terça-feira, agosto 25, 2026



Itália Conectada: Como o eSIM Simplifica a Sua Viagem e Exploração
Preparar uma viagem a Itália implica normalmente escolher entre Roma e Veneza, decidir se vale a pena visitar a Toscana ou a Sicília, e organizar o itinerário entre monumentos, museus e restaurantes escondidos nas vielas. Mas há um detalhe que, apesar de menos glamoroso, pode fazer toda a diferença na experiência: a conectividade. É aqui que o eSIM se tornou um verdadeiro aliado de quem viaja pela Península Itálica.


O que é um eSIM e porque está a mudar a forma de viajar


O eSIM (SIM embutido) é um cartão SIM digital, já integrado no smartphone, que substitui o tradicional cartão físico. Em vez de procurar uma loja para comprar um SIM local ao chegar a Itália, o viajante pode ativar um plano de dados diretamente no telemóvel, muitas vezes ainda antes de embarcar. Basta escanear um código QR ou seguir alguns passos simples na aplicação do operador, e a ligação à internet fica garantida assim que se aterra em solo italiano.

Esta tecnologia elimina um dos maiores incómodos de qualquer viagem internacional: a incerteza sobre onde e como obter uma rede fiável logo à chegada.


Porque faz sentido usar eSIM numa viagem a Itália


Itália é um país com uma geografia diversa, cidades movimentadas, zonas rurais na Úmbria ou no Piemonte, e ilhas como a Sardenha ou a Sicília. Ter uma conectividade estável em todos estes cenários é essencial para:

- Navegar sem esforço: usar o GPS para chegar a um restaurante escondido em Trastevere ou encontrar o caminho certo entre as ruas estreitas de Florença.


- Traduzir em tempo real: comunicar com facilidade em lojas, mercados e restaurantes, mesmo sem dominar o italiano.


- Partilhar a experiência: publicar fotos do Coliseu ou dos canais de Veneza nas redes sociais no momento exato em que acontece.


- Manter-se em contacto: falar com família, amigos ou colegas de trabalho sem depender do Wi-Fi do hotel, que nem sempre é estável.

Além disso, evitar o roaming tradicional significa fugir a custos inesperados na fatura do telemóvel, um receio comum entre quem viaja para fora do seu país de origem.


Praticidade acima de tudo


Um dos maiores benefícios do eSIM é a rapidez. Não é preciso perder tempo numa fila de aeroporto ou percorrer lojas de telecomunicações à procura de um cartão físico compatível. O processo de ativação é feito em minutos, diretamente do smartphone, e o viajante pode inclusive comparar planos de dados antes de partir, escolhendo o que melhor se adapta à duração e ao estilo da sua viagem, seja uma escapadela de fim de semana a Milão ou um roteiro de três semanas pelo país inteiro.

Outra vantagem prática: como o eSIM não ocupa o slot físico do SIM habitual, é possível manter o número de telefone do país de origem ativo para chamadas e mensagens, enquanto se usa a linha de dados italiana em paralelo. Isto é particularmente útil para quem viaja a trabalho e precisa de continuar contactável.


Como garantir a sua conectividade em Itália


Para aproveitar Itália sem preocupações com a rede, o mais simples é adquirir o eSIM antes mesmo de fazer as malas. Assim, ao aterrar, a única coisa que resta é explorar, seja perdendo-se pelas ruas de Nápoles, provando um verdadeiro gelato artesanal ou contemplando a Torre de Pisa.

Se ainda não sabe onde comprar o seu eSIM para a próxima viagem, Clique aqui e descubra as ofertas disponíveis para Itália.


Conclusão


A conectividade deixou de ser um detalhe secundário no planeamento de uma viagem, tornou-se parte essencial da experiência. Com o eSIM, explorar Itália torna-se mais simples, mais económico e muito mais fluido, permitindo que o viajante se concentre no que realmente importa: viver cada momento desta viagem inesquecível. https://www.ovarnews.pt/italia-conectada-como-o-esim-simplifica-a-sua-viagem-e-exploracao/


Bruno Carnide foi aceite na Academia dos Óscares e agora prepara-se para estrear filme na Albânia
Com argumento de Cátia Biscaia, Maré Vaza mostra a história de um homem que vive atormentado pela ausência da filha. Conta com o actor Sérgio Praia, conhecido por interpretar António Variações na cinebiografia sobre o músico. Tem estreia absoluta agendada para o próximo mês na Albânia.

O novo trabalho de Bruno Carnide resulta de uma residência artística promovida pelo Shortcutz Ovar e começa agora a viagem pelo circuito de exibição, no Tirana International Film Festival, que se realiza em Setembro.

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Bruno Carnide foi aceite na Academia dos Óscares e agora prepara-se para estrear filme na Albânia

Viver


Bruno Carnide foi aceite na Academia dos Óscares e agora prepara-se para estrear filme na Albânia


25 ago 2026 16:33


Maré Vaza será mostrado pela primeira vez ao público durante o Tirana International Film Festival

O realizador durante um evento em Macau em 2024


biscaiacarnide.studio

Redacção


redaccao@jornaldeleiria.pt

Com argumento de Cátia Biscaia, Maré Vaza mostra a história de um homem que vive atormentado pela ausência da filha. Conta com o actor Sérgio Praia, conhecido por interpretar António Variações na cinebiografia sobre o músico. Tem estreia absoluta agendada para o próximo mês na Albânia.

O novo trabalho de Bruno Carnide resulta de uma residência artística promovida pelo Shortcutz Ovar e começa agora a viagem pelo circuito de exibição, no Tirana International Film Festival, que se realiza em Setembro.

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“Um festival internacional de grande importância e qualificador aos Óscares e aos European Film Awards”, considera o realizador de Leiria num comentário partilhado online. “Em apenas quatro dias escrevemos e filmámos esta curta-metragem”, detalha. “É uma enorme alegria ver este pequeno filme, feito em tão pouco tempo e com uma equipa tão especial, chegar agora tão longe”.


Mistérios e tormentos


“As águas da lagoa escondem histórias, mistérios e tormentos. Desvendam a vida e escondem a morte ao sabor das marés. Um homem vive torturado pelas memórias. E quando a vida se veste de angústia sem respostas, a água pode desvendá-las”, pode ler-se na sinopse.

Maré Vaza é produzido por Tiago Alves e Ana Castro, e co-produzido por Eduardo M. Escribano Solera, e tem fotografia de Tiago Iúri, edição de Tiago Iúri e Bruno Carnide e música e sonoplastia de André Carvalho. A distribuição fica a cargo da Mailuki Films.


Na Academia de Hollywood


Bruno Carnide, soube-se em Junho, faz parte da lista de convidados de 2026 da Academia de Hollywood, que anualmente atribui os Óscares.

Com mais de 11 mil membros em todo o mundo, o grupo de portugueses que integram o “clube” é restrito: apenas 12, segundo revelou na ocasião o Leiria Film Fest, de que Bruno Carnide é co-director e co-fundador.

De acordo com a nota partilhada no site oficial, a Academy of Motion Picture Arts and Sciences seleccionou este ano para novos membros, pela contribuição para o cinema, um total de 529 pessoas em todo o mundo, incluindo actores, realizadores, argumentistas, directores de fotografia e produtores, entre outros artistas, técnicos e executivos.

