sexta-feira, abril 10, 2026

Faz este sábado duas semanas desde que Francisco Zarrais, de 68 anos, encontrou um corpo enforcado numa zona de mata, a sul da praia do Furadouro, em Ovar, num episódio que descreve como “um choque enorme” e que continua a ter impacto na sua vida.

O antigo pescador, residente nas proximidades, conta que caminhava pela zona, como habitualmente, quando decidiu seguir por um trilho mais isolado, onde raramente passa. Foi aí que, ao levantar o olhar, se deparou com o corpo pendurado numa árvore. “Fiquei em choque, quase hipnotizado e sem reação”, recorda, ainda visivelmente abalado. “Nem é bom falar.”


Após o momento inicial, Francisco procurou ajuda e contactou a Polícia de Segurança Pública (PSP), que se deslocou ao local. Ainda assim, admite que não teve capacidade para se aproximar novamente. “Disse logo aos agentes: vou lá dizer-vos onde é, mas não chego perto. Não consigo”, relata.


O impacto emocional do sucedido levou-o a procurar apoio psicológico. “Não conseguia dormir. Mal fechava os olhos, via aquela imagem e começava a chorar”, conta, acrescentando que nunca pensou passar por uma experiência deste género.


A esposa, Germana, recorda o momento em que o viu regressar a casa, nesse dia, profundamente perturbado. “Chegou branco como a cera. Perguntei-lhe o que se passava e ele disse: ‘acabei de ver um homem enforcado’”, relata.


Francisco mantém dúvidas sobre as circunstâncias do caso e questiona o que poderá ter acontecido. Segundo descreve, o corpo não apresentava sinais de imobilização nas mãos e encontrava-se apenas parcialmente vestido. A localização, numa zona densa e isolada, levanta-lhe também questões. “Quem ali foi, conhece o local”, afirma.


O caso foi acompanhado no próprio dia pela Polícia Judiciária, responsável pela investigação, mas, segundo o testemunho, não houve até ao momento qualquer informação pública sobre desenvolvimentos.


O episódio, considerado invulgar pela população local, continua a marcar profundamente o quotidiano de Francisco Zarrais. “Nunca se viu nada assim no Furadouro”, desabafa. https://www.ovarnews.pt/foi-um-choque-enorme-ainda-hoje-mal-consigo-dormir-diz-o-pescador-que-deu-com-enforcado-no-furadouro/


“Foi um choque enorme, ainda hoje mal consigo dormir
Faz este sábado duas semanas desde que Francisco Zarrais, de 68 anos, encontrou um corpo enforcado numa zona de mata, a sul da praia do Furadouro, em Ovar, num episódio que descreve como “um choque enorme” e que continua a ter impacto na sua vida.


O antigo pescador, residente nas proximidades, conta que caminhava pela zona, como habitualmente, quando decidiu seguir por um trilho mais isolado, onde raramente passa. Foi aí que, ao levantar o olhar, se deparou com o corpo pendurado numa árvore. “Fiquei em choque, quase hipnotizado e sem reação”, recorda, ainda visivelmente abalado. “Nem é bom falar.”


Após o momento inicial, Francisco procurou ajuda e contactou a Polícia de Segurança Pública (PSP), que se deslocou ao local. Ainda assim, admite que não teve capacidade para se aproximar novamente. “Disse logo aos agentes: vou lá dizer-vos onde é, mas não chego perto. Não consigo”, relata.


O impacto emocional do sucedido levou-o a procurar apoio psicológico. “Não conseguia dormir. Mal fechava os olhos, via aquela imagem e começava a chorar”, conta, acrescentando que nunca pensou passar por uma experiência deste género.


A esposa, Germana, recorda o momento em que o viu regressar a casa, nesse dia, profundamente perturbado. “Chegou branco como a cera. Perguntei-lhe o que se passava e ele disse: ‘acabei de ver um homem enforcado’”, relata.


Francisco mantém dúvidas sobre as circunstâncias do caso e questiona o que poderá ter acontecido. Segundo descreve, o corpo não apresentava sinais de imobilização nas mãos e encontrava-se apenas parcialmente vestido. A localização, numa zona densa e isolada, levanta-lhe também questões. “Quem ali foi, conhece o local”, afirma.


O caso foi acompanhado no próprio dia pela Polícia Judiciária, responsável pela investigação, mas, segundo o testemunho, não houve até ao momento qualquer informação pública sobre desenvolvimentos.


O episódio, considerado invulgar pela população local, continua a marcar profundamente o quotidiano de Francisco Zarrais. “Nunca se viu nada assim no Furadouro”, desabafa. https://www.ovarnews.pt/foi-um-choque-enorme-ainda-hoje-mal-consigo-dormir-diz-o-pescador-que-deu-com-enforcado-no-furadouro/
A 7.ª edição do ALAVANCA - Festival de Teatro de Avanca arranca esta sexta-feira, dia 10, dando continuidade à sua missão de aproximar a comunidade ao teatro nas suas diferentes formas e linguagens. É através do envolvimento e do trabalho junto das populações que a transformação se dá e se prolonga uma troca aberta revestida de verdade. É uma edição eclética na sua programação e que pretende chegar a públicos socialmente diversificados, de diferentes faixas etárias e backgrounds culturais.


A abertura, marcada para as 18h30 desta sexta-feira, é na Praça Francisco Barbosa, no centro da cidade de Estarreja, com a performance “Sómente”, uma criação da companhia Teatro Só que pretende refletir sobre a solidão na população mais idosa.


No dia seguinte, sábado, o festival passa pelo palco do Cine-Teatro de Estarreja (CTE), às 21h30, com a criação “Rei Lear” da Companhia do Chapitô. Nesta versão minimalista de Rei Lear, três intérpretes dão corpo a todas as personagens, movendo-se numa ação incessante de liberdade. O meta-teatro, que expõe a relação entre ficção e realidade, revelando os seus dispositivos de construção, emerge como a chave deste jogo.


A Casa Museu Egas Moniz acolhe no domingo, às 16h, a estreia da performance “Ruas”, do ator e encenador João Amorim. “Circulamos pelas ruas de todos os dias usufruindo apenas do seu carácter utilitário. Como se a sua existência fosse plana e, além da sua extensão, não nos levasse a outro local. Ruas é a tentativa de perceber se isso é uma evidência irremediável ou consequência de uma distração.” É a partir desta reflexão que o autor criou este espetáculo, especificamente para o ALAVANCA e pensado no território de Avanca, a partir de um trabalho de pesquisa (iniciado em fevereiro) junto da população sobre a toponímia da vila. Haverá uma segunda récita no dia 19 de abril, às 10h30.


O certame prolonga-se até dia 19 de abril com mais iniciativas no CTE e nas escolas.


A direção artística e produção do ALAVANCA, Festival de Teatro de Avanca 2026 é uma iniciativa da companhia de Teatro, Kopinxas e da Associação Kompinxas, conta com o financiamento da DGARTES/República Portuguesa Cultura, tem como parceiros o Município de Estarreja, Cine-Teatro de Estarreja, Junta de Freguesia de Avanca, CIRA, Centro Paroquial de Avanca e Cineclube de Avanca.


As reservas podem ser feitas em reservas@alavancafestival.pt.


Toda a programação pode ser consultada em www.alavancafestival.pt https://www.ovarnews.pt/alavanca-festival-de-teatro-de-avanca-arranca-esta-sexta-feira/
Num tempo em que quase tudo se resolve à distância de um clique, seria de esperar


que o contacto com as empresas fosse cada vez mais simples, rápido e eficaz. No


entanto, a realidade parece contrariar essa expectativa. Um estudo recente da DECO


veio expor fragilidades significativas nos sistemas de apoio ao cliente em Portugal,


levantando dúvidas sobre o verdadeiro impacto da digitalização neste domínio.

A análise incidiu sobre 24 empresas de setores tão distintos como comunicações,


energia, banca, saúde, comércio online e turismo. O objetivo era claro: perceber se os


canais digitais estão a facilitar a vida dos consumidores, sendo que, a maioria das


empresas ficou entre o “Mau” e o “Razoável”, o que não é nada animador.

Na prática, aquilo que deveria ser um avanço tem-se revelado, muitas vezes, um


obstáculo. Quando surge um problema, o consumidor é frequentemente encaminhado


para formulários online ou para chatbots — assistentes virtuais que prometem


respostas imediatas, mas que nem sempre cumprem essa promessa. Percursos


confusos, sucessões intermináveis de menus e uma limitada capacidade de


compreender situações concretas acabam por transformar um simples pedido de


ajuda num processo desgastante. Em muitos casos, estes sistemas funcionam apenas


como mecanismos de triagem. Em vez de resolverem eficazmente as questões


colocadas, remetem o utilizador para páginas de perguntas frequentes ou para novos


formulários, prolongando a resolução do problema. Mais preocupante ainda é o facto


de nem sempre ser possível apresentar uma reclamação diretamente através destes


canais.

A própria forma como o apoio é apresentado tem vindo a mudar. A designação “apoio


ao cliente” tem sido substituída por expressões como “ajuda”, “dúvidas” ou “opiniões”.


À primeira vista, pode parecer uma mera questão semântica, mas, na prática, contribui


para diluir a perceção dos direitos do consumidor e dificulta a identificação de canais


formais de contacto.

Para além disso, nem todos os consumidores são tratados da mesma forma. Quem


tem contas premium ou está registado em determinadas plataformas pode ter


respostas mais rápidas e soluções mais eficazes. Ou seja, cria-se uma diferença no


acesso ao apoio, algo que deveria ser igual para todos.

Perante este cenário, a DECO deixa um alerta importante: a digitalização, que deveria


simplificar, está a tornar o contacto com as empresas mais difícil. A Associação


defende que o acesso a um interlocutor humano, deve continuar a ser a base do apoio


ao cliente, e não uma possibilidade residual. Deve ser um direito.

O apoio ao cliente existe para resolver problemas e não para deixar os consumidores


perdidos, frustrados ou, como se costuma dizer, a “falar para o boneco”.

Conte com o apoio da DECO. Trabalhamos para si: deco@deco.pt; 21 371


02 38. É também possível agendar atendimento via skype. Siga-nos nas


páginas de Facebook, Twitter, Instagram e Linkedin. https://www.ovarnews.pt/?p=101791


Volta: depósito e reembolso de embalagens arranca hoje. O que precisa de saber!
Mais de quatro anos depois do previsto, o novo Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), designado por Volta, entra hoje oficialmente em vigor. Pelas muitas dúvidas que devem ainda existir, trazemos-lhe tudo o que precisa de saber.

No seguimento de orientações e metas ambientais impostas pela União Europeia, que têm pressionado os Estados-membros a reforçar os mecanismos de reciclagem e de recolha seletiva de resíduos, o SDR arranca finalmente, em Portugal.

Num país que consome 2,1 mil milhões de embalagens por ano e falha há décadas as metas europeias de reciclagem, o sistema pretende transformar a forma como os consumidores lidam com embalagens de bebidas de utilização única, introduzindo um modelo baseado no pagamento de um depósito reembolsável no momento da compra e na sua posterior devolução mediante entrega da embalagem num ponto de recolha autorizado.

Segundo as entidades responsáveis, esta mudança representa um passo importante para o cumprimento das metas europeias de sustentabilidade e para o aumento da taxa de recolha de embalagens em Portugal.

O que é o sistema Volta?

O sistema Volta, sobre o qual pode saber mais aqui, é o novo SDR de embalagens de bebidas introduzido em Portugal com o objetivo de aumentar a reciclagem e melhorar a recolha seletiva de resíduos.

