sábado, setembro 26, 2026



Águias vencem a Ovarense na apresentação após prolongamento
Na Arena de Ovar, a equipa masculina de basquetebol do Benfica venceu a Ovarense, por 102-107, após prolongamento, na tarde deste sábado, 26 de setembro.

Num encontro integrado na preparação para a nova época e que serviu de apresentação da formação de Ovar aos seus adeptos, colocada perante diferentes cenários competitivos e responderam na hora da decisão.

Com ligeira vantagem no final do 1.º quarto (27-29), a equipa encarnada acentuou a diferença no período seguinte, com um parcial de 15-23, chegando ao intervalo na frente por 42-52.

A Ovarense reagiu no regresso dos balneários. O 24-15 no 3.º quarto reduziu a margem benfiquista à expressão mínima (66-67) e lançou um último período equilibrado. No 4.º quarto, os vareiros anularam a desvantagem e o 92-92 no final do tempo regulamentar levou a decisão para prolongamento.

Na hora da verdade, as águias superiorizaram-se por 10-15 nos cinco minutos adicionais e selaram o triunfo por 102-107, em mais uma etapa importante do trabalho de preparação da equipa da Ovarense para 2026/27.

Jogo particular | 26/09/2026

Ovarense-Benfica


102-107 (ap)


Arena de Ovar

Cinco inicial da Ovarense: Leon Ayers, Miguel Monteiro, Rodrigo Soeiro, Jonathan Silva e Leo O'Boyle

SuplentesAntonio Woods, Tomás Pinto, Isaquiel Vuaka, Santiago Silva, Jordan Wood, Vicente Manarte, Nuno Morais, Jerome Palm, Rúben Sona e Devan Cambridge

Cinco inicial do Benfica

Okechukwu Okeke, Geno Crandall, Luís Silva, Luke Barrett e Brandon Slater

Suplentes

Eduardo Francisco, Aaron Broussard, Luther Muhammad, Aleksander Dziewa, Daniel Relvão, Sérgio Sousa e Tiago Filipe

Treinador do Benfica

Ainars Bagatskis

1.º quarto


2.º quarto


3.º quarto


4.º quarto


Prolongamento

27-29


42-52


66-67


92-92


102-107 https://www.ovarnews.pt/aguias-vencem-a-ovarense-na-apresentacao-apos-prolongamento/
Resultados de 2025 refletem a implementação nacional de uma estratégia de Desenvolvimento Sustentável centrada nos clientes, colaboradores e territórios.

Economia circular, eficiência energética e operacional, mobilidade sustentável e apoio às comunidades estão entre as áreas de atuação em Portugal.

​


O Grupo Mosqueteiros continua a reforçar a sua estratégia de sustentabilidade em Portugal, através da implementação de medidas que promovem uma operação mais eficiente, responsável e alinhada com os desafios atuais. Da logística aos pontos de venda, o Grupo tem vindo a acelerar a transição energética, a otimizar recursos e a reduzir o impacte ambiental da sua atividade.

Com presença nacional através das insígnias Intermarché, Bricomarché e Roady, o Grupo tem apostado numa estratégia transversal que envolve toda a cadeia de valor, desde as quatro bases logísticas, Albufeira, Alcanena, Cantanhede e Paços de Ferreira, até à rede de lojas espalhada pelo país.

“Para o Grupo Mosqueteiros, a sustentabilidade não é um compromisso paralelo à atividade: faz parte da forma como gerimos o negócio diariamente. Trabalhamos para reduzir o nosso impacte ambiental, mas também para apoiar as comunidades onde estamos presentes, desenvolver relações responsáveis com os nossos parceiros e garantir que o nosso crescimento gera valor para todos. Estes resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforçam a nossa ambição de continuar a gerar valor de forma responsável”, afirma Paulo Mendes, Presidente do Grupo Mosqueteiros.

A estratégia de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) do Grupo está organizada em sete combates: economia circular, transição alimentar, transição energética, clima, evolução do trabalho, comerciantes responsáveis e digitalização responsável, e assenta em três pilares centrados nos clientes, colaboradores e territórios.

Economia circular e eficiência operacional com resultados concretos


Em 2025, o Grupo Mosqueteiros valorizou 86% dos resíduos gerados nas suas bases logísticas em Portugal, o equivalente a mais de 1.700 toneladas. A economia circular é um dos sete combates definidos pelo Grupo e contempla a redução, recolha, valorização e reutilização de resíduos.

Nas bases logísticas, registou-se ainda uma redução de 34% no consumo de consumíveis, como papel e filme extensível. Na operação logística, a otimização do espaço das viaturas utilizadas na entrega de mercadorias permitiu reduzir em 3,1% os quilómetros percorridos por suporte transportado.

Energia renovável ganha peso na operação nacional


A transição energética e o clima são também duas das áreas prioritárias definidas pelo Grupo, abrangendo temas como a redução do consumo de energia, a descarbonização, a água e a biodiversidade.

Em Portugal, 28% da energia consumida nas plataformas de distribuição tem já origem no sistema de produção fotovoltaico próprio do Grupo. A capacidade instalada está também a ser reforçada nas bases logísticas de Paços de Ferreira (+533 kWp) e Alcanena (+766 kWp).

A estas medidas juntam-se outras intervenções destinadas a reduzir o consumo de energia, como a instalação de iluminação LED com sensores de movimento e luminosidade e a remodelação das câmaras de refrigeração, com uma melhor compartimentação térmica e modernização dos sistemas de controlo.

O Grupo tem também vindo a sensibilizar e formar os colaboradores para as questões relacionadas com o clima, em linha com o objetivo de envolver as equipas na concretização dos compromissos assumidos nesta área.

Lojas mais eficientes e próximas das comunidades


Nos pontos de venda, a sustentabilidade continua a ganhar expressão. Atualmente, mais de 260 lojas Intermarché contam com painéis fotovoltaicos instalados, reforçando a produção e o consumo de energia renovável. A rede disponibiliza ainda cerca de 150 terminais de carregamento de veículos elétricos, distribuídos por cerca de 110 zonas, promovendo uma mobilidade mais sustentável junto das comunidades locais.

A instalação de baterias de armazenamento permite otimizar a utilização da energia produzida internamente e aumentar a cobertura do autoconsumo, que passou de 20% para cerca de 50%.

Para além da vertente ambiental, o compromisso do Grupo Mosqueteiros estende-se ao apoio às comunidades onde está presente. Em 2025, a logística e a rede de lojas contribuíram com três milhões de euros em donativos a instituições de solidariedade social. Este compromisso inclui também uma dimensão de inclusão e responsabilidade social, através de parceria com centenas de associações inseridas nas comunidades onde o Grupo está presente.

Através da combinação entre eficiência operacional, inovação energética e proximidade às comunidades, o Grupo Mosqueteiros continua a consolidar a sua abordagem à sustentabilidade e a integrar estes princípios nas diferentes dimensões da sua atividade em Portugal.

Sobre o Grupo Mosqueteiros

O Grupo Mosqueteiros é um dos maiores grupos de distribuição mundiais multi-insígnia, que opera em quatro países europeus: Portugal, França, Polónia e Bélgica. O Grupo caracteriza-se por um posicionamento único no setor de atividade, uma vez que a sua gestão global em cada país é partilhada pelo conjunto dos proprietários de cada uma das lojas (mais de três mil aderentes), que têm como principal missão a máxima proximidade com as comunidades.

Em Portugal, o Grupo Mosqueteiros está presente com três insígnias: Intermarché, supermercados especialistas em produtos frescos; Bricomarché, que integra cinco áreas (decoração, bricolage, materiais de construção, jardinagem e produtos para animais de estimação); e Roady, um centro-auto especialista na manutenção e equipamentos para automóvel. No nosso país o Grupo tem mais de 355 pontos de venda e emprega mais de 14 mil colaboradores, assumindo diariamente a responsabilidade pelos clientes, parceiros, sociedade e colaboradores, que têm no Grupo várias oportunidades de desenvolvimento. https://www.ovarnews.pt/grupo-mosqueteiros-acelera-transicao-sustentavel-em-portugal/


Aveiro não pode perder o comboio do investimento - Por Henrique Araújo
 

O distrito de Aveiro tem uma característica que não pode ser ignorada quando se discute investimento público: é um dos territórios economicamente mais relevantes do país.

