Fórmula 1
O rapaz tem futuro
GP Austrália: Tiago Monteiro
qualifica-se à frente de Schumacher
O piloto português Tiago Monteiro terminou hoje a primeira sessão de qualificação para o Grande Prémio da Austrália de Fórmula 1 de amanhã em 13º lugar. Condicionado por uma gripe, o estreante ficou ainda assim à frente do campeão Michael Schumacher, que terminou em último. O italiano Giancarlo Fisichella, da Renault, fez o tempo mais rápido.
sábado, março 05, 2005
sexta-feira, março 04, 2005
França vai tomar posse
na Assembleia da República
O ex-presidente da Câmara Municipal de Ovar, Armando França, eleito deputado por Aveiro na Assembleia da República marcou, vai tomar posse no hemiciclo.
Com a Câmara Municipal de Ovar para trás, um lugar no Parlamento é o que o antigo presidente da câmara municipal ovarense tem como mais certo, mas o seu nome tem sido ventilado para outras situações. Fala-se, por exemplo, na possibilidade de o socialista poder viajar para o Parlamento Europeu. Para que isso acontecesse, o Primeiro-Ministro José Sócrates teria que chamar um dos deputados do PS eleitos no Parlamento Europeu para integrar o seu Governo, abrindo uma vaga que seria imediatamente preenchida por França.
A hipótese é muito concreta, mas França, de momento, prefere não comentar. «Na verdade, essa possibilidade pode colocar-se, mas penso que não vale a pena estar a falar sobre cenários», respondeu ao Diário de Aveiro.
Mais remota é a possibilidade de pode vir a fazer parte do próximo Governo, integrando, por exemplo, uma secretaria de Estado. Armando França também prefere não comentar esta hipótese que se pode colocar no seu futuro imediato. «Neste momento, o meu gosto vai para fazer um bom trabalho parlamentar e é nisso que estou concentrado», afirmou.
na Assembleia da República
O ex-presidente da Câmara Municipal de Ovar, Armando França, eleito deputado por Aveiro na Assembleia da República marcou, vai tomar posse no hemiciclo.
Com a Câmara Municipal de Ovar para trás, um lugar no Parlamento é o que o antigo presidente da câmara municipal ovarense tem como mais certo, mas o seu nome tem sido ventilado para outras situações. Fala-se, por exemplo, na possibilidade de o socialista poder viajar para o Parlamento Europeu. Para que isso acontecesse, o Primeiro-Ministro José Sócrates teria que chamar um dos deputados do PS eleitos no Parlamento Europeu para integrar o seu Governo, abrindo uma vaga que seria imediatamente preenchida por França.
A hipótese é muito concreta, mas França, de momento, prefere não comentar. «Na verdade, essa possibilidade pode colocar-se, mas penso que não vale a pena estar a falar sobre cenários», respondeu ao Diário de Aveiro.
Mais remota é a possibilidade de pode vir a fazer parte do próximo Governo, integrando, por exemplo, uma secretaria de Estado. Armando França também prefere não comentar esta hipótese que se pode colocar no seu futuro imediato. «Neste momento, o meu gosto vai para fazer um bom trabalho parlamentar e é nisso que estou concentrado», afirmou.
Esmoriz
Idosa foi espancada e violada
dentro de casa por assaltante
Foi a segunda vez, em três meses, que a mulher, de 79 anos, foi assaltada no interior da habitação Foi pedir ajuda, em camisa de noite e toda ensanguentada, a um vizinho. Uma mulher, de 79 anos, foi violentamente agredida e violada, anteontem, cerca das 23.30 horas, na Rua do Pocalvo, em Esmoriz. A violação foi perpetrada por um indivíduo, que entrou na residência da vítima, Ana Maria, depois de ter partido o vidro de uma janela.
A primeira pessoa a prestar auxílio à senhora foi o vizinho da frente, Jorge Alves Domingos. "Estava com a minha mulher na sala e, quando estávamos quase a ir para a cama, ouvimos um barulho no estore. A minha mulher foi ver o que era e disse-me logo que era a senhora Ana, que tinha sido assaltada. Ela estava em camisa de noite, com a cara toda ensanguentada, a tremer muito e pediu-me para chamar os bombeiros", lembrou.
