domingo, janeiro 30, 2011
sexta-feira, janeiro 28, 2011
«A(s) Cultura(s) da Máscara»
- dia 08 de Fevereiro, 10h00, na BMO.
Estão a decorrer as inscrições, nomeadamente, para a sessão à conversa com… no dia 08.02.2011, pelas 10h00, na BMO; para as visitas guiadas à Exposição (para grupos de mais que 10 elementos) assim como para as Oficinas de Inverno.
Mais info aqui.
quinta-feira, janeiro 27, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Tentzone 2011
Um programa à altura. Consulte o sítio electrónico da Tentzone para obter todas as informações relacionadas com os eventos.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
domingo, janeiro 23, 2011
sábado, janeiro 22, 2011
«Um olhar sobre os Direitos das Crianças e Jovens»
Vídeo elaborado por alunos do segundo ciclo da Escola EB 2.3 Monsenhor Miguel de Oliveira em Ovar.
sexta-feira, janeiro 21, 2011
quarta-feira, janeiro 19, 2011
O Chalé e o Puto
Magnífica foto de Penim Redondo in reportagem "Furadouro: mudar de vida, sim... mas como?", publicada no Boletim do CCUL, em 1967.
terça-feira, janeiro 18, 2011
domingo, janeiro 16, 2011
sexta-feira, janeiro 14, 2011
Maria Severa: De Ovar a Lisboa
MARIA SEVERA, nasceu em Lisboa, aos Anjos, numa barraca nos montes.
Seu pai, Severo Manuel de Sousa, era de etnia cigana e a mãe, Ana Gertrudes, uma portuguesa de Ovar que, com outros pescadores da região, tinha emigrado para Lisboa.
À sua ascendência cigana atribui-se a sua beleza exótica e o seu cantar expressivo, que conquistou os boémios da capital
A sua mãe (Ana Gertrudes), era uma célebre prostituta da Mouraria, conhecida pelo sobrenome de “Barbuda” e a própria MARIA SEVERA terá ingressado muito cedo na mesma profissão, tendo-se distinguido rapidamente nesse meio, não só pela sua beleza trigueira, como ainda pelos seus dotes invulgares de “cantadeira de Fado”
Viveu em vários bairros de Lisboa: Graça, Bairro Alto, Mouraria e foi neste último que acabou por morrer.
Conta-se que MARIA SEVERA percorria os bairros populares de Lisboa e que a sua voz animou as noites de muitas tertúlias bairristas, tornando assim famosas, pela sua presença, as tabernas que frequentava.
A SEVERA cantava e batia o Fado na taberna da “Rosária dos óculos”, situada ao cimo da Rua do Capelão, na chamada “casa de pedra”.
A sua juventude, cheia de beleza, despertou paixões e ocasionou desvarios, fez perder a serenidade e a compostura de fidalgos, de burgueses, de artistas e de políticos.
Alguns escritos da época dizem que MARIA SEVERA era linda, era alta um pouco delgada, cabelos muito pretos, lábios muito vermelhos e nos olhos uma expressão indescritível.
Diz-se que terão sido os seus olhos que atraíram o Conde de Vimioso, aliado ao seu doce canto e à paixão deste pelo som da guitarra
O Conde era um homem garboso e de boa figura. Foi o primeiro cavaleiro tauromáquico da sua época, facto que não foi indiferente a MARIA SEVERA, pois ela revelava um enorme entusiasmo pelas corridas de touros e sobretudo pelo toureio equestre. Ora foi esse entusiasmo de MARIA SEVERA por esta arte, que originou, não só a sua aproximação ao Conde de Vimioso, mas também que ela tantas vezes o tivesse cantado em letras de Fados.
Havia, na verdade, um grande contraste entre a condição social destes amores (MARIA SEVERA/CONDE DE VIMIOSO) e isso deu lugar a muitos boatos, mas também e sobretudo, a muitos Fados.
MARIA SEVERA teve a intuição de que após a sua morte ainda havia de andar muito nas bocas do mundo, como resulta destas sextilhas de sua autoria:
Quando a morte me levar
Não há decerto faltar
Quem diga mal da Severa!
Pois neste mundo falaz
De tudo se é capaz
E só o mal se tolera...
Lá na fria sepultura,
Nessa cova tão escura
Irei enfim descansar?
Pressinto que em expiação
E novamente ao baldão
Aqui terei de voltar...