Trata-se de uma medida de política ambiental que procura incentivar os consumidores a devolver determinadas embalagens de bebidas usadas, permitindo que estas sejam recicladas e reintroduzidas no circuito produtivo. Segundo o Governo, esta iniciativa pretende acelerar a transição para uma economia mais circular e sustentável.

Como funciona?

O sistema baseia-se num mecanismo simples: sempre que um consumidor compra uma bebida em embalagem abrangida pelo programa, paga um depósito adicional de 10 cêntimos por essa embalagem.

Esse valor não corresponde a um imposto nem a um aumento permanente do preço do produto, tratando-se, em vez disso, de um montante temporariamente pago pelo consumidor, que será devolvido após a entrega da embalagem num ponto de recolha autorizado.

Que embalagens estão abrangidas?

O sistema aplica-se a embalagens de bebidas de utilização única, nomeadamente garrafas e latas de plástico, alumínio ou aço, com capacidade até três litros.

Estes requisitos englobam muitos dos recipientes utilizados para águas, refrigerantes, sumos e outras bebidas comercializadas neste tipo de embalagem.

Contudo, apenas as embalagens devidamente integradas no sistema poderão beneficiar do mecanismo de depósito e reembolso.

Como pode recuperar os 10 cêntimos?

Para recuperar o valor pago, o consumidor deve entregar a embalagem vazia num ponto de recolha aderente ao sistema Volta.

A devolução poderá ser feita através de máquinas automáticas instaladas em supermercados ou por meio de pontos de recolha manual.

Depois da entrega, o consumidor recebe o valor correspondente, podendo esse reembolso assumir várias formas, como dinheiro, desconto em compras, crédito digital ou até doação a instituições, dependendo do ponto de recolha utilizado.

Que condições devem ser cumpridas para a embalagem ser aceite?


Para que a embalagem seja aceite no momento da devolução, esta deve:

- Apresentar o símbolo identificativo do sistema Volta;


- Manter o código de barras legível;


- Encontrar-se em condições adequadas para reconhecimento pelo sistema.

Essencialmente, a embalagem deve ser devolvida vazia, sem danos significativos e, no caso das garrafas, preferencialmente com tampa.

Verifique se a embalagem cumpre os critérios aqui.

Todas as embalagens já estão abrangidas?


Numa fase inicial, nem todas as embalagens estarão imediatamente incluídas. Durante o período de transição definido pelas autoridades, apenas as embalagens identificadas com o símbolo Volta estarão sujeitas ao depósito de 10 cêntimos e poderão ser devolvidas para reembolso.

Depois da entrega, o consumidor recebe o valor correspondente, podendo esse reembolso assumir várias formas, como dinheiro, desconto em compras, crédito digital ou até doação a instituições, dependendo do ponto de recolha utilizado.

Que condições devem ser cumpridas para a embalagem ser aceite?

Para que a embalagem seja aceite no momento da devolução, esta deve:

Apresentar o símbolo identificativo do sistema Volta;

Manter o código de barras legível;

Encontrar-se em condições adequadas para reconhecimento pelo sistema.

Essencialmente, a embalagem deve ser devolvida vazia, sem danos significativos e, no caso das garrafas, preferencialmente com tampa.

Verifique se a embalagem cumpre os critérios aqui.

Todas as embalagens já estão abrangidas?

Numa fase inicial, nem todas as embalagens

estarão imediatamente incluídas. Durante o período de transição definido pelas autoridades, apenas as embalagens identificadas com o símbolo Volta estarão sujeitas ao depósito de 10 cêntimos e poderão ser devolvidas para reembolso.

Posteriormente, a integração do sistema será alargada a todas as embalagens de bebidas de utilização única abrangidas pela medida.

 

Incentivo à mudança de comportamento


A implementação do sistema Volta representa uma alteração relevante na relação dos consumidores com a reciclagem, uma vez que introduz um incentivo económico direto à devolução das embalagens.

Além de reforçar a responsabilidade ambiental individual, este modelo pretende reduzir desperdícios, aumentar a valorização de materiais recicláveis e assegurar que mais embalagens sejam corretamente tratadas e reutilizadas no futuro.

Assim, o sistema procura beneficiar simultaneamente o ambiente, a economia circular e a eficiência da gestão de resíduos em Portugal.

Assim, o sistema procura beneficiar simultaneamente o ambiente, a economia circular e a eficiência da gestão de resíduos em Portugal. https://www.ovarnews.pt/volta-deposito-e-reembolso-de-embalagens-arranca-hoje-o-que-precisa-de-saber/



Depois de uma "ponte" entre Ovar e Nashville, no Tenessee, o novo projeto musical de Fernando Daniel explora as sonoridades "Country".

"Juro" já revela um pouco dessas viagens e dessas influências que também estarão bem vincadas no novo álbum que deve sair lá para o final do ano.

"Juro" está disponível em todas as plstaformas a partir desta sexta-feira. https://www.ovarnews.pt/juro-e-o-novo-single-de-fernando-daniel/

quinta-feira, abril 09, 2026



Tiago Aldeia e Custódia Gallego são os rostos da Viagem Medieval
Pela primeira vez em 30 anos de percurso, a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria aposta em dois atores nacionais de reconhecido mérito, com carreiras consolidadas no teatro, televisão e cinema, para dar vida aos protagonistas da maior de recriação histórica do país. Tiago Aldeia vestirá a pele de Afonso Henriques durante os 12 dias de evento e Custódia Gallego encarnará D. Teresa.

“A opção por atores nacionais é uma resposta natural à crescente exigência técnica e artística dos espetáculos e às elevadas expectativas dos públicos que nos visitam, que esperam sempre mais e melhor, sobretudo qualidade e diferenciação”, sublinha Amadeu Albergaria, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, entidade que organiza o evento em parceria com a empresa municipal Feira Viva e a Federação das Coletividades de Cultura e Recreio do Concelho.

Depois de testar vários modelos de seleção dos protagonistas ao longo dos anos, seja através de casting, seja por convite direto a atores amadores e profissionais com ligação ao meio associativo local, a organização opta este ano por rostos com notoriedade nacional, assinalando desta forma uma edição especial, que celebra três décadas de projeto. “Esta é também uma oportunidade para capacitar os agentes culturais do nosso território, que terão a possibilidade de partilhar experiências com os dois atores em diferentes momentos da sua participação na Viagem Medieval”, acrescenta o autarca.

Com uma carreira consolidada na televisão, cinema e teatro, Tiago Aldeia distingue-se pela sua versatilidade. Apaixonado por História e pelo evento de Santa Maria da Feira, vai vestir a pele de Afonso Henriques. “Tive a oportunidade de visitar a Viagem Medieval e fiquei verdadeiramente fascinado. Não estava à espera de uma dimensão tão grande nem de um rigor histórico tão cuidado”, confidencia o ator, que não esconde o seu entusiasmo por “poder viver esta experiência por dentro e representar alguém que está na base da nossa identidade enquanto país.”

Premiada como melhor atriz de teatro nos Globos de Ouro de 2025, Custódia Gallego é uma das mais respeitadas e completas atrizes portuguesas. Aclamada pelo seu talento e capacidade de se reinventar, encarnará D. Teresa, mãe de Afonso Henriques, na Viagem Medieval. Aceitou o desafio por se tratar de um tipo de espetáculo que nunca fez e pela oportunidade de dar vida, num evento de grande escala, a uma mulher marcante da História de Portugal, que lutou pelos seus ideais.

Para os dois atores, esta será uma estreia na arte de representar em eventos de recriação histórica, desafio que abraçaram com grande entusiasmo e sentido de responsabilidade. Ambos terão participações diárias na programação ao longo dos 12 dias, protagonizando o espetáculo “Discurso do Rei”, todas as noites, na Praça de Armas do Castelo da Feira, entre outros momentos de animação e recriação.

Em maio, Tiago Aldeia e Custódia Gallego serão fotografados para o cartaz promocional do evento. Em julho, dias antes do arranque da Viagem Medieval, a dupla de atores instala-se em Santa Maria da Feira para ensaios no recinto e momentos de partilha com a comunidade, celebrando o regresso ao Condado Portucalense.

“Queremos exceder as expectativas dos nossos visitantes, subir mais um degrau na qualidade do evento e no reforço de competências dos agentes culturais locais”, reforça o diretor-geral da empresa municipal Feira Viva, Paulo Sérgio Pais.

 A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria realiza-se de 29 de julho a 9 de agosto, no centro histórico de Santa Maria da Feira, mantendo-se o espetáculo contemporâneo de abertura no dia 28, com entrada livre.  https://www.ovarnews.pt/tiago-aldeia-e-custodia-gallego-sao-os-rostos-da-viagem-medieval/


Exposições dos Amigos do Cáster motivam o gosto pela fotografia de Natureza nos estudantes de Ovar
 

Com o objectivo de sensibilizar os mais jovens para a protecção da Natureza os Amigos do Cáster têm, anualmente, desde 2014, levado estudantes das escolas do concelho a visitar as exposições de fotografia do Ambiente Imagens Dispersas – Encontro Internacional de Fotografia de Natureza Cidade de Ovar, iniciativa que continua a afirmar a fotografia como ferramenta de sensibilização para a protecção da Natureza.

Este ano não foi excepção, e cerca de 300 crianças e jovens participaram, entre os meses de Fevereiro e Março, nas Oficinas de Educação Visual e Ambiental.

A actividade envolveu sete turmas do 3.º ciclo da Escola Secundária Júlio Dinis e três turmas do 1.º ciclo da Escola Básica dos Combatentes, proporcionando aos estudantes a oportunidade de visitar as exposições patentes na Galeria do Centro de Arte de Ovar.

Orientadas por voluntários/as dos Amigos do Cáster, as sessões tiveram como ponto de partida a observação da Exposição Colectiva que apresenta os melhores trabalhos submetidos ao Concurso de Fotografia «Ambiente Imagens Dispersas 2025/26», e da Exposição de Fotografia «Silentes», centrada na árvore e na floresta, da autoria de David Guimarães.

A partir das imagens expostas, "abordámos temas como a importância da biodiversidade, a protecção das espécies, o impacto da actividade humana nos ecossistemas e a necessidade de adopção de comportamentos mais sustentáveis". A fotografia revelou-se um meio privilegiado para despertar a curiosidade e promover uma maior ligação dos jovens ao meio natural.

Envolvendo todos os anos várias centenas de crianças e jovens, estas Oficinas de Educação Visual e Ambiental têm despertado muito interesse junto da comunidade escolar de Ovar, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e informados.

Para o sucesso da iniciativa, os Amigos do Cáster agradecem "o inestimável contributo dos/as professores/as que associaram as suas turmas a esta iniciativa".

  https://www.ovarnews.pt/exposicoes-dos-amigos-do-caster-motivam-o-gosto-pela-fotografia-de-natureza-nos-estudantes-de-ovar/


Manuel Freire canta Abril em Loureiro
O Orfeão de Loureiro, em Oliveira de Azeméis, anuncia um concerto único com a participação especial do Manuel Freire, cantor de intervenção ligado a Ovar e famoso compositor e interprete do tema "Pedra Filosofal", um poema de António Gedeão.

O convite é simples: "No dia 1 de Maio, junte-se a nós para uma noite de música, emoção e mensagens que tocam o coração e a consciência".