É um distrito profundamente industrial, exportador, com um tecido empresarial diversificado, uma forte presença de pequenas e médias empresas, importantes zonas industriais, o Porto de Aveiro e uma posição geográfica privilegiada entre o Norte e o Centro.

Em 2023, as exportações de bens do distrito de Aveiro atingiram cerca de 9,53 mil milhões de euros.

Na Região Centro, Aveiro representa também uma parcela muito significativa das empresas distinguidas como PME Líder. Não estamos, portanto, perante um território que pede investimento apenas por necessidade: estamos perante um território que tem capacidade para gerar riqueza, emprego, exportações e valor acrescentado para o país.

É precisamente por isso que a discussão sobre as infraestruturas e o investimento público em Aveiro merece ser feita com muito mais exigência.

Um distrito com condições para liderar


Aveiro reúne condições para assumir uma posição de liderança nacional em vários setores.

A metalomecânica, a indústria automóvel, o habitat, a economia do mar, as tecnologias de informação e comunicação, a cerâmica, a indústria transformadora, a logística e diversas atividades exportadoras constituem uma base económica que não pode ser tratada como secundária.

Mas nenhuma economia consegue manter competitividade apenas com a capacidade das suas empresas.

É preciso ter boas estradas, ferrovia eficiente, transportes públicos adequados, energia, redes digitais, áreas empresariais qualificadas, habitação, formação profissional e acesso aos grandes mercados.

É aqui que entra o papel do investimento público.

Se Aveiro deve ser líder na indústria e nas exportações, também precisa de ser líder nas infraestruturas que suportam essa economia.

O problema não é apenas anunciar obras. É saber como serão pagas.


Esta questão torna-se particularmente importante quando analisamos o percurso de vários projetos estruturantes.

Um dos casos mais evidentes é o Eixo Rodoviário Aveiro–Águeda.

O projeto foi inicialmente enquadrado no PRR com cerca de 46,9 milhões de euros de financiamento não reembolsável, com uma data de conclusão inicialmente prevista para 30 de junho de 2025.

Entretanto, a solução avançou para uma obra cujo preço-base ronda os 109,3 milhões de euros.

A diferença é suficientemente grande para obrigar a uma pergunta simples:


Como será financiada a parte que deixou de estar coberta pelo enquadramento inicial?

A questão não é meramente contabilística.


Uma infraestrutura desta dimensão tem impacto na mobilidade das pessoas, na ligação entre áreas empresariais, nos custos de transporte, na competitividade das empresas e na capacidade de atração de investimento.

Se o financiamento europeu inicialmente previsto deixou de ser suficiente ou deixou de ser aplicável nos termos originais, é fundamental que os cidadãos saibam qual é a nova engenharia financeira do projeto.

E o que aconteceu aos restantes projetos?


Esta é a pergunta que deve ser colocada de forma mais abrangente.

Durante os últimos anos foram identificados para a Região de Aveiro vários investimentos estratégicos, desde acessibilidades e áreas empresariais até saúde, defesa costeira, Ria de Aveiro, ferrovia e ligação ao Porto de Aveiro.

Entre os projetos identificados pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro estavam, por exemplo, a ampliação e qualificação do Hospital de Aveiro, intervenções nas vias para a competitividade, investimentos relacionados com a Ria de Aveiro e defesa costeira e uma visão de longo prazo para a ligação ferroviária Aveiro–Viseu–Guarda–Salamanca e a valorização do Porto de Aveiro.

Nem todos estes projetos tiveram o mesmo grau de concretização ou financiamento. E é precisamente por isso que importa distinguir aquilo que foi anunciado, aquilo que foi candidatado, aquilo que foi aprovado e aquilo que efetivamente tem dinheiro assegurado.


Aveiro precisa dessa transparência.

O fim de um prazo não pode significar o fim de uma obra

O problema dos fundos europeus e do PRR trouxe uma realidade que não pode ser ignorada.

Existem projetos que, por dificuldades de execução, alterações de calendário, procedimentos administrativos ou incapacidade de cumprir os prazos dos programas, deixaram de poder ser executados integralmente através do enquadramento financeiro inicialmente previsto.

O próprio modelo de reprogramação do PRR admite que determinados investimentos possam necessitar de outras soluções financeiras, incluindo financiamento nacional ou outros fundos europeus quando sejam elegíveis.

É aqui que Aveiro tem de exigir respostas.

Quando uma obra considerada necessária para o distrito perde o financiamento inicialmente previsto, a necessidade da obra não desaparece.


A estrada continua a ser necessária.


A ferrovia continua a ser necessária.


A melhoria dos transportes continua a ser necessária.


As infraestruturas empresariais continuam a ser necessárias.


A proteção da Ria e da costa continua a ser necessária.


E as necessidades hospitalares continuam a existir.

Então a pergunta é inevitável:


Se o financiamento inicialmente previsto deixou de existir, quem vai financiar agora essas obras?

Não basta dizer que há fundos


É importante que o debate público passe dos anúncios para os números.

Para cada grande projeto que estava previsto para Aveiro, os cidadãos têm o direito de saber:


Qual era o custo inicialmente previsto?


Quanto financiamento estava inicialmente assegurado?


Qual foi o montante efetivamente contratado?


O projeto perdeu financiamento europeu?


Por que razão?


Houve reprogramação?


Para onde foram canalizados os recursos que deixaram de ser utilizados?


Qual é agora a fonte alternativa de financiamento?


Qual é o calendário atualizado?


Quem assume a responsabilidade pela execução?

Estas não são perguntas partidárias.


São perguntas de boa gestão dos recursos públicos.


Aveiro não pode ser penalizado pelo próprio sucesso

Existe ainda uma questão de fundo.


Um distrito que produz, exporta, emprega e gera riqueza para o país precisa de infraestruturas à altura da sua capacidade económica.

Não se trata de exigir que Aveiro receba mais do que os outros territórios.

Trata-se de exigir que os investimentos necessários sejam efetivamente executados e que os projetos considerados estratégicos não fiquem pelo caminho porque um determinado programa financeiro terminou ou porque um prazo administrativo não foi cumprido.

Aveiro não pode ser penalizado duas vezes: primeiro, pela perda ou alteração do financiamento inicialmente previsto; depois, pelo adiamento indefinido da obra.

Uma estratégia para Aveiro


O distrito precisa de uma estratégia de investimento que ultrapasse os ciclos políticos e os programas financeiros.


Uma estratégia que identifique claramente onde Aveiro pode liderar e concentre esforços nas infraestruturas que permitem essa liderança.


Na indústria.


Nas exportações.


Na economia do mar.


Na logística.


Na inovação.


Na tecnologia.


Na ferrovia.


No Porto de Aveiro.


Nas áreas empresariais.


Nos transportes públicos.


Na qualificação das pessoas.


Na saúde.


Na proteção da Ria e da costa.


Não basta afirmar que Aveiro é um território competitivo.


É preciso criar as condições para que continue a sê-lo daqui a 10, 20 ou 30 anos.

A pergunta que fica.

Por isso, mais do que discutir apenas novos anúncios, é tempo de fazer um levantamento completo dos investimentos previstos para o distrito de Aveiro.


Quais avançaram?


Quais foram financiados?


Quais perderam o financiamento inicialmente previsto?


Quais foram reprogramados?


Quais ficaram de fora?

E, sobretudo, como serão agora financiadas as obras que estavam contempladas para Aveiro e que continuam a ser necessárias?

Esta é uma pergunta que merece uma resposta clara do Governo, das entidades responsáveis pelos fundos europeus, da CCDR Centro, das comunidades intermunicipais e dos municípios envolvidos.


Aveiro não precisa apenas de promessas.


Precisa de calendários, financiamento e execução.


Porque um distrito que tem capacidade para ser líder nacional na indústria, nas exportações, na economia do mar, na logística e na inovação não pode aceitar que investimentos estratégicos fiquem dependentes da próxima oportunidade financeira.


Aveiro já demonstrou que sabe criar riqueza. Agora é necessário garantir que o investimento público acompanha essa capacidade.

E quando uma obra é considerada estratégica para o distrito, a pergunta não pode ser apenas “quando será feita?”.


Tem de ser também:


“Com que dinheiro será feita — e quem garante que será feita?”

Henrique Araújo https://www.ovarnews.pt/aveiro-nao-pode-perder-o-comboio-do-investimento-por-henrique-araujo/


José Rodrigies vai a Casa de Júlio Dinis apresentar o livro
A Casa Museu Júlio Dinis, em Ovar, recebe este domingo, 27 de setembro, a apresentação de “A Vendedora de Flores”, o mais recente romance de José Rodrigues, autor que passou parte da infância em Ovar, na zona de Ponte Reada.


