quarta-feira, maio 20, 2026



Distrito de Aveiro reforça presença nos órgãos nacionais do CDS-PP
 

O distrito de Aveiro teve uma participação de destaque no 32.º Congresso do CDS-PP, realizado em Alcobaça, assumindo um papel relevante quer na organização, quer na eleição de dirigentes nacionais e representantes para os vários órgãos do Partido.

O distrito contribuiu diretamente para a organização do Congresso através de Pedro Magalhães e Ricardo Dias Sequeira, ambos integrando a Comissão de Organização do Congresso, estrutura responsável pela preparação, coordenação e funcionamento de todo o evento realizado em Alcobaça, num congresso amplamente elogiado pela sua organização

O distrito de Aveiro assegurou cerca de 130 delegados ao Congresso Nacional, entre eleitos no passado mês de abril e membros por inerência, reforçando a sua forte representação e influência no maior órgão deliberativo do CDS.

Na Comissão Executiva, o órgão executivo permanente e principal centro de decisão política, Aveiro reforçou de forma muito expressiva a sua presença.

Ana Pedro, de Oliveira de Azeméis, eurodeputada, foi eleita Vice-Presidente do Partido. João Almeida, militante de São João da Madeira e deputado, foi eleito Porta-Voz. Integram igualmente este órgão António Loureiro, de Albergaria-a-Velha, Jorge Pato de Oliveira do Bairro, e José Pinheiro, de Vale de Cambra, consolidando o peso político do distrito de Aveiro na direção nacional do CDS-PP.

Pedro Magalhães, militante de Vale de Cambra, foi reeleito para a Secretaria-Geral do Partido, estrutura responsável por coordenar a ação política das estruturas, enquanto Ricardo Dias Sequeira, militante de Aveiro, foi eleito Coordenador Autárquico Adjunto, com responsabilidade no acompanhamento da ação política autárquica, ambos integrando a Comissão de Organização, órgão de apoio responsável por discutir a ação política do Partido e o seu modelo de organização.

De destacar que, nos órgãos que dirigem a política autárquica nacional do CDS-PP, o distrito de Aveiro conta com quatro representantes de relevo: António Loureiro, José Pinheiro, Jorge Pato e Ricardo Dias Sequeira, reforçando a influência do distrito na definição e acompanhamento da estratégia autárquica nacional do Partido.

Ana Sanches, de Águeda, foi eleita para a Mesa do Congresso, órgão responsável por dirigir os trabalhos do principal órgão máximo do Partido.

Pedro Vieira, de Arouca, preside ao Conselho Nacional de Jurisdição, o órgão jurisdicional máximo do CDS, para o qual foi também eleito Pedro Silva.

Maria do Céu Marques de Vagos foi igualmente eleita Conselheira do Conselho Nacional de Jurisdição.

Na Comissão Política Nacional, órgão de direção política responsável por acompanhar a vida política nacional e definir as orientações do Partido, destaca-se ainda a presença dos presidentes de Câmara do distrito Duarte Novo e André Martins da Silva. Foram também eleitos para este órgão Paulo Albergaria, de Ovar, Ana Oliveira, de Aveiro, André Chambel, de Oliveira do Bairro, Delfim Bismark, de Albergaria-a-Velha, Hugo Santos, vereador em Vagos, Miguel Capão Filipe, presidente da Assembleia Municipal de Aveiro, Sandra Almeida, vereadora em Albergaria-a-Velha, e Tiago Sousa, de Santa Maria da Feira.

Para o Conselho Nacional, órgão deliberativo do Partido entre Congressos e responsável pela definição da estratégia política nacional, foram eleitos António Pinho, de Ílhavo, Gina Diogo, de Oliveira do Bairro, Ângelo Santos, de Santa Maria da Feira, Amílcar Reis, de São João da Madeira, Rui Moreto, de Águeda, António Carlos Monteiro, militante de Sever do Vouga, Vânia Oliveira, de Santa Maria da Feira, António Dias, de Sever do Vouga, e Pedro Bastos de Arouca.

A somar a estes dirigentes eleitos neste último Congresso são também dirigentes nacionais, os Conselheiros Nacionais eleitos na última Assembleia Distrital: Ana Rita Jesus de Oliveira do Bairro, João Alves de Vale de Cambra, Artur Chaves de Albergaria-a-Velha, Fernanda Alves de Santa Maria da Feira, António Falcão de São João da Madeira, Filipe Rodrigues de Oliveira de Azeméis, Aurélio Gomes de Ovar, Lúcia Gonçalves de Sever do Vouga, Carlos Valente de Estarreja e Sandra Queiroz de Anadia.

Assim, no total, o Distrito de Aveiro conta com 39 eleitos em órgãos nacionais, o que evidencia a forte representatividade e o peso político do distrito no conjunto da estrutura nacional do Partido, reforçando a sua influência ativa na definição das orientações e na vida interna do CDS-PP a nível nacional, sob a liderança renovada de Nuno Melo.

A estes dirigentes juntam-se ainda mais três representantes com origem no distrito de Aveiro eleitos para órgãos nacionais do Partido: Conceição Pinho, de Vale de Cambra, eleita para a Mesa do Congresso, Sofia Athayde, de Aveiro e Daniela Rebelo, de Ílhavo, eleitas para o Conselho Nacional.

 

 



  https://www.ovarnews.pt/distrito-de-aveiro-reforca-presenca-nos-orgaos-nacionais-do-cds-pp/


Duarte Simões já brilha nos streetskate internacional
O jovem skater Duarte Simões, de Esmoriz, de apenas 8 anos, atual campeão nacional Sub-9 da Liga Pro-Nacional de Street Skate arranca a época de 2026 na modalidade da melhor forma.

Aqueleca quem já chamam de "jovem prodígio" volta a puxar dos galões e a subir aos pódios ao mais alto nível.

No fim de semana passado venceu a etapa de Póvoa de Santa Iria, na Liga APL, com uma exibição sólida que lhe garantiu o primeiro lugar do pódio, demonstrando uma maturidade técnica que impressiona para a sua idade.

Embora tenha arriscado subir de escalão e apostar na categoria de Sub-11, Duarte mantém-se focado em alcançar os seus objetivos mas sempre de uma forma divertida, alegre e saudável.

No inicio de Abril participou na mítica prova Internacional “Teenage Rampage”  em Biarritz, França, contando com os melhores atletas mundiais, onde alcançou um fantástico 18.º lugar na fase de qualificações, inserido na exigente categoria de Sub-12, ficando a dois llugaresdo apuramento para as semi-finais.

Sem tempo a perder, o skater esmorizense já tem as malas prontas para o próximo desafio, onde participará, no final deste mês, pela primeira vez, no campeonato espanhol da modalidade em Cañiza, Pontevedra, nos sub-12.

Força Duarte! https://www.ovarnews.pt/duarte-simoes-ja-brilha-nos-streetskate-internacional/
Por deliberação do Conselho de Administração Executivo da Infraestruturas de Portugal, S. A., de 12 de março de 2026, foi aprovada a resolução de requerer a declaração de utilidade pública, com caráter de urgência, da expropriação das parcelas de terreno necessárias à execução da obra «Modernização da Linha do Norte. Renovação Integral de Via do subtroço 3.3 Ovar (Válega) - Espinho do Km 296,600 ao Km 315,308», identificadas nas respetivas plantas parcelares e mapa de áreas, tendo o respetivo requerimento sido submetido ao Gabinete do Secretário de Estado das Infraestruturas.

Após analisar a documentação submetida neste âmbito, confirmou-se o interesse público da expropriação requerida, em face do objetivo de tornar o serviço ferroviário mais competitivo e eficiente no transporte de passageiros e mercadorias, aumentando a capacidade na rede ferroviária no corredor norte-sul, acrescendo o incremento das condições de segurança e dos níveis de fiabilidade e disponibilidade da exploração ferroviária, que decorrerão da expropriação requerida, assim como a urgência da tempestiva disponibilidade dos terrenos por ela abrangidos, para que os prazos fixados aplicáveis sejam cumpridos.

Consulte o mapa de expropriações aqui. https://www.ovarnews.pt/valega-avancam-expropriacao-de-terrenos-com-carater-de-urgencia-necessarios-a-modernizacao-da-linha-do-norte/


Cortegaça: Encontro cultural com música e livros inaugura Biblioteca
A vila de Cortegaça prepara-se para ser o epicentro de uma intensa jornada dedicada às artes e às letras no próximo dia 23 de maio de 2026. Sob o lema “VOZ — Cultura com Vida”, o evento propõe uma reflexão dinâmica assente na premissa “Entre a palavra e o silêncio, acontece o encontro”, reunindo um leque variado de escritores, músicos e dinamizadores culturais ao longo de toda a tarde.

No Junta de Freguesia, o programa arranca logo pelas 14h com um marco importante para a comunidade local: a inauguração oficial da Biblioteca, cuja sessão de abertura se estenderá até ao encerramento deste primeiro momento, pelas 14h30.

