terça-feira, setembro 12, 2006

Contrastes


(Foto de PBr)

Não sejas como a névoa, nem quimera.
Demora-te, demora-te assim:
faz do olhar
tempo sem tempo, espaço
limpo - do deserto ou do mar.

Eugénio de Andrade
Como tudo começou



Já agora...

segunda-feira, setembro 11, 2006

Foi há 5 anos

domingo, setembro 10, 2006

Ministro a 212 km/hora

O carro em que seguia o ministro da Economia, Manuel Pinho, foi apanhado este sábado numa operação stop quando circulava a 212 quilómetros/hora.
A viatura oficial, conduzida por um motorista, circulava na auto-estrada do Norte (A1), no sentido Sul/Norte, refere a «RTP».
Outros condutores que seguiam na mesma via em excesso de velocidade foram autuados. Sorte diferente teve o ministro. Manuel Pinho justificou que estava atrasado para uma reunião com o presidente da Câmara Municipal de Matosinhos. Depois de identificado o condutor, o carro seguiu viagem.
Fonte do Comando da GNR adiantou ao PortugalDiário que a viatura ministerial foi parada, durante a manhã, perto da estação de serviço de Leiria, após o radar ter denunciado uma velocidade de 212 quilómetros/hora.
«Eu fui autuado, o senhor ministro seguiu a sua viagem». («Portugaldiário»)
Ai Nandinho dos Pentes...

sábado, setembro 09, 2006

Salganhada!

Mas já nada causa espanto neste atribulado processo... nem mesmo o facto de ainda não ter ido ninguém «dentro». (Imagem do «BlogdaNalga»)
Na Mealhada
Festival de samba
é hoje à noite


A edição 2006 do festival de samba conta com a participação de seis escolas de samba do concelho e, ainda, escolas de samba da Figueira da Foz, Estarreja e Ovar.
Álvaro Miranda, presidente da Associação de Carnaval da Bairrada, afirma que este é um dos maiores eventos realizado no concelho, antecipando a preparação do Carnaval do próximo ano. “As pessoas já estão a pensar no Carnaval 2007, e nós temos de afinar a máquina para mantermos a qualidade de sempre”.
Álvaro Miranda deposita enorme expectativa no festival de samba que decorre no Sambódromo Luís Marques e que deverá encher “para ver um espectáculo único na região Centro e que tem entradas gratuitas”.
O evento é o ponto de partida para o Carnaval de 2007, promovendo o convívio entre as várias escolas que participam. As escolas do concelho testam os possíveis temas para o Carnaval de 2007.
O dinheiro angariado nos três bares em funcionamento no recinto reverte para as escolas de samba participantes.
A Associação de Carnaval da Bairrada assumiu a organização do festival há três anos e apostou na promoção de um evento que, além do crescimento assinalável, é um dos maiores espectáculos do género “não só da Mealhada mas do país inteiro”, já que conta com a participação, segundo Álvaro Miranda, de “mais de meio milhar de pessoas”.
Hoje, as três escolas da Mealhada – os Sócios da Mangueira, Grés Batuque e Juventude Paquetá – e as escolas de samba Grés Real Imperatriz, de Casal Comba, Grés Amigos da Tijuca, de Enxofães, e Samba no Pé, de Sepins, além das escolas de samba de Ovar, Estarreja e Figueira da Foz vão mostrar quanto valem.
O espectáculo começa às 21H30 e encerra com a actuação do Grupo de Pagode “Samba Lé Lé”.
O Curandeiro

É de Viseu mas podia ser de qualquer lugar. Este homem é um fenómeno universal!

