Portugal já iniciou a preparação para o Campeonato do Mundo, que começa a 12 de Outubro, há duas semanas. E, entretanto, já todas as outras selecções terão começado trabalhos. Faltava a Argentina.
A preparação conjunta argentina só começou esta segunda-feira, 21 de Setembro, tendo muitos dos seus jogadores estado a trabalhar nos respectivos clubes até agora. Este fim-de-semana, foram a jogo, por exemplo, Conti Acevedo, frente ao Tojal na Taça Jesus Correia, Ezequiel Mena, frente a Maia e Juventude Pacense no Maia Hóquei Cup, ou Giuliano Giuliani e Lucas Martínez, frente ao Valdagno, para a Skate Italia Trophy.
Agora, a albiceleste faz de Espinho - "casa" de Reinaldo Garcia - o seu quartel-general.
Depois do título mundial de 2022 em San Juan - onde fará "escala" para os derradeiros testes -, a Argentina voltará a disputar o Campeonato do Mundo na América do Sul, no Paraguai, e com legítimas aspirações a erguer o troféu pela sétima vez.
A liderança tripartida de Jose Luís Paez, Reinaldo Garcia e Diego Mir elegeram 15 atletas, sendo que, no máximo, apenas 12 poderão ser inscritos para a competição em Assunção e, destes, só nove podem ser jogadores de pista. Ou seja, de 12 jogadores de pista, três serão necessariamente preteridos.
Na lista, há seis jogadores que actuarão em Portugal na próxima temporada e o benfiquista Conti, os sportinguistas Rampulla, Bridge, Navarro, Romero, e o portista Mena deverão ter, salvo gigantesca surpresa, lugar certo na convocatória final.
No Campeonato do Mundo, a Argentina integra o Grupo B com França, Angola e Chile.
Portugal - Campeonato do Mundo 2026 (pré-convocatória)
Seleccionador: Jose Luís Paez
Guarda-redes: Conti Acevedo (Benfica, POR), Bautista Acevedo (Quévert, FRA) e Juan Cruz "Cacu" Velázquez (Monza, ITA)
Jogadores de pista: Danilo Rampulla, Facundo Bridge, Facundo Navarro e Gonzalo Romero (Sporting, POR), Ezequiel Mena (Porto, POR), Franco Platero (Liceo, ESP), Giuliano Giuliani e Lucas Martinez (Bassano, ITA), Jero Garcia (Calafell, ESP), Lucas Ordoñez (Atlético Argentino), Matías Pascual (Igualada, ESP), Nico Ojeda (Barcelona, ESP)
https://www.ovarnews.pt/107435-2/
segunda-feira, setembro 28, 2026


A Landescape celebra, em Outubro, dez anos de existência. E para assinalar a data, a agência de
viagens culturais e de aventura realiza, entre os dias 2 e 4 de Outubro, a 1a edição do Festival
Inquietude, um ciclo de programação totalmente gratuito, que irá decorrer em três espaços
distintos da cidade de Ovar: Lugar Landescape (sede da agência), Escola de Artes e Ofícios de
Ovar e Parque Urbano de Ovar.
Além destas infraestruturas, serão igualmente ocupados outros espaços públicos com dinâmicas que, no total, representam 11 eventos diferentes.
Convocando várias dimensões culturais, como a literatura, o cinema ou as relações interculturais,
o Inquietude aposta numa oferta eclética, inclusiva e pensada para todas as faixas etárias, a partir
de uma ligação profunda com o território e identidade do concelho de Ovar.
Nesse sentido, o programa desta primeira edição resulta de um equilíbrio entre diferentes escalas: do debate de
tópicos culturais com projeção internacional, à divulgação das tradições, do património e da
diversidade geográfica do município. Nas palavras de Rafael Polónia, fundador da Landescape,
“o Inquietude é mais que um festival. É a comemoração de uma década de viagens, uma década de
equipa, uma década de ambição, uma década de projectos concretizados, uma década de olhar o
futuro e querer mais e melhor. Um mundo mais unido, sustentável e respeitado. O festival nasceu
de dentro, da nossa Inquietude.
”
Evento multidisciplinar, com entrada livre e programação para todos os gostos e para todas as
idades, acontece no fim-de-semana de 2, 3 e 4 de Outubro, em Ovar, e promete
reunir amantes de viagens e viajantes profissionais.
No dia 2 de Outubro, pelas 21h30, o Lugar Landescape acolhe a sessão inaugural do Inquietude:
a apresentação da reedição do livro “Pedalar Devagar”, com a dupla João Gonçalo Fonseca e
Valérie Fonseca. Já no dia 3 de outubro, a partir das 9h30, a proposta vai para uma bike tour
pela cidade de Ovar, na companhia do Rafael Polónia. Mais tarde, pelas 11h, e já de regresso ao
Lugar Landescape, seguem-se duas propostas: a inauguração da exposição “Hortelões Urbanos”
de Francisco Silva e um brunch a cargo do Elas’Pereira, acompanhado por um DJ Set de
músicas do mundo com André Fontes.
