quarta-feira, junho 07, 2006

Factura Histórica








Quanto custa retocar o Purgatório, corrigir os 10 mandamentos e por os cornos ao diabo?
Diário da Selecção Nacional
(Último episódio)


20:31 h - Costinha dá entrada no departamento médico, após ter-se lesionado com o garfo enquanto comia
20:32 h - Scolari vence o 11º jogo de Monopoly e tem por isso direito a escolher o último jogador do onze inicial, o brasileiro escolhe, eufórico, Quaresma; quando os seus adjuntos lhe dizem que Quaresma não pode ser escolhido porque não foi convocado, o treinador brasileiro perde as estribeiras e grita: "pôxa vida, cara! É sempre assim: quando eu ganho nunca há o prémio que eu quero. Vocês, portugas, não sabem perder, cara!"
20: 30 h - As prostitutas alemãs e ucranianas abandonam o quarto de Madaíl, mas, lá dentro, o rodízio continua
20:40 h - O roupeiro da selecção dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o jantar
20:45 h - Ricardo Costa grita bem alto: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima
21:00 h - Bilharada no salão de jogos do hotel
21:10 h - Simão chora porque Deco ficou com o taco maior e mais brilhante
21:30 h - Pauleta acaba de comer o seu 37º queijo açoriano de sobremesa;
22:00 h - Scolari diz estar extenuado e recolhe aos seus aposentos
23:00 h - É dada ordem de recolher aos quartos
23:05 h - Simão chora porque queria ficar com a cama do lado esquerdo do quarto
00:00 h - Cristiano Ronaldo está pronto para sair
00:02 h - Costinha acorda o departamento médico da selecção para ser assistido após ter-se lesionado ao mudar de posição enquanto dormia
00:30 h - Merche Romero chega à entrada do Hotel e buzina bem alto
00:31 h - Cristiano Ronaldo ouve a buzina e sai
01:00 h - Ricardo Costa grita bem alto durante o sono: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima
02: 00 h - Dani abandona o quarto de Gilberto Madaíl completamente extenuado
02:01 h - Dani é apanhado na cama com a auxiliar de limpeza do hotel
07: 59 h - Merche Romero deixa Cristiano Ronaldo na entrada do hotel
08:00 h - Alvorada.

terça-feira, junho 06, 2006

«É crucial aumentar exportações
para viabilizar a fábrica de Ovar»


José Ramos, em entrevista ao «JN», espera conseguir passar a produzir cerca de 70 mil unidades por ano em Ovar

A Salvador Caetano está a tentar expandir a sua fábrica de Ovar, que ontem comemorou o 35.º aniversário, com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e o chairman da Toyota, Hiroshi Okuda. A cerimónia mostrou a vitalidade dos variados negócios do importador nacional da Toyota, que se estendem a cada vez mais áreas. Mas, José Ramos, vice-presidente do Conselho de Administração, revela que o tema forte será o crescimento desta fábrica, emblemática para o grupo.

JN:Há projectos de expansão, apesar de a conjuntura parecer pouco propícia?
José Ramos:Em termos de Salvador Caetano IMVT, que é uma sub-holding da empresa-mãe, a Fogeca, continuamos com a Toyota a querer potenciar cada vez mais a nível industrial a nossa fábrica de Ovar. Produzimos lá a Toyota Dina e a Hi-Ace e actualmente mais de 50% da produção da Dina é para exportação. Estamos, com a ajuda da Toyota e através dos seus distribuidores em toda a Europa, a expandir essa actividade.

Quer dizer que a fábrica vai crescer?
Temos esperanças de poder crescer ainda mais. A marca sempre mostrou grande consideração por nós, como prova a presença do chairman nas cerimónias de aniversário. De resto, a nossa estratégia é de continuidade e de procurarmos lutar para que Portugal não seja só um país de serviços. Acho que a indústria é que contribui mais para o Produto Interno Bruto e também enquanto portugueses queremos continuar com a fábrica de Ovar. É claro que não é fácil, precisamos da colaboração de todos. Devo dizer que temos tido algumas ajudas, especialmente dos nossos trabalhadores.