A sessão está marcada para as 16h00 e contará com a presença do autor e de Ana Sofia Mendonça, que fará a apresentação da obra. A entrada é gratuita.

Publicado pela Porto Editora em março de 2026, “A Vendedora de Flores” é o sétimo romance de José Rodrigues e acompanha Cidália, uma mulher que enfrenta a partida da neta Constança para a universidade. Perante a solidão, decide procurar Isménia, uma antiga amiga que encontra num estado de saúde frágil.

Movida pelo desejo de ajudar, Cidália leva Isménia para a Quinta do Velho, onde mantém uma pequena exploração agrícola. Entre o quotidiano da quinta, a amizade e a ligação à comunidade, desenvolve-se uma história marcada pela solidariedade, pela bondade e pelos afetos.

Natural de Viseu, José Rodrigues passou parte da infância em Ovar, na Ponte Reada, mantendo assim uma ligação particular ao concelho. Profissionalmente ligado ao mundo empresarial, é fundador e administrador do Grupo Visar e da Escola de Negócios das Beiras. Nos tempos livres dedica-se à família, ao desporto, à leitura e à escrita.

“A Vendedora de Flores” tem editação da Porto Editora e conta ainda com fotografias de Sara Augusto, que acompanham os diferentes capítulos do romance.

A apresentação em Ovar constitui uma oportunidade para o público conhecer o mais recente trabalho do escritor e reencontrar um autor com uma ligação pessoal à cidade e ao concelho. https://www.ovarnews.pt/jose-rodrigies-vai-a-casa-de-julio-dinis-apresentar-o-livro-a-vendedora-de-flores/


Em rotação: “S.W.M.”, novo de Francisco Fidalgo
Francisco Fidalgo, artista independente de Ovar, tem um novo tema para ver, ouvir e a crescer nas redes, já que é acompanhado de um vídeo promocional.

Trata-se “S.W.M.”, um single que surge após o lançamento do EP “conceito de amor. e arte”, lançado pelo artista de 20 anos, em julho último.

A nova canção R&B explora os seus sentimentos mais profundos e mistura diferentes géneros musicais.

https://www.youtube.com/watch?v=dxaXFcAPmZE https://www.ovarnews.pt/?p=106988
As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência


A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias promove esta semana e na próxima audições públicas sobre os projetos de lei do PSD e do Chega que visam reverter a Lei n.º 38/2018, responsável por consagrar o direito à autodeterminação da identidade de género.

As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência. Ler mais.

Pedro Valente


Mestrando e licenciado em Sociologia pela Universidade do Minho. Desenvolve investigação na área dos processos de diagnóstico médico e das suas desigualdades. Natural de Ovar.


  https://www.ovarnews.pt/as-pessoas-trans-nao-precisam-de-um-atestado-de-incompetencia-por-pedro-valente/

sexta-feira, setembro 25, 2026



Suspensão temporária do abastecimento de água em Cortegaça
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Cortegaça.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 02/10/2026 entre as 13:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua do Rodelo, Rua da Zefinha, Rua Ângelo José de Oliveira, Rua das Regas, Rua das Areias, Tv. das Areias, Rua dos Caminhos de Ferro, Rua do Apeadeiro (nºs 269 ao 792), Rua Padre Joaquim Pereira Resende, (nºs 290 ao 440), Rua da Boavista, Tv. da Boavista.


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-de-agua-em-cortegaca/


O Irmão de Santa Camarão (III) - Por Edgar Branco
Na manhã seguinte, o problema manteve-se e Santo Lagosta continuava sem voz. Aflito, procurou


médicos, especialistas, curandeiros. Mas todos lhe deram a mesma resposta.

— Infelizmente, não há nada que possamos fazer.

Sem explicações. Sem soluções. Apenas silêncio.


As semanas passaram. A vida seguiu. Mas Santo Lagosta não desistiu. Decidiu regressar ao


trabalho no Café Lampião, onde servia mesas antes do estranho encontro com a truta. Se já não


podia falar, adaptava-se.

Trazia agora um cartão pendurado ao pescoço, explicando a sua condição: - Não posso falar, mas


posso ouvir. Faça o seu pedido por escrito.

Com um bloco de notas e uma caneta sempre à mão, continuou a trabalhar.


Nunca parou.

Num dia como tantos outros, enquanto servia as mesas da pequena esplanada do café, ouviu a


conversa de duas jovens clientes.

A mais angustiada apoiava o rosto entre as mãos.

— Amiga… eu já não sei o que fazer. Já não sei o que dizer. Tento de tudo para que ele repare em


mim, mas… nada. Será que vou ficar solteira para sempre?

A outra, mais optimista, suspirou e sorriu.

— Oh querida… dá tempo. Ele há de ver o que tem à frente.

Santo Lagosta escutou. E, sem que soubesse bem porquê, algo dentro dele se acendeu.


Desde aquela noite junto ao cais, não tocava guitarra. Tinha deixado a música para trás, ressentido


pelo preço que pagara ao desejo da truta. Mas agora, sentia algo diferente.


Uma necessidade.

Pegou na guitarra, hesitante. As cordas estavam frias, esquecidas, mas os seus dedos


reconheceram-nas como velhos amigos.

E quando tocou a primeira nota…


O som foi puro. Perfeito.


Como nunca antes.


As conversas ao redor cessaram. Os clientes do café olharam na sua direção. A melodia era bela,


envolvente. Santo Lagosta nunca tinha tocado assim.

Seria este o desejo da truta?

O pensamento invadiu-lhe a mente. E então… A vontade de cantar surgiu. Um arrepio percorreu-lhe o corpo.

Sem saber como ou porquê, Lagosta sentiu as palavras formarem-se dentro de si.


E quando abriu a boca, a voz fluiu como música.

🎶 Menina, menina, de rosto perfeito,


🎶 Teu pesar escuto, teu lamento aceito.


🎶 Torna o pranto em sorriso, pois nesta canção,


🎶 Tens a resposta guardada no coração.


🎶 O teu amor, por ti, o coração bate,


🎶 Só tens de segurá-lo com força e com arte.


🎶 Pois a vontade é forte, mas fraca é a carne,


🎶 E um futuro te vejo, num laço que arde.


🎶 Casados, felizes, num doce enlace,


🎶 Mas age depressa... não deixes que passe!


🎶 Vai, menina, deixa o medo pra trás,


🎶 Dá-lhe um beijo... e tudo se faz.


🎶 Olha... ali vem ele daquele canto!

Todos pararam para ouvir.


A música pairou no ar como um feitiço.


Os olhos da jovem encheram-se de lágrimas.


Ela olhou para o lado... e ali estava ele. O homem pelo qual suspirava.


Sem pensar, correu até ele e, com o coração transbordando de coragem, beijou-o.


O jovem ficou atónito. Mas logo sorriu.

— Casa comigo? — perguntou ele, de repente, segurando-lhe as mãos.


A jovem engasgou-se na emoção. E entre lágrimas e risos, disse que sim.


Santo Lagosta, ainda de guitarra na mão, observou a cena com um misto de surpresa e


compreensão.

Agora sabia o que o destino lhe tinha dado.


Agora entendia o preço que pagara.


O seu dom não era apenas a música.


Era a visão. Através do canto, via os destinos das pessoas.


(Continua)

Edgar Branco https://www.ovarnews.pt/o-irmao-de-santa-camarao-iii-por-edgar-branco/


Suspensão temporária do abastecimento em Albergaria-a-Velha
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Alquerubim e na União de Freguesias de São João de Loure e Frossos.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 09/10/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:

Lugar de Paus, Alquerubim, Fial, Beduido, Pinheiro, Azenhas, Fontes, Ameal, Salgueira, Calvães e São João de Loure.

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora. https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-albergaria-a-velha-2/


Sete detidos por condução sob influência do álcool na região
A PSP deteve sete condutores, com idades entre os 35 e os 54 anos, por crimes rodoviários, durante um período de quatro dias, entre as 08h00 de 21 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro.


Do total de detenções, quatro ocorreram por condução sob influência do álcool, com taxas de alcoolemia entre 1,34 e 2,35 g/l.