O ingresso na Academia acontece mediante proposta, não por candidatura. Ou automaticamente, com nomeação aos Óscares. Nos últimos anos, João Gonzalez, Mónica Santos, Miguel Gomes e Pedro Costa foram alguns dos portugueses indicados.

Para Bruno Carnide, o convite gera expectativa. “Estou à espera de apoios, pode ser que ajude”, disse. “Acaba por tornar o meu currículo mais interessante”. E explicou: “O meu foco passa por realizar uma longa-metragem e tenho estado a trabalhar nisso”.


Mais de 50 prémios


Além de ter fundado, com a realizadora Cátia Biscaia, o Leiria Film Fest, que já vai em 13 edições, Bruno Carnide foi curador do m|i|mo (Museu da Imagem em Movimento) e soma vários prémios nacionais e internacionais – mais de 50, lê-se no perfil publicado no respectivo site em biscaiacarnide.studio.

Nascido em 1987, foi duas vezes nomeado para os Prémios Sophia da Academia Portuguesa de Cinema.

Entre outros filmes, realizou anteriormente Memórias de uma casa vazia, O voo das mantas e A rapariga que caminhava sobre a neve, em que utilizou 34 planos de animação 2D obtidos por ferramentas de inteligência artificial.

Bruno Carnide tem uma obra que cruza ficção, animação e documentário, em que explora temas como a memória, a identidade e a materialidade da imagem, recorrendo frequentemente à película analógica como elemento narrativo.

Paralelamente, desenvolve trabalho na realização de filmes institucionais, publicidade e conteúdos audiovisuais, com produções para marcas e organizações como Google, MTV, Nickelodeon, RTP, Volkswagen, Ford e Schweppes. https://www.ovarnews.pt/bruno-carnide-foi-aceite-na-academia-dos-oscares-e-agora-prepara-se-para-estrear-filme-na-albania/


Costa Summer Fest leva música e animação à Aldeia do Carnaval de Ovar
A Aldeia do Carnaval de Ovar prepara-se para receber, no próximo dia 29 de agosto, a Costa Summer Fest, uma iniciativa que promete marcar o encerramento do verão com muita música e animação.


O evento pretende reunir foliões e público em geral num momento de convívio e celebração, aproveitando os últimos dias do verão para uma noite de festa na Aldeia do Carnaval.


Com a promessa de “muita animação, boa disposição e música da melhor”, a organização desafia todos a juntarem-se à festa e a levarem consigo “a melhor energia” para aquele que é apresentado como o último grande momento do verão.


A Costa Summer Fest realiza-se no dia 29 de agosto, na Aldeia do Carnaval de Ovar. https://www.ovarnews.pt/costa-summer-fest-leva-musica-e-animacao-a-aldeia-do-carnaval-de-ovar/


CCR Maceda Voleibol prepara nova época com aposta reforçada na formação
O CCR Maceda Voleibol já tem definida a estrutura para a temporada desportiva 2026/2027, com vários escalões de formação e a equipa sénior masculina, mantendo a aposta no crescimento dos jovens atletas e na consolidação do projeto competitivo do clube.

Para a nova época, o emblema de Maceda terá equipas de Minivoleibol Masculino e Feminino, destinadas a atletas nascidos entre 2014 e 2021, Infantis Femininas, para nascidas em 2013 e 2014, Iniciadas Femininas, para atletas nascidas em 2012, Iniciados Masculinos, para nascidos em 2012 e 2013, Cadetes Femininas, para atletas nascidas em 2011, e Seniores Masculinos.

A estrutura técnica para 2026/2027 está também definida. Gabriel Lima assume as funções de coordenador da formação e treinador principal do Minivoleibol, enquanto Leonel Rodrigues será o responsável técnico pela equipa sénior masculina.

Ana Sofia ficará à frente das equipas de Infantis e Iniciadas Femininas, e Simão Costa será o treinador principal dos Iniciados Masculinos e das Cadetes Femininas.

No Minivoleibol, a equipa técnica contará ainda com Inês Ribeiro, que acumulará funções de treinadora adjunta das Iniciadas e Infantis Femininas, Adriano Ferreira, Beatriz Cardoso e Tiago Santos, todos como treinadores adjuntos.

Com esta estrutura, o CCR Maceda Voleibol pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido na formação, criando condições para a evolução dos atletas tanto a nível desportivo como pessoal.

Ao mesmo tempo, o clube procura reforçar e consolidar o projeto da equipa sénior masculina, mantendo o voleibol como uma das principais apostas desportivas do CCR Maceda.

A nova temporada apresenta-se, assim, com uma estrutura alargada e uma aposta clara na formação, procurando envolver atletas de diferentes idades e proporcionar-lhes um percurso de crescimento dentro do clube. https://www.ovarnews.pt/ccr-maceda-voleibol-prepara-nova-epoca-com-aposta-reforcada-na-formacao/


Suspensão temporária do abastecimento
Para prosseguir com trabalhos de renovação da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 28/08/2026 entre as 09:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos

Rua Padre Camelo e Rua Nossa Senhora das Dores

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora.

  https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento/


Sindicato diz que situação das urgências da Feira e de S. João da Madeira é crítica
O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) disse hoje que a situação das urgências dos hospitais de Santa Maria da Feira e de São João da Madeira é “crítica” e está a colocar “doentes em risco”.

Em causa, refere o SMN, está a falta de recursos humanos e de planeamento no Hospital São Sebastião, sede da Unidade Local de Saúde do Entre Douro e Vouga (ULS EDV), que gere também o Hospital de São João da Madeira, assim como os de Oliveira de Azeméis e Ovar – e aos quais se junta um serviço de Urgência também no Centro de Saúde de Arouca.


Procurar Hospitais E Centros De Tratamento


“No Hospital São Sebastião, perante a falta de profissionais na área amarela do Serviço de Urgência, está a ser determinada a reafetação de um médico da área laranja, desfalcando uma área destinada a doentes de maior gravidade para preencher outra. Não se pode resolver uma insuficiência numa área criando deliberadamente outra”, alertou o sindicato.

Na Urgência Básica de São João da Madeira, o problema é “a incapacidade de preencher as escalas”, o que levou a direção clínica a solicitar aos médicos internos disponibilidade para “trabalho suplementar durante agosto, antecipando a necessidade de reforço em setembro e outubro”.

Para a estrutura sindical, isso significa que, “perante a falta de médicos contratados, pretende-se que sejam os profissionais em formação da instituição, através de mais horas extraordinárias, a colmatar sucessivamente as falhas”.

O sindicato garante, contudo, que o que está a acontecer “não é um imprevisto – é falta de recursos humanos e de planeamento, transferida para os médicos e com consequências para a segurança dos doentes”.

Contactada pela Lusa, a administração da ULS EDV reconhece “os desafios que a gestão dos recursos médicos coloca, particularmente durante o período de verão, marcado por férias programadas dos profissionais”, mas garante que estão a ser “adotadas as medidas necessárias para assegurar a continuidade da resposta assistencial”.

A administração realça que, “apesar dos constrangimentos identificados na gestão das escalas, não houve encerramento de qualquer serviço de urgência, suspensão de atividade ou interrupção da resposta assistencial”.