Enquanto a ambulância não chegava, Ana Maria voltou, com os vizinhos, ao local do crime. A senhora vive numa pequena habitação, nas traseiras da moradia de que toma conta na ausência dos donos.
Jorge Alves Domingos contou o que viu "A cama estava toda remexida e a roupa espalhada pelo chão. A senhora Ana disse que o homem a apanhou a dormir e que seria o mesmo que, há cerca de três meses, já a havia assaltado em casa. Afirmou, ainda, que ele tinha um cheiro esquisito. Da primeira vez, levou 60 euros e revolveu tudo. Ontem (anteontem) não levou nada".(«JN»)
Idosa foi espancada e violada
dentro de casa por assaltante
Foi a segunda vez, em três meses, que a mulher, de 79 anos, foi assaltada no interior da habitação Foi pedir ajuda, em camisa de noite e toda ensanguentada, a um vizinho. Uma mulher, de 79 anos, foi violentamente agredida e violada, anteontem, cerca das 23.30 horas, na Rua do Pocalvo, em Esmoriz. A violação foi perpetrada por um indivíduo, que entrou na residência da vítima, Ana Maria, depois de ter partido o vidro de uma janela.
A primeira pessoa a prestar auxílio à senhora foi o vizinho da frente, Jorge Alves Domingos. "Estava com a minha mulher na sala e, quando estávamos quase a ir para a cama, ouvimos um barulho no estore. A minha mulher foi ver o que era e disse-me logo que era a senhora Ana, que tinha sido assaltada. Ela estava em camisa de noite, com a cara toda ensanguentada, a tremer muito e pediu-me para chamar os bombeiros", lembrou.
Enquanto a ambulância não chegava, Ana Maria voltou, com os vizinhos, ao local do crime. A senhora vive numa pequena habitação, nas traseiras da moradia de que toma conta na ausência dos donos.
Jorge Alves Domingos contou o que viu "A cama estava toda remexida e a roupa espalhada pelo chão. A senhora Ana disse que o homem a apanhou a dormir e que seria o mesmo que, há cerca de três meses, já a havia assaltado em casa. Afirmou, ainda, que ele tinha um cheiro esquisito. Da primeira vez, levou 60 euros e revolveu tudo. Ontem (anteontem) não levou nada".(«JN»)
quinta-feira, março 03, 2005
PSD de Ovar apoia Marques Mendes
A comissão política concelhia do PSD de Ovar vai apoiar a candidatura de Marques Mendes à presidência nacional do partido, seguindo de resto a vontade demonstrada pelo líder, Álvaro Santos. Trata-se de uma escolha interessante de seguir, uma vez que Luís Filipe Menezes, o outro nome na contenda, é natural de Ovar. «Pessoalmente, tenho a maior estima pelo nosso conterrâneo, Luís Filipe Menezes», diz Álvaro Santos, mas o seu apoio terá outro sentido. Deverá recair na candidatura de Luís Marques Mendes, seu velho aliado. O «laranja» ovarense diz nele reconhecer as qualidades necessárias para ocupar o lugar. «Tenho por Marques Mendes a maior consideração e estima por tudo aquilo que fez pelo nosso concelho, nos últimos anos», explica Álvaro Santos. A opção deverá assentar ainda numa questão de «coerência devido à sua facilidade de adaptação de líder parlamentar na oposição a Ministro dos Assuntos Parlamentares no anterior Governo».
O fundamental, na óptica do social-democrata, «é trabalharmos todos em prol do nosso país que vive uma situação muito complicada e precisa da estabilidade que o PS conseguiu com esta maioria absoluta». O anúncio oficial da decisão da Comissão Política Concelhia do PSD será conhecido dentro de poucos dias.
