Há gestos que não custam nada e podem fazer toda a diferença. É o caso da dádiva de sangue, que este mês ganha um incentivo extra para os mais jovens. De 10 a 14 de agosto, quem tiver entre 18 e 30 anos e doar sangue pode receber uma noite de alojamento numa Pousada de Juventude.
A iniciativa resulta de uma parceria entre a MOVY e o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) e acontece pelo segundo ano consecutivo, para assinalar o Dia Internacional da Juventude, celebrado a 12 de agosto. A campanha pretende aproximar os jovens da dádiva benévola de sangue e, ao mesmo tempo, reconhecer o seu contributo para a comunidade.
Assim, todos os jovens entre os 18 e os 30 anos que façam uma dádiva durante o período da campanha terão direito, nos termos definidos pela iniciativa, a uma noite de alojamento numa Pousada de Juventude.
Depois de doarem sangue, os participantes terão acesso a um formulário através do qual poderão resgatar o voucher de alojamento.
Onde é possível doar sangue?
A campanha decorre nos postos fixos de recolha de sangue do IPST espalhados pelo país. Os locais disponíveis podem ser consultados em dador.pt. Os restantes locais de recolha serão divulgados pelo Instituto de acordo com a sua programação semanal.
O momento simbólico da campanha está marcado para 12 de agosto, às 10h30, no Posto Fixo de Coimbra do IPST. Aí, a direção da MOVY, representantes do Instituto, jovens e elementos da Plataforma J, o conselho consultivo jovem da MOVY, vão participar numa ação de dádiva de sangue.
https://www.ovarnews.pt/noites-gratis-nas-pousadas-de-juventude-para-jovens-que-doem-sangue-entre-10-e-14-de-agosto/
sexta-feira, agosto 07, 2026


O Movimento 2030 vem dar nota que, na última Assembleia Municipal, decorrida dia 31 de julho, questionou o executiva da Câmara Municipal de Ovar sobre a situação do Programa do 1º direito/habitação social.
Iniciou a sua intervenção, dando nota que foram entregues 106 fogos distribuídos por quatro novos complexos habitacionais municipais, no dia do Município, 25 de julho.
Ao longo dos últimos anos, o Movimento 2030 tem acompanhado atentamente a evolução do Programa 1.º Direito. Em Assembleia Municipal e através de diversos pedidos de esclarecimento enviados por correio eletrónico, questionando repetidamente o Executivo sobre o estado de execução das obras, os prazos e a concretização dos investimentos previstos. Infelizmente, as respostas foram escassas ou inexistentes.
E na Assembleia Municipal, do passado dia 31 de julho, foi a discussão e votação a terceira alteração à Estratégia Local de Habitação. Recorde-se que a primeira alteração foi aprovada em 25 de fevereiro de 2022 e a segunda em 21 de setembro de 2023.
Após a segunda alteração, a Estratégia Local de Habitação previa um total de 380 soluções habitacionais.
Da análise efetuada à terceira alteração verifica-se que, relativamente aos núcleos precários previstos no artigo 11.º, foram concluídas e entregues: 11 habitações em Cortegaça, 4 habitações em Válega, na zona do Cadaval, 13 habitações no Edifício do Seixal, 52 habitações na Avenida D. Maria, 30 habitações no Sargaçal.
No entanto, continuam por concretizar:
30 habitações no Alto de Saboga, 15 habitações na Marinha, 17 habitações em Maceda, diversas intervenções de reabilitação, nomeadamente 14 em São Cristóvão, 22 em Válega, 21 em Ovar, 15 em Cortegaça e 17 em São João de Ovar.
Relativamente aos núcleos degradados previstos no artigo 12.º, foram concluídas e entregues:
50 habitações no Furadouro, 14 habitações no Bairro do Sal.
Permanecem ainda por executar:
3 habitações em Sande, São João de Ovar, 9 soluções de realojamento, correspondentes a 2 no Alto de Saboga, 6 no Furadouro e 1 em Válega.
Com a segunda alteração ao acordo, o investimento global passou para 35.139.844 euros, dos quais 8.426.365 euros correspondem a empréstimo bonificado.
Face aos dados constantes da documentação oficial, o Movimento 2030 dirigiu um conjunto de questões ao Executivo Municipal.
1. Perda de financiamento
A Câmara Municipal de Ovar deixou efetivamente de utilizar cerca de 15 milhões de euros de financiamento inicialmente previstos?
Esta conclusão resulta da análise efetuada ao Acordo de Colaboração e à informação oficialmente divulgada pelo próprio Município.
2. Habitações previstas para Maceda
Qual é a situação das soluções habitacionais previstas para Maceda?
Na última Assembleia Municipal foi referido que estas habitações já não seriam contempladas pelo acordo atualmente em vigor. No entanto, voltam agora a surgir nesta terceira alteração, mantendo uma previsão de financiamento de apenas 75%.
Perante esta situação, pretende o Município confirmar se irá perder financiamento nesta intervenção?
3. Número de habitações executadas
Da análise realizada pelo Movimento 2030 resulta que, das 380 soluções habitacionais previstas na Estratégia Local de Habitação, apenas 174 foram efetivamente concluídas e entregues.
Confirma o Executivo estes números?
Caso contrário, quais são os dados corretos e qual o ponto de situação atualizado de cada uma das intervenções ainda por executar?
4. Diferença dos custos de construção
Na página 146 da Estratégia Local de Habitação, tabela 23, o valor mediano previsto para aquisição e reabilitação de edifícios degradados é de 883 euros por metro quadrado.
Contudo, tomando como exemplo o empreendimento da Avenida D. Maria, verifica-se um investimento de 8.013.413 euros para uma área de 4.940 m², o que representa um custo aproximado de 1.622,14 euros por metro quadrado, praticamente o dobro do valor previsto na Estratégia.
Perante esta diferença, quem suporta este acréscimo de custos?
É integralmente assumido pela Câmara Municipal ou continua a ser comparticipado pelo Programa 1.º Direito?
5. Redução das soluções habitacionais
A terceira alteração reduz o número de soluções habitacionais previstas de 380 para 243, menos 137 soluções relativamente à segunda alteração.
Que medidas pretende o Executivo implementar para compensar esta redução?
Como será garantida resposta às famílias que deixam de estar abrangidas por estas soluções?
O Movimento 2030 reconhece que a terceira alteração da Estratégia Local de Habitação poderá ser tecnicamente necessária para acomodar alterações legislativas e financeiras introduzidas no Programa 1.º Direito.
Contudo, esta alteração não representa um reforço da política municipal de habitação. Pelo contrário, evidencia uma regularização administrativa e uma reprogramação da execução, consequência dos sucessivos atrasos verificados e da reduzida concretização dos projetos inicialmente previstos.
Esta situação confirma os alertas que o Movimento 2030 tem vindo a fazer, de forma consistente, nas Assembleias Municipais ao longo dos últimos anos.
Preocupa-nos igualmente que o documento continue a apresentar um elevado número de intervenções classificadas como "a definir", "nova candidatura", "candidatura não apresentada" ou "aguarda decisão do IHRU", demonstrando que subsiste um elevado grau de incerteza relativamente à concretização de uma parte significativa das soluções habitacionais previstas.
O Movimento 2030 entende que o Município de Ovar não pode perder financiamento destinado à habitação nem desperdiçar uma oportunidade única de garantir respostas às famílias que continuam à espera de uma habitação condigna.
Continuaremos a acompanhar este processo com rigor, exigindo transparência, esclarecimentos e o cumprimento dos compromissos assumidos perante os ovarenses.
O Movimento 2030 https://www.ovarnews.pt/m2030-questiona-alegada-perda-de-15-milhoes-de-euros-de-financiamento-para-habitacao/


Uma mulher de 51 anos foi detida em Santa Maria da Feira, no âmbito de uma investigação por violência doméstica contra menores levada a efeito pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de São João da Madeira do Comando Territorial de Aveiro da GNR.
No decurso da investigação, foi possível apurar que a suspeita, enquanto tutora legal, alegadamente exercia violência física e psicológica de forma continuada sobre duas crianças, de 10 e 5 anos de idade.
Na sequência de uma busca domiciliária, os militares da Guarda verificaram condições de insalubridade e falta de habitabilidade, tendo procedido à retirada das duas crianças da situação de perigo em que se encontravam.
A ação contou com a articulação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Santa Maria da Feira, garantindo o acolhimento e a proteção dos menores.
A suspeita foi presente ao Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, tendo-lhe sido aplicadas medidas de coação, entre as quais a proibição de contactar com as vítimas e a proibição do exercício das responsabilidades parentais relativamente a um dos menores. https://www.ovarnews.pt/mulher-suspeita-de-violencia-sobre-criancas-de-10-e-5-anos-detida-pela-gnr/