“As diferentes áreas assistenciais mantiveram-se asseguradas, sendo a organização dos recursos realizada pelas estruturas clínicas em função das necessidades assistenciais e com a segurança dos doentes como prioridade”, acrescenta.

O sindicato exigiu “uma resposta imediata” do conselho de administração da ULS e do Ministério da Saúde, porque considera que é a essas entidades que cabe assegurar “medidas imediatas que garantam equipas completas, a segurança dos doentes e a formação dos médicos internos”.

“Quem decide retirar médicos de uma área crítica tem de assumir essa decisão. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tem de garantir os recursos necessários: aos médicos compete tratar doentes, não encobrir nem mascarar falhas graves de gestão”, realçou.

Aconselhando os médicos que não pretendam realizar trabalho suplementar a “formalizarem a sua recusa através das respetivas minutas” e a deixarem assim documentada a decisão e o decisor que os levam a adotar tal medida, a estrutura sindical quer evitar que a falta de profissionais seja escondida “à custa da sobrecarga dos que permanecem”.

Da mesma forma, defendeu que a segurança clínica dos utentes não pode ser fragilizada “para fazer uma escala parecer completa”.

“Os médicos não podem continuar a funcionar como variável de ajustamento de escalas deficitárias, nem ser responsabilizados pelas consequências de decisões organizacionais que não controlam. A segurança dos doentes exige equipas adequadamente dimensionadas nos locais onde são necessárias”, concluiu o SMN.

Na resposta à Lusa, a administração da ULS EDV agradece ainda “o empenho dos profissionais que asseguram diariamente a prestação de cuidados à população” e compromete-se a manter em curso “medidas destinadas ao reforço das equipas e à garantia da continuidade e qualidade dos cuidados prestados”. https://www.ovarnews.pt/sindicato-diz-que-situacao-das-urgencias-da-feira-e-de-s-joao-da-madeira-e-critica/


Esmoriz: Dois arguidos por posse ilegal de armas após operação no parque de campismo
Dois homens, de 51 e 76 anos, foram constituídos arguidos por posse ilegal de armas de fogo, na sequência de uma ação de retirada de bens realizada, na passada sexta-feira, num parque de campismo, em Esmoriz.


Durante a operação, militares do Posto Territorial de Esmoriz detetaram na posse dos dois homens dois revólveres, de calibre .32 e .22, e uma carabina Gras Modèle 1874.

As armas não estavam acompanhadas da respetiva documentação, tendo sido apreendidas pelas autoridades.

Na sequência da apreensão, os dois homens foram constituídos arguidos por posse ilegal de arma de fogo. https://www.ovarnews.pt/esmoriz-dois-arguidos-por-posse-ilegal-de-armas-apos-operacao-no-parque-de-campismo/


O rio Cáster transformado num
"Os mesmos do costume estão a fazer descargas, desde esta segunda-feira à tarde", denuncia um email (de muitos) que chegou à nossa redação. "A água do rio Cáster está preta e apresenta sinais de dejetos", descreve outra.

Mais: "Há acumulação de espuma e a esta hora da manhã, já se faz notar a presença de moscas e mosquitos".

Mais: "Isto é caso de saúde pública que a Câmara teima em não resolver e limita-se a criar dificuldades a quem denuncia a situação".

O caso foi denunciado ao SEPNA. https://www.ovarnews.pt/o-rio-caster-transformado-num-esgoto-a-ceu-aberto/


Encontro de Artes Performativas traz 44 artistas de quatro países ao Imaginarius Centro de Criação
O Imaginarius Centro Criação (ICC), em Santa Maria da Feira, prepara-se para abrir as portas a 44 artistas e criadores de quatro países (Portugal, Venezuela, Brasil e Moçambique), que vão fazer parte do 3º Encontro de Artes Performativas do Ballet Contemporâneo do Norte (BCN), projeto que conta com a parceria da DGARTES e da Câmara Municipal. O programa reserva uma semana de intensa atividade artística aberta à comunidade, entre 8 e 12 de setembro, com iniciativas de acesso gratuito nos vários espaços do ICC.


 Sob o mote “Genealogia de um regresso a casa”, o 3º Encontro de Artes Performativas vai ocupar a black box, a nave central e a praça do ICC com propostas artísticas que entrecruzam dança, música, figurinismo, arquitetura, literatura, filosofia, artes visuais e gastronomia.


Do extenso programa fazem parte performances, workshops, concertos, instalações, consultas virtuais, apresentações de livros, passeios pela cidade, conversas e residências artísticas de acesso gratuito, sendo que algumas das atividades requerem reserva ou inscrição prévia no site do BCN.


“Serão cinco dias de partilha profissional intensa entre pares e com os diferentes públicos interessados”, sublinha Susana Otero, diretora artística do BCN, lembrando que “o 3º Encontro de Artes Performativas surge da vontade de reencontrar, programar e dedicar tempo ao pensamento crítico, cruzando múltiplas linguagens contemporâneas e intensificando a criação e a pesquisa artísticas entre diferentes agentes culturais, nacionais e internacionais, com e para os públicos da região Norte.”


Dos 44 artistas participantes neste encontro, todos eles com percursos artísticos relevantes, o BCN destaca a participação de Rogério Nuno Costa, artista multidisciplinar, atualmente residente na Finlândia, que vai desenvolver várias atividades no ICC ao longo de toda a semana, e Ana Dinger e Elisa Worm, que vão apresentar o projeto editorial Retratos da Dança em Portugal.


Com uma periodicidade bienal, o Encontro de Artes Performativas nasceu em 2020, durante a pandemia, em formato online, e teve a sua primeira edição presencial em 2022, com o propósito de juntar em Santa Maria da Feira artistas e investigadores de diferentes geografias e diversas áreas da criação para entrecruzar conhecimentos e interesses em torno da dança e das artes performativas.


Na sua terceira edição, o BCN volta a reunir parceiros para partilha e contaminação de conhecimento e interesses, aproximando o território artístico português sem a pressão de um produto final. “O ICC tem as condições perfeitas para este tipo de evento, tanto na arquitetura como na equipa de produção”, vinca Susana Otero.


Desde 2007 que o Ballet Contemporâneo do Norte está sediado em Santa Maria da Feira e desde 2011 que a bailarina Susana Otero assume a direção desta companhia, organizando a sua atividade em torno de seis eixos estruturantes: criação, produção e difusão de trabalhos coreográficos; desenvolvimento da sensibilidade e pensamento crítico das populações (Serviço Educativo); contribuição para a qualificação e coesão social (projetos comunitários); descentralização; formação de novos artistas; inovação e experimentação.


O BCN é apoiado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira ao abrigo de protocolos de programação plurianuais, trabalhando em estreita colaboração com os equipamentos, equipas e públicos do Município, designadamente do Cineteatro António Lamoso e Imaginarius Centro de Criação.


Mais informação sobre o 3º Encontro de Artes Performativas do Ballet Contemporâneo do Norte e inscrições em www.balletcontemporaneonorte.com/re-iniciar2026-programageral. https://www.ovarnews.pt/encontro-de-artes-performativas-traz-44-artistas-de-quatro-paises-ao-imaginarius-centro-de-criacao/

segunda-feira, agosto 24, 2026



Munícipe denuncia alegada falsificação cartográfica relacionada com antiga lixeira de Maceda
Um munícipe, identificado como Franklin Pinto, apresentou uma denúncia contra a Câmara Municipal de Ovar por alegadas irregularidades na representação cartográfica da antiga lixeira de Maceda, questionando os elementos oficiais relativos à área e aos limites da zona onde foram depositados resíduos.