A comissão política concelhia do PSD de Ovar vai apoiar a candidatura de Marques Mendes à presidência nacional do partido, seguindo de resto a vontade demonstrada pelo líder, Álvaro Santos. Trata-se de uma escolha interessante de seguir, uma vez que Luís Filipe Menezes, o outro nome na contenda, é natural de Ovar. «Pessoalmente, tenho a maior estima pelo nosso conterrâneo, Luís Filipe Menezes», diz Álvaro Santos, mas o seu apoio terá outro sentido. Deverá recair na candidatura de Luís Marques Mendes, seu velho aliado. O «laranja» ovarense diz nele reconhecer as qualidades necessárias para ocupar o lugar. «Tenho por Marques Mendes a maior consideração e estima por tudo aquilo que fez pelo nosso concelho, nos últimos anos», explica Álvaro Santos. A opção deverá assentar ainda numa questão de «coerência devido à sua facilidade de adaptação de líder parlamentar na oposição a Ministro dos Assuntos Parlamentares no anterior Governo».O fundamental, na óptica do social-democrata, «é trabalharmos todos em prol do nosso país que vive uma situação muito complicada e precisa da estabilidade que o PS conseguiu com esta maioria absoluta». O anúncio oficial da decisão da Comissão Política Concelhia do PSD será conhecido dentro de poucos dias.
Ginásio-Ovarense adiado
«Estava um frio de rachar»
Quem ontem à noite se deslocou ao pavilhão de Montemor-o-Novo para assistir ao jogo entre o Ginásio Figueirense e a Ovarense Aerosoles fartou-se de bater o dente. E final não houve jogo porque as equipas e o árbitro também concluiram que a baixa temperatura que se fazia sentir no pavilhão poderia colocar em causa a integridade física dos jogadores. Os dois clubes entregaram ao delegado da Liga uma proposta para realização do jogo no próximo dia 2 de Abril.
«Estava um frio de rachar»
Quem ontem à noite se deslocou ao pavilhão de Montemor-o-Novo para assistir ao jogo entre o Ginásio Figueirense e a Ovarense Aerosoles fartou-se de bater o dente. E final não houve jogo porque as equipas e o árbitro também concluiram que a baixa temperatura que se fazia sentir no pavilhão poderia colocar em causa a integridade física dos jogadores. Os dois clubes entregaram ao delegado da Liga uma proposta para realização do jogo no próximo dia 2 de Abril.
Esmoriz e Cortegaça
Programa Finisterra nunca funcionou
Obras de defesa da costa tardam
Notícias vindas recentemente a público, diziam que Esmoriz e Cortegaça estariam entre os 37 locais de risco, localizados do Minho ao Algarve para receber obras no sentido de travar o avanço do mar no litoral, ao abrigo do programa Finisterra.
Alcides Alves, presidente da Junta de Freguesia de Esmoriz, garante que esta é uma preocupação permanente do seu executivo. «É urgente que se façam obras para dar consistência à praia, porque só no bairro piscatório vivem 2.000 pessoas permanentemente ameaçadas pelo mar». «Estamos muito preocupados, porque são vidas humanas estão no fio na navalha», alerta, mais uma vez. «Temos informação de que há trabalhos previstos, mas oficialmente não sei de nada», admite, perplexo.
O Inverno tem sido calmo em termos marítimos, mas «tem que se fazer alguma coisa para prevenir as próximas marés vivas», apela o autarca esmorizense, que se diz «farto de intervenções pontuais» e à espera há muitos anos por uma intervenção de fundo que resolva o problema.
A confirmarem-se os trabalhos, Alcides Alves lamenta que, mais uma vez, se esteja a projectar obras sem consultar as gentes da zona que «conhecem este mar melhor que ninguém». «Continua a ser tudo muito teórico, feito por técnicos que não saem dos gabinetes, em detrimento do conhecimento empírico», contrapõe. «Nós vivemos aqui 365 dias do ano, mas eles é que sabem», critica o autarca esmorizense que só espera que os trabalhos avancem rapidamente, porque do programa Finisterra ainda pouco viu. «Se era para implementar o POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) ficou-se pelo papel», recorda.
