terça-feira, setembro 29, 2026



Vem aí chuva, granizo e fortes rajadas de vento! Saiba onde o mau tempo vai apertar
Se tinha planos ao ar livre para esta última semana de setembro, considere levar o guarda-chuva… ou até mesmo adiar. A razão? Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os próximos dias vão presentear-nos com bastante chuva, trovoada e vento.


Vale a pena referir que esta terça e quarta-feira, dia 29 e 30 respetivamente, Vila Real, Porto, Viana do Castelo, Aveiro e Braga estão sob aviso amarelo.


A chuva deverá mesmo persistir até ao final da semana. https://www.ovarnews.pt/vem-ai-chuva-granizo-e-fortes-rajadas-de-vento-saiba-onde-o-mau-tempo-vai-apertar/
O Intermarché Ovar está a crescer e a reforçar a equipa em todas as secções de Frescos.

Procuram-se pessoas responsáveis, empenhadas e com vontade de trabalhar num ambiente profissional, exigente e dinâmico.

Antes de apresentar a sua candidatura, tenha em consideração:

— Trabalhamos com elevados níveis de exigência e rigor;


— Valorizamos o compromisso, a assiduidade e a pontualidade;


— É necessária disponibilidade para trabalhar por turnos, fins de semana e feriados;


— A experiência na função ou no setor da distribuição é valorizada;


— Procuramos pessoas interessadas num projeto estável e duradouro.

"Relembramos que somos uma nova empresa em Ovar, na área da Grande Distribuição.


Privilegiamos e aplicamos uma política de Recursos Humanos baseada no trabalho digno, na valorização das pessoas e na estabilidade profissional, proporcionando formação e acompanhamento para o desenvolvimento das competências dos nossos colaboradores".

Se considera ter o perfil, a disponibilidade e o compromisso necessários, preencha o formulário de candidatura com informação completa e verdadeira.

Só serão contactados os candidatos que correspondam aos requisitos definidos.

Candidate-se até dia 4 Outubro através de: https://forms.cloud.microsoft/r/b9gNJtiK3Y


ou por mail recrutamento.superovar@gmail.com https://www.ovarnews.pt/intermarche-de-ovar-esta-a-recrutar/


O fim do jogo em sinal aberto e o que isso faz aos clubes pequenos
Quando um clube recém-promovido à Liga Portugal disputa a sua primeira temporada na


primeira divisão, o impacto televisivo costuma ser um argumento usado para justificar o


esforço da subida. Mais jogos na televisão, maior visibilidade, mais adeptos a ver o nome


do clube no ecrã. O que raramente se explicita é em que televisão — e se alguém que não


pague uma subscrição consegue ver alguma coisa.

Os dados recolhidos sobre as transmissões de futebol entre 9 de Agosto e 16 de Setembro


de 2026 ajudam a perceber o que essa visibilidade significa na prática. No período de 27


dias com jogos analisado — que corresponde ao arranque da Liga Portugal, antes de a


Taça de Portugal ter começado — todos os 44 jogos da primeira divisão passaram em


canais de subscrição. Foram trinta e oito na Sport TV e seis na Benfica TV, sem qualquer


presença das televisões de sinal aberto.

Para os grandes clubes com adeptos espalhados pelo país e marcas reconhecidas


internacionalmente, este modelo é desconfortável mas suportável — os seus adeptos já


estão habituados a pagar para os ver jogar. Para os clubes regionais com menor


capacidade de tração nacional e bases de adeptos mais circunscritas, as implicações são


mais profundas e menos discutidas publicamente.

O que significa não estar no sinal aberto


Estar no sinal aberto significava, durante décadas, estar acessível a qualquer pessoa com


uma televisão. Não havia filtro económico entre o adepto e o jogo. Os canais nacionais de


sinal aberto — RTP1, RTP2, SIC e TVI, entre outros — continuam hoje a chegar


gratuitamente a casa pela televisão digital terrestre, bastando o equipamento adequado; o


que mudou é que o futebol da Liga saiu deles. Um clube do Algarve ou da Madeira que


aparecia na televisão chegava a todo o país — incluindo às comunidades emigrantes, que


habitualmente sintonizavam os canais generalistas portugueses através de cabo


internacional ou satélite.

A subscrição introduziu um filtro. Não é que o jogo não exista — existe, está a ser


transmitido. Mas quem não tem Sport TV não o vê. E "não ter Sport TV" não é


necessariamente uma questão de desinteresse: pode ser uma questão de custo, de


indisponibilidade do serviço, ou simplesmente de não ter um pacote de televisão por cabo


activo.

Os dados mostram que o Farense e o Portimonense — os dois clubes algarvios nas ligas


profissionais, ambos na Liga Portugal 2 — tiveram nove jogos no período: oito na Sport TV


e um sem canal identificado na grelha. O Marítimo e o Nacional, da Madeira, tiveram sete


jogos na Liga Portugal, todos na Sport TV. O Vitória de Guimarães, com sete jogos, ficou


também integralmente nesse canal. Em nenhum dos jogos com canal identificado houve


transmissão em sinal aberto.

A visibilidade que os direitos televisivos compram — e a que não compram


Há uma diferença entre o alcance potencial de uma transmissão em sinal aberto e o


alcance real de uma transmissão em canal de subscrição. No primeiro caso, qualquer


pessoa com televisão pode ligar e ver. No segundo, só quem pagou.

Esta distinção importa especialmente para os clubes com menores recursos mediáticos. Um


clube da segunda ou terceira cidade do país tem habitualmente uma base de adeptos mais


localizada. A televisão era o mecanismo de expansão dessa base para além da região.


Com a migração para o sinal fechado, esse mecanismo perdeu eficácia — não


desapareceu, mas passou a depender de quem já está envolvido o suficiente para pagar a


subscrição.

Há um paradoxo nisto. Os clubes que mais beneficiariam de exposição televisiva gratuita —


os mais pequenos, os mais regionais, os recém-promovidos — são exactamente aqueles


que menos influência têm nas negociações colectivas dos direitos televisivos. Essas


negociações tendem a ser dominadas pelos interesses dos clubes maiores, que têm maior


poder de barganha e maior peso comercial junto dos operadores.

O papel da imprensa regional neste contexto


Para os jornais regionais que acompanham os clubes da sua área, a ausência de sinal


aberto tem uma consequência editorial concreta: o leitor comum deixou de ter acesso


gratuito ao jogo sobre o qual está a ler. A cobertura jornalística continua — os resultados, as


análises, as entrevistas existem independentemente de o jogo ter ou não passado na


televisão aberta. Em Ovar, por exemplo, é na imprensa local que se segue a AD Ovarense,


que tenta recuperar o protagonismo histórico no futebol português. Mas o contexto de


acompanhamento mudou.

Um adepto que não tenha Sport TV e que leia uma análise do jogo do Marítimo no jornal


regional está a consumir informação sobre algo que não pôde ver. Em gerações anteriores,


esse mesmo adepto teria visto o jogo na RTP ou na SIC e estaria a ler o jornal como


complemento. Hoje, o jornal pode ser o único contacto que teve com o jogo.


Esse é o ecossistema em que os meios regionais de desporto trabalham actualmente. O


novo jornal desportivo que registou estas grelhas mapeou exactamente esse padrão: onde


passam os jogos, em que canais, com que grau de acessibilidade — e os resultados


confirmam que o jornalismo regional de desporto opera hoje num contexto em que o leitor,


muitas vezes, não viu o jogo sobre o qual está a ler.

O que os dados não conseguem medir


Os dados de transmissão dizem onde o jogo passou, não quem o viu. Não há forma de


saber, a partir da grelha, quantos adeptos do Académico de Viseu — clube que teve cinco


jogos no período, quatro na Sport TV e um na Benfica TV — assistiram efectivamente às


transmissões. A cobertura existe; o impacto real é outra pergunta.


A mesma limitação aplica-se à leitura inversa: não se pode concluir que a ausência de sinal


aberto reduziu as audiências dos jogos regionais, porque as audiências não foram medidas


neste estudo. O que foi medido é a grelha — um instrumento de acesso, não de consumo.


E a grelha diz que, no período em análise, o acesso foi integralmente pago.

O que se sabe é que o acesso à Liga Portugal no início desta época foi integralmente


condicionado por subscrição paga. E que os clubes regionais, que dependem de


transmissão televisiva para chegar a adeptos fora da sua área imediata, estão a operar num


modelo que não foi desenhado a pensar neles — mas que é, por agora, o único que existe.


Perceber esse modelo é o primeiro passo para discutir se deve ser diferente. https://www.ovarnews.pt/o-fim-do-jogo-em-sinal-aberto-e-o-que-isso-faz-aos-clubes-pequenos/


Empresário natural de Ovar deixou marca no desenvolvimento de Salvaterra de Magos
Manuel Augusto da Silva Valente nasceu em Ovar, construiu uma carreira empresarial ligada ao arroz e tornou-se uma figura de referência em Salvaterra de Magos


A história de Manuel Augusto da Silva Valente, empresário nascido em Ovar, é recuperada pelo historiador José Gameiro numa crónica publicada no blogue História de Salvaterra, revelando o percurso de um homem que acabou por adotar Salvaterra de Magos como sua terra.


Nascido em Ovar, a 27 de setembro de 1920, Manuel Valente era filho de Manuel Augusto Valente, homem de negócios com ligações entre Portugal e o Brasil, e de Emília Oliveira Soares. Cresceu numa família de cinco filhos e recebeu uma educação marcada pela tradição católica.


Aos 15 anos perdeu o pai e um irmão que frequentava a universidade. O irmão mais velho, Jaime, assumiu entretanto os negócios da família, que incluíam uma fábrica de descasque de arroz em Aveiro.


Foi ao lado de Jaime que Manuel Valente iniciou uma nova etapa da sua vida. Os dois deslocaram-se para a região de Salvaterra de Magos e criaram a empresa Jaime da Silva Valente, Lda., instalando naquela vila uma unidade industrial dedicada ao descasque de arroz, aproveitando a importância da cultura do arroz nas terras entre o Tejo e o Sorraia.


Manuel ficou responsável pela nova fábrica e fixou residência em Salvaterra, onde casou com Carlota Madeira, natural de Marinhais. O casal teve duas filhas, Ana Maria e Emília Madeira Valente.

Uma empresa que cresceu para além do arroz


A atividade empresarial da família não se limitou ao descasque de arroz. Segundo a crónica, a empresa manteve a fábrica em funcionamento junto à EN 118 e, a partir da década de 1980, diversificou os negócios, entrando também na área da galvanização.


A agricultura, através de terrenos na zona do Vale Queimado, e posteriormente os loteamentos imobiliários passaram igualmente a fazer parte da atividade empresarial da família.