Leviano e mulherengo, o Conde de Vimioso acaba por deixar a Severa e apaixona-se por uma cigana, facto que a deixa desvairada, mas, dado já se manifestarem sintomas da doença que a haveria de matar (tuberculose), MARIA SEVERA já não teve forças nem vivacidade para lutar pelo seu amor.
MARIA SEVERA morre pobre e abandonada, num miserável bordel da Rua do Capelão, a 30 de Novembro de 1846.
Consta que as suas últimas palavras terão sido: “Morro sem nunca ter vivido” – tinha 26 anos.
Foi sepultada em vala comum, sem caixão, conforme era seu desejo expresso nos seus próprios versos que cantava:
Tenho vida amargurada
Ai que destino infeliz!
Mas se sou tão desgraçada
Não fui eu que assim o quis.
Quando eu morrer, raparigas,
Não tenham pesar algum
E ao som das vossas cantigas
Lancem-me na vala comum.
Mas foi após a sua morte que ela se tornou, de facto, um símbolo do Fado.
Na verdade, desde então jamais os autores de letras de fados deixaram de a celebrar, sugestionados pela lenda dessa mulher de baixa condição que, todavia, logrou transpor os umbrais da fama.
De entre as muitas composições que falam dela, uma alcançou grande êxito (com letra de José Galhardo e música de Raúl Ferrão
Num beco da Mouraria
Onde a alegria
Do Sol não vem,
Morreu Maria Severa.
Sabem quem era?
Talvez ninguém
(in http://diversidadesquecidas.blogspot.com/)
Seu pai, Severo Manuel de Sousa, era de etnia cigana e a mãe, Ana Gertrudes, uma portuguesa de Ovar que, com outros pescadores da região, tinha emigrado para Lisboa.
À sua ascendência cigana atribui-se a sua beleza exótica e o seu cantar expressivo, que conquistou os boémios da capital
A sua mãe (Ana Gertrudes), era uma célebre prostituta da Mouraria, conhecida pelo sobrenome de “Barbuda” e a própria MARIA SEVERA terá ingressado muito cedo na mesma profissão, tendo-se distinguido rapidamente nesse meio, não só pela sua beleza trigueira, como ainda pelos seus dotes invulgares de “cantadeira de Fado”
Viveu em vários bairros de Lisboa: Graça, Bairro Alto, Mouraria e foi neste último que acabou por morrer.
Conta-se que MARIA SEVERA percorria os bairros populares de Lisboa e que a sua voz animou as noites de muitas tertúlias bairristas, tornando assim famosas, pela sua presença, as tabernas que frequentava.
A SEVERA cantava e batia o Fado na taberna da “Rosária dos óculos”, situada ao cimo da Rua do Capelão, na chamada “casa de pedra”.
A sua juventude, cheia de beleza, despertou paixões e ocasionou desvarios, fez perder a serenidade e a compostura de fidalgos, de burgueses, de artistas e de políticos.
Alguns escritos da época dizem que MARIA SEVERA era linda, era alta um pouco delgada, cabelos muito pretos, lábios muito vermelhos e nos olhos uma expressão indescritível.
Diz-se que terão sido os seus olhos que atraíram o Conde de Vimioso, aliado ao seu doce canto e à paixão deste pelo som da guitarra
O Conde era um homem garboso e de boa figura. Foi o primeiro cavaleiro tauromáquico da sua época, facto que não foi indiferente a MARIA SEVERA, pois ela revelava um enorme entusiasmo pelas corridas de touros e sobretudo pelo toureio equestre. Ora foi esse entusiasmo de MARIA SEVERA por esta arte, que originou, não só a sua aproximação ao Conde de Vimioso, mas também que ela tantas vezes o tivesse cantado em letras de Fados.
Havia, na verdade, um grande contraste entre a condição social destes amores (MARIA SEVERA/CONDE DE VIMIOSO) e isso deu lugar a muitos boatos, mas também e sobretudo, a muitos Fados.
MARIA SEVERA teve a intuição de que após a sua morte ainda havia de andar muito nas bocas do mundo, como resulta destas sextilhas de sua autoria:
Quando a morte me levar
Não há decerto faltar
Quem diga mal da Severa!
Pois neste mundo falaz
De tudo se é capaz
E só o mal se tolera...
Lá na fria sepultura,
Nessa cova tão escura
Irei enfim descansar?
Pressinto que em expiação
E novamente ao baldão
Aqui terei de voltar...
Leviano e mulherengo, o Conde de Vimioso acaba por deixar a Severa e apaixona-se por uma cigana, facto que a deixa desvairada, mas, dado já se manifestarem sintomas da doença que a haveria de matar (tuberculose), MARIA SEVERA já não teve forças nem vivacidade para lutar pelo seu amor.