Em Cortegaça, o sentimento é sensivelmente o mesmo. «Oficialmente, não sei de nada», responde Pedro Coelho, presidente da junta local, mas pensa tratar-se de boas notícias, porque a praia está muito necessitada de protecção. De qualquer modo, embora tenha tentado por diversos meios saber de que instrumentos poderia lançar mão, também diz que «nunca soube de nenhuma iniciativa palpável do programa Finisterra». Mas os problemas subsistem e têm tendência a agravar-se. Segundo o autarca, a Norte da praia há duas plataformas de defesa, a mais baixa das quais aguarda obras que ficaram por concluir aquando da última intervenção. «No fim do estacionamento, é urgente continuar com a obra de fecho da praia velha, antes do mar voltar a bater», avisa Pedro Coelho. Mas o que é preciso fazer não fica por aqui. O autarca cortegacense aproveita para lembrar que «a cabeça dos esporões da defesa frontal da praia estão muito danificados e a tendência é ficarem cada vez mais fragilizados». Ele garante que tem feito «barulho» junto das autoridades competentes, «mas ninguém nos ouve ou aparece aqui».
Esmoriz e Cortegaça encontram-se entre as praias portuguesas mais ameaçadas, sobretudo para quem mora em bairros piscatórios, construídos junto dos areais e do Programa Finisterra só ouviram o nome porque dinheiro para obras nunca viram.
O plano de combate à erosão, previsto pelo Ministério do Ambiente, prevê acções de qualificação das praias e ordenamento através da renaturalização de dunas, o enchimento artificial de praias, reparação de molhes e a requalificação urbana. De acordo com o previsto, as necessidades mais prementes serão intervencionadas num prazo de um a três anos e as outras em prazos mais alargados no tempo, e que podem ir de três a cinco anos. A verba para as obras, cerca de 50 milhões de euros, está incluída Orçamento do Estado deste ano. Os autarcas das zonas sensíveis aguardam que os trabalhos se iniciem rapidamente para evitar males maiores.
Programa Finisterra nunca funcionou
Obras de defesa da costa tardam
Notícias vindas recentemente a público, diziam que Esmoriz e Cortegaça estariam entre os 37 locais de risco, localizados do Minho ao Algarve para receber obras no sentido de travar o avanço do mar no litoral, ao abrigo do programa Finisterra.
Alcides Alves, presidente da Junta de Freguesia de Esmoriz, garante que esta é uma preocupação permanente do seu executivo. «É urgente que se façam obras para dar consistência à praia, porque só no bairro piscatório vivem 2.000 pessoas permanentemente ameaçadas pelo mar». «Estamos muito preocupados, porque são vidas humanas estão no fio na navalha», alerta, mais uma vez. «Temos informação de que há trabalhos previstos, mas oficialmente não sei de nada», admite, perplexo.
O Inverno tem sido calmo em termos marítimos, mas «tem que se fazer alguma coisa para prevenir as próximas marés vivas», apela o autarca esmorizense, que se diz «farto de intervenções pontuais» e à espera há muitos anos por uma intervenção de fundo que resolva o problema.
A confirmarem-se os trabalhos, Alcides Alves lamenta que, mais uma vez, se esteja a projectar obras sem consultar as gentes da zona que «conhecem este mar melhor que ninguém». «Continua a ser tudo muito teórico, feito por técnicos que não saem dos gabinetes, em detrimento do conhecimento empírico», contrapõe. «Nós vivemos aqui 365 dias do ano, mas eles é que sabem», critica o autarca esmorizense que só espera que os trabalhos avancem rapidamente, porque do programa Finisterra ainda pouco viu. «Se era para implementar o POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) ficou-se pelo papel», recorda.
