feira.pt/fogaceiras.
https://www.ovarnews.pt/250-meninas-vestidas-de-branco-e-de-fogaca-a-cabeca/


Para quem trabalha em publicidade de iGaming, escolher o programa de parceria certo é fundamental. Num mercado tão competitivo, a decisão acertada pode traduzir-se em ganhos substanciais, enquanto uma má escolha significa tempo e dinheiro perdidos. Neste relatório, analisamos a RevDuck e a Moon Partners — dois nomes de referência no setor de afiliados de jogos. Vamos explorar as suas principais características, estruturas de pagamento e benefícios adicionais para te ajudar a escolher o programa mais adequado à tua estratégia de marketing.
RevDuck: O Parceiro Afiliado Moderno
A Revduck, lançada em 2025, rapidamente se destacou como um programa focado nos afiliados e com visão de futuro. Foi concebida para resolver os problemas mais comuns dos marketers, assentando em princípios de transparência e custos reduzidos. O seu logótipo único em estilo retro-neon e a comunicação clara conquistam os afiliados que procuram uma parceria transparente e altamente rentável. A plataforma demonstra genuína preocupação com os seus parceiros através de funcionalidades simples mas eficazes.
Principais Características do Programa RevDuck
O que torna a RevDuck interessante é a sua flexibilidade e o empenho genuíno no sucesso dos parceiros. Eis as principais razões pelas quais merece atenção:
Modelos de Comissão Diversificados: A RevDuck disponibiliza várias estruturas de pagamento adaptáveis a diferentes tipos de tráfego e estratégias de marketing:
Revenue Share (RevShare): Este modelo permite aos afiliados receber uma percentagem dos lucros líquidos de jogo gerados pelos jogadores que encaminham. Com até 60% de RevShare, a RevDuck oferece uma das melhores condições do mercado para quem trabalha com tráfego de elevado volume.
Custo Por Aquisição (CPA): O modelo CPA é ideal para afiliados que preferem pagamento imediato. A RevDuck paga até 700€ por cada novo jogador que cumpra os requisitos estabelecidos.
Acordos Híbridos: Estas ofertas garantem rendimento estável através de um pagamento CPA fixo, combinado com a possibilidade de ganhos contínuos via RevShare.
Flat Fee Prepay: Com o modelo de pagamento antecipado fixo, recebes um valor definido por um determinado volume de visitantes ou espaço publicitário, garantindo previsibilidade nos rendimentos.
Ganhos Por Clique (EPC): Uma métrica fundamental que indica quanto um afiliado ganha, em média, por cada clique nos seus links. A RevDuck apresenta um EPC elevado graças às suas boas taxas de conversão.
Sem Acumulação de Saldo Negativo: Uma das maiores vantagens da RevDuck é a política de não acumulação de saldo negativo. Se os jogadores que referiste tiverem sorte e o teu saldo ficar abaixo de zero, este será reposto a zero no início do mês seguinte. Assim, começas cada mês com a folha limpa, evitando perdas inesperadas e mantendo um fluxo de receitas mais estável.
Tecnologia Affilka: A RevDuck funciona sobre a plataforma Affilka da SoftSwiss — um sistema robusto e fiável com funcionalidades avançadas de tracking e reporting. Os afiliados têm acesso a novidades, métricas detalhadas de desempenho e um vasto conjunto de recursos de marketing atualizados.
Pagamentos Flexíveis: Levantar os ganhos na RevDuck é simples, com várias opções disponíveis. Os pagamentos são processados mensalmente através de transferências SEPA, carteiras eletrónicas ou criptomoedas como BTC, ERC e TRC. O valor mínimo de levantamento é de 100€.
Programa de Sub-Afiliados: Com o programa de sub-afiliados da RevDuck, podes ganhar mais 5% sobre os rendimentos de todos os afiliados que recrutares. É uma forma excelente de expandir a tua rede e gerar receita adicional de forma passiva.
Marca Dedicada: A RevDuck promove exclusivamente a sua marca principal, a TrueLuck. Este casino premium da Costa Rica é reconhecido pela elevada retenção de jogadores e pela qualidade da experiência de jogo. Para os afiliados, isto traduz-se em conversões sólidas e valor sustentado a longo prazo.
Moon Partners: Um Nome de Referência
Desde o seu lançamento em 2022, a Moon Partners construiu uma reputação sólida como programa de afiliados de confiança. Permite aos afiliados trabalhar com várias marcas de casino reconhecidas, oferecendo mais opções e uma audiência mais ampla. A Moon Partners é uma excelente escolha para quem pretende alcançar diferentes tipos de jogadores e segmentos de mercado.
Principais Características do Programa Moon Partners
Marketers experientes apreciam a Moon Partners pela sua estabilidade e diversidade de marcas. Eis os pontos mais relevantes:
Portefólio Alargado de Marcas: A Moon Partners colabora com várias marcas, incluindo Wildsino, Jeet City, Axwin e Moon Win. Isto permite aos afiliados diversificar o trabalho e alcançar um público mais vasto. Todas as marcas operam com licença de Curaçao, garantindo um ambiente de jogo seguro e regulamentado.
Modelos de Comissão Flexíveis: A Moon Partners oferece estruturas de pagamento semelhantes às da RevDuck, facilitando a transição entre programas e a escolha do modelo mais adequado:
Revenue Share (RevShare): O modelo de RevShare varia mensalmente conforme o volume de novos registos, com taxas entre 25% e 50%.
Custo Por Aquisição (CPA): Os contratos CPA começam nos 200€ e são uma boa opção para quem consegue converter tráfego em vendas rapidamente.
Acordos Híbridos: Os afiliados podem também negociar acordos que combinam pagamento fixo com percentagem sobre as receitas.
Acumulação Parcial de Saldo Negativo: A RevDuck e a Moon Partners lidam com saldos negativos de forma diferente. Na Moon Partners, parte do saldo negativo pode transitar para o mês seguinte, o que ainda assim ajuda a limitar perdas significativas.
Tecnologia Affilka: A Moon Partners também opera na plataforma Affilka, proporcionando aos afiliados ferramentas de tracking e reporting já conhecidas e de confiança para monitorizar o desempenho.
Pagamentos Flexíveis: Os pagamentos são processados mensalmente, embora os mínimos variem. Para criptomoedas e carteiras eletrónicas (Skrill, Neteller, USDT), o mínimo é de 50€. Para transferência bancária, o mínimo sobe para 1.000€.
Programa de Sub-Afiliados: À semelhança da RevDuck, a Moon Partners tem um programa de sub-afiliados que paga 5% sobre as vendas geradas pelos afiliados que recrutares.
Comparação e Veredito
Característica
RevDuck
Moon Partners
Ano de Lançamento
2025
2022
Modelos de Comissão
RevShare até 60%, CPA até 700€, Híbrido
RevShare 25-50%, CPA a partir de 200€, Híbrido
Saldo Negativo
Sem acumulação
Acumulação parcial
Marcas Promovidas
TrueLuck
Wildsino, Jeet City, Axwin, Moon Win
Plataforma
Affilka (SoftSwiss)
Affilka (SoftSwiss)
Frequência de Pagamento
Mensal
Mensal
Pagamento Mínimo
100€
50€ (Crypto/E-wallets), 1.000€ (Transferência)
Comissão Sub-Afiliados
5%
5%
Veredito Final
Tanto a RevDuck como a Moon Partners são nomes reconhecidos no setor de afiliados de iGaming, cada uma com as suas vantagens. A escolha depende da tua estratégia e objetivos de marketing.