Segundo a agência Lusa, a queixa foi formalizada junto de várias entidades públicas, tendo dado origem a processos que se encontram agora nas instâncias competentes para análise.


Franklin Pinto sustenta que existirão discrepâncias entre os limites que considera corresponderem à área efetivamente ocupada pela antiga lixeira e aqueles que constam de elementos cartográficos oficiais. Alega ainda que essas diferenças poderão ter consequências na forma como é delimitada e caracterizada a área contaminada ou intervencionada.


As acusações surgem num momento em que a antiga lixeira de Maceda voltou a estar no centro das preocupações ambientais do concelho, sobretudo devido ao avanço da erosão costeira.


O antigo aterro funcionou entre 1973 e 1999 e encontra-se atualmente a cerca de 550 metros da linha de costa. Investigadores do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) têm alertado para os potenciais riscos ambientais associados à aproximação do mar, defendendo a necessidade de monitorização e de medidas preventivas.


A situação ganhou particular relevância depois das tempestades que atingiram a costa vareira durante o último inverno. Em março, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, José Pimenta Machado, classificou a proximidade do aterro ao mar como um risco potencial de “catástrofe ambiental”, enquanto o presidente da Câmara de Ovar, Domingos Silva, defendeu a necessidade de proteger o local.


Também o Partido Socialista tem questionado o Governo sobre a situação do antigo aterro, nomeadamente quanto à tipologia dos resíduos ali depositados, à entidade responsável pela monitorização e à existência de risco de contaminação ambiental.


É neste contexto que a denúncia de Franklin Pinto acrescenta uma nova dimensão ao debate: a alegada existência de incorreções ou alterações nos elementos cartográficos relacionados com o antigo aterro.


O denunciante divulgou números de processos associados às participações apresentadas e aguarda agora o desenvolvimento das diligências pelas entidades às quais as denúncias foram remetidas.


Até ao momento, e com base na informação disponível, não existe confirmação pública de que tenha ocorrido falsificação de documentos ou elementos cartográficos oficiais. A eventual existência de ilícito terá de ser apurada pelas entidades competentes.


A antiga lixeira de Maceda permanece, entretanto, como um dos pontos de maior preocupação ambiental na faixa costeira de Ovar, numa altura em que o recuo da linha de costa tem aumentado a proximidade entre o mar e o antigo depósito de resíduos. O CESAM considera que a eventual exposição dos resíduos poderá ter impactos nos ecossistemas marinhos e na qualidade ambiental da zona costeira, reforçando a importância de uma monitorização contínua. https://www.ovarnews.pt/municipe-denuncia-alegada-falsificacao-cartografica-relacionada-com-antiga-lixeira-de-maceda/


Suspensão temporária do abastecimento em Ílhavo
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesias de São Salvador.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 04/09/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua Dr.º Ernesto Paiva e Beco Abílio Cavilhas - Lugar da Coutada


 

 

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-ilhavo/


Suspensão temporária do abastecimento na União de Freguesias da Glória e Vera Cruz
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na União de Freguesias da Glória e Vera Cruz.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 03/09/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos


Cais de São Roque (entre o nº 87 e o nº 105 e LT.12) e Rua Madre Inês Champalimaud Duff

 

 

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-na-uniao-de-freguesias-da-gloria-e-vera-cruz/


Cortegaça: Mau tempo derrubou coração gigante de croché
O coração gigante de croché que se tornou uma das imagens mais emblemáticas de Cortegaça não resistiu aos ventos fortes a caiu na sequência do mau tempo que se fez sentir na região.


A estrutura, instalada na Avenida Nossa Senhora da Nazaré, foi inaugurada no final de maio e rapidamente se tornou um dos novos símbolos da freguesia.


Com cerca de 15 metros de altura, a obra foi construída em croché por um grupo de artesãs locais, no âmbito da iniciativa “Cortegaça Vila do Croché”, e contou com o apoio de entidades e empresas da freguesia.


A instalação pretendia valorizar a tradição artesanal de Cortegaça e dar continuidade ao projeto que, em 2024, ficou conhecido pela criação de uma gigantesca árvore de Natal em croché.


No concelho de Ovar, tombaram ainda várias árvores e estruturas sem prejuízos de maior. https://www.ovarnews.pt/cortegaca-mau-tempo-derrubou-coracao-gigante-de-croche/


Jacinto investe três milhões de euros em nova unidade dedicada à defesa
A Jacinto, de Esmoriz, está a reforçar a aposta no setor da defesa com a criação da Jacinto Defense, uma nova unidade de negócio dedicada ao desenvolvimento e produção de veículos para aplicações militares e de segurança. O projeto representa um investimento de três milhões de euros e deverá estar operacional no final do primeiro trimestre de 2027.


A empresa, especializada no fabrico de veículos especiais para combate a incêndios, proteção civil, emergência e outras missões críticas, pretende com esta nova unidade desenvolver veículos de defesa com proteção balística e veículos terrestres operados remotamente (UGV), tendo como principal objetivo a conquista de mercados internacionais.


Em declarações ao ECO/eRadar, Jacinto Reis, co-CEO da empresa, considera que a criação da Jacinto Defense constitui “um passo natural” na evolução do grupo.


“Ao longo das últimas décadas, a Jacinto consolidou competências reconhecidas no desenvolvimento e produção de veículos especiais para missões críticas, nomeadamente nos setores dos bombeiros, proteção civil, emergência e operações especiais”, explica.


A empresa identifica a defesa como “uma área com elevado potencial de crescimento”, procurando aproveitar a crescente procura internacional por soluções de mobilidade tática, proteção, apoio logístico e integração tecnológica.


Segundo Jacinto Reis, a nova unidade pretende desenvolver “uma oferta própria e diferenciadora”, assente na engenharia, inovação e capacidade industrial já existentes no grupo.


A implementação do projeto está em curso e a empresa dispõe já de competências instaladas e de projetos em desenvolvimento. A nova estrutura deverá permitir acelerar o lançamento de novos produtos, estabelecer parcerias estratégicas e reforçar a presença da Jacinto em mercados internacionais.


A aposta surge também num contexto de reforço da indústria europeia ligada à segurança e defesa. A empresa pretende contribuir para a autonomia industrial europeia neste setor, através do desenvolvimento de soluções próprias.


Com a nova área de negócio, a Jacinto pretende reforçar a sua diversificação e consolidar a presença internacional. A expectativa do grupo é terminar o ano com receitas superiores a 40 milhões de euros.


A Jacinto já desenvolvia atividade ligada ao setor da defesa, mas a criação de uma unidade especificamente dedicada a esta área representa agora uma nova etapa na estratégia de crescimento da empresa. https://www.ovarnews.pt/jacinto-investe-tres-milhoes-para-produzir-veiculos-de-defesa/


PSP de Ovar apreende artigos contrafeitos durante fiscalização à venda ambulante
Uma ação de fiscalização dirigida à atividade de venda ambulante, realizada no Furadouro, levou à identificação de um homem e de uma mulher, de 46 e 39 anos, respetivamente, por suspeita da prática de um crime contra a propriedade industrial.

