domingo, maio 17, 2026



SC Esmoriz empata e é despromovido
O SC Esmoriz empata precisava de vencer o Águeda para acalentar esperanças na manutenção, mas apesar de teresrado a vencer acabou por deixar-se empatar.

Assim, ficou selada a descida da equipa barrinhota ao campeonato distrital na próxima época. https://www.ovarnews.pt/sc-esmoriz-empata-e-e-despromovido/
A UABDA – União dos Agricultores e Baldios do Distrito de Aveiro, com a Junta de Freguesia de Válega, promoveu este sábado, uma homenagem aos “mártires das videiras”, agricultores assassinados, em 1939, por se recusarem a arrancar as suas vinhas.

Nesse ano, a freguesia de Válega viveu um dos dias mais tristes da sua história, quando a GNR marchou sobre a localidade para cortar as videiras americanas (que tinham sido proibidas por Salazar).

O povo, em vias de ficar sem as videiras que eram parte do seu sustento, juntou-se no adro da igreja cercando a GNR para impedir o corte da vinha. Com os ânimos exaltados, o Governo Civil de Aveiro deu ordem à GNR para abrir fogo. Os tiros da guarda mataram dois homens, Jaime da Costa (com 19 anos) e Manuel Maria Valente de Pinho (com 38 anos). Várias pessoas ficaram feridas e outras foram presas.

Nesta data, a UABDA e a população local juntam-se para homenagear os mártires, lembrar a luta dos agricultores e denunciar a repressão que, sobre diversas formas, e nos tempos da ditadura de forma brutal, é exercida sobre os pequenos e médios agricultores. https://www.ovarnews.pt/uabda-homenageia-martires-das-videiras-em-valega/


Carta aberta ao Exmo. Senhor Presidente do Conselho Diretivo do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. - eng. Nuno Banza.
 

Digníssimo senhor:

Dirijo-me a Vª Exª na dúplice qualidade de ex autarca e de munícipe de Ovar, para lhe manifestar a minha frontal indignação pelo comportamento do Instituto que V. Exª dirige, face à floresta do município de Ovar, floresta que tem servido para, o ICNF, apenas, como porquinho mealheiro, pois os investimentos, na nossa floresta, constantes do mesmo PGF que manda abater árvores, não passam de ideias enfeitadas de novidade e progresso ambientais.

Deste modo, do famigerado Plano de Gestão Florestal (PGF) do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar, feito e pago pela CMO, e executado pelo ICNF o que ficou, para lá das enormes clareiras, um pouco por todo o lado, qual batalha de Waterloo, foi, de um lado, o espanto, e, do outro, o absurdo.

E tudo isto se passou como se nada se tivesse passado, pois a CMO, enredando, em conferências de imprensa, os pés nos tapetes das etiquetas da subserviência institucional, a nada se opôs, e tudo permitiu.

Permitiu, por omissão, a materialização do PGF, em zonas de proteção e defesa da costa e de floresta de conservação.

E aqui, chegados, pergunta-se:

Quem acompanhou o Plano como era sua obrigação por parte da Câmara? Para que servem os técnicos municipais especializados nestas áreas? Quem permitiu, por insignificância institucional, que se abatessem, fora do PGF – terreno em frente ao Parque de Campismo do Furadouro, onde máquinas, num claro desrespeito para com o património municipal, passaram por cima da placa indicativa de percurso pedonal, lá instalada pala própria edilidade – dezenas de árvores, sem que para isso se manifestasse, ao ICNF, qualquer desacordo ou protesto?

Ninguém, e daí a permissão, bem retratada no salvador dito, publicamente, qual Pilatos lavando daí as mãos, que “quem mais sabe de florestas é o ICNF”, dito que a prática, do ICNF, se encarregou de esbofetear, pois as consequências, para o nosso património ambiental, estão à vista de todos.

Desta forma, a floresta foi dizimada, os respetivos montantes, provenientes das árvores abatidas, arrecadados por quem de direito, o principal responsável, pois foi quem aprovou o PGF, promovido a membro do governo, e o interesse público e o direito de todos nós à fruição de espaços de lazer, esse foi enviado às malvas.

Diz V. Exª senhor Diretor, que tem liderado o Instituto, “com forte foco na gestão florestal e na conservação da natureza” e que “o ICNF somos todos nós”.

Ora, caro senhor, quero, com o meu direito constitucional à indignação, de cidadão amigo do ambiente, reafirmar-lhe, que, na minha opinião e, estou certo, na opinião da maior parte dos vareiros, nem o ICNF tem sido liderado com forte foco na gestão florestal e conservação da natureza nem, muito menos esse ICNF que nos apresenta, publicamente, “somos” todos nós.

Não sou, eu, porquanto não me revejo e nunca me revi, na lógica mercantilista desse Instituto, que por força da sua designação, se veria obrigado a preservar e conservar e não abater indiscriminadamente, todo o tipo de árvores, nem são os vareiros, na sua maioria, que também consideram que a sua floresta, tem servido, apenas, para arrecadar receitas, de que esse Instituto necessita, talvez, para colmatar um subfinanciamento estatal, crónico.

Desta forma, tem o ICNF usado os nossos recursos em seu benefício próprio, em nome de pretensos e pomposos Planos de Gestão Florestal que, de Planos de Gestão, só por cinismo administrativo, se poderão denominar de florestais.

Se não, veja-se o montante que o ICNF já arrecadou e, face aos concursos públicos, do PGF, em curso o que tenciona arrecadar, e seria bom que, em nome da transparência dos serviços públicos, se publicassem os montantes arrecadados, sem que disso se vislumbre, quaisquer melhoramentos de conservação e preservação da nossa floresta.

E, se no passado, nada de bom veio para o município de Ovar, desse Instituto Público, apenas exigências estapafúrdias de obrigações que levaram a CMO a adquirir 89hac de terrenos florestais na Serra da Malcata, com um encargo de 200.000€ para oferecer ao ICNF, e outras, habilidades, similares, no presente, de forma mais escandalosa, e em nome de decretos-lei de 2001, mais defraudados nos sentimos nos nossos direitos à fruição de espaços naturais, quando vemos, mais um abate, indiscriminado de árvores, principalmente, num parque ambiental – Parque Ambiental do Buçaquinho, em Cortegaça - que de ambiental só lhe ficou o nome e que já estava desafetado do ICNF desde 2001 e que só agora, um quarto de século depois, em nome de interesses que escapam à compreensão humana, vêm reivindicar.

E, se senhor eng. Banza, o problema, neste caso concreto, era o dinheiro, e face aos danos ambientais causados – convido Vª Exª a visitar a obra feita por esse Instituto - mais valia ter recorrido a uma subscrição pública dos vareiros ou a ter falado com a CMO e a JF de Cortegaça – até nesta falta de diálogo institucional se vê a ética do ICNF, num claro desrespeito pelas autarquias e pelos seus autarcas, numa obsoleta cultura do quero, posso e mando - que estas autarquias, e mesmo a população em geral, estou certo, em nome da história do Parque merendeiro, e da fruição do espaço, lhe dariam, a esmola, de 14.000€, determinada pela hasta pública.

Hoje, temos todos a consciência que o ICNF e o seu braço armado (de motosserra) a Direção Regional de Agricultura da Beira Litoral, não nasceram para plantar árvores, no município de Ovar, mas para fazer da sua floresta, o que que Cassandra previu para Troia, a sua destruição, e muito menos para assegurar a gestão sustentável das florestas nacionais, promovendo a conservação dos recursos naturais, mas sim, qual arboricida, para se aproveitar delas.

Por último, deixo a sugestão à CMO e à JF de Cortegaça para que atribuam ao Parque Ambiental do Buçaquinho, o nome do eng. Nuno Banza, pelos relevantes serviços públicos, ali, prestados.

Atentamente

Alcides Alves

 

  https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-ao-exmo-senhor-presidente-do-conselho-diretivo-do-icnf-instituto-da-conservacao-da-natureza-e-das-florestas-i-p-eng-nuno-banza/


Estarreja: Homem de 50 anos morre em acidente com trator em terreno agrícola
Um homem de 50 anos morreu ao final da tarde de sábado na sequência de um grave acidente com um trator agrícola, em Canelas, no concelho de Estarreja.