Opta pela RevDuck se:
Queres maximizar os ganhos e sabes que a TrueLuck consegue atrair tráfego de qualidade.
A política de "sem acumulação de saldo negativo" te dá mais tranquilidade.
Preferes um programa de afiliados inovador que aposta forte numa única marca com elevado potencial.
Opta pela Moon Partners se:
Valorizas a possibilidade de promover várias marcas, ampliando o alcance e reduzindo o risco.
Não te importas com um modelo de RevShare por escalões e acumulação parcial de saldo negativo.
Preferes um programa estabelecido, com reputação sólida e historial comprovado.
Em conclusão, a RevDuck diferencia-se pelas múltiplas formas de gerar receita e pela política rigorosa de não acumulação de saldo negativo — uma opção excelente para afiliados focados em maximizar os ganhos. A Moon Partners continua a ser uma alternativa fantástica para quem prefere trabalhar regularmente com um leque diversificado de marcas. https://www.ovarnews.pt/os-2-melhores-programas-de-afiliados-de-casino/


O concurso para construção da nova esquadra de Ovar da PSP ficou deserto mas a Câmara Municipal vai lançar um segundo concurso que irá também facilitar o uso de um drone de segurança policial.
O valor base da adjudicação prevista no novo concurso público passou agora de cerca de 2,1 milhões de euros para 2,38 milhões, mantendo-se o prazo de execução em 540 dias.
O encargo financeiro será suportado pelo Governo, mas a coordenação da empreitada está a cargo do município, que assumiu os encargos do projeto arquitetónico e também cedeu para a obra um terreno de 1.360 metros quadrados entre a Rua Gomes Freire e a Travessa Adelino Amaro da Costa.
"Trata-se do resultado de uma cooperação institucional exemplar entre o Município de Ovar e o Ministério da Administração Interna, que demonstra como diferentes entidades públicas podem trabalhar em conjunto em benefício da população", declara Domingos Silva, presidente da Câmara.
Encarando a construção da nova esquadra como "um passo determinante no reforço da segurança no concelho", o autarca diz que a PSP ficará dotada com "melhores condições de trabalho", o que contribuirá para "um serviço mais eficaz, mais próximo e de maior qualidade".
No âmbito da mesma parceria, a Câmara também assinou com a PSP um contrato de comodato que, aplicado à envolvente física da esquadra e a equipamentos de suporte técnico, viabilizará uma melhor utilização do drone que essa força policial usa para vigilância aérea do território.
"Com os equipamentos que o Município de Ovar adquiriu e cedeu em regime de comodato à PSP, o drone dessa força policial passa, por um lado, a ter um raio de ação mais alargado e, por outro, deixa de ficar tão sujeito a interferência de sinal", explica fonte da autarquia.
Para Domingos Silva, trata-se de ajudar à missão da polícia junto da comunidade e, por isso, "dentro das suas competências e capacidades, a Câmara responde de forma positiva a todos os pedidos que contribuam para reforçar a capacidade operacional das forças de segurança".
Esse novo modelo de funcionamento já está a ser testado e, segundo o autarca, "vai ter uso, desde logo, no Carnaval de Ovar", sendo que a utilização do drone também é de prever noutros eventos locais de grandes dimensões, como a meia-maratona da cidade e o festival de música lusófona FESTA. https://www.ovarnews.pt/concurso-para-nova-esquadra-da-psp-de-ovar-ficou-deserto/


A Associação de Futebol de Aveiro realizou esta noite, no Quartel das Artes, em
Oliveira do Bairro, a cerimónia de entrega das placas às 99 entidades formadoras
certificadas do distrito. O evento, que contou com a presença do presidente da
Federação Portuguesa de Futebol, Dr. Pedro Proença, teve como principal destaque o
número recorde de clubes certificados, o que demonstra o “trabalho de excelência”
realizado no âmbito das associações pertencentes à AFA.
“Há um antes e um depois da certificação no futebol português, sendo de importância
vital para os nossos Clubes que, através desta, têm uma ferramenta organizativa e
construtiva para a gestão da sua atividade e uniformização de procedimentos. A AFA
tem vindo de forma crescente e equilibrada a aumentar o número de Entidades
Formadoras, demonstrando assim o interesse dos nossos clubes, a quem
endereçamos uma palavra de especial apreço e parabéns aos seus dirigentes.
Atingimos o número das 99 Entidades formadoras, e sem elas, não estaríamos aqui”,
assume o presidente da Associação de Futebol de Aveiro, Dr. José Neves Coelho.
“A Associação de Futebol de Aveiro tem feito um trabalho notável, extraordinário, no
âmbito da certificação”, admite Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa
de Futebol, que destaca o “número quase centenário dos clubes aveirenses
certificados”, que, como todos os outros no país, “são o garante do crescimento e do
sucesso do futebol português”. “Não existe futebol de elite sem o processo de
certificação integrado, e que é composto por quatro pontos fundamentais: O
movimento associativo, os clubes, as autarquias e as famílias que têm acreditado
neste processo de certificação. O futebol tem sabido colher os frutos deste trabalho”.
Aldeia de Futebol
Num discurso de valorização do trabalho feito pela AFA, Neves Coelho aproveitou a
presença do presidente da FPF, Dr. Pedro Proença para alavancar o futuro: “A nossa
ambição não se esgota no que já alcançámos. Queremos sempre mais e melhor. E é
precisamente nesse espírito que assumimos hoje publicamente um novo objetivo
estratégico: concluir a nossa Aldeia do Futebol, com a construção de um pavilhão
desportivo e a transferência dos serviços da Associação para esse espaço. Estamos
convictos de que estas novas valências irão projetar ainda mais a Associação de
Futebol de Aveiro a nível nacional, mas, acima de tudo, irão criar melhores condições,
mais meios e mais apoio para os nossos clubes filiados, que são a razão maior da
nossa existência”.
Ao repto lançado pela AFA, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Dr.
Pedro Proença respondeu de forma afirmativa: “A FPF estará com a AFA naquele que
será o crescimento projetado, de uma verdadeira Aldeia do Futebol. Caro presidente
José Neves Coelho conte com a federação para estes apoios que são estruturantes. A
obra vai acontecer, porque Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”.
Sócio de Mérito
Na cerimónia, a AFA distinguiu como sócio de mérito Gilberto Madaíl, antigo
presidente da Federação Portuguesa de Futebol, entre outros cargos públicos de
elevada distinção. Para Pedro Proença, presidente da FPF, “todas as palavras são
poucas para agradecer o papel fundamental que Gilberto Madaíl teve no
desenvolvimento do futebol português”.