Foi ainda detido um condutor por condução sem habilitação legal e outros dois por desobediência: um por conduzir durante o período de inibição de conduzir e outro por recusar realizar o teste de alcoolemia.


As detenções distribuíram-se por Aveiro (quatro), Espinho (duas) e São João da Madeira (uma).


No mesmo período, entre as 08h00 de 18 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro, a PSP registou 57 acidentes de viação, dos quais resultaram 19 feridos ligeiros e um ferido grave.


A PSP reforça que comportamentos como a condução sob influência do álcool, a condução sem habilitação legal e o desrespeito pelas regras de trânsito representam riscos para todos os utilizadores da via.


A Polícia de Segurança Pública mantém ações de fiscalização e prevenção rodoviária com o objetivo de promover comportamentos responsáveis e reduzir a sinistralidade https://www.ovarnews.pt/sete-detidos-por-conducao-sob-influencia-do-alcool-na-regiao/
O português brigadeiro-general Sérgio Estrela assumiu no dia 14 de setembro o comando da Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM-MOZ), em substituição do comodoro César Manuel Pires Correia, foi esta terça-feira anunciado.

Em comunicado, a EUMAM-MOZ indica que o comodoro César Pires Correia, que cessa funções, irá entregar o comando daquela força ao português brigadeiro-general Sérgio Estrela, na segunda-feira da próxima semana, no quartel-general da missão, em Maputo.

César Manuel Pires Correia assumiu as funções em 10 de setembro de 2025, substituindo o brigadeiro Luís Barroso.

O Conselho da União Europeia prorrogou, em maio último, o mandato da EUMAM-MOZ por mais seis meses, até 31 de dezembro de 2026, período em que o novo comandante vai dirigir a missão enquanto aguarda eventual prorrogação da mesma.

Moçambique quer prolongar missão da UE por mais dois anos

Moçambique pretende a extensão por dois anos desta missão militar da União Europeia, disse à Lusa, em julho, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, agradecendo o apoio europeu e destacando o papel de Portugal no processo.

"Terminámos a fase do apoio, no primeiro acordo, e agora estamos numa fase de negociação para a extensão, pelo menos por mais de dois anos, porque achamos que é extremamente importante", afirmou então o chefe de Estado moçambicano.

A União Europeia anunciou, em 2024, a adaptação dos objetivos estratégicos da anterior Missão de Formação Militar da UE em Moçambique (EUTM-MOZ), que transitou, em 01 de setembro do mesmo ano, do modelo de treino para um de assistência, passando, assim, a designar-se EUMAM-MOZ.

A EUTM-MOZ, que como a atual EUMAM-MOZ foi liderada por Portugal, formou em dois anos mais de 2.000 militares comandos e fuzileiros moçambicanos, que passaram a constituir companhias de Forças de Reação Rápida e já combatem o terrorismo em Cabo Delgado, bem como uma centena de formadores.

A missão em Moçambique foi ainda financiada, através do Mecanismo Europeu para a Paz, para aquisição de todo o tipo de equipamento não letal para estas companhias de forças especiais.

A província de Cabo Delgado, rica em gás e que sofre ataques desde 2017, regista um recrudescimento de ataques de grupos rebeldes desde julho, tendo sido alvos os distritos de Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e mais recentemente Mocímboa da Praia.

Quem é Sérgio Estrela?

Nascido em 1973, em Portugal, Sérgio Estrela formou-se como Piloto Aeronáutico e concluiu o curso básico de Comando no Instituto de Estudos Superiores da Força Aérea Portuguesa, em Sintra.

Ao longo da sua carreira, já foi assistente militar da Força Aérea no Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas Portuguesas, comandante do Grupo Operacional 61, na Base Aérea n.º 6, no Montijo, e representante de Portugal no Quartel-General do Comando Supremo Aliado para a Transformação, da NATO, em Norfolk, Estados Unidos da América.

Exerceu também a função de chefe do Centro de Operações Aéreas no Quartel-General do Comando Aéreo Português, em Monsanto, Lisboa, e comandante da Base Aérea N.º 8, em Maceda, Ovar.

Sérgio Estrela acumulou aproximadamente 5.000 horas de voo em diversos tipos de aeronaves, com condecorações que incluem o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis, a medalha de prata de Serviços Distintos e a medalha de mérito Militar de 2.ª Classe. https://www.ovarnews.pt/ex-comandante-da-base-de-maceda-lidera-missao-de-assistencia-militar-da-uniao-europeia-em-mocambique/


BioRace celebra 10.ª edição com 5 mil atletas
Este sábado, 26 de setembro, os campos e caminhos do Baixo Vouga Lagunar são o cenário de uma competição singular. A BioRace Estarreja Challenge celebra a sua 10.ª edição com 5000 participantes inscritos, provenientes de norte a sul do continente e da ilha da Madeira.

A prova decorre na zona do Baixo Vouga Lagunar, entre Salreu, Canelas e Fermelã, no sul do concelho de Estarreja, integrando os Percursos BioRia, junto à Ria de Aveiro. Entre campos agrícolas, valas e zonas húmidas, os participantes encontram uma paisagem que muda a cada etapa e que é parte essencial da experiência. Ao longo do trajeto, terão de superar cerca de 30 obstáculos naturais e artificiais, transpor fardos, transportar troncos ou enfrentar a lama e valas de água.

As inscrições voltaram a esgotar em tempo recorde. A prova de 10 km atingiu o limite de 3000 atletas em apenas três horas. O programa inclui também a distância de 5 km, partidas de elite, a BioRace Júnior, para crianças e jovens dos 6 aos 14 anos, e uma prova inclusiva adaptada a pessoas com deficiência.

Ao fim de dez edições, a BioRace reúne diferentes formas de viver o desporto: há atletas concentrados no tempo de chegada, grupos que enfrentam os obstáculos em equipa e participantes para quem o maior desafio é alcançar a meta. A entreajuda, o convívio, a boa disposição e o contacto com a natureza tornaram-se marcas de uma corrida que atrai milhares de pessoas a Estarreja todos os anos.

Organizada pela Câmara Municipal de Estarreja, com o apoio de dezenas de voluntários, a BioRace dá também a conhecer o património natural do concelho e sensibiliza para a sua preservação. A reutilização de materiais na construção dos obstáculos e as ações de limpeza ambiental acompanham o evento desde as primeiras edições.

As partidas começam às 10h00, com a BioRace Júnior. A prova inclusiva está prevista para as 10h30, seguindo-se a prova dos 5 km, a partir das 10h45. A prova dos 10 km terá o seu início às 14h20, estando marcadas 17 partidas ao longo de toda a tarde. A partida e a chegada situam-se junto ao Centro de Interpretação Ambiental do BioRia, em Salreu.

Recomenda-se aos participantes a utilização do comboio, uma vez que o apeadeiro de Salreu fica a cerca de 700 metros do recinto da prova. https://www.ovarnews.pt/biorace-celebra-10-a-edicao-com-5-mil-atletas/


O primeiro grande modelo de IA português entra numa nova etapa de desenvolvimento
O AMALIA começou por responder a uma pergunta simples, mas tecnicamente exigente. É


possível construir um grande modelo de linguagem, concebido desde a origem para o


português europeu e o contexto cultural do país, em vez de depender apenas de sistemas


generalistas treinados sobretudo noutras variantes e línguas. Em julho de 2026, o projeto


apresentou uma versão multimodal e entrou numa nova fase de desenvolvimento que


deverá prolongar-se até 2027.

Da linguagem para vários tipos de conteúdo


A versão inicialmente apresentada do AMALIA centrou-se na linguagem, mas a evolução


anunciada em julho acrescentou capacidades multimodais, permitindo trabalhar com mais


do que texto. Este objetivo é relevante porque muitos sistemas de IA atuais precisam de


interpretar documentos, imagens e outras formas de informação na mesma tarefa.


A informação oficial sobre a nova fase do AMALIA indica um investimento inicial apoiado


pelo PRR e uma etapa adicional de desenvolvimento até 2027. O projeto combina


investigação académica com objetivos de infraestrutura digital, procurando criar uma base


aberta que possa ser estudada e adaptada.

O português europeu é uma questão técnica

Para um utilizador, a diferença entre variantes da mesma língua pode parecer sobretudo


uma questão de vocabulário. Para um modelo, envolve muito mais.


Ortografia, construções sintáticas, expressões idiomáticas, referências institucionais e


contexto cultural influenciam a forma como uma pergunta é interpretada e como uma


resposta é produzida, pelo que um sistema especificamente treinado e avaliado para


português europeu pode ajudar investigadores a estudar essas diferenças com maior


detalhe.