Os bilhetes estarão à venda na sede junta local, Café São João e Supermercado Bastos. https://www.ovarnews.pt/manuel-freire-canta-abril-em-loureiro/


O Dia Nacional dos Moinhos convida-o a explorar os moinhos de Estarreja
 

Para celebrar o Dia Nacional dos Moinhos (7 de abril), o Município de Estarreja propõe dias de descoberta de alguns dos exemplares existentes no concelho, nos dias 11 e 12 de abril. As visitas são gratuitas.

Há muito por descobrir, sentir e viver, quando se fala de património cultural. Os moinhos representam um percurso de tradições e memórias deixadas pelos nossos antepassados que, com recurso aos moinhos e azenhas, moíam o grão e utilizavam a farinha para fazer o pão.

 

Durante dois dias, os visitantes terão acesso a exposições, a demonstrações de moagens e à feitura de broas, de jogos tradicionais e, claro, à degustação de broas. E poderão ainda visitar os diversos moinhos.

Um programa de fim de semana para juntar a família e amigos, com o (bom) pretexto de descobrir e conhecer o inestimável valor do património molinológico do território a todos os residentes e visitantes.

 

MOINHOS ABERTOS:

 

Canelas:

MOINHO DA PASSAGEM

11 e 12 de abril:  10h ~ 13h / 14h ~ 17h

 

Pardilhó:

MOINHO DA MÁSIA

11 de abril: 08h ~ 13h / 14h ~ 19h

12 de abril 08h ~ 13h

 

Avanca:

MOINHO DE MEIAS

MOINHO DA ZANGARINHEIRA

MOINHO DA ARCÃ

MOINHO DO CALHAU

MOINHO DA QUINTA DO RIO

11 e 12 de abril:  10h ~ 12h / 14h ~ 17h

 

 

Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Protocolo

CÂMARA MUNICIPAL DE ESTARREJA

Praça Francisco Barbosa - 3864-001 Estarreja


Tel. (+351) 234 840 612 | Tlm. 927 176 106 | Web www.cm-estarreja.pt

 

 Antes de imprimir este e-mail pense bem se é necessário fazê-lo. Before printing this e-mail think if it is necessary.

 

  https://www.ovarnews.pt/o-dia-nacional-dos-moinhos-convida-o-a-explorar-os-moinhos-de-estarreja/


Aradense Mafalda Andrade em destaque no Torneio Interassociações Sub17 Futsal
 

A aradense Mafalda Andrade, em representação da Seleção de Futsal de Aveiro de Sub-17, destacou-se no Torneio Interassociações (TIA) Sub17 Futsal Feminino, realizado em Viana do Castelo, contribuindo para o primeiro lugar do grupo.

O TIA contou com a presença de 22 associações distritais de futebol do nosso país numa organização da AFVC, em conjunto pela FPF e com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Ao longo destes quatro dias foram realizadas formações para as atletas e staff técnico, momentos de partilha e lazer com Grupo Folclórico de Viana do Castelo, visita ao museu do traje entre outras atividades com muito convívio e espírito vianense.

Momentos de partilha e aprendizagem que contribuem para o crescimento das jovens atletas, dentro e fora das quatro linhas.

Está de parabéns a Mafalda Andrade, restante equipa e técnicos, assim como a Associação de Futebol de Aveiro. https://www.ovarnews.pt/?p=101736


Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar promove jantar solidário
A Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar organiza, no próximo dia 10 de Abril, a 1.ª edição do Jantar Solidário — Confrades e sociedade civil unidos pela mesma causa, uma iniciativa que pretende afirmar o compromisso da instituição com a responsabilidade social e a mobilização comunitária. O evento está marcado para as 20h, no Restaurante Tertúlia d’Eventos, em Coimbra.


Organizado em parceria com a Confraria Gastronómica do Frango do Campo, a Confraria da Enogastronomia e das Febras de Mangualde, a Confraria do arroz Doce e a Confraria da Alheira de Mirandela, o jantar junta confrades, parceiros e cidadãos em torno de uma causa solidária, com parte da receita a reverter para a Rede de Emergência Alimentar do Banco Alimentar Contra a Fome.


De acordo com a organização, o jantar tem o custo de 40 euros por participante, sendo que 20 euros de cada inscrição serão entregues àquela estrutura de apoio social. A iniciativa conta ainda com a parceria da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, do Arroz Sete Irmãs, do Restaurante Rei dos Leitões, do Devaneio Padaria Artesanal e do Pudim da TV.


Mais do que uma refeição, o evento é apresentado como "um momento de partilha, sensibilização e intervenção cívica, procurando reunir a sociedade civil em torno de um objetivo comum: apoiar respostas de emergência alimentar e reforçar o valor da entreajuda".


A Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar sublinha que este jantar solidário quer afirmar-se como "um espaço de encontro entre tradição gastronómica e responsabilidade social, abrindo caminho a futuras ações com o mesmo propósito".


As inscrições continuam abertas e existem ainda algumas vagas disponíveis. A organização apela à participação de cidadãos, entidades e parceiros, lembrando que a reserva é indispensável, uma vez que a lotação é limitada. As inscrições podem ser efetuadas online, através dos canais oficiais do evento nas redes sociais, nomeadamente na página de Facebook e por QR code divulgado pela organização. https://www.ovarnews.pt/confraria-gastronomica-do-concelho-de-ovar-promove-jantar-solidario/

quarta-feira, abril 08, 2026



A Noite Mágica (II) - Por Edgar Branco
No seu quarto, na humildade da sua casa, Artur prepara-se com o cuidado de um ritual íntimo.


Escolheu a indumentária perfeita para este ano: vai de cowboy ao Carnaval. Calças bem alinhadas, botas trabalhadas — semelhantes às dos verdadeiros — camisa de flanela e um colete a compor o conjunto.

Agora, já de chapéu na cabeça, dá os últimos retoques.

Os Vareiros

Frente ao espelho, observa-se. Está pronto. O corpo aprumado, a roupa composta… mas o rosto continua a parecer-lhe escondido.

— Estás impecável, Artur — diz para si, em voz baixa, quase como quem precisa ouvir a confirmação vinda de outro.

— Este ano vais divertir-te ainda mais. Finalmente chegou… a Noite Mágica.

Artur adora esta noite. É, sem dúvida, o seu momento favorito do ano. O Carnaval oferece-lhe a liberdade rara de poder ser outro — ou de ser, por fim, ele mesmo, sem medo.

Por breves horas, o mundo permite-lhe existir fora das regras. E é isso que mais deseja.


Lá fora, o ruído cresce. As vozes, a música, os passos — tudo anuncia o início da folia. Artur escuta e sorri. A festa chama por ele.

Mas antes de sair, olha-se uma última vez ao espelho. O reflexo devolve-lhe um homem


mascarado… por dentro e por fora.

— Estás pronto. — sussurra.


— Respira fundo — repte.

A noite vai começar.

Edgar Branco https://www.ovarnews.pt/a-noite-magica-ii-por-edgar-branco/
As Solenidades Quaresmais voltaram a afirmar-se como um dos momentos mais marcantes da programação cultural de Ovar, mobilizando a comunidade e atraindo visitantes ao concelho. As sete majestosas procissões percorreram as ruas do centro da cidade, transformando-as no seu palco e promovendo momentos coletivos de partilha. Destaque ainda para o concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras, que contou com a participação do Coro Sinfónico Inês de Castro e lotou a Igreja Matriz de Ovar.

Organizadas pela Comissão das Solenidades Quaresmais, da qual o Município de Ovar é parte, estas celebrações voltaram a contar com a colaboração central da autarquia, que reafirma a importância estratégica destas iniciativas, integradas numa programação cultural que valoriza a identidade e promove o envolvimento direto da comunidade.

“A promoção de eventos identitários que divulguem as raízes mais genuínas de Ovar continua a ser uma prioridade do Município, que tem consolidado uma estratégia cultural assente naquilo que diferencia o concelho e na capacidade de criar experiências únicas”, destaca Domingos Silva, Presidente da Câmara Municipal. O autarca defende ainda que esta é “uma forma de afirmar uma programação distintiva, diversificada e regular ao longo do ano, sendo uma política determinante para a atração de cada vez mais visitantes”.

As Solenidades Quaresmais de Ovar integram a Rede Europeia de Celebração da Semana Santa e Páscoa, contribuindo para a valorização internacional do concelho.

Com uma adesão significativa, que se traduziu na presença de largas centenas de visitantes, estas iniciativas demonstram a sua singularidade e profundo enraizamento na comunidade. Mais do que eventos religiosos, assumem-se como iniciativas de enorme importância para o concelho, contribuindo para a divulgação de uma herança cultural e de um património relevantes, onde se destacam vivências seculares, as Capelas dos Passos e imagens centenárias.

https://www.ovarnews.pt/ze-dos-pregos-essa-curiosa-figura-da-capela-do-encontro/ https://www.ovarnews.pt/solenidades-quaresmais-projetam-ovar-enquanto-destino-de-cultura-e-identidade-religiosa/


Gil Gilvaz oferece Marcha de Desfile à banda francesa Jeunesse Ansoise
Gil Gilvaz é um músico vareiro que vive, atualmente, na Suíça, mas no último fim de semana foi homenageado em França, onde também residiu. A visita a um local importante do seu passado recente foi aproveitado por Gil para oferecer uma Marcha à banda francesa que o acolheu e onde tocou durante cinco anos.

No fim de semana de 28 e 29 de Março, Gilvaz esteve presente em dois concertos da Fanfare Jeunesse Ansoise, situada no Rhône, ao norte de Lyon, na França, momento que foi aproveitado para oferecer uma Marcha de Desfile à banda francesa e, assim, agradecer os cinco anos que passou naquela casa que o fizeram sentir sempre como sendo sua.

"Quero agradecer, de uma forma especial, ao meu amigo Vitor Resende o excelente trabalho na composição desta marcha", disse no momento. "O nosso objetivo como emigrantes é divulgar o nosso país e, em especial, a nossa terra e, tanto na banda em França, como na que atualmente toco aqui na Suíça, já todos sabem onde é Ovar".

Durante os cerca de quarenta anos que dedicou e continua a dedicar à música, Gil Gilvaz tocou em inúmeras orquestras em Portugal, incluindo dez anos na Orquestra do Exército Português, mas "aqui sempre me senti em casa, amado por todos vocês, pessoas humildes e gentis. Fui muito feliz nesta família", disse, emocionado. "Passei muitos anos com estas pessoas extraordinárias, com quem aprendi tanto, e espero que elas também tenham aprendido comigo", riu.

Há cerca de três anos, por motivos profissionais, Gil Gilvaz mudou-se para La Chaux-de-Fonds, uma comuna da Suíça, situada no cantão de Neuchâtel, e teve de se despedir da Jeunesse Ansoise, "mas levei-os no meu coração".

Mas desde esse momento em que partiu, conta que cresceu "a necessidade de fazer algo para honrar esses anos que passei aqui, e que melhor maneira do que compor uma marcha para a Jeunesse Ansoise?" "Conversei com meu amigo Vitor Resende, maestro e compositor, e apresentei-lhe o projeto, que ele aceitou imediatamente", recorda.

"Foi assim que surgiu esta marcha, como uma homenagem a estas pessoas maravilhosas que tanto me deram. ​​Espero que gostem desta bela marcha e de ter o prazer de ouvi-la em breve".