Qual poderá ser o crescimento em Ovar?
Com a Hi-Ace ou outra viatura comercial, se ganharmos essa aposta, poderíamos chegar a uma unidade muito maior que teria de produzir anualmente entre 70 a 100 mil viaturas. A maioria teria de ser para exportação e seria uma aposta muito maior do que actual, pois apesar de já exportarmos mais de 50% da Dina, trata-se de um mercado mais pequeno do que o previsível se a Hi-Ace aumentasse a sua quota. Esta aposta é importante e crucial porque, mesmo no caso da Dina, não podemos ficar por aqui, temos de crescer para cerca de 80% de exportação para podermos rentabilizar o projecto.

A exportação é, aliás, uma aposta clara da empresa...
Sim. Na CaetanoBus, por exemplo, fizemos a parceria com a Evobus, e depois um plano de reestruturação de que resultou uma renovação profunda da unidade, quer em termos de organização quer a nível do quadro de trabalhadores e estamos, por isso, agora numa fase de crescimento. Esta fábrica exporta 90% da sua produção. É claro que também aqui continuamos a lutar com algumas dificuldades, nomeadamente a nível de custos laborais.

Concretamente...
Concorremos com outros países e não podemos falar só nos de Leste, como é habitual e, em minha opinião um erro. Outros países europeus, nomeadamente a Espanha e a Alemanha são nossos adversários e somos confrontados com situações de concorrência mais vantajosa pela parte deles, graças à legislação laboral que têm. A nossa está, quanto a mim, completamente desenquadradas necessidades. Continuamos a não ter flexibilidade, que é uma coisa fundamental para podermos competir. Isto não são conceitos vagos, mas sim realidades perfeitamente comparáveis, como por exemplo, no que diz respeito às horas extraordinárias. Em Portugal, uma empresa que precise fazer horas extraordinárias poderá atingir num sábado 200% e depois o trabalhador ainda tem que ficar em casa, quando na Alemanha uma situação dessas não ultrapassa os 50% em termos de custos e em Espanha varia entre 30 e 60%. Por aqui se conclui claramente que o problema não é somente os países de Leste.

Temos, portanto, mão-de-obra demasiado cara...
E não só. Outro factor desfavorável é a quantidade de feriados e férias. Outra coisa que nos preocupa e penso que também é uma questão nacional é que as empresas precisam de melhorar a sua competitividade. Esta palavra pode soar como um chavão, mas a verdade é que é necessária. E para se conseguir melhorar a competitividade temos que pôr em prática nas empresas novas tecnologias e novos processos. Ora se não houver meios ou incentivos para as empresas renovarem os seus quadros e admitirem jovens com qualificações académicas para pôr em prática essas novas tecnologias e processos não adianta nada tentar. Isto acaba por funcionar como um círculo vicioso. Portanto, quando se fala em planos tecnológicos, acho que um factor importante seria criar incentivos e condições para que as empresas possam pôr em prática todas as suas melhorias tecnológicas que existem. Isto para, muito provavelmente, podermos, depois, aumentar o número de postos de trabalho.

Que incentivos?
Respondo com o exemplo da CaetanoBus, onde fizemos um plano de reestruturação, reduzimos, por negociação, alguns postos de trabalho e neste momento já estamos a admitir mais trabalhadores. Julgo que é assim que as coisas têm que acontecer para nos mantermos altamente competitivos. Neste contexto era importante que os dirigentes sindicais compreendessem que é preciso colaborar com o Governo e com os empresários para em conjunto levarmos este país a ser mais competitivo e criar mais postos de trabalho. Não podemos fazer as comparações com a Alemanha só para aquilo que nos interessa...