MARIA SEVERA morre pobre e abandonada, num miserável bordel da Rua do Capelão, a 30 de Novembro de 1846.
Consta que as suas últimas palavras terão sido: “Morro sem nunca ter vivido” – tinha 26 anos.
Foi sepultada em vala comum, sem caixão, conforme era seu desejo expresso nos seus próprios versos que cantava:
Tenho vida amargurada
Ai que destino infeliz!
Mas se sou tão desgraçada
Não fui eu que assim o quis.
Quando eu morrer, raparigas,
Não tenham pesar algum
E ao som das vossas cantigas
Lancem-me na vala comum.
Mas foi após a sua morte que ela se tornou, de facto, um símbolo do Fado.
Na verdade, desde então jamais os autores de letras de fados deixaram de a celebrar, sugestionados pela lenda dessa mulher de baixa condição que, todavia, logrou transpor os umbrais da fama.
De entre as muitas composições que falam dela, uma alcançou grande êxito (com letra de José Galhardo e música de Raúl Ferrão
Num beco da Mouraria
Onde a alegria
Do Sol não vem,
Morreu Maria Severa.
Sabem quem era?
Talvez ninguém
(in http://diversidadesquecidas.blogspot.com/)
quinta-feira, janeiro 13, 2011
quarta-feira, janeiro 12, 2011
segunda-feira, janeiro 10, 2011
sábado, janeiro 08, 2011
sexta-feira, janeiro 07, 2011
Rainha das Noites
Troupe de Reis dos Bombeiros Voluntários de Ovar, esta quinta-feira à noite, no Centro de Arte de Ovar, durante o tradicional encontro de troupes.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Reis da TV
«Cantar os Reis» de Ovar na TV:
Hoje, na RTP1, no programa "Portugal em Directo";
Hoje ainda no programa "Portugal no Coração", também na RTP1.
Hoje, na RTP1, no programa "Portugal em Directo";
Hoje ainda no programa "Portugal no Coração", também na RTP1.
terça-feira, janeiro 04, 2011
segunda-feira, janeiro 03, 2011
sexta-feira, dezembro 31, 2010
quarta-feira, dezembro 29, 2010
terça-feira, dezembro 28, 2010
Aumento das tarifas da água
«É incrível como o poder politico também está instalado nas autarquias.
Já não faltava o poder politico do governo, agora até o autárquico nos penaliza num bem essencial para a sobrevivência como é a água.
Será que ninguém se opôs? Nem vereadores, nem partidos da oposição, as próprias juntas de freguesia não contestam?
Actualmente pagamos nos primeiros 5m³ (cinco metros cúbicos) 0.41 euros (quarenta e um cêntimo) vamos pagar em 2011 0.5407 euros (cinquenta e quatro cêntimos), o que equivale a um aumento de 31.88%.
Tudo aponta para que a inflação este ano de 2010 seja por volta dos 2% e nós levamos um aumento na água de 31.88% é inadmissível.
Mais, na tarifa a seguir dos 6 aos 15m³ o aumento foi de 5,7% , quer dizer que pagávamos 0.69 euros e vamos pagar 0.7292 euros.
E se ainda não repararam, grande parte da população só atinge esta tarifa porque só nos cobram de dois em dois meses»
João Valente
Já não faltava o poder politico do governo, agora até o autárquico nos penaliza num bem essencial para a sobrevivência como é a água.
Será que ninguém se opôs? Nem vereadores, nem partidos da oposição, as próprias juntas de freguesia não contestam?
Actualmente pagamos nos primeiros 5m³ (cinco metros cúbicos) 0.41 euros (quarenta e um cêntimo) vamos pagar em 2011 0.5407 euros (cinquenta e quatro cêntimos), o que equivale a um aumento de 31.88%.
Tudo aponta para que a inflação este ano de 2010 seja por volta dos 2% e nós levamos um aumento na água de 31.88% é inadmissível.
Mais, na tarifa a seguir dos 6 aos 15m³ o aumento foi de 5,7% , quer dizer que pagávamos 0.69 euros e vamos pagar 0.7292 euros.