O papel das autarquias
Anfitrião natural da cerimónia e parceiro constante da AFA, o presidente da Câmara
Municipal de Oliveira do Bairro, Duarte Novo, não deixou de destacar o “papel
fundamental que as autarquias, sejam câmaras ou juntas de freguesias, têm tido no
crescimento do desporto no distrito”. E explica porquê: “Os municípios têm feito um
esforço titânico em prol do crescimento e da necessidade não só de aumentar e
melhorar as instalações desportivas, como aumentar o financiamento aos clubes.
Porque, naturalmente, só assim se ajuda na formação dos nossos jovens e de quem
os forma”.
Concelho de Ovar
Futebol Masculino
- Arada Atlético Clube (2 estrelas)
- Futebol Clube Cortegaça (2 estrelas)
- Associação Desportiva Ovarense Futebol (3 estrelas)
- Associação Recreativa e Cultural de S. Vicente Pereira (3 estrelas)
- Centro Cultural e Recreativo de Válega (3 estrelas)
- Florgrade Futebol Clube (3 estrelas)
- Sporting Clube de Esmoriz (3 estrelas) https://www.ovarnews.pt/clubes-do-concelho-recebem-placas-de-certificacao-de-entidades-formadoras/


No dia 21 de Fevereiro, sábado, pelas 15h30, o Lugar Landescape, em Ovar, acolhe a segunda sessão de um conjunto de oficinas de escrita, dinamizadas por Liliana Macedo e Paulo Guerra dos Santos.
O tema desta data será o “Storytelling: começar é fácil”. Arranjar uma ideia pode ser simples, mas como é que a desenvolvemos? O que transforma uma frase num enredo que prende o leitor?
Nesta sessão o foco centra-se em contar a história e perceber que partes a compõem.
Vamos explorar-se receitas diversas, pois os palatos não são todos iguais! Aqui a frase ganha companhia. Em Fevereiro, os começos são fáceis e a continuação também.
A inscrição é obrigatória através do email lilianaalvesmacedo@hotmail.com
Mais info em: https://bit.ly/3NczGnL https://www.ovarnews.pt/oficina-trilhos-de-escrita-storytelling-no-lugar-landescape/
O PCP diz que o despedimento coletivo de 163 trabalhadores na Yazaki Saltano, de Ovar, como “ofensiva contra quem trabalha” e apela a que sejam revogadas “normas gravosas da legislação laboral”.
A direção regional alega que sob pretexto de "reestruturação", “impõe o lucro sobre a vida daqueles que produzem a riqueza”.
“A multinacional, após anos de apoios públicos e de isenções, 7 meses após concluir o processo de despedimento de 304 trabalhadores, deixa à sua mercê 163 trabalhadores e respectivas famílias”.
Recorda que o grupo multinacional Yazaki ,chegou a empregar mais de 7.000 trabalhadores em Portugal em 1996.
“Lembramos que esta empresa teve nos últimos 10 anos mais de 60 milhões de resultados líquidos positivos, em média 6 milhões por ano, o que torna ainda mais escandalosa a opção do despedimento destes trabalhadores".
"Este ataque é indissociável das opções do governo (PSD e CDS), demonstra o quão fácil é despedir em Portugal e que o Pacote Laboral só vem desequilibrar ainda mais a balança a favor do patronato e acelerar a destruição do aparelho produtivo nacional”.
Mantém viva a luta pela retirada do Pacote Laboral e “contra as normas gravosas da legislação laboral”. https://www.ovarnews.pt/pcp-ofensiva-contra-quem-trabalha/
A direção regional alega que sob pretexto de "reestruturação", “impõe o lucro sobre a vida daqueles que produzem a riqueza”.
“A multinacional, após anos de apoios públicos e de isenções, 7 meses após concluir o processo de despedimento de 304 trabalhadores, deixa à sua mercê 163 trabalhadores e respectivas famílias”.
Recorda que o grupo multinacional Yazaki ,chegou a empregar mais de 7.000 trabalhadores em Portugal em 1996.
“Lembramos que esta empresa teve nos últimos 10 anos mais de 60 milhões de resultados líquidos positivos, em média 6 milhões por ano, o que torna ainda mais escandalosa a opção do despedimento destes trabalhadores".
"Este ataque é indissociável das opções do governo (PSD e CDS), demonstra o quão fácil é despedir em Portugal e que o Pacote Laboral só vem desequilibrar ainda mais a balança a favor do patronato e acelerar a destruição do aparelho produtivo nacional”.
Mantém viva a luta pela retirada do Pacote Laboral e “contra as normas gravosas da legislação laboral”. https://www.ovarnews.pt/pcp-ofensiva-contra-quem-trabalha/
Há dois anos escrevi no OvarNews que a vacina da gripe não serve apenas para evitar dias de cama: também pode reduzir enfartes e AVC. Hoje há mais uma peça forte a apoiar essa mensagem: uma grande meta-análise (155 estudos, com dados até julho de 2024) conclui que várias infeções virais aumentam o risco de doença cardiovascular. ( Viral Infections and Risk of Cardiovascular Disease: Systematic Review and Meta-Analysis publicada no Journal of the American Heart Association)
A lógica é simples: durante uma infeção, o corpo entra num estado de inflamação, “sangue mais propenso a coagular”, batimento cardíaco mais rápido e maior stress sobre os vasos. Em quem já tem placas de colesterol nas artérias (muitas vezes sem saber), essa fase pode tornar as placas mais instáveis e facilitar trombos. Resultado: abre-se uma janela de vulnerabilidade em que o risco de enfarte e AVC sobe.
A janela de vulnerabilidade: quando o risco dispara
1) Gripe (Influenza): risco muito alto no primeiro mês — especialmente nos primeiros dias
Quando a gripe é confirmada por teste, observa-se cerca de 4 vezes mais risco de enfarte e cerca de 5 vezes mais risco de AVC no primeiro mês após a infeção.
2) COVID-19: risco aumentado nas primeiras semanas e pode prolongar-se
Após infeção por SARS-CoV-2, o risco de enfarte e AVC pode ser cerca de 3 vezes maior nas semanas seguintes, com evidência de aumento até várias semanas/meses depois.
3) Zona (Herpes zoster): pico logo a seguir e risco que pode manter-se por algum tempo
Após um episódio de zona, o risco de AVC aumenta mais nas primeiras semanas (aproximadamente 1,5 vezes mais), podendo manter-se elevado por alguns meses.
4) VIH: aqui não é uma janela curta — é um risco persistente
No VIH, o problema é a inflamação crónica ao longo do tempo. As pessoas com VIH têm, em média, cerca de 1,6 vezes mais risco de doença coronária e cerca de 1,5 vezes mais risco de AVC.
5) Hepatite C: risco crônico e cumulativo
Também na hepatite C, o risco tende a ser de longa duração: observa-se cerca de 1,3 vezes mais risco de doença coronária e cerca de 1,2 vezes mais risco de AVC.
A vacinação faz diferença?
Se infeções aumentam enfartes e AVC, prevenir infeção (ou pelo menos reduzir gravidade) é prevenção cardiovascular. E isto não é teoria: uma meta-análise de ensaios clínicos mostrou que a vacinação contra a gripe se associou a menos cerca de 34% de eventos cardiovasculares major (como enfarte/AVC e morte cardiovascular).
