segunda-feira, maio 18, 2026



Feira suspende rotinas para três dias de Imaginarius
 

Festival abre com Manifesto que será reinterpretado por jovem realizador feirense

 

Entre 21 e 23 de maio, o Imaginarius – Festival de Artes Performativas em Espaço Público traz um novo ritmo à cidade de Santa Maria da Feira, que suspende rotinas para acolher diferentes linguagens artísticas e novas formas de ocupação de ruas, praças e diferentes espaços urbanos.

Ao longo de três dias, o centro histórico vai receber 42 companhias e mais de 200 artistas de 16 países, que darão corpo a 39 espetáculos de teatro, dança, música, arte popular, artes digitais e performance, cinco em estreia absoluta e 23 em estreia nacional, num total de 125 apresentações de acesso gratuito.

A abertura do festival, agendada para quinta-feira, 21 de maio, às 18h00, junto à Casa do Moinho, será marcada pela partilha do Manifesto Imaginarius e pela sua reinterpretação pelo realizador feirense Guilherme Henriques, um dos nomes mais relevantes da videografia contemporânea ligada à música extrema e alternativa, e que faz parte da chamada “Geração Imaginarius”.

Há 25 anos que o Imaginarius se afirma como um espaço de descoberta, relação e transformação através da arte em espaço público. Longe do conforto ou do consenso, o festival tem vindo a aproximar a criação artística da vida quotidiana, ativando o território como lugar vivido, atravessado por encontros, tensões e diversidade.

Num tempo marcado pela aceleração, vigilância e fragmentação social, o festival escolhe continuar a imaginar, assumindo a arte como prática de resistência, pensamento crítico e possibilidade de reconfigurar a forma como habitamos e partilhamos o espaço comum.

Nesta edição, que celebra 25 anos de festival, o Imaginarius atravessa todo o centro histórico da cidade e vive-a por inteiro, questionando em permanência, deixando mais perguntas do que respostas.

Exemplo disso é o espetáculo Mirage (un jour de fête), da Cie. Dyptik, onde não existe um centro fixo nem uma única direção possível. O público circula entre dança e movimento, numa criação atravessada por referências da região do Levante (Líbano, Palestina, Síria e Jordânia), onde a memória e a ideia de resistir em comunidade atravessam o espaço público.

Já ADN, Odyssée Verticale, da companhia francesa Transe Express, suspende músicos e performers a dezenas de metros de altura, transformando o céu num plano cénico sobre a cidade.

Em sentido oposto, THAW, dos australianos Legs On The Wall, acompanha lentamente a dissolução do gelo e a resistência do corpo ao tempo e à duração.

O Correfoc, trazido às ruas pelos catalães Diables del Barri Gòtic em diálogo com o Fórum Ambiente e Cidadania, devolve intensidade às ruas do centro histórico através do fogo, do ruído e da ocupação contínua do espaço público.

A programação do festival integra ainda a conferência “Imaginar: cultura, coexistência e cidade num mundo instável”, no dia 23 de maio, às 14h30, no auditório da Biblioteca Municipal, que terá como orador o urbanista e pensador Charles Landry. Mais do que discutir programação cultural ou eventos, esta conversa propõe uma reflexão sobre a capacidade das cidades criarem relações, identidade e formas de convivência.

 

O programa completo do festival está disponível em www.imaginarius.pt.

  https://www.ovarnews.pt/feira-suspende-rotinas-para-tres-dias-de-imaginarius/
 

Vivemos num tempo em que os algoritmos decidem mais depressa do que os tribunais, os sensores e as câmaras observam mais do que se imagina e as plataformas digitais conhecem mais sobre os indivíduos do que os próprios governos. A tecnologia deixou de ser um instrumento técnico para se transformar numa infraestrutura de poder.

A transparência tecnológica assenta no princípio transformador de que os cidadãos têm o direito de compreender como funcionam os sistemas digitais que influenciam as suas vidas. Saber quem recolhe dados, para que finalidade, com que critérios e sob que responsabilidade é uma condição de liberdade numa sociedade digitalizada.

Durante décadas, a inovação tecnológica foi apresentada como um processo inevitável e neutro; contudo, a experiência demonstra o contrário. Algoritmos de recrutamento discriminam candidatos com base em género ou origem social; sistemas automatizados de crédito penalizam determinados códigos postais; plataformas digitais manipulam preços em função do histórico de navegação dos utilizadores; redes sociais amplificam desinformação através de mecanismos de recomendação. A caixa-negra algorítmica tornou-se uma nova forma de poder invisível.

Neste contexto, a transparência algorítmica permite compreender os critérios utilizados nas decisões automatizadas. A governação de dados esclarece quem recolhe, armazena e comercializa informação pessoal. A explicabilidade traduz linguagens técnicas complexas para formatos inteligíveis pelo cidadão comum. A responsabilização identifica os agentes responsáveis pelos sistemas digitais e pelos seus impactos sociais.

A União Europeia tem procurado posicionar-se como referência internacional nesta matéria. O Regulamento Ecodesign for Sustainable Products Regulation introduziu o Passaporte Digital de Produto, permitindo rastrear materiais, origem e pegada ecológica de bens de consumo. Em Portugal, iniciativas como o Portal Mais Transparência representam avanços na auditoria de fundos públicos. Também alguns municípios começaram a mapear sensores urbanos, câmaras e dispositivos de recolha de dados instalados no espaço público, explicando a sua função aos cidadãos. Contudo, a transparência continua a ser aplicada de forma seletiva, frequentemente apenas quando não ameaça interesses políticos, administrativos ou económicos instalados.

O caso português relativo à utilização do Regulamento Geral de Proteção de Dados constitui um exemplo paradigmático dessa contradição. O RGPD foi concebido para proteger os cidadãos perante abusos no tratamento de dados pessoais. Porém, o regulamento tem sido frequentemente instrumentalizado como mecanismo burocrático de ocultação e bloqueio ao escrutínio público. Sob a invocação genérica da “proteção de dados”, recusam-se contratos públicos, ocultam-se nomes de decisores, rasuram-se auditorias e limitam-se investigações jornalísticas. Em vez de proteger o cidadão contra o abuso do poder, protege-se frequentemente o poder contra o escrutínio do cidadão.

Importa sublinhar que esta realidade não decorre de qualquer imposição europeia. O próprio RGPD prevê exceções quando está em causa um interesse público. A cultura de segredo observada em Portugal revela uma tradição administrativa profundamente avessa à transparência e excessivamente tolerante perante a ausência de prestação de contas, contribuindo para a desresponsabilização política e para a corrosão da confiança institucional.

Existe aqui uma ironia particular: a inteligência artificial que é criticada pela sua opacidade pode tornar-se uma das ferramentas mais eficazes de fiscalização. Sistemas de IA conseguem analisar milhões de documentos públicos, detetar padrões de corrupção, identificar conflitos de interesses e auditar algoritmos discriminatórios numa escala impossível para equipas humanas.

A área da Explainable AI demonstra que é possível desenvolver sistemas capazes de justificar decisões automatizadas de forma inteligível. Um algoritmo que rejeita um crédito bancário ou um subsídio social deve ser capaz de explicar os critérios utilizados. Sem explicação não existe justiça processual.