A vítima encontrava-se a trabalhar num terreno de cultivo quando, por razões ainda por esclarecer, sofreu ferimentos de extrema gravidade. O óbito foi declarado no próprio local pelas equipas de socorro, que nada puderam fazer para reverter a situação.

O alerta foi dado às 19h17, mobilizando de imediato os Bombeiros Voluntários de Estarreja para o local do acidente. Quando os operacionais chegaram ao terreno agrícola, encontraram o homem em estado crítico, acabando por confirmar a morte devido à gravidade dos ferimentos provocados pelo acidente com a máquina agrícola. O caso causou grande consternação entre os moradores da freguesia de Canelas. https://www.ovarnews.pt/estarreja-homem-de-50-anos-morre-em-acidente-com-trator-em-terreno-agricola/


Murtosa: Regatas de Moliceiros estão de regresso
A Câmara Municipal da Murtosa promove, este domingo, a Regata do Mercado Tradicional, primeira prova da Época de Regatas de Moliceiros 2026.

A edição deste ano envolve mais de duas dezenas de embarcações, entre barcos moliceiros e réplicas, e assume um significado particularmente histórico, por se tratar da primeira regata realizada após a inscrição do “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, em dezembro passado.

Este reconhecimento internacional representa um marco de enorme relevância para a Região de Aveiro, distinguindo o valor patrimonial, cultural e identitário do Barco Moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção, ornamentação e navegação, perpetuados ao longo de gerações pelos mestres da região, assim também reconhecidos e valorizados.

A Época de Regatas de Moliceiros integra o Plano Estratégico de Salvaguarda “O Barco Moliceiro – Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro”, instrumento que contempla um conjunto de ações destinadas à valorização, preservação e transmissão deste património único, unindo os 11 Municípios da Comunidade Intermunicipal.

Entre os principais objetivos destacam-se a salvaguarda do saber-fazer da carpintaria naval tradicional, a preservação das técnicas decorativas dos painéis de proa e ré, a manutenção da estrutura tradicional do moliceiro e a valorização do ecossistema cultural, social e económico associado a esta embarcação emblemática, igualmente único Património Cultural Imaterial da Humanidade em toda a Região Centro de Portugal.

As Regatas de Moliceiros constituem um dos momentos mais aguardados do calendário cultural da Região de Aveiro. Com origem nas primeiras décadas do século XX, estas provas mantêm viva uma tradição profundamente enraizada nas comunidades da ria, afirmando-se como expressão autêntica da identidade marítima regional e, desde há 4 meses, como bandeira maior em crescentes eventos de promoção turística.

A Época de Regatas de Moliceiros de 2026 apresenta ainda uma novidade com a criação da Regata dos Palheiros, que terá lugar no dia 25 de julho, na Costa Nova, em Ílhavo. Em virtude desta nova prova, a tradicional Regata da Região de Aveiro, habitualmente realizada no início de julho, decorrerá este ano no dia 27 de junho.

CALENDÁRIO DA ÉPOCA DE REGATAS MOLICEIROS 2026:

17 maio Regata do Mercado Tradicional – Murtosa

27 de Junho Regata da Região de Aveiro - Torreira / Aveiro

25 de Julho Regata dos Palheiros - Costa Nova – Ílhavo

01 e 02 de Agosto Regatas da Festa do Emigrante - Torreira / Murtosa

6 de Setembro Regata de S. Paio - Torreira - Murtosa https://www.ovarnews.pt/murtosa-regatas-de-moliceiros-estao-de-regresso/

sábado, maio 16, 2026



Moção contra demolição do Cine-Teatro chumbada na Assembleia Municipal de Ovar
Uma moção subscrita pelo PS e o AGIR! "pela preservação da memória coletiva e pela criação de um novo polo cultural, museológico e turístico estruturante" no local do Cineteatro foi recusada pela Assembleia Municipal.

O documento pede a anulação do projeto "Praceta Cine-Teatro" e recorda que a "atual fachada é um símbolo afetivo de Ovar. Acedemos à sua manutenção para acolher o Posto de Turismo no átrio e um Café Concerto no antigo Salão de Festas".

Nim momento em que Ovar "enfrenta o desafio de reforçar a sua atratividade cultural e turística, fixar talento jovem, apoiar a criação artística local e potenciar o seu património material e imaterial, exigindo infraestruturas modernas, multifuncionais e diferenciadoras", (...) " o projeto apresentado em 2025 pelo Executivo Municipal, prevendo a criação de uma praça a céu aberto no local, se revela manifestamente insuficiente face ao potencial estratégico daquele espaço"

(em atualização) https://www.ovarnews.pt/mocao-contra-demolicao-do-cine-teatro-chumbada-na-assembleia-municipal-de-ovar/


Ovarense eliminada em casa pela Oliveirense
Um quarto período em que possibilitou a recuperação dos seus rivais, ditou a eliminação dos vareiros (64-68).

🏀 UD Oliveirense 64-66 Ovarense GAVEX

🏆 #LigaBetclicMasculina | Playoffs / Quartos-de-final (Jogo 3)

📌 Arena de Ovar

⭐ Leon Ayres (18pts, 5res, 1rb - 19.5 val)

📊 tinyurl.com/2e9bw7tu https://www.ovarnews.pt/ovarense-eliminada-em-casa-pela-oliveirense/


ProfJam e Sippinpurp no dueto mais esperado de LSD
Para chegar ao sexto disco em nome próprio, Mário Cotrim mostrou o que existe para além do alter-ego e deixou vários traços da sua personalidade vincados numa grande entrevista conduzida por Rui Unas para o YouTube.

Goste-se ou odeie-se as suas posições e formas de estar na vida, a verdade é que o nome ProfJam tem sido uma das maiores autoridades no cenário do hip hop nacional, muito graças a um output musical que vai fazendo justiça ao hype que a persona carrega.

LSD — de Love Songs Die — não quebra com essa tradição e faz vir ao de cima mais 16 malhas gulosas do “prof dos putos da nova gen”. Entre as colaborações mais óbvias, temos "Boneca", com Sippinpurppe outras não tão esperadas (Ana Moura, Plutonio e Ivandro), a ficha técnica do sucessor de MDID prima também pela extravagância musical dos beats, orquestrados por um pelotão de producers que vai desde Migz e Ariel a Mizzy Miles, Fumaxa, Osémio Boémio ou Charlie Beats. https://www.ovarnews.pt/profjam-e-sippinpurp-no-dueto-mais-esperado-de-lsd/


Carta aberta à Ovarense e aos adeptos vareiros
 

Ser OVARENSE é carregar a identidade, a história e a alma de Ovar!

Equipa,

O vosso talento trouxe-vos até aqui, mas no sábado precisamos de algo mais e melhor... Precisamos de garra. Precisamos de brio. Quando entrarem em campo, lembrem-se do símbolo que trazem ao peito. Cada ressalto, cada defesa e cada ataque têm de ser disputados com a força de quem sabe que representa uma comunidade inteira. Não jogam apenas por pontos. Jogam pela honra de Ovar! Mostrem a vossa qualidade e, acima de tudo, a vossa alma de guerreiros.

Adeptos,

Somos o sexto jogador em campo. A nossa voz será o combustível que empurrará a nossa equipa rumo à vitória. No sábado, o nosso pavilhão tem de ser um vulcão preto e branco. Temos de ser um só corpo e uma só alma vareira. Apoiemos sem parar e contagiemos a nossa equipa com a nossa energia e o nosso ADN. Façamos com que os nossos atletas sintam que não estão sozinhos nesta batalha e que unidos, nada nem ninguém nos bate.

Este é o momento da verdade. Contra tudo e contra todos, vamos lutar do primeiro ao último segundo com uma vontade inabalável de vencer. E, claro, sempre com fairplay.

Pela nossa história e pela nossa terra: Força, OVARENSE!