Traduzindo para o dia a dia:
Vacina da gripe: anual, antes do pico do inverno.
Vacinas COVID-19: reforços ajustados ao risco e às recomendações em vigor.
Vacina do zoster: reduz episódios de zona e complicações — e ajuda a evitar aquela fase pós-zona em que o risco de AVC sobe.
VIH e hepatite C: não são “problemas de pele” nem “só do fígado”. O equivalente à vacina aqui é prevenção, rastreio e tratamento, porque o risco é crónico.
O que é útil saber
Se tem fatores de risco (idade, hipertensão, diabetes, colesterol, tabaco, doença cardíaca), não adie vacinas sazonais.
Durante e nas semanas após uma infeção, não banalize sinais de alarme: dor no peito, falta de ar marcada, palpitações persistentes, fraqueza súbita de um lado do corpo, alteração da fala ou da visão.
Evite “compensar” com esforço intenso logo após infeção. Retoma gradual é bom senso. O corpo está a recuperar.
No VIH e na hepatite C, seguir tratamento e controlar o risco cardiovascular clássico (pressão, colesterol, açúcar, tabaco) é parte do mesmo pacote.
A ideia final é direta: uma infeção pode ser o gatilho que faltava para um enfarte ou um AVC em quem já tem risco. Vacinação (quando existe) e tratamento (quando é o caso) são maneiras concretas de fechar essa janela de vulnerabilidade e proteger mais do que os pulmões: proteger também o coração e o cérebro.
Por favor, não recuse as vacinas porque a vizinha disse que ficou gripada e com dores no corpo. A vizinha de certeza que não leu este estudo!
E esses efeitos secundários são normais, conhecidos e não duram tanto tempo como um enfarte ou um AVC.
Partilhe esta informação com todos e também com a vizinha que não gosta de vacinas.
Eurico Silva
Obrigado, Dr. Eurico.
Melhores Cumprimentos,
Susana Alves - Direção Comercial
Contacto: 926969900
A segunda, 19/01/2026, 01:39, Eurico Silva escreveu:
Bom ano,
aqui vai um artigo
Infecções virais: a “janela de risco” para enfarte e AVC. A vacinação também protege o coração!
Há dois anos escrevi no OvarNews que a vacina da gripe não serve apenas para evitar dias de cama: também pode reduzir enfartes e AVC. Hoje há mais uma peça forte a apoiar essa mensagem: uma grande meta-análise (155 estudos, com dados até julho de 2024) conclui que várias infeções virais aumentam o risco de doença cardiovascular. ( Viral Infections and Risk of Cardiovascular Disease: Systematic Review and Meta-Analysis publicada no Journal of the American Heart Association)
A lógica é simples: durante uma infeção, o corpo entra num estado de inflamação, “sangue mais propenso a coagular”, batimento cardíaco mais rápido e maior stress sobre os vasos. Em quem já tem placas de colesterol nas artérias (muitas vezes sem saber), essa fase pode tornar as placas mais instáveis e facilitar trombos. Resultado: abre-se uma janela de vulnerabilidade em que o risco de enfarte e AVC sobe.
A janela de vulnerabilidade: quando o risco dispara
1) Gripe (Influenza): risco muito alto no primeiro mês — especialmente nos primeiros dias
Quando a gripe é confirmada por teste, observa-se cerca de 4 vezes mais risco de enfarte e cerca de 5 vezes mais risco de AVC no primeiro mês após a infeção.
2) COVID-19: risco aumentado nas primeiras semanas e pode prolongar-se
Após infeção por SARS-CoV-2, o risco de enfarte e AVC pode ser cerca de 3 vezes maior nas semanas seguintes, com evidência de aumento até várias semanas/meses depois.
3) Zona (Herpes zoster): pico logo a seguir e risco que pode manter-se por algum tempo
Após um episódio de zona, o risco de AVC aumenta mais nas primeiras semanas (aproximadamente 1,5 vezes mais), podendo manter-se elevado por alguns meses.
4) VIH: aqui não é uma janela curta — é um risco persistente
No VIH, o problema é a inflamação crónica ao longo do tempo. As pessoas com VIH têm, em média, cerca de 1,6 vezes mais risco de doença coronária e cerca de 1,5 vezes mais risco de AVC.
5) Hepatite C: risco crônico e cumulativo
Também na hepatite C, o risco tende a ser de longa duração: observa-se cerca de 1,3 vezes mais risco de doença coronária e cerca de 1,2 vezes mais risco de AVC.
A vacinação faz diferença?
Se infeções aumentam enfartes e AVC, prevenir infeção (ou pelo menos reduzir gravidade) é prevenção cardiovascular. E isto não é teoria: uma meta-análise de ensaios clínicos mostrou que a vacinação contra a gripe se associou a menos cerca de 34% de eventos cardiovasculares major (como enfarte/AVC e morte cardiovascular).
Traduzindo para o dia a dia:
Vacina da gripe: anual, antes do pico do inverno.
Vacinas COVID-19: reforços ajustados ao risco e às recomendações em vigor.
Vacina do zoster: reduz episódios de zona e complicações — e ajuda a evitar aquela fase pós-zona em que o risco de AVC sobe.
VIH e hepatite C: não são “problemas de pele” nem “só do fígado”. O equivalente à vacina aqui é prevenção, rastreio e tratamento, porque o risco é crónico.
O que é útil saber
Se tem fatores de risco (idade, hipertensão, diabetes, colesterol, tabaco, doença cardíaca), não adie vacinas sazonais.
Durante e nas semanas após uma infeção, não banalize sinais de alarme: dor no peito, falta de ar marcada, palpitações persistentes, fraqueza súbita de um lado do corpo, alteração da fala ou da visão.
Evite “compensar” com esforço intenso logo após infeção. Retoma gradual é bom senso. O corpo está a recuperar.
No VIH e na hepatite C, seguir tratamento e controlar o risco cardiovascular clássico (pressão, colesterol, açúcar, tabaco) é parte do mesmo pacote.
A ideia final é direta: uma infeção pode ser o gatilho que faltava para um enfarte ou um AVC em quem já tem risco. Vacinação (quando existe) e tratamento (quando é o caso) são maneiras concretas de fechar essa janela de vulnerabilidade e proteger mais do que os pulmões: proteger também o coração e o cérebro.
Por favor, não recuse as vacinas porque a vizinha disse que ficou gripada e com dores no corpo. A vizinha de certeza que não leu este estudo!
E esses efeitos secundários são normais, conhecidos e não duram tanto tempo como um enfarte ou um AVC.
Partilhe esta informação com todos e também com a vizinha que não gosta de vacinas.
Eurico Silva - USF João Semana Ovar https://www.ovarnews.pt/a-vacinacao-tambem-protege-o-coracao-por-dr-eurico-silva/
Projetar um sistema de iluminação de emergência robusto é uma das responsabilidades mais críticas no planejamento de edifícios comerciais. Em ambientes como torres de escritórios, shoppings, hospitais e instalações industriais, a visibilidade durante quedas de energia inesperadas pode ser uma questão de segurança de vida. Esses sistemas devem fornecer iluminação confiável que guie os ocupantes até as saídas, ao mesmo tempo em que apoiam uma evacuação ordenada.