Além disso, a IA pode democratizar o acesso ao conhecimento técnico. Modelos linguísticos conseguem resumir políticas de privacidade, traduzir contratos complexos e identificar cláusulas abusivas. Num futuro próximo, agentes automatizados poderão gerir preferências de privacidade dos cidadãos, bloquear rastreadores digitais e monitorizar a circulação dos seus dados pessoais na internet.

A transparência tecnológica não implica ingenuidade tecnológica nem abertura absoluta. Existe sempre uma tensão entre transparência, segurança e proteção da propriedade intelectual. Divulgar integralmente determinados sistemas pode expor vulnerabilidades ou facilitar ataques informáticos. Porém, reconhecer essa complexidade não pode servir de pretexto para institucionalizar a opacidade.

A questão central é quem controla os sistemas que controlam a sociedade?

Se a resposta permanecer restrita a governos, plataformas tecnológicas ou entidades privadas sem supervisão pública, caminharemos para uma democracia formalmente livre, mas tecnicamente opaca. Uma sociedade onde as decisões são automatizadas sem possibilidade de compreensão, contestação ou responsabilização dos seus responsáveis.

O problema da opacidade pública não é meramente técnico nem jurídico. É cultural e político. Em Portugal, persiste uma visão paternalista do Estado segundo a qual a informação pertence à Administração e não aos cidadãos que a financiam. O acesso a documentos públicos continua frequentemente dependente da boa vontade burocrática, como se a transparência fosse uma concessão e não um direito democrático elementar.

Uma democracia não pode pedir aos cidadãos que confiem cegamente em sistemas que não podem compreender, fiscalizar ou contestar. Sempre que a opacidade tecnológica se cruza com a opacidade política, o resultado é uma corrosão silenciosa da democracia. E uma democracia corroída pela invisibilidade do poder é uma democracia menos livre.

Diogo Fernandes Sousa

Escritor do Livro “Rumo da Nação: Reflexões sobre a Portugalidade”

  https://www.ovarnews.pt/transparencia-tecnologica-por-diogo-fernandes-sousa/


3DTex: Transformar criatividade e tecnologia em inclusão
A 3DTex, uma parceria de modeladores 3D a nível nacional está a produzir cadeiras de rodas impressas em 3D para oferecer a instituições ou crianças necessitadas.

A cadeira está a ser criada através de uma parceria entre váriss empresas moduladoras de impressão 3D de todo o país, entre as quais a ovarense 3ftexprint, unidos por um objetivo comum: "ajudar gratuitamente crianças que realmente precisam".

:Cada peça impressa, cada hora de trabalho e cada detalhe representam dedicação, entreajuda e vontade de fazer a diferença na vida de alguém", diz Miguel Teixeira, da 3ftexprint.

Mais do que uma cadeira, este projeto é a prova de que a comunidade 'maker' consegue transformar criatividade e tecnologia em inclusão, mobilidade e esperança.

A empresa de Ovar agradece a todos os que participaram nesta iniciativa nacional: "Juntos conseguimos mostrar que pequenas contribuições podem criar um impacto gigante".

Neste momento, já estão duas prontas, que serão enviadas para Évora e para Lisboa https://www.ovarnews.pt/3dtex-transformar-criatividade-e-tecnologia-em-inclusao/


Clube de Caça e Pesca de Ovar vence em Pevidém
O Clube de Caça e Pesca de Ovar venceu por equipas na 3.ª contagem do campeonato nacional de tiro às hélices hoje realizado em Pevidém.

O clube vareiro já endereçou os parabéns aos seus atiradores pela "brilhante vitória" na competição realizada em Pevidém.

  https://www.ovarnews.pt/clube-de-caca-e-pesca-de-ovar-vence-em-pevidem/


Estatreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento  
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Salreu.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 25/05/2026 entre as 14h e as 16h, nos seguintes locais e arruamentos:

Tv. Vale da Rama ( nºs 2-4-6) , Largo do Seixal nº3, Rua Associação Cultural de Salreu (nº5 ao nº 53), Tv. Associação Cultural de Salreu (nº1 e nº3), Rua Cidade de Bourges ( nº5 ao nº32)

  https://www.ovarnews.pt/estatreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/


Estarreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 25/05/2026 entre as 09h e as 12h, nos seguintes locais e arruamentos:

Rua de Pardilhó (Lote 7 e nº SN001 e SN002), Rua de Canelas (Lote 3 e Lote 5)

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora

 

 

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/estarreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento-2/


Ovarense fecha o campeonato com um nulo na Vista Alegre
Uma Ovarense campeã, em ritmo de passeio, despediu-se, este domingo, do futebol distrital na Vista Alegre.

O resultou não sofreu alteração desde o apito inicial do árbitro, terminando com 0-0 no marcador, o que foi coisa rara nas 34 jornadas disputadas pelos vareiros.

Mário Correia sagrou-se rei dos marcadores com 31 tentos apontados, com Gonçalo Semedo a surgir em terceiro lugar com 20.

Resultados e classificação

  https://www.ovarnews.pt/?p=103126

domingo, maio 17, 2026



SC Esmoriz empata e é despromovido
O SC Esmoriz empata precisava de vencer o Águeda para acalentar esperanças na manutenção, mas apesar de teresrado a vencer acabou por deixar-se empatar.

Assim, ficou selada a descida da equipa barrinhota ao campeonato distrital na próxima época. https://www.ovarnews.pt/sc-esmoriz-empata-e-e-despromovido/
A UABDA – União dos Agricultores e Baldios do Distrito de Aveiro, com a Junta de Freguesia de Válega, promoveu este sábado, uma homenagem aos “mártires das videiras”, agricultores assassinados, em 1939, por se recusarem a arrancar as suas vinhas.

Nesse ano, a freguesia de Válega viveu um dos dias mais tristes da sua história, quando a GNR marchou sobre a localidade para cortar as videiras americanas (que tinham sido proibidas por Salazar).

O povo, em vias de ficar sem as videiras que eram parte do seu sustento, juntou-se no adro da igreja cercando a GNR para impedir o corte da vinha. Com os ânimos exaltados, o Governo Civil de Aveiro deu ordem à GNR para abrir fogo. Os tiros da guarda mataram dois homens, Jaime da Costa (com 19 anos) e Manuel Maria Valente de Pinho (com 38 anos). Várias pessoas ficaram feridas e outras foram presas.

Nesta data, a UABDA e a população local juntam-se para homenagear os mártires, lembrar a luta dos agricultores e denunciar a repressão que, sobre diversas formas, e nos tempos da ditadura de forma brutal, é exercida sobre os pequenos e médios agricultores. https://www.ovarnews.pt/uabda-homenageia-martires-das-videiras-em-valega/


Carta aberta ao Exmo. Senhor Presidente do Conselho Diretivo do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. - eng. Nuno Banza.
 

Digníssimo senhor:

Dirijo-me a Vª Exª na dúplice qualidade de ex autarca e de munícipe de Ovar, para lhe manifestar a minha frontal indignação pelo comportamento do Instituto que V. Exª dirige, face à floresta do município de Ovar, floresta que tem servido para, o ICNF, apenas, como porquinho mealheiro, pois os investimentos, na nossa floresta, constantes do mesmo PGF que manda abater árvores, não passam de ideias enfeitadas de novidade e progresso ambientais.