Em Cortegaça, o sentimento é sensivelmente o mesmo. «Oficialmente, não sei de nada», responde Pedro Coelho, presidente da junta local, mas pensa tratar-se de boas notícias, porque a praia está muito necessitada de protecção. De qualquer modo, embora tenha tentado por diversos meios saber de que instrumentos poderia lançar mão, também diz que «nunca soube de nenhuma iniciativa palpável do programa Finisterra». Mas os problemas subsistem e têm tendência a agravar-se. Segundo o autarca, a Norte da praia há duas plataformas de defesa, a mais baixa das quais aguarda obras que ficaram por concluir aquando da última intervenção. «No fim do estacionamento, é urgente continuar com a obra de fecho da praia velha, antes do mar voltar a bater», avisa Pedro Coelho. Mas o que é preciso fazer não fica por aqui. O autarca cortegacense aproveita para lembrar que «a cabeça dos esporões da defesa frontal da praia estão muito danificados e a tendência é ficarem cada vez mais fragilizados». Ele garante que tem feito «barulho» junto das autoridades competentes, «mas ninguém nos ouve ou aparece aqui».
Esmoriz e Cortegaça encontram-se entre as praias portuguesas mais ameaçadas, sobretudo para quem mora em bairros piscatórios, construídos junto dos areais e do Programa Finisterra só ouviram o nome porque dinheiro para obras nunca viram.
O plano de combate à erosão, previsto pelo Ministério do Ambiente, prevê acções de qualificação das praias e ordenamento através da renaturalização de dunas, o enchimento artificial de praias, reparação de molhes e a requalificação urbana. De acordo com o previsto, as necessidades mais prementes serão intervencionadas num prazo de um a três anos e as outras em prazos mais alargados no tempo, e que podem ir de três a cinco anos. A verba para as obras, cerca de 50 milhões de euros, está incluída Orçamento do Estado deste ano. Os autarcas das zonas sensíveis aguardam que os trabalhos se iniciem rapidamente para evitar males maiores.
Para Maceda e Cortegaça
Projectos de passagens
aprovados no Executivo
Os projectos para a construção de duas passagens desniveladas sobre o caminho-de-ferro, em Cortegaça e Maceda, foram aprovados pela edilidade. As expropriações é que ainda estarão atrasadas
As passagens desniveladas previstas para as freguesias de Cortegaça e Maceda foram, esta semana, aprovadas pelo Executivo ovarense, liderado por Manuel de Oliveira. Os documentos são antigos anseios daquelas populações, pelo que a Refer elaborou os respectivos projectos em plena sintonia com as respectivas juntas de freguesia, com o apoio dos técnicos da edilidade. Na sua última reunião, o executivo da Câmara Municipal de Ovar deliberou aprová-los e proceder à abertura de concursos públicos com vista à execução das empreitadas.
Os trabalhos já estão orçamentados, com o projecto da desnivelada de Cortegaça e respectivos acessos avaliados em 1.386 mil euros (276 mil contos), enquanto que a passagem de Maceda ascende a 1.580 mil euros (300 mil contos).
Mas há obstáculos a ultrapassar em ambas as localidades antes dos trabalhos avançarem para o terreno. As juntas de freguesia de Maceda e Cortegaça falam nas expropriações necessárias que ainda não foram realizadas. Sendo assim, a obra poderá ser mais demorada do que aquilo que estava previsto e nem com muito boa vontade se pensa que possam cumprir o inicialmente prometido: inaugurações antes do meio do ano.
(«DA»)
Projectos de passagens
aprovados no Executivo
Os projectos para a construção de duas passagens desniveladas sobre o caminho-de-ferro, em Cortegaça e Maceda, foram aprovados pela edilidade. As expropriações é que ainda estarão atrasadas
As passagens desniveladas previstas para as freguesias de Cortegaça e Maceda foram, esta semana, aprovadas pelo Executivo ovarense, liderado por Manuel de Oliveira. Os documentos são antigos anseios daquelas populações, pelo que a Refer elaborou os respectivos projectos em plena sintonia com as respectivas juntas de freguesia, com o apoio dos técnicos da edilidade. Na sua última reunião, o executivo da Câmara Municipal de Ovar deliberou aprová-los e proceder à abertura de concursos públicos com vista à execução das empreitadas.