Pelas 15h, o Inquietude avança para o centro da cidade, onde terá início um Passeio pedestre de
interpretação dos azulejos de Ovar. O destino final será a Escola de Artes e Ofícios, onde, às
16h, arranca uma nova etapa: uma Roda de partilha de “Bloopers de viagem”, com os líderes da
agência Luísa Ferreira, Carina Silva, Diogo Tavares e Luís Godinho; pelas 17h, será exibido o
documentário “Sab Kuch Milega”, de João Amorim e Inácio Rozeira, com comentários de Rui
Pedro Lamy e João Gonçalo Fonseca.
O dia encerra com um jantar-convívio, no restaurante Castelo Chopinhos, voltado para a comunidade de viajantes da Landescape e aberto ao público em geral.
O dia 4 de Outubro, último do Festival Inquietude, concentra-se no Parque Urbano de Ovar, onde
terá lugar um conjunto de dinâmicas inclusivas e pensadas para toda a família: a par da iniciativa
ad continuum “A Magia das Pequenas Coisas”, de João Mendes, às 15h, Tanya Ruivo dirige “A Hora do Conto”, uma sessão direcionada a crianças com mais de 4 anos; pelas 16h, Pedro Ivo
Carvalho, editor da revista Volta ao Mundo, junta-se aos líderes de viagem Miguel Neves e
Rafael Polónia para a mesa redonda “Expedições Landescape”; e pelas 17h, o Festival
Inquietude encerra com o concerto “Emoções - Canções para Gigantões”, de Ivo Pinho.
Todas as iniciativas são de entrada livre, algumas delas sujeitas a inscrição prévia para controlo
de lotação dos espaços aderentes. A programação completa, por sua vez, pode ser consultada
no site da Landescape.
https://www.ovarnews.pt/festival-inquietude-convoca-amantes-de-viagens-em-outubro/


O Exército publicou uma mensagem de condolências nas redes sociais. "É com profundo pesar que o Exército Português comunica o falecimento do primeiro-cabo Márcio Daniel Mendes Castanheira, de 24 anos, que partiu de forma prematura e inesperada. Neste momento de luto para a Família Exército, os nossos pensamentos estão com os seus familiares, camaradas e amigos, a quem apresentamos as mais sentidas condolências. Descansa em paz, camarada!", diz o texto.
A vítima do acidente ocorrido na freguesia de Lobão, este sábado, é Márcio Daniel Mendes Castanheira, de 24 anos, primeiro-cabo colocado no Regimento de Transmissões do Porto que não resistiu aos ferimentos. https://www.ovarnews.pt/exercito-deixa-mensagem-de-condolencias-pela-morte-de-militar/
A Vigararia de Espinho-Ovar foi a primeira a receber os encontros vicariais de formação e informação sinodal que decorrem até ao mês de dezembro em toda a diocese do Porto.
Sentar, escutar, deixar que a palavra do outro encontre espaço. Em Cortegaça, foi assim que cerca de 130 pessoas começaram a experimentar aquilo de que o Sínodo Diocesano quer ser feito: encontro, escuta e discernimento em comunidade. Foi a primeira edição dos encontros vicariais “Sintonizar o Sínodo” que vão decorrer até ao mês de dezembro em toda a diocese do Porto. Ler artigo.
https://www.ovarnews.pt/sintonizar-o-sinodo-encontros-vicariais-arrancam-em-cortegaca/
Sentar, escutar, deixar que a palavra do outro encontre espaço. Em Cortegaça, foi assim que cerca de 130 pessoas começaram a experimentar aquilo de que o Sínodo Diocesano quer ser feito: encontro, escuta e discernimento em comunidade. Foi a primeira edição dos encontros vicariais “Sintonizar o Sínodo” que vão decorrer até ao mês de dezembro em toda a diocese do Porto. Ler artigo.
https://www.ovarnews.pt/sintonizar-o-sinodo-encontros-vicariais-arrancam-em-cortegaca/
domingo, setembro 27, 2026


Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas na sequência de uma colisão entre três viaturas ligeiras de passageiros, esta tarde, em Lobão, no concelho de Santa Maria da Feira.
O acidente ocorreu na Rua do Comércio, tendo o alerta sido dado às 15h12.
De acordo com as informações disponíveis, há quatro feridos leves e um outro ferido, estando ainda em curso as operações de socorro. Não foi, até ao momento, divulgada a identidade ou o sexo da vítima mortal.