Segundo a PSP, os dois suspeitos foram intercetados na posse de diversos artigos de marcas de renome que se encontravam expostos para venda ao público.

Durante a operação foram apreendidas 16 peças de vestuário e 15 carteiras de senhora. De acordo com a autoridade policial, os artigos apresentavam características que levantaram suspeitas quanto à sua autenticidade, nomeadamente a deficiente qualidade dos logótipos e a ausência de etiquetas com códigos de barras.

Na mesma ação, a PSP apreendeu ainda 13 pares de meias, alegadamente contrafeitos, que estavam expostos para venda ao público em bancas improvisadas, sem qualquer vendedor presente.

A operação insere-se nas ações de fiscalização desenvolvidas pelas autoridades para combater a comercialização de produtos contrafeitos e proteger os direitos associados às marcas registadas.

Os artigos foram apreendidos e os factos serão agora objeto dos procedimentos legais aplicáveis. https://www.ovarnews.pt/psp-de-ovar-apreende-artigos-contrafeitos-durante-fiscalizacao-a-venda-ambulante/


Vídeo mostra o estado do interior da antiga discoteca Fénix
No Furadouro, um cartão de visita que seria dispensável só de olhar. Mete dó e agora é um perigo público.


Arrematado em leilão judicial por cerca de meio milhão de Euros em 2023, o empreendimento onde funcionou a discoteca “Fénix” inclui três andares de pistas de dança, restaurante grill, esplanada, parque de estacionamento e piscina com bar de apoio.

Uma casa que nos anos de 1990, no verão, enchia com mais de 2 mil pessoas nas célebres festas de espuma. Morreu.

Com vista para o mar, tornou-se numa das discotecas mais movimentadas da zona Centro e hoje mais não é do que uma ruína degradada e grafitada de onde vai desaparecendo tudo o que tem valor, desde as portas aos alumínios. Está ao abandono e a saque como prova este vídeo.

Há placas que indicam que está à venda mas numa época do ano em que há muita gente no Furadouro, o sentimento de insegurança que o acesso fácil ao empreendimento causa tem que ser resolvido antes que aconteça um acidente grave.

Vídeo de Hugo Gamelas. https://www.ovarnews.pt/video-mostra-o-estado-do-interior-da-antiga-discoteca-fenix/

domingo, agosto 23, 2026



Ovarense vence União de Lamas e já é líder da prova
Um golo de grande penalidade, convertido por Rúben Fonseca, deu à Ovarense a segunda vitória consecutiva e a liderança isolada da séria 2 do Campeonato de Portugal.

Ver Resultados e Classificação. https://www.ovarnews.pt/ovarense-vence-uniao-de-lamas-e-ja-e-lider-da-prova/
Tudo começou com um comentário deixado por um internauta numa das suas publicações, no qual a aconselhava a limitar-se ao TikTok, alegando que naquela plataforma «o povo tem humor e entende». A mensagem acabou por levar Eva Pais a falar sobre um tema que, segundo revela, já lhe ocupava os pensamentos há algum tempo.


A jovem explicou que, apesar de normalmente não responder aos comentários, acaba inevitavelmente por se deparar com aquilo que os seguidores escrevem. «Este comentário diz exatamente aquilo que eu estou a pensar desde ontem. E vou dizer desde ontem para ser simpática. Normalmente eu não respondo a comentários, não denuncio ninguém, não bloqueio ninguém», começou por dizer.


Eva Pais admite que acompanha aquilo que é escrito nas suas publicações, até porque os comentários aparecem-lhe constantemente. «No fundo, eu vejo os comentários, é claro que vejo, eles aparecem no meu ecrã. E, como eu não bloqueio ninguém, estão constantemente a comentar. Há pessoas que são muito assíduas», explicou.


Ainda assim, a ex-concorrente garante que não permite que as opiniões alheias definam a forma como se vê. «Mas, e é o meu lema no fundo, é que eu sei a minha verdade», afirmou, acrescentando: «Sei quem eu sou, e, portanto, tudo aquilo que possam dizer, tudo aquilo que possam insinuar sobre mim, não me faz confusão. Porque eu sei que não é verdade. Para mim está tudo bem.»


Mais do que uma queixa, Eva Pais quis deixar uma reflexão sobre aquilo que considera ser uma realidade cada vez mais comum para quem cria conteúdo na Internet. «Isto não é propriamente um desabafo. Isto é uma coisa que acho que toda a gente que partilha conteúdo na internet leva um bocado. E é triste isto ter de acontecer, mas não estou a lamentar», esclareceu.


A vencedora da Casa dos Segredos acredita ainda que parte das críticas nasce da dificuldade de algumas pessoas em compreender o conteúdo que publica. «As pessoas não percebem o humor. Não percebem as trends, as modas», afirmou.


Eva explicou que, por vezes, partilha no Instagram conteúdos que originalmente publicou no TikTok, precisamente para chegar também a quem não utiliza aquela plataforma. No entanto, lamenta que algumas pessoas aproveitem até as publicações mais inocentes para deixar comentários desagradáveis.


«E depois têm as pessoas que não comentam coisas bonitas. Mas quer seja em conteúdo de engraçado ou não, pode ser só uma foto qualquer em que eu esteja a sorrir. As pessoas vão comentar coisas que não têm nada a ver com a foto, só porque ou comentam sempre o mesmo e já têm tipo no 'copy paste'...», atirou.


E, no final, deixou um conselho bem direto aos críticos, sem esconder a irritação: «O meu conselho para as pessoas é, em vez de gastarem tanto tempo a clicarem no botão de comentar, desinstalem só e voltem para o vosso habitat natural, e deixem o nosso em paz.» https://www.ovarnews.pt/eva-pais-nao-fica-calada-perante-criticas-eu-e-que-sei-a-minha-verdade/


Um exemplar solitário, ou a crónica de uma decepção plenamente divulgada - Por Daniel Polónia
Ontem, ao início da noite, a dona da casa despachou o vosso criado ao supermercado com um mandato de quatro linhas: pão, queijo, fiambre e cebolas. Sem margem de discricionariedade, sem dotação para despesas imprevistas. Como gajo bem mandado que sou, lá fui ao Pingo Doce de Águeda cumprir o determinado. Foi ao passar pela padaria que dei com ele: um único exemplar de Pão de Ló de Ovar, tristonho e só, esquecido na prateleira como um processo pendente.

"Olá! Já tenho sobremesa para o jantar." pensei eu ...

Segue-se a inspecção, porque há vícios profissionais que não se perdem. Quem passa os dias a autopsiar portarias e cadernos de encargos não consegue pegar num rótulo sem lhe procurar a base legal.


Selo dos produtores: presente.

Preço: 8,99€ a caixa de 500 g, ou seja, 17,98€/kg.


Embalado a 21 de Agosto.

Produtor sediado em Cortegaça. Foi aqui que o bairrista em mim ergueu a sobrancelha — não é bem, bem Ovar — e presumiu, em defesa da compra, que as galinhas de Cortegaça não seriam geneticamente distintas das da freguesia de Ovar, sendo a farinha e o açúcar sempre a mesma coisa.