De seguida, as atividades transferem-se para o Anfiteatro, espaço que acolherá, às 15h00, a abertura musical conduzida por Rão Kyao com o projeto “Caminhos Espirituais”. A vertente literária ganha palco logo depois, às 15h40, com as intervenções de José Fanha e David Machado, abrindo caminho para painéis sucessivos dedicados à literatura com nomes como Paula OZ, António Alves e Patrícia Vicente.

A tarde prossegue a um ritmo dinâmico, alternando entre as notas musicais de Nuno Barroso e o lançamento em dois momentos da obra “Compêndio do Mundo”, de Pedro Miguel Santos. Haverá ainda espaço para novos blocos de leitura e partilha poética, destacando-se as participações de João Segundo, João Santamaria, Joel Carvalho, Paulo Santos e Bé Machado. Pelas 17h40, as atenções viram-se para um debate literário alargado sobre a “Literatura e Cultura em Portugal”, que contará com os contributos e sugestões de Paula OZ, José Fanha e David Machado.

A reta final deste encontro cultural será marcada por momentos de forte carga institucional e afetiva. Às 18h15, será prestada uma homenagem ao escritor Paulo Santos, seguindo-se, às 18h30, a apresentação da Embaixador/a da Paz, representada pela Dra. Marta Carvalho e por Paula OZ. O encerramento deste dia festivo ficará novamente a cargo do músico Nuno Barroso, que subirá ao palco às 18h50 para o fecho musical da iniciativa.

O evento resulta de uma parceria entre a escritora Paula OZ e a Junta de Freguesia de Cortegaça. https://www.ovarnews.pt/cortegaca-encontro-cultural-com-musica-e-livros-inaugura-biblioteca/


Tiago Lopes deixa o comando técnico do Sporting Clube de Esmoriz
 O clube da 'barrinha', que no início da época apontava aos lugares cimeiros, acabou por descer de divisão, terminando no 15.º lugar do Campeonato Sabseg da Associação de Futebol de Aveiro, caindo no entanto para a 1ª divisão distrital, devido à descida do Anadia FC Futebol SAD, do Campeonato de Portugal.

O clube anunciou o seu despedimento, por mútuo acordo. Tiago Lopes foi o terceiro treinador da temporada, sucedendo a Porto Gomes, que por sua vez já havia sucedido a André Canedo.

"Despeço-me do SC Esmoriz com orgulho, gratidão e emoção. Aceitei este desafio a apenas 7 jogos do fim, num momento muito difícil e com um calendário extremamente exigente. Mesmo sabendo das dificuldades, voltaria a aceitar sem hesitar, porque acredito que é nos momentos complicados que mostramos caráter e paixão que temos pelo futebol", diz o técnico, finalizando: "Foram semanas intensas, vividas com entrega total, dedicação e enorme sentido de responsabilidade. Dei tudo pelo clube, pelos jogadores e por todas as pessoas que estiveram connosco nesta caminhada". https://www.ovarnews.pt/?p=103218

terça-feira, maio 19, 2026



Projeto de Requalificação do adro e áreas envolventes da Igreja Paroquial de Ovar
 

A Igreja Matriz de Ovar, elemento monumental e de referência na malha urbana, constitui um marco na cidade e centro da vida cristã da comunidade.

Após a intervenção de restauro exterior da igreja em agosto de 2023, a Paróquia de Ovar, anunciou o começo da segunda fase que tem como objetivo, a requalificação do adro e áreas envolventes da Igreja.

Precisamos recuar no tempo para perceber as últimas intervenções de relevo, a destacar o assentamento da escadaria de granito em 1918, o ajardinamento da envolvente entre 1944 e 1952, e o melhoramento do adro e da iluminação exterior em 1962. Desde então, as intervenções têm sido sobretudo de manutenção pontual, sem uma estratégia global de desenho e de uso.

Atualmente, o espaço exterior da Igreja, apresenta um estado avançado de degradação, sem um fio condutor que relacione as diferentes áreas envolventes. O ambiente é sombrio, desatualizado e carente de vitalidade, transmitindo uma imagem de abandono e fragilidade de manutenção. Os pavimentos apresentam-se deteriorados e desiguais, não respondendo às exigências contemporâneas de acessibilidade nem de conforto de utilização. As zonas verdes surgem desorganizadas, pouco cuidadas e pouco atrativas, sem coerência estética ou funcional, e sem relação clara com os percursos e com os principais pontos de interesse.

Em síntese, o adro da Igreja encontra-se hoje subaproveitado, funcionando mais como espaço residual de enquadramento do edifício do que como verdadeira praça cívica e lugar de encontro da comunidade.

O presente projeto de requalificação do adro e áreas envolventes da Igreja de Ovar tem como objetivo principal melhorar as condições de acessibilidade, com especial atenção às necessidades de pessoas com mobilidade reduzida e idosos, além de promover a sustentabilidade dos espaços verdes e a integração harmônica com o ambiente urbano. A intervenção abrange a modernização das infraestruturas essenciais, como redes de águas pluviais e abastecimento de água, bem como a renovação da iluminação e reformulação dos espaços exteriores. O projeto visa, assim, garantir o conforto, segurança e valorização estética, respeitando a identidade cultural e patrimonial do local.

A Paróquia de Ovar deu a conhecer o projeto à comunidade paroquial no último fim de semana e preparou para distribuição um folheto explicativo do projeto. Urge agora mobilizar a comunidade para a angariar os fundos necessários para fazer frente às despesas suportadas integralmente pela paróquia.

Pe. Victor Pacheco, Pároco de Ovar

 

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/projeto-de-requalificacao-do-adro-e-areas-envolventes-da-igreja-paroquial-de-ovar/


O AGIR anuncia o fim e eleitos passam a independentes
Em comunicado, o AGIR anuncia o seu fim, "mantém os lugares mas renuncia ao futuro".

Neste momento, "só o Grupo Muncipal se mantém coerente depois de uma longa luta em que foi posto de lado por não subscreverem o acordo PSD/Lígia Pode".

Com a entrega formal das contas à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos do Tribunal Constitucional, encerram-se oficialmente as atividades do Grupo de Cidadãos Eleitores “AGIR Pelo Desenvolvimento da Nossa Terra”. Nos termos da lei, todos os eleitos passam agora à condição formal de independentes.

"Este é o momento de olhar para trás com orgulho, e para a frente com responsabilidade", continua, recordando os resultados obtidos em pouco tempo: 15,31% dos votos para a Câmara Municipal de Ovar (4.486 votos), elegendo a Vereadora Lígia Pode, e 15,20% para a Assembleia Municipal (4.454 votos), elegendo 4 deputados municipais, liderados pelo cabeça de lista Tiago Martins". Nas oito freguesias do concelho, elegeu ainda mais doze autarcas.

Para garantir a prestação de contas e manter a ligação entre eleitores e eleitos, o site agirovar.pt continuará ativo, cumprindo a sua função de transparência e divulgação das atividades dos  autarcas AGIR.

Recorde-se que em novembro de 2025, três eleitos para a Assembleia Municipal (Carla Velado, Daniela Patarena e Rui Oliveira) optaram por seguir um percurso político autónomo, passando a deliberar e a tomar iniciativas de forma independente relativamente ao Grupo de Cidadãos Eleitores AGIR.

"A partir de agora, todos os eleitos — os que se mantêm fiéis ao projeto e os que seguiram caminhos distintos — serão apenas cidadãos ao serviço do povo, atuando de acordo com os seus valores pessoais e os objetivos a que se propuseram".

Embora o movimento cívico encerre agora a sua atividade formal, garante que "o compromisso com Ovar e com os valores que estiveram na base do AGIR mantém-se vivo naqueles que continuam a trabalhar em defesa desse projeto".

  https://www.ovarnews.pt/o-agir-anuncia-o-fim-e-eleitos-passam-a-independentes/
A Associação + Pinhal e o The Camarinha Project vão participar na Semana sobre Espécies Invasoras Portugal & Espanha (#SEI2026), que decorre entre 23 a 31 de maio.


Esta temática cruza-se com as intervenções da + Pinhal e com o grupo The Camarinha Project, que atuam em defesa do Pinhal de Ovar, onde espécies invasoras têm vindo a progredir, nomeadamente diferentes espécies de acácia.


No âmbito da #SEI2026, a atuação das duas organizações, vai decorrer no dia 23, no Parque Ambiental do Buçaquinho, a partir das 10h. Os investigadores Liliana Neto Duarte e Francisco López Núñez, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e do Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade do Instituto Politécnico de Coimbra, vão orientar uma atividade prática de controlo de espécies invasoras na área de projeto de conservação das camarinhas (existente dentro do Parque Ambiental).