Paulo Costa https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-a-ovarense-e-aos-adeptos-vareiros/


VSR no Adulto: o inimigo respiratório que já não podemos ignorar
 

O Vírus Sincicial Respiratório, conhecido por VSR, é muitas vezes associado aos bebés e às crianças pequenas. E com razão: é uma das grandes causas de bronquiolite. Mas seria um erro pensar que este vírus é apenas um problema da infância. Nos adultos mais velhos e nas pessoas com doenças crónicas, o VSR pode ser responsável por infeções respiratórias graves, internamentos e até morte.

Ao contrário do que acontece com algumas infeções, ter tido contacto prévio com o VSR não garante proteção duradoura. Podemos ser infetados várias vezes ao longo da vida. Na maioria dos adultos saudáveis, a infeção pode parecer apenas uma constipação: pingo no nariz, tosse, dor de cabeça, mal-estar ou febre baixa. O problema é que, em certas pessoas, esta “constipação” pode descer aos pulmões e provocar pneumonia, agravamento da DPOC, crise de asma, descompensação cardíaca ou agravamento de diabetes.

O risco aumenta claramente com a idade. Em Portugal, estima-se que ocorram anualmente mais de três mil internamentos associados ao VSR em adultos, a grande maioria em pessoas com 65 ou mais anos. Estudos nacionais mostram também que, nos idosos hospitalizados, a doença pode ter impacto pesado: internamentos prolongados, necessidade de oxigénio e mortalidade relevante.

Há sinais que devem merecer atenção: falta de ar, pieira, cansaço fora do habitual, febre persistente, dor no peito, confusão ou sonolência em pessoas idosas. Nestes casos, não se deve desvalorizar. O diagnóstico pode ser confirmado por testes laboratoriais, como PCR, mas a decisão de procurar cuidados não deve ficar à espera de um teste quando há sinais de gravidade.

A boa notícia é que a prevenção já existe. Estão disponíveis vacinas contra o VSR para adultos, administradas numa dose única; a necessidade e o intervalo de futuros reforços ainda não estão definitivamente estabelecidos. A vacinação deve ser discutida sobretudo por pessoas com 60 ou mais anos e por adultos com maior risco de doença grave, como doentes com DPOC, asma, insuficiência cardíaca, doença coronária, diabetes, doença renal ou hepática crônica, imunossupressão, fragilidade, demência ou residentes em lares e unidades de cuidados continuados

O VSR é um bom exemplo de uma doença que esteve demasiado tempo escondida atrás da palavra “constipação”. Para muitos adultos será apenas isso. Para outros, pode ser o início de um internamento evitável.

Se tem mais de 60 anos, ou se vive com uma doença respiratória, cardíaca, metabólica ou imunológica, fale com o seu médico sobre a vacinação contra o VSR. A prevenção respiratória já não se resume à gripe e à COVID-19. O VSR entrou definitivamente na conversa — e deve ser levado a sério.

https://youtu.be/y-w6vpp6QmA

 

Eurico Silva, USF João Semana - Ovar

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/vsr-no-adulto-o-inimigo-respiratorio-que-ja-nao-podemos-ignorar/

sexta-feira, maio 15, 2026

 

O recente abate de árvores no Parque de Merendas do Buçaquinho não pode ser tratado como uma simples operação de manutenção florestal. O que aconteceu naquele espaço representa mais um episódio de uma política ambiental marcada pela falta de transparência, pela ausência de escrutínio público e por uma inquietante banalização do corte de árvores em zonas de elevado valor ecológico e social no concelho de Ovar.

O Buçaquinho é muito mais do que um parque de lazer. É um dos poucos espaços naturais onde ainda se consegue encontrar equilíbrio entre floresta, biodiversidade e usufruto público. Durante anos foi apresentado pela própria autarquia como símbolo da valorização ambiental do concelho. Porém, quando chega o momento de justificar o desaparecimento de dezenas de árvores, instala-se o silêncio, surgem explicações vagas e os cidadãos são tratados como meros espectadores de decisões já tomadas.

A Câmara Municipal de Ovar tem obrigação de explicar, com detalhe e frontalidade, quem autorizou os abates, quais os critérios técnicos utilizados, quantas árvores foram efetivamente cortadas e que estudos sustentaram essas decisões. Mais do que isso, deve explicar porque razão a população só toma consciência da dimensão das intervenções quando os troncos já estão no chão.

Mas também o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) não pode continuar refugiado numa postura tecnocrática e distante, como se a gestão florestal pudesse ser feita apenas em gabinetes e mapas administrativos, ignorando a realidade local e a sensibilidade das populações. O ICNF existe para proteger património natural, não para se limitar a validar operações que, aos olhos de muitos cidadãos, parecem cada vez mais agressivas e desproporcionadas.

Nos últimos anos, o que se tem verificado em várias zonas florestais de Ovar é um padrão preocupante de cortes sucessivos que transformam profundamente a paisagem. Áreas densamente arborizadas dão lugar a clareiras extensas, alterando ecossistemas, destruindo habitats e empobrecendo visualmente territórios que demoraram décadas a consolidar-se.

E sempre com o mesmo discurso repetido até à exaustão: “gestão florestal”, “limpeza”, “segurança”, “prevenção”. Conceitos importantes, sem dúvida, mas que não podem servir de argumento automático para justificar qualquer intervenção sem debate público, sem transparência e sem verdadeira avaliação ambiental independente.

Porque importa dizer aquilo que muitos pensam, existe hoje uma crescente sensação de que se corta primeiro e se explica depois, quando se explica… E isso mina a confiança das populações nas instituições que deveriam proteger o património natural coletivo.

Mais grave ainda é a aparente ausência de uma estratégia coerente de reflorestação e recuperação ambiental. Cortar árvores maduras e anunciar posteriormente pequenas ações simbólicas de plantação não resolve o problema. Uma árvore centenária não é substituída por meia dúzia de mudas fotografadas para redes sociais ou cerimónias institucionais. O valor ecológico perdido leva décadas a recuperar, quando recupera.

Num contexto de alterações climáticas, aumento das temperaturas, erosão costeira, perda de biodiversidade e crescente vulnerabilidade ambiental, assistir ao desaparecimento sistemático de árvores adultas deveria preocupar seriamente qualquer entidade pública responsável. As árvores não são obstáculos administrativos nem meros elementos decorativos da paisagem. São infraestrutura ambiental essencial. Produzem oxigénio, regulam temperaturas, fixam carbono, protegem solos e contribuem diretamente para a qualidade de vida das populações.

Por isso, torna-se incompreensível que tanto a autarquia como o ICNF continuem a comunicar estas intervenções quase sempre numa lógica defensiva e minimalista, como se o incómodo estivesse na reação das pessoas e não na dimensão dos cortes realizados.

A população de Ovar merece respeito. Merece informação prévia, acesso aos pareceres técnicos, identificação clara das árvores em risco, planos de reflorestação concretos e fiscalização independente. Merece participar nas decisões sobre espaços naturais que pertencem à comunidade e não apenas assistir ao desaparecimento gradual da sua floresta.

Existe uma diferença enorme entre gerir a floresta e desfigurá-la e, infelizmente, essa fronteira parece estar cada vez mais ténue em várias zonas do concelho.

Ovar construiu parte da sua identidade em torno da natureza, da floresta e da paisagem. Destruir silenciosamente esse património enquanto se multiplicam discursos institucionais sobre sustentabilidade é um exercício de contradição política que os cidadãos começam legitimamente a questionar.

Porque chega um momento em que já não basta plantar algumas árvores para compensar aquilo que se permite destruir. E talvez esse momento tenha chegado.

Quando o som das motosserras se torna mais frequente do que o som do vento nos pinhais, não estamos apenas perante operações florestais. Estamos perante escolhas políticas. E essas escolhas têm responsáveis.

Fernando Camelo de Almeida

  https://www.ovarnews.pt/o-silencio-cumplice-perante-o-abate-das-arvores-em-ovar-por-fernando-almeida/


Câmara e direção do Museu de Ovar procuram solução para garantir continuidade da instituição
O presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, garantiu na última Assembleia Municipal que o Museu de Ovar passa por dificuldades mas “não consta que tenha fechado”.


Adiantou que a autarquia está em diálogo com os órgãos sociais da instituição para encontrar uma solução que assegure a sua continuidade.


“O Museu tem órgãos sociais, uma direção eleita, e aquilo que a Câmara Municipal de Ovar pode fazer não é chegar lá e dizer que isto é nosso. Isso não existe”, afirmou o autarca durante a sessão.