Nas suas palavras, no momento da oferta, o vareiro expressou gratidão "a todos que a tornaram isto possível, como o Aurélien e Alain, todos os músicos, a equipe da Jeunesse Ansoise e, especialmente, ao nosso querido amigo Dédé, que já não está fisicamente entre nós, mas sei que, onde quer que ele esteja, também está feliz…"

Em suma, foi mais um desafio, um "desafio diferente, para um país diferente, para músicos diferentes, mas o resultado final foi um êxito. Viva a Música!"

A linguagem da música é universal e une os povos. Parabéns, Gil Gilvaz!

https://youtu.be/Vsn4iHZdBWg

  https://www.ovarnews.pt/gil-gilvaz-oferece-marcha-de-desfile-a-banda-francesa-jeunesse-ansoise/


Festival Imaginarius convoca homens e mulheres para performance sobre direito ao corpo e à cidade
 

O Imaginarius – Festival de Artes Performativas em Espaço Público tem abertas inscrições para a participação de 30 voluntários, maiores de idade e com identidades diversas, numa ação coletiva no centro histórico de Santa Maria da Feira. A intervenção urbana MAMIL(a)S é uma criação original da companhia brasileira Desvio Coletivo, que regressa ao Imaginarius para questionar quem pode ocupar a cidade sem ser permanentemente interpelado.

Três dezenas de corpos integralmente cobertos por tecidos que escondem marcas de género vão revelar apenas um detalhe a quem passa: os mamilos, partes íntimas que concentram uma contradição profunda quando expostas publicamente. O gesto continua a ser lido de forma desigual se protagonizado no masculino ou no feminino.

A performance MAMIL(a)S propõe-se questionar de forma poética leituras normativas da presença no espaço urbano, valorizando o coletivo como gesto de celebração e afirmação.

Nove anos depois de ter apresentado a impactante performance CEGOS no Imaginarius, o Desvio Coletivo regressa ao festival com mais um projeto artístico de intervenção social e política, que questiona e confronta as amarras impostas ao corpo feminino no espaço urbano.

Para a concretização deste projeto artístico em Santa Maria da Feira serão envolvidos 30 participantes com ou sem experiência artística, desde que maiores de idade, e identidades diversas, reforçando o caráter plural e inclusivo da intervenção.

A participação nesta performance implica um processo de construção personalizado em cada território, que articula momentos de reflexão, preparação e contacto direto com o espaço urbano.

Para o efeito, estão já agendadas conversas em torno da liberdade, presença no espaço público e criação artística, bem como ações de reconhecimento do local e do percurso no centro histórico, e sessões de preparação física através de exercícios performativos.

Com esta intervenção artística pretende-se demonstrar que caminhar pela cidade não é um gesto neutro. Para alguns, é um direito adquirido, para outros exposição constante, vigilância e risco.

A ação vai instalar-se neste desequilíbrio estrutural, revelando como o espaço urbano continua a regular quem o pode ocupar, atravessar e permanecer sem ser interpelado.

“MAMIL(a)S é, assim, um manifesto sobre o direito à cidade – e ao próprio corpo – escrito com pele, movimento e rebeldia. Uma interrogação ambulante: até quando a presença feminina no espaço público será tratada como transgressão e não como potência?”, lê-se na página oficial do Desvio Coletivo.

Para mais informações e inscrições sobre este projeto artístico, os interessados devem consultar o site oficial do festival Imaginarius em www.imaginarius.pt/espetaculos/workshop-preparacao-coletiva-para-a-performance-mamilas/.

  https://www.ovarnews.pt/festival-imaginarius-convoca-homens-e-mulheres-para-performance-sobre-direito-ao-corpo-e-a-cidade/
A exigência física e a superação individual voltam a marcar o regresso do Bombeiro d’Areia, que decorre a 19 e 20 de setembro de 2026, na Praia de Esmoriz.

+ info https://www.ovarnews.pt/?p=101707


Europarque recebe 5 000 atletas e 15 000 visitantes no maior evento desportivo da sua história
 

Cerca de 5000 atletas de todo o país e do estrangeiro e um público estimado de 15 000 pessoas vão passar pelo Europarque, em Santa Maria da Feira, nos dias 11 e 12 de abril, para assistir ou participar no Hybrid Day, o maior evento desportivo alguma vez realizado no Europarque.

Com provas a decorrer de forma contínua, entre as 8h00 e as 20h00, o evento ocupa mais de 7 500 m² de pavilhões e mobiliza uma operação logística alargada que envolve grande parte do Europarque.

A escolha do Europarque para receber esta prova resulta da sua localização estratégica, acessibilidades, capacidade de estacionamento e experiência da equipa, fatores determinantes para acolher um evento desta dimensão. Para o efeito, toda a estrutura do Europarque está mobilizada, com reforço de equipas, segurança, acessos e serviços, garantindo as melhores condições para atletas e visitantes.

“O Europarque tem condições únicas e está preparado para receber eventos desta dimensão. Este evento desportivo é um sinal da capacidade instalada que temos e do posicionamento de Santa Maria da Feira enquanto território que sabe organizar e acolher grandes iniciativas”, sublinha o presidente da Câmara Municipal, Amadeu Albergaria.

O Hybrid Day integra uma modalidade em franco crescimento a nível mundial, o fitness racing, que combina corrida com exercícios funcionais de força e resistência. Trata-se de uma competição exigente, mas acessível a atletas de diferentes níveis, que testa a capacidade física e mental dos participantes ao longo de várias estações intercaladas com corrida.

Depois de cidades como Viana do Castelo, Leiria, Corunha, Vigo, Madrid ou Sevilha, e após uma primeira realização em Portugal este ano, em Aveiro, Santa Maria da Feira é a segunda cidade portuguesa a receber o Hybrid Day em 2026, reforçando a sua capacidade para acolher grandes eventos e afirmando o Europarque como um equipamento de referência nacional.

Esta competição de grande escala cruza desporto, organização e experiência, colocando Santa Maria da Feira no centro das grandes dinâmicas do fitness internacional.

A forte adesão à iniciativa é notória com o dia de sábado esgotado e o domingo com elevada procura, prevendo-se a lotação completa nos próximos dias no maior evento fitness realizado em Portugal.

 

  https://www.ovarnews.pt/europarque-recebe-5-000-atletas-e-15-000-visitantes-no-maior-evento-desportivo-da-sua-historia/

terça-feira, abril 07, 2026



Ministra contratualiza obras urgentes em Ovar e promete reposição de areias nunca vista
A ministra do Ambiente identificou hoje em Ovar as obras urgentes a realizar na praia do Furadouro para corrigir danos causados pelas recentes tempestades e anunciou também uma posterior reposição de areias em dimensão nunca antes vista nesse concelho.

Aqui já estão em curso obras para reforço dos respetivos esporões e da estrutura longitudinal aderente, mas Maria Graça Carvalho disse que os estragos causados pelo comboio de tempestades que assolou o país em janeiro e fevereiro obrigam agora a mais trabalhos, pelo que a intervenção, cujo término estava inicialmente previsto para meados do ano, deverá prolongar-se mais alguns meses.

As intervenções que a governante considerou mais “urgentes” são a reconstrução do muro marginal da praia do Furadouro, o reforço do cordão dunar e dique fusível da Barrinha de Esmoriz, e “alguma reposição – pouca – de areia” nessas e outras praias de Ovar.

Para isso, o protocolo hoje assinado pela Câmara Municipal de Ovar e pela Agência Portuguesa do Ambiente prevê um orçamento de 375.000 euros, mediante o qual a maioria dos trabalhos deverá ficar concluída até ao arranque da época balnear e, no restante, até ao final do ano.

Especificamente quanto aos areais, que praticamente desapareceram nos últimos meses, o presidente da Agência Portuguesa (APA), José Pimenta Machado, confia que a situação será corrigida pelo desempenho natural das águas após o inverno: “A nossa expectativa, como acontece em todas as praias, é que o mar, ao acalmar, vá recolocar a areia que levou da praia. Mas o protocolo permite a possibilidade de colocarmos mais”.

De qualquer forma, essa reposição natural será monitorizada pela APA para que, caso venha a ser necessário complementá-la com deposição, a intervenção permita garantir “boas condições para a época balnear, em segurança e de forma a poder estender-se a toalha e apanhar sol”.

No concelho, que é “o mais vulnerável do país em termos de erosão costeira”, a empreitada seguinte, já em preparação, é a que Pimenta Machado definiu como “uma operação de grande magnitude, como nunca foi feito em Ovar” (e que não são os quebra-mares destacados, projeto já descartado). https://www.ovarnews.pt/ministra-contratualiza-obras-urgentes-em-ovar-e-promete-reposicao-de-areias-nunca-vista/


Taça Pecol: Meias finais levam Ovarense a Fiães
Depois de uma eliminatória marcada pelo 𝑠𝑢𝑠𝑝𝑒𝑛𝑠𝑒 𝑑𝑎𝑠 𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒𝑠 𝑝𝑒𝑛𝑎𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠, vitórias mais seguras e outras pela margem mínima vamos conhecer os 𝙨𝙚𝙢𝙞-𝙛𝙞𝙣𝙖𝙡𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨 da ᴛᴀçᴀ ᴘᴇᴄᴏʟ.

🎟️ 𝗠𝗲𝗶𝗮𝘀-𝗳𝗶𝗻𝗮𝗶𝘀 (24 de maio):


➡️ Sporting Clube de Espinho x Clube Desportivo Estarreja Cde


➡️ Fiães Sport Clube x Associação Desportiva Ovarense

O caminho para a final está aberto, quem irá erguer a Taça?

  https://www.ovarnews.pt/taca-pecol-meias-finais-levam-ovarense-a-fiaes/



.O projeto "Folk By Pedro" é essencialmente fotográfico, mas explora perspetivas novas. Ele surge oficialmente em outubro de 2025, movido pela missão de preservar, cultivar e salvaguardar a riqueza do folclore, da cultura e da etnografia portuguesa.

Pedro Oliveira é natural de Maceda - freguesia do concelho de Ovar cujas raízes rurais moldaram a sua visão artística e as suas ações culturais, com a sua prematura participação ativa no Grupo de Danças e Cantares de São Pedro de Maceda, como impulsionador das éticas tradicionais da sua terra.





Embora a génese do projeto remonte a junho de 2025, com uma primeira apresentação no XI Sarau Desportivo do Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, foi em outubro que o projeto se consolidou e se formalizou oficialmente com a estatura atual.

Desde então, Pedro Oliveira tem marcado presença em congressos, encontros de folclore, sessões fotográficas e atuações de dança, individualmente ou em coletivo, trabalhando em conjunto com colegas do seu dia-a-dia, incutindo-lhes o gosto pela cultura e pelo folclore português.

Através da apropriação responsável de recolhas meticulosas de diferentes zonas do país, o projeto destaca-se pela "busca da naturalidade da beleza humana, ao tentar preservar a fidelidade histórica e a réplica dos materiais utilizados nos finais oitocentistas, honrando com o seu maior gosto, rigor e brio, os seus valores antepassados", explica.

A ideia das sessões fotográficas já surgiu com a criação do projeto, em outubro do ano passado. "Desde então, fotografei e elaborei em vídeo algumas atuações e encontros de folclore em que estive presente".

"Escolhemos fotografar em Ovar por impulso, foi decidido à pressa. Quisemos, por um lado, mostrar algumas formas de trajar e de ser do povo português a nível nacional no período pascal, em concreto no Minho mas, por outro lado, mostrar o património edificado da nossa zona, daí termos fotografias na Igreja Matriz de Ovar, na Igreja de Santo António, em casas azulejadas e no Jardim dos Campos".