O último eclipse total do Sol observado em Portugal aconteceu há mais de 100 anos, em 1912, quando já não havia quem acreditasse em “monstros que assaltam os astros”, e atraiu astrónomos de vários países a Ovar.
Uma brochura publicada pelo Real Observatório Astronómico de Lisboa na Real Tapada d’Ajuda em vésperas do dia 17 de abril de 1912 referia que “todas as pessoas instruídas” conheciam a "teoria” dos eclipses e que as restantes já não tinham, “pelo menos, a ideia de uma serpente monstruosa espreitando o movimento dos astros e assaltando-os na passagem”.
Segundo o folheto, “em Lisboa, o fenómeno não tem atrativos”, pois o eclipse solar total só poderia ser observado “na região da centralidade”.
“Aqueles que o acaso levar” à zona, no norte de Portugal, “talvez tenham a sorte de admirar um dos espetáculos mais emocionantes que a Natureza nos proporciona", referia a brochura, acrescentando que "a aliança do astro do dia com o astro da noite alguma coisa de sublime devia realmente produzir".
O astrónomo historiador de ciência Luís Tirapicos explica no artigo “Eclipses totais do Sol em Portugal: de 1900 a 1919” que se tratou de um eclipse híbrido, “simultaneamente total e anular ”, dependendo do ponto de observação. “O eclipse foi total na parte central da faixa percorrida pela sombra da Lua – na península Ibérica – e anular nos extremos dessa faixa”.
O cientista diz que o fenómeno foi "registado por um dos pioneiros da astrofísica em Portugal”, o astrónomo Francisco da Costa Lobo, que se deslocou a Ovar com um grupo de alunos da Universidade de Coimbra.
Um artigo da revista Occidente (1878-1915) citado no bloque Restos de Coleção indica que Costa Lobo esteve envolvido na “observação mais original ocorrida em Ovar” realizada “na estação principal portuguesa na quinta do Sr. João Bernardino, em S. Miguel” e precisa que o tenente Nogueira Ferrão, que o jornal Comércio do Porto descreve como “habilíssimo photographo-amador e que ultimamente se tem dedicado, com muito êxito, à cinematografia”, adaptou uma câmara de filmar ao telescópio da Universidade de Coimbra para “reproduzir todas as fases do eclipse”.
Assim foi “realizado aquele que é considerado o primeiro filme científico português”.
A 17 de abril de 1912, dois dias depois do naufrágio do transatlântico Titanic, estiveram em Ovar ou nas redondezas expedições da Rússia, Inglaterra e França e “as condições favoráveis, como documentou a imprensa da época, nomeadamente a Illustração Portugueza , "permitiram também a um grande número de populares a fruição do eclipse”, recorda Tirapicos.
Enquanto o blogue refere que “o interesse pela observação do fenómeno levou a CP - Companhia de Caminhos de Ferro Portugueses a organizar comboios especiais para Ovar”, um texto da revista Timeout lembra que “muitos milhares de lisboetas foram para a rua a olhar para o céu” e que muitos outros observaram o eclipse “nas varandas dos prédios e das casas (…) uns a olho nu, outros recorrendo a proteções várias para a vista”.
Uma fotografia publicada pela Illustração Portugueza mostra pessoas num passeio em Lisboa a olhar para o sol através de “vidros fumados”.
No entanto, assinala o texto do blogue, “o eclipse solar observado em 28 de maio de 1900 gerou maior entusiasmo” e “cerca de 25.000 pessoas, entre as quais os príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel, foram a Ovar para assistir ao fenómeno”.
O astrónomo amador inglês George Chambers (1841-1915), num relato citado por Tirapicos, conta: “Em maio de 1900 fomos a Portugal ver um eclipse total do Sol, na qualidade de membros da Associação Astronómica Britânica” e descreve o interesse dos portugueses.
“Ficámos bastante surpreendidos por ver o interesse que despertava o eclipse na gente do povo português, que não supúnhamos muito estudiosa. Pois interessou-se imenso antes do fenómeno, durante ele e depois. Pode avaliar-se a animação popular pelo facto de que circularam comboios cheios de excursionistas não só de Lisboa para Ovar e Porto, viagem direta e curta, mas de Lisboa para Viseu”.
“(em Ovar) vimos os milhares e milhares de homens e mulheres do povo que nos esperavam, achámos excelente ideia o terem-nos posto à disposição a força armada para manter a ordem nas ruas e impedir que a multidão invadisse os lugares que nos eram concedidos para ali montarmos os nossos instrumentos e realizar as observações”.
No caso do eclipse de 1912, a Occidente relata também que “em Penafiel, deu-se o eclipse anular (…). Os centros do Sol e Lua coincidiram, ficando apenas visíveis os dois pontos luminosos situados um pouco acima dos extremos do diametro horisontal”.
Além do filme de Nogueira Ferrão, foram feitos a 17 de abril de 1912 alguns pequenos filmes sobre o fenómeno e, “algumas semanas depois, no dia 11 de Maio, estreava-se em Lisboa no Chiado Terrasse e no Salão Central O Eclipse do Sol em Lisboa, da produtora Lusa Film”, indica a Timeout.
A Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, que organizou numerosas iniciativas relacionadas com o eclipse do Sol da próxima quarta-feira, assinala que “o último eclipse total do Sol observado em Portugal aconteceu em 1912 e o próximo será em 2144, tornando o Eclipse de 2026 num momento imperdível para várias gerações”.
Observar o Sol completamente tapado pela Lua só será possível em Portugal numa pequena zona do Parque Natural de Montesinho, no Nordeste Transmontano, mas a alta percentagem de obscurecimento, entre 92% e 99% no território continental e 74% a 77% nas ilhas dos Açores e da Madeira, permite, segundo o astrónomo Rui Jorge Agostinho, que as pessoas experimentem “aquilo que acontece durante um eclipse deste género”.
Ou seja, sentirão “a temperatura abaixar”, referiu em declarações à agência Lusa o investigador, acrescentando que quando o sol desaparece “a temperatura média no ar responde imediatamente”.
Além disso, “porque o sol está tapado, os animais à volta respondem e acolhem-se aos locais onde costumam pernoitar ou descansar”.
Na referida zona do parque de Montesinho, no dia 12, “durante cerca de 26 segundos, o dia transforma-se em noite”, mas o fenómeno astronómico inicia-se às 18:33 e termina às 20:23, com o seu máximo previsto por volta das 19:30, indicou a agência de divulgação científica. https://www.ovarnews.pt/ultimo-eclipse-solar-total-em-portugal-em-1912-animou-populacao-e-atraiu-astronomos-estrangeiros-a-ovar/
Aos 85 anos, faleceu Alberto “Pescador”, vareiro de gema, redeiro e tocador de búzio. Filho de gente do mar (Manuel de Oliveira Pinto e de Rosa de Oliveira Ascensão), o "Ti Alberto, como era conhecido por todos, nasceu e cresceu no mar e na pesca da Xávega.
Recentemente, participou no programa de César Mourão e tem um documentário sobre a sa vida para estrear brevemente.
Foi a “retocar” a rede da Companha do “Pedro, O Pescador”, na Praia dos Marretas, que o Porto Canal o foi encontrar. Ora veja aqui. https://www.ovarnews.pt/morreu-alberto-o-pescador-tocador-de-buzio-e-figura-da-xavega-ovarense/
Recentemente, participou no programa de César Mourão e tem um documentário sobre a sa vida para estrear brevemente.
Foi a “retocar” a rede da Companha do “Pedro, O Pescador”, na Praia dos Marretas, que o Porto Canal o foi encontrar. Ora veja aqui. https://www.ovarnews.pt/morreu-alberto-o-pescador-tocador-de-buzio-e-figura-da-xavega-ovarense/
A AD Ovarense prepara para 19 de setembro um dia especial na Arena de Ovar. O clube vai promover o “Dia de Campeões”, iniciativa que pretende reunir antigas figuras que ajudaram a construir a história do basquetebol vareiro.
Um dos nomes já confirmados pelo clube é Mário Elie, que estará de regresso a Ovar várias décadas depois de ter vestido a camisola da Ovarense. O antigo jogador representou o clube nas épocas 1987/88 e 1988/89, período em que contribuiu para a conquista de uma Liga, uma Taça de Portugal e uma Supertaça.
A passagem por Ovar antecedeu a mudança para a NBA, onde Elie disputou 11 temporadas e mais de 700 jogos. Na principal liga de basquetebol do mundo, conquistou três campeonatos, construindo uma carreira de destaque no panorama internacional.
O encontro contará também com a presença de DJ, outro dos nomes associados a um dos períodos mais marcantes da história da AD Ovarense e à conquista do campeonato nacional.
O programa do “Dia de Campeões” inclui ainda basquetebol. A partir das 16h00, a AD Ovarense defrontará o CAB Madeira, na Arena de Ovar, num jogo de preparação para a nova temporada.
A iniciativa promete, assim, juntar antigos campeões, adeptos e a atual equipa da AD Ovarense num dia dedicado à memória e ao presente de um dos clubes históricos do basquetebol português. https://www.ovarnews.pt/mario-elie-regressa-a-ovar-para-reencontro-com-a-historia-da-ad-ovarense/
Um dos nomes já confirmados pelo clube é Mário Elie, que estará de regresso a Ovar várias décadas depois de ter vestido a camisola da Ovarense. O antigo jogador representou o clube nas épocas 1987/88 e 1988/89, período em que contribuiu para a conquista de uma Liga, uma Taça de Portugal e uma Supertaça.
A passagem por Ovar antecedeu a mudança para a NBA, onde Elie disputou 11 temporadas e mais de 700 jogos. Na principal liga de basquetebol do mundo, conquistou três campeonatos, construindo uma carreira de destaque no panorama internacional.
O encontro contará também com a presença de DJ, outro dos nomes associados a um dos períodos mais marcantes da história da AD Ovarense e à conquista do campeonato nacional.
O programa do “Dia de Campeões” inclui ainda basquetebol. A partir das 16h00, a AD Ovarense defrontará o CAB Madeira, na Arena de Ovar, num jogo de preparação para a nova temporada.
A iniciativa promete, assim, juntar antigos campeões, adeptos e a atual equipa da AD Ovarense num dia dedicado à memória e ao presente de um dos clubes históricos do basquetebol português. https://www.ovarnews.pt/mario-elie-regressa-a-ovar-para-reencontro-com-a-historia-da-ad-ovarense/
quinta-feira, agosto 06, 2026


Guilherme Peixoto, lateral-direito de 20 anos, deixou o Benfica em direção á Holanda, assinando pelo Twente em dezembro do ano passado. O jovem defesa, que na última temporada participou na conquista da Taça Revelação de Sub-23 - a primeira que o clube da Luz conquistou até ao momento -, assinou um contrato de três temporadas, com mais uma de opção, com o clube holandês.
Natural de Ovar, Guilherme Peixoto estava há sete temporadas no Benfica, clube com ao qual chegou depois de passar pela formação do Avanca e do CB Estarreja.
Guilherme Peixoto é o que podemos chamar de protótipo de um lateral moderno. Vertical, tecnicamente evoluído e com vocação ofensiva. No entanto, apesar da qualidade inegável, a integração na Eredivisie foi gradual. Durante os primeiros meses da época 2025/26, o internacional sub19 trabalhou constantemente com o plantel principal, surgindo muitas vezes no banco de suplentes, ainda que quase sem ser utilizado.
Guilherme fez a sua estreia na equipa principal do Twente no jogo da Taça contra o Raalte
Essa paciência acabaria por dar frutos. Depois de já se ter estreado pela equipa principal frente ao Raalte, na Taça dos Países Baixos, o português somou, então, os primeiros minutos na Eredivisie. Guilherme saltou do banco aos 83 minutos no duelo frente ao AZ Alkmaar. Uma das equipas mais temidas do campeonato, na 14ª jornada da competição principal do país.
Antes de aterrar no De Grolsch Veste, Guilherme Peixoto construiu uma base sólida na formação do SL Benfica, onde atuou desde os sub-13 até chegar à equipa B. Foi, então, no Caixa Futebol Campus, do Seixal, que apurou vários dos atributos que hoje fazem dele um lateral moderno.
Na sua última época pelo emblema encarnado, o jovem natural de Ovar disputou mais de 30 jogos, 25 dos quais pela formação sub-23. Pela qual assinou um golo e duas assistências. Guilherme Peixoto representou também o conjunto das águias na UEFA Youth League, disputando seis partidas na competição.
Além do trajeto nas águias, Guilherme Peixoto foi também desde muito cedo um jogador muito requisitado pelos escalões jovens da Seleção Nacional. O atleta conta, então, com 36 internacionalizações jovens, segundo os dados da FPF. No total, soma mais de 2000 minutos em campo entre os plantéis dos sub-16, sub-17, sub-18, sub-19 e sub-20.
Esta tarde, há uma oportunidade de o ver em ação no jogo a contar para a Conference League da UEFA, entre o Twente e o DAC 1904, da Eslováquia. https://www.ovarnews.pt/guilherme-peixoto-quer-levar-o-twente-a-liga-conferencia-para-ver-na-tv/


O Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, manifestou o compromisso do governo em apoiar a estratégia do Município de Estarreja para afirmar o concelho como Cidade Criativa do Cinema da UNESCO.
Palavras proferidas após ter ficado a conhecer a futura sede do Cine-Clube de Avanca, situada no centro da vila, um equipamento atualmente em construção que reforçará as condições de exibição, criação, produção e formação cinematográfica, consolidando este território como referência no setor audiovisual.
Isabel Simões Pinto recordou que esta estratégia assenta numa dinâmica construída ao longo de todo o ano e que encontra no Festival AVANCA um dos seus momentos mais emblemáticos. "Vivemos esta cultura ao longo de todo o ano e, quando chegamos a julho, sentimos este ambiente único, com o mundo a vir até Avanca. É um orgulho para mim e deve ser um orgulho para todos nós."
O presidente do Cine-Clube de Avanca, Costa Valente, recordou o percurso iniciado em 1997 e o reconhecimento internacional alcançado ao longo de quase três décadas, assente na inovação, na confiança e na criação artística.
A Rede de Cidades Criativas da UNESCO tem como objetivo favorecer a mútua cooperação internacional com e entre as cidades-membros comprometidas em investir na criatividade como motor de desenvolvimento urbano sustentável, inclusão social e cultural vibrante. https://www.ovarnews.pt/estarreja-quer-integrar-a-rede-de-cidades-criativas-da-unesco/


Foi hoje mesmo lançada uma petição pública que defende a proibição da exploração comercial de sistemas de trotinetes elétricas partilhadas em Portugal, mantendo permitida a propriedade e utilização de trotinetes elétricas individuais que cumpram os requisitos legais.
A iniciativa do nosso colaborador, Diogo Sousa, Professor Universitário e primeiro subscritor da mesma,
sustenta que o modelo de partilha atualmente existente tem provocado problemas de segurança rodoviária, acessibilidade e ocupação desordenada do espaço público. Os promotores consideram que a disponibilização massiva de trotinetes através de aplicações digitais favorece comportamentos de risco, dificulta a fiscalização e origina obstáculos nos passeios, afetando particularmente pessoas com mobilidade reduzida, cidadãos cegos ou com baixa visão, idosos, crianças e famílias com carrinhos de bebé.
A petição refere ainda que a regulamentação municipal se revelou insuficiente para resolver estes problemas, apontando exemplos recentes de municípios portugueses que suspenderam ou terminaram os serviços de trotinetes partilhadas, bem como decisões semelhantes adotadas em diversos países e cidades europeias.
Além da proibição destes sistemas de partilha, os subscritores defendem um regime nacional uniforme que assegure a remoção dos veículos existentes, a responsabilização das empresas operadoras pelos custos decorrentes disso mesmo e o reforço da fiscalização das regras de circulação aplicáveis às trotinetes elétricas.
Os promotores apelam à participação dos cidadãos na subscrição da petição:
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT132461 https://www.ovarnews.pt/peticao-defende-o-fim-das-trotinetes-eletricas-partilhadas-em-portugal/


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de drenagem de águas residuais é necessário intervir na Freguesia da Gafanha da Boa Hora, em Vagos.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 11/08/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua Principal (entre os n.ºs 1 ao n.º 123 e dos n.ºs 2 ao n.º 122)
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora.
*Cobrado apenas o 1º minuto - custo de chamada para a rede fixa nacional https://www.ovarnews.pt/ampliacao-da-rede-no-municipio-de-vagos-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-2/


Depois de uma temporada ao serviço da Monroe University, Leonor Sousa prepara-se para um novo desafio no futebol universitário norte-americano. A jovem atleta portuguesa vai representar a Tiffin University, no estado de Ohio, onde continuará a conciliar a prática desportiva de alto rendimento com a licenciatura em Sports Management.
Natural do Furadouro, Leonor deu os primeiros passos no futebol a jogar com os rapazes no clube da sua terra. Seguiu-se uma passagem pelo Válega, antes de ingressar no futebol feminino, onde vestiu as camisolas do Feirense e, mais tarde, do SC Braga, clube onde consolidou o seu percurso antes de rumar aos Estados Unidos para prosseguir os estudos e a carreira desportiva.
Ao longo da sua trajetória, foi distinguida como Melhor Jogadora do Distrito de Aveiro na época 2022/23 e soma já 21 internacionalizações pelas seleções jovens de Portugal, um percurso que espelha a qualidade, o compromisso e a evolução demonstrados ao longo dos últimos anos.
Na Tiffin University, Leonor Sousa pretende continuar a desenvolver-se tanto a nível académico como desportivo, mantendo bem definidos os seus grandes objetivos: alcançar a Seleção Nacional A e afirmar-se como jogadora profissional
https://www.ovarnews.pt/leonor-sousa-muda-se-para-a-tiffin-university-e-prossegue-carreira-no-futebol-dos-eua/
Segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), a segurança balnear nas praias portuguesas assenta num conjunto de regras e sinalização destinadas a informar os banhistas sobre os riscos existentes. Entre esses sinais encontra-se a bandeira roxa, utilizada para alertar para a presença de organismos marinhos potencialmente perigosos, como medusas e a caravela-portuguesa.
Ao contrário das bandeiras verde, amarela ou vermelha, a bandeira roxa não está relacionada com o estado do mar. Este sinal serve para alertar para a presença de organismos marinhos potencialmente perigosos na água ou junto à linha de costa, como medusas (também conhecidas por alforrecas) ou a caravela-portuguesa.
Embora seja pouco frequente nas praias portuguesas, pode ser hasteada sempre que os nadadores-salvadores identifiquem um risco para os banhistas. Se a encontrares, o mais aconselhável é procurares informações junto do posto de vigilância antes de entrares na água.
A presença da bandeira roxa não impede, por si só, os banhos. Ao contrário da bandeira vermelha, que proíbe a entrada na água, este aviso serve para alertar para um risco específico, permitindo que tomes uma decisão informada.
Ainda assim, se estiveres com crianças ou se souberes que tens uma reação alérgica a picadas de medusas, o mais prudente é evitar entrar no mar até o alerta ser retirado. https://www.ovarnews.pt/sabes-o-que-significa-bandeira-roxa-na-praia/
Ao contrário das bandeiras verde, amarela ou vermelha, a bandeira roxa não está relacionada com o estado do mar. Este sinal serve para alertar para a presença de organismos marinhos potencialmente perigosos na água ou junto à linha de costa, como medusas (também conhecidas por alforrecas) ou a caravela-portuguesa.
Embora seja pouco frequente nas praias portuguesas, pode ser hasteada sempre que os nadadores-salvadores identifiquem um risco para os banhistas. Se a encontrares, o mais aconselhável é procurares informações junto do posto de vigilância antes de entrares na água.
A presença da bandeira roxa não impede, por si só, os banhos. Ao contrário da bandeira vermelha, que proíbe a entrada na água, este aviso serve para alertar para um risco específico, permitindo que tomes uma decisão informada.
Ainda assim, se estiveres com crianças ou se souberes que tens uma reação alérgica a picadas de medusas, o mais prudente é evitar entrar no mar até o alerta ser retirado. https://www.ovarnews.pt/sabes-o-que-significa-bandeira-roxa-na-praia/
A procura por óculos certificados para acompanhar o eclipse solar de 12 de agosto tem sido elevada e chegou mesmo a esgotar temporariamente os exemplares disponibilizados gratuitamente.
A boa notícia é que há novamente stock. De acordo com a SIC Notícias, foi feito um reforço que permite retomar a distribuição gratuita dos óculos destinados à observação segura do fenómeno.
A iniciativa assume particular importância numa altura em que se aproxima aquele que será um dos acontecimentos astronómicos mais marcantes do ano em Portugal.
Onde podes conseguir óculos gratuitos?
Uma das possibilidades é através do Club da Visão, que participa na campanha de distribuição de óculos para o eclipse.
Os interessados podem consultar na página da campanha as informações sobre o levantamento e os pontos aderentes. Apesar do reforço de stock, a disponibilidade poderá variar, pelo que convém não deixar para os últimos dias.
Há ainda outros pontos de distribuição. A plataforma Eclipse2026.pt reúne informação sobre os locais onde é possível encontrar óculos adequados para observar o fenómeno e as principais regras para o fazer em segurança.
Atenção: óculos de sol não servem
Esta é provavelmente a informação mais importante para quem pretende acompanhar o eclipse.
Uns óculos de sol normais, mesmo que tenham lentes muito escuras ou elevada proteção UV, não substituem os óculos próprios para observação solar.
Segundo as recomendações reunidas pelo Eclipse2026.pt, os óculos adequados devem cumprir a norma EN ISO 12312-2, destinada aos filtros utilizados para observação direta do Sol.
Antes de utilizares um par, verifica ainda se apresenta a marcação CE, a identificação do fabricante ou importador, instruções de utilização e informação relativa à conformidade do produto.
Radiografias, CDs ou vidros escuros também não são solução
Com a aproximação de um eclipse regressam também algumas soluções caseiras que podem ser perigosas.
Radiografias, negativos fotográficos, CDs, DVDs, vidros fumados ou várias camadas de óculos de sol não devem ser utilizados para olhar diretamente para o Sol.
A intensidade da luz visível não é o único problema. Um material parecer suficientemente escuro não significa que esteja a filtrar de forma adequada a radiação solar que pode atingir os olhos.
E se os óculos estiverem riscados ou danificados?
Também não devem ser utilizados.
Antes do eclipse, observa cuidadosamente os filtros. Se estiverem rasgados, perfurados, riscados ou apresentarem qualquer outro dano, o mais prudente é substituí-los.
E, quando chegar a hora de olhar para o céu, coloca os óculos antes de olhar para o Sol e retira-os apenas depois de voltares a desviar o olhar.
O eclipse solar acontece a 12 de agosto
O eclipse de 12 de agosto de 2026 será visível em Portugal e terá diferentes níveis de ocultação do Sol consoante a região do país.
É precisamente por isso que a procura por óculos certificados tem aumentado à medida que a data se aproxima.
Com o novo reforço de stock dos exemplares gratuitos, quem ficou sem óculos durante a primeira fase de distribuição tem agora outra oportunidade para se preparar. https://www.ovarnews.pt/?p=105953
A boa notícia é que há novamente stock. De acordo com a SIC Notícias, foi feito um reforço que permite retomar a distribuição gratuita dos óculos destinados à observação segura do fenómeno.
A iniciativa assume particular importância numa altura em que se aproxima aquele que será um dos acontecimentos astronómicos mais marcantes do ano em Portugal.
Onde podes conseguir óculos gratuitos?
Uma das possibilidades é através do Club da Visão, que participa na campanha de distribuição de óculos para o eclipse.
Os interessados podem consultar na página da campanha as informações sobre o levantamento e os pontos aderentes. Apesar do reforço de stock, a disponibilidade poderá variar, pelo que convém não deixar para os últimos dias.
Há ainda outros pontos de distribuição. A plataforma Eclipse2026.pt reúne informação sobre os locais onde é possível encontrar óculos adequados para observar o fenómeno e as principais regras para o fazer em segurança.
Atenção: óculos de sol não servem
Esta é provavelmente a informação mais importante para quem pretende acompanhar o eclipse.
Uns óculos de sol normais, mesmo que tenham lentes muito escuras ou elevada proteção UV, não substituem os óculos próprios para observação solar.
Segundo as recomendações reunidas pelo Eclipse2026.pt, os óculos adequados devem cumprir a norma EN ISO 12312-2, destinada aos filtros utilizados para observação direta do Sol.
Antes de utilizares um par, verifica ainda se apresenta a marcação CE, a identificação do fabricante ou importador, instruções de utilização e informação relativa à conformidade do produto.
Radiografias, CDs ou vidros escuros também não são solução
Com a aproximação de um eclipse regressam também algumas soluções caseiras que podem ser perigosas.
Radiografias, negativos fotográficos, CDs, DVDs, vidros fumados ou várias camadas de óculos de sol não devem ser utilizados para olhar diretamente para o Sol.
A intensidade da luz visível não é o único problema. Um material parecer suficientemente escuro não significa que esteja a filtrar de forma adequada a radiação solar que pode atingir os olhos.
E se os óculos estiverem riscados ou danificados?
Também não devem ser utilizados.
Antes do eclipse, observa cuidadosamente os filtros. Se estiverem rasgados, perfurados, riscados ou apresentarem qualquer outro dano, o mais prudente é substituí-los.
E, quando chegar a hora de olhar para o céu, coloca os óculos antes de olhar para o Sol e retira-os apenas depois de voltares a desviar o olhar.
O eclipse solar acontece a 12 de agosto
O eclipse de 12 de agosto de 2026 será visível em Portugal e terá diferentes níveis de ocultação do Sol consoante a região do país.
É precisamente por isso que a procura por óculos certificados tem aumentado à medida que a data se aproxima.
Com o novo reforço de stock dos exemplares gratuitos, quem ficou sem óculos durante a primeira fase de distribuição tem agora outra oportunidade para se preparar. https://www.ovarnews.pt/?p=105953
quarta-feira, agosto 05, 2026