Domingos Silva confirmou, no entanto, que têm existido contactos entre responsáveis do museu e a autarquia. “Nós estaremos sempre do lado da solução e estamos já a conversar no sentido de se apontar um caminho que resolva esta situação”, referiu, acrescentando que “quem tem de definir o que quer é o Museu, os seus associados e os seus órgãos sociais”.


O presidente da Câmara revelou ainda que os serviços municipais já começaram a trabalhar no processo e mostrou-se confiante na possibilidade de alcançar um entendimento. “Estou convencido de que poderemos chegar a uma solução”, declarou.


O presidente da direção do museu, António Sá Dias, confirmou os contactos com a edilidade  e rejeitou a ideia de encerramento definitivo da instituição. “Temos as contas equilibradas e temos feito a manutenção do edifício”, afirmou, recordando os danos provocados pelos recentes temporais que obrigaram a uma intervenção urgente no telhado.


Segundo Sá Dias, um eventual apoio municipal à gestão poderá representar uma ajuda importante para o futuro da instituição. “Se houver um apoio à gestão do município tudo será diferente”, admitiu.


O dirigente sublinhou ainda o trabalho de preservação do espólio existente. “Temos um inventário de todas as peças existentes e ainda esta semana tivemos aqui uma especialista a verificar o estado dos fatos que temos expostos”, explicou.


Quanto ao funcionamento do espaço, António Sá Dias esclareceu que o museu encerrou temporariamente após o festival “Cima Abaixo”, mas prepara-se agora para reabrir durante o período da tarde.


A atual indefinição surgiu depois de, na última assembleia-geral da instituição, não terem aparecido listas candidatas para assumir a direção do museu.


“Vamos continuar a dialogar com a Câmara para se chegar a uma soluçâo”, concluiu. https://www.ovarnews.pt/camara-de-ovar-e-direcao-do-museu-procuram-solucao-para-garantir-continuidade-da-instituicao/


Portugal International School - Por Paulo Freitas do Amaral
Atualmente há muitas mudanças a acontecer na educação em Portugal. Algumas delas são anunciadas diariamente nas televisões… outras não… só as conhece quem está nas escolas…

A mudança que vos falo neste artigo é sobre uma mudança que não faz manchetes, nem aberturas de telejornais mas que a pouco e pouco está a extinguir a língua portuguesa e a nossa identidade… falo-vos da explosão de “international schools” ou em bom português das “escolas internacionais” em Portugal, e de forma simultânea das medidas governativas que irão permitir aos estrangeiros serem docentes no nosso país.

Nos últimos anos temos assistido ao licenciamento de inúmeras escolas que crescem como “cogumelos” pelo ministério da educação, no nosso território, e que ensinam em inglês e tratando a disciplina de português no seu currículo quase como uma espécie de disciplina de “cidadania”, como se fosse uma disciplina “menor” que não conta para nada.

Já conhecíamos este espírito em relação à língua portuguesa em algumas escolas estrangeiras em Portugal como por exemplo o “Instituto Espanhol” que apesar de ser propriedade do Estado espanhol, a disciplina de português é “ridicularizada” e “menosprezada” pelos alunos espanhóis e portugueses que o frequentam…Sei bem do que vos falo porque fui presidente de junta de freguesia na Cruz Quebrada Dafundo e cresci como vizinho desta escola…

O perigo da transformação do ensino privado português, se tornar quase exclusivamente direcionado para o currículo inglês, focado nos filhos de estrangeiros endinheirados e de portugueses é bem real…


A entrada de grupos estrangeiros, na educação portuguesa, está a ser uma realidade não vigiada ao nível da educação e tem sido feita com bastante displicência pelo governo português no que se refere à preservação da nossa identidade…

Há até casos, como por exemplo em Oeiras, onde as autarquias cedem instalações públicas (fundição de Oeiras) para as “Internacional Schools” vingarem e darem os primeiros passos no nosso país…


Camões e Fernando Pessoa ficam assim de dedo no ar esperando pela sua vez de falar às crianças…Será que o ministério da educação os deixará falar às elites que um poderão um dia poderão decidir políticas em Portugal?


Parece-me que não, até porque o Governo também se prepara para reconhecer aos estrangeiros capacidade para lecionar…D. João I e D. Nuno Álvares Pereira que se preparem para ter a História contada à crianças portuguesas pela versão espanhola…

O Padre António Vieira, já pintado de vermelho no seu busto em Lisboa, que se prepare para a sua vida ser contada de uma forma um pouco diferente…

Os imigrantes em Portugal já são 15% da população…as “international schools” sabem disso…existe mercado…e estão prontas para se expandir porque sabem também da inexistência de apoio do Estado português ao ensino privado nacional, atacado também por um preconceito ideológico de esquerda e recentemente até atacado por um wookismo radical…

No entanto, o Governo alheado desta realidade, tal como o anterior….nada faz! Se pusermos os olhos em países como o Luxemburgo ou a Suiça com elevados números de imigrantes, chegamos à conclusão que as “international Schools” não foram além de meia dúzia de escolas… A preservação da sua cultura e identidade falou mais alto!

Mas em Portugal, o espírito de admirar o que vem de fora, continua…apesar de termos dos melhores poetas do mundo e escritores consagrados mundialmente.Além de uma História que daria para 50 séries de topo na Netflix…

O espírito tacanho e pouco orgulhoso da nossa língua e da nossa História continua entranhado nos nossos políticos!


Camões, Pessoa, D. Nuno Álvares Pereira estarão cada vez mais de dedo no ar, à espera de falar às novas gerações…em português.

Don’t worry Camões… money talks!

5Paulo Freitas do Amaral


Professor de História https://www.ovarnews.pt/portugal-international-school-por-paulo-freitas-do-amaral/


Estarreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 22/05/2026 entre as 08:30h e as 12:30h, nos seguintes locais e arruamentos:

Avenida Visconde de Salreu (nº 17 A ao nº 91)

 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora

 

 

  https://www.ovarnews.pt/estarreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/


Ovarense tenta recuperar protagonismo histórico no futebol português
Poucos clubes do distrito de Aveiro carregam uma história tão marcante quanto a Associação Desportiva Ovarense. Fundada a 19 de dezembro de 1921 por um grupo de vareiros, com o apoio do Orfeão de Ovar e do Ovar Sporting Club, a Ovarense construiu ao longo de mais de um século uma identidade desportiva que ultrapassa largamente a dimensão do município. O clube foi um dos membros fundadores da Associação de Futebol de Aveiro, em 1924, e desde então oscilou entre momentos de glória e períodos de profunda dificuldade.


Os melhores anos nas competições nacionais


Participações marcantes na Segunda Liga


O ponto de viragem na história da Ovarense chegou na época 1990/91. A A.D.O. sagrou-se Campeã Nacional da 2.ª Divisão B, o maior feito desportivo da sua história nesta modalidade, com o título conquistado a 9 de junho de 1991, numa vitória por 5-0 contra o Olhanense. A Câmara Municipal de Ovar assinalou a conquista com a atribuição da Medalha de Ouro de Mérito Municipal.

O interesse pelo futebol regional português tem crescido entre adeptos e analistas, que hoje acompanham estas competições com ferramentas estatísticas detalhadas, disponíveis em guias completos dedicados ao universo das apostas desportivas, onde é possível contextualizar o desempenho de clubes como a Ovarense numa perspetiva analítica mais ampla.

*Jogue com responsabilidade. Apostar pode causar dependência. Apenas para maiores de 18 anos.

Um dado frequentemente recordado é que José Mourinho iniciou o percurso profissional precisamente na Ovarense, como observador ao serviço de Manuel Fernandes, em 1991/92. Esse detalhe ilustra o papel que o clube desempenhou enquanto espaço de formação e oportunidade no futebol português.


Treinadores que marcaram época


Bruno Cardoso e os recordes históricos


 

Entre os treinadores que mais marcaram a Ovarense, Bruno Cardoso ocupa um lugar incontornável. De nome completo Bruno Ernesto Madureira Cardoso, segundo dados do zerozero.pt, foi o técnico com maior impacto estatístico na história do clube. Na época 1999/2000, orientou a equipa à conquista do título da II Divisão B e consequente promoção à II Liga.