Ligação à comunidade


O percurso de Manuel Valente ficou também marcado pela participação na vida social de Salvaterra de Magos.


De acordo com José Gameiro, o empresário apoiou iniciativas da Igreja Paroquial, Misericórdia, associações locais e autarquia, tendo contribuído para projetos relacionados com habitação social.


Um dos terrenos da empresa, situado junto ao cemitério de Salvaterra e à antiga fábrica, foi doado à Câmara Municipal na década de 1980 para a construção de habitação social.


Manuel Valente esteve ainda ligado às Festas de Salvaterra, iniciadas em 1966, participando na organização e nas atividades equestres. Era também praticante de desportos náuticos, tendo participado na criação da Scudaria Magos, clube dedicado às provas de barcos a motor na Barragem de Magos.


A sua dimensão social é igualmente destacada através do apoio dado à instalação de um projeto religioso-adventista na zona do Vale Queimado.

Morreu em 1999


Manuel Valente morreu a 3 de dezembro de 1999. Após a sua morte, as filhas assumiram a gestão do património e da empresa Jaime Valente, procurando, segundo a crónica, manter os bens deixados pelo pai e desenvolver novas atividades, nomeadamente no setor imobiliário.


A antiga unidade fabril e os armazéns foram posteriormente arrendados, mantendo uma função económica e contribuindo para a criação de novos postos de trabalho em Salvaterra de Magos.


A história de Manuel da Silva Valente representa, assim, um percurso empresarial que começou em Ovar e Aveiro e encontrou em Salvaterra de Magos o espaço onde se consolidou, deixando uma marca não apenas na atividade económica, mas também na vida social daquela comunidade ribatejana. https://www.ovarnews.pt/empresario-natural-de-ovar-deixou-marca-no-desenvolvimento-de-salvaterra-de-magos/
A TJA vai ter em operação um camião elétrico Renault Trucks T E-Tech que será colocado à prova em diferentes tipologias de serviço. A empresa de Estarreja prossegue o seu plano de reforço da oferta elétrica para responder às necessidades dos diferentes tipos de transporte.

Ler artigo. https://www.ovarnews.pt/tja-coloca-a-prova-renault-trucks-e-tech/
Com o encerramento temporário do Cine-Teatro de Estarreja para obras de beneficiação, a 21ª edição do Festival Estarrejazz apresenta uma nova configuração, distribuindo o programa por diferentes espaços do concelho.


Nesta edição, o Festival desenha um novo roteiro que transforma vários pontos do concelho em palcos privilegiados das sonoridades do jazz, unindo artistas nacionais consagrados e o público. Uma programação assente no conceito “O jazz encontra o lugar”, que preserva a qualidade e a identidade do ESTARREJAZZ e aproxima o festival do património, da cidade, das freguesias e das pessoas.


A abertura do festival faz-se no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no dia 7 de outubro, quarta-feira, às 21h30, com uma presença internacional: a cantora e compositora brasileira Anna Setton, que moldou a sua voz e musicalidade navegando pelas noites de jazz de São Paulo, mergulhou nos universos da bossa nova e da Música Popular Brasileira (MPB) e daí emergiu com uma música fresca, melódica e original. Acompanhada por Edu Sangirardi (teclado) e Pedro Santos (bateria), a artista traz a Estarreja temas inéditos que farão parte do seu próximo trabalho, bem como alguns grandes clássicos da música brasileira.


No dia seguinte, às 21h30, o festival muda-se para o jardim da Biblioteca Municipal. O baterista, músico e compositor João Martins apresenta "Oxímoro”. Inspirado no álbum homónimo, este espetáculo propõe uma viagem sonora onde o caos e a harmonia, o silêncio e a intensidade, o planeado e o improvisado, se entrelaçam numa dança constante. Musicalmente, Oxímoro move-se entre o jazz fusão e o experimentalismo, cruzando diferentes linguagens, do rock progressivo aos ritmos urbanos e populares.


A Praceta do Mercado recebe, no dia 9 de outubro, sexta-feira, às 21h30, o projeto NoA que com o convidado Rão Kyao, apresenta o projeto Concavexo, que nasce no jazz, passeia-se pelo rock, pela pop, pela canção portuguesa, e desagua constantemente em sítios imprevisíveis. Neste projeto assistimos a um encontro que junta a matriz cosmopolita e o groove do trio à flauta de bambu e ao saxofone de uma das figuras mais marcantes da música portuguesa.


O Hugo Santos Quintet apresenta o mais recente projeto do baterista e compositor Hugo Santos, “Out in the city, blooming in a cold world outside". Através de composições originais, o projeto traduz em música um olhar atento sobre o quotidiano, onde a cidade, o movimento e a introspeção se transformam em som.  O ensemble promete uma experiência musical imersiva e atual. Este projeto, inserido na estratégia do evento e da autarquia em apoiar os jovens valores, é resultado da parceria com a Universidade de Aveiro (UA). O Hugo Santos Quintet foi o vencedor em 2025 da 5.ª edição do Concurso Internacional de Jazz, promovido pela UA, no âmbito do festival Campus Jazz. Apresenta-se a 10 de outubro, sábado, às 17h, no átrio do Paços do Concelho.


Ainda neste dia, o festival chega também a Avanca. Às 21h30, o auditório do Centro Paroquial acolhe o Coimbra Jazz Ensemble para o espetáculo "Como Um Sonho Lindo", uma homenagem à densidade poética e política da obra de Fausto Bordalo Dias, relida através do jazz. Criador de uma linguagem estética inconfundível, Fausto inscreveu no nosso imaginário um repertório onde a História, a reflexão política e a tradição popular se entrelaçam com rara densidade poética, desafiando sucessivas gerações a escutar para além do óbvio e a redescobrir matrizes sonoras menos exploradas. A ligação a Estarreja é particularmente relevante: João Mortágua, natural do concelho, integra o ensemble como saxofonista e assume, com Luís Figueiredo, os arranjos e a direção musical do espetáculo. O projeto permite, assim, articular um legado maior da música portuguesa com criação contemporânea e com um músico profundamente ligado ao território e à história do ESTARREJAZZ.


O encerramento do certame está marcado para domingo, 11 de outubro, às 17h, no Museu Fábrica da História - Arroz com um dos momentos mais aguardados desta edição: Carlos Bica & Azul e a celebração dos trinta anos desde que Carlos Bica lançou “Azul”. O contrabaixista português volta a juntar-se ao guitarrista alemão Frank Möbus e ao baterista norte-americano Jim Black, num concerto que assinala a empatia entre estes três músicos, que continuam a criar repertório original e a ir beber aos mais variados géneros – do jazz ao rock e da pop à música tradicional. https://www.ovarnews.pt/?p=107445


Orquestra Ligeira do Exército atua no Europarque em concerto solidário nos 95 anos dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz assinala o seu 95.o aniversário


com um concerto solidário protagonizado pela Orquestra Ligeira do Exército, no próximo dia 21 de


novembro de 2026, pelas 21h30, no Grande Auditório do Europarque, em Santa Maria da Feira.

A iniciativa pretende celebrar quase um século de história e serviço à comunidade, reunindo música,


solidariedade e reconhecimento pelo trabalho desenvolvido diariamente pelos Bombeiros


Voluntários de Esmoriz.

A participação da Orquestra Ligeira do Exército confere um caráter especial à comemoração,


proporcionando ao público uma noite de música num dos principais espaços culturais da região.


Mais do que uma celebração do 95.o aniversário da instituição, o espetáculo assume também uma


importante vertente solidária. O valor total da bilheteira reverte como donativo a favor da


Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz, contribuindo diretamente para


apoiar a missão e a atividade desenvolvidas pela corporação.

Sob o mote “Uma noite de música para ajudar quem nos ajuda”, a Associação convida toda a


comunidade, famílias, empresas e instituições da região a associarem-se à iniciativa e a participarem


numa noite que pretende ficar marcada pela solidariedade e pelo reconhecimento daqueles que


diariamente estão ao serviço da população.

Bilhetes já disponíveis


Os bilhetes/donativo podem ser adquiridos através da plataforma BOL:


https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/186022-


concerto_solidario_orquestra_ligeira_do_exercito-europarque/


Encontram-se igualmente disponíveis na Worten, FNAC, El Corte Inglés, Secretaria do Quartel dos


Bombeiros Voluntários de Esmoriz, Secretaria da Piscina B.V. Esmoriz e nos locais habituais de


venda. https://www.ovarnews.pt/orquestra-ligeira-do-exercito-atua-no-europarque-em-concerto-solidario-nos-95-anos-dos-bombeiros-voluntarios-de-esmoriz/

segunda-feira, setembro 28, 2026

Portugal já iniciou a preparação para o Campeonato do Mundo, que começa a 12 de Outubro, há duas semanas. E, entretanto, já todas as outras selecções terão começado trabalhos. Faltava a Argentina.

A preparação conjunta argentina só começou esta segunda-feira, 21 de Setembro, tendo muitos dos seus jogadores estado a trabalhar nos respectivos clubes até agora. Este fim-de-semana, foram a jogo, por exemplo, Conti Acevedo, frente ao Tojal na Taça Jesus Correia, Ezequiel Mena, frente a Maia e Juventude Pacense no Maia Hóquei Cup, ou Giuliano Giuliani e Lucas Martínez, frente ao Valdagno, para a Skate Italia Trophy.

Agora, a albiceleste faz de Espinho - "casa" de Reinaldo Garcia - o seu quartel-general.

Depois do título mundial de 2022 em San Juan - onde fará "escala" para os derradeiros testes -, a Argentina voltará a disputar o Campeonato do Mundo na América do Sul, no Paraguai, e com legítimas aspirações a erguer o troféu pela sétima vez.

A liderança tripartida de Jose Luís Paez, Reinaldo Garcia e Diego Mir elegeram 15 atletas, sendo que, no máximo, apenas 12 poderão ser inscritos para a competição em Assunção e, destes, só nove podem ser jogadores de pista. Ou seja, de 12 jogadores de pista, três serão necessariamente preteridos.

Na lista, há seis jogadores que actuarão em Portugal na próxima temporada e o benfiquista Conti, os sportinguistas Rampulla, Bridge, Navarro, Romero, e o portista Mena deverão ter, salvo gigantesca surpresa, lugar certo na convocatória final.

No Campeonato do Mundo, a Argentina integra o Grupo B com França, Angola e Chile.