As espécies exóticas invasoras são uma das principais ameaças à biodiversidade a nível global. De acordo com a IPBES - Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas, é a 5º mais preocupante. Além de promoverem outros impactes significativos a nível ambiental, as espécies invasoras têm grande peso socioeconómico. A recente avaliação temática das espécies exóticas invasoras e seu controlo (IPBES 2023) revela que estas espécies ameaçam as pessoas e a natureza em todas as regiões da Terra, com custos anuais globais estimados em mais de 423 mil milhões de dólares.


 A #SEI2026 é promovida pela Rede Portuguesa de Estudo e Gestão de Espécies Invasoras - Rede InvECO, pela plataforma INVASORAS.PT, pelos projetos LIFE COOP Cortaderia e LIFE INVASAQUA e pelo Grupo Especialista em Invasiones Biólogicas, mas é realizada em estreita colaboração com as Entidades e Associações. https://www.ovarnews.pt/especies-invasoras-em-debate-no-parque-ambiental-do-bucaquinho/
Um adolescente de 14 anos morreu esta segunda-feira na sequência de um despiste com a trotinete em que seguia.

Ao que noticia a imprensa local, o jovem seguia sem capacete, tendo o acidente ocorrido por volta das 19h, em Santiago de Cassurrães, no concelho de Mangualde.

Os bombeiros ainda foram chamados ao local para assistirem a vítima, que foi helitransportada pelo INEM para o hospital de Viseu, onde acabou por não resistir aos ferimentos, acabando por morrer.

Segundo os dados mais recentes da GNR, que foram divulgados em março deste ano, tem-se assistido a um aumento da sinistralidade relacionada com este tipo de veículos, nomeadamente as trotinetes elétricas.

Ainda segundo a guarda, só nos primeiros dois meses deste ano foram registados 72 acidentes, sendo que o número de vítimas mortais entre 2019 e 2025 se cifra em 10. https://www.ovarnews.pt/jovem-de-14-anos-morre-apos-acidente-com-trotineta/


Guia completo para transformar fotos de produtos em conteúdo visual profissional com IA
Publicar imagens de produto atraentes é um dos maiores desafios para empreendedores, lojas online e marcas emergentes. Contratar um fotógrafo profissional e um designer para cada lançamento representa um custo que a maioria dos pequenos negócios não consegue arcar de forma recorrente.

O resultado comum é um feed inconsistente, com imagens de qualidade desigual que não transmitem a identidade visual da marca nem geram a confiança necessária para converter seguidores em clientes.


Como a imagem para imagem IA resolve esse problema para pequenas marcas


A imagem para imagem IA disponível no Photo Video Maker da Pollo AI oferece uma solução direta e acessível para esse cenário. A plataforma permite transformar fotografias de produto tiradas com o celular em imagens com acabamento profissional, trocar o fundo de qualquer foto em segundos, modificar a paleta de cores para adaptá-la a diferentes temporadas ou campanhas, e aplicar estilos visuais coerentes a toda uma linha de produtos sem a necessidade de repetir o ensaio fotográfico.

O Photo Video Maker da Pollo AI integra mais de dois mil modelos LoRA organizados por categorias de uso, incluindo estilos voltados especificamente para fotografia de produto, moda, gastronomia e lifestyle. Isso permite que qualquer proprietário de negócio mantenha uma identidade visual consistente e de alta qualidade com um investimento mínimo de tempo e recursos.

Quais tipos de transformações são possíveis com essa tecnologia?


As possibilidades são mais amplas do que muitos usuários imaginam no início. Além de trocar o fundo ou ajustar a cor, a imagem para imagem IA pode reinterpretar completamente o contexto visual de uma fotografia: colocar um produto em um ambiente de luxo, aplicar uma estética editorial de revista, gerar variantes do mesmo produto em diferentes cores sem a necessidade de ter o estoque físico, ou adaptar o estilo visual das imagens ao tom de uma campanha específica.


Materiais e preparação antes de começar o tutorial


Antes de iniciar o processo, reúna as fotografias de produto que você quer transformar. Embora a plataforma funcione bem com imagens de diferentes qualidades, os melhores resultados são obtidos com fotos tiradas com boa luz natural ou artificial difusa, fundo neutro e o produto centralizado e bem focado. Também é recomendável ter clara a direção estética que você quer dar às imagens: minimalista e elegante? Colorida e vibrante? Quente e artesanal?

Acesse o Photo Video Maker da Pollo AI, faça login e dedique alguns minutos para explorar a galeria de exemplos da categoria de fotografia de produto. Isso vai te dar uma referência visual concreta antes de começar a trabalhar com as suas próprias imagens.


Tutorial passo a passo: de foto de celular a imagem de catálogo profissional


Passo 1: selecionar e carregar a fotografia de produto


Escolha a imagem que você quer transformar e carregue-a no módulo de edição da plataforma. Se a fotografia tiver um fundo carregado ou pouco favorecedor, não se preocupe: a ferramenta consegue trabalhar com ela da mesma forma e o resultado final vai ficar completamente diferente do original.


Passo 2: definir o estilo visual objetivo


Navegue pela biblioteca de modelos e selecione o estilo que melhor se adapta à identidade da sua marca. Se você buscar algo mais personalizado, escreva um prompt descritivo que inclua o tipo de ambiente, a paleta de cores e o contexto no qual você quer que o produto apareça. Por exemplo: "produto sobre superfície de mármore branco com luz lateral suave e fundo desfocado em tons de bege".


Passo 3: ajustar a intensidade e gerar o resultado


Configure o nível de transformação de acordo com o quanto você quer que o resultado se afaste da fotografia original. Para imagens de produto, geralmente vale a pena manter uma fidelidade alta para que o artigo continue sendo claramente reconhecível. Gere o resultado e avalie se ele se ajusta às suas expectativas antes de prosseguir para a exportação.


Passo 4: criar variantes para diferentes canais e formatos


Uma das vantagens mais práticas de trabalhar com inteligência artificial é a capacidade de gerar múltiplas variantes de uma mesma imagem em muito pouco tempo. Crie versões com diferentes fundos, paletas de cor ou estilos visuais para adaptar o mesmo produto a diferentes campanhas, temporadas ou plataformas de distribuição.


Passo 5: exportar no formato adequado para cada plataforma


Exporte cada variante no formato e nas dimensões exigidas pela plataforma onde você vai publicá-la. Instagram, Pinterest e os marketplaces de e-commerce têm especificações diferentes, e publicar imagens com as proporções corretas melhora significativamente o seu desempenho em termos de visibilidade e engajamento.


Dar o salto para o vídeo: como animar as suas imagens de produto


Uma imagem de produto bem trabalhada pode se tornar um ativo de marketing ainda mais poderoso quando adicionamos movimento. A função de imagem para vídeo com IA da Pollo AI transforma qualquer fotografia de produto em um clipe de vídeo dinâmico com animação fluida, música de fundo sincronizada automaticamente e efeitos de som imersivos que reforçam o impacto visual do conteúdo.

Os vídeos de produto gerados com a imagem para vídeo com IA são especialmente eficazes em formatos curtos como Instagram Reels ou TikTok, onde o movimento captura a atenção do usuário nos primeiros segundos e aumenta significativamente a taxa de visualização completa. A Pollo AI reúne vários modelos de geração de vídeo de alta qualidade, o que garante resultados com nível cinematográfico sem a necessidade de software de edição externo nem conhecimentos de pós-produção.

Aspectos chave a serem considerados durante o processo


A consistência visual é mais importante do que a perfeição individual


Quando trabalhamos na identidade visual de uma marca, a coerência entre todas as imagens é mais valiosa do que a perfeição isolada de cada uma. Escolha um estilo base e aplique-o de forma consistente a todas as imagens do seu catálogo. Isso cria uma identidade visual reconhecível que os seguidores associam diretamente à sua marca.


Itere rápido e guarde as variantes que funcionam


Não descarte os resultados que não se ajustam exatamente ao que você buscava na primeira instância. Às vezes, uma variante inesperada pode se tornar a direção estética de uma nova campanha. Guarde todas as versões geradas e reveja-as com calma antes de decidir quais publicar.


Conclusão: o conteúdo visual de qualidade já não é exclusivo das grandes marcas


A inteligência artificial nivelou o campo de jogo para marcas de todos os tamanhos. Com as ferramentas adequadas, um pequeno negócio consegue produzir conteúdo visual da mesma qualidade que uma marca com um departamento de design completo.

Comece hoje mesmo, transforme as suas primeiras imagens de produto e comprove o impacto que isso tem na percepção da sua marca por parte dos seus seguidores e clientes em potencial. https://www.ovarnews.pt/guia-completo-para-transformar-fotos-de-produtos-em-conteudo-visual-profissional-com-ia/


Espinho: Olhares sobre a Animação Portuguesa em itinerância
O CINANIMA - Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho dá  continuidade, em 2026, à divulgação das publicações académicas  bilingues “Olhares sobre a Animação Portuguesa”, através de um conjunto de  apresentações públicas e ações de itinerância, que decorrerão, ao longo dos  próximos meses, em diferentes pontos do país. 