É este o resultado. https://www.ovarnews.pt/folk-by-pedro-da-fotografia-para-o-coracao-do-folclore/
O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2025 confirma – sem margem para dúvidas – que o cibercrime em Portugal não está a estabilizar: Pelo contrário está a acelerar e a um ritmo mais rápido do que aquele que as autoridades conseguem acompanhar criando um hiato cada vez maior entre cibercrime e investigadores policiais que favorece a ação dos criminosos.


Com efeito, no RASI observa-se que a criminalidade informática participada subiu 13,4% face ao ano anterior; que os ataques de ransomware aumentaram 71%: que o phishing cresceu 93%; que a exploração de vulnerabilidades críticas disparou 162% e que o código malicioso (malware) detetado aumentou 224%. São números de aceleração, não de fenómeno estável, mas de algo que está nitidamente a escapar ao controlo das autoridades para grande e grave prejuízo de cidadãos e organizações públicas e privadas.

O CERT.PT (a equipa de resposta a incidentes do Centro Nacional de Cibersegurança) registou 61.798 incidentes de cibersegurança em 2025 no ciberespaço nacional. Excluindo a deteção automática, foram 3.864 incidentes abertos com base em 8.891 notificações, representando um crescimento de 40% nos incidentes e de 75% nas notificações. Estes números são relevantes, mas continuam a refletir apenas o que é reportado. O que não é reportado e é muito maior permanece invisível para o Estado e fora do RASI.

A classe de incidentes mais numerosa foi o comprometimento de contas, com 47.953 casos, representando 78% de todos os registos. Aqui, a causa dominante são os infostealers: programas maliciosos concebidos para roubar credenciais, cookies de autenticação, dados de browsers e documentos. Os dados obtidos são vendidos em fóruns de cibercrime e usados como ponto de entrada para ataques mais destrutivos, incluindo ransomware.

O infostealer Lumma está associado a 25.430 incidentes, equivalente a 59% de todos os incidentes de malware e a 41% de todos os incidentes registados pelo CERT.PT. É um número chocante para um único programa malicioso. Surgiu ainda em 2025 uma nova variante designada Acreed, classificada como malware-as-a-service (ou seja, disponível para aluguer por qualquer criminoso sem competências técnicas) que atingiu 6% de todos os incidentes de malware. No ransomware, as variantes identificadas no espaço nacional incluem Akira, MAKOP, Qilin, DevMan 2.0, INCRansom, MEDUSA, Nitrogen e Lynx. Estas operações não são conduzidas por amadores: São operações criminosas com estrutura empresarial, divisão de funções e modelos de afiliação e até, por vezes, de delegação em organizações terceiras.

O RASI documenta ainda dois vetores que recebem pouca atenção pública. O primeiro é o malware Android. O BadBox2.0 afeta dispositivos IoT de consumo corrente (Smart TVs, aparelhos de streaming, projetores), integrando-os em botnets para ataques DDoS e fraude publicitária, sem que o utilizador detete qualquer anomalia. O ToxicPanda, também dirigido a dispositivos Android, tem como objetivo exfiltrar dados bancários e executar transferências não autorizadas. Estes dispositivos são vendidos livremente em sites como a Temu ou AliExpress, sem qualquer requisito mínimo de segurança. O segundo vetor é a inteligência artificial, usada pelos atacantes para automatizar phishing em português correto, produzir deepfakes de voz e imagem para engenharia social e sofisticar técnicas de evasão de deteção. A IA está a ser usada contra as vítimas mais rapidamente do que as defesas conseguem incorporar.

No domínio da engenharia social, o CEO Fraud (em que o atacante se faz passar por administrador ou fornecedor para induzir transferências bancárias) registou 192 incidentes, um aumento de 20%, tornando-se o subtipo mais frequente em 2025. A este seguem-se os falsos recrutamentos (118 incidentes), o esquema “Olá, Pai… Olá, Mãe” (99 incidentes) e o vishing (85 incidentes). O phishing registou um aumento de 93%, com novidade na personificação de marcas do setor da Energia, para além dos habituais alvos de Banca, ISPs, Saúde e Administração Pública. Os ataques DDoS aumentaram 36%, continuando uma tendência ascendente verificada pelo menos desde 2023, com foco em entidades da administração pública e operadores de serviços essenciais.

Perante este diagnóstico, a resposta atual é insuficiente e demasiado reativa.

A Polícia Judiciária constituiu 2.559 arguidos (+28,5%) e deteve 83 pessoas (+88,6%) por criminalidade informática em 2025. Os números crescem, mas permanecem residuais face à escala do fenómeno. O rácio entre incidentes e detenções é revelador da assimetria entre o volume do problema e a capacidade de resposta do Estado. A C-Academy do CNCS emitiu 4.811 certificados de formação ao longo de 2025 e o Roteiro NIS2 prevê 60 ações de formação gratuitas em todo o país. São iniciativas úteis, mas insuficientes para a dimensão do problema num país com centenas de milhares de funcionários públicos e mais de 400.000 empresas.

É necessário alterar o modelo. E o modelo tem de mudar em várias frentes em simultâneo.

1. Em primeiro lugar, deve existir uma obrigação legal clara de reporte de incidentes de cibersegurança para todas as organizações, independentemente da sua dimensão, com prazos curtos e definidos. O incumprimento deve implicar coimas efetivas e proporcionais, não meramente simbólicas. Sem dados completos, o Estado está a atuar às cegas. A subnotificação não é apenas um problema de transparência: é um problema operacional que impede a construção de inteligência agregada sobre ameaças.

2. Em segundo lugar, a investigação de cibercrime deve abrir-se a modelos híbridos. A participação controlada de associações técnicas, comunidades de segurança e hackers éticos deve ser formalizada, com enquadramento legal claro, certificação, deveres de confidencialidade e regras de cadeia de custódia. Muitos dos melhores especialistas não estão no Estado. Ignorar este ecossistema é desperdiçar capacidade instalada no país.

3. Em terceiro lugar, deve ser criada uma taxa específica sobre operadores digitais de grande escala e serviços expostos a risco elevado, destinada exclusivamente ao financiamento do combate ao cibercrime: equipas forenses, laboratórios técnicos, formação e retenção de talento nas forças de investigação. O problema hoje não é apenas falta de legislação: é falta de capacidade operacional e de meios humanos especializados e dedicados.

4. Em quarto lugar, a formação obrigatória em cibersegurança deve ser imposta a todas as organizações com mais de cinco trabalhadores. Não formação genérica para “encher chouriços”, mas programas mínimos certificados, com avaliação periódica e recurso a casos reais como método de aprendizagem. A esmagadora maioria dos incidentes começa com erro humano previsível.

5. Em quinto lugar, deve ser criado um regime de incentivo fiscal ao cidadão. Gestores de passwords, soluções de autenticação multifator, antivírus, backups e VPN devem ter IVA zero ou dedução fiscal. A superfície de ataque começa no utilizador final; ignorá-lo é um erro estrutural.

Para além destas cinco propostas, o diagnóstico do RASI 2025 justifica medidas adicionais. A regulação ao nivel de dispositivos IoT e Android de consumo (Smart TVs, aparelhos de streaming, telemóveis de baixo custo) é urgente, enquadrada no Cyber Resilience Act europeu. É necessário um regime de responsabilidade para plataformas que facilitam branqueamento de capitais associado a cibercrime, com mecanismos de bloqueio preventivo. A exploração de vulnerabilidades críticas em zero-day exige um programa nacional de gestão de patches com resposta coordenada obrigatória nas entidades públicas. O uso de IA como vetor de ataque deve ser incluído como circunstância agravante explícita no Código Penal. E a fragmentação entre CNCS, Polícia Judiciária e SIS deve ser resolvida não com mais estruturas mas com um protocolo legal vinculativo de partilha de inteligência em tempo real: algo que o novo Regime Jurídico da Cibersegurança (Decreto-Lei n.º 125/2025), apesar de representar um avanço, ainda não garante.

O cibercrime já não é um fenómeno marginal. É uma economia paralela altamente organizada, com fornecedores, distribuidores, afiliados e estruturas de lavagem de dinheiro. A resposta tem de sair da lógica administrativa e passar para uma lógica de segurança nacional, com prioridade política, financiamento estável e integração de todos os atores relevantes. Sem isso, o país continuará a reagir a incidentes isolados em vez de combater o sistema que os gera.

Como se proteger: guia prático para cidadãos e organizações

Os malware mais ativos em Portugal em 2025, segundo o RASI, são infostealers, com destaque para o Lumma e o Acreed, ransomware das famílias Akira, MAKOP e Qilin, e trojans bancários Android como o ToxicPanda. O BadBox2.0 compromete dispositivos domésticos de streaming. O denominador comum de quase todos estes ataques é o mesmo: começam por uma credencial comprometida, um clique num link malicioso ou um dispositivo sem atualizações. As medidas que se seguem eliminam ou reduzem significativamente este risco inicial.

Para utilizadores individuais

1. Usar um gestor de passwords é a medida com maior impacto imediato. Os infostealers como o Lumma recolhem credenciais guardadas no browser. Um gestor de passwords dedicado (Bitwarden, 1Password ou equivalente) armazena as credenciais de forma cifrada fora do browser, tornando-as inúteis para este tipo de malware mesmo que o dispositivo seja comprometido. Usar a mesma password em vários serviços continua a ser um dos erros mais comuns e dos mais explorados.

2. Ativar a autenticação multifator (MFA) em todas as contas críticas é inegociável. Email, homebanking, redes sociais e serviços de governo eletrónico devem todos ter MFA ativo. Mesmo que uma credencial seja roubada por um infostealer, sem o segundo fator o atacante não consegue aceder à conta. Preferir MFA por aplicação autenticadora (como o Google Authenticator ou o Aegis) em vez de SMS, que é mais fácil de interceptar.

3. Não instalar aplicações Android fora das lojas oficiais. O ToxicPanda e variantes semelhantes distribuem-se através de APKs enviados por SMS, email ou links em redes sociais, frequentemente a imitar apps de bancos, CTT ou serviços públicos. A Google Play Store não é garantia absoluta de segurança, mas reduz significativamente o risco.

4. Não ligar dispositivos IoT baratos (Smart TVs de origem duvidosa, boxes de streaming sem marca reconhecida, projetores de baixo custo) diretamente à rede sem isolamento. O BadBox2.0 afeta este tipo de equipamento. Sempre que possível, colocar estes dispositivos numa rede Wi-Fi separada (guest network) sem acesso a outros equipamentos da casa.

5. Importante: Não guardar passwords, códigos de recuperação ou dados bancários em ficheiros de texto, notas ou emails. Os infostealers recolhem sistematicamente documentos e o conteúdo de aplicações de notas.

6. Ser desconfiado por defeito com qualquer contacto não solicitado (por email, SMS, WhatsApp, telefone) que peça dados pessoais, credenciais ou pagamentos, mesmo que aparente vir de uma entidade conhecida. O vishing (chamadas falsas de “banco” ou “suporte técnico”) e o phishing por SMS a imitar CTT, EDP ou portais governamentais estão entre os vetores mais ativos. Caso tenha a menor dúvida, desligar e contactar a entidade diretamente através dos canais oficiais.

7. Manter o sistema operativo e as aplicações sempre atualizados. O aumento de 162% na exploração de vulnerabilidades registado em 2025 inclui falhas em software amplamente utilizado, como o Microsoft SharePoint. As atualizações automáticas devem estar ativas. Um sistema desatualizado é um sistema vulnerável por definição.