Para isso, os planeadores precisam de avaliações estruturadas, instalações precisas e instrumentos elétricos bem selecionados que garantam um desempenho confiável em condições exigentes. Vamos aprender como planejar um sistema de iluminação de emergência eficaz e as principais estratégias para garantir um desempenho confiável quando mais importa.
Realizar uma avaliação completa do edifício
Uma estratégia sólida de iluminação de emergência começa com uma avaliação aprofundada da estrutura e do fluxo operacional do edifício. Todos os corredores, escadas, pontos de reunião e zonas de alto risco devem ser cuidadosamente estudados. Esta avaliação garante que as luminárias sejam colocadas onde terão o máximo impacto durante uma falha de energia.
Identificar potenciais obstáculos, cantos cegos ou áreas com elevada ocupação ajuda os projetistas a incorporar equipamentos e dispositivos que mantêm a clareza e a orientação visual em todos os momentos. Esta fase também garante a conformidade com os códigos de segurança regulamentares e as normas de engenharia.
Escolher os tipos certos de iluminação de emergência
Um sistema eficaz requer a seleção das categorias certas de luminárias de iluminação de emergência. As propriedades comerciais normalmente dependem de três tipos principais:
● Iluminação de rotas de fuga: garante visibilidade clara ao longo dos caminhos que conduzem às saídas.
● Iluminação antipânico: reduz a confusão e ajuda os ocupantes a reconhecerem o ambiente em áreas maiores.
● Sinalização luminosa de saída: fornece orientação direcional inequívoca quando a iluminação normal falha.
Para atender a esses requisitos, os planejadores devem implantar equipamentos elétricos que ofereçam confiabilidade, resistência e brilho consistente. A escolha das luminárias deve refletir a natureza do ambiente. Zonas de alto tráfego, áreas de maquinário e centros operacionais geralmente precisam de dispositivos reforçados, capazes de manter a iluminação sob estresse.
Projetar uma estrutura de alimentação elétrica fiável
Um componente essencial de qualquer configuração de iluminação de emergência é a sua fonte de alimentação de reserva. Uma vez que estes sistemas são ativados quando o fornecimento elétrico principal é interrompido, a solução de reserva deve ser fiável e imediata. As opções incluem sistemas de baterias centrais, redes suportadas por geradores e luminárias com baterias autónomas. Cada opção deve ser avaliada com base no tamanho do edifício, nas capacidades de manutenção e nos requisitos energéticos.
A incorporação de equipamentos fiáveis garante que o sistema de iluminação faça a transição suave durante um apagão, sem atrasos que possam comprometer a segurança. Testes de rotina de baterias, condições de tensão e circuitos de reserva devem fazer parte de uma estratégia de manutenção contínua.
Integração de dispositivos avançados de monitorização e controlo
Os edifícios comerciais modernos beneficiam da utilização de dispositivos de controlo inteligentes nas redes de iluminação de emergência. Instrumentos de teste automatizados, ferramentas de diagnóstico e sensores de monitorização ajudam os gestores das instalações a identificar falhas muito antes que estas se agravem. Estas tecnologias monitorizam a prontidão do sistema, o desempenho das baterias e o estado das luminárias, garantindo que toda a rede permanece totalmente operacional em todos os momentos.
Ao incorporar esses dispositivos, as organizações reduzem os esforços de inspeção manual e garantem a deteção imediata de defeitos, reforçando assim a preparação geral para a segurança.
Colocação estratégica de luminárias
A colocação adequada é um componente vital do design eficaz do sistema. Os dispositivos de iluminação devem ser instalados em intervalos consistentes ao longo das rotas de fuga para eliminar manchas escuras ou sombras. Deve ser dada especial atenção a escadas, rampas, elevadores, casas de banho, salas técnicas e grandes áreas públicas.
As luminárias devem ser incorporadas em todos os pontos onde as mudanças de direção ou elementos estruturais possam obstruir a visibilidade. Esta estratégia de colocação garante que o caminho de evacuação permaneça visível e intuitivo, mesmo em condições de grande stress.
Estabelecer uma estrutura de manutenção sólida
Para que a iluminação de emergência funcione sem interrupções, são essenciais protocolos de manutenção rigorosos. As baterias devem ser testadas quanto à retenção de carga, as luminárias devem ser limpas e examinadas quanto ao desgaste e os instrumentos elétricos devem ser calibrados para preservar a precisão. As inspeções de rotina ajudam a prolongar a vida útil do equipamento e a manter a conformidade com as normas de segurança.
Uma rotina de manutenção consistente garante que o sistema funcione perfeitamente durante emergências reais, quando mesmo pequenas falhas podem se transformar em riscos graves.
Marcas de confiança garantem iluminação de emergência fiável
Antes de concluir, é importante enfatizar o valor da colaboração com uma marca elétrica de renome ao projetar sistemas de iluminação de emergência. Marcas estabelecidas fabricam equipamentos de alta qualidade, cumprem normas de teste rigorosas e fornecem dispositivos duráveis que resistem às exigências operacionais a longo prazo. A sua experiência garante que os projetistas de edifícios possam implementar instrumentos elétricos e equipamentos de iluminação que ofereçam um desempenho consistente, seguro e eficiente.
Trabalhar com nomes confiáveis do setor aumenta a confiabilidade do sistema, reduz falhas inesperadas e apoia a conformidade com as normas de segurança.
https://www.ovarnews.pt/como-projetar-uma-iluminacao-de-emergencia-eficaz-para-edificios-comerciais/


António José Seguro foi o candidato mais votado no concelho de Ovar na primeira volta das eleições presidenciais realizadas este domingo.
O candidato apoiado pelo PS recolheu 9.825 votos (32,37%).
André Ventura, líder do Chega, surge em segundo lugar com 6.125 votos (20,18%).
João Cotrim Figueiredo, eurodeputado, ex-líder da Iniciativa Liberal, surge em terceiro lugar, com 4.770 votos (15,72%).
O Almirante Gouveia e Melo é o quarto mais votado no concelho, com 4.166 votos (13,73%) seguindo-se Luís Marques Mendes, em quinto, com 3.781 votos (12,46%).
A segunda volta está marcada para 8 de fevereiro. https://www.ovarnews.pt/presidenciais26-antonio-jose-seguro-e-o-candidato-mais-votado-no-concelho-de-ovar/
domingo, janeiro 18, 2026


Responda a uma pergunta simples sobre o resultado destas Presidenciais 2026 no concelho de Ovar na story das nossas redes sociais: Facebook, Instagram e Tiktok. https://www.ovarnews.pt/questionario-resultados-eleicoes-presidenciais-2026/


Na receção ao Cesarense, esta tarde de domingo, no Marques da Silva, a Ovarense não encontrou o caminho da baliza. Nem que o jogo durasse até amanhã de manhã a bola entraria contra uma equipa que estacionou dois autocarros à frente da baliza.