Deste modo, do famigerado Plano de Gestão Florestal (PGF) do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar, feito e pago pela CMO, e executado pelo ICNF o que ficou, para lá das enormes clareiras, um pouco por todo o lado, qual batalha de Waterloo, foi, de um lado, o espanto, e, do outro, o absurdo.

E tudo isto se passou como se nada se tivesse passado, pois a CMO, enredando, em conferências de imprensa, os pés nos tapetes das etiquetas da subserviência institucional, a nada se opôs, e tudo permitiu.

Permitiu, por omissão, a materialização do PGF, em zonas de proteção e defesa da costa e de floresta de conservação.

E aqui, chegados, pergunta-se:

Quem acompanhou o Plano como era sua obrigação por parte da Câmara? Para que servem os técnicos municipais especializados nestas áreas? Quem permitiu, por insignificância institucional, que se abatessem, fora do PGF – terreno em frente ao Parque de Campismo do Furadouro, onde máquinas, num claro desrespeito para com o património municipal, passaram por cima da placa indicativa de percurso pedonal, lá instalada pala própria edilidade – dezenas de árvores, sem que para isso se manifestasse, ao ICNF, qualquer desacordo ou protesto?

Ninguém, e daí a permissão, bem retratada no salvador dito, publicamente, qual Pilatos lavando daí as mãos, que “quem mais sabe de florestas é o ICNF”, dito que a prática, do ICNF, se encarregou de esbofetear, pois as consequências, para o nosso património ambiental, estão à vista de todos.

Desta forma, a floresta foi dizimada, os respetivos montantes, provenientes das árvores abatidas, arrecadados por quem de direito, o principal responsável, pois foi quem aprovou o PGF, promovido a membro do governo, e o interesse público e o direito de todos nós à fruição de espaços de lazer, esse foi enviado às malvas.

Diz V. Exª senhor Diretor, que tem liderado o Instituto, “com forte foco na gestão florestal e na conservação da natureza” e que “o ICNF somos todos nós”.

Ora, caro senhor, quero, com o meu direito constitucional à indignação, de cidadão amigo do ambiente, reafirmar-lhe, que, na minha opinião e, estou certo, na opinião da maior parte dos vareiros, nem o ICNF tem sido liderado com forte foco na gestão florestal e conservação da natureza nem, muito menos esse ICNF que nos apresenta, publicamente, “somos” todos nós.

Não sou, eu, porquanto não me revejo e nunca me revi, na lógica mercantilista desse Instituto, que por força da sua designação, se veria obrigado a preservar e conservar e não abater indiscriminadamente, todo o tipo de árvores, nem são os vareiros, na sua maioria, que também consideram que a sua floresta, tem servido, apenas, para arrecadar receitas, de que esse Instituto necessita, talvez, para colmatar um subfinanciamento estatal, crónico.

Desta forma, tem o ICNF usado os nossos recursos em seu benefício próprio, em nome de pretensos e pomposos Planos de Gestão Florestal que, de Planos de Gestão, só por cinismo administrativo, se poderão denominar de florestais.

Se não, veja-se o montante que o ICNF já arrecadou e, face aos concursos públicos, do PGF, em curso o que tenciona arrecadar, e seria bom que, em nome da transparência dos serviços públicos, se publicassem os montantes arrecadados, sem que disso se vislumbre, quaisquer melhoramentos de conservação e preservação da nossa floresta.

E, se no passado, nada de bom veio para o município de Ovar, desse Instituto Público, apenas exigências estapafúrdias de obrigações que levaram a CMO a adquirir 89hac de terrenos florestais na Serra da Malcata, com um encargo de 200.000€ para oferecer ao ICNF, e outras, habilidades, similares, no presente, de forma mais escandalosa, e em nome de decretos-lei de 2001, mais defraudados nos sentimos nos nossos direitos à fruição de espaços naturais, quando vemos, mais um abate, indiscriminado de árvores, principalmente, num parque ambiental – Parque Ambiental do Buçaquinho, em Cortegaça - que de ambiental só lhe ficou o nome e que já estava desafetado do ICNF desde 2001 e que só agora, um quarto de século depois, em nome de interesses que escapam à compreensão humana, vêm reivindicar.

E, se senhor eng. Banza, o problema, neste caso concreto, era o dinheiro, e face aos danos ambientais causados – convido Vª Exª a visitar a obra feita por esse Instituto - mais valia ter recorrido a uma subscrição pública dos vareiros ou a ter falado com a CMO e a JF de Cortegaça – até nesta falta de diálogo institucional se vê a ética do ICNF, num claro desrespeito pelas autarquias e pelos seus autarcas, numa obsoleta cultura do quero, posso e mando - que estas autarquias, e mesmo a população em geral, estou certo, em nome da história do Parque merendeiro, e da fruição do espaço, lhe dariam, a esmola, de 14.000€, determinada pela hasta pública.

Hoje, temos todos a consciência que o ICNF e o seu braço armado (de motosserra) a Direção Regional de Agricultura da Beira Litoral, não nasceram para plantar árvores, no município de Ovar, mas para fazer da sua floresta, o que que Cassandra previu para Troia, a sua destruição, e muito menos para assegurar a gestão sustentável das florestas nacionais, promovendo a conservação dos recursos naturais, mas sim, qual arboricida, para se aproveitar delas.

Por último, deixo a sugestão à CMO e à JF de Cortegaça para que atribuam ao Parque Ambiental do Buçaquinho, o nome do eng. Nuno Banza, pelos relevantes serviços públicos, ali, prestados.

Atentamente

Alcides Alves

 

  https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-ao-exmo-senhor-presidente-do-conselho-diretivo-do-icnf-instituto-da-conservacao-da-natureza-e-das-florestas-i-p-eng-nuno-banza/


Estarreja: Homem de 50 anos morre em acidente com trator em terreno agrícola
Um homem de 50 anos morreu ao final da tarde de sábado na sequência de um grave acidente com um trator agrícola, em Canelas, no concelho de Estarreja.

A vítima encontrava-se a trabalhar num terreno de cultivo quando, por razões ainda por esclarecer, sofreu ferimentos de extrema gravidade. O óbito foi declarado no próprio local pelas equipas de socorro, que nada puderam fazer para reverter a situação.

O alerta foi dado às 19h17, mobilizando de imediato os Bombeiros Voluntários de Estarreja para o local do acidente. Quando os operacionais chegaram ao terreno agrícola, encontraram o homem em estado crítico, acabando por confirmar a morte devido à gravidade dos ferimentos provocados pelo acidente com a máquina agrícola. O caso causou grande consternação entre os moradores da freguesia de Canelas. https://www.ovarnews.pt/estarreja-homem-de-50-anos-morre-em-acidente-com-trator-em-terreno-agricola/


Murtosa: Regatas de Moliceiros estão de regresso
A Câmara Municipal da Murtosa promove, este domingo, a Regata do Mercado Tradicional, primeira prova da Época de Regatas de Moliceiros 2026.

A edição deste ano envolve mais de duas dezenas de embarcações, entre barcos moliceiros e réplicas, e assume um significado particularmente histórico, por se tratar da primeira regata realizada após a inscrição do “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, em dezembro passado.