Integrando esta nova fase de circulação e disseminação do projeto, o CINANIMA  apresenta, este ano, as 3.ª e 4.ª edições das publicações “Olhares sobre a  Animação Portuguesa”, desenvolvidas com o apoio do ICA - Instituto do Cinema e 

do Audiovisual, reforçando o compromisso do festival com a valorização,  investigação e internacionalização do cinema de animação português. 

A 3.ª publicação propõe uma reflexão sobre as longas-metragens “Nayola”, de José  Miguel Ribeiro, e “Os Demónios do Meu Avô”, de Nuno Beato, duas obras  incontornáveis da animação portuguesa contemporânea. Já a 4.ª edição dedica-se  ao trabalho de Regina Pessoa, uma das mais reconhecidas e premiadas  realizadoras portuguesas de cinema de animação, apresentando uma leitura crítica  e multidisciplinar sobre o seu percurso artístico e a singularidade da sua  filmografia. 

Ao longo do ano, estas publicações serão apresentadas em festivais,  conferências, universidades, escolas superiores e outras entidades parceiras,  promovendo encontros entre autores, investigadores, estudantes, profissionais e  público em geral, num programa de itinerância que pretende ampliar o alcance  deste importante contributo para o estudo e reflexão em torno da animação  portuguesa. 

Dado o número limitado de exemplares físicos, o CINANIMA mantém a aposta na  democratização do acesso a este conhecimento através da disponibilização  gratuita das publicações em formato digital, acessíveis no website do festival. 

“Olhares sobre a Animação Portuguesa” é uma iniciativa do CINANIMA,  originalmente pensada e desenvolvida em 2021 pelo então diretor artístico do  festival, o professor universitário e realizador de cinema de animação Pedro  Serrazina. 

Em formato de simpósio, o projeto visa o (re)conhecimento e o (re)posicionamento  do cinema de animação no universo multidisciplinar contemporâneo, afirmando-o  como uma expressão artística de elevada riqueza estética, técnica e concetual,  suscetível de ser observada e interpretada por múltiplos olhares, contribuindo, simultaneamente, para o aprofundamento da investigação científica e  académica nesta área artística em Portugal.  https://www.ovarnews.pt/espinho-olhares-sobre-a-animacao-portuguesa-em-itinerancia/

segunda-feira, maio 18, 2026



Feira suspende rotinas para três dias de Imaginarius
 

Festival abre com Manifesto que será reinterpretado por jovem realizador feirense

 

Entre 21 e 23 de maio, o Imaginarius – Festival de Artes Performativas em Espaço Público traz um novo ritmo à cidade de Santa Maria da Feira, que suspende rotinas para acolher diferentes linguagens artísticas e novas formas de ocupação de ruas, praças e diferentes espaços urbanos.

Ao longo de três dias, o centro histórico vai receber 42 companhias e mais de 200 artistas de 16 países, que darão corpo a 39 espetáculos de teatro, dança, música, arte popular, artes digitais e performance, cinco em estreia absoluta e 23 em estreia nacional, num total de 125 apresentações de acesso gratuito.

A abertura do festival, agendada para quinta-feira, 21 de maio, às 18h00, junto à Casa do Moinho, será marcada pela partilha do Manifesto Imaginarius e pela sua reinterpretação pelo realizador feirense Guilherme Henriques, um dos nomes mais relevantes da videografia contemporânea ligada à música extrema e alternativa, e que faz parte da chamada “Geração Imaginarius”.

Há 25 anos que o Imaginarius se afirma como um espaço de descoberta, relação e transformação através da arte em espaço público. Longe do conforto ou do consenso, o festival tem vindo a aproximar a criação artística da vida quotidiana, ativando o território como lugar vivido, atravessado por encontros, tensões e diversidade.

Num tempo marcado pela aceleração, vigilância e fragmentação social, o festival escolhe continuar a imaginar, assumindo a arte como prática de resistência, pensamento crítico e possibilidade de reconfigurar a forma como habitamos e partilhamos o espaço comum.

Nesta edição, que celebra 25 anos de festival, o Imaginarius atravessa todo o centro histórico da cidade e vive-a por inteiro, questionando em permanência, deixando mais perguntas do que respostas.

Exemplo disso é o espetáculo Mirage (un jour de fête), da Cie. Dyptik, onde não existe um centro fixo nem uma única direção possível. O público circula entre dança e movimento, numa criação atravessada por referências da região do Levante (Líbano, Palestina, Síria e Jordânia), onde a memória e a ideia de resistir em comunidade atravessam o espaço público.

Já ADN, Odyssée Verticale, da companhia francesa Transe Express, suspende músicos e performers a dezenas de metros de altura, transformando o céu num plano cénico sobre a cidade.

Em sentido oposto, THAW, dos australianos Legs On The Wall, acompanha lentamente a dissolução do gelo e a resistência do corpo ao tempo e à duração.

O Correfoc, trazido às ruas pelos catalães Diables del Barri Gòtic em diálogo com o Fórum Ambiente e Cidadania, devolve intensidade às ruas do centro histórico através do fogo, do ruído e da ocupação contínua do espaço público.

A programação do festival integra ainda a conferência “Imaginar: cultura, coexistência e cidade num mundo instável”, no dia 23 de maio, às 14h30, no auditório da Biblioteca Municipal, que terá como orador o urbanista e pensador Charles Landry. Mais do que discutir programação cultural ou eventos, esta conversa propõe uma reflexão sobre a capacidade das cidades criarem relações, identidade e formas de convivência.

 

O programa completo do festival está disponível em www.imaginarius.pt.

  https://www.ovarnews.pt/feira-suspende-rotinas-para-tres-dias-de-imaginarius/
 

Vivemos num tempo em que os algoritmos decidem mais depressa do que os tribunais, os sensores e as câmaras observam mais do que se imagina e as plataformas digitais conhecem mais sobre os indivíduos do que os próprios governos. A tecnologia deixou de ser um instrumento técnico para se transformar numa infraestrutura de poder.

A transparência tecnológica assenta no princípio transformador de que os cidadãos têm o direito de compreender como funcionam os sistemas digitais que influenciam as suas vidas. Saber quem recolhe dados, para que finalidade, com que critérios e sob que responsabilidade é uma condição de liberdade numa sociedade digitalizada.

Durante décadas, a inovação tecnológica foi apresentada como um processo inevitável e neutro; contudo, a experiência demonstra o contrário. Algoritmos de recrutamento discriminam candidatos com base em género ou origem social; sistemas automatizados de crédito penalizam determinados códigos postais; plataformas digitais manipulam preços em função do histórico de navegação dos utilizadores; redes sociais amplificam desinformação através de mecanismos de recomendação. A caixa-negra algorítmica tornou-se uma nova forma de poder invisível.

Neste contexto, a transparência algorítmica permite compreender os critérios utilizados nas decisões automatizadas. A governação de dados esclarece quem recolhe, armazena e comercializa informação pessoal. A explicabilidade traduz linguagens técnicas complexas para formatos inteligíveis pelo cidadão comum. A responsabilização identifica os agentes responsáveis pelos sistemas digitais e pelos seus impactos sociais.

A União Europeia tem procurado posicionar-se como referência internacional nesta matéria. O Regulamento Ecodesign for Sustainable Products Regulation introduziu o Passaporte Digital de Produto, permitindo rastrear materiais, origem e pegada ecológica de bens de consumo. Em Portugal, iniciativas como o Portal Mais Transparência representam avanços na auditoria de fundos públicos. Também alguns municípios começaram a mapear sensores urbanos, câmaras e dispositivos de recolha de dados instalados no espaço público, explicando a sua função aos cidadãos. Contudo, a transparência continua a ser aplicada de forma seletiva, frequentemente apenas quando não ameaça interesses políticos, administrativos ou económicos instalados.

O caso português relativo à utilização do Regulamento Geral de Proteção de Dados constitui um exemplo paradigmático dessa contradição. O RGPD foi concebido para proteger os cidadãos perante abusos no tratamento de dados pessoais. Porém, o regulamento tem sido frequentemente instrumentalizado como mecanismo burocrático de ocultação e bloqueio ao escrutínio público. Sob a invocação genérica da “proteção de dados”, recusam-se contratos públicos, ocultam-se nomes de decisores, rasuram-se auditorias e limitam-se investigações jornalísticas. Em vez de proteger o cidadão contra o abuso do poder, protege-se frequentemente o poder contra o escrutínio do cidadão.

Importa sublinhar que esta realidade não decorre de qualquer imposição europeia. O próprio RGPD prevê exceções quando está em causa um interesse público. A cultura de segredo observada em Portugal revela uma tradição administrativa profundamente avessa à transparência e excessivamente tolerante perante a ausência de prestação de contas, contribuindo para a desresponsabilização política e para a corrosão da confiança institucional.