Podemos concluir que considera que a vida dos empresários continua difícil em Portugal.
Continua porque um empresário hoje em dia não pode deixar fugir as oportunidades de negócio. Aparece-lhe uma e admite pessoas. Depois, se não tiver flexibilidade está perdido. Mas não é só nas questões laborais da indústria que a flexibilidade emperra. No sector do comércio automóvel, por exemplo, o anúncio precipitado ou a demora na entrada em vigor de nova legislação causa enormes prejuízos, porque as empresas não podem trabalhar para stocks, pois os custos são muito grandes. Paramos agora mas para se trabalhar no fim do ano?É muito difícil aguentar isso.

Apesar de todas essas dificuldades, a Salvador Caetano continua a a diversificar as suas áreas de negócio...
Sim, a holding familiar, que é a Fogeca, diversificou de facto a sua actividade e tem uma estratégia multimarca, quer em Portugal quer em Espanha. Mas com a sub-holding Salvador Caetano IMVT as coisas restringem-se à Toyota e à Lexus. A família tem outras actividades, mas através de outras empresas que pertencem ao grupo liderado pela Fogeca.

No ano passado, o grupo comercializou cerca de 50 mil carros no mercado ibérico. A aposta multimarca é obrigatória actualmente?
A legislação passou a permiti-lo e, a partir daí, tudo passa a ir de encontro à questão da competitividade. As empresas têm os seus investimentos na área do após-venda e as oficinas para melhorar a sua eficácia estão preparadas para poderem dar assistência a várias marcas e é nessa perspectiva se vê o negócio multimarca. Quando a vendas é mais uma oportunidade de negócio. Ou seja quando surgiu a regulamentação do sector automóvel, quem tem uma só marca poderia ficar prejudicado. Mas como em tudo há vantagens e inconvenientes. Acho que um verdadeiro empresário deve procurar sempre potenciar as vantagens e resolver os inconvenientes. Foi isso que a família fez. Julgo que não era obrigatório, mas a família viu ali uma oportunidade de negócio e resolveu enveredar por aí.

Com bons resultados...
O mercado no ano passado cresceu meio ponto percentual, depois de no primeiro semestre ter mostrado melhores indicações com um aumento de vendas que chegou a atingir os 5%, mas depois o aumento do IVA traduziu-se por uma forte queda. Este ano as perspectivas também não são animadoras e pensamos que apresentará valores idênticos aos de 2005. No que diz respeito à Toyota, o facto de estarmos a introduzir novos modelos e novas motorizações faz com que tenhamos crescido mais do que a média, enquadrados, aliás, numa estratégia que já está estabelecida até 2010, em paralelo com o que o construtor tem definido a nível europeu.

segunda-feira, junho 05, 2006

«Carnaval de Ovar
é o melhor da Europa»




Presidente da Fundação do Carnaval de Ovar, in «Ovarnews».

PASSATEMPO

Quem é este senhor? E já agora, de que ri ele?



Foi grande a afluência de respostas. Muito obrigado, não respondem mais, pois já temos a nossa caixa de e-mail atulhada. Deve ter sido do calor.
Pois bem, como estava bom de ver, este senhor é o japonês presidente internacional da Toyota, Hiroshi Okuda, que marca esta tarde presença durante as comemorações dos 35 anos da fábrica de Ovar da empresa Salvador Caetano.
De que ri? Provavelmente de alguém que lhe tinha acabado de contar uma anedota.

sexta-feira, junho 02, 2006

Cu-Cu!