A discussão também se relaciona com outros projetos tecnológicos nacionais. Um artigo


sobre automação e inteligência artificial na indústria mostra como ferramentas digitais estão


a entrar em contextos empresariais muito concretos.

A utilidade depende de aplicações reais


Um grande modelo só demonstra valor quando é aplicado fora do laboratório, podendo


apoiar pesquisa documental, serviços de apoio, produção de conteúdos, educação e


ferramentas internas para organizações. A precisão no português europeu também pode


ser uma vantagem em interfaces de setores digitais variados, incluindo casino online em


portugal, quando a compreensão linguística e o contexto local são requisitos técnicos do


produto.

Isto não transforma o AMALIA num modelo dedicado a um setor específico, mas evidencia


a utilidade transversal de uma infraestrutura linguística que compreende melhor a variante


usada pelos seus utilizadores, aplicando-se da mesma forma à administração pública, às


universidades e às empresas privadas.

A próxima fase será medida pela utilização


Os grandes anúncios de IA tendem a concentrar-se em parâmetros, capacidade


computacional e comparações entre modelos, mas, num projeto nacional, há outra métrica


igualmente importante: a adoção. Investigadores precisam de experimentar o modelo,


identificar os seus limites e publicar resultados; programadores precisam de perceber como


integrá-lo; e organizações têm de descobrir em que tarefas uma solução especializada


oferece uma vantagem real.

A natureza aberta do projeto pode facilitar esse processo, ao permitir maior escrutínio


técnico e adaptação. Por isso, a nova fase do AMALIA será menos sobre provar que


Portugal consegue lançar um grande modelo e mais sobre perceber o que pode ser


construído sobre ele.

Se o projeto conseguir criar uma comunidade ativa de investigação e utilização, o seu efeito


poderá ser maior do que o desempenho de uma única versão. Poderá ajudar a estabelecer


recursos, dados e conhecimento que continuem a evoluir mesmo quando os modelos atuais


forem substituídos. https://www.ovarnews.pt/o-primeiro-grande-modelo-de-ia-portugues-entra-numa-nova-etapa-de-desenvolvimento/

quinta-feira, setembro 24, 2026



Atropelada por ligeiro, idosa não resiste aos ferimentos
Uma mulher de 71 anos foi atropelada por um veículo ligeiro, cerca das 18 horas desta quinta-feira.

Na sequência fo acidente que ocorreu em Milheirós de Poiares, a vítima sofreu ferimentos graves e apesar de prontamente assistida no local pelos Bombeiros de Arrifana e pela equipa da VMER da Feira, não resistiu.

Apesar das manobras de socorro, o óbito acabou por ser confirmado no local, devido à gravidade dos ferimentos.

  https://www.ovarnews.pt/atropelada-por-ligeiro-idosa-nao-resiste-aos-ferimentos/


U2 regressam com novo álbum de estúdio,
Acaba de ser anunciado o lançamento de Carnaval De Luz, o 16.º álbum de estúdio dos U2 e o primeiro álbum de material inédito da banda em nove anos, com edição marcada para o próximo dia 13 de novembro. O anúncio é acompanhado por um novo tema, intitulado “Silencio”, já disponível com o respetivo vídeo oficial.

Na semana em que se assinalam 50 anos desde que Larry Mullen Jr. afixou um bilhete manuscrito no placard da Mount Temple Comprehensive School, na zona norte de Dublin, em setembro de 1976 — “Drummer Seeks Musicians To Form Band” (“Baterista procura músicos para formar banda” em português)  — surge um trabalho que mostra Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. a continuar a explorar novas dimensões e possibilidades dentro do seu processo criativo.

Gravado em vários locais e produzido por Jacknife Lee, Carnaval De Luz reúne 12 canções que exploram temas como a espiritualidade, a amizade, a liberdade e a resistência perante forças obscuras e ameaçadoras. A nível sonoro, o álbum recupera ecos do lado mais experimental da banda, combinados com uma composição mais depurada, presente em temas como “The Greatest Show On Earth”, “Glorify” e “Midnight Sunshine”, bem como na homenagem, com 2 minutos e 35 segundos, à insolência do surf-punk dos primeiros tempos que é “Silencio”.

As raízes de Carnaval De Luz remontam diretamente aos dois EP surpresa de seis temas lançados pelos U2 no início de 2026, ambos aclamados pela crítica e gravados durante o mesmo período criativo do novo álbum. Days of Ash e Easter Lily seguiram o calendário litúrgico, colocando Carnaval De Luz cronologicamente entre os dois lançamentos. O Carnaval, celebração da carne, antecede a renúncia da Quaresma, período de reflexão, e o renascimento da Páscoa.

A canção que estabelece a ligação entre o álbum e os dois EP é o tema final de Carnaval De Luz, “Torn”, um dueto entre Bono e a saudosa Dolly Parton, naquela que acabou por ser, tragicamente, a sua última gravação vocal. Coescrita pelos U2, Parton e Johnny McDaid, é uma delicada canção country sobre laços familiares quebrados, com uma ressonância mais ampla.

Carnaval De Luz é editado no 50.º ano da banda, em 2026, ano em que os U2 terão lançado 24 novas canções. O álbum conta ainda com colaborações de Brian Eno (coautor e responsável pelos sintetizadores em “Go (Carnaval De Luz)”, “The Greatest Show on Earth” e “Can’t Stop Us Now”), Martin Garrix (coautor de “Glorify”) e Daniel Lanois (pedal steel em “Torn”), além de produção adicional de Ryan Tedder em “Silencio”.

The Edge afirma: “É uma coleção de canções caótica, provocadora e sagrada — e inclui a primeira utilização de cordas flat-wound numa gravação dos U2. É só isso.”

Bono afirma: “Entrem, entrem, entrem! Tragam as vossas meias roxas, os vossos corações partidos, a vossa ingenuidade cor-de-rosa… e maravilhem-se na sala dos espelhos. Haverá guitarras altas, baixos profundos, alguns ritmos extáticos e, sim, algumas lágrimas prateadas vão fazer uma aparição!

Porque, nas proximidades, mesmo à saída do nosso Carnaval De Luz, há todo o tipo de criaturas… A mesma imaginação que nos dá a criatividade também nos pode trazer monstros. Por isso, tornamos as baterias mais altas. Fazemos uma fogueira maior. Tornamos as nossas histórias mais selvagens e divertidas. Tornamos as melodias mais doces e as canções — é melhor que brilhem, porque, se o mundo está às escuras, é melhor que nós não estejamos.”

O vídeo oficial de “Silencio” foi filmado na Cidade do México no início deste ano e é realizado pela Cliqua, dupla de realizadores mexicano-americanos formada por Pasqual Gutiérrez e Raúl “RJ” Sanchez.

“Street of Dreams”, primeiro tema retirado do novo álbum, foi lançado em julho.

O alinhamento de Carnaval De Luz:

- “Go (Carnaval De Luz)”


- “La Reina”


- “Street Of Dreams”


- “The Mirror Maker (Rosalía)”


- “Superficiality”


- “If The World Is At War We Better Not Be”


- “Silencio”


- “The Greatest Show On Earth”


- “Glorify”


- “Midnight Sunshine”


- “Can’t Stop Us Now”


- “Torn (Feat. Dolly Parton)”

https://www.youtube.com/watch?v=1mCN-RDh0-0

Carnaval De Luz estará disponível em vários formatos, incluindo edições Deluxe limitadas em disco de vinil e CD, diversas edições limitadas em disco de vinil colorido e formatos especiais, CD Standard, vinil standard e download digital. A pré-venda já está disponível.

Silencio” já está disponível para download digital e nas plataformas de streaming. https://www.ovarnews.pt/u2-regressam-com-novo-album-de-estudio-carnaval-de-luz-a-13-de-novembro/


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Albergaria-a-Velha
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 29/09/2026 entre as 09:00h e as 17:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua da Fonte e Rua Cabeço do Jardim (entre os n.ºs impares de 1 ao 11) - Lugar de Santo António


 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-albergaria-a-velha-2/


Pão de Ló de Ovar, a tradição vareira que conquista o mundo
O Pão de Ló de Ovar foi (re)eleito o melhor doce do mundo, segundo o ranking do TasteAtlas, portal internacional de gastronomia.