Este reconhecimento internacional representa um marco de enorme relevância para a Região de Aveiro, distinguindo o valor patrimonial, cultural e identitário do Barco Moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção, ornamentação e navegação, perpetuados ao longo de gerações pelos mestres da região, assim também reconhecidos e valorizados.

A Época de Regatas de Moliceiros integra o Plano Estratégico de Salvaguarda “O Barco Moliceiro – Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro”, instrumento que contempla um conjunto de ações destinadas à valorização, preservação e transmissão deste património único, unindo os 11 Municípios da Comunidade Intermunicipal.

Entre os principais objetivos destacam-se a salvaguarda do saber-fazer da carpintaria naval tradicional, a preservação das técnicas decorativas dos painéis de proa e ré, a manutenção da estrutura tradicional do moliceiro e a valorização do ecossistema cultural, social e económico associado a esta embarcação emblemática, igualmente único Património Cultural Imaterial da Humanidade em toda a Região Centro de Portugal.

As Regatas de Moliceiros constituem um dos momentos mais aguardados do calendário cultural da Região de Aveiro. Com origem nas primeiras décadas do século XX, estas provas mantêm viva uma tradição profundamente enraizada nas comunidades da ria, afirmando-se como expressão autêntica da identidade marítima regional e, desde há 4 meses, como bandeira maior em crescentes eventos de promoção turística.

A Época de Regatas de Moliceiros de 2026 apresenta ainda uma novidade com a criação da Regata dos Palheiros, que terá lugar no dia 25 de julho, na Costa Nova, em Ílhavo. Em virtude desta nova prova, a tradicional Regata da Região de Aveiro, habitualmente realizada no início de julho, decorrerá este ano no dia 27 de junho.

CALENDÁRIO DA ÉPOCA DE REGATAS MOLICEIROS 2026:

17 maio Regata do Mercado Tradicional – Murtosa

27 de Junho Regata da Região de Aveiro - Torreira / Aveiro

25 de Julho Regata dos Palheiros - Costa Nova – Ílhavo

01 e 02 de Agosto Regatas da Festa do Emigrante - Torreira / Murtosa

6 de Setembro Regata de S. Paio - Torreira - Murtosa https://www.ovarnews.pt/murtosa-regatas-de-moliceiros-estao-de-regresso/

sábado, maio 16, 2026



Moção contra demolição do Cine-Teatro chumbada na Assembleia Municipal de Ovar
Uma moção subscrita pelo PS e o AGIR! "pela preservação da memória coletiva e pela criação de um novo polo cultural, museológico e turístico estruturante" no local do Cineteatro foi recusada pela Assembleia Municipal.

O documento pede a anulação do projeto "Praceta Cine-Teatro" e recorda que a "atual fachada é um símbolo afetivo de Ovar. Acedemos à sua manutenção para acolher o Posto de Turismo no átrio e um Café Concerto no antigo Salão de Festas".

Nim momento em que Ovar "enfrenta o desafio de reforçar a sua atratividade cultural e turística, fixar talento jovem, apoiar a criação artística local e potenciar o seu património material e imaterial, exigindo infraestruturas modernas, multifuncionais e diferenciadoras", (...) " o projeto apresentado em 2025 pelo Executivo Municipal, prevendo a criação de uma praça a céu aberto no local, se revela manifestamente insuficiente face ao potencial estratégico daquele espaço"

(em atualização) https://www.ovarnews.pt/mocao-contra-demolicao-do-cine-teatro-chumbada-na-assembleia-municipal-de-ovar/


Ovarense eliminada em casa pela Oliveirense
Um quarto período em que possibilitou a recuperação dos seus rivais, ditou a eliminação dos vareiros (64-68).

🏀 UD Oliveirense 64-66 Ovarense GAVEX

🏆 #LigaBetclicMasculina | Playoffs / Quartos-de-final (Jogo 3)

📌 Arena de Ovar

⭐ Leon Ayres (18pts, 5res, 1rb - 19.5 val)

📊 tinyurl.com/2e9bw7tu https://www.ovarnews.pt/ovarense-eliminada-em-casa-pela-oliveirense/


ProfJam e Sippinpurp no dueto mais esperado de LSD
Para chegar ao sexto disco em nome próprio, Mário Cotrim mostrou o que existe para além do alter-ego e deixou vários traços da sua personalidade vincados numa grande entrevista conduzida por Rui Unas para o YouTube.

Goste-se ou odeie-se as suas posições e formas de estar na vida, a verdade é que o nome ProfJam tem sido uma das maiores autoridades no cenário do hip hop nacional, muito graças a um output musical que vai fazendo justiça ao hype que a persona carrega.

LSD — de Love Songs Die — não quebra com essa tradição e faz vir ao de cima mais 16 malhas gulosas do “prof dos putos da nova gen”. Entre as colaborações mais óbvias, temos "Boneca", com Sippinpurppe outras não tão esperadas (Ana Moura, Plutonio e Ivandro), a ficha técnica do sucessor de MDID prima também pela extravagância musical dos beats, orquestrados por um pelotão de producers que vai desde Migz e Ariel a Mizzy Miles, Fumaxa, Osémio Boémio ou Charlie Beats. https://www.ovarnews.pt/profjam-e-sippinpurp-no-dueto-mais-esperado-de-lsd/


Carta aberta à Ovarense e aos adeptos vareiros
 

Ser OVARENSE é carregar a identidade, a história e a alma de Ovar!

Equipa,

O vosso talento trouxe-vos até aqui, mas no sábado precisamos de algo mais e melhor... Precisamos de garra. Precisamos de brio. Quando entrarem em campo, lembrem-se do símbolo que trazem ao peito. Cada ressalto, cada defesa e cada ataque têm de ser disputados com a força de quem sabe que representa uma comunidade inteira. Não jogam apenas por pontos. Jogam pela honra de Ovar! Mostrem a vossa qualidade e, acima de tudo, a vossa alma de guerreiros.

Adeptos,

Somos o sexto jogador em campo. A nossa voz será o combustível que empurrará a nossa equipa rumo à vitória. No sábado, o nosso pavilhão tem de ser um vulcão preto e branco. Temos de ser um só corpo e uma só alma vareira. Apoiemos sem parar e contagiemos a nossa equipa com a nossa energia e o nosso ADN. Façamos com que os nossos atletas sintam que não estão sozinhos nesta batalha e que unidos, nada nem ninguém nos bate.

Este é o momento da verdade. Contra tudo e contra todos, vamos lutar do primeiro ao último segundo com uma vontade inabalável de vencer. E, claro, sempre com fairplay.

Pela nossa história e pela nossa terra: Força, OVARENSE!

Paulo Costa https://www.ovarnews.pt/carta-aberta-a-ovarense-e-aos-adeptos-vareiros/


VSR no Adulto: o inimigo respiratório que já não podemos ignorar
 

O Vírus Sincicial Respiratório, conhecido por VSR, é muitas vezes associado aos bebés e às crianças pequenas. E com razão: é uma das grandes causas de bronquiolite. Mas seria um erro pensar que este vírus é apenas um problema da infância. Nos adultos mais velhos e nas pessoas com doenças crónicas, o VSR pode ser responsável por infeções respiratórias graves, internamentos e até morte.