Enganei-me na premissa e acertei na conclusão. O Pão de Ló de Ovar é IGP desde o Regulamento de Execução (UE) 2016/1407, de 12 de Agosto, e a área delimitada abrange o concelho de Ovar: Esmoriz, Cortegaça, Maceda, Arada, Ovar, S. João, S. Vicente e Válega. Cortegaça está lá dentro, com nome e apelido. A minha desconfiança era juridicamente infundada e sentimentalmente irrepreensível, que é como quem diz: perfeitamente portuguesa.


Aproveitei e levei ainda, por 8€, uma garrafa de Terras do Demo rosé, já refrigerada — vinho da Cooperativa Agrícola do Távora, baptizado em honra de Aquilino, o que, num jantar de desterrado, é uma coincidência que só se percebe mais tarde.

Depois de um jantar de categoria — perna de frango assada a baixa temperatura, arroz e salada —, chegou o momento solene.

Abri e não senti o aroma característico. Mau sinal.

Reparti com dois garfos, como manda a regra que o Jer-José Eduardo Regalado relembrou há uns tempos, e coube-me a parte seca, porque a Isabela reclamou "o molhadinho" — que, diga-se, tem nome técnico: o caderno chama-lhe "pito", a textura húmida que distingue o produto, tal como chama "ló" à massa cremosa, amarela e fofa dentro de uma fina côdea acastanhada.

Vejam a foto 1 e digam-me se estou a exagerar. A côdea saiu inteira e enrugada, como um pano que se levanta, quando devia estar fina e agarrada. O miolo apresenta-se compacto onde devia ser esponjoso, com bolhas grandes e desiguais numa das fatias. E, ao mesmo tempo, há zonas brilhantes e húmidas: o pito não morreu, sobreviveu por manchas, como um regime em transição.

E aqui chega a parte que me obriga a virar a acusação contra mim próprio. Fui reler o rótulo, à procura do que me tinha escapado, e lá estava, em português corrente, sem advogados e sem letra miudinha: "Produto descongelado. Não recongelar. A data de embalamento corresponde à data de descongelação" (foto 2).


A data de 21 de Agosto que eu tinha lido com ar de perito não era a data de cozedura nem sequer a data de embalagem no sentido comum — era a data em que aquilo saiu do congelador, e o rótulo dizia-o. Consumir até 27, seis dias de vida depois do degelo.

Para que não restasse dúvida, o verso da caixa identifica o produtor: C.M.R. — Central Massas Refrigeradas, Lda (foto 3).


A pista estava na firma.

O homem que passa os dias a queixar-se de que as instituições portuguesas divulgam mal comprou o artigo mais bem divulgado do corredor, tinha a resposta escrita em três sítios diferentes, e não a leu em nenhum. Não houve decepção regulamentada: houve decepção integralmente divulgada, com consentimento informado que eu não me dei ao trabalho de ler.

A ultracongelação está aliás prevista no próprio caderno de especificações, feita após o arrefecimento e no local de produção, para alargar a validade do produto. Quanto ao mecanismo do estrago, deixo a hipótese e reservo o juízo para quem sabe: os cristais de gelo terão maltratado a rede aerada de gema batida e os voláteis do aroma ter-se-ão despedido algures na cadeia de frio. É matéria para o meu colega Prof. Manuel A. Coimbra, que dedica meia vida à química dos hidratos de carbono e dos compostos voláteis e teria, sobre isto, três frases mais úteis do que este parágrafo inteiro.

Já que estamos em modo auditoria, ficam dois reparos ao dossier documental.


O primeiro: a caixa manda "conservar em local fresco e seco" e traz o campo "Consumir de preferência antes de" em branco (foto 4), com o lote PLO623071 impresso e mais nada. Quer dizer, o produtor certificado entrega o produto sem data e delega a datação na balança do supermercado, que é precisamente o elo sobre o qual a certificação nada diz.

O segundo é de menor gravidade e maior graça: a caixa faz a tradição remontar aos "finais do século XVII", com a bonita história dos fragateiros que ofereciam pão-de-ló aos donos das fragatas do Tejo, ao passo que a ficha oficial faz remontar a confecção aos finais do século XVIII. O marketing ganhou cem anos à certificação e ninguém deu por nada.

Em contrapartida, a lista de ingredientes é de uma pureza que envergonha metade do corredor: açúcar, ovos, gemas, farinha de trigo e sal. Ponto final. Com 37,2 g de açúcar por 100 g, o que dá 186 g na broa inteira — número que, em Ovar, se sabe e não se comenta.

Em termos de sabor, dentro dos parâmetros. E quando a Isabela se dignou deixar-me provar o molhadinho, confirmei que a parte boa continuava boa.


A nota, portanto, tem de ser dupla.

Como connoisseur com 50 anos de experiência de consumo, um 9,45 — e aqui vai a piada académica, que 9,45 arredonda a 9,5, que por sua vez arredonda a 10: passa, sem chumbo e sem brilhantismo, aprovado por benevolência.

Na pele do aguedense normal que vai ao supermercado e quer experimentar, um 15 ou 16 folgado. Note-se, em abono da verdade, que 17,98€/kg não é barato: é descontado. Nas lojas típicas de Ovar a mesma broa anda pelos 25€ o quilo, o que dá 12,50€ por meio quilo. A distribuição poupou-me três euros e cinquenta e um cêntimos e cobrou-mos em aroma e em ló. O desconto era o preço do congelador, e eu paguei-o de olhos abertos, convencido de que estava a fazer negócio.

Fica a lição, para consumo próprio. A saudade é um tempero difícil: não se compra a peso, não vem no rótulo e não é passível de certificação. Ontem, um homem de Ovar jantava em Águeda e um pão de ló de Ovar tinha passado pelo congelador. Ambos chegaram inteiros ao destino, ambos perderam pelo caminho qualquer coisa que não vinha declarada — só que, no caso do bolo, vinha. E ambos, no fim, safaram-se com um 9,45.

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P.S.: Para o Rui Catalão (e a Alda Margarida Almeida , sua parceira, e presidente da Associação de Produtores ...), que foi o pai desta certificação e a quem devo, portanto, o direito de me queixar.

Escrevo-vos isto porque o episódio de Águeda nem sequer foi o pior da semana. Há dias, em Lisboa, quis comprar um pão de ló de Ovar e não encontrei nenhum. Fui ao sítio óbvio, o andar gourmet do El Corte Inglés, que é a melhor montra de produto português da capital, e ali o assunto já está resolvido: a prateleira está sitiada por um produtor de Alcobaça e a pessoa que me atendeu não sabia o que era isso do Pão de Ló de Ovar. Reparem bem. Não desconhecia a marca. Desconhecia a categoria. Ora Alfeizerão defende-se com uma marca certificada e com a história do forno mal fechado para o D. Carlos, não com um regulamento europeu, e ganhou na mesma o melhor metro de prateleira de Lisboa — porque tratou de lá chegar, com entregas próprias, há décadas. Nós temos o registo em Bruxelas e não temos a prateleira. Daí os quatro recados que se seguem, com a humildade de quem só sabe comer e nem sequer sabe ler rótulos.