Portugal - Campeonato do Mundo 2026 (pré-convocatória)


Seleccionador: Jose Luís Paez


Guarda-redes: Conti Acevedo (Benfica, POR), Bautista Acevedo (Quévert, FRA) e Juan Cruz "Cacu" Velázquez (Monza, ITA)


Jogadores de pista: Danilo Rampulla, Facundo Bridge, Facundo Navarro e Gonzalo Romero (Sporting, POR), Ezequiel Mena (Porto, POR), Franco Platero (Liceo, ESP), Giuliano Giuliani e Lucas Martinez (Bassano, ITA), Jero Garcia (Calafell, ESP), Lucas Ordoñez (Atlético Argentino), Matías Pascual (Igualada, ESP), Nico Ojeda (Barcelona, ESP) https://www.ovarnews.pt/107435-2/


Festival Inquietude convoca amantes de viagens em Outubro
A Landescape celebra, em Outubro, dez anos de existência. E para assinalar a data, a agência de


viagens culturais e de aventura realiza, entre os dias 2 e 4 de Outubro, a 1a edição do Festival


Inquietude, um ciclo de programação totalmente gratuito, que irá decorrer em três espaços


distintos da cidade de Ovar: Lugar Landescape (sede da agência), Escola de Artes e Ofícios de


Ovar e Parque Urbano de Ovar.

Além destas infraestruturas, serão igualmente ocupados outros espaços públicos com dinâmicas que, no total, representam 11 eventos diferentes.

Convocando várias dimensões culturais, como a literatura, o cinema ou as relações interculturais,


o Inquietude aposta numa oferta eclética, inclusiva e pensada para todas as faixas etárias, a partir


de uma ligação profunda com o território e identidade do concelho de Ovar.

Nesse sentido, o programa desta primeira edição resulta de um equilíbrio entre diferentes escalas: do debate de


tópicos culturais com projeção internacional, à divulgação das tradições, do património e da


diversidade geográfica do município. Nas palavras de Rafael Polónia, fundador da Landescape,


“o Inquietude é mais que um festival. É a comemoração de uma década de viagens, uma década de


equipa, uma década de ambição, uma década de projectos concretizados, uma década de olhar o


futuro e querer mais e melhor. Um mundo mais unido, sustentável e respeitado. O festival nasceu


de dentro, da nossa Inquietude.


”

Evento multidisciplinar, com entrada livre e programação para todos os gostos e para todas as


idades, acontece no fim-de-semana de 2, 3 e 4 de Outubro, em Ovar, e promete


reunir amantes de viagens e viajantes profissionais.

No dia 2 de Outubro, pelas 21h30, o Lugar Landescape acolhe a sessão inaugural do Inquietude:


a apresentação da reedição do livro “Pedalar Devagar”, com a dupla João Gonçalo Fonseca e


Valérie Fonseca. Já no dia 3 de outubro, a partir das 9h30, a proposta vai para uma bike tour


pela cidade de Ovar, na companhia do Rafael Polónia. Mais tarde, pelas 11h, e já de regresso ao


Lugar Landescape, seguem-se duas propostas: a inauguração da exposição “Hortelões Urbanos”


de Francisco Silva e um brunch a cargo do Elas’Pereira, acompanhado por um DJ Set de


músicas do mundo com André Fontes.

Pelas 15h, o Inquietude avança para o centro da cidade, onde terá início um Passeio pedestre de


interpretação dos azulejos de Ovar. O destino final será a Escola de Artes e Ofícios, onde, às


16h, arranca uma nova etapa: uma Roda de partilha de “Bloopers de viagem”, com os líderes da


agência Luísa Ferreira, Carina Silva, Diogo Tavares e Luís Godinho; pelas 17h, será exibido o


documentário “Sab Kuch Milega”, de João Amorim e Inácio Rozeira, com comentários de Rui


Pedro Lamy e João Gonçalo Fonseca.

O dia encerra com um jantar-convívio, no restaurante Castelo Chopinhos, voltado para a comunidade de viajantes da Landescape e aberto ao público em geral.


O dia 4 de Outubro, último do Festival Inquietude, concentra-se no Parque Urbano de Ovar, onde


terá lugar um conjunto de dinâmicas inclusivas e pensadas para toda a família: a par da iniciativa


ad continuum “A Magia das Pequenas Coisas”, de João Mendes, às 15h, Tanya Ruivo dirige “A Hora do Conto”, uma sessão direcionada a crianças com mais de 4 anos; pelas 16h, Pedro Ivo


Carvalho, editor da revista Volta ao Mundo, junta-se aos líderes de viagem Miguel Neves e


Rafael Polónia para a mesa redonda “Expedições Landescape”; e pelas 17h, o Festival


Inquietude encerra com o concerto “Emoções - Canções para Gigantões”, de Ivo Pinho.

Todas as iniciativas são de entrada livre, algumas delas sujeitas a inscrição prévia para controlo


de lotação dos espaços aderentes. A programação completa, por sua vez, pode ser consultada


no site da Landescape.

  https://www.ovarnews.pt/festival-inquietude-convoca-amantes-de-viagens-em-outubro/


Exército deixa mensagem de condolências pela morte de militar
O Exército publicou uma mensagem de condolências nas redes sociais. "É com profundo pesar que o Exército Português comunica o falecimento do primeiro-cabo Márcio Daniel Mendes Castanheira, de 24 anos, que partiu de forma prematura e inesperada. Neste momento de luto para a Família Exército, os nossos pensamentos estão com os seus familiares, camaradas e amigos, a quem apresentamos as mais sentidas condolências. Descansa em paz, camarada!", diz o texto.


A vítima do acidente ocorrido na freguesia de Lobão, este sábado, é Márcio Daniel Mendes Castanheira, de 24 anos, primeiro-cabo colocado no Regimento de Transmissões do Porto que não resistiu aos ferimentos. https://www.ovarnews.pt/exercito-deixa-mensagem-de-condolencias-pela-morte-de-militar/
A Vigararia de Espinho-Ovar foi a primeira a receber os encontros vicariais de formação e informação sinodal que decorrem até ao mês de dezembro em toda a diocese do Porto.

Sentar, escutar, deixar que a palavra do outro encontre espaço. Em Cortegaça, foi assim que cerca de 130 pessoas começaram a experimentar aquilo de que o Sínodo Diocesano quer ser feito: encontro, escuta e discernimento em comunidade. Foi a primeira edição dos encontros vicariais “Sintonizar o Sínodo” que vão decorrer até ao mês de dezembro em toda a diocese do Porto. Ler artigo.

  https://www.ovarnews.pt/sintonizar-o-sinodo-encontros-vicariais-arrancam-em-cortegaca/

domingo, setembro 27, 2026



Um morto e cinco feridos em colisâo entre três carros
Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas na sequência de uma colisão entre três viaturas ligeiras de passageiros, esta tarde, em Lobão, no concelho de Santa Maria da Feira.


O acidente ocorreu na Rua do Comércio, tendo o alerta sido dado às 15h12.


De acordo com as informações disponíveis, há quatro feridos leves e um outro ferido, estando ainda em curso as operações de socorro. Não foi, até ao momento, divulgada a identidade ou o sexo da vítima mortal.


No local encontram-se ambulâncias dos bombeiros de Arrifana, Santa Maria da Feira e Lourosa, além de dois meios da Cruz Vermelha de Sanguedo e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Santa Maria da Feira. https://www.ovarnews.pt/um-morto-e-cinco-feridos-em-colisao-entre-tres-carros/
Vladimir Putin garante que a Rússia "não se está a preparar para qualquer tipo de combate com a Europa".

"Muita gente na Europa diz esperar uma agressão da Federação Russa e é por isso que têm de se preparar para combates, para uma guerra com a Rússia", disse Putin, garantindo, porém, que não é essa a realidade.

"Gostaria de salientar mais uma vez que não nos estamos a preparar para qualquer tipo de combate com a Europa", sublinhou, classificando os alertas como um "exagero deliberado da situação e uma provocação".

Garantias do presidente russo, numa declaração à margem do Fórum Internacional da Cultura em São Petersburgo, depois de ter sido avançado que a CIA, agência de inteligência norte-americana, tinha avisado vários países europeus sobre eventuais ataques russos.

Também Volodymyr Zelensky acusou, na quarta-feira, Putin de pretender ampliar a guerra para outros países europeus, incluindo territórios da NATO, no seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). https://www.ovarnews.pt/putin-garante-que-nao-pretende-atacar-paises-da-europa/
Um despiste ocorrido cerca das 00h00 deste domingo, na Rua Elias Garcia, em Ovar, causou vários prejuízos na via pública.

Vários pilaretes foram destruídos e ainda houve derrame de líquidos da viatura acidentada na via, o que obrigou a intervenção de limpeza e remoção.

No local estiveram a PSP, Bombeiros Voluntários de Ovar e a Proteção Civil da Câmara Municipal de Ovar.

Não há feridos a registar . https://www.ovarnews.pt/acidente-destroi-pilaretes-no-centro-de-ovar/


Homem colhido mortalmente por comboio na Linha do Norte
Uma pessoa morreu este sábado, 26 de setembro, depois de ter sido colhido por um comboio na Linha do Norte, em Santa Marinha, Vila Nova de Gaia.

O alerta foi recebido pelas autoridades às 14h54, tendo sido mobilizados para o local os Bombeiros de Coimbrões, uma equipa da VMER de Gaia e elementos da PSP. A operação envolveu 12 operacionais e seis viaturas.


A vítima não resistiu aos ferimentos e o óbito foi confirmado no local. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal do Porto, onde será submetido a autópsia.


As causas do atropelamento ferroviário são desconhecidas. As autoridades estão a investigar.


Na sequência do atropelamento, a circulação ferroviária na Linha do Norte esteve temporariamente interrompida, tendo sido entretanto retomada. https://www.ovarnews.pt/homem-colhido-mortalmente-por-comboio-na-linha-do-norte/

sábado, setembro 26, 2026



Águias vencem a Ovarense na apresentação após prolongamento
Na Arena de Ovar, a equipa masculina de basquetebol do Benfica venceu a Ovarense, por 102-107, após prolongamento, na tarde deste sábado, 26 de setembro.

Num encontro integrado na preparação para a nova época e que serviu de apresentação da formação de Ovar aos seus adeptos, colocada perante diferentes cenários competitivos e responderam na hora da decisão.

Com ligeira vantagem no final do 1.º quarto (27-29), a equipa encarnada acentuou a diferença no período seguinte, com um parcial de 15-23, chegando ao intervalo na frente por 42-52.

A Ovarense reagiu no regresso dos balneários. O 24-15 no 3.º quarto reduziu a margem benfiquista à expressão mínima (66-67) e lançou um último período equilibrado. No 4.º quarto, os vareiros anularam a desvantagem e o 92-92 no final do tempo regulamentar levou a decisão para prolongamento.