sexta-feira, setembro 08, 2006

Hipotecar o futuro

Quando me desloco para a praia sinto sentimentos de tristeza, de impotência, de revolta e de vergonha.
Sinto tristeza e uma mágoa que nunca ninguém vai conseguir apagar por ver a construção de prédios nas dunas e florestas junto à praia. Ao nos deslocarmos para as praias do concelho de Ovar e o mesmo se continuarmos o caminho para Norte ou para Sul junto à costa vemos de ano para ano os pinheiros e mimosas entre outra imponente vegetação ser devastada e o ferro e betão serem cravados na inocente areia que ficará privada dos raios solares e da água das chuvas até sabe-se lá quando. E onde iremos nós efectuar os piqueniques e as sonecas que tão bem sabem no Verão? Onde irão chilrear e construir os seus ninhos as aves que mal imaginam que os homens malévolos se preparam para acabar com um Mundo que também devia ser delas?
Sinto impotência por saber que não consigo lutar contra os interesses mesquinhos e egoístas de pessoas que querem ter a sua mansão em plenas areias e floresta protegidas. Sinto impotência por saber que não consigo lutar contra os políticos corruptos, bem como os funcionários do Ministério do Ambiente que permitem revisões de PDM e pactuam com empreendedores imobiliários na alienação e exploração de áreas que devem ser património de toda a Humanidade.
Sinto revolta por saber que perante o galgar do nível da água do Mar e perante a destruição da floresta se está a pôr em causa a existência de praias, bem como da flora e fauna típica das zonas costeiras.
Sinto vergonha, porque os meus filhos e netos me irão perguntar porque os meus amigos destruíram as árvores que deveriam ser a sombra dos nossos passeios de bicicleta ou a pé ou a sombra dos nossos piqueniques e sonecas na rede amarrada já não em duas árvores e quais piqueniques e sestas?
Que haja uma verdadeira política nacional ou até mesmo da União Europeia que defina regras claras para as zonas costeiras, quanto a áreas de construção de prédios de baixa altura e de infra-estruturas turísticas e de toda a área que deve ser intocável, de acesso público e devidamente protegida.

Galopim Botelho in «Lápis de Minas»

quinta-feira, setembro 07, 2006

Festival de Marionetas



Finalmente, a verdadeira razão que levou ao fim do FIMO. (Tinha que ser uma coisa grave...)

quarta-feira, setembro 06, 2006

«Jogo da Toalha»



A mais recente moda dos areais do Furadouro chama-se «Jogo da Toalha» e consiste naquilo que este pequeno filme pretende demonstrar. Ou seja, meia dúzia pega num, atira-o para um toalha e lança-o ao ar o mais alto possível. É radical e é barato. Está aqui está a tornar-se um desporto olímpico. Podia dar-lhes para pior.
O Foral Manuelino de Ovar

Há poucos anos, na cidade de Ovar, adquirimos um livro que nos reservava uma agradável surpresa. Trata-se de uma obra da autoria do Padre Miguel de Oliveira, intitulada "Ovar na Idade Média", que foi editada pela Câmara Municipal de Ovar em 1967.
Chamou-nos particularmente a atenção uma passagem do capítulo em que o autor se debruça sobre o foral manuelino de Ovar.
O autor aborda vários aspectos deste documento de entre os quais as profissões dos habitantes referidos no foral:
«Quanto a profissões, além da de sapateiro, aparecem as de alfaiate, tecelão, pescador, tanoeiro e gaiteiro.»
Foi para nós uma surpresa que imediatamente fez pensar na Galiza. Existem provas documentais, do século XVI e XVII, da contratação formal de gaiteiros desta região que em troca dos seus serviços recebiam uma remuneração monetária.
Decidimos consultar o referido foral, que encontrámos transladado pelo Padre Miguel Oliveira na revista «Arquivo do Distrito de Aveiro», vol. IX de 1943.
A profissão de um tal Joanne Annes é referida numa rubrica do foral que começa assim:

«(TITOLLO DOS PORTADOS DAS CASAS DE OUAR DOS QUAAES SE ASEMTARÃO AQUY OS NOMES DAS PESSOAS QUE OS ORA TEM COM TAL EMTEMDIMENTO QUE POSTO QUE O NOME DAS PESSOAS SE MUDE O FORO NUMCA SE MUDARA EM QUAÃESQUER SOÇESSORES QUE TIUEREM:

Pedro eañnes capateiro traz tres casas a par do paço de que paga vimte e sete rreais».