No local encontram-se ambulâncias dos bombeiros de Arrifana, Santa Maria da Feira e Lourosa, além de dois meios da Cruz Vermelha de Sanguedo e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Santa Maria da Feira. https://www.ovarnews.pt/um-morto-e-cinco-feridos-em-colisao-entre-tres-carros/
Vladimir Putin garante que a Rússia "não se está a preparar para qualquer tipo de combate com a Europa".
"Muita gente na Europa diz esperar uma agressão da Federação Russa e é por isso que têm de se preparar para combates, para uma guerra com a Rússia", disse Putin, garantindo, porém, que não é essa a realidade.
"Gostaria de salientar mais uma vez que não nos estamos a preparar para qualquer tipo de combate com a Europa", sublinhou, classificando os alertas como um "exagero deliberado da situação e uma provocação".
Garantias do presidente russo, numa declaração à margem do Fórum Internacional da Cultura em São Petersburgo, depois de ter sido avançado que a CIA, agência de inteligência norte-americana, tinha avisado vários países europeus sobre eventuais ataques russos.
Também Volodymyr Zelensky acusou, na quarta-feira, Putin de pretender ampliar a guerra para outros países europeus, incluindo territórios da NATO, no seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). https://www.ovarnews.pt/putin-garante-que-nao-pretende-atacar-paises-da-europa/
"Muita gente na Europa diz esperar uma agressão da Federação Russa e é por isso que têm de se preparar para combates, para uma guerra com a Rússia", disse Putin, garantindo, porém, que não é essa a realidade.
"Gostaria de salientar mais uma vez que não nos estamos a preparar para qualquer tipo de combate com a Europa", sublinhou, classificando os alertas como um "exagero deliberado da situação e uma provocação".
Garantias do presidente russo, numa declaração à margem do Fórum Internacional da Cultura em São Petersburgo, depois de ter sido avançado que a CIA, agência de inteligência norte-americana, tinha avisado vários países europeus sobre eventuais ataques russos.
Também Volodymyr Zelensky acusou, na quarta-feira, Putin de pretender ampliar a guerra para outros países europeus, incluindo territórios da NATO, no seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). https://www.ovarnews.pt/putin-garante-que-nao-pretende-atacar-paises-da-europa/
Um despiste ocorrido cerca das 00h00 deste domingo, na Rua Elias Garcia, em Ovar, causou vários prejuízos na via pública.
Vários pilaretes foram destruídos e ainda houve derrame de líquidos da viatura acidentada na via, o que obrigou a intervenção de limpeza e remoção.
No local estiveram a PSP, Bombeiros Voluntários de Ovar e a Proteção Civil da Câmara Municipal de Ovar.
Não há feridos a registar . https://www.ovarnews.pt/acidente-destroi-pilaretes-no-centro-de-ovar/
Vários pilaretes foram destruídos e ainda houve derrame de líquidos da viatura acidentada na via, o que obrigou a intervenção de limpeza e remoção.
No local estiveram a PSP, Bombeiros Voluntários de Ovar e a Proteção Civil da Câmara Municipal de Ovar.
Não há feridos a registar . https://www.ovarnews.pt/acidente-destroi-pilaretes-no-centro-de-ovar/


Uma pessoa morreu este sábado, 26 de setembro, depois de ter sido colhido por um comboio na Linha do Norte, em Santa Marinha, Vila Nova de Gaia.
O alerta foi recebido pelas autoridades às 14h54, tendo sido mobilizados para o local os Bombeiros de Coimbrões, uma equipa da VMER de Gaia e elementos da PSP. A operação envolveu 12 operacionais e seis viaturas.
A vítima não resistiu aos ferimentos e o óbito foi confirmado no local. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal do Porto, onde será submetido a autópsia.
As causas do atropelamento ferroviário são desconhecidas. As autoridades estão a investigar.
Na sequência do atropelamento, a circulação ferroviária na Linha do Norte esteve temporariamente interrompida, tendo sido entretanto retomada. https://www.ovarnews.pt/homem-colhido-mortalmente-por-comboio-na-linha-do-norte/
sábado, setembro 26, 2026


Na Arena de Ovar, a equipa masculina de basquetebol do Benfica venceu a Ovarense, por 102-107, após prolongamento, na tarde deste sábado, 26 de setembro.
Num encontro integrado na preparação para a nova época e que serviu de apresentação da formação de Ovar aos seus adeptos, colocada perante diferentes cenários competitivos e responderam na hora da decisão.
Com ligeira vantagem no final do 1.º quarto (27-29), a equipa encarnada acentuou a diferença no período seguinte, com um parcial de 15-23, chegando ao intervalo na frente por 42-52.