Ao contrário do que acontece com algumas infeções, ter tido contacto prévio com o VSR não garante proteção duradoura. Podemos ser infetados várias vezes ao longo da vida. Na maioria dos adultos saudáveis, a infeção pode parecer apenas uma constipação: pingo no nariz, tosse, dor de cabeça, mal-estar ou febre baixa. O problema é que, em certas pessoas, esta “constipação” pode descer aos pulmões e provocar pneumonia, agravamento da DPOC, crise de asma, descompensação cardíaca ou agravamento de diabetes.

O risco aumenta claramente com a idade. Em Portugal, estima-se que ocorram anualmente mais de três mil internamentos associados ao VSR em adultos, a grande maioria em pessoas com 65 ou mais anos. Estudos nacionais mostram também que, nos idosos hospitalizados, a doença pode ter impacto pesado: internamentos prolongados, necessidade de oxigénio e mortalidade relevante.

Há sinais que devem merecer atenção: falta de ar, pieira, cansaço fora do habitual, febre persistente, dor no peito, confusão ou sonolência em pessoas idosas. Nestes casos, não se deve desvalorizar. O diagnóstico pode ser confirmado por testes laboratoriais, como PCR, mas a decisão de procurar cuidados não deve ficar à espera de um teste quando há sinais de gravidade.

A boa notícia é que a prevenção já existe. Estão disponíveis vacinas contra o VSR para adultos, administradas numa dose única; a necessidade e o intervalo de futuros reforços ainda não estão definitivamente estabelecidos. A vacinação deve ser discutida sobretudo por pessoas com 60 ou mais anos e por adultos com maior risco de doença grave, como doentes com DPOC, asma, insuficiência cardíaca, doença coronária, diabetes, doença renal ou hepática crônica, imunossupressão, fragilidade, demência ou residentes em lares e unidades de cuidados continuados

O VSR é um bom exemplo de uma doença que esteve demasiado tempo escondida atrás da palavra “constipação”. Para muitos adultos será apenas isso. Para outros, pode ser o início de um internamento evitável.

Se tem mais de 60 anos, ou se vive com uma doença respiratória, cardíaca, metabólica ou imunológica, fale com o seu médico sobre a vacinação contra o VSR. A prevenção respiratória já não se resume à gripe e à COVID-19. O VSR entrou definitivamente na conversa — e deve ser levado a sério.

https://youtu.be/y-w6vpp6QmA

 

Eurico Silva, USF João Semana - Ovar

 

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/vsr-no-adulto-o-inimigo-respiratorio-que-ja-nao-podemos-ignorar/

sexta-feira, maio 15, 2026

 

O recente abate de árvores no Parque de Merendas do Buçaquinho não pode ser tratado como uma simples operação de manutenção florestal. O que aconteceu naquele espaço representa mais um episódio de uma política ambiental marcada pela falta de transparência, pela ausência de escrutínio público e por uma inquietante banalização do corte de árvores em zonas de elevado valor ecológico e social no concelho de Ovar.

O Buçaquinho é muito mais do que um parque de lazer. É um dos poucos espaços naturais onde ainda se consegue encontrar equilíbrio entre floresta, biodiversidade e usufruto público. Durante anos foi apresentado pela própria autarquia como símbolo da valorização ambiental do concelho. Porém, quando chega o momento de justificar o desaparecimento de dezenas de árvores, instala-se o silêncio, surgem explicações vagas e os cidadãos são tratados como meros espectadores de decisões já tomadas.

A Câmara Municipal de Ovar tem obrigação de explicar, com detalhe e frontalidade, quem autorizou os abates, quais os critérios técnicos utilizados, quantas árvores foram efetivamente cortadas e que estudos sustentaram essas decisões. Mais do que isso, deve explicar porque razão a população só toma consciência da dimensão das intervenções quando os troncos já estão no chão.

Mas também o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) não pode continuar refugiado numa postura tecnocrática e distante, como se a gestão florestal pudesse ser feita apenas em gabinetes e mapas administrativos, ignorando a realidade local e a sensibilidade das populações. O ICNF existe para proteger património natural, não para se limitar a validar operações que, aos olhos de muitos cidadãos, parecem cada vez mais agressivas e desproporcionadas.

Nos últimos anos, o que se tem verificado em várias zonas florestais de Ovar é um padrão preocupante de cortes sucessivos que transformam profundamente a paisagem. Áreas densamente arborizadas dão lugar a clareiras extensas, alterando ecossistemas, destruindo habitats e empobrecendo visualmente territórios que demoraram décadas a consolidar-se.

E sempre com o mesmo discurso repetido até à exaustão: “gestão florestal”, “limpeza”, “segurança”, “prevenção”. Conceitos importantes, sem dúvida, mas que não podem servir de argumento automático para justificar qualquer intervenção sem debate público, sem transparência e sem verdadeira avaliação ambiental independente.

Porque importa dizer aquilo que muitos pensam, existe hoje uma crescente sensação de que se corta primeiro e se explica depois, quando se explica… E isso mina a confiança das populações nas instituições que deveriam proteger o património natural coletivo.

Mais grave ainda é a aparente ausência de uma estratégia coerente de reflorestação e recuperação ambiental. Cortar árvores maduras e anunciar posteriormente pequenas ações simbólicas de plantação não resolve o problema. Uma árvore centenária não é substituída por meia dúzia de mudas fotografadas para redes sociais ou cerimónias institucionais. O valor ecológico perdido leva décadas a recuperar, quando recupera.

Num contexto de alterações climáticas, aumento das temperaturas, erosão costeira, perda de biodiversidade e crescente vulnerabilidade ambiental, assistir ao desaparecimento sistemático de árvores adultas deveria preocupar seriamente qualquer entidade pública responsável. As árvores não são obstáculos administrativos nem meros elementos decorativos da paisagem. São infraestrutura ambiental essencial. Produzem oxigénio, regulam temperaturas, fixam carbono, protegem solos e contribuem diretamente para a qualidade de vida das populações.

Por isso, torna-se incompreensível que tanto a autarquia como o ICNF continuem a comunicar estas intervenções quase sempre numa lógica defensiva e minimalista, como se o incómodo estivesse na reação das pessoas e não na dimensão dos cortes realizados.

A população de Ovar merece respeito. Merece informação prévia, acesso aos pareceres técnicos, identificação clara das árvores em risco, planos de reflorestação concretos e fiscalização independente. Merece participar nas decisões sobre espaços naturais que pertencem à comunidade e não apenas assistir ao desaparecimento gradual da sua floresta.

Existe uma diferença enorme entre gerir a floresta e desfigurá-la e, infelizmente, essa fronteira parece estar cada vez mais ténue em várias zonas do concelho.

Ovar construiu parte da sua identidade em torno da natureza, da floresta e da paisagem. Destruir silenciosamente esse património enquanto se multiplicam discursos institucionais sobre sustentabilidade é um exercício de contradição política que os cidadãos começam legitimamente a questionar.

Porque chega um momento em que já não basta plantar algumas árvores para compensar aquilo que se permite destruir. E talvez esse momento tenha chegado.