Os registos disponíveis permitem sintetizar a relevância de Bruno Cardoso:

Treinador com mais jogos dirigidos na história do clube


Maior número de vitórias no comando técnico da equipa


Responsável pela gestão de mais golos marcados ao longo das suas épocas


Presença em múltiplas temporadas, conferindo estabilidade ao projeto desportivo

A importância da continuidade técnica


A equipa foi também dirigida por nomes como Manuel Tulipa, Eduardo Luís, Adelino Teixeira e António Frasco durante as épocas de militância no segundo escalão. A continuidade técnica permitiu à Ovarense manter uma identidade tática reconhecível e competitiva, apesar dos recursos limitados. A história do desporto em Ovar documenta amplamente como esses anos moldaram a cultura futebolística local.


O processo de reconstrução desportiva


 

A última presença da Ovarense na Liga de Honra ocorreu na época 2005/06, e pouco depois graves problemas financeiros conduziram à despromoção ao quinto escalão do futebol nacional. Ultrapassadas as dificuldades financeiras, em 2008, a Ovarense regressou à competição, representando-se com nove equipas de formação e duas equipas seniores.

A 28 de abril de 2019, a equipa de seniores masculinos garantiu a subida ao Campeonato SABSEG, o principal escalão da Associação de Futebol de Aveiro. Este regresso simbolizou uma etapa crucial na reconstrução institucional do clube, que hoje aposta na formação de jovens e na sustentabilidade a longo prazo, segundo dados da Federação Portuguesa de Futebol.


Identidade vareira e legado no futebol português


A Ovarense é mais do que um clube de futebol para a cidade de Ovar. É parte integrante da identidade cultural e associativa do município. Mesmo nos períodos de ausência das competições nacionais, os adeptos vareiros mantiveram viva a chama do clube.

Com 11 presenças na II Liga, 33 participações na Taça de Portugal e o título de Campeão Nacional da II Divisão B em 1990/91, a Ovarense construiu um legado respeitável no futebol português fora dos grandes centros. O clube representa a resiliência do associativismo desportivo regional: instituições que, mesmo fora do mediatismo, continuam a formar jogadores, a mobilizar comunidades e a manter viva a tradição do futebol em Portugal.

  https://www.ovarnews.pt/ovarense-tenta-recuperar-protagonismo-historico-no-futebol-portugues/


Mulher de Ovar tinha armas e munições ilegais em casa
Uma mulher de 60 anos sobre a qual recaíam suspeitas de posse ilegal de armas e munições em violação da legislação em vigor foi esta semana detida pela Polícia Judiciária em Ovar. De acordo com a PJ, existiam ainda indícios de que a arguida se preparava para colocar o armamento no mercado ilegal.

"Foram-lhe apreendidas cinco armas de fogo, caçadeiras, e várias munições e cartuchos. A mulher não possuía qualquer tipo de documentação que legitimasse a sua posse", refere a PJ.


A detenção foi efetuada em flagrante delito e comunicada às autoridades judiciárias competentes. Depois de presente às entidades responsáveis pelo processo, a arguida foi restituída à liberdade.


Segundo a PJ, a operação decorreu no âmbito da prevenção e combate à criminalidade violenta e tem como objetivo localizar e retirar de circulação armas ilegais suscetíveis de serem utilizadas na prática de crimes graves. https://www.ovarnews.pt/mulher-de-ovar-tinha-armas-e-municoes-ilegais-em-casa/

quinta-feira, maio 14, 2026



Progresso 1949 leva Ovar de volta à era dourada da música com “Best Of The 80s”
 

No próximo dia 30 de maio, o Progresso 1949 volta a apostar numa grande produção temática com “Best Of The 80s”, uma noite dedicada aos maiores clássicos da década de 80 e à energia que marcou uma geração inteira.

A iniciativa promete transformar o emblemático espaço vareiro numa verdadeira viagem ao passado, recriando o ambiente das discotecas que marcaram a época dourada da pop, dance music e rock internacional. Entre luzes, brilho, ritmos nostálgicos e um ambiente assumidamente “chic”, a organização pretende proporcionar mais do que uma simples festa: uma experiência imersiva inspirada numa das décadas mais influentes da música moderna.

O alinhamento musical ficará a cargo de três DJs ligados à animação noturna da região:


Pedro Morais abre a pista entre as 22h00 e a meia-noite, seguindo-se CÁCÁ, das 00h00 às 02h00, enquanto Paulo Gomes (Dj Paul G) assume o encerramento da noite com um set dedicado aos grandes hinos dos anos 80.

“Os anos 80 continuam a atravessar gerações. Há uma identidade muito própria nesta música, nesta estética e nesta energia coletiva que continua a encher pistas”, refere a organização, que espera uma forte adesão do público.

O evento surge numa altura em que as festas temáticas e os conceitos revivalistas têm vindo a ganhar destaque em vários pontos do país, impulsionados pela procura de experiências diferenciadoras e pela forte ligação emocional do público à música dessa década.

Com dress code “Chic” e lotação limitada, a noite pretende afirmar-se como um dos momentos de destaque da programação social e noturna do concelho neste final de maio.

As portas abrem às 21h00.

Mais informações e reservas podem ser feitas através dos canais oficiais do Progresso 1949. https://www.ovarnews.pt/progresso-1949-leva-ovar-de-volta-a-era-dourada-da-musica-com-best-of-the-80s/


Região Centro lidera investimentos na economia do mar
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030.

Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro.

A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura».

José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários».

O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos».

A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos. https://www.ovarnews.pt/regiao-centro-lidera-investimentos-na-economia-do-mar/


Nasceram quatro filhotes de flamingo no Zoo de Lourosa
O Zoo de Lourosa assinalou o nascimento de quatro crias de flamingo, num momento de particular relevância para o único Parque Ornitológico do País e para a sua missão de conservação. As novas crias já podem ser observadas na instalação dos Flamingos, permitindo aos visitantes acompanhar de perto uma das fases mais delicadas e fascinantes do ciclo de vida desta espécie.


 São filhos da casa e parte de uma família cada vez maior. O bando de flamingos do único Parque Ornitológico do país celebrou, esta semana, o nascimento de mais quatro crias, num marco de especial significado para o Zoo de Lourosa. “É um momento muito simbólico para nós, porque se trata de casais que nasceram no nosso Zoo e que agora contribuem ativamente para a continuidade e expansão do bando”, destaca Andreia Pinto, Curadora da Coleção de Aves do único Parque Ornitológico do país.


Em 2017, o Zoo de Lourosa tinha cerca de 20 flamingos, provenientes, na sua maioria, de Basileia e da Singapura, quando registou o nascimento das primeiras crias. Em 2019, nasceram as primeiras fêmeas e, de lá para cá, o bando duplicou de tamanho tendo alcançado, com o nascimento dos mais recentes membros da família, as quatro dezenas de aves.


A perspetiva é que esta tendência de crescimento se mantenha, especialmente agora que os mais recentes casais se encontram “saudáveis e em idade reprodutiva”.  “Para além dos quatro nascimentos, registamos um total de 10 ninhos ativos, o maior número registado numa época de cria no Zoo de Lourosa, o que é, para nós, um indicador positivo do sucesso reprodutivo da espécie e das condições de bem-estar e estabilidade que procuramos proporcionar”, sublinha Andreia Pinto.


Este é um momento ganha especial relevância no contexto da missão do Zoo de Lourosa, que reconhece o papel fundamental dos zoológicos na conservação da biodiversidade e na proteção das espécies. O nascimento destas quatro crias reflete, assim, o compromisso do Zoo com a criação de condições que promovem o bem-estar animal, a reprodução natural das espécies e a sua missão de conservação enquanto único Parque Ornitológico do País.


A evolução deste processo continua a ser acompanhada de perto pela equipa técnica do Zoo de Lourosa, que monitoriza todas as fases do desenvolvimento dos mais recentes membros do bando de flamingos.