... e não digo mais nada. Ver.
Diário da Selecção Nacional
entre as 16h30 e as 20h30 (ep.4)


16: 31 h - Dani, ex-jogador do Sporting e do Benfica, dá entrada no hotel para dar um abraço de apoio aos seus compatriotas
16:32 h - Scolari inicia um jogo de Monopoly com a sua equipa técnica. A regra é bem simples: quem ganhar tem direito a escolher um jogador para o onze português que vai iniciar o Mundial
16:33 h - Dani é apanhado na cama com uma das empregadas do hotel
17:00 h - Inicia-se o treino da tarde
17:01 h - Dão entrada no hotel as prostitutas alemãs e ucranianas encomendadas por Gilberto Madaíl
17:02 h - A equipa médica nacional é chamada a assistir um adepto local, que foi vítima de uma entrada dura de Petit durante o treino
17:05 h - Figo e Cristiano Ronaldo iniciam as filmagens de um anúncio publicitário para uma bebida gaseificada
17: 10 h - Simão chora copiosamente porque Hugo Viana não lhe passou a bola
17: 30 h - O assessor de imprensa dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o treino
17: 31 h - O médico da selecção nacional é assistido pela restante equipa médica depois de ter sido vítima de uma entrada dura de Petit enquanto prestava assistência médica ao Assessor de Imprensa
17:32 h - Treino interrompido para prestar assistência médica a Paulo Ferreira, que foi vítima de uma entrada dura de Petit
19:00 h - Fim do treino
19:01 h - Dani junta-se ao rodízio de ucranianas e alemãs a decorrer no quarto de Gilberto Madaíl
20:00 h - Depois de uma extenuante tarde de Monopoly, estão já escolhidos dez dos jogadores que vão alinhar de início no primeiro jogo do Mundial
20:25 h - Dani e Gilberto Madaíl vão alternando no rodízio: ora Dani penetra as alemãs e Madaíl as ucranianas, ora Madaíl é penetrado por Dani e as ucranianas e alemãs assistem deliciadas
20:26 h - Ricardo é sodomizado pelo relações públicas do hotel após este >er ficado excitado com a sua voz sexy
20:30 h - Início do jantar
Escola Sec. José Macedo Fragateiro
Aluna morde funcionária

A auxiliar de educação, Noémia Graça, trabalha na escola há 13 anos, mas tão cedo não vai esquecer o passado dia 30 de Maio, quando chamou a atenção de uma jovem para a proibição de fumar no recinto da escola.
Tal como a auxiliar contou ao CM, “a estudante, num tom rebelde, não só se negou a fazê-lo como, quando viu que lhe ia ser tirado o cigarro, começou a proferir ameaças e passou das palavras aos actos”. Ao mesmo tempo que mordia a funcionária, arranhou-a e pontapeou-a nas pernas.
As agressões foram presenciadas por dois professores e vários alunos, que, sob anonimato, confirmaram ao CM a versão contada pela vítima.
Noémia Graça ficou com várias marcas, mas a principal mostra os dentes cravados no braço. Também já apresentou queixa-crime na PSP contra a estudante, que ontem, segundo alguns colegas, não se encontrava na escola.
A professora Cecília Oliveira, presidente do Conselho Executivo da escola, não quer comentar o caso e diz que “estão a ser tomadas medidas para que não se repita”.(«Correio da Manhã»)

quinta-feira, junho 01, 2006

A Exponor e as deslocalizações!

Quando há já alguns meses se começou a dizer que a AEP queria fechar a Exponor e construir uma nova feira 30 quilómetros a sul, poucos acreditavam que isso seria uma possibilidade. Havia mesmo quem, ainda que por razões decorrentes do momento eleitoral que então se avizinhava, jurasse a pés juntos que a Exponor "não tinha rodas" e outros mimos a que o populismo já nos foi habituando.

Mas, como em tantos outros casos, onde há fumo há fogo, e a AEP está mesmo apostada em afastar a Exponor do aeroporto e da origem e destino dos mais diversificados meios de transporte e rotas de viagem. Também por isto esta é uma decisão que causa perplexidade e que conta com uma rejeição generalizada de que sublinho (por ser exterior às fronteiras localistas), a da Associação Comercial do Porto e do seu presidente.