A Ovarense reagiu no regresso dos balneários. O 24-15 no 3.º quarto reduziu a margem benfiquista à expressão mínima (66-67) e lançou um último período equilibrado. No 4.º quarto, os vareiros anularam a desvantagem e o 92-92 no final do tempo regulamentar levou a decisão para prolongamento.
Na hora da verdade, as águias superiorizaram-se por 10-15 nos cinco minutos adicionais e selaram o triunfo por 102-107, em mais uma etapa importante do trabalho de preparação da equipa da Ovarense para 2026/27.
Jogo particular | 26/09/2026
Ovarense-Benfica
102-107 (ap)
Arena de Ovar
Cinco inicial da Ovarense: Leon Ayers, Miguel Monteiro, Rodrigo Soeiro, Jonathan Silva e Leo O'Boyle
SuplentesAntonio Woods, Tomás Pinto, Isaquiel Vuaka, Santiago Silva, Jordan Wood, Vicente Manarte, Nuno Morais, Jerome Palm, Rúben Sona e Devan Cambridge
Cinco inicial do Benfica
Okechukwu Okeke, Geno Crandall, Luís Silva, Luke Barrett e Brandon Slater
Suplentes
Eduardo Francisco, Aaron Broussard, Luther Muhammad, Aleksander Dziewa, Daniel Relvão, Sérgio Sousa e Tiago Filipe
Treinador do Benfica
Ainars Bagatskis
1.º quarto
2.º quarto
3.º quarto
4.º quarto
Prolongamento
27-29
42-52
66-67
92-92
102-107 https://www.ovarnews.pt/aguias-vencem-a-ovarense-na-apresentacao-apos-prolongamento/
Resultados de 2025 refletem a implementação nacional de uma estratégia de Desenvolvimento Sustentável centrada nos clientes, colaboradores e territórios.
Economia circular, eficiência energética e operacional, mobilidade sustentável e apoio às comunidades estão entre as áreas de atuação em Portugal.
O Grupo Mosqueteiros continua a reforçar a sua estratégia de sustentabilidade em Portugal, através da implementação de medidas que promovem uma operação mais eficiente, responsável e alinhada com os desafios atuais. Da logística aos pontos de venda, o Grupo tem vindo a acelerar a transição energética, a otimizar recursos e a reduzir o impacte ambiental da sua atividade.
Com presença nacional através das insígnias Intermarché, Bricomarché e Roady, o Grupo tem apostado numa estratégia transversal que envolve toda a cadeia de valor, desde as quatro bases logísticas, Albufeira, Alcanena, Cantanhede e Paços de Ferreira, até à rede de lojas espalhada pelo país.
“Para o Grupo Mosqueteiros, a sustentabilidade não é um compromisso paralelo à atividade: faz parte da forma como gerimos o negócio diariamente. Trabalhamos para reduzir o nosso impacte ambiental, mas também para apoiar as comunidades onde estamos presentes, desenvolver relações responsáveis com os nossos parceiros e garantir que o nosso crescimento gera valor para todos. Estes resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforçam a nossa ambição de continuar a gerar valor de forma responsável”, afirma Paulo Mendes, Presidente do Grupo Mosqueteiros.
A estratégia de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) do Grupo está organizada em sete combates: economia circular, transição alimentar, transição energética, clima, evolução do trabalho, comerciantes responsáveis e digitalização responsável, e assenta em três pilares centrados nos clientes, colaboradores e territórios.
Economia circular e eficiência operacional com resultados concretos
Em 2025, o Grupo Mosqueteiros valorizou 86% dos resíduos gerados nas suas bases logísticas em Portugal, o equivalente a mais de 1.700 toneladas. A economia circular é um dos sete combates definidos pelo Grupo e contempla a redução, recolha, valorização e reutilização de resíduos.
Nas bases logísticas, registou-se ainda uma redução de 34% no consumo de consumíveis, como papel e filme extensível. Na operação logística, a otimização do espaço das viaturas utilizadas na entrega de mercadorias permitiu reduzir em 3,1% os quilómetros percorridos por suporte transportado.
Energia renovável ganha peso na operação nacional
A transição energética e o clima são também duas das áreas prioritárias definidas pelo Grupo, abrangendo temas como a redução do consumo de energia, a descarbonização, a água e a biodiversidade.
Em Portugal, 28% da energia consumida nas plataformas de distribuição tem já origem no sistema de produção fotovoltaico próprio do Grupo. A capacidade instalada está também a ser reforçada nas bases logísticas de Paços de Ferreira (+533 kWp) e Alcanena (+766 kWp).
A estas medidas juntam-se outras intervenções destinadas a reduzir o consumo de energia, como a instalação de iluminação LED com sensores de movimento e luminosidade e a remodelação das câmaras de refrigeração, com uma melhor compartimentação térmica e modernização dos sistemas de controlo.