8. Fazer backups regulares dos dados importantes, em local separado do dispositivo principal : disco externo offline ou serviço de cloud com autenticação forte. O ransomware cifra os ficheiros acessíveis a partir do dispositivo comprometido; um backup offline é a única proteção eficaz contra perda total de dados.

Para organizações:

1. A prioridade número um é eliminar o uso de passwords simples e reutilizadas em contas corporativas e implementar MFA obrigatório para todos os sistemas de acesso remoto, email e painéis de administração. A grande maioria dos ataques de ransomware documentados em 2025 teve como ponto de entrada credenciais comprometidas, muitas delas obtidas através de infostealers meses antes do ataque. O tempo médio entre o roubo de credenciais e a ativação do ransomware é de semanas a meses: o que significa que as credenciais dos colaboradores podem já estar em fóruns de cibercrime sem que ninguém o saiba.

2. Implementar um processo formal de gestão de patches com prioridade para vulnerabilidades críticas. Em 2025, a vulnerabilidade mais explorada no espaço nacional foi uma falha crítica no Microsoft SharePoint (CVE-2025-53770), seguida de uma falha no CMS DotNetNuke (CVE-2025-64095). Ambas eram conhecidas e tinham correção disponível. Sistemas com estas vulnerabilidades por corrigir são alvos ativos.

3. Segmentar a rede interna. Ransomware propaga-se lateralmente após a intrusão inicial. Uma rede plana (em que todos os sistemas comunicam livremente entre si) permite que um único dispositivo comprometido afete a organização inteira. A segmentação limita o raio de impacto.

4. Ter um plano de resposta a incidentes documentado, testado e conhecido pelos responsáveis. Não é necessário um documento de cem páginas; é necessário que alguém saiba o que fazer nas primeiras duas horas após detetar um comprometimento: quem contactar, o que isolar, como preservar evidência. O CERT.PT (cert.pt) é o ponto de contacto nacional e deve estar na lista de contactos de emergência de qualquer organização.

5. Importante: Fazer backups frequentes, cifrados e testados. Backups não testados são uma falsa segurança: muitas organizações descobrem que os seus backups não funcionam precisamente quando precisam deles. O backup deve estar isolado da rede de produção e deve ser testado periodicamente com um processo real de restauro.

6. Formar os colaboradores com casos reais e de forma regular. A campanha de phishing que chegou a uma organização portuguesa no mês passado é mais eficaz como material de formação do que qualquer diapositivo genérico. Simulações de phishing internas, com feedback imediato, têm demonstrado redução significativa de cliques em links maliciosos.

7. Monitorizar Dark Web e fóruns de cibercrime para deteção de credenciais comprometidas. Existem serviços comerciais e gratuitos (como o Have I Been Pwned) que permitem verificar se endereços de email da organização aparecem em bases de dados de credenciais roubadas. Esta verificação deve ser automatizada e periódica.8. Reportar incidentes ao CERT.PT mesmo quando a organização consegue resolver o problema internamente. Cada incidente reportado contribui para a inteligência coletiva nacional. Um incidente silenciado é uma ameaça que continua ativa para outras organizações.

  https://www.ovarnews.pt/o-cibercrime-em-portugal-em-2025-diagnostico-resposta-e-sugestoes/


Infantis A do SC Esmoriz na na final da Taça Distrito
Os Infantis A do SC Esmoriz garantiram a presença na final da Taça Distrito Sub-13 Fut9, após vitória sobre o Feirense, demonstrando garra e talento.

Após em pate a uma bola no tempo regulamentar, os miúdos eliminaram os feirenses por 4-2, garantindo um lugar na final da Taça Distrito Sub-13 Fut9.

Realce para a guarda de honra do plantel Sénior, um momento que simboliza o caminho, o orgulho e o futuro que esta equipa está a construir. https://www.ovarnews.pt/infantis-a-do-sc-esmoriz-na-na-final-da-taca-distrito/

segunda-feira, abril 06, 2026



Sacos personalizados como ferramenta de marketing sustentável
Práticos, visíveis e cada vez mais valorizados pelos consumidores, os sacos personalizados eco-friendly são hoje instrumentos de comunicação que associam marcas a valores de responsabilidade ambiental, continuando a trabalhar pela empresa muito depois de serem oferecidos.

Quantas marcas passam à frente dos nossos olhos todos os dias sem que nos apercebamos? A esmagadora maioria. Mas há um suporte de comunicação que consegue escapar a esse destino de invisibilidade: o saco que alguém leva na mão enquanto caminha na rua, circula nos transportes públicos ou percorre os corredores de uma feira.

É por isso que os sacos personalizados eco-friendly ocupam um lugar de destaque nas estratégias de marketing de empresas que não querem apenas comunicar, mas também fazê-lo com propósito e coerência.


Marketing ecológico: porquê apostar em sacos reutilizáveis


O green marketing deixou de ser um nicho para se tornar uma exigência crescente do mercado. Os consumidores atuais, em particular os das gerações mais jovens, valorizam as marcas que demonstram um compromisso genuíno para com o ambiente e penalizam as que aparentam indiferença.

Neste contexto, os sacos reutilizáveis personalizados reúnem tudo o que uma estratégia de marketing ecológico exige: visibilidade, funcionalidade e mensagem. Um saco com o logótipo de uma empresa percorre trajetos imprevisíveis (supermercados, ginásios, eventos, transportes) e funciona como um anúncio ambulante que nenhum meio pago consegue replicar com a mesma naturalidade.

A esta vantagem soma-se o alinhamento com os valores da marca: oferecer um saco reutilizável a clientes, colaboradores ou parceiros é um gesto concreto de responsabilidade ambiental, muito mais convincente do que qualquer declaração de intenções num relatório de sustentabilidade.

Materiais eco-friendly para sacos personalizados

A escolha do material é o primeiro passo para garantir que a aposta nos sacos personalizados é genuinamente ecológica e não apenas cosmética. Entre as opções mais utilizadas, destacam-se:

● Algodão orgânico: produzido sem pesticidas sintéticos e com menor consumo de água do que o algodão convencional, é uma das escolhas mais comuns. Muitos fornecedores disponibilizam versões com certificação GOTS (Global Organic Textile Standard), que assegura a rastreabilidade de todo o processo produtivo;

● Algodão reciclado: obtido a partir do reaproveitamento de fibras têxteis pós-consumo, reduz significativamente o impacto ambiental associado ao cultivo e ao tratamento da matéria-prima virgem;

● rPET (poliéster reciclado): derivado da reciclagem de garrafas plásticas, é um material leve e resistente que confere uma segunda vida a resíduos que, de outra forma, terminariam em aterro ou nos oceanos;

● Juta: fibra natural e biodegradável com elevada resistência, adequada para sacos de compras robustos com um acabamento rústico e natural;

● Cânhamo: considerado uma das fibras têxteis mais sustentáveis disponíveis, o cânhamo cresce rapidamente e dispensa a utilização de pesticidas.

A decisão entre estas alternativas depende do posicionamento da marca e do contexto de utilização. Em qualquer caso, a sustentabilidade do material deve ser comprovada por certificações reconhecidas, como a OEKO-TEX, GRS ou FairTrade.

O impacto ambiental positivo de substituir sacos descartáveis

Os números relativos ao plástico de utilização única são, por si só, um argumento poderoso. De acordo com dados da organização ambiental Beyond Plastics, a introdução de legislação restritiva tem produzido resultados expressivos: em várias regiões que adotaram proibições, o uso de sacos de plástico descartáveis caiu entre 70 e 90 por cento. A nível global, mais de 90 países já implementaram alguma forma de regulação sobre a sua distribuição.

A alternativa reutilizável responde diretamente a este desafio. Estudos de referência realizados no Reino Unido indicam que um saco de polipropileno não tecido reutilizado apenas 11 vezes neutraliza o impacto ambiental comparativo com sacos descartáveis.

Para materiais como o algodão orgânico, o número de utilizações necessárias é mais elevado, o que reforça a importância de oferecer sacos de qualidade suficiente para que as pessoas os queiram, de facto, guardar e continuar a utilizar.

É este ciclo de reutilização que transforma o saco personalizado num instrumento de duplo impacto: ambiental e de comunicação de marca.

Como comunicar sustentabilidade com sacos personalizados

Ter um saco ecológico com o logótipo da empresa não é condição suficiente: a comunicação de sustentabilidade exige coerência entre o objeto, a mensagem e os valores que a marca defende. Alguns princípios práticos:

● Transparência nos materiais: indicar o tecido utilizado e a certificação obtida, no próprio saco ou na comunicação que o acompanha, transmite credibilidade e distingue a marca das que praticam greenwashing;

● Design com propósito: um saco esteticamente cuidado e funcionalmente resistente tem maior probabilidade de ser reutilizado com frequência, prolongando a exposição à marca ao longo do tempo;

● Consistência com a identidade visual: cores, tipografia e acabamentos devem estar alinhados com o manual de identidade da empresa, tornando o saco um elemento reconhecível e coerente;

● Mensagem ambiental integrada: uma frase discreta, como “fabricado em algodão orgânico certificado” ou “cada utilização conta”, reforça a narrativa sem sobrecarregar visualmente o design.

Estudos de caso de empresas que adotaram sacos eco-friendly

Para se perceber o impacto real da transição para soluções mais sustentáveis, vale a pena analisar exemplos concretos de empresas que integraram sacos eco-friendly na sua estratégia.

Estes casos mostram como uma simples mudança de embalagem pode reforçar a identidade da marca, melhorar a perceção do consumidor e contribuir para objetivos ambientais mais amplos.

IKEA

A marca sueca transformou o saco Frakta, um simples saco reutilizável azul em polipropileno resistente, num ícone reconhecido mundialmente. O objeto tornou-se um símbolo da filosofia da empresa: design acessível, funcionalidade e compromisso com a redução do desperdício.

O IKEA eliminou os sacos de plástico descartáveis das suas lojas e fez do saco reutilizável uma extensão tangível da sua identidade de marca.

Lush

A marca britânica de cosmética foi mais longe e substituiu as embalagens de presente tradicionais por knot-wraps, panos de tecido reutilizáveis fabricados a partir de garrafas PET recicladas ou de algodão orgânico com certificação Fairtrade.

O objeto funciona simultaneamente como embalagem, presente e acessório de moda. Quem o devolve à loja paga apenas metade do preço por um novo, num modelo de economia circular que transformou um simples pano num pilar da estratégia de sustentabilidade da marca.

Patagonia

A marca norte-americana de vestuário técnico é um dos casos mais citados em contextos de marketing sustentável.

A Patagonia utiliza sacos e embalagens com materiais reciclados e comunica abertamente os seus processos produtivos, incluindo os próprios impactos negativos, uma transparência que conquistou uma base de clientes extraordinariamente fiel e que demonstra que a autenticidade vale mais do que qualquer campanha publicitária convencional.

Em resumo

Investir em sacos personalizados eco-friendly é, no fundo, investir numa forma de marketing que não se esgota quando a campanha termina.

De cada vez que alguém usa o saco no mercado, na rua ou num evento, a marca está presente, discreta, mas inconfundível. E quando esse saco é feito com materiais certificados, tem um design cuidado e é suficientemente bom para ser reutilizado repetidamente, a mensagem que transmite é mais poderosa do que qualquer anúncio: que há marcas que, de facto, praticam o que pregam.