Os vareiros, que permitem a aproximação do SC Espinho, queixam-se que foi perdoada uma grande penalidade aos forasteiros.
Resultados e classificação. https://www.ovarnews.pt/vareiros-nao-conseguiram-desfazer-o-nulo-frente-ao-cesarense/


Automobilistas foram confrontados com um carro a arder na A29, junto à saída para Ovar, no sentido norte-sul, durante a tarde deste domingo.
Os Bombeiros de Ovar foram chamados às 16h15, assim como a Brigada de Trânsito e a Ascendi.
De acordo com o Comando Sub-Regional de Aveiro, o condutor e o passageiro que seguiam no carro "estão em segurança". https://www.ovarnews.pt/viatura-ligeira-a-arder-na-a29-em-ovar/


Três indivíduos foram esfaqueados na madrugada deste sábado na sequência de uma agressão ocorrida junto a uma discoteca, em Paços de Brandão.
O alerta foi dado às 04h34, com as vítimas, de 29, 30 e 34 anos, a terem de ser socorridas pelos Bombeiros da Feira e pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Feira, sendo depois hospitalizadas na unidade hospitalar do concelho.
Um suspeito já foi detido pela GNR de Lamas.
Tudo terá começado após uma discussão no interior da discoteca. A PJ foi entretanto acionada. https://www.ovarnews.pt/tres-homens-esfaqueados-em-santa-maria-da-feira/


Há descobertas que não se anunciam com o estrépito das grandes datas ou das batalhas decisivas, mas que, silenciosamente, alteram a forma como nos vemos a nós próprios. As recentes pegadas de Neandertais identificadas na costa algarvia pertencem a essa categoria discreta e profunda da História: não falam de reis, nem de impérios, mas de passos — passos humanos, demasiado humanos — deixados na areia há cerca de oitenta mil anos.
Naquele tempo remoto, quando o litoral do que hoje chamamos Algarve se apresentava mais amplo e selvagem, pequenos grupos de Neandertais percorriam a orla costeira. Não sabemos os seus nomes, não conhecemos as suas palavras, mas agora conhecemos algo ainda mais íntimo: a forma como caminhavam. Adultos e crianças avançavam juntos, lado a lado, deixando impressões que o acaso geológico decidiu preservar para nós, habitantes tardios desta mesma paisagem.
É difícil não sentir um certo desconforto intelectual perante este achado. Durante muito tempo, habituámo-nos a pensar os Neandertais como figuras sombrias, quase caricaturais, confinadas a grutas e a climas hostis. A ciência, porém, tem vindo a desmontar pacientemente esse preconceito moderno. As pegadas algarvias mostram-nos comunidades organizadas, familiares, perfeitamente adaptadas ao ambiente costeiro — capazes de explorar recursos marinhos, de se deslocar com conhecimento do território e, sobretudo, de viver em grupo.
Estas marcas no solo dizem-nos algo que os ossos e as ferramentas raramente conseguem dizer: os Neandertais não apenas sobreviveram — viveram. Caminharam, pararam, observaram o mar, conduziram crianças pelo mesmo chão onde hoje estendemos toalhas de praia. O tempo que nos separa deles é imenso; a distância humana, afinal, é curta.
Para a História de Portugal, esta descoberta tem um valor simbólico notável. O território português, tantas vezes apresentado apenas como palco tardio da História europeia, surge aqui como espaço antigo de humanidade, profundamente enraizado na pré-história do continente. Muito antes de portucalenses, de reinos ou de fronteiras, já havia vida social, movimento e pertença neste extremo ocidental da Europa.
Talvez o maior mérito destas pegadas seja lembrar-nos que a História não começa com a escrita, nem sequer com a agricultura. Começa com um gesto simples: um pé pousado no chão, seguido de outro, num caminho que ninguém sabe onde termina. Os Neandertais do Algarve não sabiam que estavam a fazer História. E, no entanto, ao caminharem, fizeram-na.
Hoje, ao reconhecermos essas marcas antigas, não estamos apenas a estudar o passado. Estamos, de certa forma, a reconhecer que a longa caminhada humana — com todas as suas rupturas e continuidades — também passou por aqui.
Paulo Freitas do Amaral, Professor, Historiador e Autor
https://www.ovarnews.pt/quando-os-neandertais-caminharam-a-beira-mar-do-algarve-por-paulo-freitas-do-amaral/
sábado, janeiro 17, 2026
𝐀 𝐘𝐚𝐳𝐚𝐤𝐢 𝐒𝐚𝐥𝐭𝐚𝐧𝐨 𝐚𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐨𝐮, 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐯𝐞𝐳 𝐧𝐮𝐦 𝐜𝐮𝐫𝐭𝐨 𝐞𝐬𝐩𝐚𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨, 𝐮𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐥𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐬𝐚̃𝐨. 𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟓 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐝𝐢𝐝𝐨𝐬 𝟑𝟎𝟒 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐞, 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚, 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝟏𝟔𝟑, confirmando os 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐧𝐡𝐚𝐦 𝐬𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐫𝐞𝐩𝐞𝐭𝐢𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐚𝐮𝐭𝐚𝐫𝐜𝐚𝐬 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐧𝐚𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐚𝐬 𝐑𝐞𝐮𝐧𝐢𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐞 𝐧𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐀𝐬𝐬𝐞𝐦𝐛𝐥𝐞𝐢𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥. Em todas essas ocasiões, o atual executivo respondeu que não existiam quaisquer evidências de que tal cenário viesse a concretizar-se. Afinal, concretizou-se.
Trata-se de uma empresa instalada em Ovar há várias décadas, cuja atividade no setor automóvel atravessa, como é sabido, um período de instabilidade associado a profundas transformações do mercado e à pressão dos mercados emergentes. Ainda assim, é essencial afirmar que as empresas devem assumir uma responsabilidade social e comunitária efetiva. Não podem servir-se de países e de pessoas apenas enquanto as condições lhes são absolutamente favoráveis, descartando trabalhadores quando surgem dificuldades.
A economia deve ter regras claras, para que não sejam sempre os mesmos a pagar as crises: os trabalhadores. Esta realidade contraria, aliás, toda a retórica segundo a qual a legislação laboral portuguesa seria excessivamente rígida e demasiado protecionista. Como afirmou recentemente o SITE, sindicato que acompanha este momento dramático vivido pelos trabalhadores e pelas suas famílias, afinal, não é difícil despedir em Portugal.
Também as entidades públicas não podem continuar a assobiar para o lado. Quer ao nível local, nomeadamente as autarquias, quer ao nível nacional, é indispensável uma fiscalização rigorosa e sem complacências. Em particular, deve ser impedido que empresas que promovem despedimentos recorram posteriormente ao trabalho precário para substituir trabalhadores dispensados. Apesar de essa possibilidade constar das intenções do Governo no âmbito da anunciada reforma laboral, tal prática representa um profundo desrespeito pelas pessoas e pelo trabalho que prestaram.