Quando o som das motosserras se torna mais frequente do que o som do vento nos pinhais, não estamos apenas perante operações florestais. Estamos perante escolhas políticas. E essas escolhas têm responsáveis.

Fernando Camelo de Almeida

  https://www.ovarnews.pt/o-silencio-cumplice-perante-o-abate-das-arvores-em-ovar-por-fernando-almeida/


Câmara e direção do Museu de Ovar procuram solução para garantir continuidade da instituição
O presidente da Câmara Municipal de Ovar, Domingos Silva, garantiu na última Assembleia Municipal que o Museu de Ovar passa por dificuldades mas “não consta que tenha fechado”.


Adiantou que a autarquia está em diálogo com os órgãos sociais da instituição para encontrar uma solução que assegure a sua continuidade.


“O Museu tem órgãos sociais, uma direção eleita, e aquilo que a Câmara Municipal de Ovar pode fazer não é chegar lá e dizer que isto é nosso. Isso não existe”, afirmou o autarca durante a sessão.


Domingos Silva confirmou, no entanto, que têm existido contactos entre responsáveis do museu e a autarquia. “Nós estaremos sempre do lado da solução e estamos já a conversar no sentido de se apontar um caminho que resolva esta situação”, referiu, acrescentando que “quem tem de definir o que quer é o Museu, os seus associados e os seus órgãos sociais”.


O presidente da Câmara revelou ainda que os serviços municipais já começaram a trabalhar no processo e mostrou-se confiante na possibilidade de alcançar um entendimento. “Estou convencido de que poderemos chegar a uma solução”, declarou.


O presidente da direção do museu, António Sá Dias, confirmou os contactos com a edilidade  e rejeitou a ideia de encerramento definitivo da instituição. “Temos as contas equilibradas e temos feito a manutenção do edifício”, afirmou, recordando os danos provocados pelos recentes temporais que obrigaram a uma intervenção urgente no telhado.


Segundo Sá Dias, um eventual apoio municipal à gestão poderá representar uma ajuda importante para o futuro da instituição. “Se houver um apoio à gestão do município tudo será diferente”, admitiu.


O dirigente sublinhou ainda o trabalho de preservação do espólio existente. “Temos um inventário de todas as peças existentes e ainda esta semana tivemos aqui uma especialista a verificar o estado dos fatos que temos expostos”, explicou.


Quanto ao funcionamento do espaço, António Sá Dias esclareceu que o museu encerrou temporariamente após o festival “Cima Abaixo”, mas prepara-se agora para reabrir durante o período da tarde.


A atual indefinição surgiu depois de, na última assembleia-geral da instituição, não terem aparecido listas candidatas para assumir a direção do museu.


“Vamos continuar a dialogar com a Câmara para se chegar a uma soluçâo”, concluiu. https://www.ovarnews.pt/camara-de-ovar-e-direcao-do-museu-procuram-solucao-para-garantir-continuidade-da-instituicao/


Portugal International School - Por Paulo Freitas do Amaral
Atualmente há muitas mudanças a acontecer na educação em Portugal. Algumas delas são anunciadas diariamente nas televisões… outras não… só as conhece quem está nas escolas…

A mudança que vos falo neste artigo é sobre uma mudança que não faz manchetes, nem aberturas de telejornais mas que a pouco e pouco está a extinguir a língua portuguesa e a nossa identidade… falo-vos da explosão de “international schools” ou em bom português das “escolas internacionais” em Portugal, e de forma simultânea das medidas governativas que irão permitir aos estrangeiros serem docentes no nosso país.

Nos últimos anos temos assistido ao licenciamento de inúmeras escolas que crescem como “cogumelos” pelo ministério da educação, no nosso território, e que ensinam em inglês e tratando a disciplina de português no seu currículo quase como uma espécie de disciplina de “cidadania”, como se fosse uma disciplina “menor” que não conta para nada.

Já conhecíamos este espírito em relação à língua portuguesa em algumas escolas estrangeiras em Portugal como por exemplo o “Instituto Espanhol” que apesar de ser propriedade do Estado espanhol, a disciplina de português é “ridicularizada” e “menosprezada” pelos alunos espanhóis e portugueses que o frequentam…Sei bem do que vos falo porque fui presidente de junta de freguesia na Cruz Quebrada Dafundo e cresci como vizinho desta escola…

O perigo da transformação do ensino privado português, se tornar quase exclusivamente direcionado para o currículo inglês, focado nos filhos de estrangeiros endinheirados e de portugueses é bem real…


A entrada de grupos estrangeiros, na educação portuguesa, está a ser uma realidade não vigiada ao nível da educação e tem sido feita com bastante displicência pelo governo português no que se refere à preservação da nossa identidade…

Há até casos, como por exemplo em Oeiras, onde as autarquias cedem instalações públicas (fundição de Oeiras) para as “Internacional Schools” vingarem e darem os primeiros passos no nosso país…


Camões e Fernando Pessoa ficam assim de dedo no ar esperando pela sua vez de falar às crianças…Será que o ministério da educação os deixará falar às elites que um poderão um dia poderão decidir políticas em Portugal?


Parece-me que não, até porque o Governo também se prepara para reconhecer aos estrangeiros capacidade para lecionar…D. João I e D. Nuno Álvares Pereira que se preparem para ter a História contada à crianças portuguesas pela versão espanhola…

O Padre António Vieira, já pintado de vermelho no seu busto em Lisboa, que se prepare para a sua vida ser contada de uma forma um pouco diferente…

Os imigrantes em Portugal já são 15% da população…as “international schools” sabem disso…existe mercado…e estão prontas para se expandir porque sabem também da inexistência de apoio do Estado português ao ensino privado nacional, atacado também por um preconceito ideológico de esquerda e recentemente até atacado por um wookismo radical…

No entanto, o Governo alheado desta realidade, tal como o anterior….nada faz! Se pusermos os olhos em países como o Luxemburgo ou a Suiça com elevados números de imigrantes, chegamos à conclusão que as “international Schools” não foram além de meia dúzia de escolas… A preservação da sua cultura e identidade falou mais alto!

Mas em Portugal, o espírito de admirar o que vem de fora, continua…apesar de termos dos melhores poetas do mundo e escritores consagrados mundialmente.Além de uma História que daria para 50 séries de topo na Netflix…

O espírito tacanho e pouco orgulhoso da nossa língua e da nossa História continua entranhado nos nossos políticos!


Camões, Pessoa, D. Nuno Álvares Pereira estarão cada vez mais de dedo no ar, à espera de falar às novas gerações…em português.

Don’t worry Camões… money talks!

5Paulo Freitas do Amaral


Professor de História https://www.ovarnews.pt/portugal-international-school-por-paulo-freitas-do-amaral/


Estarreja: Manutenção da rede obriga à suspensão temporária do abastecimento
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Beduído.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 22/05/2026 entre as 08:30h e as 12:30h, nos seguintes locais e arruamentos:

Avenida Visconde de Salreu (nº 17 A ao nº 91)

 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora

 

 

  https://www.ovarnews.pt/estarreja-manutencao-da-rede-obriga-a-suspensao-temporaria-do-abastecimento/


Ovarense tenta recuperar protagonismo histórico no futebol português
Poucos clubes do distrito de Aveiro carregam uma história tão marcante quanto a Associação Desportiva Ovarense. Fundada a 19 de dezembro de 1921 por um grupo de vareiros, com o apoio do Orfeão de Ovar e do Ovar Sporting Club, a Ovarense construiu ao longo de mais de um século uma identidade desportiva que ultrapassa largamente a dimensão do município. O clube foi um dos membros fundadores da Associação de Futebol de Aveiro, em 1924, e desde então oscilou entre momentos de glória e períodos de profunda dificuldade.