A especialidade ovarense alcançou uma classificação de 4,4 pontos, suplantando alguns dos mais conhecidos bolos internacionais. Logo atrás surge a sueca Kladdkaka, também com 4,4 pontos, enquanto o terceiro lugar pertence à Gazta Tarta, o famoso cheesecake basco de San Sebastián, com 4,3.

O quarto lugar é ocupado pelo Marcinek, da Polónia, e o quinto pelo Valašský frgál, da República Checa. Entre os restantes lugares do topo aparecem ainda o cheesecake polaco Sernik, o russo Medovik, o Karpatka, também da Polónia, e o francês Kouign-amann.

A lista é elaborada todos os anos a partir de avaliações que chegam de todo o mundo e serve de inspiração para quem quer provar novas iguarias em viagens pelo mundo. Desta vez, chegaram 22.680 avaliações para este ranking, das quais 16.832 foram reconhecidas pelo sistema como legítimas. https://www.ovarnews.pt/pao-de-lo-de-ovar-a-tradicao-vareira-que-conquista-o-mundo/


Novo chip europeu quer levar inteligência artificial avançada aos servidores empresariais
A inteligência artificial empresarial está a mudar de escala. Depois de uma primeira vaga


em que muitos sistemas de inferência foram desenhados para dispositivos de edge, a


procura começa a estender-se a servidores capazes de executar modelos maiores dentro


da infraestrutura controlada pelas próprias organizações. A Axelera AI apresentou o Europa


precisamente para esse espaço. O novo processador pretende transportar a arquitetura da


empresa para cargas mais exigentes em centros de dados e sistemas empresariais,


mantendo a inferência como foco principal.

A Europa aumenta a capacidade da arquitetura


A Axelera apresenta o Europa como a segunda geração da sua arquitetura de


processamento de IA. A configuração publicada inclui oito núcleos de processamento de IA,


16 núcleos vetoriais RISC-V e suporte para diferentes formatos numéricos usados em


inferência. A empresa anuncia até 629 TOPS por chip e um TDP de 45 watts para a placa


de referência.

A apresentação oficial da Europa confirma também sistemas validados com parceiros como


Dell e Supermicro. Mais importante do que um único número é a mudança de destino. O


produto procura sair do edge mais limitado e entrar em infraestruturas onde vários modelos


e fluxos de dados podem coexistir.

A inferência local ganha importância


Treinar grandes modelos continua a exigir enormes quantidades de computação, mas a


utilização diária desses modelos depende de inferência.

É nesse momento que uma organização transforma uma pergunta, uma imagem ou um


conjunto de dados numa resposta do modelo. Para muitas empresas, executar esta fase na


própria infraestrutura pode oferecer maior controlo sobre a latência, integração e localização


dos dados.

Esta necessidade de capacidade computacional também está presente na Agenda Nacional


de Inteligência Artificial, que inclui Infraestrutura e Dados entre os seus quatro eixos de


atuação e prevê o desenvolvimento de capacidade computacional estratégica em Portugal.


Isso não significa que todos os sistemas precisem de processamento local. A nuvem


continuará a ser adequada para muitas cargas. O que muda é o número de opções


disponíveis para empresas que precisam de decidir onde cada modelo deve funcionar.


Projetos de inovação industrial ligados à inteligência artificial mostram como a IA está a


aproximar-se cada vez mais de ambientes de produção e processos empresariais


concretos.

Uma infraestrutura pode servir aplicações muito diferentes


Um acelerador de inferência não pertence a um único setor. A mesma base de hardware


pode suportar visão computacional, robótica, análise documental, sistemas de pesquisa e


ferramentas de apoio ao cliente. Pode também aparecer por trás de serviços digitais em


áreas muito diferentes, incluindo interfaces relacionadas com poquer, desde que o software


e os controlos sejam desenvolvidos para essa aplicação específica.

O ponto comum é a necessidade de executar modelos com rapidez e de movimentar dados


entre memória, processador e aplicação de forma eficiente. Essa flexibilidade ajuda a


explicar porque é que os fabricantes falam cada vez menos de uma única tarefa e mais de


plataformas para diferentes cargas de inferência.

O desafio passa do chip para o sistema


Um processador potente não resolve sozinho a adoção empresarial de IA. As organizações


precisam de ferramentas de desenvolvimento, compatibilidade com modelos, monitorização,


segurança, refrigeração e integração com o hardware já instalado. É por isso que o


ecossistema anunciado em torno do Europa pode ser tão relevante como as especificações


do próprio chip.

A competição no mercado de aceleradores também significa que o desempenho teórico, o


consumo e o preço terão de ser avaliados em cargas reais. A Europa chega, assim, num


momento em que a discussão sobre IA deixa de estar centrada apenas no tamanho dos


modelos. A questão empresarial torna-se mais prática. Onde deve funcionar o modelo,


quanto custa operá-lo e que infraestrutura permite integrá-lo sem reconstruir todo o


sistema? https://www.ovarnews.pt/novo-chip-europeu-quer-levar-inteligencia-artificial-avancada-aos-servidores-empresariais/


Third pinta a tradição naval de Pardilhó em novo mural do ESTAU
A nova obra de Nuno Palhas, conhecido como Third, homenageia a construção naval e a relação de Pardilhó com a Ria, integrando a edição dos 10 anos do ESTAU.


Pardilhó ganhou uma nova obra de arte urbana assinada por Third, nome artístico de Nuno Palhas, no âmbito da edição de 2026 do ESTAU – Estarreja Arte Urbana.


O mural, realizado numa parede em Pardilhó, coloca no centro da composição uma embarcação tradicional, rodeada por figuras humanas e elementos decorativos inspirados na estética dos azulejos. A representação remete para a relação histórica da freguesia com a ria e para a tradição da construção naval, uma das atividades que marcou a identidade de Pardilhó.


A escolha do tema está em sintonia com o conceito definido pelo ESTAU para a edição que assinala os seus dez anos. O festival convidou os artistas a partir de elementos da identidade do território, entre os quais a construção naval, os moliceiros, o arroz e as Festas de Santo António.


No trabalho de Third, a embarcação assume o papel central, acompanhada por homens representados em plena atividade junto à água. A composição é enquadrada por uma moldura colorida que evoca a linguagem dos azulejos tradicionais, criando uma ponte entre memória, património e arte contemporânea.


A intervenção ganha ainda maior significado por surgir numa freguesia onde o próprio roteiro do ESTAU já tinha deixado uma marca ligada aos ofícios tradicionais. Em 2018, o artista Tiago Galo criou Os 4 Ofícios, no Largo Dr. Egas Moniz, junto à Igreja Paroquial, representando quatro atividades associadas à história de Pardilhó: construção naval, tecelagem, bunho e tamancos.


A nova obra de Third acrescenta agora outra representação dessa memória coletiva, desta vez centrada no universo dos barcos e dos homens ligados à construção e utilização das embarcações tradicionais.


Nuno Palhas, artista português conhecido como Third, tem um percurso iniciado no graffiti e desenvolvido posteriormente através da pintura mural, do desenho e de uma linguagem marcada pelo realismo e pela representação de figuras e elementos ligados aos lugares onde intervém. Em trabalhos anteriores, o artista tem explicado a importância de criar uma relação entre a obra e a comunidade e de adaptar a intervenção à identidade do espaço.


A intervenção de Pardilhó integra as dez novas obras criadas para assinalar os dez anos do ESTAU, festival que já deixou cerca de uma centena de obras no concelho de Estarreja, assinadas por 54 artistas.


Em Pardilhó, a arte urbana volta assim a funcionar como uma forma de preservar e reinterpretar a memória local — desta vez com os barcos, a ria e os seus construtores no centro da parede.

THIRD_PT

Third, ou Nuno Príncipe Palhas, tem um percurso ligado à arte urbana desde os anos 1990. O artista começou pelo graffiti e desenvolveu posteriormente uma linguagem que cruza a pintura mural com a ilustração e o desenho clássico, destacando-se pelo recurso ao realismo, aos retratos e a estruturas tridimensionais, exploradas através de efeitos de luz e sombra.