Onze atletas amadores ligaram Portugal a Espanha numa jornada de superação, amizade e propósito
A Comunidade LEGADO - projeto português dedicado ao desenvolvimento pessoal através do desporto de endurance -, completou este sábado uma das suas iniciativas mais exigentes: uma travessia de bicicleta entre Ovar e Santiago de Compostela, realizada num único dia e com cerca de 300 quilómetros de extensão. Os onze atletas partiram de Ovar às 4 horas da manhã e chegaram à Praça do Obradoiro ao final da tarde, um total médio de 10 horas a pedalar num percurso com mais de 2400 metros de desnível acumulado e sobre temperaturas relativamente altas.
Motivados pelo gosto em comum por triatlo de longa distância e ciclismo, o grupo conseguiu concluir a travessia graças a uma preparação física rigorosa combinada com resiliência mental e espírito de equipa. "Na LEGADO acreditamos que os maiores desafios não servem apenas para testar o corpo, mas também para fortalecer o carácter", explica André Cálix, fundador da LEGADO. Apesar dos diferentes percursos e níveis de experiência, os atletas uniram-se pelos valores que definem a comunidade, como superação, entreajuda, compromisso e crescimento pessoal. “Esta travessia foi um exemplo de como pessoas comuns, juntas, conseguem alcançar objetivos extraordinários", conclui.
Movidos pelo mesmo propósito
A Comunidade LEGADO é um projeto português que promove o desenvolvimento pessoal através do triatlo, do ciclismo, da corrida e da natação. Como é exemplo esta travessia, é aberta a atletas de todos os níveis e tem como objetivo criar uma comunidade onde o apoio mútuo, a disciplina e a superação sejam capazes de potenciar a realização de objetivos desportivos e pessoais.
https://www.ovarnews.pt/comunidade-legado-pedalou-300-km-de-ovar-a-santiago-de-compostela-num-unico-dia/
Marília caminha sozinha pela cidade. Está cansada, trêmula, sente-se mais só do que o habitual. Aborrecida em casa, decide sair sem destino certo. Ovar e as suas ruas têm o dom de acalmar qualquer ânimo.
Caminha com passos firmes, sem direção. A angústia no peito dissipa-se aos poucos, até que os olhos pousam, por acaso, nos posters envelhecidos ainda presos às janelas do antigo Cine-Teatro.
E recorda.
Recorda...
A viagem no tempo começa.
Era um dia morno. O tipo de dia em que nada acontece, em que a cidade parece adormecida, sem grandes atividades para oferecer.
Mas Marília sempre teve um talento especial para encontrar soluções.
Pegou no telefone e marcou encontro com as suas melhores amigas, Cíntia e Mónica. Cresceram juntas — a mesma escola, a mesma cidade, a mesma infância. Mas agora, tudo estava prestes a mudar.
O 12º ano tinha chegado ao fim, os exames de acesso à universidade tinham corrido bem... mas seguiriam caminhos diferentes.
Nenhuma delas falava sobre isso.
Havia um silêncio estranho entre as três, uma espécie de pacto não declarado para evitar o inevitável.
Sem planos para o dia, decidiram fazer o que sempre faziam: perder-se pelas ruas da cidade. Caminhar juntas, rir sem pressa, fingir que o tempo não estava prestes a separá-las.
— Então, um filme?
— Qual?
— Só há uma tela. Ou vamos às 14h ou então só às 17h, e isso já fica tarde.
— Sim, sim, vamos às 14h.
A decisão havia sido tomada e o filme era o menos importante.
Ao entrar no Cine-Teatro, algo mudou. O riso voltou, a confusão de sempre instalou-se. O cheiro dos doces da zona, o burburinho das pessoas, a familiaridade daquele espaço.
Só que algo inesperado aconteceu.
O filme não funcionava, tentativa após tentativa, sempre com o mesmo resultado, em nada.
— Vai haver um atraso, pedimos desculpa. — anunciou um dos funcionários.
Mas elas não se importaram. Aproveitaram para rir mais um pouco.
E um novo anúncio.
— Podem ir ao quiosque, têm direito a um chocolatinho.
As três entreolharam-se.
— Olha que sorte. — brincou Cíntia.
A sala estava quase vazia, então a oferta parecia um presente especial, mas o filme continuava sem arrancar.
Mais conversa, mais risos, mais tempo passado sem preocupação, até que veio a confirmação.
— A fita está estragada. Só poderemos exibir o filme na próxima sessão.
Não fazia mal para as três, pois o que tinha começado como um plano para um dia sem graça, transformou-se numa memória.
A última memória das três juntas, na sua cidade, como sempre foi.
De volta ao presente, Marília sorri sozinha.
Ali está ela, feliz de novo, ainda que por um instante.
Uma recordação simples, num lugar que já não existe da mesma forma, mas que nunca deixará de ser um eterno aconchego.
(Continua)
Edgar Branco.
https://www.ovarnews.pt/cine-teatro-de-ovar-iv-por-edgar-branco/


Depois de ter estado patente na Escola de Artes e Ofícios de Ovar, a exposição "Projetar Ovar: territórios da EN109" inicia agora um percurso itinerante pelas Juntas de Freguesia do concelho.
A mostra reúne os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes do Mestrado Integrado em Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), que, no âmbito da unidade curricular de Projeto 5, refletiram sobre o território de Ovar e apresentaram propostas para a EN109, um dos principais eixos estruturantes do concelho.
A itinerância pretende aproximar estes projetos da comunidade, proporcionando aos munícipes a oportunidade de conhecer diferentes perspetivas sobre o território e de contactar com o trabalho desenvolvido pelos futuros arquitetos.
Consulte o calendário e visite a exposição na sua freguesia: https://www.ovarnews.pt/projetar-ovar-territorios-da-en109-em-exposicao/


Se era para ser segredo, Antonio Woods não contaria com a perspicácia dos adeptos do basquetebol.
A partir de uma pequena pista, a página Basquetebol Notícias descobriu que o norte-americano vai cumprir a quinta temporada pela AD Ovarense através de um 'story' publicado na tarde desta terça-feira pelo próprio Woods.
O base norte-americano partilhou uma contagem decrescente, ao que tudo indica correspondente à viagem de regresso a Portugal, acompanhada de uma imagem onde surge "Year 7".
Mas o detalhe mais curioso estava quase impercetível, diz a mesma página: as coordenadas 40°52'34.8"N 8°37'57.8"W, que correspondem à Arena de Ovar. https://www.ovarnews.pt/?p=105916


Teresa e Afonso Henriques, rostos da edição comemorativa dos 30 anos da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, visitaram o Núcleo de Partos e a Maternidade do Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, onde nasceram 45 bebés nos primeiros oito dias do evento.
Entre 28 de julho e 4 de agosto, vieram ao mundo 26 meninas e 19 meninos a quem foi concedido o título simbólico de Infante/Infanta da Terra de Santa Maria e atribuído um salvo-conduto que lhes garante o acesso gratuito vitalício ao recinto do evento.
Os atores Custódia Gallego e Tiago Aldeia, que encarnam as personagens centrais desta edição da Viagem Medieval, saudaram os novos infantes e os pais, e mostraram-se surpreendidos com a qualidade do serviço prestado no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia da ULS Entre Douro e Vouga, terminando a visita, realizada a 3 de agosto, com um agradecimento sentido pelo profissionalismo, dedicação e entrega demonstrados.
Recorde-se que, a partir desta edição, todos os bebés nascidos no Hospital de S. Sebastião, durante o período da Viagem Medieval, recebem um cartão de acesso gratuito vitalício ao evento, para além de um diploma com o título simbólico de Infante da Terra de Santa Maria, graças que tinham sido concedidas com caráter excecional em 2016, por ocasião dos 20 anos do evento.
Em 2026, são abrangidos por esta oferta todos os bebés nascidos no hospital da Feira entre 28 de julho, dia do espetáculo contemporâneo de abertura, e 9 de agosto, último dia da Viagem Medieval.
No final do evento, a ULS Entre Douro e Vouga remeterá à organização da Viagem Medieval a listagem completa dos nascimentos, para emissão dos cartões personalizados, que serão entregues presencialmente aos pais, em data e local a anunciar. https://www.ovarnews.pt/?p=105920