O Grupo tem também vindo a sensibilizar e formar os colaboradores para as questões relacionadas com o clima, em linha com o objetivo de envolver as equipas na concretização dos compromissos assumidos nesta área.
Lojas mais eficientes e próximas das comunidades
Nos pontos de venda, a sustentabilidade continua a ganhar expressão. Atualmente, mais de 260 lojas Intermarché contam com painéis fotovoltaicos instalados, reforçando a produção e o consumo de energia renovável. A rede disponibiliza ainda cerca de 150 terminais de carregamento de veículos elétricos, distribuídos por cerca de 110 zonas, promovendo uma mobilidade mais sustentável junto das comunidades locais.
A instalação de baterias de armazenamento permite otimizar a utilização da energia produzida internamente e aumentar a cobertura do autoconsumo, que passou de 20% para cerca de 50%.
Para além da vertente ambiental, o compromisso do Grupo Mosqueteiros estende-se ao apoio às comunidades onde está presente. Em 2025, a logística e a rede de lojas contribuíram com três milhões de euros em donativos a instituições de solidariedade social. Este compromisso inclui também uma dimensão de inclusão e responsabilidade social, através de parceria com centenas de associações inseridas nas comunidades onde o Grupo está presente.
Através da combinação entre eficiência operacional, inovação energética e proximidade às comunidades, o Grupo Mosqueteiros continua a consolidar a sua abordagem à sustentabilidade e a integrar estes princípios nas diferentes dimensões da sua atividade em Portugal.
Sobre o Grupo Mosqueteiros
O Grupo Mosqueteiros é um dos maiores grupos de distribuição mundiais multi-insígnia, que opera em quatro países europeus: Portugal, França, Polónia e Bélgica. O Grupo caracteriza-se por um posicionamento único no setor de atividade, uma vez que a sua gestão global em cada país é partilhada pelo conjunto dos proprietários de cada uma das lojas (mais de três mil aderentes), que têm como principal missão a máxima proximidade com as comunidades.
Em Portugal, o Grupo Mosqueteiros está presente com três insígnias: Intermarché, supermercados especialistas em produtos frescos; Bricomarché, que integra cinco áreas (decoração, bricolage, materiais de construção, jardinagem e produtos para animais de estimação); e Roady, um centro-auto especialista na manutenção e equipamentos para automóvel. No nosso país o Grupo tem mais de 355 pontos de venda e emprega mais de 14 mil colaboradores, assumindo diariamente a responsabilidade pelos clientes, parceiros, sociedade e colaboradores, que têm no Grupo várias oportunidades de desenvolvimento. https://www.ovarnews.pt/grupo-mosqueteiros-acelera-transicao-sustentavel-em-portugal/
Economia circular, eficiência energética e operacional, mobilidade sustentável e apoio às comunidades estão entre as áreas de atuação em Portugal.
O Grupo Mosqueteiros continua a reforçar a sua estratégia de sustentabilidade em Portugal, através da implementação de medidas que promovem uma operação mais eficiente, responsável e alinhada com os desafios atuais. Da logística aos pontos de venda, o Grupo tem vindo a acelerar a transição energética, a otimizar recursos e a reduzir o impacte ambiental da sua atividade.
Com presença nacional através das insígnias Intermarché, Bricomarché e Roady, o Grupo tem apostado numa estratégia transversal que envolve toda a cadeia de valor, desde as quatro bases logísticas, Albufeira, Alcanena, Cantanhede e Paços de Ferreira, até à rede de lojas espalhada pelo país.
“Para o Grupo Mosqueteiros, a sustentabilidade não é um compromisso paralelo à atividade: faz parte da forma como gerimos o negócio diariamente. Trabalhamos para reduzir o nosso impacte ambiental, mas também para apoiar as comunidades onde estamos presentes, desenvolver relações responsáveis com os nossos parceiros e garantir que o nosso crescimento gera valor para todos. Estes resultados demonstram que estamos no caminho certo e reforçam a nossa ambição de continuar a gerar valor de forma responsável”, afirma Paulo Mendes, Presidente do Grupo Mosqueteiros.
A estratégia de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) do Grupo está organizada em sete combates: economia circular, transição alimentar, transição energética, clima, evolução do trabalho, comerciantes responsáveis e digitalização responsável, e assenta em três pilares centrados nos clientes, colaboradores e territórios.
Economia circular e eficiência operacional com resultados concretos
Em 2025, o Grupo Mosqueteiros valorizou 86% dos resíduos gerados nas suas bases logísticas em Portugal, o equivalente a mais de 1.700 toneladas. A economia circular é um dos sete combates definidos pelo Grupo e contempla a redução, recolha, valorização e reutilização de resíduos.