Na hora da verdade, as águias superiorizaram-se por 10-15 nos cinco minutos adicionais e selaram o triunfo por 102-107, em mais uma etapa importante do trabalho de preparação da equipa da Ovarense para 2026/27.

Jogo particular | 26/09/2026

Ovarense-Benfica


102-107 (ap)


Arena de Ovar

Cinco inicial da Ovarense: Leon Ayers, Miguel Monteiro, Rodrigo Soeiro, Jonathan Silva e Leo O'Boyle

SuplentesAntonio Woods, Tomás Pinto, Isaquiel Vuaka, Santiago Silva, Jordan Wood, Vicente Manarte, Nuno Morais, Jerome Palm, Rúben Sona e Devan Cambridge

Cinco inicial do Benfica

Okechukwu Okeke, Geno Crandall, Luís Silva, Luke Barrett e Brandon Slater

Suplentes

Eduardo Francisco, Aaron Broussard, Luther Muhammad, Aleksander Dziewa, Daniel Relvão, Sérgio Sousa e Tiago Filipe

Treinador do Benfica

Ainars Bagatskis

1.º quarto


2.º quarto


3.º quarto


4.º quarto


Prolongamento

27-29


42-52


66-67


92-92


102-107 https://www.ovarnews.pt/aguias-vencem-a-ovarense-na-apresentacao-apos-prolongamento/
Resultados de 2025 refletem a implementação nacional de uma estratégia de Desenvolvimento Sustentável centrada nos clientes, colaboradores e territórios.

Economia circular, eficiência energética e operacional, mobilidade sustentável e apoio às comunidades estão entre as áreas de atuação em Portugal.

​


O Grupo Mosqueteiros continua a reforçar a sua estratégia de sustentabilidade em Portugal, através da implementação de medidas que promovem uma operação mais eficiente, responsável e alinhada com os desafios atuais. Da logística aos pontos de venda, o Grupo tem vindo a acelerar a transição energética, a otimizar recursos e a reduzir o impacte ambiental da sua atividade.

Com presença nacional através das insígnias Intermarché, Bricomarché e Roady, o Grupo tem apostado numa estratégia transversal que envolve toda a cadeia de valor, desde as quatro bases logísticas, Albufeira, Alcanena, Cantanhede e Paços de Ferreira, até à rede de lojas espalhada pelo país.

“Para o Grupo Mosqueteiros, a sustentabilidade não é um compromisso paralelo à atividade: faz parte da forma como gerimos o negócio diariamente. Trabalhamos para reduzir o nosso impacte ambiental, mas também para apoiar as comunidades onde estamos presentes, desenvolver relações responsáveis com os nossos parceiros e garantir que o nosso crescimento gera valor para todos. Estes resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforçam a nossa ambição de continuar a gerar valor de forma responsável”, afirma Paulo Mendes, Presidente do Grupo Mosqueteiros.

A estratégia de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) do Grupo está organizada em sete combates: economia circular, transição alimentar, transição energética, clima, evolução do trabalho, comerciantes responsáveis e digitalização responsável, e assenta em três pilares centrados nos clientes, colaboradores e territórios.

Economia circular e eficiência operacional com resultados concretos


Em 2025, o Grupo Mosqueteiros valorizou 86% dos resíduos gerados nas suas bases logísticas em Portugal, o equivalente a mais de 1.700 toneladas. A economia circular é um dos sete combates definidos pelo Grupo e contempla a redução, recolha, valorização e reutilização de resíduos.

Nas bases logísticas, registou-se ainda uma redução de 34% no consumo de consumíveis, como papel e filme extensível. Na operação logística, a otimização do espaço das viaturas utilizadas na entrega de mercadorias permitiu reduzir em 3,1% os quilómetros percorridos por suporte transportado.

Energia renovável ganha peso na operação nacional


A transição energética e o clima são também duas das áreas prioritárias definidas pelo Grupo, abrangendo temas como a redução do consumo de energia, a descarbonização, a água e a biodiversidade.

Em Portugal, 28% da energia consumida nas plataformas de distribuição tem já origem no sistema de produção fotovoltaico próprio do Grupo. A capacidade instalada está também a ser reforçada nas bases logísticas de Paços de Ferreira (+533 kWp) e Alcanena (+766 kWp).

A estas medidas juntam-se outras intervenções destinadas a reduzir o consumo de energia, como a instalação de iluminação LED com sensores de movimento e luminosidade e a remodelação das câmaras de refrigeração, com uma melhor compartimentação térmica e modernização dos sistemas de controlo.

O Grupo tem também vindo a sensibilizar e formar os colaboradores para as questões relacionadas com o clima, em linha com o objetivo de envolver as equipas na concretização dos compromissos assumidos nesta área.

Lojas mais eficientes e próximas das comunidades


Nos pontos de venda, a sustentabilidade continua a ganhar expressão. Atualmente, mais de 260 lojas Intermarché contam com painéis fotovoltaicos instalados, reforçando a produção e o consumo de energia renovável. A rede disponibiliza ainda cerca de 150 terminais de carregamento de veículos elétricos, distribuídos por cerca de 110 zonas, promovendo uma mobilidade mais sustentável junto das comunidades locais.

A instalação de baterias de armazenamento permite otimizar a utilização da energia produzida internamente e aumentar a cobertura do autoconsumo, que passou de 20% para cerca de 50%.

Para além da vertente ambiental, o compromisso do Grupo Mosqueteiros estende-se ao apoio às comunidades onde está presente. Em 2025, a logística e a rede de lojas contribuíram com três milhões de euros em donativos a instituições de solidariedade social. Este compromisso inclui também uma dimensão de inclusão e responsabilidade social, através de parceria com centenas de associações inseridas nas comunidades onde o Grupo está presente.

Através da combinação entre eficiência operacional, inovação energética e proximidade às comunidades, o Grupo Mosqueteiros continua a consolidar a sua abordagem à sustentabilidade e a integrar estes princípios nas diferentes dimensões da sua atividade em Portugal.

Sobre o Grupo Mosqueteiros

O Grupo Mosqueteiros é um dos maiores grupos de distribuição mundiais multi-insígnia, que opera em quatro países europeus: Portugal, França, Polónia e Bélgica. O Grupo caracteriza-se por um posicionamento único no setor de atividade, uma vez que a sua gestão global em cada país é partilhada pelo conjunto dos proprietários de cada uma das lojas (mais de três mil aderentes), que têm como principal missão a máxima proximidade com as comunidades.

Em Portugal, o Grupo Mosqueteiros está presente com três insígnias: Intermarché, supermercados especialistas em produtos frescos; Bricomarché, que integra cinco áreas (decoração, bricolage, materiais de construção, jardinagem e produtos para animais de estimação); e Roady, um centro-auto especialista na manutenção e equipamentos para automóvel. No nosso país o Grupo tem mais de 355 pontos de venda e emprega mais de 14 mil colaboradores, assumindo diariamente a responsabilidade pelos clientes, parceiros, sociedade e colaboradores, que têm no Grupo várias oportunidades de desenvolvimento. https://www.ovarnews.pt/grupo-mosqueteiros-acelera-transicao-sustentavel-em-portugal/


Aveiro não pode perder o comboio do investimento - Por Henrique Araújo
 

O distrito de Aveiro tem uma característica que não pode ser ignorada quando se discute investimento público: é um dos territórios economicamente mais relevantes do país.

É um distrito profundamente industrial, exportador, com um tecido empresarial diversificado, uma forte presença de pequenas e médias empresas, importantes zonas industriais, o Porto de Aveiro e uma posição geográfica privilegiada entre o Norte e o Centro.

Em 2023, as exportações de bens do distrito de Aveiro atingiram cerca de 9,53 mil milhões de euros.

Na Região Centro, Aveiro representa também uma parcela muito significativa das empresas distinguidas como PME Líder. Não estamos, portanto, perante um território que pede investimento apenas por necessidade: estamos perante um território que tem capacidade para gerar riqueza, emprego, exportações e valor acrescentado para o país.

É precisamente por isso que a discussão sobre as infraestruturas e o investimento público em Aveiro merece ser feita com muito mais exigência.

Um distrito com condições para liderar


Aveiro reúne condições para assumir uma posição de liderança nacional em vários setores.

A metalomecânica, a indústria automóvel, o habitat, a economia do mar, as tecnologias de informação e comunicação, a cerâmica, a indústria transformadora, a logística e diversas atividades exportadoras constituem uma base económica que não pode ser tratada como secundária.

Mas nenhuma economia consegue manter competitividade apenas com a capacidade das suas empresas.

É preciso ter boas estradas, ferrovia eficiente, transportes públicos adequados, energia, redes digitais, áreas empresariais qualificadas, habitação, formação profissional e acesso aos grandes mercados.

É aqui que entra o papel do investimento público.

Se Aveiro deve ser líder na indústria e nas exportações, também precisa de ser líder nas infraestruturas que suportam essa economia.

O problema não é apenas anunciar obras. É saber como serão pagas.


Esta questão torna-se particularmente importante quando analisamos o percurso de vários projetos estruturantes.

Um dos casos mais evidentes é o Eixo Rodoviário Aveiro–Águeda.

O projeto foi inicialmente enquadrado no PRR com cerca de 46,9 milhões de euros de financiamento não reembolsável, com uma data de conclusão inicialmente prevista para 30 de junho de 2025.

Entretanto, a solução avançou para uma obra cujo preço-base ronda os 109,3 milhões de euros.

A diferença é suficientemente grande para obrigar a uma pergunta simples:


Como será financiada a parte que deixou de estar coberta pelo enquadramento inicial?

A questão não é meramente contabilística.


Uma infraestrutura desta dimensão tem impacto na mobilidade das pessoas, na ligação entre áreas empresariais, nos custos de transporte, na competitividade das empresas e na capacidade de atração de investimento.

Se o financiamento europeu inicialmente previsto deixou de ser suficiente ou deixou de ser aplicável nos termos originais, é fundamental que os cidadãos saibam qual é a nova engenharia financeira do projeto.

E o que aconteceu aos restantes projetos?


Esta é a pergunta que deve ser colocada de forma mais abrangente.

Durante os últimos anos foram identificados para a Região de Aveiro vários investimentos estratégicos, desde acessibilidades e áreas empresariais até saúde, defesa costeira, Ria de Aveiro, ferrovia e ligação ao Porto de Aveiro.

Entre os projetos identificados pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro estavam, por exemplo, a ampliação e qualificação do Hospital de Aveiro, intervenções nas vias para a competitividade, investimentos relacionados com a Ria de Aveiro e defesa costeira e uma visão de longo prazo para a ligação ferroviária Aveiro–Viseu–Guarda–Salamanca e a valorização do Porto de Aveiro.