O concelho passa a contar com oito praias identificadas no modelo territorial. Quatro são expressamente referidas como criadas ou reclassificadas, enquanto o PARL 2040 prevê intervenções de natureza e dimensão diferentes ao longo da costa vareira.
A alteração ao Programa da Orla Costeira Ovar–Marinha Grande foi aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 157-A/2026, publicada a 31 de julho e em vigor desde 1 de agosto.
Não se trata da aprovação de um novo programa, mas da alteração do instrumento que vigora desde 2017. A revisão atualiza o modelo territorial, a delimitação e a classificação das praias, bem como as respetivas normas de gestão e Planos de Intervenção nas Praias.
O Governo fundamenta a alteração com a necessidade de adequar o programa à situação atualmente existente, à procura balnear e às atividades complementares, corrigindo igualmente erros e incongruências identificados ao longo dos últimos sete anos. O POC abrange cerca de 140 quilómetros de costa, num território particularmente vulnerável à erosão e aos riscos de galgamento e inundação.
No concelho de Ovar, o novo modelo territorial identifica oito praias marítimas:
• Esmoriz–Barrinha;
• Velha dos Pescadores de Esmoriz;
• Cortegaça;
• Santa Marinha;
• São Pedro de Maceda;
• Furadouro;
• Furadouro Sul;
• Torrão do Lameiro.
As classificações utilizadas pelo programa são: Tipo I — praia urbana; Tipo II — praia periurbana; Tipo III — praia seminatural; Tipo IV — praia natural; Tipo V — praia com uso restrito; e Tipo VI — praia com uso interdito.
A resolução destaca expressamente quatro praias criadas ou reclassificadas no município de Ovar:
Velha dos Pescadores de Esmoriz, Cortegaça/Parque de Campismo, Santa Marinha e Furadouro Sul.
Esmoriz–Barrinha mantém classificação urbana
A Praia de Esmoriz–Barrinha surge no modelo territorial como praia Tipo I — urbana.
Mantém-se igualmente o reconhecimento da Praia de Esmoriz como núcleo piscatório de nível I, categoria destinada aos locais onde a atividade piscatória apresenta maior expressão e necessita de maior nível de infraestruturação.
O Programa de Ação para Resiliência do Litoral 2040 não apresenta uma verba exclusivamente identificada como plano de intervenção balnear para Esmoriz–Barrinha. Estão, porém, inscritos vários montantes relacionados com a zona:
• 3,65 milhões de euros para recuperação do sistema aquático, do dique-fusível e consolidação dunar na Barrinha de Esmoriz, numa intervenção abrangendo Espinho e Ovar;
• 55 350 euros para reforço do dique-fusível e das barreiras arenosas artificiais;
• 364 642 euros para o Núcleo Piscatório Marítimo de Esmoriz.
São montantes estimados no PARL 2040, maioritariamente para o período 2025–2030, não significando necessariamente que os projetos estejam financiados, adjudicados ou em execução.)
Velha dos Pescadores passa a ter plano próprio
A Praia Velha dos Pescadores de Esmoriz passa a estar individualizada como praia Tipo V — com uso restrito.
Esta classificação corresponde a uma utilização condicionada por razões ambientais, físicas ou de segurança. Não equivale a uma interdição total, que corresponde ao Tipo VI.
O PARL 2040 prevê para esta área:
• 5 milhões de euros para o Plano de Intervenção 1.1 — Velha dos Pescadores de Esmoriz;
• 307 500 euros para reforço da proteção e estabilização da praia;
• 55 mil euros para uma análise custo-benefício relativa à “retirada do núcleo piscatório da praia dos pescadores em Esmoriz”.
O último valor financia um estudo e não uma decisão já tomada de retirada. O documento utiliza a expressão “praia dos pescadores em Esmoriz”, não identificando nessa ação, de forma expressa, toda a área do novo PP1.1.
Cortegaça e Parque de Campismo abrangidos pela alteração
A resolução inclui expressamente Cortegaça/Parque de Campismo entre as praias criadas ou reclassificadas. No modelo territorial, esta área surge integrada no PP02 — Cortegaça — Tipo I, correspondente a praia urbana.
Por não estar detalhada no texto da resolução a natureza exata da alteração, é mais rigoroso afirmar que o troço do Parque de Campismo passa a integrar o novo enquadramento de Cortegaça.
Cortegaça passa também de núcleo piscatório de nível II, no programa de 2017, para núcleo piscatório de nível I. Esta alteração reconhece-lhe um nível superior de expressão e necessidade de infraestruturação da atividade piscatória.
O PARL 2040 prevê duas ações diretamente relacionadas com esta área:
• 400 mil euros para a relocalização do Parque de Campismo da Praia de Cortegaça;
• 307 500 euros para reforço da raiz do esporão sul de Cortegaça.
A primeira está atribuída à Câmara Municipal de Ovar, com participação da Agência Portuguesa do Ambiente. A segunda corresponde a uma intervenção de defesa costeira sob responsabilidade da APA. Ambas têm prioridade elevada e horizonte indicado para 2025–2030.
Os dois montantes, num total estimado de 707 500 euros, têm finalidades distintas e não constituem uma verba única para a requalificação da praia.
Santa Marinha ganha autonomia como praia natural
Santa Marinha, associada na identificação das águas balneares à designação Santa Marinha–Cortegaça Sul, passa a dispor de um plano próprio no modelo territorial e é classificada como praia Tipo IV — natural.
A autonomização permite que a área balnear, os acessos, o estacionamento e os eventuais equipamentos sejam definidos num Plano de Intervenção próprio, distinto do de Cortegaça.
A classificação como praia natural não impede automaticamente a existência de apoios balneares. A instalação de estruturas dependerá, porém, do Plano de Intervenção, dos condicionamentos ambientais e dos procedimentos de licenciamento. A própria resolução admite, noutros locais classificados como naturais, apoios amovíveis e sazonais quando compatíveis com as condições da praia e da envolvente.
Para o Plano de Intervenção 2.1 — Santa Marinha, o PARL 2040 prevê um montante estimado de 150 mil euros, com prioridade elevada, responsabilidade atribuída à Câmara Municipal de Ovar e horizonte entre 2025 e 2030.
O documento não permite concluir, por si só, se Santa Marinha terá futuramente um bar ou outro apoio comercial. Essa possibilidade dependerá do conteúdo detalhado do plano e das autorizações posteriores.
São Pedro de Maceda mantém-se como praia seminatural
A Praia de São Pedro de Maceda mantém a classificação de Tipo III — praia seminatural.
O anterior plano já classificava a praia como seminatural, situação agora mantida no novo modelo territorial.
O plano anterior representa, contudo, uma configuração física que já não coincide integralmente com a realidade atual. Nele constam uma frente de praia mais extensa, a antiga zona circular de estacionamento e a anterior organização do apoio balnear. A erosão costeira e o avanço do mar alteraram, entretanto, a configuração daquele espaço.
A manutenção da classificação não esclarece, por si só, como serão reorganizados:
• o acesso à praia;
• o estacionamento;
• o acesso de emergência;
• a proteção do sistema dunar e florestal.
Essas respostas deverão resultar do Plano de Intervenção PP03 atualizado e dos projetos que venham a ser executados.
O PARL 2040 prevê 61 500 euros para uma intervenção nos acessos à Praia de São Pedro de Maceda, com prioridade elevada, responsabilidade da Câmara Municipal de Ovar e horizonte de 2025–2030.
O montante refere-se especificamente aos acessos e não a um plano global de requalificação. Por essa razão, não é diretamente comparável com os 150 mil euros inscritos para o Plano de Intervenção de Santa Marinha ou com verbas destinadas a obras de defesa costeira.
Maceda deixa de constar como núcleo piscatório
A alteração mais objetiva em São Pedro de Maceda ocorre no enquadramento da atividade piscatória.
No programa de 2017, a praia estava classificada como núcleo piscatório de nível II. Na nova redação deixa de integrar essa listagem. Passam a constar, no concelho de Ovar:
• Esmoriz, Cortegaça e Furadouro como núcleos piscatórios de nível I;
• Torrão do Lameiro como núcleo piscatório de nível II.
A retirada de Maceda da lista não representa uma proibição geral da pesca. Significa, contudo, a perda do reconhecimento específico previsto pelo programa para as condições de operação no areal, corredores de circulação, estacionamento de embarcações e instalações ligeiras de apoio à atividade piscatória.
Furadouro conserva a classificação urbana
A Praia do Furadouro mantém-se como praia Tipo I — urbana e continua reconhecida como núcleo piscatório de nível I.
O PARL 2040 identifica várias intervenções relacionadas com a frente urbana e a proteção costeira:
• 3,1 milhões de euros para reforço da estrutura longitudinal aderente e dos esporões;
• 9 126,60 euros para reforço do muro de proteção;
• 15 276,60 euros para equipamentos na marginal;
• 364 642 euros para os núcleos piscatórios marítimos do Furadouro.
Existe ainda uma estimativa de 145 140 euros para os acessos ao Furadouro Norte e Sul, abrangendo conjuntamente os dois setores.
Furadouro Sul passa a ter plano autónomo
Furadouro Sul passa a estar individualizado como praia Tipo II — periurbana.
Esta tipologia situa-se entre a praia urbana e os troços menos artificializados, refletindo a localização da área a sul da principal frente urbana do Furadouro.
Para o Plano de Intervenção 4.1 — Furadouro Sul, o PARL 2040 inscreve um montante estimado de 1,75 milhões de euros, com prioridade elevada e responsabilidade atribuída à Câmara Municipal de Ovar.
A área poderá igualmente beneficiar da intervenção conjunta de 145 140 euros nos acessos ao Furadouro Norte e Sul.
Torrão do Lameiro mantém-se como praia natural
O Torrão do Lameiro mantém a classificação de Tipo IV — praia natural.
Continua também reconhecido como núcleo piscatório de nível II. Este estatuto destina-se a locais onde se justifica assegurar condições de operação no areal e instalações associadas de construção ligeira, mas com menor nível de infraestruturação do que nos núcleos de nível I.
Não foi identificada no PARL 2040 uma verba nominalmente atribuída à Praia do Torrão do Lameiro. Isso não exclui a possibilidade de ser abrangida por intervenções mais amplas de reposição de areias, recuperação dunar ou alimentação artificial do litoral.
Intervenções que abrangem várias praias
Além das ações individualizadas, o PARL 2040 inclui investimentos de âmbito mais alargado para a costa de Ovar:
• 98 400 euros para reposição de areias em cinco praias do município, sem que o documento identifique individualmente quais são;
• 677 899,24 euros para projeto de execução, estudo de impacto ambiental e análise custo-benefício da alimentação artificial entre Esmoriz e Furadouro;
• 35 milhões de euros para a correspondente empreitada, fiscalização e monitorização;
• 4 milhões de euros para recuperação e estabilização do cordão dunar entre Ovar e Mira, numa intervenção multimunicipal.
Estas ações não podem ser atribuídas integralmente a uma única praia e poderão produzir efeitos em diferentes troços do litoral.
Montantes representam estimativas, não obras garantidas
Os valores inscritos no PARL 2040 não são diretamente comparáveis, porque correspondem a diferentes tipos de atuação: planos de intervenção, acessos, defesa costeira, estudos, relocalização de estruturas, equipamentos ou apoio à atividade piscatória.
Também não devem ser apresentados como financiamento já assegurado. O PARL 2040 identifica e prioriza intervenções, entidades responsáveis, montantes estimados e horizontes temporais.
A concretização dependerá da elaboração dos projetos, dos licenciamentos, da mobilização das fontes de financiamento e dos procedimentos de contratação pública.
Um novo enquadramento ainda dependente da execução
A alteração ao Programa da Orla Costeira modifica de forma relevante a organização das praias de Ovar.
Esmoriz–Barrinha e Furadouro mantêm-se como praias urbanas. São Pedro de Maceda permanece seminatural e o Torrão do Lameiro continua natural. Santa Marinha ganha um plano próprio como praia natural, Furadouro Sul é autonomizado como praia periurbana e a Velha dos Pescadores passa a praia com uso restrito. Cortegaça surge como praia urbana, integrando o troço do Parque de Campismo abrangido pela alteração.
O novo modelo territorial estabelece o enquadramento regulamentar. As consequências concretas para acessos, estacionamento, apoios de praia, atividade piscatória e proteção costeira dependerão agora dos planos detalhados, dos projetos aprovados e da execução das intervenções programadas.
António Santos https://www.ovarnews.pt/alteracao-ao-programa-da-orla-costeira-redefine-o-mapa-das-praias-de-ovar/
terça-feira, agosto 04, 2026