Nas bases logísticas, registou-se ainda uma redução de 34% no consumo de consumíveis, como papel e filme extensível. Na operação logística, a otimização do espaço das viaturas utilizadas na entrega de mercadorias permitiu reduzir em 3,1% os quilómetros percorridos por suporte transportado.
Energia renovável ganha peso na operação nacional
A transição energética e o clima são também duas das áreas prioritárias definidas pelo Grupo, abrangendo temas como a redução do consumo de energia, a descarbonização, a água e a biodiversidade.
Em Portugal, 28% da energia consumida nas plataformas de distribuição tem já origem no sistema de produção fotovoltaico próprio do Grupo. A capacidade instalada está também a ser reforçada nas bases logísticas de Paços de Ferreira (+533 kWp) e Alcanena (+766 kWp).
A estas medidas juntam-se outras intervenções destinadas a reduzir o consumo de energia, como a instalação de iluminação LED com sensores de movimento e luminosidade e a remodelação das câmaras de refrigeração, com uma melhor compartimentação térmica e modernização dos sistemas de controlo.
O Grupo tem também vindo a sensibilizar e formar os colaboradores para as questões relacionadas com o clima, em linha com o objetivo de envolver as equipas na concretização dos compromissos assumidos nesta área.
Lojas mais eficientes e próximas das comunidades
Nos pontos de venda, a sustentabilidade continua a ganhar expressão. Atualmente, mais de 260 lojas Intermarché contam com painéis fotovoltaicos instalados, reforçando a produção e o consumo de energia renovável. A rede disponibiliza ainda cerca de 150 terminais de carregamento de veículos elétricos, distribuídos por cerca de 110 zonas, promovendo uma mobilidade mais sustentável junto das comunidades locais.
A instalação de baterias de armazenamento permite otimizar a utilização da energia produzida internamente e aumentar a cobertura do autoconsumo, que passou de 20% para cerca de 50%.
Para além da vertente ambiental, o compromisso do Grupo Mosqueteiros estende-se ao apoio às comunidades onde está presente. Em 2025, a logística e a rede de lojas contribuíram com três milhões de euros em donativos a instituições de solidariedade social. Este compromisso inclui também uma dimensão de inclusão e responsabilidade social, através de parceria com centenas de associações inseridas nas comunidades onde o Grupo está presente.
Através da combinação entre eficiência operacional, inovação energética e proximidade às comunidades, o Grupo Mosqueteiros continua a consolidar a sua abordagem à sustentabilidade e a integrar estes princípios nas diferentes dimensões da sua atividade em Portugal.
Sobre o Grupo Mosqueteiros
O Grupo Mosqueteiros é um dos maiores grupos de distribuição mundiais multi-insígnia, que opera em quatro países europeus: Portugal, França, Polónia e Bélgica. O Grupo caracteriza-se por um posicionamento único no setor de atividade, uma vez que a sua gestão global em cada país é partilhada pelo conjunto dos proprietários de cada uma das lojas (mais de três mil aderentes), que têm como principal missão a máxima proximidade com as comunidades.
Em Portugal, o Grupo Mosqueteiros está presente com três insígnias: Intermarché, supermercados especialistas em produtos frescos; Bricomarché, que integra cinco áreas (decoração, bricolage, materiais de construção, jardinagem e produtos para animais de estimação); e Roady, um centro-auto especialista na manutenção e equipamentos para automóvel. No nosso país o Grupo tem mais de 355 pontos de venda e emprega mais de 14 mil colaboradores, assumindo diariamente a responsabilidade pelos clientes, parceiros, sociedade e colaboradores, que têm no Grupo várias oportunidades de desenvolvimento. https://www.ovarnews.pt/grupo-mosqueteiros-acelera-transicao-sustentavel-em-portugal/


O distrito de Aveiro tem uma característica que não pode ser ignorada quando se discute investimento público: é um dos territórios economicamente mais relevantes do país.
É um distrito profundamente industrial, exportador, com um tecido empresarial diversificado, uma forte presença de pequenas e médias empresas, importantes zonas industriais, o Porto de Aveiro e uma posição geográfica privilegiada entre o Norte e o Centro.
Em 2023, as exportações de bens do distrito de Aveiro atingiram cerca de 9,53 mil milhões de euros.
Na Região Centro, Aveiro representa também uma parcela muito significativa das empresas distinguidas como PME Líder. Não estamos, portanto, perante um território que pede investimento apenas por necessidade: estamos perante um território que tem capacidade para gerar riqueza, emprego, exportações e valor acrescentado para o país.
É precisamente por isso que a discussão sobre as infraestruturas e o investimento público em Aveiro merece ser feita com muito mais exigência.
Um distrito com condições para liderar
Aveiro reúne condições para assumir uma posição de liderança nacional em vários setores.