Nem todos estes projetos tiveram o mesmo grau de concretização ou financiamento. E é precisamente por isso que importa distinguir aquilo que foi anunciado, aquilo que foi candidatado, aquilo que foi aprovado e aquilo que efetivamente tem dinheiro assegurado.


Aveiro precisa dessa transparência.

O fim de um prazo não pode significar o fim de uma obra

O problema dos fundos europeus e do PRR trouxe uma realidade que não pode ser ignorada.

Existem projetos que, por dificuldades de execução, alterações de calendário, procedimentos administrativos ou incapacidade de cumprir os prazos dos programas, deixaram de poder ser executados integralmente através do enquadramento financeiro inicialmente previsto.

O próprio modelo de reprogramação do PRR admite que determinados investimentos possam necessitar de outras soluções financeiras, incluindo financiamento nacional ou outros fundos europeus quando sejam elegíveis.

É aqui que Aveiro tem de exigir respostas.

Quando uma obra considerada necessária para o distrito perde o financiamento inicialmente previsto, a necessidade da obra não desaparece.


A estrada continua a ser necessária.


A ferrovia continua a ser necessária.


A melhoria dos transportes continua a ser necessária.


As infraestruturas empresariais continuam a ser necessárias.


A proteção da Ria e da costa continua a ser necessária.


E as necessidades hospitalares continuam a existir.

Então a pergunta é inevitável:


Se o financiamento inicialmente previsto deixou de existir, quem vai financiar agora essas obras?

Não basta dizer que há fundos


É importante que o debate público passe dos anúncios para os números.

Para cada grande projeto que estava previsto para Aveiro, os cidadãos têm o direito de saber:


Qual era o custo inicialmente previsto?


Quanto financiamento estava inicialmente assegurado?


Qual foi o montante efetivamente contratado?


O projeto perdeu financiamento europeu?


Por que razão?


Houve reprogramação?


Para onde foram canalizados os recursos que deixaram de ser utilizados?


Qual é agora a fonte alternativa de financiamento?


Qual é o calendário atualizado?


Quem assume a responsabilidade pela execução?

Estas não são perguntas partidárias.


São perguntas de boa gestão dos recursos públicos.


Aveiro não pode ser penalizado pelo próprio sucesso

Existe ainda uma questão de fundo.


Um distrito que produz, exporta, emprega e gera riqueza para o país precisa de infraestruturas à altura da sua capacidade económica.

Não se trata de exigir que Aveiro receba mais do que os outros territórios.

Trata-se de exigir que os investimentos necessários sejam efetivamente executados e que os projetos considerados estratégicos não fiquem pelo caminho porque um determinado programa financeiro terminou ou porque um prazo administrativo não foi cumprido.

Aveiro não pode ser penalizado duas vezes: primeiro, pela perda ou alteração do financiamento inicialmente previsto; depois, pelo adiamento indefinido da obra.

Uma estratégia para Aveiro


O distrito precisa de uma estratégia de investimento que ultrapasse os ciclos políticos e os programas financeiros.


Uma estratégia que identifique claramente onde Aveiro pode liderar e concentre esforços nas infraestruturas que permitem essa liderança.


Na indústria.


Nas exportações.


Na economia do mar.


Na logística.


Na inovação.


Na tecnologia.


Na ferrovia.


No Porto de Aveiro.


Nas áreas empresariais.


Nos transportes públicos.


Na qualificação das pessoas.


Na saúde.


Na proteção da Ria e da costa.


Não basta afirmar que Aveiro é um território competitivo.


É preciso criar as condições para que continue a sê-lo daqui a 10, 20 ou 30 anos.

A pergunta que fica.

Por isso, mais do que discutir apenas novos anúncios, é tempo de fazer um levantamento completo dos investimentos previstos para o distrito de Aveiro.


Quais avançaram?


Quais foram financiados?


Quais perderam o financiamento inicialmente previsto?


Quais foram reprogramados?


Quais ficaram de fora?

E, sobretudo, como serão agora financiadas as obras que estavam contempladas para Aveiro e que continuam a ser necessárias?

Esta é uma pergunta que merece uma resposta clara do Governo, das entidades responsáveis pelos fundos europeus, da CCDR Centro, das comunidades intermunicipais e dos municípios envolvidos.


Aveiro não precisa apenas de promessas.


Precisa de calendários, financiamento e execução.


Porque um distrito que tem capacidade para ser líder nacional na indústria, nas exportações, na economia do mar, na logística e na inovação não pode aceitar que investimentos estratégicos fiquem dependentes da próxima oportunidade financeira.


Aveiro já demonstrou que sabe criar riqueza. Agora é necessário garantir que o investimento público acompanha essa capacidade.

E quando uma obra é considerada estratégica para o distrito, a pergunta não pode ser apenas “quando será feita?”.


Tem de ser também:


“Com que dinheiro será feita — e quem garante que será feita?”

Henrique Araújo https://www.ovarnews.pt/aveiro-nao-pode-perder-o-comboio-do-investimento-por-henrique-araujo/


José Rodrigies vai a Casa de Júlio Dinis apresentar o livro
A Casa Museu Júlio Dinis, em Ovar, recebe este domingo, 27 de setembro, a apresentação de “A Vendedora de Flores”, o mais recente romance de José Rodrigues, autor que passou parte da infância em Ovar, na zona de Ponte Reada.


A sessão está marcada para as 16h00 e contará com a presença do autor e de Ana Sofia Mendonça, que fará a apresentação da obra. A entrada é gratuita.

Publicado pela Porto Editora em março de 2026, “A Vendedora de Flores” é o sétimo romance de José Rodrigues e acompanha Cidália, uma mulher que enfrenta a partida da neta Constança para a universidade. Perante a solidão, decide procurar Isménia, uma antiga amiga que encontra num estado de saúde frágil.

Movida pelo desejo de ajudar, Cidália leva Isménia para a Quinta do Velho, onde mantém uma pequena exploração agrícola. Entre o quotidiano da quinta, a amizade e a ligação à comunidade, desenvolve-se uma história marcada pela solidariedade, pela bondade e pelos afetos.

Natural de Viseu, José Rodrigues passou parte da infância em Ovar, na Ponte Reada, mantendo assim uma ligação particular ao concelho. Profissionalmente ligado ao mundo empresarial, é fundador e administrador do Grupo Visar e da Escola de Negócios das Beiras. Nos tempos livres dedica-se à família, ao desporto, à leitura e à escrita.

“A Vendedora de Flores” tem editação da Porto Editora e conta ainda com fotografias de Sara Augusto, que acompanham os diferentes capítulos do romance.

A apresentação em Ovar constitui uma oportunidade para o público conhecer o mais recente trabalho do escritor e reencontrar um autor com uma ligação pessoal à cidade e ao concelho. https://www.ovarnews.pt/jose-rodrigies-vai-a-casa-de-julio-dinis-apresentar-o-livro-a-vendedora-de-flores/


Em rotação: “S.W.M.”, novo de Francisco Fidalgo
Francisco Fidalgo, artista independente de Ovar, tem um novo tema para ver, ouvir e a crescer nas redes, já que é acompanhado de um vídeo promocional.

Trata-se “S.W.M.”, um single que surge após o lançamento do EP “conceito de amor. e arte”, lançado pelo artista de 20 anos, em julho último.

A nova canção R&B explora os seus sentimentos mais profundos e mistura diferentes géneros musicais.

https://www.youtube.com/watch?v=dxaXFcAPmZE https://www.ovarnews.pt/?p=106988
As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência


A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias promove esta semana e na próxima audições públicas sobre os projetos de lei do PSD e do Chega que visam reverter a Lei n.º 38/2018, responsável por consagrar o direito à autodeterminação da identidade de género.

As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência. Ler mais.

Pedro Valente


Mestrando e licenciado em Sociologia pela Universidade do Minho. Desenvolve investigação na área dos processos de diagnóstico médico e das suas desigualdades. Natural de Ovar.


  https://www.ovarnews.pt/as-pessoas-trans-nao-precisam-de-um-atestado-de-incompetencia-por-pedro-valente/

sexta-feira, setembro 25, 2026



Suspensão temporária do abastecimento de água em Cortegaça
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Cortegaça.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 02/10/2026 entre as 13:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua do Rodelo, Rua da Zefinha, Rua Ângelo José de Oliveira, Rua das Regas, Rua das Areias, Tv. das Areias, Rua dos Caminhos de Ferro, Rua do Apeadeiro (nºs 269 ao 792), Rua Padre Joaquim Pereira Resende, (nºs 290 ao 440), Rua da Boavista, Tv. da Boavista.


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-de-agua-em-cortegaca/


O Irmão de Santa Camarão (III) - Por Edgar Branco
Na manhã seguinte, o problema manteve-se e Santo Lagosta continuava sem voz. Aflito, procurou


médicos, especialistas, curandeiros. Mas todos lhe deram a mesma resposta.

— Infelizmente, não há nada que possamos fazer.

Sem explicações. Sem soluções. Apenas silêncio.


As semanas passaram. A vida seguiu. Mas Santo Lagosta não desistiu. Decidiu regressar ao


trabalho no Café Lampião, onde servia mesas antes do estranho encontro com a truta. Se já não


podia falar, adaptava-se.

Trazia agora um cartão pendurado ao pescoço, explicando a sua condição: - Não posso falar, mas


posso ouvir. Faça o seu pedido por escrito.

Com um bloco de notas e uma caneta sempre à mão, continuou a trabalhar.


Nunca parou.

Num dia como tantos outros, enquanto servia as mesas da pequena esplanada do café, ouviu a


conversa de duas jovens clientes.

A mais angustiada apoiava o rosto entre as mãos.

— Amiga… eu já não sei o que fazer. Já não sei o que dizer. Tento de tudo para que ele repare em


mim, mas… nada. Será que vou ficar solteira para sempre?

A outra, mais optimista, suspirou e sorriu.

— Oh querida… dá tempo. Ele há de ver o que tem à frente.

Santo Lagosta escutou. E, sem que soubesse bem porquê, algo dentro dele se acendeu.


Desde aquela noite junto ao cais, não tocava guitarra. Tinha deixado a música para trás, ressentido


pelo preço que pagara ao desejo da truta. Mas agora, sentia algo diferente.


Uma necessidade.

Pegou na guitarra, hesitante. As cordas estavam frias, esquecidas, mas os seus dedos


reconheceram-nas como velhos amigos.

E quando tocou a primeira nota…


O som foi puro. Perfeito.


Como nunca antes.


As conversas ao redor cessaram. Os clientes do café olharam na sua direção. A melodia era bela,


envolvente. Santo Lagosta nunca tinha tocado assim.

Seria este o desejo da truta?