O primeiro é de marketing: a caixa conta-me a história dos fragateiros do Tejo, que é linda, e não me diz uma palavra sobre o que é o "pito", que é o que distingue o produto e o que o consumidor precisa de saber para perceber o que está a comprar. E em Lisboa nem a história dos fragateiros chegou. Uma IGP que ninguém decifra é um activo parado no balanço; uma IGP de que ninguém ouviu falar nem sequer chega a estar no balanço.

O segundo é de processo: se a ultracongelação é para continuar, que seja trabalhada de ponta a ponta, com protocolo de descongelamento incluído, porque neste momento certifica-se a congelação e entrega-se o degelo a quem calha, e o campo da data vem em branco na caixa para o supermercado preencher.

O terceiro é de estratégia, e é o único que me tira o sono: a grande distribuição não é para quem quer, é para quem pode. Quem prova pela primeira vez numa prateleira de Águeda não julga o lote nem julga o produtor. Julga o nome. E o nome é de todos.

O quarto é o corolário do terceiro, e traz sugestão em vez de queixa: não é preciso escolher entre crescer e manter a exclusividade, é preciso escolher o canal. Vejam o que se faz no Porto, na LÓ.PORTO (loporto.pt), que se assume como distribuidor exclusivo e entrega a hotéis, restaurantes e pastelarias do Grande Porto em 48 a 72 horas. Os números dispensam retórica. O meio quilo que me custou 8,99€ numa prateleira de Águeda, com seis dias de validade contados a partir da descongelação, vende-se ali a 15€, com oito dias contados a partir do levantamento no produtor. Sessenta e sete por cento a mais no preço, dois dias a mais de vida, e a data a nascer onde o bolo nasce. Ou seja: a arca frigorífica não é a condição para chegar longe — é a factura que se paga por aceitar um canal desenhado para produtos que aguentam meses. Multipliquem esse modelo por três ou quatro praças, um distribuidor por cidade, e chegam à mesma facturação sem hipotecar o nome de ninguém. Comecem por Lisboa, que é onde o lugar está vago e onde outros já perceberam isso há muito tempo. Não vos peço que vendam menos. Peço que vendam a quem sabe descongelar — ou, melhor ainda, a quem não precise de o fazer.

Daniel Polónia


Professor Universitário, ex-deputado Assembleia Municipal de Ovar https://www.ovarnews.pt/um-exemplar-solitario-ou-a-cronica-de-uma-decepcao-plenamente-divulgada-por-daniel-polonia/

sábado, agosto 22, 2026



IPMA já lança avisos para os distritos do litoral
O IPMA já lançou os primeiros avisos para os distritos do litoral entre Caminha e Sines por #trovoadas válidos para amanhã:

Condições favoráveis para ocorrência de fenómenos meteorológicos localizados, como: trovoada; precipitação localmente forte, com acumulação entre 10 a 20 mm em 1 h; rajadas entre 70 e 90 km/h.

O vento será, por vezes, moderado do quadrante sul, com possibilidade de rajadas em conjugação  com períodos de trovoada e chuva forte. Na segunda-feira, prevê-se ainda agitação marítima, com  ondas entre 2 e 2.5 m na costa ocidental.

As temperaturas deverão manter-se amenas, mas abaixo dos valores habituais para a ép https://www.ovarnews.pt/ipma-ja-lanca-avisos-para-os-distritos-do-litoral/


“PLEXO” leva vibração, som e movimento ao Convento de São Francisco, em Coimbra
O Convento de São Francisco, em Coimbra, inaugurou sexta-feira, 21 de agosto, a exposição “PLEXO”, dos vareiros Inês Tartaruga Água e Xavier Paes, uma proposta artística que explora a vibração, a escuta e a relação entre som, movimento e matéria.


Inserida no programa do festival “Dar a Ouvir”, a exposição aborda temas como os corpos ressonantes, os movimentos celestes, o magnetismo e uma ideia de “música lenta”, convidando o público a uma experiência marcada pela observação e pela escuta atenta.


A circularidade assume um papel central em “PLEXO”. As diferentes peças estão diretamente relacionadas com movimentos concêntricos, seja através de címbalos vibratórios que giram e produzem som por fricção, seja através das coreografias desenhadas pelo movimento de piões e gravadas em chapas de cobre.


A exposição resulta do trabalho de dois artistas plásticos cuja prática se desenvolve na intersecção entre performance, som e imagem. Inês Tartaruga Água e Xavier Paes interessam-se por práticas colaborativas e participativas em espaço público, explorando a improvisação, o ativismo e o multi-instrumentalismo, com uma abordagem marcada por princípios DIY e pela regeneração.


Ao longo do seu percurso, os dois artistas apresentaram trabalhos em espaços como o MIT – Massachusetts Institute of Technology, Cafe Oto, Villa Arson, STUK Arts Center, Galeria Municipal do Porto, Galeria Zé dos Bois, Centro Botín e NUB Project Space.


O programa de “PLEXO” será complementado por duas apresentações em formato de performance. Nos dias 5 e 6 de setembro, serão apresentadas, respetivamente, “OPUS II” e “Variações para Piões nº 1”, encerrando o programa da exposição com duas propostas sonoras.


“PLEXO” integra o festival “Dar a Ouvir” e conta com o apoio da DGARTES – Direção-Geral das Artes, sendo organizada pelo JACC – Jazz ao Centro Clube e pela Câmara Municipal de Coimbra.

 

--foto Vera Marmelo https://www.ovarnews.pt/plexo-leva-vibracao-som-e-movimento-ao-convento-de-sao-francisco-em-coimbra/


Duelo entre Ovarense e União de Lamas já aquece fora do campo
O deste domingo, no Estádio Marques da Silva, que opõe Ovarense e União de Lamas já se joga foram das quatro linhas.

“Carnaval em agosto? Em Ovar, tudo é possível.” É com esta "farpa" que a União de Lamas promove o encontro deste domingo frente à Ovarense, em Ovar.

Sem máscaras ou confettis, o “desfile” será mesmo dentro das quatro linhas, com as duas equipas a procurar somar mais uma jornada positiva.

A União de Lamas encara a deslocação a Ovar com “muita vontade de jogar”, num dérbi regional que promete levar novamente o futebol ao relvado do Estádio Marques da Silva e que tem tido muitas histórias para contar.


Os Fans 1921, claque da Ovarense respondeu de imediato: "Vamos empurrar a nossa equipa para a segunda vitória e fazer o carnaval de verão, pois palhaços já temos e bilhetes enviamos para terras de Santa Maria de Lhamas".


Este é um "jogo para mostrar ao Lhamas que estavam enganados quando pensavam que nunca chegaríamos aos nacionais, pois cá estamos nós de volta e com muita vontade de continuar a fazer história". https://www.ovarnews.pt/duelo-entre-ovarense-e-uniao-de-lamas-ja-aquece-fora-do-campo/


Filho do camionista envolvido no atropelamento de militares agradece ao Exército e deixa condolências às famílias
O filho do condutor do veículo pesado envolvido no incidente que terminou com o atropelamento mortal de dois militares na A1, junto à Área de Serviço de Cantanhede, deixou uma mensagem de agradecimento ao Exército Português e de condolências às famílias das vítimas.


João Silva comentou uma publicação do Exército Português que dava conta da morte dos dois militares, de 21 e 22 anos, deixando uma mensagem dirigida à instituição e aos familiares dos jovens.