Num contexto global, a economia tem igualmente de obedecer a regras. A deslocalização de empresas para países onde “se trabalha por um prato de arroz”, deixando para trás desemprego, pobreza e incerteza, não pode continuar sem consequências. E, como tantas vezes acontece, acaba por ser o Estado Social, que muitos pretendem fragilizar ou eliminar, a suportar os custos desta insensibilidade empresarial.
É, por isso, urgente que todos ajam na proteção daqueles cujo trabalho, dedicação e empenho não foram devidamente reconhecidos. 𝐀 𝐀𝐮𝐭𝐚𝐫𝐪𝐮𝐢𝐚 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐦𝐨𝐛𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐜𝐚𝐧𝐢𝐬𝐦𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐚𝐥𝐜𝐚𝐧𝐜𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐚𝐫 𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐞 𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬, 𝐞𝐦 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨.
𝐏𝐨𝐫 𝐟𝐢𝐦, 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐬𝐮𝐛𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐚 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐳𝐨𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐥𝐡𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐫𝐢𝐚𝐥, 𝐦𝐨𝐝𝐞𝐫𝐧𝐚𝐬, 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐞 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐳𝐞𝐬 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐨́ 𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐫 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐠𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐭𝐚𝐦𝐛𝐞́𝐦 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐬𝐨𝐫𝐯𝐞𝐫 𝐜𝐡𝐨𝐪𝐮𝐞𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐯𝐨𝐜𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐞𝐝𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬. 𝐃𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝟏𝟐 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨 𝐨𝐮 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐟𝐨𝐢 𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐧𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐦𝐚𝐭𝐞́𝐫𝐢𝐚, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐥𝐞́𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐠𝐞𝐬𝐭𝐚̃𝐨 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚𝐥. 𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐟𝐢𝐜𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐝𝐨 𝐚 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐬𝐭𝐢𝐫, 𝐞 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚.
É isto que deve estar no centro da política: a melhoria do território, a valorização da economia local e a proteção das pessoas. 𝐋𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐢𝐧𝐞́𝐫𝐜𝐢𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐬𝐞 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐬𝐚𝐦 𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫, 𝐦𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐬𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐯𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐢𝐠𝐧𝐨𝐫𝐚𝐝𝐚.
Os Vereadores eleitos pelo PS Ovar
Emanuel Oliveira , Fernando Camelo de Almeida e Eva Oliveira
https://www.ovarnews.pt/ps-os-despedimentos-na-yazaki-saltano/
O Sporting qualificou-se para a final 4 da Taça de Portugal de basquetebol, ao vencer a Ovarense, na Arena de Ovar, por 85-70.
🏀 Ovarense GAVEX 70-85 Sporting CP
🏆#TaçaDePortugalMasculina | Oitavos de Final
📌 Arena de Ovar
⭐ Brandon Johns (11pts, 9res - 21val)
📊 tinyurl.com/y2vax2dj https://www.ovarnews.pt/ovarense-eliminada-da-taca-pelo-sporting/
🏀 Ovarense GAVEX 70-85 Sporting CP
🏆#TaçaDePortugalMasculina | Oitavos de Final
📌 Arena de Ovar
⭐ Brandon Johns (11pts, 9res - 21val)
📊 tinyurl.com/y2vax2dj https://www.ovarnews.pt/ovarense-eliminada-da-taca-pelo-sporting/
Zero em Comportamento é uma associação nasceu em dezembro de 2000 e, desde logo afirmou-se como uma alternativa à exibição comercial de cinema em Lisboa, apostando na reposição de filmes e, principalmente, na apresentação de títulos inéditos em Portugal.
Entre 2001 e 2003, a sua atividade esteve centrada na programação do Cine-Estúdio 222. Em 2004, organizou a primeira edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema Independente, atualmente um dos maiores e mais importantes festivais portugueses.
Desde finais de 2013, a associação passou a focar-se mais no público mais jovem e infantil. Consciente da falta de oferta de cinema de qualidade para este público tão importante e ainda tão “moldável”, a Zero em Comportamento preocupa-se em disponibilizar filmes de grande qualidade artística mas que, ao mesmo tempo, apresentam um conteúdo de significativo valor educativo e que, portanto, são perfeitos para os educadores (pais e professores) abordarem diversas questões fundamentais para o crescimento das crianças e jovens enquanto seres humanos conscientes e críticos do mundo em que vivemos.
O ciclo arranca este domingo, 18 de janeiro, na Escola de Artes e Ofícios, para uma vez por mês, garantir uma hora de diversão e de pedagogia a toda a família. Em cada sessão será entregue uma ficha de exploração pedagógica que permite aos adultos conversar com as crianças sobre os conteúdos apresentados, contribuindo, desta forma, para o crescimento das crianças e jovens enquanto seres humanos conscientes e críticos do mundo em que vivemos.
JANEIRO 2026
SINOPSE DA SESSÃO
Sessão com a história de uma estrelinha que tenta regressar a casa, para celebrar o seu último aniversário em família. De seguida, conhecemos o rapaz bolota, que procura descobrir um mundo novo, mas antes tem de aprender a andar. Logo depois, uma jovem recebe a ajuda de uma fada que transforma tudo à sua volta, fazendo-nos lembrar as princesas da Disney. Segue-se uma animação acerca de um menino especial e da forma como lida com o bullying, e depois outra que nos faz pensar sobre o que aconteceria se todas as abelhas do mundo desaparecessem. Há tempo para um piquenique com a família da Miriam e também para o pânico total, com situações caricatas que acontecem no dia-a-dia. Finalizamos ao ritmo de um grupo de bateristas que planeia um verdadeiro assalto musical. Vamos ao cinema?
ALINHAMENTO DOS FILMES
1 – A ESTRELINHA QUE VOLTOU PARA CASA
Mitra Shahidi, Animação, EUA, 2023, 10 min.
Um espírito de uma estrelinha viaja de volta a casa, para celebrar o seu aniversário com a família pela última vez. Após ser desviada do caminho, tem de percorrer a cidade antes que o tempo se esgote.
2 – O RAPAZ BOLOTA
Dace Riduze, Animação, Letónia, 2011, 10 min.
Uma menina cria personagens a partir das ofertas que o Outono lhe traz. Uma delas, o pequeno Rapaz Bolota, perde-se acidentalmente na relva. Ele quer descobrir este mundo novo, mas antes tem de aprender a andar. Enquanto procura o seu chapéu, chega à aldeia dos insetos, onde vai encontrar surpresas e novas aventuras.
3 – A TRANSFORMAÇÃO
Martin Vermelen, Matthieu Hassan, Esla Bréhin, Animação, França, 2010, 7 min.
A Transformação é uma homenagem às princesas da Disney. Conta-nos a estória de uma jovem limpando o seu apartamento que se encontra em péssimo estado. Quando se deixa apoderar pela fadiga, eis que aparece uma ajuda especial: uma fada.
4 – IAN, UMA HISTÓRIA SOBRE INCLUSÃO
Abel Goldfarb, Animação, Argentina, 2018, 9 min.
Ian nasceu com paralisia cerebral. Como qualquer criança, ele também quer ter amigos, mas a discriminação e o bullying afastam-no do recreio. No entanto, a sua persistência e força interior desencadearão algo surpreendente. Subitamente o seu redor é preenchido com cores vivas, vida e ação.