O pensamento invadiu-lhe a mente. E então… A vontade de cantar surgiu. Um arrepio percorreu-lhe o corpo.

Sem saber como ou porquê, Lagosta sentiu as palavras formarem-se dentro de si.


E quando abriu a boca, a voz fluiu como música.

🎶 Menina, menina, de rosto perfeito,


🎶 Teu pesar escuto, teu lamento aceito.


🎶 Torna o pranto em sorriso, pois nesta canção,


🎶 Tens a resposta guardada no coração.


🎶 O teu amor, por ti, o coração bate,


🎶 Só tens de segurá-lo com força e com arte.


🎶 Pois a vontade é forte, mas fraca é a carne,


🎶 E um futuro te vejo, num laço que arde.


🎶 Casados, felizes, num doce enlace,


🎶 Mas age depressa... não deixes que passe!


🎶 Vai, menina, deixa o medo pra trás,


🎶 Dá-lhe um beijo... e tudo se faz.


🎶 Olha... ali vem ele daquele canto!

Todos pararam para ouvir.


A música pairou no ar como um feitiço.


Os olhos da jovem encheram-se de lágrimas.


Ela olhou para o lado... e ali estava ele. O homem pelo qual suspirava.


Sem pensar, correu até ele e, com o coração transbordando de coragem, beijou-o.


O jovem ficou atónito. Mas logo sorriu.

— Casa comigo? — perguntou ele, de repente, segurando-lhe as mãos.


A jovem engasgou-se na emoção. E entre lágrimas e risos, disse que sim.


Santo Lagosta, ainda de guitarra na mão, observou a cena com um misto de surpresa e


compreensão.

Agora sabia o que o destino lhe tinha dado.


Agora entendia o preço que pagara.


O seu dom não era apenas a música.


Era a visão. Através do canto, via os destinos das pessoas.


(Continua)

Edgar Branco https://www.ovarnews.pt/o-irmao-de-santa-camarao-iii-por-edgar-branco/


Suspensão temporária do abastecimento em Albergaria-a-Velha
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Alquerubim e na União de Freguesias de São João de Loure e Frossos.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 09/10/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:

Lugar de Paus, Alquerubim, Fial, Beduido, Pinheiro, Azenhas, Fontes, Ameal, Salgueira, Calvães e São João de Loure.

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora. https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-albergaria-a-velha-2/


Sete detidos por condução sob influência do álcool na região
A PSP deteve sete condutores, com idades entre os 35 e os 54 anos, por crimes rodoviários, durante um período de quatro dias, entre as 08h00 de 21 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro.


Do total de detenções, quatro ocorreram por condução sob influência do álcool, com taxas de alcoolemia entre 1,34 e 2,35 g/l.


Foi ainda detido um condutor por condução sem habilitação legal e outros dois por desobediência: um por conduzir durante o período de inibição de conduzir e outro por recusar realizar o teste de alcoolemia.


As detenções distribuíram-se por Aveiro (quatro), Espinho (duas) e São João da Madeira (uma).


No mesmo período, entre as 08h00 de 18 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro, a PSP registou 57 acidentes de viação, dos quais resultaram 19 feridos ligeiros e um ferido grave.


A PSP reforça que comportamentos como a condução sob influência do álcool, a condução sem habilitação legal e o desrespeito pelas regras de trânsito representam riscos para todos os utilizadores da via.


A Polícia de Segurança Pública mantém ações de fiscalização e prevenção rodoviária com o objetivo de promover comportamentos responsáveis e reduzir a sinistralidade https://www.ovarnews.pt/sete-detidos-por-conducao-sob-influencia-do-alcool-na-regiao/
O português brigadeiro-general Sérgio Estrela assumiu no dia 14 de setembro o comando da Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM-MOZ), em substituição do comodoro César Manuel Pires Correia, foi esta terça-feira anunciado.

Em comunicado, a EUMAM-MOZ indica que o comodoro César Pires Correia, que cessa funções, irá entregar o comando daquela força ao português brigadeiro-general Sérgio Estrela, na segunda-feira da próxima semana, no quartel-general da missão, em Maputo.

César Manuel Pires Correia assumiu as funções em 10 de setembro de 2025, substituindo o brigadeiro Luís Barroso.

O Conselho da União Europeia prorrogou, em maio último, o mandato da EUMAM-MOZ por mais seis meses, até 31 de dezembro de 2026, período em que o novo comandante vai dirigir a missão enquanto aguarda eventual prorrogação da mesma.

Moçambique quer prolongar missão da UE por mais dois anos

Moçambique pretende a extensão por dois anos desta missão militar da União Europeia, disse à Lusa, em julho, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, agradecendo o apoio europeu e destacando o papel de Portugal no processo.

"Terminámos a fase do apoio, no primeiro acordo, e agora estamos numa fase de negociação para a extensão, pelo menos por mais de dois anos, porque achamos que é extremamente importante", afirmou então o chefe de Estado moçambicano.

A União Europeia anunciou, em 2024, a adaptação dos objetivos estratégicos da anterior Missão de Formação Militar da UE em Moçambique (EUTM-MOZ), que transitou, em 01 de setembro do mesmo ano, do modelo de treino para um de assistência, passando, assim, a designar-se EUMAM-MOZ.

A EUTM-MOZ, que como a atual EUMAM-MOZ foi liderada por Portugal, formou em dois anos mais de 2.000 militares comandos e fuzileiros moçambicanos, que passaram a constituir companhias de Forças de Reação Rápida e já combatem o terrorismo em Cabo Delgado, bem como uma centena de formadores.

A missão em Moçambique foi ainda financiada, através do Mecanismo Europeu para a Paz, para aquisição de todo o tipo de equipamento não letal para estas companhias de forças especiais.

A província de Cabo Delgado, rica em gás e que sofre ataques desde 2017, regista um recrudescimento de ataques de grupos rebeldes desde julho, tendo sido alvos os distritos de Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e mais recentemente Mocímboa da Praia.

Quem é Sérgio Estrela?

Nascido em 1973, em Portugal, Sérgio Estrela formou-se como Piloto Aeronáutico e concluiu o curso básico de Comando no Instituto de Estudos Superiores da Força Aérea Portuguesa, em Sintra.

Ao longo da sua carreira, já foi assistente militar da Força Aérea no Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas Portuguesas, comandante do Grupo Operacional 61, na Base Aérea n.º 6, no Montijo, e representante de Portugal no Quartel-General do Comando Supremo Aliado para a Transformação, da NATO, em Norfolk, Estados Unidos da América.

Exerceu também a função de chefe do Centro de Operações Aéreas no Quartel-General do Comando Aéreo Português, em Monsanto, Lisboa, e comandante da Base Aérea N.º 8, em Maceda, Ovar.

Sérgio Estrela acumulou aproximadamente 5.000 horas de voo em diversos tipos de aeronaves, com condecorações que incluem o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis, a medalha de prata de Serviços Distintos e a medalha de mérito Militar de 2.ª Classe. https://www.ovarnews.pt/ex-comandante-da-base-de-maceda-lidera-missao-de-assistencia-militar-da-uniao-europeia-em-mocambique/


BioRace celebra 10.ª edição com 5 mil atletas
Este sábado, 26 de setembro, os campos e caminhos do Baixo Vouga Lagunar são o cenário de uma competição singular. A BioRace Estarreja Challenge celebra a sua 10.ª edição com 5000 participantes inscritos, provenientes de norte a sul do continente e da ilha da Madeira.

A prova decorre na zona do Baixo Vouga Lagunar, entre Salreu, Canelas e Fermelã, no sul do concelho de Estarreja, integrando os Percursos BioRia, junto à Ria de Aveiro. Entre campos agrícolas, valas e zonas húmidas, os participantes encontram uma paisagem que muda a cada etapa e que é parte essencial da experiência. Ao longo do trajeto, terão de superar cerca de 30 obstáculos naturais e artificiais, transpor fardos, transportar troncos ou enfrentar a lama e valas de água.

As inscrições voltaram a esgotar em tempo recorde. A prova de 10 km atingiu o limite de 3000 atletas em apenas três horas. O programa inclui também a distância de 5 km, partidas de elite, a BioRace Júnior, para crianças e jovens dos 6 aos 14 anos, e uma prova inclusiva adaptada a pessoas com deficiência.

Ao fim de dez edições, a BioRace reúne diferentes formas de viver o desporto: há atletas concentrados no tempo de chegada, grupos que enfrentam os obstáculos em equipa e participantes para quem o maior desafio é alcançar a meta. A entreajuda, o convívio, a boa disposição e o contacto com a natureza tornaram-se marcas de uma corrida que atrai milhares de pessoas a Estarreja todos os anos.

Organizada pela Câmara Municipal de Estarreja, com o apoio de dezenas de voluntários, a BioRace dá também a conhecer o património natural do concelho e sensibiliza para a sua preservação. A reutilização de materiais na construção dos obstáculos e as ações de limpeza ambiental acompanham o evento desde as primeiras edições.

As partidas começam às 10h00, com a BioRace Júnior. A prova inclusiva está prevista para as 10h30, seguindo-se a prova dos 5 km, a partir das 10h45. A prova dos 10 km terá o seu início às 14h20, estando marcadas 17 partidas ao longo de toda a tarde. A partida e a chegada situam-se junto ao Centro de Interpretação Ambiental do BioRia, em Salreu.

Recomenda-se aos participantes a utilização do comboio, uma vez que o apeadeiro de Salreu fica a cerca de 700 metros do recinto da prova. https://www.ovarnews.pt/biorace-celebra-10-a-edicao-com-5-mil-atletas/


O primeiro grande modelo de IA português entra numa nova etapa de desenvolvimento
O AMALIA começou por responder a uma pergunta simples, mas tecnicamente exigente. É


possível construir um grande modelo de linguagem, concebido desde a origem para o


português europeu e o contexto cultural do país, em vez de depender apenas de sistemas


generalistas treinados sobretudo noutras variantes e línguas. Em julho de 2026, o projeto


apresentou uma versão multimodal e entrou numa nova fase de desenvolvimento que


deverá prolongar-se até 2027.

Da linguagem para vários tipos de conteúdo


A versão inicialmente apresentada do AMALIA centrou-se na linguagem, mas a evolução


anunciada em julho acrescentou capacidades multimodais, permitindo trabalhar com mais


do que texto. Este objetivo é relevante porque muitos sistemas de IA atuais precisam de


interpretar documentos, imagens e outras formas de informação na mesma tarefa.


A informação oficial sobre a nova fase do AMALIA indica um investimento inicial apoiado


pelo PRR e uma etapa adicional de desenvolvimento até 2027. O projeto combina


investigação académica com objetivos de infraestrutura digital, procurando criar uma base


aberta que possa ser estudada e adaptada.