E se ainda não repararam, grande parte da população só atinge esta tarifa porque só nos cobram de dois em dois meses»
João Valente
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Presépios feitos por crianças
As crianças da catequese da Paróquia de Ovar fizeram presépios que aqui se apresentam. O vídeo é de Fernando Pinto.
sexta-feira, dezembro 24, 2010
quinta-feira, dezembro 23, 2010
quarta-feira, dezembro 22, 2010
terça-feira, dezembro 21, 2010
Pão-de-Ló
Sinopse: Ovar também é conhecida pelo seu pão de ló, especialidade regional que, do mesmo modo, é considerada como "ex libris" da cidade.
Não se conhecem as razões do surgimento dessa iguaria em Ovar, apenas que tem origem conventual, especulando-se que alguma freira Vareira tenha divulgado a receita a algum familiar ou amigo residente em Ovar. Recorde-se que as comunidades monásticas, nomeadamente as femininas em Portugal, eram integradas por professas oriundas das melhores famílias do Reino, e que estas ocupavam o seu tempo conferindo originalidade e requinte no preparo de doçaria exótica destinada aos seus convidados ilustres.
No século XIX a iguaria era confeccionada, com uma ou outra variação, por várias das famílias de Ovar, destacando-se a Arrota, a Virgílio, a Guedes e a Presódias.
Luiz de Oliveira Gomes, da família Arrota, criou o hábito de, nas quadras festivas do Natal e da Páscoa, presentar aos seus clientes e amigos com pães de ló de Ovar, que eram transportados em canastras próprias, cobertas com lona, dando origem a que, o fabrico da iguaria conhecesse incremento no segundo quartel do século XIX. Esse fabrico teve continuidade na pessoa de sua cunhada, Rosa de Oliveira Duarte e depois de seus filhos. Delicie-se com a história do Pão de ló de Ovar.
DIAS, Luiz Duarte de Oliveira - Pão de Ló de Ovar : súmula histórica. 2ª ed. Ovar : Autor , 2010. , 101 p. : il. ; 27 cm.
Não se conhecem as razões do surgimento dessa iguaria em Ovar, apenas que tem origem conventual, especulando-se que alguma freira Vareira tenha divulgado a receita a algum familiar ou amigo residente em Ovar. Recorde-se que as comunidades monásticas, nomeadamente as femininas em Portugal, eram integradas por professas oriundas das melhores famílias do Reino, e que estas ocupavam o seu tempo conferindo originalidade e requinte no preparo de doçaria exótica destinada aos seus convidados ilustres.
No século XIX a iguaria era confeccionada, com uma ou outra variação, por várias das famílias de Ovar, destacando-se a Arrota, a Virgílio, a Guedes e a Presódias.
Luiz de Oliveira Gomes, da família Arrota, criou o hábito de, nas quadras festivas do Natal e da Páscoa, presentar aos seus clientes e amigos com pães de ló de Ovar, que eram transportados em canastras próprias, cobertas com lona, dando origem a que, o fabrico da iguaria conhecesse incremento no segundo quartel do século XIX. Esse fabrico teve continuidade na pessoa de sua cunhada, Rosa de Oliveira Duarte e depois de seus filhos. Delicie-se com a história do Pão de ló de Ovar.
DIAS, Luiz Duarte de Oliveira - Pão de Ló de Ovar : súmula histórica. 2ª ed. Ovar : Autor , 2010. , 101 p. : il. ; 27 cm.
segunda-feira, dezembro 20, 2010
sábado, dezembro 18, 2010
sexta-feira, dezembro 17, 2010
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Carlos Pinto Coelho - RIP 1944-2010
Na foto, em Ovar, enquanto membro do Júri do Concurso de Fotografia Ambiente Imagens Dispersas 2010, com Duarte Regalado, Vítor Ferreira, Eduardo Barrento e Carlos Pinto Coelho
Carlos Pinto Coelho morreu ontem no Hospital de Santa Marta, em Lisboa, pelas 21h40. O jornalista tinha 66 anos e faleceu devido a problemas cardíacos. Para quem cresceu com o "Acontece", na RTP2, sabe porque marcou uma geração. Saibamos honrar o seu legado. (Foto dos «Amigos do Cáster»)
Carlos Pinto Coelho morreu ontem no Hospital de Santa Marta, em Lisboa, pelas 21h40. O jornalista tinha 66 anos e faleceu devido a problemas cardíacos. Para quem cresceu com o "Acontece", na RTP2, sabe porque marcou uma geração. Saibamos honrar o seu legado. (Foto dos «Amigos do Cáster»)
quarta-feira, dezembro 15, 2010
terça-feira, dezembro 14, 2010
Techno Inside On Tour @ Subsolo Club
DJ Link – Live @ Techno Inside On Tour, Subsolo Club, Ovar, Portugal 20-11-2010
http://www.megaupload.com/?d=SQLRY0P0
Gonçalo M. – Live @ Techno Inside On Tour, Subsolo Club, Ovar, Portugal 20-11-2010
http://www.djgoncalom.com/music/dj_goncalo_m-20.11.2010_subsolo_club-ovar-portugal.zip
Hardox – Live @ Techno Inside On Tour, Subsolo Club, Ovar, Portugal 20-11-2010
http://soundcloud.com/dj-hardox/birthday-party-hardox-technoinside-ovar-20-11-2010
segunda-feira, dezembro 13, 2010
domingo, dezembro 12, 2010
sábado, dezembro 11, 2010
IV D'Ovar P'ró Ovar
No Centro de Arte, várias colectividades vareiras juntas a convite da Banda Velha, através da objectiva de Daniel Mendonça. Iniciativa inserida no 199.º aniversário da Banda Filarmóinica Ovarense a 4 de Dezembro de 2010.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
terça-feira, dezembro 07, 2010
Bonita Iniciativa
Faça a entrega do seu brinquedo
ou género alimentar
nos locais indicados
e proporcione um sorriso
a uma criança neste Natal!