Um dos traços do trabalho de Third é precisamente a capacidade de adaptar a criação ao espaço onde intervém. Num trabalho realizado anteriormente no Porto, por exemplo, o artista explicou que procura estabelecer uma ligação entre a obra e a comunidade, incorporando elementos reconhecíveis do quotidiano e da identidade do local. https://www.ovarnews.pt/third-pinta-a-tradicao-naval-de-pardilho-em-novo-mural-do-estau/
A deputada do PSD, Adriana Rodrigues, defendeu na Assembleia da República o alargamento do projeto “Multibanco + Perto” às freguesias rurais que, devido à dispersão geográfica, ao envelhecimento da população e à distância dos centros urbanos, continuam sem acesso próximo a uma caixa automática.

Numa audição ao Governo na Comissão de Reforma do Estado e Poder Local, a deputada eleita pelo círculo de Aveiro apresentou como exemplos as freguesias de Junqueira e Cepelos, do concelho de Vale de Cambra, sublinhando que esta realidade se verifica em muitas outras freguesias do distrito de Aveiro e do país.

“Nos territórios marcados pela dispersão geográfica e pelo envelhecimento da população, o acesso a numerário não é uma questão meramente bancária. É uma necessidade concreta e uma resposta de proximidade e de coesão territorial” – afirmou, na ocasião, Adriana Rodrigues, numa intervenção que se referia a casos como Junqueira, que tem cerca de 834 habitantes, distribuídos por mais de 20 lugares, situando-se a aproximadamente 15 quilómetros da sede do concelho e mais de um terço da sua população tem 65 ou mais anos.

Na resposta, o secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Silvério Regalado, adiantou que o projeto-piloto está em funcionamento há cerca de três meses, que mais 19 freguesias encontram-se em processo de adesão e que as primeiras indicações apontam para o seu sucesso.

Por outro lado, o governante destacou a portabilidade da solução, que permite levar o serviço às diferentes aldeias de uma mesma freguesia e aproximá-lo das populações com maiores dificuldades de deslocação.

Silvério Regalado afirmou que o projeto terá de ser avaliado, mas reconheceu que “pode e deve ser prolongado e levado a outras freguesias”, num trabalho desenvolvido em colaboração com as autarquias e com o Banco de Portugal.

Adriana Rodrigues considera que a resposta do Governo “é positiva e abre caminho ao alargamento do “Multibanco + Perto” a Junqueira, Cepelos e a outras freguesias do distrito de Aveiro e do país com características semelhantes”.

“Continuarei a acompanhar este processo e a defender uma solução abrangente, assente em critérios objetivos, que permita levar este serviço às populações mais afastadas e com maiores dificuldades de mobilidade” – garantiu a deputada aveirense.

Na mesma intervenção, Adriana Rodrigues alertou para as dificuldades das pequenas e médias autarquias, sobretudo nos territórios de baixa densidade, em recrutarem e reterem trabalhadores essenciais ao funcionamento dos serviços municipais.

Na resposta, o Governo destacou a revisão de mais de 40 carreiras da Administração Pública e a importância da cooperação com as comunidades intermunicipais no apoio aos municípios que enfrentam maiores dificuldades na contratação de quadros técnicos. https://www.ovarnews.pt/?p=107310


Jovem feirense quer deixar marca no Mundial das Profissões
Aos 15 anos, quando muitos colegas ainda tentavam perceber o que queriam fazer no futuro, Leonor Silva, que representa Portugal em cabeleireiro no WorldSkills, decidiu aprender uma profissão e entrar logo no mercado de trabalho.


"Eu tinha uma grande vontade de trabalhar e gostava da área da beleza. E foi um bocado por aí que decidi escolher um curso profissional", explicou à agência Lusa a jovem de Santa Maria da Feira, hoje com 20 anos, nas vésperas de participar naquela que é a maior competição mundial de profissões, que decorre ao longo desta semana em Xangai, a “capital” económica da China.


Leonor começou uma formação em cabeleireiro em 2021, com cerca de dois anos e meio de duração.


"Comecei logo a trabalhar na área. E depois, quando concluí a formação, continuei a trabalhar", contou.


A jovem integra uma seleção portuguesa composta por dez participantes, distribuídos por sete profissões: robótica industrial, robótica móvel, mecatrónica, soldadura, controlo industrial, cabeleireiro e maquinação CNC.


A seleção portuguesa composta por dez jovens, distribuídos por sete profissões: robótica industrial, robótica móvel, mecatrónica, soldadura, controlo industrial, cabeleireiro e maquinação CNC, está a participar no Mundial da Profissões. O WorldSkils Shanghai 2026 decorre até 27 de setembro. https://www.ovarnews.pt/?p=107306


Valeguense Miguel Costa apresenta em Ovar livro sobre a sua aventura no Caminho de Santiago
“Quando Menos É Mais” relata os dez dias em que o autor percorreu de bicicleta o Caminho Francês, entre Saint-Jean-Pied-de-Port e Santiago de Compostela.


Miguel Costa, residente em Válega, apresenta no próximo dia 2 de outubro, pelas 18h30, na Biblioteca Municipal de Ovar, o seu primeiro livro, Quando Menos É Mais — A minha aventura pelo Caminho Francês de Santiago.

A obra resulta da experiência pessoal do autor ao longo de dez dias a percorrer de bicicleta o Caminho Francês de Santiago, desde Saint-Jean-Pied-de-Port, em França, até à Catedral de Santiago de Compostela.

Mais do que um guia de viagem, o livro é apresentado como um testemunho pessoal sobre o desafio físico, os encontros com pessoas de diferentes partes do mundo e as aprendizagens proporcionadas por uma experiência vivida sozinho, na estrada e com apenas uma mochila às costas.

Editado pela Primeiro Capítulo, do grupo Atlantic Books, o livro já se encontra disponível para aquisição através das plataformas Wook, Bertrand, Fanc e Atlantic Bookshop.

A sessão de apresentação, marcada para 2 de outubro, na Biblioteca Municipal de Ovar, é aberta ao público e de entrada livre.

Os leitores interessados em adquirir um exemplar com dedicatória podem contactar o autor através das suas redes sociais. https://www.ovarnews.pt/?p=107294

quarta-feira, setembro 23, 2026



Suspensão temporária do abastecimento em Esmoriz
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Esmoriz.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 30/09/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua da Aldeia, Rua dos Castanheiros (nºs 1190,1194,1196).


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-esmoriz/


Estudo revela que os alunos das escolas do distrito melhoram hábitos alimentares ao implementarem o projeto “Heróis da Fruta”
Alterar comportamentos e rotinas alimentares na infância representa um dos desafios pedagógicos mais complexos da atualidade, exigindo dinâmicas lúdicas que superem o ensino teórico convencional e motivem verdadeiramente as crianças em sala de aula. No distrito de Aveiro, a monitorização do Projeto “Heróis da Fruta” (ano letivo 2024/2025), desenvolvida pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB/FMUL) em parceria com a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI), provou a eficácia do seu método ao superar esta barreira pedagógica nas ESCOLAS de municípios como Águeda, Aveiro, Castelo de Paiva, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar e Santa Maria da Feira.


Os 3 Melhores Dados do Projeto “Heróis da Fruta” no Distrito de Aveiro:

Mais fruta e vegetais nas refeições diárias: O Projeto “Heróis da Fruta” fez subir de 67,4% para 86,4% a percentagem de ALUNOS que consomem fruta ou vegetais todos os dias na escola.

Lancheiras escolares com mais saúde: A proporção de ALUNOS que leva lanches diários saudáveis para a escola passou de 68,1% para 85,6%.

Curiosidade a vencer a neofobia: Durante a iniciativa, 46,9% dos ALUNOS experimentaram pela primeira vez uma fruta ou vegetal que nunca tinham provado.

A importância de crescer com hábitos saudáveis:


Estes indicadores mostram a utilidade de iniciativas lúdicas no ambiente escolar para criar rotinas de saúde simples e duradouras. Mário Silva, Presidente da APCOI, sublinha: "Estes números no distrito de Aveiro mostram que, quando a mensagem é transmitida de forma divertida e próxima, os ALUNOS aderem. O Projeto “Heróis da Fruta” ajuda as famílias e as escolas a construir um caminho muito mais saudável para as nossas crianças. O método funciona, é totalmente gratuito e transforma a alimentação das crianças em apenas cinco semanas. A APCOI renova este compromisso com o futuro e convida todos os professores e estabelecimentos de ensino de todo o país a inscreverem as suas turmas em heroisdafruta.com/inscricao até 31 de outubro, garantindo que mais alunos têm a oportunidade de crescer a fazer escolhas alimentares mais felizes, equilibradas e saudáveis."