Mais dia menos dia, a Exponor lá vai acordar no coração das terras de origem do (quase) eterno presidente da AEP!…

Não obstante o frontal desacordo e a viva indignação que causa, esta é uma decisão privada que tem de ser respeitada. Da mesma forma se terá, porém, que exigir à AEP o respeito integral pelos compromissos e acordos assumidos, local e regionalmente; tal como tem também de se exigir que essa decisão privada não esteja à espera de ser concretizada à custa dos dinheiros públicos. Se, contra tudo o que aparenta lógica, a AEP insistir em fechar a Exponor em Matosinhos, terá então que devolver os terrenos que lhe foram cedidos, e terá também que deixar de pensar na especulação imobiliária que lhe pudesse trazer proveitos para financiar a deslocalização da Exponor e a construção de uma nova feira de exposições.

Mais não se imagina que a AEP feche uma infra-estrutura que foi construída e desenvolvida com financiamentos do Estado e fundos comunitários, e possa depois estar a pensar em candidatar a construção da nova feira a idênticos apoios. Não se imagina que a AEP esteja a pensar neste estratagema, como ainda menos se admite que o Governo o possa sequer encarar!... É que, quando finalmente parece haver consenso para tomar algumas medidas concretas para impedir que multinacionais fechem empresas em Portugal e as abram num qualquer outro país com financiamentos públicos e comunitários, não é aceitável que, cá dentro, o Governo o possa vir a fazer com a AEP, com o encerramento em Matosinhos e a construção de uma nova Exponor na primeira portagem da A1 em direcção ao Sul.

Honório Novo (honorio.novo@sapo.pt), deputado do PCP, in «JN»
Que maravilha...



...que beleza tão singela
a selecção a desfilar na «passarela».
(A foto é do «futebolez»)
Diário da Selecção Nacional
entre as 12h e as 16:30 horas (Ep.3)


12: 31 h - Costinha está pronto a iniciar o treino
12: 32 h - Miguel agride de forma selvática os jornalistas que o tentavam fotografar à entrada para os balneários
12:36 h - Banho
12:40 h - Simão chora copiosamente porque Tiago não lhe emprestou o champô
13:00 h - Almoço
13:05 h - Ricardo Costa grita bem alto: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima
13:35 h - Figo e Cristiano Ronaldo juntam-se aos seus companheiros
13:40 h - Scolari levanta-se da cama pronto a iniciar mais um dia de extenuante trabalho
13: 50 h - O cozinheiro do hotel dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit na casa-de-banho
14:00 h - Costinha chega, visivelmente cansado, ao local onde decorre o almoço
15:00 h - Ricardo Costa grita bem alto: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima
16:00 h - Rodada de "Sueca"
16:05 h - Simão chora copiosamente porque não o deixaram ganhar
16:10 h - Costinha dá entrada no departamento médico, após ter-se lesionado com a caneta enquanto apontava os resultados da "Sueca"
16:20 h - Gilberto Madaíl dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o jogo de cartas
16:30 h - Scolari reúne-se com a sua equipa técnica para delinear a estratégia para o primeiro jogo
Hoje é Dia Mundial da Criança



Um rapaz recolhe embalagens de plástico e outros materiais para revenda na lixeira de Stung Mean Chey, em Phnom Penh, no Cambdoja, onde a maioria das pessoas ganha cerca de um euro por dia. As crianças de famílias pobres são obrigadas a trabalhar e não vão à escola. O Dia Mundial da Criança assinala-se hoje. (Foto: Mak Remissa/AP/«Público»)

quarta-feira, maio 31, 2006

Descubra as diferenças!