Os trabalhos já estão orçamentados, com o projecto da desnivelada de Cortegaça e respectivos acessos avaliados em 1.386 mil euros (276 mil contos), enquanto que a passagem de Maceda ascende a 1.580 mil euros (300 mil contos).
Mas há obstáculos a ultrapassar em ambas as localidades antes dos trabalhos avançarem para o terreno. As juntas de freguesia de Maceda e Cortegaça falam nas expropriações necessárias que ainda não foram realizadas. Sendo assim, a obra poderá ser mais demorada do que aquilo que estava previsto e nem com muito boa vontade se pensa que possam cumprir o inicialmente prometido: inaugurações antes do meio do ano.
(«DA»)
quarta-feira, março 02, 2005
Está com fome? Não vá mais longe: Peça aqui a sua Pizza! Depois é só esperar que batam à sua porta.

(Quem sabe se num futuro próximo não vai ser mesmo assim...)

(Quem sabe se num futuro próximo não vai ser mesmo assim...)
Futebol
DESCIDA AO INFERNO DA OVARENSE
Sem dinheiro nem vitórias

A 8 de Janeiro, os golos de Leandro Netto (2) e de Jefferson trouxeram a glória à Ovarense. Os vareiros venceram (3-2) o Maia e conquistaram, decorridas 16 jornadas, um dos lugares (o terceiro) que possibilita a subida à SuperLiga. O sucesso revelou-se, no entanto, efémero, pois a partir daí a equipa de Mazola nunca mais venceu e a descida ao inferno foi rápida e dolorosa.
Em sete jogos, a Ovarense somou cinco derrotas (quatro consecutivas) e dois empates, caindo para a 11ª posição. Mais. Marcou apenas três golos e sofreu 11, diminuindo o fosso para a zona de aflição. E é precisamente este o estado de espírito do plantel vareiro, com vários meses de salários em atraso. A crise financeira reflecte-se de forma clara nos resultados e o sonho da promoção tornou--se num pesadelo para Mazola. («Record»)
DESCIDA AO INFERNO DA OVARENSE
Sem dinheiro nem vitórias

A 8 de Janeiro, os golos de Leandro Netto (2) e de Jefferson trouxeram a glória à Ovarense. Os vareiros venceram (3-2) o Maia e conquistaram, decorridas 16 jornadas, um dos lugares (o terceiro) que possibilita a subida à SuperLiga. O sucesso revelou-se, no entanto, efémero, pois a partir daí a equipa de Mazola nunca mais venceu e a descida ao inferno foi rápida e dolorosa.
Em sete jogos, a Ovarense somou cinco derrotas (quatro consecutivas) e dois empates, caindo para a 11ª posição. Mais. Marcou apenas três golos e sofreu 11, diminuindo o fosso para a zona de aflição. E é precisamente este o estado de espírito do plantel vareiro, com vários meses de salários em atraso. A crise financeira reflecte-se de forma clara nos resultados e o sonho da promoção tornou--se num pesadelo para Mazola. («Record»)
Sul do concelho de Ovar também sofre
Populações de Avanca e Beduído são
vulneráveis em caso de acidente industrial
Devido aos ventos dominantes, as populosas zonas de Beduído e Avanca são as mais vulneráveis do concelho de Estarreja, em caso de acidente no complexo químico, indica um estudo ontem apresentado. O estudo, que analisa o Plano de Emergência Externo de Estarreja, foi divulgado no âmbito do "Curso de Pós-Graduação e Especialização em Gestão de Protecção e Socorro" da Universidade Moderna do Porto. Resultado de um protocolo celebrado entre a Câmara de Estarreja e aquela universidade, o trabalho foi apresentado publicamente para assinalar o Dia Internacional da Protecção Civil.
De acordo com a análise, a população concentrada nas freguesias que envolvem o complexo químico, Avanca e Beduído, será a mais afectada devido à predominância de ventos de quadrante norte, no caso de se verificar um acidente industrial grave, como uma fuga de gás tóxico. Por outro lado, a sobrecarga da Estrada Nacional n.º 109, o único eixo rodoviário urbano estruturante do concelho, poderá constituir um obstáculo à retirada das populações em risco, pelo que o estudo aponta a nova A29 como via privilegiada de socorro.