A metalomecânica, a indústria automóvel, o habitat, a economia do mar, as tecnologias de informação e comunicação, a cerâmica, a indústria transformadora, a logística e diversas atividades exportadoras constituem uma base económica que não pode ser tratada como secundária.
Mas nenhuma economia consegue manter competitividade apenas com a capacidade das suas empresas.
É preciso ter boas estradas, ferrovia eficiente, transportes públicos adequados, energia, redes digitais, áreas empresariais qualificadas, habitação, formação profissional e acesso aos grandes mercados.
É aqui que entra o papel do investimento público.
Se Aveiro deve ser líder na indústria e nas exportações, também precisa de ser líder nas infraestruturas que suportam essa economia.
O problema não é apenas anunciar obras. É saber como serão pagas.
Esta questão torna-se particularmente importante quando analisamos o percurso de vários projetos estruturantes.
Um dos casos mais evidentes é o Eixo Rodoviário Aveiro–Águeda.
O projeto foi inicialmente enquadrado no PRR com cerca de 46,9 milhões de euros de financiamento não reembolsável, com uma data de conclusão inicialmente prevista para 30 de junho de 2025.
Entretanto, a solução avançou para uma obra cujo preço-base ronda os 109,3 milhões de euros.
A diferença é suficientemente grande para obrigar a uma pergunta simples:
Como será financiada a parte que deixou de estar coberta pelo enquadramento inicial?
A questão não é meramente contabilística.
Uma infraestrutura desta dimensão tem impacto na mobilidade das pessoas, na ligação entre áreas empresariais, nos custos de transporte, na competitividade das empresas e na capacidade de atração de investimento.
Se o financiamento europeu inicialmente previsto deixou de ser suficiente ou deixou de ser aplicável nos termos originais, é fundamental que os cidadãos saibam qual é a nova engenharia financeira do projeto.
E o que aconteceu aos restantes projetos?
Esta é a pergunta que deve ser colocada de forma mais abrangente.
Durante os últimos anos foram identificados para a Região de Aveiro vários investimentos estratégicos, desde acessibilidades e áreas empresariais até saúde, defesa costeira, Ria de Aveiro, ferrovia e ligação ao Porto de Aveiro.
Entre os projetos identificados pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro estavam, por exemplo, a ampliação e qualificação do Hospital de Aveiro, intervenções nas vias para a competitividade, investimentos relacionados com a Ria de Aveiro e defesa costeira e uma visão de longo prazo para a ligação ferroviária Aveiro–Viseu–Guarda–Salamanca e a valorização do Porto de Aveiro.
Nem todos estes projetos tiveram o mesmo grau de concretização ou financiamento. E é precisamente por isso que importa distinguir aquilo que foi anunciado, aquilo que foi candidatado, aquilo que foi aprovado e aquilo que efetivamente tem dinheiro assegurado.
Aveiro precisa dessa transparência.
O fim de um prazo não pode significar o fim de uma obra
O problema dos fundos europeus e do PRR trouxe uma realidade que não pode ser ignorada.
Existem projetos que, por dificuldades de execução, alterações de calendário, procedimentos administrativos ou incapacidade de cumprir os prazos dos programas, deixaram de poder ser executados integralmente através do enquadramento financeiro inicialmente previsto.
O próprio modelo de reprogramação do PRR admite que determinados investimentos possam necessitar de outras soluções financeiras, incluindo financiamento nacional ou outros fundos europeus quando sejam elegíveis.
É aqui que Aveiro tem de exigir respostas.
Quando uma obra considerada necessária para o distrito perde o financiamento inicialmente previsto, a necessidade da obra não desaparece.
A estrada continua a ser necessária.
A ferrovia continua a ser necessária.
A melhoria dos transportes continua a ser necessária.
As infraestruturas empresariais continuam a ser necessárias.
A proteção da Ria e da costa continua a ser necessária.
E as necessidades hospitalares continuam a existir.
Então a pergunta é inevitável:
Se o financiamento inicialmente previsto deixou de existir, quem vai financiar agora essas obras?
Não basta dizer que há fundos
É importante que o debate público passe dos anúncios para os números.
Para cada grande projeto que estava previsto para Aveiro, os cidadãos têm o direito de saber:
Qual era o custo inicialmente previsto?
Quanto financiamento estava inicialmente assegurado?
Qual foi o montante efetivamente contratado?
O projeto perdeu financiamento europeu?
Por que razão?
Houve reprogramação?
Para onde foram canalizados os recursos que deixaram de ser utilizados?
Qual é agora a fonte alternativa de financiamento?
Qual é o calendário atualizado?
Quem assume a responsabilidade pela execução?
Estas não são perguntas partidárias.
São perguntas de boa gestão dos recursos públicos.
Aveiro não pode ser penalizado pelo próprio sucesso
Existe ainda uma questão de fundo.