Estes novos dados sobre o impacto real que o Projeto “Heróis da Fruta” tem na saúde e nos hábitos diários das crianças nas escolas em Portugal foram apresentados já este mês de setembro no âmbito da 1ª Conferência Heróis da Fruta, um evento marcante que celebra 15 anos de trabalho contínuo da APCOI na promoção de hábitos alimentares saudáveis e na prevenção da obesidade infantil em Portugal. Reunindo em Lisboa autarquias, juntas de freguesia e especialistas das áreas da saúde, nutrição e educação, o encontro serviu para partilhar os resultados do mais recente estudo científico do ISAMB/FMUL e para debater o papel decisivo do poder local e da comunidade escolar no desenho de políticas públicas mais eficazes, saudáveis e sustentáveis para o futuro das crianças em Portugal.


O relatório científico e os dados estatísticos completos estão disponíveis para consulta pública em heroisdafruta.com/relatorio2025


Fundada em 2010, a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma ONG sem fins lucrativos dedicada a apoiar crianças e famílias no combate à obesidade infantil, a doença crónica mais prevalente em idade pediátrica. A atuação da APCOI foca-se na prevenção, no reforço da literacia em saúde e no combate ao estigma. https://www.ovarnews.pt/estudo-revela-que-os-alunos-das-escolas-do-distrito-melhoram-habitos-alimentares-ao-implementarem-o-projeto-herois-da-fruta/


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Ovar
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Ponte de Vagos.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 30/09/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:

Rua dos Palhais, Travessa dos Palhais, Rua das Azenhas e Rua das Cantadeiras.

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora.

 

  https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-ovar/


Morte de jovem de 16 anos deixa comunidade escolar de Ovar e Feira de luto
A comunidade escolar de Ovar e de Santa Maria de Feira encontram-se de luto pelo falecimento de Kátia Silva, estudante do Agrupamento de Escolas de Ovar (AEOvar), que morreu aos 16 anos, no passado fim de semana.


Nas redes sociais, o AEOvar expressou "profunda tristeza e consternação", recordando-a como uma colega dedicada, próxima dos amigos e integrada na escola.


Natural de Ovar, Kátia Silva era estudante do o Agrupamento de Escolas de Ovar cuja comunidade se uniu à "família e aos amigos, manifestando as suas mais sentidas condolências e todo o seu carinho e solidariedade", já que a sua morte gerou forte consternação entre colegas, docentes e toda a comunidade.


A família presta homenagem ao "anjo lutador" que descansa após "dois anos e meio de luta com muito sofrimento. O teu sofrimento terminou, estarás sempre no nosso coração".


Segundo a Agência Funerária Ferraz & Alfredo, o funeral realizou-se esta terça-feira, em Escapães, Santa Maria da feira, onde residia, estando marcada Missa de Sétimo Dia, no próximo sábado, às 15h30, na Igreja Matriz de Escapães. https://www.ovarnews.pt/morte-de-jovem-de-16-anos-deixa-comunidade-escolar-de-ovar-e-feira-de-luto/
São João da Madeira está incluído no lote de municípios integrados no Programa de Ação para a Resiliência e Restauro da Natureza em Áreas Urbanas (PRO NAT.URBE).

Uma estratégia que o Governo quer implementar até 2035 que pretende aumentar os espaços verdes e a cobertura arbórea nas cidades e vilas portuguesas, reforçando a proteção da população perante os efeitos das alterações climáticas. Segundo o Governo, já estão em curso cinco projetos-piloto em Évora, Beja, Vila Real, Guimarães e São João da Madeira.

O programa, formalizado através de um despacho publicado em Diário da República, prevê a recuperação de linhas de água, a criação de corredores ecológicos, a substituição de superfícies impermeáveis por solos capazes de absorver água e o desenvolvimento de infraestruturas verdes e azuis.

As intervenções-piloto vão permitir testar estas soluções no terreno e desenvolver modelos que possam ser adotados por outros municípios, explica o Governo.

Uma das medidas previstas passa pela criação de redes de abrigos climáticos, com espaços acessíveis à população durante períodos de calor extremo. Parques, jardins, áreas arborizadas, praças com sombra e equipamentos públicos poderão integrar estas redes, destinadas a reforçar a proteção, em particular, das pessoas mais vulneráveis. O Governo pretende, assim, melhorar a resposta das zonas urbanas às temperaturas elevadas.

O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defende que o país precisa de se preparar para fenómenos climáticos cada vez mais frequentes. «As ondas de calor são também cada vez mais frequentes e temos de avançar com medidas para proteger a população», afirmou, acrescentando que o Executivo pretende mobilizar financiamento europeu para a recuperação de espaços verdes urbanos.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, sublinha que o PRO NAT.URBE representa a passagem do planeamento à intervenção. «Temos cinco projetos-piloto já em curso e vamos avançar com novas intervenções», afirmou, apontando a recuperação de linhas de água, o aumento das árvores e a permeabilidade dos solos como soluções a testar para melhorar a preparação das cidades perante ondas de calor e precipitação intensa.

De acordo com o Governo, o programa também responde às exigências do Regulamento Europeu do Restauro da Natureza, que estabelece como objetivo evitar, até 2030, a perda líquida de espaços verdes e de cobertura arbórea urbanos.

O PRO NAT.URBE servirá ainda de referência para mobilizar financiamento nacional e europeu destinado ao restauro da natureza nas áreas urbanas. As intervenções serão georreferenciadas e disponibilizadas no Portal da Informação Territorial, permitindo acompanhar a execução e partilhar boas práticas entre municípios. https://www.ovarnews.pt/?p=107275


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Ílhavo
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia da Gafanha da Nazaré.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 30/09/2026 entre as 14:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua Machado de Castro (n.ºs. 4 / 7 e 11), Rua de São Rui, Travessa da Rua de São Rui, Rua Duque de Lafões e Avenida José Estevão (n.ºs. 242 / 244 / 229 / 225 / SN057)


 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-ilhavo-2/


Ovar recebe seminário sobre envelhecimento e cuidados nas instituições
O seminário “Viver com Rugas – O envelhecimento dentro das instituições e estratégias de intervenção” realiza-se hoje e amanhã, no Espaço Aberto da Santa casa da Misericórdia de Ovar, reunindo profissionais e especialistas para refletir sobre os desafios do envelhecimento em contexto institucional.


A iniciativa pretende promover uma abordagem mais humanizada aos cuidados prestados às pessoas idosas, com especial atenção à preservação da autonomia, identidade e dignidade, bem como às alterações físicas, emocionais e relacionais que acompanham o envelhecimento.


Ao longo destes dois dias, serão partilhadas experiências e apresentadas estratégias de intervenção que poderão ser aplicadas no quotidiano das instituições e no trabalho das equipas de profissionais. O programa inclui sessões temáticas e um workshop prático, com ferramentas destinadas a melhorar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas idosas.


Mais do que abordar o envelhecimento, o seminário pretende questionar práticas, partilhar soluções e incentivar novas formas de cuidar, ajustadas às necessidades de cada pessoa. https://www.ovarnews.pt/?p=107273


Réplica do Castelo da Feira viaja até Joanesburgo para manter viva a ligação dos feirenses à terra
Um feirense residente na África do Sul vai levar consigo uma réplica em madeira do Castelo da Feira, numa iniciativa que pretende reforçar os laços entre a comunidade emigrante e a sua terra natal.


Joaquim Melo recebeu a peça durante uma passagem por Portugal. A réplica foi executada pelo artesão Manuel Resende e seguirá agora para Joanesburgo, onde ficará junto da comunidade portuguesa.


A oferta ganha um significado especial tendo em conta a proximidade da 40.ª Festa das Fogaceiras na África do Sul, que deverá reunir novamente a comunidade feirense em torno de uma das tradições mais emblemáticas de Santa Maria da Feira.


A Festa das Fogaceiras é celebrada também pelas comunidades de feirenses e luso-descendentes espalhadas pelo mundo, incluindo na África do Sul, onde a tradição tem sido preservada ao longo das décadas.


O Castelo, símbolo da identidade e da união das antigas Terras de Santa Maria, acompanha assim os feirenses que vivem longe, funcionando como uma ligação física e afetiva à terra de origem.


"É um bocadinho de Santa Maria da Feira que vai ficar entre os nossos", sintetiza Amadeu Albergaria, presidente da Câmara de Santa Maria da Feira. https://www.ovarnews.pt/?p=107270