Outra dificuldade apontada em caso de acidente é o envelhecimento da população, já que um em cada três habitantes tem mais de 64 anos, o que é um factor a considerar em situação de risco. A contaminação das águas é outra das ameaças, pois o próprio complexo químico se situa sobre um aquífero superficial e em solos de elevada permeabilidade, sendo que se estima que 65 por cento da população ainda recorra a águas subterrâneas para consumo doméstico.
Além de apontar as ameaças e analisar os riscos, o trabalho ontem apresentado pela Universidade Moderna do Porto indica como pontos fortes do Plano de Emergência Externo de Estarreja o facto de cumprir com as directivas e legislação aplicável à sua elaboração, antever a transferência do centro de operações em caso de acidente para uma zona a coberto de riscos e fazer a previsão de exercícios ou simulacros regulares.
Já no que respeita aos pontos fracos do plano, refere que não está garantida a articulação com os planos de emergência internos das empresas do sector químico, não indica o traçado dos oleodutos entre as várias unidades fabris e é omisso quanto aos possíveis cenários de crise.
O risco de haver um efeito «dominó», dada a proximidade das fábricas, é também salientado, tanto mais que não estão previstas medidas de autoprotecção das restantes empresas, se houver um acidente numa delas.
Outras falhas apontadas ao plano são a falta de indicação dos contactos dos responsáveis pela segurança das unidades fabris e de importantes estruturas, como os campos de futebol que podem ser usados como heliportos, e ainda a indefinição dos locais de evacuação, constando apenas os trajectos e pontos de reunião.(«Público»)
Populações de Avanca e Beduído são
vulneráveis em caso de acidente industrial
Devido aos ventos dominantes, as populosas zonas de Beduído e Avanca são as mais vulneráveis do concelho de Estarreja, em caso de acidente no complexo químico, indica um estudo ontem apresentado. O estudo, que analisa o Plano de Emergência Externo de Estarreja, foi divulgado no âmbito do "Curso de Pós-Graduação e Especialização em Gestão de Protecção e Socorro" da Universidade Moderna do Porto. Resultado de um protocolo celebrado entre a Câmara de Estarreja e aquela universidade, o trabalho foi apresentado publicamente para assinalar o Dia Internacional da Protecção Civil.
De acordo com a análise, a população concentrada nas freguesias que envolvem o complexo químico, Avanca e Beduído, será a mais afectada devido à predominância de ventos de quadrante norte, no caso de se verificar um acidente industrial grave, como uma fuga de gás tóxico. Por outro lado, a sobrecarga da Estrada Nacional n.º 109, o único eixo rodoviário urbano estruturante do concelho, poderá constituir um obstáculo à retirada das populações em risco, pelo que o estudo aponta a nova A29 como via privilegiada de socorro.
Outra dificuldade apontada em caso de acidente é o envelhecimento da população, já que um em cada três habitantes tem mais de 64 anos, o que é um factor a considerar em situação de risco. A contaminação das águas é outra das ameaças, pois o próprio complexo químico se situa sobre um aquífero superficial e em solos de elevada permeabilidade, sendo que se estima que 65 por cento da população ainda recorra a águas subterrâneas para consumo doméstico.
Além de apontar as ameaças e analisar os riscos, o trabalho ontem apresentado pela Universidade Moderna do Porto indica como pontos fortes do Plano de Emergência Externo de Estarreja o facto de cumprir com as directivas e legislação aplicável à sua elaboração, antever a transferência do centro de operações em caso de acidente para uma zona a coberto de riscos e fazer a previsão de exercícios ou simulacros regulares.
Já no que respeita aos pontos fracos do plano, refere que não está garantida a articulação com os planos de emergência internos das empresas do sector químico, não indica o traçado dos oleodutos entre as várias unidades fabris e é omisso quanto aos possíveis cenários de crise.