Os melhores anos nas competições nacionais


Participações marcantes na Segunda Liga


O ponto de viragem na história da Ovarense chegou na época 1990/91. A A.D.O. sagrou-se Campeã Nacional da 2.ª Divisão B, o maior feito desportivo da sua história nesta modalidade, com o título conquistado a 9 de junho de 1991, numa vitória por 5-0 contra o Olhanense. A Câmara Municipal de Ovar assinalou a conquista com a atribuição da Medalha de Ouro de Mérito Municipal.

O interesse pelo futebol regional português tem crescido entre adeptos e analistas, que hoje acompanham estas competições com ferramentas estatísticas detalhadas, disponíveis em guias completos dedicados ao universo das apostas desportivas, onde é possível contextualizar o desempenho de clubes como a Ovarense numa perspetiva analítica mais ampla.

*Jogue com responsabilidade. Apostar pode causar dependência. Apenas para maiores de 18 anos.

Um dado frequentemente recordado é que José Mourinho iniciou o percurso profissional precisamente na Ovarense, como observador ao serviço de Manuel Fernandes, em 1991/92. Esse detalhe ilustra o papel que o clube desempenhou enquanto espaço de formação e oportunidade no futebol português.


Treinadores que marcaram época


Bruno Cardoso e os recordes históricos


 

Entre os treinadores que mais marcaram a Ovarense, Bruno Cardoso ocupa um lugar incontornável. De nome completo Bruno Ernesto Madureira Cardoso, segundo dados do zerozero.pt, foi o técnico com maior impacto estatístico na história do clube. Na época 1999/2000, orientou a equipa à conquista do título da II Divisão B e consequente promoção à II Liga.

Os registos disponíveis permitem sintetizar a relevância de Bruno Cardoso:

Treinador com mais jogos dirigidos na história do clube


Maior número de vitórias no comando técnico da equipa


Responsável pela gestão de mais golos marcados ao longo das suas épocas


Presença em múltiplas temporadas, conferindo estabilidade ao projeto desportivo

A importância da continuidade técnica


A equipa foi também dirigida por nomes como Manuel Tulipa, Eduardo Luís, Adelino Teixeira e António Frasco durante as épocas de militância no segundo escalão. A continuidade técnica permitiu à Ovarense manter uma identidade tática reconhecível e competitiva, apesar dos recursos limitados. A história do desporto em Ovar documenta amplamente como esses anos moldaram a cultura futebolística local.


O processo de reconstrução desportiva


 

A última presença da Ovarense na Liga de Honra ocorreu na época 2005/06, e pouco depois graves problemas financeiros conduziram à despromoção ao quinto escalão do futebol nacional. Ultrapassadas as dificuldades financeiras, em 2008, a Ovarense regressou à competição, representando-se com nove equipas de formação e duas equipas seniores.

A 28 de abril de 2019, a equipa de seniores masculinos garantiu a subida ao Campeonato SABSEG, o principal escalão da Associação de Futebol de Aveiro. Este regresso simbolizou uma etapa crucial na reconstrução institucional do clube, que hoje aposta na formação de jovens e na sustentabilidade a longo prazo, segundo dados da Federação Portuguesa de Futebol.


Identidade vareira e legado no futebol português


A Ovarense é mais do que um clube de futebol para a cidade de Ovar. É parte integrante da identidade cultural e associativa do município. Mesmo nos períodos de ausência das competições nacionais, os adeptos vareiros mantiveram viva a chama do clube.

Com 11 presenças na II Liga, 33 participações na Taça de Portugal e o título de Campeão Nacional da II Divisão B em 1990/91, a Ovarense construiu um legado respeitável no futebol português fora dos grandes centros. O clube representa a resiliência do associativismo desportivo regional: instituições que, mesmo fora do mediatismo, continuam a formar jogadores, a mobilizar comunidades e a manter viva a tradição do futebol em Portugal.

  https://www.ovarnews.pt/ovarense-tenta-recuperar-protagonismo-historico-no-futebol-portugues/


Mulher de Ovar tinha armas e munições ilegais em casa
Uma mulher de 60 anos sobre a qual recaíam suspeitas de posse ilegal de armas e munições em violação da legislação em vigor foi esta semana detida pela Polícia Judiciária em Ovar. De acordo com a PJ, existiam ainda indícios de que a arguida se preparava para colocar o armamento no mercado ilegal.

"Foram-lhe apreendidas cinco armas de fogo, caçadeiras, e várias munições e cartuchos. A mulher não possuía qualquer tipo de documentação que legitimasse a sua posse", refere a PJ.


A detenção foi efetuada em flagrante delito e comunicada às autoridades judiciárias competentes. Depois de presente às entidades responsáveis pelo processo, a arguida foi restituída à liberdade.


Segundo a PJ, a operação decorreu no âmbito da prevenção e combate à criminalidade violenta e tem como objetivo localizar e retirar de circulação armas ilegais suscetíveis de serem utilizadas na prática de crimes graves. https://www.ovarnews.pt/mulher-de-ovar-tinha-armas-e-municoes-ilegais-em-casa/

quinta-feira, maio 14, 2026



Progresso 1949 leva Ovar de volta à era dourada da música com “Best Of The 80s”
 

No próximo dia 30 de maio, o Progresso 1949 volta a apostar numa grande produção temática com “Best Of The 80s”, uma noite dedicada aos maiores clássicos da década de 80 e à energia que marcou uma geração inteira.

A iniciativa promete transformar o emblemático espaço vareiro numa verdadeira viagem ao passado, recriando o ambiente das discotecas que marcaram a época dourada da pop, dance music e rock internacional. Entre luzes, brilho, ritmos nostálgicos e um ambiente assumidamente “chic”, a organização pretende proporcionar mais do que uma simples festa: uma experiência imersiva inspirada numa das décadas mais influentes da música moderna.

O alinhamento musical ficará a cargo de três DJs ligados à animação noturna da região:


Pedro Morais abre a pista entre as 22h00 e a meia-noite, seguindo-se CÁCÁ, das 00h00 às 02h00, enquanto Paulo Gomes (Dj Paul G) assume o encerramento da noite com um set dedicado aos grandes hinos dos anos 80.

“Os anos 80 continuam a atravessar gerações. Há uma identidade muito própria nesta música, nesta estética e nesta energia coletiva que continua a encher pistas”, refere a organização, que espera uma forte adesão do público.

O evento surge numa altura em que as festas temáticas e os conceitos revivalistas têm vindo a ganhar destaque em vários pontos do país, impulsionados pela procura de experiências diferenciadoras e pela forte ligação emocional do público à música dessa década.

Com dress code “Chic” e lotação limitada, a noite pretende afirmar-se como um dos momentos de destaque da programação social e noturna do concelho neste final de maio.