O português europeu é uma questão técnica

Para um utilizador, a diferença entre variantes da mesma língua pode parecer sobretudo


uma questão de vocabulário. Para um modelo, envolve muito mais.


Ortografia, construções sintáticas, expressões idiomáticas, referências institucionais e


contexto cultural influenciam a forma como uma pergunta é interpretada e como uma


resposta é produzida, pelo que um sistema especificamente treinado e avaliado para


português europeu pode ajudar investigadores a estudar essas diferenças com maior


detalhe.

A discussão também se relaciona com outros projetos tecnológicos nacionais. Um artigo


sobre automação e inteligência artificial na indústria mostra como ferramentas digitais estão


a entrar em contextos empresariais muito concretos.

A utilidade depende de aplicações reais


Um grande modelo só demonstra valor quando é aplicado fora do laboratório, podendo


apoiar pesquisa documental, serviços de apoio, produção de conteúdos, educação e


ferramentas internas para organizações. A precisão no português europeu também pode


ser uma vantagem em interfaces de setores digitais variados, incluindo casino online em


portugal, quando a compreensão linguística e o contexto local são requisitos técnicos do


produto.

Isto não transforma o AMALIA num modelo dedicado a um setor específico, mas evidencia


a utilidade transversal de uma infraestrutura linguística que compreende melhor a variante


usada pelos seus utilizadores, aplicando-se da mesma forma à administração pública, às


universidades e às empresas privadas.

A próxima fase será medida pela utilização


Os grandes anúncios de IA tendem a concentrar-se em parâmetros, capacidade


computacional e comparações entre modelos, mas, num projeto nacional, há outra métrica


igualmente importante: a adoção. Investigadores precisam de experimentar o modelo,


identificar os seus limites e publicar resultados; programadores precisam de perceber como


integrá-lo; e organizações têm de descobrir em que tarefas uma solução especializada


oferece uma vantagem real.

A natureza aberta do projeto pode facilitar esse processo, ao permitir maior escrutínio


técnico e adaptação. Por isso, a nova fase do AMALIA será menos sobre provar que


Portugal consegue lançar um grande modelo e mais sobre perceber o que pode ser


construído sobre ele.

Se o projeto conseguir criar uma comunidade ativa de investigação e utilização, o seu efeito


poderá ser maior do que o desempenho de uma única versão. Poderá ajudar a estabelecer


recursos, dados e conhecimento que continuem a evoluir mesmo quando os modelos atuais


forem substituídos. https://www.ovarnews.pt/o-primeiro-grande-modelo-de-ia-portugues-entra-numa-nova-etapa-de-desenvolvimento/

quinta-feira, setembro 24, 2026



Atropelada por ligeiro, idosa não resiste aos ferimentos
Uma mulher de 71 anos foi atropelada por um veículo ligeiro, cerca das 18 horas desta quinta-feira.

Na sequência fo acidente que ocorreu em Milheirós de Poiares, a vítima sofreu ferimentos graves e apesar de prontamente assistida no local pelos Bombeiros de Arrifana e pela equipa da VMER da Feira, não resistiu.

Apesar das manobras de socorro, o óbito acabou por ser confirmado no local, devido à gravidade dos ferimentos.

  https://www.ovarnews.pt/atropelada-por-ligeiro-idosa-nao-resiste-aos-ferimentos/


U2 regressam com novo álbum de estúdio,
Acaba de ser anunciado o lançamento de Carnaval De Luz, o 16.º álbum de estúdio dos U2 e o primeiro álbum de material inédito da banda em nove anos, com edição marcada para o próximo dia 13 de novembro. O anúncio é acompanhado por um novo tema, intitulado “Silencio”, já disponível com o respetivo vídeo oficial.

Na semana em que se assinalam 50 anos desde que Larry Mullen Jr. afixou um bilhete manuscrito no placard da Mount Temple Comprehensive School, na zona norte de Dublin, em setembro de 1976 — “Drummer Seeks Musicians To Form Band” (“Baterista procura músicos para formar banda” em português)  — surge um trabalho que mostra Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. a continuar a explorar novas dimensões e possibilidades dentro do seu processo criativo.

Gravado em vários locais e produzido por Jacknife Lee, Carnaval De Luz reúne 12 canções que exploram temas como a espiritualidade, a amizade, a liberdade e a resistência perante forças obscuras e ameaçadoras. A nível sonoro, o álbum recupera ecos do lado mais experimental da banda, combinados com uma composição mais depurada, presente em temas como “The Greatest Show On Earth”, “Glorify” e “Midnight Sunshine”, bem como na homenagem, com 2 minutos e 35 segundos, à insolência do surf-punk dos primeiros tempos que é “Silencio”.

As raízes de Carnaval De Luz remontam diretamente aos dois EP surpresa de seis temas lançados pelos U2 no início de 2026, ambos aclamados pela crítica e gravados durante o mesmo período criativo do novo álbum. Days of Ash e Easter Lily seguiram o calendário litúrgico, colocando Carnaval De Luz cronologicamente entre os dois lançamentos. O Carnaval, celebração da carne, antecede a renúncia da Quaresma, período de reflexão, e o renascimento da Páscoa.

A canção que estabelece a ligação entre o álbum e os dois EP é o tema final de Carnaval De Luz, “Torn”, um dueto entre Bono e a saudosa Dolly Parton, naquela que acabou por ser, tragicamente, a sua última gravação vocal. Coescrita pelos U2, Parton e Johnny McDaid, é uma delicada canção country sobre laços familiares quebrados, com uma ressonância mais ampla.

Carnaval De Luz é editado no 50.º ano da banda, em 2026, ano em que os U2 terão lançado 24 novas canções. O álbum conta ainda com colaborações de Brian Eno (coautor e responsável pelos sintetizadores em “Go (Carnaval De Luz)”, “The Greatest Show on Earth” e “Can’t Stop Us Now”), Martin Garrix (coautor de “Glorify”) e Daniel Lanois (pedal steel em “Torn”), além de produção adicional de Ryan Tedder em “Silencio”.

The Edge afirma: “É uma coleção de canções caótica, provocadora e sagrada — e inclui a primeira utilização de cordas flat-wound numa gravação dos U2. É só isso.”

Bono afirma: “Entrem, entrem, entrem! Tragam as vossas meias roxas, os vossos corações partidos, a vossa ingenuidade cor-de-rosa… e maravilhem-se na sala dos espelhos. Haverá guitarras altas, baixos profundos, alguns ritmos extáticos e, sim, algumas lágrimas prateadas vão fazer uma aparição!

Porque, nas proximidades, mesmo à saída do nosso Carnaval De Luz, há todo o tipo de criaturas… A mesma imaginação que nos dá a criatividade também nos pode trazer monstros. Por isso, tornamos as baterias mais altas. Fazemos uma fogueira maior. Tornamos as nossas histórias mais selvagens e divertidas. Tornamos as melodias mais doces e as canções — é melhor que brilhem, porque, se o mundo está às escuras, é melhor que nós não estejamos.”

O vídeo oficial de “Silencio” foi filmado na Cidade do México no início deste ano e é realizado pela Cliqua, dupla de realizadores mexicano-americanos formada por Pasqual Gutiérrez e Raúl “RJ” Sanchez.

“Street of Dreams”, primeiro tema retirado do novo álbum, foi lançado em julho.

O alinhamento de Carnaval De Luz:

- “Go (Carnaval De Luz)”


- “La Reina”


- “Street Of Dreams”


- “The Mirror Maker (Rosalía)”


- “Superficiality”


- “If The World Is At War We Better Not Be”


- “Silencio”


- “The Greatest Show On Earth”


- “Glorify”


- “Midnight Sunshine”


- “Can’t Stop Us Now”


- “Torn (Feat. Dolly Parton)”

https://www.youtube.com/watch?v=1mCN-RDh0-0

Carnaval De Luz estará disponível em vários formatos, incluindo edições Deluxe limitadas em disco de vinil e CD, diversas edições limitadas em disco de vinil colorido e formatos especiais, CD Standard, vinil standard e download digital. A pré-venda já está disponível.

Silencio” já está disponível para download digital e nas plataformas de streaming. https://www.ovarnews.pt/u2-regressam-com-novo-album-de-estudio-carnaval-de-luz-a-13-de-novembro/


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Albergaria-a-Velha
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 29/09/2026 entre as 09:00h e as 17:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua da Fonte e Rua Cabeço do Jardim (entre os n.ºs impares de 1 ao 11) - Lugar de Santo António


 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-albergaria-a-velha-2/


Pão de Ló de Ovar, a tradição vareira que conquista o mundo
O Pão de Ló de Ovar foi (re)eleito o melhor doce do mundo, segundo o ranking do TasteAtlas, portal internacional de gastronomia.

A especialidade ovarense alcançou uma classificação de 4,4 pontos, suplantando alguns dos mais conhecidos bolos internacionais. Logo atrás surge a sueca Kladdkaka, também com 4,4 pontos, enquanto o terceiro lugar pertence à Gazta Tarta, o famoso cheesecake basco de San Sebastián, com 4,3.

O quarto lugar é ocupado pelo Marcinek, da Polónia, e o quinto pelo Valašský frgál, da República Checa. Entre os restantes lugares do topo aparecem ainda o cheesecake polaco Sernik, o russo Medovik, o Karpatka, também da Polónia, e o francês Kouign-amann.

A lista é elaborada todos os anos a partir de avaliações que chegam de todo o mundo e serve de inspiração para quem quer provar novas iguarias em viagens pelo mundo. Desta vez, chegaram 22.680 avaliações para este ranking, das quais 16.832 foram reconhecidas pelo sistema como legítimas. https://www.ovarnews.pt/pao-de-lo-de-ovar-a-tradicao-vareira-que-conquista-o-mundo/


Novo chip europeu quer levar inteligência artificial avançada aos servidores empresariais
A inteligência artificial empresarial está a mudar de escala. Depois de uma primeira vaga


em que muitos sistemas de inferência foram desenhados para dispositivos de edge, a


procura começa a estender-se a servidores capazes de executar modelos maiores dentro


da infraestrutura controlada pelas próprias organizações. A Axelera AI apresentou o Europa


precisamente para esse espaço. O novo processador pretende transportar a arquitetura da


empresa para cargas mais exigentes em centros de dados e sistemas empresariais,


mantendo a inferência como foco principal.

A Europa aumenta a capacidade da arquitetura


A Axelera apresenta o Europa como a segunda geração da sua arquitetura de


processamento de IA. A configuração publicada inclui oito núcleos de processamento de IA,


16 núcleos vetoriais RISC-V e suporte para diferentes formatos numéricos usados em


inferência. A empresa anuncia até 629 TOPS por chip e um TDP de 45 watts para a placa


de referência.