E um pouco mais adiante:

«Gomcallo fernamdez e outros pollos moynhos que foram de Gomcallo magro trinta e seis rreais E paga pollo moynho de pero do carualhall dezoito rreais E por outro que fez Joane annes gaiteiro dezoito rreais E por outro que fez este mesmo gaiteiro dezoito rreais Outro que fez fernam luis na varzea dezoito rreais».

O nome deste gaiteiro é referido mais atrás no foral, logo após o início deste, mas sem que a sua profissão seja especificada:

«Primeiramente no dicto lugar de cabanooes desde a estrada que vay do porto pera aveiro da bamda de çima pera o leuamte ou soaão nas lauoiras anbas jazem as herdades abaixo decraradas com seus foros hy asemtados As quaaes pagam de oito hûu das nouidades que colherem a saber hûa cortinha da ygreia que traz maria annes homde chamam o Fajoo comtra a leira da ygreia que traz
nos borgoões pagam o dicto pro de oito hûu».

O nome do gaiteiro é então quase de seguida mencionado na seguinte passagem:

«Jan aires traz tres talhos de chaãos que comprou de guilhelme Aluaro gil de oouar luis do barreiro pollos tres talhos que jazem no Fojoo que sam da capella de Ruy ferreira (Joanne annes de outro talho de Fojoo da herdade de guilhelme (Pedro eannes das freitas por dous talhos de capella que trazia Joham pirez de cabanoões.»

Quanto à contratação de gaiteiros na Galiza em tempos recuados, é de consultar um artigo do “Anuário da Gaita” do ano de 1995, da autoria de Ramiro Couce, intitulado “Contratación de gaiteiros, ferreñeiros e tamborileiros”, que nos oferece a descrição de vários destes contratos assinados entre 1571 e 1699.
Na grande maioria dos casos apresentados no referido artigo, as entidades contratantes são confrarias que têm o nome do seu santo padroeiro (Confraria de San Roque, de Santa Eufémia, de Santa Veracruz...) ou o nome de uma profissão que é a dos seus membros (Confraria dos alfaiates, dos sapateiros, dos mareantes...).

Em cada contrato ficava definido quais as festividades a que o músico tinha que comparecer com o seu instrumento musical, ficando também por vezes estabelecido que o gaiteiro teria que comparecer a um certo número de ensaios em que tocaria, por exemplo, acompanhando a dança que os confrades executariam por ocasião do Corpus Christi.
A partir da descrição dos documentos no artigo do Anuário constata-se que a obrigatoriedade de comparência do gaiteiro por ocasião da festa do Corpus Christi é uma constante de quase todos os contratos. Outras festividades que surgem também referidas com alguma frequência são o Natal e a Páscoa.
Os contratos tinham durações muito variáveis: tanto eram feitos contratos que previam a actuação do gaiteiro uma única vez, como contratos que tinham a vigência dum ano, vários anos ou até de toda a vida do músico.

Caso um destes contratos não fosse cumprido, o gaiteiro em falta deveria sofrer a pena que contratualmente tinha ficado estabelecida. Por exemplo: se no dia previsto o músico não comparecesse teria de pagar uma multa no mesmo valor que tinha ficado acordado que ele receberia pela sua actuação.

Será que este Joanne Annes, referenciado no Foral de Ovar como sendo gaiteiro, se poderá incluir nesta categoria de gaiteiros?
Não sabemos se em Portugal terão existido documentos análogos aos descritos acima, nem se alguém já terá investigado este assunto. De qualquer modo, este foral é uma pista preciosa
e deve constituir um incentivo para que esse trabalho de pesquisa seja realizado o mais brevemente possível...