O risco de haver um efeito «dominó», dada a proximidade das fábricas, é também salientado, tanto mais que não estão previstas medidas de autoprotecção das restantes empresas, se houver um acidente numa delas.
Outras falhas apontadas ao plano são a falta de indicação dos contactos dos responsáveis pela segurança das unidades fabris e de importantes estruturas, como os campos de futebol que podem ser usados como heliportos, e ainda a indefinição dos locais de evacuação, constando apenas os trajectos e pontos de reunião.(«Público»)
terça-feira, março 01, 2005
Pai de menina que bebeu produto
cáustico exige responsabilidades
O pai da menina de cinco anos que sofreu queimaduras na faringe e esófago depois de ter ingerido, por engano, um produto cáustico, num café em Arada, Ovar, exige que a justiça apure responsabilidades. "Este caso não pode ficar impune e tem de servir de exemplo", afirmou Carlos Alberto Costa, que no entanto se recusa a apontar culpados, "porque essa é a responsabilidade das autoridades policiais e judiciais".
O pai de Ana Clara Pinto não se quer adiantar às investigações que já estão em curso e sustenta que mantém o proprietário da Adega do Outeirol, em Arada, como "uma pessoa idónea", mas caso seja ele, ou qualquer outro, o culpado do que aconteceu à filha "tem de ser responsabilizado, porque tem de ser feita justiça". Carlos Alberto Costa afiança que vai esperar pelas investigações e pela actuação das autoridades para depois responsabilizar judicialmente quem tiver de responsabilizar.
Ana Clara é filha de Patrícia Pinto, jornalista do jornal regional "Tribuna Press", de Ovar, e sofreu queimaduras do terceiro grau ao nível do "tubo digestivo alto" quando no passado sábado lhe foi servido, por engano, um produto cáustico, supostamente de limpeza, em vez de água.
A criança foi transportada imediatamente pelo pai para o Hospital S. Sebastião, na Feira, mas logo foi transferida para o "Santos Silva", em Gaia. Ontem deu entrada na unidade de pediatria do hospital de Gaia, onde continua internada e alimentada por uma sonda, mas sem correr risco de vida, segundo o pai, que se apoiou nas informações médicas. "Só no final desta semana saberemos se já poderá começar a ser alimentada normalmente e se vai, ou não, ficar com mazelas", explicou.(«Comércio»)
cáustico exige responsabilidades
O pai da menina de cinco anos que sofreu queimaduras na faringe e esófago depois de ter ingerido, por engano, um produto cáustico, num café em Arada, Ovar, exige que a justiça apure responsabilidades. "Este caso não pode ficar impune e tem de servir de exemplo", afirmou Carlos Alberto Costa, que no entanto se recusa a apontar culpados, "porque essa é a responsabilidade das autoridades policiais e judiciais".
O pai de Ana Clara Pinto não se quer adiantar às investigações que já estão em curso e sustenta que mantém o proprietário da Adega do Outeirol, em Arada, como "uma pessoa idónea", mas caso seja ele, ou qualquer outro, o culpado do que aconteceu à filha "tem de ser responsabilizado, porque tem de ser feita justiça". Carlos Alberto Costa afiança que vai esperar pelas investigações e pela actuação das autoridades para depois responsabilizar judicialmente quem tiver de responsabilizar.
Ana Clara é filha de Patrícia Pinto, jornalista do jornal regional "Tribuna Press", de Ovar, e sofreu queimaduras do terceiro grau ao nível do "tubo digestivo alto" quando no passado sábado lhe foi servido, por engano, um produto cáustico, supostamente de limpeza, em vez de água.
A criança foi transportada imediatamente pelo pai para o Hospital S. Sebastião, na Feira, mas logo foi transferida para o "Santos Silva", em Gaia. Ontem deu entrada na unidade de pediatria do hospital de Gaia, onde continua internada e alimentada por uma sonda, mas sem correr risco de vida, segundo o pai, que se apoiou nas informações médicas. "Só no final desta semana saberemos se já poderá começar a ser alimentada normalmente e se vai, ou não, ficar com mazelas", explicou.(«Comércio»)
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