5 – A TERRA NAS MINHAS MÃOS – SEM ABELHAS
Nicolás Conte, Animação, Argentina, 2016, 5 min.
O que aconteceria se todas as abelhas do mundo desaparecessem? Mara, com a ajuda do seu gato Pantufla e com um pouco de imaginação, descobre uma solução para salvar o Planeta Terra.
6 – AS AVENTURAS DE MIRIAM: O PIQUENIQUE
Andrés Tenusaar, Animação, Estónia, 2007, 5 min.
Neste passeio de família, enquanto os pais preparam a mesa para o piquenique, os miúdos brincam no campo. A Galinha tremendo, passeia por uma horta com medo de encontrar um espantalho.
Enquanto todos a observam, o irmão mais novo encontra uma cobra, mas esta Galinha é valente, e pretende ser o herói do dia.
7 – PÂNICO
Joost Nieuwma, Daan Velsink, Animação, Holanda, 2015, 6 min
Será que deixei a porta de casa aberta? Será que fechei as luzes? Será que o meu filho fica bem sozinho, durante a minha ausência? A quem é que isto nunca aconteceu?
8 – MÚSICA PARA UM APARTAMENTO E SEIS BATERISTAS
Johannes Stjarne Nilsson e Ola Simonssen, Ficção, Suécia, 2001, 10 min.
Seis bateristas participam num plano musical de ataque nos subúrbios. Um velho casal deixa o seu apartamento e imediatamente a seguir os bateristas tomam-no de assalto.
https://www.ovarnews.pt/filminhos-infantis-a-solta-em-ovar-pela-associacao-cultural-zero-em-comportamento/
Entre 2001 e 2003, a sua atividade esteve centrada na programação do Cine-Estúdio 222. Em 2004, organizou a primeira edição do IndieLisboa – Festival Internacional de Cinema Independente, atualmente um dos maiores e mais importantes festivais portugueses.
Desde finais de 2013, a associação passou a focar-se mais no público mais jovem e infantil. Consciente da falta de oferta de cinema de qualidade para este público tão importante e ainda tão “moldável”, a Zero em Comportamento preocupa-se em disponibilizar filmes de grande qualidade artística mas que, ao mesmo tempo, apresentam um conteúdo de significativo valor educativo e que, portanto, são perfeitos para os educadores (pais e professores) abordarem diversas questões fundamentais para o crescimento das crianças e jovens enquanto seres humanos conscientes e críticos do mundo em que vivemos.
O ciclo arranca este domingo, 18 de janeiro, na Escola de Artes e Ofícios, para uma vez por mês, garantir uma hora de diversão e de pedagogia a toda a família. Em cada sessão será entregue uma ficha de exploração pedagógica que permite aos adultos conversar com as crianças sobre os conteúdos apresentados, contribuindo, desta forma, para o crescimento das crianças e jovens enquanto seres humanos conscientes e críticos do mundo em que vivemos.
JANEIRO 2026
SINOPSE DA SESSÃO
Sessão com a história de uma estrelinha que tenta regressar a casa, para celebrar o seu último aniversário em família. De seguida, conhecemos o rapaz bolota, que procura descobrir um mundo novo, mas antes tem de aprender a andar. Logo depois, uma jovem recebe a ajuda de uma fada que transforma tudo à sua volta, fazendo-nos lembrar as princesas da Disney. Segue-se uma animação acerca de um menino especial e da forma como lida com o bullying, e depois outra que nos faz pensar sobre o que aconteceria se todas as abelhas do mundo desaparecessem. Há tempo para um piquenique com a família da Miriam e também para o pânico total, com situações caricatas que acontecem no dia-a-dia. Finalizamos ao ritmo de um grupo de bateristas que planeia um verdadeiro assalto musical. Vamos ao cinema?
ALINHAMENTO DOS FILMES
1 – A ESTRELINHA QUE VOLTOU PARA CASA
Mitra Shahidi, Animação, EUA, 2023, 10 min.
Um espírito de uma estrelinha viaja de volta a casa, para celebrar o seu aniversário com a família pela última vez. Após ser desviada do caminho, tem de percorrer a cidade antes que o tempo se esgote.
2 – O RAPAZ BOLOTA
Dace Riduze, Animação, Letónia, 2011, 10 min.
Uma menina cria personagens a partir das ofertas que o Outono lhe traz. Uma delas, o pequeno Rapaz Bolota, perde-se acidentalmente na relva. Ele quer descobrir este mundo novo, mas antes tem de aprender a andar. Enquanto procura o seu chapéu, chega à aldeia dos insetos, onde vai encontrar surpresas e novas aventuras.
3 – A TRANSFORMAÇÃO
Martin Vermelen, Matthieu Hassan, Esla Bréhin, Animação, França, 2010, 7 min.
A Transformação é uma homenagem às princesas da Disney. Conta-nos a estória de uma jovem limpando o seu apartamento que se encontra em péssimo estado. Quando se deixa apoderar pela fadiga, eis que aparece uma ajuda especial: uma fada.
4 – IAN, UMA HISTÓRIA SOBRE INCLUSÃO
Abel Goldfarb, Animação, Argentina, 2018, 9 min.
Ian nasceu com paralisia cerebral. Como qualquer criança, ele também quer ter amigos, mas a discriminação e o bullying afastam-no do recreio. No entanto, a sua persistência e força interior desencadearão algo surpreendente. Subitamente o seu redor é preenchido com cores vivas, vida e ação.
5 – A TERRA NAS MINHAS MÃOS – SEM ABELHAS
Nicolás Conte, Animação, Argentina, 2016, 5 min.
O que aconteceria se todas as abelhas do mundo desaparecessem? Mara, com a ajuda do seu gato Pantufla e com um pouco de imaginação, descobre uma solução para salvar o Planeta Terra.
6 – AS AVENTURAS DE MIRIAM: O PIQUENIQUE
Andrés Tenusaar, Animação, Estónia, 2007, 5 min.
Neste passeio de família, enquanto os pais preparam a mesa para o piquenique, os miúdos brincam no campo. A Galinha tremendo, passeia por uma horta com medo de encontrar um espantalho.
Enquanto todos a observam, o irmão mais novo encontra uma cobra, mas esta Galinha é valente, e pretende ser o herói do dia.
7 – PÂNICO
Joost Nieuwma, Daan Velsink, Animação, Holanda, 2015, 6 min
Será que deixei a porta de casa aberta? Será que fechei as luzes? Será que o meu filho fica bem sozinho, durante a minha ausência? A quem é que isto nunca aconteceu?
8 – MÚSICA PARA UM APARTAMENTO E SEIS BATERISTAS
Johannes Stjarne Nilsson e Ola Simonssen, Ficção, Suécia, 2001, 10 min.
Seis bateristas participam num plano musical de ataque nos subúrbios. Um velho casal deixa o seu apartamento e imediatamente a seguir os bateristas tomam-no de assalto.
https://www.ovarnews.pt/filminhos-infantis-a-solta-em-ovar-pela-associacao-cultural-zero-em-comportamento/
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