Henrique Oliveira

Publicado em «Gaita-de-Foles» - ( revista da APEDGF ) ; nº1- Abril de 2001
(direitos reservados)

terça-feira, setembro 05, 2006

O mais lido

O «Blasfémias» é o Blog mais visitado pelos cibernautas, tornando-se, assim, no mais lido da blogosfera nacional, segundo um estudo recentemente realizado, ultrapassando surprendemente o «Abrupto», grande favorito a ser o mais visitado.
Hoje, o «Blasfémias» disserta sobre a relação entre os conflitos no recreio de uma escola primária e os conflitos internacionais. A resposta está, segundo o mesmo Blog, no «My Guide to your Galaxy».
Ligação à Av. da Régua



Um dos bairros mais desfavorecidos da cidade, o Bairro de S. José, vai passar a dispor de um acesso de qualidade a uma das artérias mais nobres de Ovar. Regista-se e saúda-se.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Boys-Band dos anos 90

Em cima: Fernando Couto, Vitor Baía e Rui Costa; Em baixo: Paulo Sousa, uma camisola foleira dos anos 90 da selecção e João Pinto.
Agora a sério, estes rapazes foram os expoentes máximos de uma geração dourada que mudou a face do futebol português.

domingo, setembro 03, 2006

Praia do Furadouro com «tempero»

Este grupo de frequentadores da praia do Furadouro fez uma divertida curta-metragem que brinca com um certo tipo de frequência que procura o nosso areal vinda sabe-se lá de onde. Cá para nós, o filme teria sérias possibilidades se tivesse concorrido ao «Ovarvídeo 2006»...
Se estiverem atentos, podem encontrar algumas caras conhecidas. Para ver clicar aqui.

sábado, setembro 02, 2006

Uma organização da NADO
44.º Cruzeiro da Ria



Hoje e amanhã, a Ria está em maré de festa com a organização do 44.º Cruzeiro da Ria. O programa está todo aqui.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Consertando as redes

Foto de Fernando Pinto, de um pescador vareiro a consertar a rede, publicada no blog «ABRUPTO», de José Pacheco Pereira («RETRATOS DO TRABALHO NO FURADOURO - OVAR, PORTUGAL», dia 24/8/2006, às 22h41).
Eis a legenda:
O pescador conserta as redes da pesca de Arrasto (Arte Xávega), mais concretamente o saco onde vem o peixe, a safra...
Bandeira Azul
13 bandeiras nunca foram hasteadas,
10 retiradas e cinco roubadas


Dez Bandeiras Azuis das 207 praias portuguesas galardoadas este ano foram retiradas durante o Verão, cinco foram roubadas e 13 nunca chegaram a ser hasteadas, de acordo com um balanço da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).
Em meados de Maio, a ABAE anunciou que 2006 era o melhor ano de sempre:
207 praias estavam autorizadas a içar o galardão, mais 16 do que no ano anterior.
No entanto, durante os meses de Verão, algumas praias foram perdendo o símbolo de qualidade: a 08 de Junho, a praia algarvia de Salema, no concelho de Vila do Bispo, foi a primeira a ver retirada a Bandeira Azul, devido a problemas na qualidade da água.
Seguiu-se a praia da Costa de Lavos (na Figueira da Foz), por causa de uma estrada construída em cima das dunas, e a Prainha de Água D'Alto, na ilha aç oriana de S. Miguel, também devido a obras.
As praias de São Pedro do Estoril e Moitas perderam a Bandeira Azul por causa de problemas de licenciamento e obras em curso, baixando para 46 o número de bandeiras atribuídas à zona de Lisboa e Vale do Tejo.
A região norte também perdeu uma das 35 bandeiras atribuídas este ano p or causa de obras de requalificação realizadas na praia de Cabo do Mundo, em Mat osinhos.
Além destas seis praias que não chegaram a ver hasteadas as bandeiras por incumprimento de critérios da associação, outras sete praias algarvias tivera m a mesma sorte, mas por decisão da autarquia local.
A Câmara Municipal de Vila do Bispo optou por nunca hastear aquele símbolo de qualidade nas praias de Cordoama, Castelejo, Mareta, Martinhal, Ingrina, Zavial e Burgau.
A má qualidade da água balnear foi motivo suficiente para a ABAE decidi r retirar, em pleno Verão, as bandeiras de seis praias: Santa Helena (em Torres Vedras), a praia nortenha do Areinho (concelho de Arouca) e as praias algarvias de Ferragudo, Pintadinho, Oura-Leste e Vale do Lobo.
A praia açoriana Ribeira Quente foi a sétima a perder o galardão, depoi s de se verificar que existia problemas de segurança do talude.
A abertura da Barrinha de Esmoriz (no concelho de Ovar), uma festa de v erão no areal da praia de Milícias e escorrências na praia de Aveiros (Albufeira ) levaram a que estas três praias perdessem apenas temporariamente a Bandeira Azul.
Outras cinco praias - Albufeira do Azibo (Macedo de Cavaleiros), Tocha (Cantanhede), Formosa (Torres Vedras), Maças e S. Julião (ambas em Sintra) - também perderam, mas por uma razão menos gravosa: os galardões foram roubados.
Liga de Basquetebol quer
baixar orçamento mínimo