“Resta-me apenas o agradecimento por terem prestado auxílio ao meu pai, pois não conseguiu imobilizar o pesado para dentro da área de serviço”, escreveu.


Na mesma mensagem, o filho do camionista lamentou a morte dos dois militares e destacou a proximidade do próprio pai ao desfecho trágico.


“Infelizmente foram dois jovens, camaradas vossos, colhidos. Menos uns minutos e teria sido também o meu pai uma das vítimas”, afirmou.


João Silva terminou a mensagem apresentando “sentidas condolências a toda a família e amigos” das vítimas e agradecendo novamente ao Exército Português: “Obrigado ao Exército Português”.

© Facebook/Reprodução

Pedro Gonçalves, de 22 anos e natural de Torres Novas, e Francisco Oliveira, 21 anos, de Águeda, morreram após serem atropelados junto ao acesso à Área de Serviço de Cantanhede.

O acidente ocorreu pelas 9h33 de sexta-feira, ao quilómetro 204.8 da A1, no sentido Norte-Sul, segundo confirmou o Notícias ao Minuto junto do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra.

Os dois militares estavam a regressar de São Pedro do Sul, onde estiveram empenhados durante uma semana na montagem de uma ponte militar, e seguiam em coluna pela A1 quando saíram para prestar auxílio a um camionista após o rebentamento de um pneu.

Após o atropelamento, os militares entraram em paragem cardiorrespiratória e foram efetuadas manobras de reanimação no local. Posteriormente, foram transportados para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), onde foi declarado o óbito.

Em comunicado, o Exército lamentou a morte dos militares e confirmou que o acidente ocorreu "quando prestavam auxílio a um condutor de um veículo pesado imobilizado".

Segundo o Exército, "foram de imediato acionados os mecanismos de apoio às famílias, incluindo acompanhamento psicológico", e foi determinada "a abertura de um processo de averiguações para apuramento das circunstâncias do ocorrido". https://www.ovarnews.pt/filho-do-camionista-envolvido-no-atropelamento-de-militares-agradece-ao-exercito-e-deixa-condolencias-as-familias/

sexta-feira, agosto 21, 2026



Planos de intervenção nas Praias de Cortegaça e de Maceda em discussão pública
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) informou que vai abrir um período de discussão pública de alteração dos planos de intervenção nas praias de Cortegaça e São Pedro de Maceda (Ovar).

No aviso, publicado no Diário da República, a Agência Portuguesa do Ambiente dá conta que o período de discussão pública da alteração dos planos de Intervenção nas Praias de Cortegaça e de São Pedro de Maceda, no concelho de Ovar, tem início esta sexta-feira e terá a duração de 30 dias úteis.

Segundo a Agência Portuguesa do Ambiente, a proposta já tinha sido objeto de participação pública entre 19 de março e 2 de maio de 2025, em simultâneo com a alteração ao Programa da Orla Costeira Ovar — Marinha Grande, no entanto, desde então “verificaram-se diversas circunstâncias que levaram à necessária reavaliação e alteração da proposta então submetida a participação pública”.

A abertura da discussão pública resulta de uma deliberação do conselho diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente de 17 de julho de 2026 e enquadra-se no regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial e no Código do Procedimento Administrativo. https://www.ovarnews.pt/planos-de-intervencao-nas-praias-de-cortegaca-e-de-maceda-em-discussao-publica/


Europarque Running celebra uma década de evolução com novos desafios
Novos desafios e o sentimento de uma evolução perfeitamente inacabada. É assim que se apresenta a 10.ª temporada do Europarque Running que arranca já no próximo dia 6 de setembro. Na edição que assinala uma década do projeto, o regresso apresenta dois novos ritmos de corrida e renova o desafio lançado a todos os participantes: continuar a evoluir, ao ritmo de cada conquista.


Nesta temporada, o número 10 assume um significado especial. Associado à excelência, à conquista e ao culminar de um ciclo, representa também a ambição de continuar a avançar. É precisamente essa evolução contínua que inspira o tema da nova temporada.


Cada percurso, com as suas conquistas, dificuldades e imperfeições, faz parte de uma história pessoal construída passo a passo. A verdadeira excelência encontra-se, assim, na capacidade de persistir, ultrapassar limites e procurar, diariamente, uma versão mais forte de cada participante.


Dois novos ritmos liderados pelo exemplo


 Uma das principais novidades da 10.ª temporada é a introdução do “Ritmo Quase Rápido” e do “Ritmo Quase Moderado”, criados para assegurar uma progressão mais gradual entre os diferentes níveis de corrida.


O “Ritmo Quase Rápido” propõe um percurso de 8,5 quilómetros, a uma média de 6 minutos por quilómetro, enquanto o “Ritmo Quase Moderado” contempla 7,5 quilómetros, a um ritmo médio de 6 minutos e 30 segundos por quilómetro. Estas duas opções aproximam os ritmos já existentes e oferecem aos participantes novas metas ajustadas à sua evolução.


À semelhança do Ritmo Olímpico, estes dois novos grupos não terão um pacer. Um participante assumirá a liderança, não apenas para orientar o percurso, mas também para guiar pelo exemplo e inspirar os restantes atletas. Esta dinâmica poderá, ao longo do ano, estender-se a outros ritmos, refletindo o propósito da nova temporada: valorizar o progresso individual e coletivo, respeitar as diferentes etapas de cada participante e demonstrar que a evolução também se constrói através da entreajuda.


Dez opções para diferentes idades e níveis de preparação


 A nova temporada disponibiliza dez opções, pensadas para todos os participantes, desde os atletas mais experientes até aos iniciantes que estão a dar os primeiros passos no mundo da corrida.


Para quem procura velocidade, estão disponíveis o Ritmo Olímpico, o Ritmo Super Rápido e o Ritmo Rápido. Para quem pretende evoluir de forma gradual, surgem como opções o novo Ritmo Quase Rápido e o Ritmo Moderado.


A pensar em quem procura ritmos menos exigentes ou está a iniciar-se na corrida, o Europarque Running disponibiliza ainda o novo Ritmo Quase Moderado, o Ritmo Lento e o Ritmo Iniciação à Corrida. A estes oito ritmos juntam-se a Caminhada e o Fit Kids, um espaço criado para incentivar as crianças a praticarem exercício físico num ambiente dinâmico, seguro e adequado às suas idades.


A 10.ª temporada começa a 6 de setembro e decorre todos os domingos, às 9h30, no Europarque, com participação gratuita e sem marcação prévia. Para participar, basta comparecer, escolher o ritmo mais adequado e aceitar o desafio de continuar a evoluir, porque a verdadeira excelência está em nunca deixar de avançar. https://www.ovarnews.pt/europarque-running-celebra-uma-decada-de-evolucao-com-novos-desafios/



"Roaming" é o novo tema musical lançado pelo rapper vareiro ISEE. O single foi lançado esta semana e faz parte do catálogo recente do músico, que tem conquistado espaço com lançamentos frequentes nas plataformas de streaming. 

Este é mais um tema com uma forte identidade urbana e contemporânea misturando rimas marcantes e batidas envolventes.

Focado em produções digitais modernas, "Roaming" já está disponível nas diversas plataformas de streaming.

https://youtu.be/vbd6HCF8pFo?si=tlLOFmHtJRkifBVE https://www.ovarnews.pt/?p=106398