“Neste momento procuramos dar o máximo de tranquilidade para que a incubação e o desenvolvimento das crias possam acontecer da forma mais serena e saudável possível”, afirma a Curadora. Nesse sentido, a habitual “Hora de Alimentação dos Flamingos” mantém-se temporariamente suspensa de forma a “minimizar qualquer potencial perturbação no habitat”.


O Zoo de Lourosa continuará a acompanhar de perto a evolução das crias e promete partilhar novidades em breve, apelando, até lá, à compreensão dos visitantes para a importância de preservar a tranquilidade deste momento especialmente significativo. https://www.ovarnews.pt/nasceram-quatro-filhotes-de-flamingo-no-zoo-de-lourosa/


Troféu Nacional de Samba reúne as campeãs em Estarreja
A “liga das campeãs” do samba está de regresso à cidade de Estarreja. O Troféu Nacional de Samba de 2026 realiza-se no dia 20 de junho, sábado, e reunirá na mesma avenida as melhores escolas de samba dos principais carnavais de Portugal. O desfile começa às 22h, no Parque Municipal do Antuã, com entradas livres para peão.


Na 14.ª edição da iniciativa, as escolas de samba que se sagraram campeãs do Carnaval, em Estarreja (Vai Quem Quer), Ovar (Costa de Prata), Sesimbra (Trepa do Coqueiro), Mealhada (Batuque) e Figueira da Foz (Unidos do Mato Grosso). Nesta edição há uma novidade. A ACE - Associação de Carnaval passará a convidar anualmente uma escola de samba que não participa nos tradicionais concursos. E, nesta edição, é a Unidos De Vila Régia, de Albergaria-a-Velha.


Com organização da Associação do Carnaval de Estarreja e apoio da Câmara Municipal de Estarreja e da CIRA - Comunidade Intermunicipal de Aveiro, numa espécie de “carnaval de verão”, antevê-se um espetáculo de ritmo, cor, alegria, qualidade, criatividade e exuberância, com cerca de oito centenas de figurantes a darem o seu melhor na alameda do parque da cidade, já batizada por muitos de “avenida do carnaval”.


Cada escola de samba integra um conjunto de alas específicas: desde o mestre-sala e porta-bandeira, à comissão de frente, baianas, passistas e bateria. A melhor a desfilar e que tiver melhor pontuação quando conjugados os vários critérios de avaliação - mestre-sala e porta-bandeira com comissão de frente, fantasia e conjunto, bateria e harmonia - receberá o Troféu Nacional de Samba. O júri é nomeado pela ACE – Associação do Carnaval de Estarreja e será composto por seis elementos, em que cada dois júris avaliam os itens correspondentes.


O Carnaval de Estarreja constitui um evento âncora da estratégia da política cultural municipal, sendo um forte fator de atratividade turística que alavanca a dinâmica da economia local, o que se pretende ver refletido não só no período de Carnaval, mas também noutros momentos ao longo do ano.


Após o desfile há um concerto imperdível com a banda Forróbodó que vai aquecer o ambiente do Parque Municipal do Antuã. A entrada é gratuita.


O preço do bilhete de bancada terá o custo de 5€ e pode ser adquirido junto da organização ou no local no dia do desfile. O de peão é gratuito. https://www.ovarnews.pt/trofeu-nacional-de-samba-reune-as-campeas-em-estarreja-2/


CCR Maceda alcança melhor classificação de sempre
 

A equipa de Seniores Masculinos do CCR Maceda terminou a época 2025/2026 da 3.ª Divisão Nacional de Voleibol no 3.º lugar da classificação final, alcançando o melhor resultado desde o regresso da modalidade ao clube.

Este marco reflete a evolução sustentada do projeto de voleibol do CCR Maceda, "fruto do trabalho desenvolvido ao longo das últimas épocas por atletas, equipa técnica e direção", salienta o diretor da secção do clube, Gabriel Lima.

A aposta, assegura, contínuará a ser no "crescimento competitivo e na valorização dos jogadores tem permitido ao clube consolidar a sua presença no panorama nacional da modalidade".

Gabriel Lima destaca ainda o "empenho e dedicação demonstrados ao longo da temporada, assim como o apoio de todos os adeptos e parceiros que acompanharam a equipa durante a época".

O clube pretende continuar a crescer e "a representar a região com ambição, mantendo o compromisso com o desenvolvimento do voleibol e do desporto local". https://www.ovarnews.pt/?p=102995


Ovarense vai ter de jogar a
Os adeptos de Ovar invadiram Oliveira de Azeméis, com expetativas de fazer a festa vareira esta noite.

Todos os parciais foram de alto equilíbrio – mas a UD Oliveirense, vencendo todos e com especial relevo na segunda parte (27-23, 25-24, 19-13 e 19-12), conseguiu empatar a eliminatória.

Pelos vareiros, o base Jay Heath foi o que mais se destacou, com 19 pontos. Jackson Stormo chegou ao duplo-duplo (11pts, 10res).

O terceiro jogo é em Ovar, na Arena, às 15h de sábado.

Earl Timberlake foi o MVP da partida, com 18 pontos, 12 ressaltos e seis assistências (32val). Jimmy Boeheim foi o melhor marcador, com uma primeira parte “de mão quente”, e terminou com 25 pontos e oito ressaltos. Pelos vareiros, o base Jay Heath foi o que mais se destacou, com 19 pontos. Jackson Stormo chegou ao duplo-duplo (11pts, 10res). https://www.ovarnews.pt/ovarense-vai-ter-de-jogar-a-negra-com-a-oliveirense/

quarta-feira, maio 13, 2026

A Câmara Municipal de Ovar adjudicou a obra de reforço do cordão dunar e dique fusível da Barrinha de Esmoriz.

A empreitada foi contratada, por ajuste direto, por 72.840 euros, com um prazo de execução de 230 dias e decorrerá no âmbito do protocolo de cooperação técnica e financeira estabelecido com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em abril passado.

O dique fusível da Barrinha de Esmoriz é uma estrutura de areia e sistema dunar, gerida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que controla a ligação entre a lagoa e o mar.

Instalada na foz, a sua principal função é proteger a qualidade da água nas praias próximas, impedindo a circulação de água durante a época balnear, sendo reforçado periodicamente com trabalhos de modelação do cordão dunar. https://www.ovarnews.pt/municipio-reforca-dique-fusivel-na-barrinha-de-esmoriz/


População de boto em Portugal enfrenta níveis preocupantes de poluentes altamente tóxicos
 

Investigadores da Universidade de Aveiro (UA) detetaram níveis elevados de poluentes orgânicos persistentes (POPs) em botos arrojados em Portugal, uma espécie classificada como “Criticamente em Perigo” pelo Livro Vermelho dos Mamíferos de Portugal Continental. Altamente tóxicos, estes contaminantes degradam-se muito lentamente e acumulam-se nos organismos vivos, representando uma ameaça séria para espécies marinhas vulneráveis como o boto (Phocoena phocoena).

A população de boto, mamífero marinho que habita a costa portuguesa, ocupa o topo da cadeia alimentar, o que a torna particularmente suscetível à bioacumulação de substâncias perigosas, como os POPs. Estes poluentes foram amplamente utilizados na indústria e na agricultura antes de serem banidos no século passado. No entanto, devido à sua persistência, continuam a circular nos ecossistemas durante décadas, permanecendo no ambiente e nos tecidos dos animais.

No âmbito do doutoramento desenvolvido no Departamento de Biologia e no CESAM – Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA, por Ana Sofia Tavares, foram analisadas amostras de botos arrojados em Portugal entre 2005 e 2013. Os resultados, publicados na revista Marine Pollution Bulletin, revelam níveis preocupantes destes contaminantes na espécie, com potenciais impactos negativos na sua saúde.

De acordo com o estudo, os POPs poderão interferir com os sistemas imunitário e reprodutor dos animais, tornando-os mais suscetíveis a infeções e doenças e reduzindo a sua capacidade reprodutiva. As investigadoras observaram ainda que os machos adultos apresentavam concentrações superiores destes poluentes quando comparados com as fêmeas adultas.

Segundo Ana Sofia Tavares, que integra a equipa responsável pelo trabalho juntamente com as biólogas Sílvia Monteiro e Catarina Eira, esta diferença pode ser explicada pela transferência destes compostos das progenitoras para as crias durante a gestação e posteriormente durante a amamentação.