 

  https://www.ovarnews.pt/sacos-personalizados-como-ferramenta-de-marketing-sustentavel/


“O Embondeiro Misterioso” é o novo livro de António Poças (com áudio)
No dia 17 de abril, às 18h30, a Biblioteca Municipal de Ovar abre as portas para a apresentação de “O Embondeiro Misterioso”, a nova obra de António Poças que promete uma viagem profunda entre a Beira Alta e Moçambique. O evento contará com a intervenção de Clara Casaca, responsável pela apresentação da obra, que é chancelada pela editora Tecto de Nuvens.

O livro centra-se na história da família Rocha, originária da Beira Alta (Viseu), que na década de 50 decide partir para Moçambique em busca de uma vida melhor. Estabelecidos como comerciantes numa pequena localidade do interior, o casal Rocha destaca-se não apenas pelo comércio, mas pelo seu forte cariz humanitário, dedicando-se a causas como a alfabetização, saúde e instrução da comunidade local.

No coração desta narrativa surge a figura imponente do embondeiro — uma árvore que, no contexto tribal, serve como ícone, oráculo e elo de ligação entre o passado e o futuro. A obra explora o complexo confronto entre “colonizador e colonizado”, abordando temas sensíveis como o racismo e a discriminação, mas oferecendo uma visão de esperança através da amizade e do diálogo entre diferentes crenças e “mundos” opostos.

António Poças, embora natural de Celorico de Basto (nascido em 1945), fixou residência em Ovar. A sua vida é marcada por uma vasta experiência em Moçambique, onde viveu entre 1957 e 1975. Diácono permanente na diocese do Porto, com serviço nas paróquias de S. João de Ovar e S. Vicente de Pereira, Poças tem uma longa carreira ligada à escrita, colaborando em jornais e revistas, e contando já com vários romances e livros de poesia publicados.

A obra encerra com uma alegoria que convida o leitor a manter uma vigilância ativa perante os desafios e contextos difíceis do mundo atual, reforçando o papel da literatura como ferramenta de consciencialização social. https://www.ovarnews.pt/o-embondeiro-misterioso-e-o-novo-livro-de-antonio-pocas-com-audio/


Quem é o enforcado encontrado há uma semana no Furadouro
Já passou mais de uma semana e a população, nomeadamente, do Furadouro, continua a alvitrar identidades para o cadáver encontrado em circunstâncias estranhas, pendurado numa árvore, o que levou a PJ ao local.

Nenhuma das identidades adiantada corresponde à verdade e, assim, continua-se a desconhecer a sua idade ou identidade, já que no chão tinha consigo uma pequena bolsa sem qualquer documento de identificação.

José Paulo Marques, comandante dos Bombeiros de Ovar, refere que, “na verdade, partimos do princípio que será um homem, mas nem isso é certo. As perícias da Polícia Judiciária é que nos vão dizer”.

Foi um popular que deu com o cadáver pendurado num pinheiro com uma corda ao pescoço e segundo testemunhos que não foi possível confirmar, o cadáver tinha cordas em torno dos pulsos e tornozelos, embora não estivessem atados uns aos outros. https://www.ovarnews.pt/quem-e-o-enforcado-encontrado-ha-uma-semana-no-furadouro/


Como otimizar o checkout da sua loja online com integrações de pagamento inteligentes
Integrar o plugin de pagamento Magento simplifica o checkout, reduz o abandono


de carrinho e aumenta as conversões através de múltiplos métodos de


pagamento, segurança PCI DSS e suporte técnico 24/7, tudo numa única solução


certificada pela REDUNIQ.

O sucesso de uma loja online não depende apenas da qualidade dos produtos ou da


atratividade do design, mas também (e de forma determinante) do modo como o cliente


paga.

Integrar um plugin de pagamento Magento robusto e certificado, como o da REDUNIQ,


é um dos passos mais estratégicos que qualquer lojista pode dar para melhorar a taxa


de conversão, reduzir o abandono de carrinho e oferecer uma experiência de compra


verdadeiramente fluida. Neste artigo, explicamos porquê e como fazê-lo.


Porque é que a experiência de pagamento é crucial para


o e-commerce


Muitos gestores de lojas online dedicam grande parte dos seus recursos ao marketing,


às fotografias de produto e à navegabilidade do site, razão pela qual a fase de


pagamento é normalmente subestimada. Ora, o problema é que é precisamente aí, na


etapa final da conversão, que os lojistas se arriscam a perder muitos clientes.

O comércio eletrónico em Portugal atravessa um período de crescimento sustentado:


segundo a 10.ª edição do CTT E-Commerce Report, também citado pelo Jornal ECO, o


setor atingiu 12,9 mil milhões de euros em 2025 (um aumento de 6,7% face ao ano


anterior), com cerca de 5,5 milhões de portugueses adultos a realizarem compras


online.

Este crescimento traz mais oportunidade, mas também mais exigência, uma vez que os


consumidores esperam encontrar processos de pagamento rápidos, intuitivos e


seguros.

Um checkout mal otimizado (com demasiados passos, métodos de pagamento


limitados ou interfaces pouco confiáveis) é uma das principais causas de abandono de


compra, enquanto um checkout bem concebido, com um gateway de pagamento


moderno integrado, aumenta a confiança do utilizador e incentiva a conclusão da


transação.

Referíamos supra que a experiência de pagamento é o fim do processo de compra, e é


exatamente por esse motivo que se trata do momento mais crítico, uma vez que é


neste ponto que o cliente decide se efetivamente confia na sua loja.


Vantagens de integrar um gateway de pagamento moderno na sua loja Magento


O Magento (entretanto adquirido pela Adobe e agora designado “Adobe Commerce”) é


uma das plataformas de e-commerce mais robustas e flexíveis do mercado, ideal tanto


para negócios business-to-consumer (B2C) como business-to-business (B2B) que


necessitam de elevadas personalização e escalabilidade.


A sua arquitetura orientada para API facilita a integração em soluções externas,


incluindo gateways de pagamento avançados.

Ao integrar o gateway de pagamento REDUNIQ na sua loja Magento/Adobe


Commerce, passa a ter acesso a um conjunto alargado de meios de pagamento numa


única solução, nomeadamente:


● Cartões de débito e crédito Visa e Mastercard;


● MB WAY e PIX;


● Referências Multibanco;


● Apple Pay, Google Pay e PayPal;


● American Express, Diners e UnionPay.

Tem ainda ao seu dispor as opções de pagamento em prestações Parcela Já com


UNICRE e Conversão Dinâmica de Moedas (Dynamic Currency Conversion – DCC),


para compradores internacionais.


Entre as principais vantagens desta integração, destacam-se as seguintes:

● Aceitação global de pagamentos: é assegurada a prestação de apoio a


múltiplos métodos nacionais e internacionais numa única plataforma;


● Checkout rápido e personalizado: a experiência de pagamento proporcionada


é totalmente livre de fricções, alinhando-se com a identidade visual da loja;


● Segurança certificada: é garantida conformidade com os mais exigentes


padrões internacionais, incluindo PCI DSS e 3D Secure;


● Gestão centralizada: operações como transações, emissão de reembolsos e

acesso a relatórios diretamente no backoffice da loja são constantemente


monitorizadas;


● Atualizações automáticas: quaisquer novos métodos de pagamento são


adicionados sem necessidade de reintegração técnica.


Esta combinação de funcionalidades permite não só aumentar a taxa de conversão,


como também fidelizar clientes e operar com maior eficiência.

Guia passo a passo para instalar e configurar o plugin


REDUNIQ em Magento


A integração do gateway REDUNIQ numa loja Magento/Adobe Commerce foi


desenvolvida em parceria com a Toogas, especialista certificada nesta plataforma, e


está disponível no marketplace oficial da Adobe.

O processo de instalação segue os procedimentos padrão de extensões para Magento


2 e pode ser acompanhado pela equipa de suporte da REDUNIQ em todas as etapas.

Passo 1: Pré-requisitos


Antes de iniciar a instalação, certifique-se de que dispõe de uma conta ativa REDUNIQ


com acesso ao gateway de pagamento e dos dados de acesso à área de administração


da sua loja Magento.


Recomendamos também que efetue uma cópia de segurança da loja antes de instalar


qualquer extensão.

Passo 2: Transferência do módulo


O módulo está disponível através da página da Toogas no marketplace oficial da


Adobe. Após a transferência, deverá ter acesso ao ficheiro de instalação da extensão


REDUNIQ para Magento 2.


Passo 3: Instalação via servidor


O processo de instalação é efetuado via servidor, seguindo os procedimentos


documentados na página do módulo. Toda a informação técnica necessária está


disponível na documentação oficial, incluindo os comandos necessários para ativar a


extensão na plataforma.

Passo 4: Configuração no backoffice


Após a instalação, aceda ao painel de administração da sua loja Magento e navegue


até à secção de métodos de pagamento. Localize a extensão REDUNIQ e introduza os


dados da sua conta (nome de utilizador e palavra-passe da API). Ative o plugin e


configure as opções disponíveis de acordo com as necessidades da sua loja.

Passo 5: Testes e validação


Antes de colocar a solução em produção, utilize o ambiente de testes (sandbox)


disponibilizado pela REDUNIQ para validar o fluxo completo de pagamento. Confirme


que as notificações de transação estão a ser recebidas corretamente e que os


reembolsos funcionam conforme esperado.


A equipa de suporte técnico da REDUNIQ está disponível para acompanhar este


processo, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Benefícios para lojistas: pagamentos rápidos, seguros e


sem complicações


Do ponto de vista operacional, a integração do gateway REDUNIQ traz ganhos


concretos para o dia a dia da gestão da loja online. Ora veja:

1. Segurança em todas as transações


Toda a informação sensível dos clientes é processada nos servidores certificados PCI


DSS da REDUNIQ, sem que esses dados transitem pelo servidor da loja.


O método de redirecionamento utilizado garante que os detalhes de pagamento nunca


são armazenados na plataforma Magento, minimizando a responsabilidade do lojista e


reforçando a proteção dos compradores.

2. Liquidação ágil


Os valores das transações são creditados na conta do lojista celeremente, contribuindo


para uma maior previsibilidade do fluxo de caixa.

 


3. Gestão simplificada


A monitorização de transações, a emissão de reembolsos totais ou parciais e o acesso


a relatórios são feitos diretamente no portal do comerciante REDUNIQ, sem


necessidade de ferramentas adicionais.

4. Suporte técnico dedicado


A REDUNIQ disponibiliza suporte especializado a todos os lojistas, incluindo


documentação detalhada e acompanhamento durante o processo de integração.

5. Disponibilidade multilingue


O módulo de pagamento encontra-se disponível em cinco idiomas (Português, Inglês,


Espanhol, Francês e Alemão), o que facilita a expansão para mercados internacionais.

Boas práticas para otimizar o checkout e aumentar as


conversões


Instalar um gateway de pagamento de qualidade é uma condição necessária, mas não


suficiente. Para maximizar os resultados, vale a pena implementar um conjunto de boas práticas comprovadas como as que se encontram enumeradas infra:

1. Reduza o número de passos


Quanto mais curto for o caminho entre o carrinho e a confirmação de pagamento,


menor é a probabilidade de abandono. Como tal, elimine campos desnecessários e


simplifique o formulário de checkout ao mínimo indispensável.

2. Ofereça os métodos de pagamento preferidos dos seus


clientes


Em Portugal, o MB WAY e as referências Multibanco continuam a ser métodos


bastante utilizados. Nesse sentido, certifique-se de que estão disponíveis, a par dos


cartões internacionais e das carteiras digitais (como Apple Pay e Google Pay). Com o


gateway REDUNIQ, todos estes meios ficam disponíveis numa única integração.