O Governo aprovou a alteração do Programa da Orla Costeira Ovar–Marinha Grande (POC-OMG), com atualização de um dos principais instrumentos de gestão do litoral português. A revisão adequa a classificação e delimitação das praias à realidade atual e reforça a proteção das pessoas e bens, a preservação dos ecossistemas costeiros e a valorização da utilização pública de cerca de 140 quilómetros de costa.
Sete anos após a entrada em vigor do programa, a experiência acumulada na sua aplicação evidenciou a necessidade de rever as normas de gestão das praias, corrigir incongruências identificadas pelas entidades competentes e responder à evolução da procura balnear e às transformações do litoral, uma das zonas mais vulneráveis da Europa aos fenómenos de erosão costeira. A alteração foi preparada pela Agência Portuguesa do Ambiente, acompanhada por uma comissão consultiva e sujeita a discussão pública.
Entre as principais novidades estão a criação de novas praias e a reclassificação de praias já existentes. Foram criadas ou reclassificadas as praias Velha dos Pescadores de Esmoriz, Cortegaça/Parque de Campismo, Santa Marinha, Furadouro Sul, Biarritz Ria, Barrinha de Mira, Murtinheira e Água de Madeiros.
Destaca-se ainda a Praia do Urso, no concelho de Pombal, que passa a integrar o conjunto de praias abrangidas pelo programa, na sequência da atualização das condições de segurança, acessibilidade e dinâmica costeira verificadas naquele troço do litoral. Esta alteração visa assegurar uma gestão mais adequada à evolução natural da linha de costa, reforçando simultaneamente a proteção de pessoas e bens e a valorização ambiental da área.
O diploma atualiza ainda o Regulamento de Gestão das Praias Marítimas e os Planos de Intervenção nas Praias, adaptando o regime de gestão às especificidades dos diferentes troços costeiros e reforçando a compatibilização entre conservação da natureza, segurança e atividades económicas ligadas ao mar.
Para a Ministra do Ambiente e Energia, “o litoral português enfrenta desafios cada vez mais exigentes, pelo que é essencial que os instrumentos de gestão acompanhem essa realidade. Esta atualização permite responder de forma mais eficaz aos riscos da erosão costeira, reforça a segurança de quem vive e frequenta estas zonas e assegura uma gestão mais sustentável das nossas praias, conciliando proteção ambiental, fruição pública e desenvolvimento das atividades económicas ligadas ao mar”.
A resolução determina que estas alterações incidem exclusivamente sobre as normas de gestão do Programa da Orla Costeira, sem implicar a atualização dos planos territoriais existentes e sem condicionar a ocupação, o uso ou a transformação do solo. https://www.ovarnews.pt/governo-aprova-novas-regras-para-praias-de-ovar-a-marinha-grande/


“Permit”, do cineasta polaco Robert Kwilman é o grande vencedor do “30º Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia – AVANCA 2026”, encerrando 14 dias de um festival de cinema por onde passaram 146 filmes de 42 nacionalidades.
Este filme ganhou também o Prémio de Melhor Realizador e o Prémio de Melhor Ator, atribuído a Daniel Jimérez.
O Prémio de Melhor Atriz foi para Lia Fietz do filme “Passport” de Tiago Pimentel (Portugal).
Foram distinguidas com Menções Especiais as longas–metragens “Dream of liberation” de Abbas Rafei (Irão), “L'oratore” de Marco Pollini (Itália) e “O Pitch - uma declaração de amor ao cinema” de Joaquim Haickel e Coi Belluzzo (Brasil).
O Prémio Curta Metragem foi para o filme “Reliefs” de Juan Manuel Gonzalez Fernandez (México), que ganhou igualmente o prémio de Melhor Argumento.
O Júri atribuiu ainda uma Menção Especial Curta Metragem ao filme “Liyue's Pearls” de Wang Xuanqi (China).
O Prémio para Melhor Animação foi para “Esquizoframe” de Paulo D’Alva (Portugal), tendo sido atribuída uma Menção Especial a “Eating Time” de Mari Kivi (Estónia).
O filme austríaco “A Mother's Love” de Harald Schwarzenbacher, recebeu o Prémio de Melhor Fotografia.
O júri de cinema foi presidido pelo cineasta Luís Diogo e constituído pelo programador Zurab Diasamidzes (Geórgia), a investigadora Anabela Branco de Oliveira e os cineastas Nikola Vukcevic (Montenegro) e António Amaral (França).
A aguardada Competição Avanca, que reúne os filmes produzidos na região, premiou a longa-metragem “Livros Restantes” de Marcia Paraiso e o Prémio Estreia Mundial foi atribuído a “Matéria” de Joaquim Pavão. O júri, presidido pelo académico e encenador Carlos Fragateiro, pela investigadora brasileira Angélica Coutinho e o crítico de cinema Germano Campos, atribuíram ainda menções honrosas a “A Herança do Duque” de Rui Nunes e “URSONÂNCIAS um sonho maior” de Luís Margalhau.
Sendo a Itália o país convidado deste ano, o júri constituído pelos cineastas Alfonso Palazón, José Miguel Moreira, Lívia S. Fortado, Francisco Lobo Faria, pelos programadores Pedro Medeiros e Francisco Ávila e pela cinéfila Isabel Costa e Almeida, atribuiu o Prémio Itália ao filme “Le cicogne di Chernobyl” de Karim Galici. Atribuíram ainda menções especiais aos filmes “Rossi Boomer” de Bruno Bozzetto e “Sunday” de Giulio Tonincelli.
Pelo segundo ano consecutivo, o Festival AVANCA premiou o cinema produzido com IA – Inteligência Artificial. “The Centenarian Kindergarten” de Junchao Tian, Shuheng LIu, Zengfu Qin e Huimin Han (China) foi distinguido com o Prémio CIAC. O júri, constituído pela investigadora Cynthia Levitan, o cineasta Nelson Martins, o crítico de cinema Nuno Reis e o cinéfilo Pedro Tavares, atribuiu ainda uma Menção Especial a “The Secret Life of Display Artists” de Carmen Gloria Pérez (Noruega).
O Prémio D. Quixote da FICC – Federação Internacional de Cineclubes, atribuiu a “Permit” do realizador polaco Robert Kwilman o prémio de melhor filme. O júri foi constituído pelos cineclubistas Joan Miquel Gual (Espanha), Gunter Lange (Alemanha) e Ana Pires do Cineclube Gândara Bairrada.
O documentário “Mama,s Voice” de Gana Yarovenko (Polónia, Ucrânia e Canadá) ganhou o Prémio Televisão, tendo o filme “Blue Sunbeam” de Karoly Palfai (Hungria) ganhado o Prémio Estreia Mundial. Foi ainda atribuída uma Menção Especial a “Deleau: Cinema sem Limites” de Michel La Veaux (Canadá). O júri foi constituído pelo fotógrafo Mike Haydon (Reino Unido), pelo cineasta Acácio Carreira, pelo poeta António Souto, pelos jornalistas Fernando Pinho, Manuel Freire, pelo cinéfilo Vasco Marques, pelo ator Carlos Rico e pelo pintor e escritor Henrique Vaz Duarte.
Na competição de Séries de Televisão, o júri constituído pela cineclubista Fátima Cabral e pelo cineasta Bernardo Cabral, atribuiu o Prémio a “Residente sem Raízes” de Riza Oyfum (Turquia).
O prémio vídeo foi atribuído a “Microcosmos. Um gabinete de curiosidades”, de Maria Lorenzo Hernández (Espanha), pelo júri constituído pela artista plástica Angela Cardoso, cineclubistas Fátima Cabral, Emília Amorim e pelo cineasta Bernardo Cabral.
O prémio VR (Realidade Virtual), foi atribuído aos filmes de 360º “Lost Spaces” de Belinda Cherrington (Chipre) e “Mirage” de Naima Karim (Holanda, Bangladesh, Arábia Saudita). O júri foi constituído pela investigadora Mariana Bento Lopes e pelo cineclubista Miguel Valente.
O Prémio Cineastas com menos de 30 anos foi atribuído a “Viver Mata” de Diogo Falcão (Portugal) pela cineasta Lardyanne Pimentel (Brasil) e o curador Marcello Zeppi (Itália). O Prémio Sénior foi atribuído ao documentário “Deleau: Cinema sem Limites” de Michel La Veaux (Canadá), pelos cineastas Ana Castro e Nelson Martins.
Na competição avancaGIGANTES, de cinema para os mais novos, o júri constituído pela cineclubista Isa Catarino Mateus, pela educadora Isméria Barbosa, o ator Jackas e o jornalista José Carlos Costa, atribuíram o prémio a “O Mar da Primavera” de Koji Yamamura (Japão). Atribuíram ainda uma Menção Especial a “Antonín Dvořák. O Peixe” de Oksana Cherkasova (Rússia).
Na competição Trailer in Motion, o Prémio para o melhor Trailer foi para “Livros Restantes - trailer” de Marcia Paraiso e Menção Especial para “VIAGENS, Entre Estrelas e Ondas - trailer” de Cláudio Jordão. O Prémio Videoclipe foi para “Zamzibar” de Carlos Silva, Helena Caspurro e Pedro de Almeida e a Menção Especial para “Mudar de Método” de Paulo D´alva. O Júri foi constituído pelo músico Sérgio Ferreira e o crítico de cinema Nuno Reis.
Entretanto, na “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação”, o Prémio Eng. Fernando Gonçalves Lavrador, em homenagem póstuma a um dos mais relevantes investigadores portugueses na área da semiótica, estética e teoria do cinema, distinguiu os investigadores Bachir Belhamri e Chafik Aaziz da Université Hassan II de Casablanca, Marrocos.
O júri deste prémio foi constituído pelos académicos Glória Gómez-Escalonilla (Universidad Rey Juan Carlos, Espanha), José Ribeiro (Universidade Federal do Recife, Brasil), Elarbi Elbakkali (Université Abdelmalek Essaâdi, Marrocos), Rosemary Mountain (Concordia University, Canadá) e Petra Dominkava (FAMU, Chéquia), atribuiu ainda uma Menção honrosa a Maria José Bello e Iñaki Iribarren Lineros da Universidad Austral de Chile.
No total, 14 júris constituídos por 51 individualidades de 12 países atribuíram 25 prémios e 14 menções especiais.
O AVANCA acontece todos os anos em Avanca e é uma organização do Cine-Clube de Avanca e do Município de Estarreja com o apoio do ICA/Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, Instituto Português do Desporto e da Juventude, Junta de Freguesia e Paróquia de Avanca, Agrupamento de Escolas de Estarreja, para além de várias organizações internacionais e entidades locais. https://www.ovarnews.pt/permit-e-livros-restantes-sao-os-vencedores-do-30o-festival-de-avanca/
Um eclipse solar seguido por uma chuva de meteoros deve fazer de agosto um dos meses mais aguardados por quem gosta de astronomia, observação do céu e fenômenos raros. No dia 12 de agosto de 2026, a Lua passará diante do Sol em parte da Europa, e, depois do anoitecer, os meteoros das Perseidas devem dominar a madrugada em locais escuros e com boa visibilidade.
Agosto já costuma ser lembrado pelas Perseidas, uma das chuvas de meteoros mais conhecidas do calendário astronômico. Em 2026, o mês ganha um ingrediente extra: um eclipse solar no mesmo período do pico de atividade dos meteoros.
Essa combinação chama atenção porque envolve dois fenômenos diferentes em poucas horas. Primeiro, a Lua interfere na luz do Sol durante o eclipse. Depois, com o céu escuro da noite, pequenos fragmentos deixados por um cometa entram na atmosfera e aparecem como riscos luminosos.
O eclipse solar acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando parte ou toda a luz solar para quem está em determinadas regiões do planeta. Em 12 de agosto de 2026, a totalidade será vista em uma faixa específica, enquanto outras áreas acompanharão o fenômeno de forma parcial.
Observar um eclipse exige proteção adequada. Mesmo quando grande parte do Sol está encoberta, a luminosidade restante ainda pode causar danos sérios à retina. Óculos escuros comuns, vidro escurecido, filme fotográfico e improvisos caseiros não servem para esse tipo de observação.
Antes de acompanhar o eclipse, alguns cuidados precisam ser tratados como regra, não como sugestão:
- Use apenas óculos próprios para eclipse solar, com certificação adequada.
- Não olhe para o Sol com binóculo ou telescópio sem filtro solar específico na frente da lente.
- Evite observar por reflexos improvisados ou materiais escurecidos sem garantia.
- Escolha um ponto com horizonte livre para o lado em que o Sol vai se pôr.
- Procure eventos organizados por planetários, observatórios ou grupos de astronomia.
As Perseidas são uma chuva de meteoros associada a detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle. Todos os anos, a Terra atravessa essa região com pequenas partículas, que entram na atmosfera em alta velocidade e queimam, formando os rastros conhecidos popularmente como estrelas cadentes.
Em 2026, o momento é especialmente favorável porque o eclipse solar ocorre na fase de Lua nova. Isso significa que a noite não terá o brilho forte da Lua atrapalhando a observação dos meteoros. Em locais afastados de luz urbana, o céu escuro pode revelar muito mais rastros luminosos. https://www.ovarnews.pt/?p=105882
Agosto já costuma ser lembrado pelas Perseidas, uma das chuvas de meteoros mais conhecidas do calendário astronômico. Em 2026, o mês ganha um ingrediente extra: um eclipse solar no mesmo período do pico de atividade dos meteoros.
Essa combinação chama atenção porque envolve dois fenômenos diferentes em poucas horas. Primeiro, a Lua interfere na luz do Sol durante o eclipse. Depois, com o céu escuro da noite, pequenos fragmentos deixados por um cometa entram na atmosfera e aparecem como riscos luminosos.
O eclipse solar acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando parte ou toda a luz solar para quem está em determinadas regiões do planeta. Em 12 de agosto de 2026, a totalidade será vista em uma faixa específica, enquanto outras áreas acompanharão o fenômeno de forma parcial.
Observar um eclipse exige proteção adequada. Mesmo quando grande parte do Sol está encoberta, a luminosidade restante ainda pode causar danos sérios à retina. Óculos escuros comuns, vidro escurecido, filme fotográfico e improvisos caseiros não servem para esse tipo de observação.
Antes de acompanhar o eclipse, alguns cuidados precisam ser tratados como regra, não como sugestão:
- Use apenas óculos próprios para eclipse solar, com certificação adequada.
- Não olhe para o Sol com binóculo ou telescópio sem filtro solar específico na frente da lente.
- Evite observar por reflexos improvisados ou materiais escurecidos sem garantia.
- Escolha um ponto com horizonte livre para o lado em que o Sol vai se pôr.
- Procure eventos organizados por planetários, observatórios ou grupos de astronomia.
As Perseidas são uma chuva de meteoros associada a detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle. Todos os anos, a Terra atravessa essa região com pequenas partículas, que entram na atmosfera em alta velocidade e queimam, formando os rastros conhecidos popularmente como estrelas cadentes.
Em 2026, o momento é especialmente favorável porque o eclipse solar ocorre na fase de Lua nova. Isso significa que a noite não terá o brilho forte da Lua atrapalhando a observação dos meteoros. Em locais afastados de luz urbana, o céu escuro pode revelar muito mais rastros luminosos. https://www.ovarnews.pt/?p=105882
segunda-feira, agosto 03, 2026


Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de São Salvador.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 10/08/2026 entre as 09:00h e as 17:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua do Sul (entre os n.ºs 216 ao n.º 260), Rua das Barreiras, Rua da Barca, Rua Central, Rua dos Gregórios e Rua da Loira – Lugar da Gafanha da Boavista
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/ampliacao-da-rede-no-municipio-de-ilhavo-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-2/


Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia da Palhaça.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 07/08/2026 entre as 10:00h e as 16:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua Vila Nova (do n.º 9 ao 65)
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/manutencao-da-rede-no-municipio-de-oliveira-do-bairro-suspende-temporaria-o-abastecimento/


O Sporting Clube de Esmoriz deu a conhecer a equipa técnica, liderada por Porto Gomes, que irá orientar a equipa sénior na temporada 2026/2027, assinalando o início de uma nova etapa marcada pela ambição, pelo compromisso e pela vontade de alcançar os objetivos definidos para a nova época.
Com o lema “Juntos Somos Mais Fortes”, o clube reforça o espírito de união que pretende levar para dentro e para fora das quatro linhas, apostando numa estrutura técnica preparada para enfrentar os desafios que se avizinham.
A apresentação da equipa técnica representa mais um passo na preparação da nova temporada, numa fase em que o trabalho, a dedicação e o rigor serão fundamentais para construir uma equipa competitiva e capaz de honrar a história e os pergaminhos do Sporting Clube de Esmoriz.
A todos os elementos da equipa técnica, o clube deseja uma época repleta de sucesso, marcada por muitas conquistas e pelo apoio incondicional dos sócios e adeptos, que voltarão a acompanhar o percurso dos “Guerreiros da Barrinha” ao longo da temporada 2026/2027. https://www.ovarnews.pt/equipa-tecnica-liderada-por-porto-gomes-vai-treinar-o-sc-esmoriz/


Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Esmoriz.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 07/08/2026 entre as 10:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua das Romeiras e Rua das Relvas (entre os n.ºs 221 e n.º 239)
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/ampliacao-da-rede-de-abastecimento-em-ovar-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/
O Governo aprovou a alteração à Portaria n.º 227/2026/1, de 20 de maio, alargando a elegibilidade dos apoios aos agricultores cujas explorações foram afetadas pela febre catarral ovina (língua azul). A medida visa dar resposta a situações em que os produtores ficaram excluídos dos apoios devido a atrasos no fornecimento das vacinas durante o ano de 2025.
Com a alteração agora aprovada, passam a ser elegíveis, de forma excecional, apoios aos agricultores que, não tendo conseguido vacinar os seus ovinos antes do surto, o tenham feito até 30 de novembro de 2025, desde que cumpridos os requisitos técnicos e devidamente registadas as ações de vacinação no PISA.Net.
O apoio previsto na presente portaria assume a forma de ajuda forfetária não reembolsável de 48 euros por ovino morto, registado no SNIRA desde a data da suspeita da doença até 16 de janeiro de 2026.
Após a entrada em vigor da portaria, a DGAV publicará no seu portal a lista de marcas de exploração e respetivos NIF elegíveis, abrindo um prazo de 30 dias para apresentação de reclamações.
Com esta alteração, o Governo assegura um tratamento equitativo e garante que todos os agricultores que atuaram de forma diligente têm acesso ao apoio devido, reforçando a confiança no sistema de sanidade animal e na capacidade de resposta pública perante situações excecionais. https://www.ovarnews.pt/governo-alarga-elegibilidade-aos-apoios-por-perdas-causadas-pelo-surto-de-lingua-azul/
Com a alteração agora aprovada, passam a ser elegíveis, de forma excecional, apoios aos agricultores que, não tendo conseguido vacinar os seus ovinos antes do surto, o tenham feito até 30 de novembro de 2025, desde que cumpridos os requisitos técnicos e devidamente registadas as ações de vacinação no PISA.Net.
O apoio previsto na presente portaria assume a forma de ajuda forfetária não reembolsável de 48 euros por ovino morto, registado no SNIRA desde a data da suspeita da doença até 16 de janeiro de 2026.
Após a entrada em vigor da portaria, a DGAV publicará no seu portal a lista de marcas de exploração e respetivos NIF elegíveis, abrindo um prazo de 30 dias para apresentação de reclamações.
Com esta alteração, o Governo assegura um tratamento equitativo e garante que todos os agricultores que atuaram de forma diligente têm acesso ao apoio devido, reforçando a confiança no sistema de sanidade animal e na capacidade de resposta pública perante situações excecionais. https://www.ovarnews.pt/governo-alarga-elegibilidade-aos-apoios-por-perdas-causadas-pelo-surto-de-lingua-azul/


Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Aradas.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 06/08/2026 entre as 09:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua Direita (n.ºs impares: 469 ao 551), Rua Pedra Moura, Rua Bairro Maria Ferreira, Rua da Marafusa e Rua da Primagera.
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/renovacao-da-rede-em-aveiro-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-5/
domingo, agosto 02, 2026