Existe aqui uma ironia particular: a inteligência artificial que é criticada pela sua opacidade pode tornar-se uma das ferramentas mais eficazes de fiscalização. Sistemas de IA conseguem analisar milhões de documentos públicos, detetar padrões de corrupção, identificar conflitos de interesses e auditar algoritmos discriminatórios numa escala impossível para equipas humanas.

A área da Explainable AI demonstra que é possível desenvolver sistemas capazes de justificar decisões automatizadas de forma inteligível. Um algoritmo que rejeita um crédito bancário ou um subsídio social deve ser capaz de explicar os critérios utilizados. Sem explicação não existe justiça processual.

Além disso, a IA pode democratizar o acesso ao conhecimento técnico. Modelos linguísticos conseguem resumir políticas de privacidade, traduzir contratos complexos e identificar cláusulas abusivas. Num futuro próximo, agentes automatizados poderão gerir preferências de privacidade dos cidadãos, bloquear rastreadores digitais e monitorizar a circulação dos seus dados pessoais na internet.

A transparência tecnológica não implica ingenuidade tecnológica nem abertura absoluta. Existe sempre uma tensão entre transparência, segurança e proteção da propriedade intelectual. Divulgar integralmente determinados sistemas pode expor vulnerabilidades ou facilitar ataques informáticos. Porém, reconhecer essa complexidade não pode servir de pretexto para institucionalizar a opacidade.

A questão central é quem controla os sistemas que controlam a sociedade?

Se a resposta permanecer restrita a governos, plataformas tecnológicas ou entidades privadas sem supervisão pública, caminharemos para uma democracia formalmente livre, mas tecnicamente opaca. Uma sociedade onde as decisões são automatizadas sem possibilidade de compreensão, contestação ou responsabilização dos seus responsáveis.

O problema da opacidade pública não é meramente técnico nem jurídico. É cultural e político. Em Portugal, persiste uma visão paternalista do Estado segundo a qual a informação pertence à Administração e não aos cidadãos que a financiam. O acesso a documentos públicos continua frequentemente dependente da boa vontade burocrática, como se a transparência fosse uma concessão e não um direito democrático elementar.

Uma democracia não pode pedir aos cidadãos que confiem cegamente em sistemas que não podem compreender, fiscalizar ou contestar. Sempre que a opacidade tecnológica se cruza com a opacidade política, o resultado é uma corrosão silenciosa da democracia. E uma democracia corroída pela invisibilidade do poder é uma democracia menos livre.

Diogo Fernandes Sousa

Escritor do Livro “Rumo da Nação: Reflexões sobre a Portugalidade”

  https://www.ovarnews.pt/transparencia-tecnologica-por-diogo-fernandes-sousa/


3DTex: Transformar criatividade e tecnologia em inclusão
A 3DTex, uma parceria de modeladores 3D a nível nacional está a produzir cadeiras de rodas impressas em 3D para oferecer a instituições ou crianças necessitadas.

A cadeira está a ser criada através de uma parceria entre váriss empresas moduladoras de impressão 3D de todo o país, entre as quais a ovarense 3ftexprint, unidos por um objetivo comum: "ajudar gratuitamente crianças que realmente precisam".

:Cada peça impressa, cada hora de trabalho e cada detalhe representam dedicação, entreajuda e vontade de fazer a diferença na vida de alguém", diz Miguel Teixeira, da 3ftexprint.

Mais do que uma cadeira, este projeto é a prova de que a comunidade 'maker' consegue transformar criatividade e tecnologia em inclusão, mobilidade e esperança.

A empresa de Ovar agradece a todos os que participaram nesta iniciativa nacional: "Juntos conseguimos mostrar que pequenas contribuições podem criar um impacto gigante".

Neste momento, já estão duas prontas, que serão enviadas para Évora e para Lisboa https://www.ovarnews.pt/3dtex-transformar-criatividade-e-tecnologia-em-inclusao/


Clube de Caça e Pesca de Ovar vence em Pevidém
O Clube de Caça e Pesca de Ovar venceu por equipas na 3.ª contagem do campeonato nacional de tiro às hélices hoje realizado em Pevidém.

O clube vareiro já endereçou os parabéns aos seus atiradores pela "brilhante vitória" na competição realizada em Pevidém.

  https://www.ovarnews.pt/clube-de-caca-e-pesca-de-ovar-vence-em-pevidem/


Estatreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento  
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Salreu.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 25/05/2026 entre as 14h e as 16h, nos seguintes locais e arruamentos:

Tv. Vale da Rama ( nºs 2-4-6) , Largo do Seixal nº3, Rua Associação Cultural de Salreu (nº5 ao nº 53), Tv. Associação Cultural de Salreu (nº1 e nº3), Rua Cidade de Bourges ( nº5 ao nº32)

  https://www.ovarnews.pt/estatreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/


Estarreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 25/05/2026 entre as 09h e as 12h, nos seguintes locais e arruamentos:

Rua de Pardilhó (Lote 7 e nº SN001 e SN002), Rua de Canelas (Lote 3 e Lote 5)

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora

 

 

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/estarreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-2/


Ovarense fecha o campeonato com um nulo na Vista Alegre
Uma Ovarense campeã, em ritmo de passeio, despediu-se, este domingo, do futebol distrital na Vista Alegre.

O resultou não sofreu alteração desde o apito inicial do árbitro, terminando com 0-0 no marcador, o que foi coisa rara nas 34 jornadas disputadas pelos vareiros.

Mário Correia sagrou-se rei dos marcadores com 31 tentos apontados, com Gonçalo Semedo a surgir em terceiro lugar com 20.

Resultados e classificação

  https://www.ovarnews.pt/?p=103126

domingo, maio 17, 2026



SC Esmoriz empata e é despromovido
O SC Esmoriz empata precisava de vencer o Águeda para acalentar esperanças na manutenção, mas apesar de teresrado a vencer acabou por deixar-se empatar.

Assim, ficou selada a descida da equipa barrinhota ao campeonato distrital na próxima época. https://www.ovarnews.pt/sc-esmoriz-empata-e-e-despromovido/
A UABDA – União dos Agricultores e Baldios do Distrito de Aveiro, com a Junta de Freguesia de Válega, promoveu este sábado, uma homenagem aos “mártires das videiras”, agricultores assassinados, em 1939, por se recusarem a arrancar as suas vinhas.

Nesse ano, a freguesia de Válega viveu um dos dias mais tristes da sua história, quando a GNR marchou sobre a localidade para cortar as videiras americanas (que tinham sido proibidas por Salazar).

O povo, em vias de ficar sem as videiras que eram parte do seu sustento, juntou-se no adro da igreja cercando a GNR para impedir o corte da vinha. Com os ânimos exaltados, o Governo Civil de Aveiro deu ordem à GNR para abrir fogo. Os tiros da guarda mataram dois homens, Jaime da Costa (com 19 anos) e Manuel Maria Valente de Pinho (com 38 anos). Várias pessoas ficaram feridas e outras foram presas.

Nesta data, a UABDA e a população local juntam-se para homenagear os mártires, lembrar a luta dos agricultores e denunciar a repressão que, sobre diversas formas, e nos tempos da ditadura de forma brutal, é exercida sobre os pequenos e médios agricultores. https://www.ovarnews.pt/uabda-homenageia-martires-das-videiras-em-valega/


Carta aberta ao Exmo. Senhor Presidente do Conselho Diretivo do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. - eng. Nuno Banza.
 

Digníssimo senhor:

Dirijo-me a Vª Exª na dúplice qualidade de ex autarca e de munícipe de Ovar, para lhe manifestar a minha frontal indignação pelo comportamento do Instituto que V. Exª dirige, face à floresta do município de Ovar, floresta que tem servido para, o ICNF, apenas, como porquinho mealheiro, pois os investimentos, na nossa floresta, constantes do mesmo PGF que manda abater árvores, não passam de ideias enfeitadas de novidade e progresso ambientais.

Deste modo, do famigerado Plano de Gestão Florestal (PGF) do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar, feito e pago pela CMO, e executado pelo ICNF o que ficou, para lá das enormes clareiras, um pouco por todo o lado, qual batalha de Waterloo, foi, de um lado, o espanto, e, do outro, o absurdo.

E tudo isto se passou como se nada se tivesse passado, pois a CMO, enredando, em conferências de imprensa, os pés nos tapetes das etiquetas da subserviência institucional, a nada se opôs, e tudo permitiu.

Permitiu, por omissão, a materialização do PGF, em zonas de proteção e defesa da costa e de floresta de conservação.

E aqui, chegados, pergunta-se:

Quem acompanhou o Plano como era sua obrigação por parte da Câmara? Para que servem os técnicos municipais especializados nestas áreas? Quem permitiu, por insignificância institucional, que se abatessem, fora do PGF – terreno em frente ao Parque de Campismo do Furadouro, onde máquinas, num claro desrespeito para com o património municipal, passaram por cima da placa indicativa de percurso pedonal, lá instalada pala própria edilidade – dezenas de árvores, sem que para isso se manifestasse, ao ICNF, qualquer desacordo ou protesto?