Este processo é particularmente preocupante, uma vez que as crias e os animais mais jovens recebem elevadas cargas de poluentes numa fase em que o seu sistema imunitário e metabólico ainda se encontra pouco desenvolvido, tornando-os mais vulneráveis aos efeitos nocivos destas substâncias.

Os resultados assumem especial relevância tendo em conta o tamanho reduzido da população de boto na costa portuguesa, que enfrenta ainda outros desafios significativos, como a captura acidental em redes de pesca. A perda de diversidade genética detetada nas últimas décadas pode também limitar a capacidade desta população para responder a novas ameaças, como a poluição por contaminantes emergentes.

Neste contexto, as investigadoras alertam para a importância de uma monitorização contínua dos níveis de poluentes orgânicos persistentes, de modo a avaliar os seus impactos a longo prazo e apoiar estratégias eficazes de conservação desta população, que se encontra criticamente em perigo em Portugal.

 

 

 

 

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/?p=102965


Eles estão a fazer 3.500 pendões para enfeitar a Viagem Medieval
Isaura Santos e Cristina Silva já perderam a conta a quantos pendões já fizeram. Mas é aqui que o ditado se aplica: Quem corre por gosto não cansa.

A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria vai distribuir cerca de 3.500 pendões porta a porta na cidade de Santa Maria da Feira, numa ação de envolvimento que apela à decoração de varandas e janelas com um renovado elemento identitário, no ano em que o evento completa três décadas de história.

A produção das novas bandeiras está a cargo de uma empresa têxtil do concelho, sediada na freguesia de S. João de Ver, que está a finalizar a encomenda de cerca de 5.000 unidades para oferta aos moradores, comércio e serviços, e venda na Loja Vila da Feira.

Na empresa Bruno Carvalho – Atoalhados Têxteis preserva-se o trabalho manual e, sempre que possível, privilegia-se a matéria-prima nacional. Aqui tudo é feito à medida, ao gosto do cliente, desde toalhas de mesa e guardanapos para hotelaria e restauração e fardamentos para diversos fins, cortinados para o lar e muitas outras opções – com uma grande dose de entrega e brio profissional.

A produção de 5000 pendões para a Viagem Medieval foi um desafio inesperado, acolhido com grande entusiasmo pela equipa, que exigiu um ajuste às rotinas diárias das costureiras para uma resposta atempada a esta e às restantes encomendas, mantendo os padrões de qualidade.

O gerente da empresa, Bruno Carvalho, fez questão de adquirir os mais de três mil metros de tecido necessários para esta “empreitada” a um fornecedor nacional, garantindo qualidade e uniformidade na textura e cor de todos pendões: vermelho vivo com uma serigrafia a branco da Cruz dos Pereira, símbolo maior da Viagem Medieval.

Isaura Santos, 73 anos, é a costureira sénior desta microempresa têxtil, que há seis anos deu os primeiros passos na freguesia de Arrifana. Tem a seu cargo a tarefa de criar os moldes para cada novo produto e partilhar com as colegas de ofício as mais sábias técnicas de produção e acabamento, que fazem a diferença num trabalho que se quer minucioso e que tem como grande aliada a máquina de costura.

Cristina Silva, 53 anos, residente na freguesia de Pigeiros, é outra das costureiras da equipa, e já perdeu a conta às centenas de bainhas que coseu nas últimas semanas para concluir a encomenda da Viagem Medieval, evento que conhece bem e que já contou com a participação da filha num projeto de animação.

Bruno Carvalho e a sua equipa mostram-se orgulhosos com o resultado do trabalho feito. “Que venham mais desafios como este!”, apela o gerente da empresa, ansioso por ver as principais entradas da cidade e o centro histórico de Santa Maria da Feira pintados com milhares de pendões produzidos por gente da terra.

Recorde-se que a primeira e única ação coletiva de distribuição porta a porta de pendões da Viagem Medieval aconteceu em 2007 e envolveu a participação de 120 colaboradores da empresa municipal Feira Viva, que entregaram cerca de 3100 unidades numa única jornada. Dezanove anos depois, a iniciativa repete-se no mês de julho, em data a anunciar brevemente.

Com esta ação de envolvimento pretende-se vestir a cidade a preceito, num ano particularmente simbólico, de celebração dos 30 anos da Viagem Medieval. O objetivo é que este elemento identitário seja guardado e reutilizado em edições futuras, à semelhança do que aconteceu em 2007.

A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria vai recuar ao Condado Portucalense entre 29 de julho e 9 de agosto, e terá como figuras centrais a rainha D. Teresa e o filho Afonso Henriques, representados pelos atores Custódia Gallego e Tiago Aldeia.

  https://www.ovarnews.pt/eles-estao-a-fazer-3-500-pendoes-para-enfeitar-a-viagem-medieval/
Foi "enorme satisfação" que a ARC SV Pereira anunciou a "renovação da nossa certificação como Entidade Formadora 3 Estrelas, pela sexta época consecutiva!"

Este selo de qualidade, atribuído pela FPF, é reflexo de um trabalho consistente, exigente e apaixonado.

Este reconhecimento é fruto do trabalho e dedicação de Pedro Correia Dias, 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐄𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐅𝐨𝐫𝐦𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚, e de Renato Paiva, 𝐂𝐨𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐓𝐞𝐜𝐧𝐢𝐜𝐨.

Fazem igualmente parte deste sucesso "os nossos atletas, treinadores, staff médico, restantes colaboradores, famílias e parceiros", agradece o clube que ainda está a assinalar 50 anos de vida e a celebrar a subida de divisão. https://www.ovarnews.pt/?p=102949


Ampliação da rede de abastecimento no Município de Ílhavo obriga à suspensão temporária do abastecimento
 


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia da Encarnação.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 21/05/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Av.ª José Estevão (entre o Largo Arrais Ançã e o cruzamento com a Av.ª do Mar) – Lugar da Costa Nova


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/ampliacao-da-rede-de-abastecimento-no-municipio-de-ilhavo-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-2/


Murtosa lança concurso para a reabilitação do cine-teatro
 

O Município da Murtosa lançou, recentemente, o concurso público para a reabilitação e requalificação do Cineteatro da Murtosa. A empreitada tem um valor base, com IVA, de 2.811.641,20€ (dois milhões oitocentos e onze mil seiscentos e quarenta e um euros e vinte cêntimos) e tem um prazo de execução de 20 meses.

A profunda intervenção de requalificação do histórico edifício, dotará o equipamento de condições técnicas de excelência para o acolhimento de eventos culturais de toda a natureza, incluindo a exibição de cinema, devolvendo à comunidade um espaço emblemático, que se assumirá com a principal casa de espetáculos do Concelho da Murtosa.

Para além da reabilitação da sala principal, respeitando a identidade do teatro e adequando-o às exigências atuais em matéria de segurança, acessibilidade e conforto, a obra prevê a criação de um conjunto de áreas multifuncionais, capazes de acolher acontecimentos de menor dimensão, como conferências, colóquios, apresentações de livros, entre outros, acrescentando, ainda, no tardoz do edifício, um novo corpo onde se concentrarão as áreas técnicas, como o cais de acesso ao palco, camarins, salas de ensaio e espaços de infraestruturas de suporte ao funcionamento do equipamento.

O edifício do Cineateatro da Murtosa foi projetado e construído na terceira década do século XX com o intuito de albergar o Teatro, a Casa para os Bombeiros, a Casa para os Escuteiros e as Escolas da Murtosa. Aí funcionaram, sucessivamente, até 1977, o Colégio da Murtosa, denominado primeiro como “Externato 29 de Outubro” e posteriormente como “Externato S. João de Brito” e, após o 25 de Abril, o Ciclo Preparatório.

Tendo sido o primeiro edifício construído de raiz para serviços públicos na Murtosa, albergou, desde a sua inauguração, a Junta da Freguesia da Murtosa e a Sede do Agrupamento 190 da Murtosa do Corpo Nacional de Escutas. Em 1981 foi lá instalado o Museu Etnográfico da Murtosa.