Ceuta voltou a ocupar as manchetes. A crise migratória, a pressão sobre uma das fronteiras externas da União Europeia e as tensões diplomáticas colocaram novamente aquela pequena cidade africana no centro da atualidade. Contudo, entre imagens de vedações, patrulhas e embarcações, há um pormenor que passa despercebido à esmagadora maioria dos portugueses. Sobre os edifícios oficiais de Ceuta continua a tremular uma bandeira que guarda, há mais de seis séculos, uma das mais extraordinárias memórias da História de Portugal.
Talvez muitos se surpreendam ao descobrir que aquela bandeira conserva ainda o escudo português e as cores da antiga bandeira de Lisboa. O preto e o branco que hoje identificam Ceuta não foram escolhidos por acaso. Recordam a bandeira da cidade de Lisboa, levada pela grande armada de D. João I que, em agosto de 1415, partiu do Tejo rumo ao Norte de África para conquistar a cidade. A memória dessa expedição ficou perpetuada na própria bandeira de Ceuta, como se o tempo tivesse decidido conservar um testemunho silencioso do início da expansão portuguesa.
Foi dali que começou uma das maiores aventuras da História da Humanidade.
Quando D. João I decidiu atacar Ceuta, não estava apenas a planear uma campanha militar. Estava a abrir uma nova etapa na História de Portugal. Acompanhavam-no os infantes D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, jovens príncipes que encontrariam naquela expedição uma experiência decisiva para o futuro do reino. O cronista Gomes Eanes de Zurara descreve o entusiasmo das tropas, a coragem dos combatentes e a rapidez com que a cidade caiu nas mãos portuguesas. Aqueles homens dificilmente imaginariam que estavam a escrever o primeiro capítulo de uma epopeia que levaria Portugal aos quatro cantos do mundo.
Ceuta transformou-se na primeira grande conquista ultramarina portuguesa. Muito antes de Vasco da Gama chegar à Índia, de Cabral avistar o Brasil ou das naus portuguesas alcançarem o Japão, foi naquela cidade africana que Portugal começou a afirmar uma vocação marítima e universal sem paralelo na Europa do seu tempo.
Mas essa conquista teve um preço elevadíssimo.
Durante mais de dois séculos, Ceuta exigiu homens, navios, armas, alimentos e recursos financeiros. Manter uma praça portuguesa em território africano implicava um esforço permanente, quase sempre esquecido quando se fala da expansão marítima. Gerações de portugueses combateram nas suas muralhas, perderam familiares e viveram convencidas de que defender Ceuta era defender o próprio reino.
Nenhuma figura simboliza melhor esse sacrifício do que o Infante D. Fernando. Capturado após a expedição a Tânger, permaneceu durante anos em cativeiro porque Portugal recusou entregar Ceuta em troca da sua libertação. O reino preferiu perder um príncipe a perder a cidade conquistada por D. João I. O Infante Santo morreria longe da pátria, tornando-se um dos maiores símbolos de fidelidade e abnegação da História portuguesa.
Décadas mais tarde, Luís de Camões transformaria em poesia a grande epopeia nacional. Embora Os Lusíadas celebrem sobretudo a viagem de Vasco da Gama, a verdade é que essa epopeia começou muito antes. Começou em Ceuta. Sem a conquista de 1415 dificilmente se compreenderia o impulso que conduziu Portugal ao longo da costa africana, ao cabo da Boa Esperança, ao Índico, ao Brasil e ao Extremo Oriente. Ceuta foi o primeiro degrau da aventura que Camões haveria de eternizar.
Também D. Sebastião encontraria em terras do Norte de África o seu destino trágico. Em Alcácer Quibir, não muito longe de Ceuta, desapareceu o jovem rei cuja morte mergulhou Portugal numa das maiores crises da sua História. A partir desse momento, o sonho africano iniciado por D. João I conhecia o seu episódio mais dramático. A perda da independência em 1580 acabaria por alterar profundamente o destino de Ceuta.
Quando Portugal recuperou a independência em 1640, a cidade decidiu permanecer fiel à Coroa espanhola. A soberania portuguesa terminava, mas a memória não. O escudo português permaneceu na bandeira e o preto e o branco da antiga bandeira de Lisboa continuaram a recordar a armada que atravessou o estreito de Gibraltar em 1415. É raro encontrar na História um símbolo oficial que tenha sobrevivido durante mais de seis séculos à mudança de soberania.
Hoje, quando as câmaras de televisão mostram Ceuta como um dos principais pontos de entrada de migrantes em território europeu, quase ninguém repara que aquela bandeira continua a contar uma história muito diferente. Conta a história de um pequeno reino que ousou atravessar o mar, iniciar a expansão ultramarina e mudar para sempre o curso da História mundial. Conta a história de reis, infantes, marinheiros, soldados, cronistas e poetas que fizeram daquela cidade o primeiro capítulo da extraordinária aventura portuguesa.
Até quando sobreviverá Portugal na bandeira de Ceuta? Ninguém o sabe. A História ensina-nos que nenhum símbolo é eterno. As bandeiras mudam, os escudos transformam-se e as identidades evoluem ao longo dos séculos. Mas, enquanto o escudo português permanecer ao centro daquela bandeira e enquanto o preto e o branco da antiga Lisboa continuarem a desafiar o tempo, Ceuta recordará ao mundo que foi ali, nas muralhas daquela cidade africana, que Portugal iniciou uma das mais extraordinárias epopeias da História da Humanidade. E há memórias que, mesmo quando deixam de pertencer a um país, passam definitivamente a pertencer à História.
Paulo Freitas do Amaral, Professor, Historiador e Autor https://www.ovarnews.pt/?p=105838


A Viagem Medieval em Terra de Santa Maria celebra três décadas com uma edição especial centrada em D. Teresa, Afonso Henriques e na disputa que antecedeu a autonomia do Condado Portucalense.
Até 9 de agosto, a cidade reúne recriação histórica, grandes espetáculos, participação das escolas e experiências imersivas num programa com dezenas de propostas, a convidar à participação de todas as idades.
Os espetáculos são imperdíveis. Aliam tecnologia com história. No recinto, dois cavaleiros lançam-se num duelo sob as ameias do Castelo. O público sustém a respiração perante o embate.
Em redor, eleva-se o odor a pão acabado de sair do forno e a carne a assar. O ferreiro trabalha o metal em brasa; a tecedeira revela-nos os segredos da fiação da lã; o bobo da corte arranca gargalhadas com as suas piadas. Ao longe, escutamos o alarido do cortejo real.
Assista à história de D. Teresa, marcada por alianças, traições e disputas pelo poder, numa luta pelo controlo de Portucale que culmina no confronto com o seu filho, Afonso Henriques, abrindo caminho ao nascimento de Portugal.
O centro histórico de Santa Maria da Feira propõe-nos uma viagem de redescoberta da nossa História com a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria. Perto de 40 hectares transformam-se num imenso palco para dezenas de iniciativas diárias e áreas temáticas.
No final do século XI, D. Teresa e Henrique da Borgonha receberam o Condado Portucalense, que incluía a Terra de Santa Maria. Viúva, D. Teresa assumiu o governo, mas a disputa com Afonso Henriques e os barões portucalenses culminou na Batalha de São Mamede, em 1128, quando o filho tomou o poder. É nesse momento de rutura, antes de Portugal existir, que a Viagem Medieval nos coloca.
Num desses espetáculos de grande formato, “Honra e Destino” recria alianças, traições e disputas, a culminarem no confronto que abriu caminho à autonomia portucalense. Com participação vareira, trata-se de um espectáculo intenso da Associação Cultural e Artística da Lourosa (ACAL), com coreografia de Gabriela Frutuosa e a participação de diversos elementos e caras conhecidas de Ovar.
Local: Terreiro das Guimbras
Duração: 30 minutos
Coreografia: Gabriela Frutuosa
Preço: gratuito
Horário: 21h30 https://www.ovarnews.pt/honra-e-destino-aas-disputas-pelo-poder-da-vida-de-d-teresa-mae-de-d-afonso-henriques/


𝐎 p𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐈𝐍𝐄𝐌 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐚𝐯𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝟓𝟔 𝐚𝐦𝐛𝐮𝐥𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟎𝟎 𝐝𝐞 𝐦𝐞𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐦𝐞𝐫𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐦𝐞́𝐝𝐢𝐜𝐚 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐨 𝐩𝐚𝐢́𝐬.
𝐎 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐚̃𝐨 𝐬𝐞𝐫 𝐚𝐟𝐞𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬.
Depois de termos perdido o Serviço de Urgência, de continuarmos sem um Serviço de Atendimento Permanente 24 horas e de assistirmos ao encerramento de Unidades de Saúde Familiar durante anos, perguntamos: o que mais nos querem retirar?
O acesso à saúde é um direito fundamental. Não aceitaremos que Ovar continue a ser tratado como um concelho de segunda.
Perante mais esta ameaça, é inaceitável o silêncio e a passividade do executivo municipal. Quem foi eleito para defender os interesses dos vareiros tem a obrigação de atuar, de fazer ouvir a sua voz e de exigir ao Governo que recue nesta decisão.
Chegou o momento de colocar os interesses do concelho acima das conveniências partidárias. É tempo de enfrentar os governantes do próprio partido, sempre que estejam em causa os direitos da nossa população.
Ovar é um concelho com forte tecido industrial, milhares de trabalhadores, uma extensa faixa costeira, elevada densidade populacional, importantes eventos culturais e desportivos e um fluxo significativo de visitantes ao longo do ano. Estas características exigem mais capacidade de resposta na saúde e na emergência médica, não menos.
Na verdade, o concelho necessita de reforçar os seus serviços de saúde, recuperar uma resposta de urgência e garantir meios de emergência adequados à realidade do território. Reduzir ambulâncias é seguir precisamente o caminho contrário.
𝐄𝐬𝐭𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐬𝐞́𝐫𝐢𝐨. Não aceitaremos que mais um direito seja perdido perante a indiferença de quem tem responsabilidades políticas. Os Vareiros merecem respeito, merecem segurança e merecem cuidados de saúde à altura das suas necessidades.
𝐎𝐯𝐚𝐫 𝐧𝐚̃𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐫 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐞𝐫. 𝐄𝐬𝐭𝐚́ 𝐧𝐚 𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨.
Os vereadores do PS Ovar
Emanuel Oliveira
Fernando Camelo de Almeida
Eva Oliveira https://www.ovarnews.pt/ps-%f0%9d%90%8e%f0%9d%90%af%f0%9d%90%9a%f0%9d%90%ab-%f0%9d%90%a7%f0%9d%90%9a%cc%83%f0%9d%90%a8-%f0%9d%90%a9%f0%9d%90%a8%f0%9d%90%9d%f0%9d%90%9e-%f0%9d%90%a9%f0%9d%90%9e%f0%9d%90%ab%f0%9d%90%9d/
sábado, agosto 01, 2026


No âmbito dos festejos de Nossa Senhora das Dores, em Valdágua, Válega, decorre este sábado, a primeira edição do jogo "Cai o Poio Ganha a Vaca". Ou seja, o "jogo das fezes de vaca" um dos passatempos insólitos de aposta ou sorte conhecidos em Portugal como o concurso da bosta da vaca, onde se aposta no quadrado exato do terreno do Polidesportivo local onde o animal vai defecar.
Como funciona o concurso? O campo é dividido numa grelha numerada com vários quadrados pintados ou marcados no chão. Os participantes compram o número correspondente ao quadrado de terreno onde acham que a sorte vai calhar, isto é, onde a vaca vai... defecar.
Às 19 horas deste sábado, uma vaca é solta no prado e os espetadores aguardam para ver em que sítio exato o animal liberta as fezes (o que, por vezes, pode demorar), determinando nesse momento o bilhete vencedor. O sortudo pode optar em ficar com o animal ou levar mil Euros para casa. https://www.ovarnews.pt/valega-concurso-cai-o-poio-ganha-a-vaca-chega-a-valdagua/


Já arrancou em Cortegaça mais uma edição do Cortegaça Ativa, iniciativa que convida a população a participar num conjunto diversificado de atividades desportivas e de promoção de estilos de vida saudáveis.
O programa decorre entre hoje e amanhã, em dois espaços distintos e inclui modalidades para todas as idades, desde aulas de grupo a demonstrações, atividades de bem-estar e um torneio de futebol de rua.
Neste sábado, 1 de agosto, as atividades arrancaramm às 09h00 com uma aula de Bodypump, dinamizada pela Fitness Factory, enquanto no Espaço Este decorre uma sessão de Yoga, orientada por Andreia, das Mentes Felizes. Ao longo da manhã haverá ainda aulas de Cycling, Karaté, Defesa Pessoal, Ginástica Sénior e Pilates Flow. A partir das 15h00, realiza-se o Torneio de Futebol de Rua, promovido pelo Futebol Clube de Cortegaça.
No domingo, 2 de agosto, o programa prossegue com aulas de Pilates, Treino Funcional, Aeróbica e Cycling, terminando novamente às 15h00 com mais uma sessão do Torneio de Futebol de Rua.
As sessões de Cycling requerem inscrição obrigatória, que deve ser efetuada através do QR Code disponibilizado pela organização.
Sob o lema "Movimento que une. Comunidade que inspira.", o Cortegaça Ativa pretende incentivar a prática regular de atividade física, promovendo simultaneamente o convívio entre a população e a valorização de hábitos de vida saudáveis. https://www.ovarnews.pt/cortegaca-ativa-promove-fim-de-semana-para-toda-a-familia/
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