Ninguém, e daí a permissão, bem retratada no salvador dito, publicamente, qual Pilatos lavando daí as mãos, que “quem mais sabe de florestas é o ICNF”, dito que a prática, do ICNF, se encarregou de esbofetear, pois as consequências, para o nosso património ambiental, estão à vista de todos.

Desta forma, a floresta foi dizimada, os respetivos montantes, provenientes das árvores abatidas, arrecadados por quem de direito, o principal responsável, pois foi quem aprovou o PGF, promovido a membro do governo, e o interesse público e o direito de todos nós à fruição de espaços de lazer, esse foi enviado às malvas.

Diz V. Exª senhor Diretor, que tem liderado o Instituto, “com forte foco na gestão florestal e na conservação da natureza” e que “o ICNF somos todos nós”.

Ora, caro senhor, quero, com o meu direito constitucional à indignação, de cidadão amigo do ambiente, reafirmar-lhe, que, na minha opinião e, estou certo, na opinião da maior parte dos vareiros, nem o ICNF tem sido liderado com forte foco na gestão florestal e conservação da natureza nem, muito menos esse ICNF que nos apresenta, publicamente, “somos” todos nós.

Não sou, eu, porquanto não me revejo e nunca me revi, na lógica mercantilista desse Instituto, que por força da sua designação, se veria obrigado a preservar e conservar e não abater indiscriminadamente, todo o tipo de árvores, nem são os vareiros, na sua maioria, que também consideram que a sua floresta, tem servido, apenas, para arrecadar receitas, de que esse Instituto necessita, talvez, para colmatar um subfinanciamento estatal, crónico.

Desta forma, tem o ICNF usado os nossos recursos em seu benefício próprio, em nome de pretensos e pomposos Planos de Gestão Florestal que, de Planos de Gestão, só por cinismo administrativo, se poderão denominar de florestais.

Se não, veja-se o montante que o ICNF já arrecadou e, face aos concursos públicos, do PGF, em curso o que tenciona arrecadar, e seria bom que, em nome da transparência dos serviços públicos, se publicassem os montantes arrecadados, sem que disso se vislumbre, quaisquer melhoramentos de conservação e preservação da nossa floresta.

E, se no passado, nada de bom veio para o município de Ovar, desse Instituto Público, apenas exigências estapafúrdias de obrigações que levaram a CMO a adquirir 89hac de terrenos florestais na Serra da Malcata, com um encargo de 200.000€ para oferecer ao ICNF, e outras, habilidades, similares, no presente, de forma mais escandalosa, e em nome de decretos-lei de 2001, mais defraudados nos sentimos nos nossos direitos à fruição de espaços naturais, quando vemos, mais um abate, indiscriminado de árvores, principalmente, num parque ambiental – Parque Ambiental do Buçaquinho, em Cortegaça - que de ambiental só lhe ficou o nome e que já estava desafetado do ICNF desde 2001 e que só agora, um quarto de século depois, em nome de interesses que escapam à compreensão humana, vêm reivindicar.

E, se senhor eng. Banza, o problema, neste caso concreto, era o dinheiro, e face aos danos ambientais causados – convido Vª Exª a visitar a obra feita por esse Instituto - mais valia ter recorrido a uma subscrição pública dos vareiros ou a ter falado com a CMO e a JF de Cortegaça – até nesta falta de diálogo institucional se vê a ética do ICNF, num claro desrespeito pelas autarquias e pelos seus autarcas, numa obsoleta cultura do quero, posso e mando - que estas autarquias, e mesmo a população em geral, estou certo, em nome da história do Parque merendeiro, e da fruição do espaço, lhe dariam, a esmola, de 14.000€, determinada pela hasta pública.

Hoje, temos todos a consciência que o ICNF e o seu braço armado (de motosserra) a Direção Regional de Agricultura da Beira Litoral, não nasceram para plantar árvores, no município de Ovar, mas para fazer da sua floresta, o que que Cassandra previu para Troia, a sua destruição, e muito menos para assegurar a gestão sustentável das florestas nacionais, promovendo a conservação dos recursos naturais, mas sim, qual arboricida, para se aproveitar delas.

Por último, deixo a sugestão à CMO e à JF de Cortegaça para que atribuam ao Parque Ambiental do Buçaquinho, o nome do eng. Nuno Banza, pelos relevantes serviços públicos, ali, prestados.

Atentamente

Alcides Alves

 

  https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-ao-exmo-senhor-presidente-do-conselho-diretivo-do-icnf-instituto-da-conservacao-da-natureza-e-das-florestas-i-p-eng-nuno-banza/


Estarreja: Homem de 50 anos morre em acidente com trator em terreno agrícola
Um homem de 50 anos morreu ao final da tarde de sábado na sequência de um grave acidente com um trator agrícola, em Canelas, no concelho de Estarreja.

A vítima encontrava-se a trabalhar num terreno de cultivo quando, por razões ainda por esclarecer, sofreu ferimentos de extrema gravidade. O óbito foi declarado no próprio local pelas equipas de socorro, que nada puderam fazer para reverter a situação.

O alerta foi dado às 19h17, mobilizando de imediato os Bombeiros Voluntários de Estarreja para o local do acidente. Quando os operacionais chegaram ao terreno agrícola, encontraram o homem em estado crítico, acabando por confirmar a morte devido à gravidade dos ferimentos provocados pelo acidente com a máquina agrícola. O caso causou grande consternação entre os moradores da freguesia de Canelas. https://www.ovarnews.pt/estarreja-homem-de-50-anos-morre-em-acidente-com-trator-em-terreno-agricola/


Murtosa: Regatas de Moliceiros estão de regresso
A Câmara Municipal da Murtosa promove, este domingo, a Regata do Mercado Tradicional, primeira prova da Época de Regatas de Moliceiros 2026.

A edição deste ano envolve mais de duas dezenas de embarcações, entre barcos moliceiros e réplicas, e assume um significado particularmente histórico, por se tratar da primeira regata realizada após a inscrição do “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, em dezembro passado.

Este reconhecimento internacional representa um marco de enorme relevância para a Região de Aveiro, distinguindo o valor patrimonial, cultural e identitário do Barco Moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção, ornamentação e navegação, perpetuados ao longo de gerações pelos mestres da região, assim também reconhecidos e valorizados.

A Época de Regatas de Moliceiros integra o Plano Estratégico de Salvaguarda “O Barco Moliceiro – Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro”, instrumento que contempla um conjunto de ações destinadas à valorização, preservação e transmissão deste património único, unindo os 11 Municípios da Comunidade Intermunicipal.

Entre os principais objetivos destacam-se a salvaguarda do saber-fazer da carpintaria naval tradicional, a preservação das técnicas decorativas dos painéis de proa e ré, a manutenção da estrutura tradicional do moliceiro e a valorização do ecossistema cultural, social e económico associado a esta embarcação emblemática, igualmente único Património Cultural Imaterial da Humanidade em toda a Região Centro de Portugal.

As Regatas de Moliceiros constituem um dos momentos mais aguardados do calendário cultural da Região de Aveiro. Com origem nas primeiras décadas do século XX, estas provas mantêm viva uma tradição profundamente enraizada nas comunidades da ria, afirmando-se como expressão autêntica da identidade marítima regional e, desde há 4 meses, como bandeira maior em crescentes eventos de promoção turística.

A Época de Regatas de Moliceiros de 2026 apresenta ainda uma novidade com a criação da Regata dos Palheiros, que terá lugar no dia 25 de julho, na Costa Nova, em Ílhavo. Em virtude desta nova prova, a tradicional Regata da Região de Aveiro, habitualmente realizada no início de julho, decorrerá este ano no dia 27 de junho.

CALENDÁRIO DA ÉPOCA DE REGATAS MOLICEIROS 2026:

17 maio Regata do Mercado Tradicional – Murtosa

27 de Junho Regata da Região de Aveiro - Torreira / Aveiro

25 de Julho Regata dos Palheiros - Costa Nova – Ílhavo

01 e 02 de Agosto Regatas da Festa do Emigrante - Torreira / Murtosa

6 de Setembro Regata de S. Paio - Torreira - Murtosa https://www.ovarnews.pt/murtosa-regatas-de-moliceiros-estao-de-regresso/

sábado, maio 16, 2026



Moção contra demolição do Cine-Teatro chumbada na Assembleia Municipal de Ovar
Uma moção subscrita pelo PS e o AGIR! "pela preservação da memória coletiva e pela criação de um novo polo cultural, museológico e turístico estruturante" no local do Cineteatro foi recusada pela Assembleia Municipal.

O documento pede a anulação do projeto "Praceta Cine-Teatro" e recorda que a "atual fachada é um símbolo afetivo de Ovar. Acedemos à sua manutenção para acolher o Posto de Turismo no átrio e um Café Concerto no antigo Salão de Festas".