Palheiros de Esmoriz



Se os tradicionais palheiros do litoral centro se encontram em vias de extinção, as novas construções tentam recriá-los em pormenores arquitectónicos dignos de registo. Como é o caso deste, localizado em Esmoriz, encontrado aqui.
Os palheiros eram, como se sabe, moradias típicas da praia de Esmoriz. Construídos em madeira assente em estacarias, permitiam a circulação do vento, por debaixo delas.
Hoje, restam apenas alguns exemplares, entretanto remodelados ao longo dos tempos. A maioria deles foi trocada por modestas casas de pedra e cal ou até mesmo barracas. O advento do turismo e a expansão urbana apressou o seu desaparecimento da paisagem. Estes, dão à zona sul da praia um aspecto simplista, retratando a simplicidade dos seus moradores.
A primeira menção de licença de que temos noticia para a construção de palheiros entre nós, data de 29 de Janeiro de 1854. Em 1866 já se fazia referência aos palheiros da Praia de Esmoriz, conforme registos existentes na Junta de Freguesia, segundo os quais as pessoas se reuniam na praia junto aos palheiros para festejarem o S. Martinho, acendendo grandes fogueiras até altas horas da madrugada.
Por outro lado, nas campanhas de pesca de Esmoriz trabalhavam homens que nas horas vagas da agricultura se faziam ao mar. Estas habitações teriam então a finalidade de permitir uma segunda habitação aos pescadores, podendo estes aí guardar os seus apetrechos piscatórios, durante a época em que se dedicavam à faina do mar.
Ehehehehehehe
Quadrigémeos do Porto
Eles precisam de toda a ajuda possível!

Caros amigos do Porto... e redondezas:
Se souberem de alguém que já não precise de roupa de bebé e coisas afins, se quiserem, podem deixar as coisas na BP do Fluvial, ao cuidado do Sr. Paulo Ribeiro. É o pai dos 4 gémeos que nasceram esta semana no Hosp. Santo António. Precisam de toda a ajuda possível.
Se não sabem, fiquem a saber que estes pais ao contrário do que sucede em Espanha, em que estes casos são logo patrocinados pela Prénatal, etc., cá ninguem ofereceu nada! Tempos de crise? «Moleza» à portuguesa? Ao menos, nós vamos fazer qualquer coisa, ok?
Os gémeos moram no bairro social em frente. A mãe está desempregada e o pai é lavador de carros na BP. Vamos ser solidários!
(Este e-mail circula na net)
Jovem de Santa Comba Dão
desaparecida


A JOANA MARGARIDA OLIVEIRA ESTÁ DESAPARECIDA DESDE O DIA 8 DE MAIO, POR VOLTA
DAS 12:30 HORAS! TEM 17 ANOS, É ESTUDANTE NA ESCOLA SECUNDÁRIA DE SANTA COMBA
DÃO! FAMÍLIA E AMIGOS ESTÃO DESESPERADOS À SUA PROCURA! SE SOUBEREM DE ALGO QUE POSSA SER ÚTIL NAS SUAS BUSCAS POR FAVOR
CONTACTEM OS NÚMEROS ABAIXO!

CONTACTOS:
232 882 526 (Pais)
96 188 7110 / 91 348 4467
96 643 9038 / 91 833 0946

POR FAVOR AJUDEM!
NÃO É BRINCADEIRA! SÓ ESPERAMOS QUE NUNCA PASSEM PELO MESMO!
DESDE JÁ, O NOSSO OBRIGADO PELA ATENÇÃO, PASSEM A MENSAGEM POR FAVOR, NÃO
CUSTA NADA E PODEM ESTAR A AJUDAR!
Diário da Selecção
entre as 10h e o Meio-dia (ep.2)


10: 01 h - Simão chora, queixando-se de que Hélder Postiga lhe terá comido o pão com manteiga
10: 02 h - Caneira dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o pequeno-almoço
10:03 h - O massagista da selecção dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o pequeno-almoço
10:10 h - Quim agride um empregado de mesa, depois de este lhe ter dito que era holandês
10:30 h - Início do treino
10:45 h - Figo e Cristiano Ronaldo entram no estúdio para gravarem um spot publicitário para um banco
10: 50 h - Nuno Gomes está finalmente pronto para entrar no treino
11:00 h - Costinha inicia o pequeno-almoço
11:01 h - Treino interrompido para prestar assistência médica a Luís Boa Morte, que foi vítima de uma entrada dura de Petit
11:03 h - Ricardo é sodomizado por um adepto local após este ter ficado excitado com a sua voz sexy
12:00 h - Treino interrompido para prestar assistência médica a Paulo Santos, que foi vítima de uma entrada dura de Petit

terça-feira, maio 30, 2006

Mundial 2006/Sport TV: só faltava esta
Transmissão pública de jogos
só em iniciativas autárquicas