Recorde-se que, em dezembro de 2024, o Município da Murtosa assumiu a gestão do edifício na sequência do protocolo/contrato de comodato assinado com Junta de Freguesia da Murtosa, proprietária do espaço, passo fundamental para a concretização da intervenção. https://www.ovarnews.pt/murtosa-lanca-concurso-para-a-reabilitacao-do-cine-teatro/

terça-feira, maio 12, 2026

Cerca de 150 alunos vão marcar presença na fase final do Concurso Municipal de Ideias de Negócios nas Escolas, promovido pelo Município de Ovar. A sessão de apresentação e avaliação dos projetos realiza-se nesta quarta-feira, 13 de maio, na Escola de Artes e Ofícios.

A iniciativa tem como principal objetivo valorizar o percurso escolar dos estudantes, incentivando o espírito empreendedor e desafiando-os a desenvolver ideias com impacto positivo no concelho. Segundo o presidente da autarquia, Domingos Silva, o concurso pretende “reforçar a ligação entre a escola, a comunidade e o território”, promovendo propostas criativas e inovadoras com aplicação prática.

O autarca sublinha ainda que esta abordagem, fora do contexto tradicional da sala de aula, permite desenvolver competências essenciais como a criatividade, a resolução de problemas, o trabalho em equipa e a comunicação, contribuindo para o percurso académico e profissional dos participantes.

Nesta edição participam alunos do Agrupamento de Escolas de Ovar, da Escola Profissional de Cortegaça e do Externato Luís de Camões. No total, 25 estudantes vão apresentar sete projetos, desenvolvidos ao longo do ano letivo, perante uma plateia composta por colegas de todas as escolas envolvidas.

As propostas incidem sobre áreas como o ambiente, a educação, a juventude e o desenvolvimento social, evidenciando o compromisso dos jovens com os desafios e o futuro do concelho. Os projetos vencedores irão representar Ovar numa fase intermunicipal do concurso.

A sessão inclui ainda um momento de contacto direto com o meio empresarial, com a participação do empresário Ricardo Costa, que irá partilhar o seu percurso, desafios e experiências profissionais com os alunos. https://www.ovarnews.pt/?p=102932
 

A cidade de Ovar volta a transformar-se no palco privilegiado da imaginação com o arranque da 16.ª edição da Festinfância – Festa do Teatro para a Infância, que decorrerá de 16 a 31 de maio no Auditório da Casa da Contacto - Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar.

Este evento, já consolidado no panorama cultural da região, reafirma a aposta contínua da companhia Contacto na formação de públicos e no incentivo às artes entre as camadas mais jovens. Para este ano, a organização preparou duas novas propostas teatrais que prometem encantar os espectadores: "O mistério do Tic Tac" e "O comboio das aventuras", produções que exploram o lúdico e a descoberta como fios condutores da narrativa dramática.

O festival assume uma vertente comunitária e pedagógica de grande relevo, dedicando os espetáculos realizados durante os dias úteis exclusivamente aos alunos das escolas básicas e infantários das freguesias de Ovar, São João e Válega.

Contudo, a festa estende-se também às famílias, com sessões programadas para os fins de semana abertas ao público em geral, mediante reserva antecipada de lugar.

Além das estreias, esta edição fica marcada por um momento de especial simbolismo: a certificação de 33 novos formandos da Oficina de Teatro Contacto. Estes jovens, com idades entre os 7 e os 14 anos, sobem ao palco para apresentar o resultado final de sete meses de formação intensa, integrados na edição 2025/2026 deste projeto formativo.

Com o convite aberto a toda a comunidade para que traga os mais novos ao teatro, o programa completo e as informações sobre bilheteira podem ser consultados através do portal oficial em www.contactovar.com. https://www.ovarnews.pt/ovar-celebra-a-magia-das-artes-cenicas-com-a-16-a-edicao-da-festinfancia/


PS:
O comunicado emitido pela Câmara Municipal de Ovar sobre o abate realizado no Parque de


Merendas do Buçaquinho não é apenas um exercício de evasão política. É um monumento ao


descaramento, à manipulação e à tentativa desesperada de sacudir responsabilidades que


pertencem, por inteiro, à Câmara Municipal de Ovar e à Junta de Freguesia de Cortegaça.

Mais grave ainda, este parte do princípio de que os vareiros são ingénuos, desmemoriados ou


incapazes de compreender aquilo que está diante dos seus olhos. Esse insulto coletivo ao povo de


Cortegaça e do concelho de Ovar não pode passar sem resposta.

Importa, por isso, repor a verdade.


O espaço onde hoje se insere o Parque de Merendas do Buçaquinho correspondia aos talhões 4 e 5 do


regime florestal parcial, tendo sido desafetado através do Decreto n.o 18/2001, depois de décadas sob


tutela do regime instituído em 1921.

Na altura da desafetação, há 25 anos, repita-se, vinte e cinco anos, ficou estabelecido que os terrenos


transitariam para a esfera da freguesia após a retirada do material lenhoso existente. Mas nunca, em


momento algum, foi determinada uma política de terra queimada, de devastação indiscriminada ou de


destruição de um espaço identitário de lazer e fruição pública.

Aliás, basta olhar para os registos fotográficos de 2003 e de 2014 para perceber que houve, ao longo


dos anos, intervenções de limpeza e gestão florestal perfeitamente compatíveis com a preservação do


espaço, da sua densidade arbórea e da sua utilização comunitária.

Também ficou definido, no mesmo decreto, que a manutenção da desafetação dependia da


concretização de equipamentos desportivos previstos para aquela área: campo de futebol, pavilhão


gimnodesportivo, polidesportivo descoberto e campo de treinos.

Ora, o campo de futebol foi instalado. O pavilhão foi instalado. O polidesportivo foi concretizado pela


gestão socialista. Já o campo de treinos acabou transformado num circuito de manutenção que,


entretanto, foi abandonado até desaparecer por falta de conservação.

E o mais relevante, caso aqueles pressupostos não fossem cumpridos, a área deveria regressar ao


regime florestal parcial no prazo de três anos após a publicação do decreto ou seja, em 2004.


Isso nunca aconteceu.

Durante 25 anos, a Junta de Freguesia de Cortegaça manteve aquele território sob a sua esfera política


e administrativa, assumindo integralmente a responsabilidade pela sua gestão, preservação e


utilização pública, em articulação direta com a Câmara Municipal de Ovar.

Por isso, tentar agora esconder-se atrás do ICNF é um exercício de cobardia política.

Alguém acredita seriamente que o ICNF teve, subitamente, uma iluminação burocrática ou uma


ativação súbita de memória e decidiu, passados 25 anos, devastar um pequeno parque de merendas


com cerca de 150 metros de comprimento por 50 de largura? Claro que não!

O que existiu foi conveniência política, alinhamento de interesses e uma operação


cuidadosamente preparada para permitir que uns encaixassem cerca de 8.500 euros e que


outros aproveitassem o caminho aberto para concretizar futuras intervenções urbanísticas no


espaço, a chamada “interface da Barrinha”, assumida publicamente em reunião de Câmara.


Isto não foi inevitabilidade; não foi fatalidade; não foi acaso administrativo. Foi uma decisão política.

E quem decide, responde.


O povo de Cortegaça e todos os vareiros merecem muito mais do que comunicados cheios de uma


inaudita petulância, de desculpas esfarrapadas e versões construídas para iludir responsabilidades.


Merecem respeito. Merecem transparência. Merecem quem defenda o território, a identidade local e o


património ambiental da freguesia.

Porque governar não é aparecer para cortar fitas. Governar é assumir consequências.


E quando se permite a destruição de um espaço emblemático para depois se fingir surpresa ou


impotência, o que fica exposto não é apenas incompetência política, é uma profunda falta de respeito


pela terra e pelas pessoas.

Nós nunca compactuaremos com isso. A responsabilidade deste ato, voltamos a afirmar, recai


sobre a Junta de Freguesia de Cortegaça e, agora também, sobre a Câmara Municipal de Ovar.

Os Vereadores do Partido Socialista


Emanuel Oliveira


Fernando Camelo de Almeida


Eva Oliveira

  https://www.ovarnews.pt/ps-esconder-se-atras-do-icnf-e-um-exercicio-de-cobardia-politica/