Nim momento em que Ovar "enfrenta o desafio de reforçar a sua atratividade cultural e turística, fixar talento jovem, apoiar a criação artística local e potenciar o seu património material e imaterial, exigindo infraestruturas modernas, multifuncionais e diferenciadoras", (...) " o projeto apresentado em 2025 pelo Executivo Municipal, prevendo a criação de uma praça a céu aberto no local, se revela manifestamente insuficiente face ao potencial estratégico daquele espaço"

(em atualização) https://www.ovarnews.pt/mocao-contra-demolicao-do-cine-teatro-chumbada-na-assembleia-municipal-de-ovar/


Ovarense eliminada em casa pela Oliveirense
Um quarto período em que possibilitou a recuperação dos seus rivais, ditou a eliminação dos vareiros (64-68).

🏀 UD Oliveirense 64-66 Ovarense GAVEX

🏆 #LigaBetclicMasculina | Playoffs / Quartos-de-final (Jogo 3)

📌 Arena de Ovar

⭐ Leon Ayres (18pts, 5res, 1rb - 19.5 val)

📊 tinyurl.com/2e9bw7tu https://www.ovarnews.pt/ovarense-eliminada-em-casa-pela-oliveirense/


ProfJam e Sippinpurp no dueto mais esperado de LSD
Para chegar ao sexto disco em nome próprio, Mário Cotrim mostrou o que existe para além do alter-ego e deixou vários traços da sua personalidade vincados numa grande entrevista conduzida por Rui Unas para o YouTube.

Goste-se ou odeie-se as suas posições e formas de estar na vida, a verdade é que o nome ProfJam tem sido uma das maiores autoridades no cenário do hip hop nacional, muito graças a um output musical que vai fazendo justiça ao hype que a persona carrega.

LSD — de Love Songs Die — não quebra com essa tradição e faz vir ao de cima mais 16 malhas gulosas do “prof dos putos da nova gen”. Entre as colaborações mais óbvias, temos "Boneca", com Sippinpurppe outras não tão esperadas (Ana Moura, Plutonio e Ivandro), a ficha técnica do sucessor de MDID prima também pela extravagância musical dos beats, orquestrados por um pelotão de producers que vai desde Migz e Ariel a Mizzy Miles, Fumaxa, Osémio Boémio ou Charlie Beats. https://www.ovarnews.pt/profjam-e-sippinpurp-no-dueto-mais-esperado-de-lsd/


Carta aberta à Ovarense e aos adeptos vareiros
 

Ser OVARENSE é carregar a identidade, a história e a alma de Ovar!

Equipa,

O vosso talento trouxe-vos até aqui, mas no sábado precisamos de algo mais e melhor... Precisamos de garra. Precisamos de brio. Quando entrarem em campo, lembrem-se do símbolo que trazem ao peito. Cada ressalto, cada defesa e cada ataque têm de ser disputados com a força de quem sabe que representa uma comunidade inteira. Não jogam apenas por pontos. Jogam pela honra de Ovar! Mostrem a vossa qualidade e, acima de tudo, a vossa alma de guerreiros.

Adeptos,

Somos o sexto jogador em campo. A nossa voz será o combustível que empurrará a nossa equipa rumo à vitória. No sábado, o nosso pavilhão tem de ser um vulcão preto e branco. Temos de ser um só corpo e uma só alma vareira. Apoiemos sem parar e contagiemos a nossa equipa com a nossa energia e o nosso ADN. Façamos com que os nossos atletas sintam que não estão sozinhos nesta batalha e que unidos, nada nem ninguém nos bate.

Este é o momento da verdade. Contra tudo e contra todos, vamos lutar do primeiro ao último segundo com uma vontade inabalável de vencer. E, claro, sempre com fairplay.

Pela nossa história e pela nossa terra: Força, OVARENSE!

Paulo Costa https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-a-ovarense-e-aos-adeptos-vareiros/


VSR no Adulto: o inimigo respiratório que já não podemos ignorar
 

O Vírus Sincicial Respiratório, conhecido por VSR, é muitas vezes associado aos bebés e às crianças pequenas. E com razão: é uma das grandes causas de bronquiolite. Mas seria um erro pensar que este vírus é apenas um problema da infância. Nos adultos mais velhos e nas pessoas com doenças crónicas, o VSR pode ser responsável por infeções respiratórias graves, internamentos e até morte.

Ao contrário do que acontece com algumas infeções, ter tido contacto prévio com o VSR não garante proteção duradoura. Podemos ser infetados várias vezes ao longo da vida. Na maioria dos adultos saudáveis, a infeção pode parecer apenas uma constipação: pingo no nariz, tosse, dor de cabeça, mal-estar ou febre baixa. O problema é que, em certas pessoas, esta “constipação” pode descer aos pulmões e provocar pneumonia, agravamento da DPOC, crise de asma, descompensação cardíaca ou agravamento de diabetes.

O risco aumenta claramente com a idade. Em Portugal, estima-se que ocorram anualmente mais de três mil internamentos associados ao VSR em adultos, a grande maioria em pessoas com 65 ou mais anos. Estudos nacionais mostram também que, nos idosos hospitalizados, a doença pode ter impacto pesado: internamentos prolongados, necessidade de oxigénio e mortalidade relevante.

Há sinais que devem merecer atenção: falta de ar, pieira, cansaço fora do habitual, febre persistente, dor no peito, confusão ou sonolência em pessoas idosas. Nestes casos, não se deve desvalorizar. O diagnóstico pode ser confirmado por testes laboratoriais, como PCR, mas a decisão de procurar cuidados não deve ficar à espera de um teste quando há sinais de gravidade.

A boa notícia é que a prevenção já existe. Estão disponíveis vacinas contra o VSR para adultos, administradas numa dose única; a necessidade e o intervalo de futuros reforços ainda não estão definitivamente estabelecidos. A vacinação deve ser discutida sobretudo por pessoas com 60 ou mais anos e por adultos com maior risco de doença grave, como doentes com DPOC, asma, insuficiência cardíaca, doença coronária, diabetes, doença renal ou hepática crônica, imunossupressão, fragilidade, demência ou residentes em lares e unidades de cuidados continuados

O VSR é um bom exemplo de uma doença que esteve demasiado tempo escondida atrás da palavra “constipação”. Para muitos adultos será apenas isso. Para outros, pode ser o início de um internamento evitável.

Se tem mais de 60 anos, ou se vive com uma doença respiratória, cardíaca, metabólica ou imunológica, fale com o seu médico sobre a vacinação contra o VSR. A prevenção respiratória já não se resume à gripe e à COVID-19. O VSR entrou definitivamente na conversa — e deve ser levado a sério.

https://youtu.be/y-w6vpp6QmA

 

Eurico Silva, USF João Semana - Ovar

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/vsr-no-adulto-o-inimigo-respiratorio-que-ja-nao-podemos-ignorar/

sexta-feira, maio 15, 2026

 

O recente abate de árvores no Parque de Merendas do Buçaquinho não pode ser tratado como uma simples operação de manutenção florestal. O que aconteceu naquele espaço representa mais um episódio de uma política ambiental marcada pela falta de transparência, pela ausência de escrutínio público e por uma inquietante banalização do corte de árvores em zonas de elevado valor ecológico e social no concelho de Ovar.

O Buçaquinho é muito mais do que um parque de lazer. É um dos poucos espaços naturais onde ainda se consegue encontrar equilíbrio entre floresta, biodiversidade e usufruto público. Durante anos foi apresentado pela própria autarquia como símbolo da valorização ambiental do concelho. Porém, quando chega o momento de justificar o desaparecimento de dezenas de árvores, instala-se o silêncio, surgem explicações vagas e os cidadãos são tratados como meros espectadores de decisões já tomadas.

A Câmara Municipal de Ovar tem obrigação de explicar, com detalhe e frontalidade, quem autorizou os abates, quais os critérios técnicos utilizados, quantas árvores foram efetivamente cortadas e que estudos sustentaram essas decisões. Mais do que isso, deve explicar porque razão a população só toma consciência da dimensão das intervenções quando os troncos já estão no chão.

Mas também o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) não pode continuar refugiado numa postura tecnocrática e distante, como se a gestão florestal pudesse ser feita apenas em gabinetes e mapas administrativos, ignorando a realidade local e a sensibilidade das populações. O ICNF existe para proteger património natural, não para se limitar a validar operações que, aos olhos de muitos cidadãos, parecem cada vez mais agressivas e desproporcionadas.

Nos últimos anos, o que se tem verificado em várias zonas florestais de Ovar é um padrão preocupante de cortes sucessivos que transformam profundamente a paisagem. Áreas densamente arborizadas dão lugar a clareiras extensas, alterando ecossistemas, destruindo habitats e empobrecendo visualmente territórios que demoraram décadas a consolidar-se.

E sempre com o mesmo discurso repetido até à exaustão: “gestão florestal”, “limpeza”, “segurança”, “prevenção”. Conceitos importantes, sem dúvida, mas que não podem servir de argumento automático para justificar qualquer intervenção sem debate público, sem transparência e sem verdadeira avaliação ambiental independente.