As portas abrem às 21h00.

Mais informações e reservas podem ser feitas através dos canais oficiais do Progresso 1949. https://www.ovarnews.pt/progresso-1949-leva-ovar-de-volta-a-era-dourada-da-musica-com-best-of-the-80s/


Região Centro lidera investimentos na economia do mar
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030.

Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro.

A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura».

José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários».

O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos».

A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos. https://www.ovarnews.pt/regiao-centro-lidera-investimentos-na-economia-do-mar/


Nasceram quatro filhotes de flamingo no Zoo de Lourosa
O Zoo de Lourosa assinalou o nascimento de quatro crias de flamingo, num momento de particular relevância para o único Parque Ornitológico do País e para a sua missão de conservação. As novas crias já podem ser observadas na instalação dos Flamingos, permitindo aos visitantes acompanhar de perto uma das fases mais delicadas e fascinantes do ciclo de vida desta espécie.


 São filhos da casa e parte de uma família cada vez maior. O bando de flamingos do único Parque Ornitológico do país celebrou, esta semana, o nascimento de mais quatro crias, num marco de especial significado para o Zoo de Lourosa. “É um momento muito simbólico para nós, porque se trata de casais que nasceram no nosso Zoo e que agora contribuem ativamente para a continuidade e expansão do bando”, destaca Andreia Pinto, Curadora da Coleção de Aves do único Parque Ornitológico do país.


Em 2017, o Zoo de Lourosa tinha cerca de 20 flamingos, provenientes, na sua maioria, de Basileia e da Singapura, quando registou o nascimento das primeiras crias. Em 2019, nasceram as primeiras fêmeas e, de lá para cá, o bando duplicou de tamanho tendo alcançado, com o nascimento dos mais recentes membros da família, as quatro dezenas de aves.


A perspetiva é que esta tendência de crescimento se mantenha, especialmente agora que os mais recentes casais se encontram “saudáveis e em idade reprodutiva”.  “Para além dos quatro nascimentos, registamos um total de 10 ninhos ativos, o maior número registado numa época de cria no Zoo de Lourosa, o que é, para nós, um indicador positivo do sucesso reprodutivo da espécie e das condições de bem-estar e estabilidade que procuramos proporcionar”, sublinha Andreia Pinto.


Este é um momento ganha especial relevância no contexto da missão do Zoo de Lourosa, que reconhece o papel fundamental dos zoológicos na conservação da biodiversidade e na proteção das espécies. O nascimento destas quatro crias reflete, assim, o compromisso do Zoo com a criação de condições que promovem o bem-estar animal, a reprodução natural das espécies e a sua missão de conservação enquanto único Parque Ornitológico do País.


A evolução deste processo continua a ser acompanhada de perto pela equipa técnica do Zoo de Lourosa, que monitoriza todas as fases do desenvolvimento dos mais recentes membros do bando de flamingos.


“Neste momento procuramos dar o máximo de tranquilidade para que a incubação e o desenvolvimento das crias possam acontecer da forma mais serena e saudável possível”, afirma a Curadora. Nesse sentido, a habitual “Hora de Alimentação dos Flamingos” mantém-se temporariamente suspensa de forma a “minimizar qualquer potencial perturbação no habitat”.


O Zoo de Lourosa continuará a acompanhar de perto a evolução das crias e promete partilhar novidades em breve, apelando, até lá, à compreensão dos visitantes para a importância de preservar a tranquilidade deste momento especialmente significativo. https://www.ovarnews.pt/nasceram-quatro-filhotes-de-flamingo-no-zoo-de-lourosa/


Troféu Nacional de Samba reúne as campeãs em Estarreja
A “liga das campeãs” do samba está de regresso à cidade de Estarreja. O Troféu Nacional de Samba de 2026 realiza-se no dia 20 de junho, sábado, e reunirá na mesma avenida as melhores escolas de samba dos principais carnavais de Portugal. O desfile começa às 22h, no Parque Municipal do Antuã, com entradas livres para peão.


Na 14.ª edição da iniciativa, as escolas de samba que se sagraram campeãs do Carnaval, em Estarreja (Vai Quem Quer), Ovar (Costa de Prata), Sesimbra (Trepa do Coqueiro), Mealhada (Batuque) e Figueira da Foz (Unidos do Mato Grosso). Nesta edição há uma novidade. A ACE - Associação de Carnaval passará a convidar anualmente uma escola de samba que não participa nos tradicionais concursos. E, nesta edição, é a Unidos De Vila Régia, de Albergaria-a-Velha.


Com organização da Associação do Carnaval de Estarreja e apoio da Câmara Municipal de Estarreja e da CIRA - Comunidade Intermunicipal de Aveiro, numa espécie de “carnaval de verão”, antevê-se um espetáculo de ritmo, cor, alegria, qualidade, criatividade e exuberância, com cerca de oito centenas de figurantes a darem o seu melhor na alameda do parque da cidade, já batizada por muitos de “avenida do carnaval”.


Cada escola de samba integra um conjunto de alas específicas: desde o mestre-sala e porta-bandeira, à comissão de frente, baianas, passistas e bateria. A melhor a desfilar e que tiver melhor pontuação quando conjugados os vários critérios de avaliação - mestre-sala e porta-bandeira com comissão de frente, fantasia e conjunto, bateria e harmonia - receberá o Troféu Nacional de Samba. O júri é nomeado pela ACE – Associação do Carnaval de Estarreja e será composto por seis elementos, em que cada dois júris avaliam os itens correspondentes.


O Carnaval de Estarreja constitui um evento âncora da estratégia da política cultural municipal, sendo um forte fator de atratividade turística que alavanca a dinâmica da economia local, o que se pretende ver refletido não só no período de Carnaval, mas também noutros momentos ao longo do ano.


Após o desfile há um concerto imperdível com a banda Forróbodó que vai aquecer o ambiente do Parque Municipal do Antuã. A entrada é gratuita.


O preço do bilhete de bancada terá o custo de 5€ e pode ser adquirido junto da organização ou no local no dia do desfile. O de peão é gratuito. https://www.ovarnews.pt/trofeu-nacional-de-samba-reune-as-campeas-em-estarreja-2/


CCR Maceda alcança melhor classificação de sempre
 

A equipa de Seniores Masculinos do CCR Maceda terminou a época 2025/2026 da 3.ª Divisão Nacional de Voleibol no 3.º lugar da classificação final, alcançando o melhor resultado desde o regresso da modalidade ao clube.

Este marco reflete a evolução sustentada do projeto de voleibol do CCR Maceda, "fruto do trabalho desenvolvido ao longo das últimas épocas por atletas, equipa técnica e direção", salienta o diretor da secção do clube, Gabriel Lima.

A aposta, assegura, contínuará a ser no "crescimento competitivo e na valorização dos jogadores tem permitido ao clube consolidar a sua presença no panorama nacional da modalidade".

Gabriel Lima destaca ainda o "empenho e dedicação demonstrados ao longo da temporada, assim como o apoio de todos os adeptos e parceiros que acompanharam a equipa durante a época".

O clube pretende continuar a crescer e "a representar a região com ambição, mantendo o compromisso com o desenvolvimento do voleibol e do desporto local". https://www.ovarnews.pt/?p=102995