Parece brincadeira, mas é a sério. Leiam com atenção: A transmissão televisiva dos jogos da selecção nacional em espaços públicos foi autorizada, mas será integrada apenas no âmbito de iniciativas autárquicas, anunciou a Sport TV.
A decisão surge depois de vários dias de discussão sobre a proibição de exibição pública dos jogos de futebol que a Sport TV queria impor a várias entidades e depois de firmado acordo com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).
A polémica estalou depois de no passado domingo o canal de desporto ter confirmado que tinha já alertado várias entidades para a proibição de exibir publicamente os jogos do Mundial de Futebol 2006 que vai decorrer na Alemanha a partir de 09 de Junho.
Na altura, em declarações à agência Lusa, uma fonte oficial do canal explicou que "os direitos de transmissão televisivas foram comprados pela Sport TV e pela SIC, mas a Sport TV comprou todos os direitos de exibição pública", ficando com a responsabilidade de os ceder ou não a terceiros.
A mesma fonte explicou que a decisão do conselho de administração do canal vinha no sentido de proteger os clientes da empresa e de não sair prejudicada.
A decisão foi de imediato contestada por diversos municípios e levou a que a ANMP tomasse uma posição contra e tentasse a todo o custo a revogação desta medida.
Com o acordo agora firmado, as imagens dos jogos da selecção nacional e a final do Campeonato do Mundo FIFA 2006 vão ser exibidas em espaços públicos "apenas em iniciativas autárquicas", tendo ficado "vedada a possibilidade de utilização de publicidade e/ou interesses comerciais de forma directa ou indirecta nesses espaços". Parece que estou a ver os cafés e bares da nossa terra e não só, a exibirem telenovelas brasileiras, «Morangos com Açucar» ou desenhos animados, no horário dos jogos... Estou, estou...(A imagem é da «afundasao.blogspot» e revela, no mínimo, como «nuestros hermanos» vêem a coisa)
Diário da Seleção Nacional
entre as 8 e as 10 da manhã (ep. 1)


8:00 horas - Alvorada
8:30 h - Nuno Gomes começa a secar o cabelo
8:35 h - Nuno Valente dá entrada no departamento médico, após alegadamente ter sido vítima de uma entrada violenta do seu colega de quarto, Petit, enquanto dormia
9:00 h - Pequeno-almoço
9:01 h - Nuno Gomes começa a chegar gel ao cabelo
9:10 h - Figo levanta-se
9:11 h - Cristiano Ronaldo dá entrada no hotel após uma noitada bem passada
9:12 h - Ricardo Costa grita bem alto: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima
9:13 h - Ricardo é sodomizado por um empregado do hotel após este ter ficado excitado com a sua voz sexy
9:14 h - Miguel agride de forma selvática os jornalistas que o tentavam fotografar enquanto comia
9:15 h - Costinha consegue finalmente ter capacidade físico-motora para se erguer da cama
9: 16 h - Maniche pesa-se e atira a balança com força contra a parede, depois de perceber que continua a pesar mais do que o Fernando Mendes
9:20 h - Chegam ao hotel os dois camiões de queijos açorianos encomendados por Pauleta
9:30 h - Nuno Gomes acaba de chegar o gel ao cabelo e dirige-se para a sala de maquilhagem
9: 45 h - Scolari acorda
10:00 h - Deco inicia o seu tratamento contra as borbulhas

Por: Repórter «NdO» infiltrado (no quartel-general da selecção não é nos joelhos)