A Liga de Clubes de Basquetebol (LCB) considera o orçamento mínimo exigido às equipas que participam na competição maior da modalidade em Portugal (300 mil euros, 90 mil contos) “desajustado à realidade económica de Portugal”, e em face disso, deseja baixar a fasquia, a curto prazo, para um valor na ordem dos 200 mil euros.
Em causa para essa intenção da LCB, estão as dificuldades sentidas, presentemente, por clubes como a Oliveirense, peso pesado da competição nacional, em conseguir arranjar os 300 mil euros de orçamento para se inscrever na Liga tendo em vista a sua participação na próxima época.
A formalização das inscrições de Queluz e Oliveirense são, por isso, para já, as grandes prioridades da Liga de Clubes, que, em última instância, terá de reformular os calendários delineados para a época 2006/2007.
O plano de competições prevê um campeonato profissional disputado por 10 equipas, incluindo o clube da Linha de Sintra e a formação de Oliveira de Azeméis, mas falta, ainda, confirmar a inscrição destes dois emblemas.
Apesar de não se mostrar muito preocupado com o impasse, o presidente da LCB, José Castel-Branco, reconhece que o caso da Oliveirense inspira “um pouco mais de cautelas”, pois a formação nortenha não conseguiu reunir o orçamento mínimo exigido.
“Os timings estão a terminar, mas acredito que a situação será resolvida e que teremos dez clubes a disputar o campeonato”, frisou o presidente da LCB, numa conferência de imprensa que serviu para apresentar o calendário da época 2006/2007.
Quanto ao Queluz, o problema parece ser menos complexo, pois falta apenas o parecer da LCB às alterações orgânicas do clube, que entregou a uma sociedade a gestão exclusiva do basquetebol profissional.
“Penso que merecerá um parecer positivo. O novo núcleo terá de assumir todas as responsabilidades do anterior, pois temos de salvaguardar os profissionais”, destacou José Castel-Branco, estimando que até meados de Setembro, o mais tardar, os dois casos estarão “definitivamente resolvidos”.
A situação mais complicada da Oliveirense reforçou a convicção do presidente da LCB em considerar o orçamento mínimo exigido “desajustado à realidade económica de Portugal” e, neste sentido, a anunciar que deseja baixar a fasquia a curto prazo para um valor na ordem dos 200 mil euros.
“A LCB foi criada com um quadro legislativo desajustado à nossa realidade.
Há um salto demasiado grande entre competições não-profissionais e profissionais. Só a redução das condições mínimas permitirá a criação de novos projectos”, defendeu.
Segundo José Castel-Branco, o basquetebol português sofreu recentemente “alguns ataques” que agravaram o panorama da modalidade: “o fim do subsídio às deslocações às ilhas, agora custeadas pelos clubes, e o facto de termos de pagar para o jogos serem televisionados são exemplos das novas dificuldades”.