Porque importa dizer aquilo que muitos pensam, existe hoje uma crescente sensação de que se corta primeiro e se explica depois, quando se explica… E isso mina a confiança das populações nas instituições que deveriam proteger o património natural coletivo.

Mais grave ainda é a aparente ausência de uma estratégia coerente de reflorestação e recuperação ambiental. Cortar árvores maduras e anunciar posteriormente pequenas ações simbólicas de plantação não resolve o problema. Uma árvore centenária não é substituída por meia dúzia de mudas fotografadas para redes sociais ou cerimónias institucionais. O valor ecológico perdido leva décadas a recuperar, quando recupera.

Num contexto de alterações climáticas, aumento das temperaturas, erosão costeira, perda de biodiversidade e crescente vulnerabilidade ambiental, assistir ao desaparecimento sistemático de árvores adultas deveria preocupar seriamente qualquer entidade pública responsável. As árvores não são obstáculos administrativos nem meros elementos decorativos da paisagem. São infraestrutura ambiental essencial. Produzem oxigénio, regulam temperaturas, fixam carbono, protegem solos e contribuem diretamente para a qualidade de vida das populações.

Por isso, torna-se incompreensível que tanto a autarquia como o ICNF continuem a comunicar estas intervenções quase sempre numa lógica defensiva e minimalista, como se o incómodo estivesse na reação das pessoas e não na dimensão dos cortes realizados.

A população de Ovar merece respeito. Merece informação prévia, acesso aos pareceres técnicos, identificação clara das árvores em risco, planos de reflorestação concretos e fiscalização independente. Merece participar nas decisões sobre espaços naturais que pertencem à comunidade e não apenas assistir ao desaparecimento gradual da sua floresta.

Existe uma diferença enorme entre gerir a floresta e desfigurá-la e, infelizmente, essa fronteira parece estar cada vez mais ténue em várias zonas do concelho.

Ovar construiu parte da sua identidade em torno da natureza, da floresta e da paisagem. Destruir silenciosamente esse património enquanto se multiplicam discursos institucionais sobre sustentabilidade é um exercício de contradição política que os cidadãos começam legitimamente a questionar.

Porque chega um momento em que já não basta plantar algumas árvores para compensar aquilo que se permite destruir. E talvez esse momento tenha chegado.

Quando o som das motosserras se torna mais frequente do que o som do vento nos pinhais, não estamos apenas perante operações florestais. Estamos perante escolhas políticas. E essas escolhas têm responsáveis.

Fernando Camelo de Almeida

  https://www.ovarnews.pt/o-silencio-cumplice-perante-o-abate-das-arvores-em-ovar-por-fernando-almeida/


Câmara e direção do Museu de Ovar procuram solução para garantir continuidade da instituição
O presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, garantiu na última Assembleia Municipal que o Museu de Ovar passa por dificuldades mas “não consta que tenha fechado”.


Adiantou que a autarquia está em diálogo com os órgãos sociais da instituição para encontrar uma solução que assegure a sua continuidade.


“O Museu tem órgãos sociais, uma direção eleita, e aquilo que a Câmara Municipal de Ovar pode fazer não é chegar lá e dizer que isto é nosso. Isso não existe”, afirmou o autarca durante a sessão.


Domingos Silva confirmou, no entanto, que têm existido contactos entre responsáveis do museu e a autarquia. “Nós estaremos sempre do lado da solução e estamos já a conversar no sentido de se apontar um caminho que resolva esta situação”, referiu, acrescentando que “quem tem de definir o que quer é o Museu, os seus associados e os seus órgãos sociais”.


O presidente da Câmara revelou ainda que os serviços municipais já começaram a trabalhar no processo e mostrou-se confiante na possibilidade de alcançar um entendimento. “Estou convencido de que poderemos chegar a uma solução”, declarou.


O presidente da direção do museu, António Sá Dias, confirmou os contactos com a edilidade  e rejeitou a ideia de encerramento definitivo da instituição. “Temos as contas equilibradas e temos feito a manutenção do edifício”, afirmou, recordando os danos provocados pelos recentes temporais que obrigaram a uma intervenção urgente no telhado.


Segundo Sá Dias, um eventual apoio municipal à gestão poderá representar uma ajuda importante para o futuro da instituição. “Se houver um apoio à gestão do município tudo será diferente”, admitiu.


O dirigente sublinhou ainda o trabalho de preservação do espólio existente. “Temos um inventário de todas as peças existentes e ainda esta semana tivemos aqui uma especialista a verificar o estado dos fatos que temos expostos”, explicou.


Quanto ao funcionamento do espaço, António Sá Dias esclareceu que o museu encerrou temporariamente após o festival “Cima Abaixo”, mas prepara-se agora para reabrir durante o período da tarde.


A atual indefinição surgiu depois de, na última assembleia-geral da instituição, não terem aparecido listas candidatas para assumir a direção do museu.


“Vamos continuar a dialogar com a Câmara para se chegar a uma soluçâo”, concluiu. https://www.ovarnews.pt/camara-de-ovar-e-direcao-do-museu-procuram-solucao-para-garantir-continuidade-da-instituicao/


Portugal International School - Por Paulo Freitas do Amaral
Atualmente há muitas mudanças a acontecer na educação em Portugal. Algumas delas são anunciadas diariamente nas televisões… outras não… só as conhece quem está nas escolas…

A mudança que vos falo neste artigo é sobre uma mudança que não faz manchetes, nem aberturas de telejornais mas que a pouco e pouco está a extinguir a língua portuguesa e a nossa identidade… falo-vos da explosão de “international schools” ou em bom português das “escolas internacionais” em Portugal, e de forma simultânea das medidas governativas que irão permitir aos estrangeiros serem docentes no nosso país.

Nos últimos anos temos assistido ao licenciamento de inúmeras escolas que crescem como “cogumelos” pelo ministério da educação, no nosso território, e que ensinam em inglês e tratando a disciplina de português no seu currículo quase como uma espécie de disciplina de “cidadania”, como se fosse uma disciplina “menor” que não conta para nada.

Já conhecíamos este espírito em relação à língua portuguesa em algumas escolas estrangeiras em Portugal como por exemplo o “Instituto Espanhol” que apesar de ser propriedade do Estado espanhol, a disciplina de português é “ridicularizada” e “menosprezada” pelos alunos espanhóis e portugueses que o frequentam…Sei bem do que vos falo porque fui presidente de junta de freguesia na Cruz Quebrada Dafundo e cresci como vizinho desta escola…

O perigo da transformação do ensino privado português, se tornar quase exclusivamente direcionado para o currículo inglês, focado nos filhos de estrangeiros endinheirados e de portugueses é bem real…


A entrada de grupos estrangeiros, na educação portuguesa, está a ser uma realidade não vigiada ao nível da educação e tem sido feita com bastante displicência pelo governo português no que se refere à preservação da nossa identidade…

Há até casos, como por exemplo em Oeiras, onde as autarquias cedem instalações públicas (fundição de Oeiras) para as “Internacional Schools” vingarem e darem os primeiros passos no nosso país…


Camões e Fernando Pessoa ficam assim de dedo no ar esperando pela sua vez de falar às crianças…Será que o ministério da educação os deixará falar às elites que um poderão um dia poderão decidir políticas em Portugal?


Parece-me que não, até porque o Governo também se prepara para reconhecer aos estrangeiros capacidade para lecionar…D. João I e D. Nuno Álvares Pereira que se preparem para ter a História contada à crianças portuguesas pela versão espanhola…

O Padre António Vieira, já pintado de vermelho no seu busto em Lisboa, que se prepare para a sua vida ser contada de uma forma um pouco diferente…

Os imigrantes em Portugal já são 15% da população…as “international schools” sabem disso…existe mercado…e estão prontas para se expandir porque sabem também da inexistência de apoio do Estado português ao ensino privado nacional, atacado também por um preconceito ideológico de esquerda e recentemente até atacado por um wookismo radical…

No entanto, o Governo alheado desta realidade, tal como o anterior….nada faz! Se pusermos os olhos em países como o Luxemburgo ou a Suiça com elevados números de imigrantes, chegamos à conclusão que as “international Schools” não foram além de meia dúzia de escolas… A preservação da sua cultura e identidade falou mais alto!

Mas em Portugal, o espírito de admirar o que vem de fora, continua…apesar de termos dos melhores poetas do mundo e escritores consagrados mundialmente.Além de uma História que daria para 50 séries de topo na Netflix…

O espírito tacanho e pouco orgulhoso da nossa língua e da nossa História continua entranhado nos nossos políticos!


Camões, Pessoa, D. Nuno Álvares Pereira estarão cada vez mais de dedo no ar, à espera de falar às novas gerações…em português.

Don’t worry Camões… money talks!

5Paulo Freitas do Amaral


Professor de História https://www.ovarnews.pt/portugal-international-school-por-paulo-freitas-do-amaral/