domingo, dezembro 05, 2010
sexta-feira, dezembro 03, 2010
HABITOVAR RECOLHE SORRISOS
Pelo quarto ano consecutivo, a EB1 c/ JI nº5 – Habitovar leva a efeito a campanha de recolha de artigos usados, e que ainda estejam em bom estado de conservação, para dar um outro sentido ao Natal de muitas crianças do nosso Concelho.
A entrega de roupas, brinquedos, jogos e livros deve ser feita na Escola, até ao dia 10 de Dezembro, e todo o material recolhido será entregue à Comissão de Protecção de Crianças
e Jovens (CPCJ), a quem cabe a posterior distribuição.
A iniciativa é organizada pela Associação de Pais, Encarregados de Educação e Amigos da EB1 c/ Jardim-de-Infância nº5 – Habitovar, e conta com o apoio dos professores da respectiva unidade de ensino.
A entrega de roupas, brinquedos, jogos e livros deve ser feita na Escola, até ao dia 10 de Dezembro, e todo o material recolhido será entregue à Comissão de Protecção de Crianças
e Jovens (CPCJ), a quem cabe a posterior distribuição.
A iniciativa é organizada pela Associação de Pais, Encarregados de Educação e Amigos da EB1 c/ Jardim-de-Infância nº5 – Habitovar, e conta com o apoio dos professores da respectiva unidade de ensino.
quinta-feira, dezembro 02, 2010
quarta-feira, dezembro 01, 2010
Pai Natal chega à cidade
Numa iniciativa da Associação Comercial de Ovar, o Pai Natal chega hoje à Praça da República, às 15 horas. O programa contempla ainda um espectáculo «Circo da Lua», insufláveis e palhacinhas com pinturas faciais e modelagem de balões.
terça-feira, novembro 30, 2010
segunda-feira, novembro 29, 2010
sábado, novembro 27, 2010
sexta-feira, novembro 26, 2010
Líder do PSD apresenta a sua Visão para Defesa da Costa no Concelho
Salvador Malheiro publicou este vídeo com «o grande objectivo de mostrar uma via para uma eventual solução para a protecção da costa no concelho de Ovar, em contraciclo com tudo o que tem vindo a ser efectuado no passado recente».
Essa eventual solução, segundo ele, pode passar «pela implementação de barreiras paralelas integradas com instalações de aproveitamento energetico offshore (eólicas e ondas), e ainda com recifes artificiais promovendo ainda a prática do surf».
quinta-feira, novembro 25, 2010
quarta-feira, novembro 24, 2010
JCV promoveu Recolha Brinquedos
A Juventude da Cruz Vermelha de Ovar esteve presente no DeBorla e no Continente a promover uma recolha de brinquedos.
Nós acreditamos que as crianças carenciadas que apoiamos, além de precisarem da nossa ajuda para suprimir as suas necessidades básicas como a alimentação e/ou vestuário, é importante que nesta altura do ano, elas se sintam especiais.
Será desta forma simbólica ao entregar um brinquedo a cada criança, na Festa de Natal da Cruz Vermelha, em parceria com a AVFM, que este acto se venha a tornar como um sinal de esperança para o seu futuro.
A Delegação de Ovar da Cruz Vermelha agradece assim a todos os que contribuíram para o sucesso desta campanha solidária.
terça-feira, novembro 23, 2010
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