A apresentação oficial da Europa confirma também sistemas validados com parceiros como


Dell e Supermicro. Mais importante do que um único número é a mudança de destino. O


produto procura sair do edge mais limitado e entrar em infraestruturas onde vários modelos


e fluxos de dados podem coexistir.

A inferência local ganha importância


Treinar grandes modelos continua a exigir enormes quantidades de computação, mas a


utilização diária desses modelos depende de inferência.

É nesse momento que uma organização transforma uma pergunta, uma imagem ou um


conjunto de dados numa resposta do modelo. Para muitas empresas, executar esta fase na


própria infraestrutura pode oferecer maior controlo sobre a latência, integração e localização


dos dados.

Esta necessidade de capacidade computacional também está presente na Agenda Nacional


de Inteligência Artificial, que inclui Infraestrutura e Dados entre os seus quatro eixos de


atuação e prevê o desenvolvimento de capacidade computacional estratégica em Portugal.


Isso não significa que todos os sistemas precisem de processamento local. A nuvem


continuará a ser adequada para muitas cargas. O que muda é o número de opções


disponíveis para empresas que precisam de decidir onde cada modelo deve funcionar.


Projetos de inovação industrial ligados à inteligência artificial mostram como a IA está a


aproximar-se cada vez mais de ambientes de produção e processos empresariais


concretos.

Uma infraestrutura pode servir aplicações muito diferentes


Um acelerador de inferência não pertence a um único setor. A mesma base de hardware


pode suportar visão computacional, robótica, análise documental, sistemas de pesquisa e


ferramentas de apoio ao cliente. Pode também aparecer por trás de serviços digitais em


áreas muito diferentes, incluindo interfaces relacionadas com poquer, desde que o software


e os controlos sejam desenvolvidos para essa aplicação específica.

O ponto comum é a necessidade de executar modelos com rapidez e de movimentar dados


entre memória, processador e aplicação de forma eficiente. Essa flexibilidade ajuda a


explicar porque é que os fabricantes falam cada vez menos de uma única tarefa e mais de


plataformas para diferentes cargas de inferência.

O desafio passa do chip para o sistema


Um processador potente não resolve sozinho a adoção empresarial de IA. As organizações


precisam de ferramentas de desenvolvimento, compatibilidade com modelos, monitorização,


segurança, refrigeração e integração com o hardware já instalado. É por isso que o


ecossistema anunciado em torno do Europa pode ser tão relevante como as especificações


do próprio chip.

A competição no mercado de aceleradores também significa que o desempenho teórico, o


consumo e o preço terão de ser avaliados em cargas reais. A Europa chega, assim, num


momento em que a discussão sobre IA deixa de estar centrada apenas no tamanho dos


modelos. A questão empresarial torna-se mais prática. Onde deve funcionar o modelo,


quanto custa operá-lo e que infraestrutura permite integrá-lo sem reconstruir todo o


sistema? https://www.ovarnews.pt/novo-chip-europeu-quer-levar-inteligencia-artificial-avancada-aos-servidores-empresariais/


Third pinta a tradição naval de Pardilhó em novo mural do ESTAU
A nova obra de Nuno Palhas, conhecido como Third, homenageia a construção naval e a relação de Pardilhó com a Ria, integrando a edição dos 10 anos do ESTAU.


Pardilhó ganhou uma nova obra de arte urbana assinada por Third, nome artístico de Nuno Palhas, no âmbito da edição de 2026 do ESTAU – Estarreja Arte Urbana.


O mural, realizado numa parede em Pardilhó, coloca no centro da composição uma embarcação tradicional, rodeada por figuras humanas e elementos decorativos inspirados na estética dos azulejos. A representação remete para a relação histórica da freguesia com a ria e para a tradição da construção naval, uma das atividades que marcou a identidade de Pardilhó.


A escolha do tema está em sintonia com o conceito definido pelo ESTAU para a edição que assinala os seus dez anos. O festival convidou os artistas a partir de elementos da identidade do território, entre os quais a construção naval, os moliceiros, o arroz e as Festas de Santo António.


No trabalho de Third, a embarcação assume o papel central, acompanhada por homens representados em plena atividade junto à água. A composição é enquadrada por uma moldura colorida que evoca a linguagem dos azulejos tradicionais, criando uma ponte entre memória, património e arte contemporânea.


A intervenção ganha ainda maior significado por surgir numa freguesia onde o próprio roteiro do ESTAU já tinha deixado uma marca ligada aos ofícios tradicionais. Em 2018, o artista Tiago Galo criou Os 4 Ofícios, no Largo Dr. Egas Moniz, junto à Igreja Paroquial, representando quatro atividades associadas à história de Pardilhó: construção naval, tecelagem, bunho e tamancos.


A nova obra de Third acrescenta agora outra representação dessa memória coletiva, desta vez centrada no universo dos barcos e dos homens ligados à construção e utilização das embarcações tradicionais.


Nuno Palhas, artista português conhecido como Third, tem um percurso iniciado no graffiti e desenvolvido posteriormente através da pintura mural, do desenho e de uma linguagem marcada pelo realismo e pela representação de figuras e elementos ligados aos lugares onde intervém. Em trabalhos anteriores, o artista tem explicado a importância de criar uma relação entre a obra e a comunidade e de adaptar a intervenção à identidade do espaço.


A intervenção de Pardilhó integra as dez novas obras criadas para assinalar os dez anos do ESTAU, festival que já deixou cerca de uma centena de obras no concelho de Estarreja, assinadas por 54 artistas.


Em Pardilhó, a arte urbana volta assim a funcionar como uma forma de preservar e reinterpretar a memória local — desta vez com os barcos, a ria e os seus construtores no centro da parede.

THIRD_PT

Third, ou Nuno Príncipe Palhas, tem um percurso ligado à arte urbana desde os anos 1990. O artista começou pelo graffiti e desenvolveu posteriormente uma linguagem que cruza a pintura mural com a ilustração e o desenho clássico, destacando-se pelo recurso ao realismo, aos retratos e a estruturas tridimensionais, exploradas através de efeitos de luz e sombra.

Um dos traços do trabalho de Third é precisamente a capacidade de adaptar a criação ao espaço onde intervém. Num trabalho realizado anteriormente no Porto, por exemplo, o artista explicou que procura estabelecer uma ligação entre a obra e a comunidade, incorporando elementos reconhecíveis do quotidiano e da identidade do local. https://www.ovarnews.pt/third-pinta-a-tradicao-naval-de-pardilho-em-novo-mural-do-estau/
A deputada do PSD, Adriana Rodrigues, defendeu na Assembleia da República o alargamento do projeto “Multibanco + Perto” às freguesias rurais que, devido à dispersão geográfica, ao envelhecimento da população e à distância dos centros urbanos, continuam sem acesso próximo a uma caixa automática.

Numa audição ao Governo na Comissão de Reforma do Estado e Poder Local, a deputada eleita pelo círculo de Aveiro apresentou como exemplos as freguesias de Junqueira e Cepelos, do concelho de Vale de Cambra, sublinhando que esta realidade se verifica em muitas outras freguesias do distrito de Aveiro e do país.

“Nos territórios marcados pela dispersão geográfica e pelo envelhecimento da população, o acesso a numerário não é uma questão meramente bancária. É uma necessidade concreta e uma resposta de proximidade e de coesão territorial” – afirmou, na ocasião, Adriana Rodrigues, numa intervenção que se referia a casos como Junqueira, que tem cerca de 834 habitantes, distribuídos por mais de 20 lugares, situando-se a aproximadamente 15 quilómetros da sede do concelho e mais de um terço da sua população tem 65 ou mais anos.

Na resposta, o secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, adiantou que o projeto-piloto está em funcionamento há cerca de três meses, que mais 19 freguesias encontram-se em processo de adesão e que as primeiras indicações apontam para o seu sucesso.

Por outro lado, o governante destacou a portabilidade da solução, que permite levar o serviço às diferentes aldeias de uma mesma freguesia e aproximá-lo das populações com maiores dificuldades de deslocação.

Silvério Regalado afirmou que o projeto terá de ser avaliado, mas reconheceu que “pode e deve ser prolongado e levado a outras freguesias”, num trabalho desenvolvido em colaboração com as autarquias e com o Banco de Portugal.

Adriana Rodrigues considera que a resposta do Governo “é positiva e abre caminho ao alargamento do “Multibanco + Perto” a Junqueira, Cepelos e a outras freguesias do distrito de Aveiro e do país com características semelhantes”.

“Continuarei a acompanhar este processo e a defender uma solução abrangente, assente em critérios objetivos, que permita levar este serviço às populações mais afastadas e com maiores dificuldades de mobilidade” – garantiu a deputada aveirense.

Na mesma intervenção, Adriana Rodrigues alertou para as dificuldades das pequenas e médias autarquias, sobretudo nos territórios de baixa densidade, em recrutarem e reterem trabalhadores essenciais ao funcionamento dos serviços municipais.

Na resposta, o Governo destacou a revisão de mais de 40 carreiras da Administração Pública e a importância da cooperação com as comunidades intermunicipais no apoio aos municípios que enfrentam maiores dificuldades na contratação de quadros técnicos. https://www.ovarnews.pt/?p=107310


Jovem feirense quer deixar marca no Mundial das Profissões
Aos 15 anos, quando muitos colegas ainda tentavam perceber o que queriam fazer no futuro, Leonor Silva, que representa Portugal em cabeleireiro no WorldSkills, decidiu aprender uma profissão e entrar logo no mercado de trabalho.


"Eu tinha uma grande vontade de trabalhar e gostava da área da beleza. E foi um bocado por aí que decidi escolher um curso profissional", explicou à agência Lusa a jovem de Santa Maria da Feira, hoje com 20 anos, nas vésperas de participar naquela que é a maior competição mundial de profissões, que decorre ao longo desta semana em Xangai, a “capital” económica da China.


Leonor começou uma formação em cabeleireiro em 2021, com cerca de dois anos e meio de duração.


"Comecei logo a trabalhar na área. E depois, quando concluí a formação, continuei a trabalhar", contou.


A jovem integra uma seleção portuguesa composta por dez participantes, distribuídos por sete profissões: robótica industrial, robótica móvel, mecatrónica, soldadura, controlo industrial, cabeleireiro e maquinação CNC.


A seleção portuguesa composta por dez jovens, distribuídos por sete profissões: robótica industrial, robótica móvel, mecatrónica, soldadura, controlo industrial, cabeleireiro e maquinação CNC, está a participar no Mundial da Profissões. O WorldSkils Shanghai 2026 decorre até 27 de setembro. https://www.ovarnews.pt/?p=107306