3. Garanta que o checkout é responsivo


Uma avultada parte das compras online em Portugal é feita a partir de dispositivos


móveis. O módulo REDUNIQ para Magento foi desenvolvido tendo em conta a


responsividade, adaptando-se a qualquer resolução de ecrã.

4. Transmita confiança visual


Apresente os logótipos dos métodos de pagamento aceites, inclua selos de segurança


visíveis e certifique-se de que o design da página de pagamento é consistente com o


da sua loja. Uma quebra visual neste momento pode gerar desconfiança e fazer o


cliente abandonar a compra.

5. Monitorize e teste regularmente


Utilize ferramentas de análise para identificar em que passo do checkout os clientes


abandonam com mais frequência. Teste periodicamente o fluxo de pagamento para

garantir que tudo está a funcionar corretamente, sobretudo depois de efetuar


atualizações à plataforma.

6. Ative a opção de pagamento em prestações


Para produtos de maior valor, disponibilizar a opção Parcela Já com UNICRE pode ser


decisivo para o cliente avançar com a compra. Esta funcionalidade está integrada no


gateway REDUNIQ e não requer configuração adicional.

Em resumo


Otimizar o checkout da sua loja online é um investimento de retorno rápido e


mensurável. Com o plugin de pagamento Magento, tem à disposição uma solução


certificada, completa e desenvolvida pela REDUNIQ especificamente para o mercado


português e internacional e que é capaz de transformar a etapa de pagamento numa


vantagem competitiva real para o seu negócio. https://www.ovarnews.pt/como-otimizar-o-checkout-da-sua-loja-online-com-integracoes-de-pagamento-inteligentes/


Radares da PSP vão estar aqui “escondidos” em abril de 2026
Radares da PSP: abril de 2026


Como é habitual, a PSP partilhou a lista de locais por distrito onde vão estar os radares de velocidade móveis. Esta ação preventiva poderá ser útil, contudo lembrem-se que este planeamento é meramente indicativo, pelo que poderá haver alterações.

Aveiro

- 14-abr-26 (14h00): Avenida da Europa - Aveiro


- 15-abr-26 (14h00): Avenida da Europa - Aveiro


- 20-abr-26 (09h00): Rua Eng.º Vitorino Damásio - Santa Maria da Feira


- 21-abr-26 (09h00): EN 109 - Ovar


- 22-abr-26 (09h00): Rua dos Sapateiros - São João da Madeira


- 24-abr-26 (09h00): Variante à Rua 19 - Anta - Espinho

Açores

- 04-abr-26 (08h00): ER das Calhetas, Rabo de Peixe - Ribeira Grande


- 06-abr-26 (16h00): Eixo Norte/Sul, Rabo de Peixe - Ribeira Grande


- 07-abr-26 (08h00): Estrada Regional n.º 1-1.ª, Grota do Vale, São Bento - Angra do Heroísmo


- 07-abr-26 (08h00): Estrada Regional, Freguesia de Pedro Miguel - Horta


- 09-abr-26 (15h30): ER n.º 1, Freguesia de Bandeiras - Madalena do Pico


- 14-abr-26 (08h00): Estrada Regional, Freguesia da Feteira - Horta


- 15-abr-26 (08h00): ER n.º 1, Freguesia de S. Caetano - Madalena do Pico


- 15-abr-26 (14h00): Avenida Natália Correia - Ponta Delgada


- 21-abr-26 (08h00): ER n.º 1-1.ª, Freguesia de Feteira - Angra do Heroísmo


- 28-abr-26 (16h00): Eixo Sul/Norte - Ponta Delgada

Beja

- 10-abr-26 (09h00): Rua Manuel Joaquim Delgado - Beja


- 15-abr-26 (09h00): Avenida Salgueiro Maia - Beja


- 23-abr-26 (09h00): Rua Manuel Joaquim Delgado - Beja


- 28-abr-26 (09h00): Rua Zeca Afonso - Beja

Braga

- 07-abr-26 (14h00): Circular Urbana de Guimarães - Guimarães


- 09-abr-26 (14h00): EN 14 - Vila Nova de Famalicão


- 10-abr-26 (10h00): Avenida António Macedo - Braga


- 13-abr-26 (08h30): Circular de Barcelos - Barcelos


- 23-abr-26 (14h00): Circular Urbana de Guimarães - Guimarães


- 24-abr-26 (14h00): Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires - Braga

Bragança

- 14-abr-26 (08h00): Estrada de Vinhais - Bragança


- 23-abr-26 (08h00): Avenida das Comunidades Europeias - Mirandela


- 29-abr-26 (08h00): Avenida Abade de Baçal - Bragança

Castelo Branco

- 08-abr-26 (09h00): Avenida Infante D. Henrique - Covilhã


- 15-abr-26 (08h00): Avenida da Europa - Castelo Branco


- 22-abr-26 (09h00): Avenida da Universidade de Salamanca - Covilhã


- 30-abr-26 (08h00): Chão de Santo André - Castelo Branco

Coimbra

- 06-abr-26 (09h30): Avenida da Lousã - Coimbra


- 09-abr-26 (09h30): Estrada da Guarda Inglesa - Coimbra


- 11-abr-26 (09h00): IC3 - Banhos Secos (Sentido Sul/Norte) - Coimbra


- 13-abr-26 (10h00): IC2 - Coimbra


- 14-abr-26 (09h00): Ponte Edgar Cardoso (Sentido Sul/Norte) - Figueira da Foz


- 21-abr-26 (09h00): Avenida Doutor Francisco Sá Carneiro - Figueira da Foz


- 28-abr-26 (09h30): Avenida Fernando Namora - Coimbra

Évora

- 14-abr-26 (15h00): Avenida D. Manuel Trindade Salgueiro - Évora


- 15-abr-26 (10h00): Avenida Rainha Santa Isabel - Estremoz


- 16-abr-26 (15h00): CM 1094 (Estrada do Bairro de Almeirim) - Évora


- 17-abr-26 (10h00): Avenida Lino de Carvalho - Évora


- 29-abr-26 (15h00): Avenida Túlio Espanca - Évora

Faro

- 08-abr-26 (09h00): Avenida Fonte Coberta - Lagos


- 14-abr-26 (09h00): Avenida de Castro Marim - Vila Real de Santo António


- 15-abr-26 (09h00): Avenida V6 - Portimão


- 16-abr-26 (09h00): Avenida de Castro Marim - Vila Real de Santo António


- 21-abr-26 (10h00): Avenida 5 de Outubro - Olhão


- 23-abr-26 (09h00): Avenida Heróis de Pátria - Faro

 

Guarda

- 18-abr-26 (09h00): Via de Cintura Externa – Guarda


- 19-abr-26 (09h00): Via de Cintura Externa – Guarda


- 22-abr-26 (09h00): Avenida Serra da Estrela – Gouveia


- 23-abr-26 (09h00): Via de Cintura Externa – Guarda

Leiria

- 08-abr-26 (09h00): VCI - Alcobaça


- 09-abr-26 (09h00): Avenida Nogent Sur Marne - Nazaré


- 14-abr-26 (14h00): EN 356-1 - Alcogulhe - Leiria


- 15-abr-26 (14h00): Estrada da Nazaré - Marinha Grande


- 17-abr-26 (14h00): Rua Albergaria dos Doze - Pombal


- 23-abr-26 (14h00): Avenida da Comunidade Europeia - Leiria

Lisboa

- 07-abr-26 (08h00): IC2 - Santa Iria de Azóia


- 08-abr-26 (08h00): IP7 (Eixo Norte/Sul) - Lisboa


- 10-abr-26 (20h00): EN 10 - Alhandra


- 13-abr-26 (08h00): Acesso ao Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa


- 17-abr-26 (09h00): Avenida Marginal - Parede


- 21-abr-26 (08h00): Avenida Infante D. Henrique - Lisboa


- 24-abr-26 (14h00): Estrada dos Salgados - Amadora


- 27-abr-26 (09h00): Rua Almirante Gago Coutinho - Ramada


- 28-abr-26 (09h00): Avenida da República - Oeiras


- 30-abr-26 (14h00): Avenida Capitães de Abril - Mem Martins

Madeira

- 06-abr-26 (16h00): VR 1 - Santa Catarina - Santa Cruz


- 19-abr-26 (09h30): Avenida 25 de Maio - Santana


- 21-abr-26 (10h00): Rua 5 de Outubro - Funchal


- 28-abr-26 (17h00): VR 1 - Viaduto das Madalenas - Funchal

Portalegre

- 07-abr-26 (09h00): Avenida de Badajoz - Elvas


- 08-abr-26 (08h30): Avenida de Badajoz - Portalegre


- 15-abr-26 (15h00): EN 246 - Portalegre


- 23-abr-26 (09h00): Avenida do Dia de Portugal - Elvas


- 30-abr-26 (08h30): Avenida de Badajoz - Portalegre

Porto

- 06-abr-26 (16h00): Via Ardegães - Maia


- 07-abr-26 (13h00): Rua do Fontão - Canidelo - V. N. Gaia


- 14-abr-26 (08h00): Estrada da Circunvalação - 11124 - Porto


- 16-abr-26 (08h00): EN 14 - Matosinhos


- 20-abr-26 (16h00): Avenida Dr. Antunes Guimarães - Matosinhos


- 22-abr-26 (08h00): Estrada da Circunvalação - 11089 - Porto


- 24-abr-26 (08h00): Avenida D. João II - Oliveira do Douro


- 27-abr-26 (08h00): Rua Ribeiro de Cambes - Valongo


- 29-abr-26 (13h00): Avenida da Boavista - Porto

Santarém

- 07-abr-26 (08h30): Rua Dr. Francisco Sá Carneiro - Abrantes


- 10-abr-26 (08h30): Avenida Dr. Santana Maia - Abrantes


- 13-abr-26 (08h30): Variante do Bom Amor - Torres Novas


- 16-abr-26 (08h00): Avenida Aljubarrota - Ourém


- 21-abr-26 (08h00): Rua Dr. Joaquim Francisco Alves - Ourém


- 23-abr-26 (09h00): Avenida de Almeirim - Santarém

Setúbal

- 06-abr-26 (14h30): Avenida Escola de Fuzileiros Navais - Barreiro


- 07-abr-26 (09h00): Avenida Arsenal do Alfeite - Almada


- 21-abr-26 (08h30): Estrada Marateca/Quinta do Anjo - Palmela

Viana do Castelo

- 09-abr-26 (20h30): Avenida 25 de Abril - Viana do Castelo


- 15-abr-26 (10h00): Rua Agostinho José Taveira - Ponte de Lima


- 23-abr-26 (10h00): Avenida do Meio - Areosa - Viana do Castelo


- 28-abr-26 (10h00): Avenida Capitão Gaspar de Castro - Viana do Castelo

Vila Real

- 08-abr-26 (14h00): Avenida da Unesco - Vila Real


- 13-abr-26 (09h00): Rua da Paz - Chaves


- 15-abr-26 (14h00): Rua D. António de Medeiros - Chaves


- 21-abr-26 (14h00): Avenida da Noruega - Vila Real

Viseu

- 08-abr-26 (08h00): Avenida Cidade de Salamanca - Viseu


- 14-abr-26 (08h00): Avenida D. Afonso Henriques - Viseu


- 21-abr-26 (08h00): Avenida Europa - Viseu


- 28-abr-26 (14h00): Avenida de Manuel Abreu Lameira - Viseu https://www.ovarnews.pt/radares-da-psp-vao-estar-aqui-escondidos-em-abril-de-2026/