Um distrito que produz, exporta, emprega e gera riqueza para o país precisa de infraestruturas à altura da sua capacidade económica.
Não se trata de exigir que Aveiro receba mais do que os outros territórios.
Trata-se de exigir que os investimentos necessários sejam efetivamente executados e que os projetos considerados estratégicos não fiquem pelo caminho porque um determinado programa financeiro terminou ou porque um prazo administrativo não foi cumprido.
Aveiro não pode ser penalizado duas vezes: primeiro, pela perda ou alteração do financiamento inicialmente previsto; depois, pelo adiamento indefinido da obra.
Uma estratégia para Aveiro
O distrito precisa de uma estratégia de investimento que ultrapasse os ciclos políticos e os programas financeiros.
Uma estratégia que identifique claramente onde Aveiro pode liderar e concentre esforços nas infraestruturas que permitem essa liderança.
Na indústria.
Nas exportações.
Na economia do mar.
Na logística.
Na inovação.
Na tecnologia.
Na ferrovia.
No Porto de Aveiro.
Nas áreas empresariais.
Nos transportes públicos.
Na qualificação das pessoas.
Na saúde.
Na proteção da Ria e da costa.
Não basta afirmar que Aveiro é um território competitivo.
É preciso criar as condições para que continue a sê-lo daqui a 10, 20 ou 30 anos.
A pergunta que fica.
Por isso, mais do que discutir apenas novos anúncios, é tempo de fazer um levantamento completo dos investimentos previstos para o distrito de Aveiro.
Quais avançaram?
Quais foram financiados?
Quais perderam o financiamento inicialmente previsto?
Quais foram reprogramados?
Quais ficaram de fora?
E, sobretudo, como serão agora financiadas as obras que estavam contempladas para Aveiro e que continuam a ser necessárias?
Esta é uma pergunta que merece uma resposta clara do Governo, das entidades responsáveis pelos fundos europeus, da CCDR Centro, das comunidades intermunicipais e dos municípios envolvidos.
Aveiro não precisa apenas de promessas.
Precisa de calendários, financiamento e execução.
Porque um distrito que tem capacidade para ser líder nacional na indústria, nas exportações, na economia do mar, na logística e na inovação não pode aceitar que investimentos estratégicos fiquem dependentes da próxima oportunidade financeira.
Aveiro já demonstrou que sabe criar riqueza. Agora é necessário garantir que o investimento público acompanha essa capacidade.
E quando uma obra é considerada estratégica para o distrito, a pergunta não pode ser apenas “quando será feita?”.
Tem de ser também:
“Com que dinheiro será feita — e quem garante que será feita?”
Henrique Araújo https://www.ovarnews.pt/aveiro-nao-pode-perder-o-comboio-do-investimento-por-henrique-araujo/


A Casa Museu Júlio Dinis, em Ovar, recebe este domingo, 27 de setembro, a apresentação de “A Vendedora de Flores”, o mais recente romance de José Rodrigues, autor que passou parte da infância em Ovar, na zona de Ponte Reada.
A sessão está marcada para as 16h00 e contará com a presença do autor e de Ana Sofia Mendonça, que fará a apresentação da obra. A entrada é gratuita.
Publicado pela Porto Editora em março de 2026, “A Vendedora de Flores” é o sétimo romance de José Rodrigues e acompanha Cidália, uma mulher que enfrenta a partida da neta Constança para a universidade. Perante a solidão, decide procurar Isménia, uma antiga amiga que encontra num estado de saúde frágil.
Movida pelo desejo de ajudar, Cidália leva Isménia para a Quinta do Velho, onde mantém uma pequena exploração agrícola. Entre o quotidiano da quinta, a amizade e a ligação à comunidade, desenvolve-se uma história marcada pela solidariedade, pela bondade e pelos afetos.
Natural de Viseu, José Rodrigues passou parte da infância em Ovar, na Ponte Reada, mantendo assim uma ligação particular ao concelho. Profissionalmente ligado ao mundo empresarial, é fundador e administrador do Grupo Visar e da Escola de Negócios das Beiras. Nos tempos livres dedica-se à família, ao desporto, à leitura e à escrita.
“A Vendedora de Flores” tem editação da Porto Editora e conta ainda com fotografias de Sara Augusto, que acompanham os diferentes capítulos do romance.
A apresentação em Ovar constitui uma oportunidade para o público conhecer o mais recente trabalho do escritor e reencontrar um autor com uma ligação pessoal à cidade e ao concelho. https://www.ovarnews.pt/jose-rodrigies-vai-a-casa-de-julio-dinis-apresentar-o-livro-a-vendedora-de-flores/


Francisco Fidalgo, artista independente de Ovar, tem um novo tema para ver, ouvir e a crescer nas redes, já que é acompanhado de um vídeo promocional.
Trata-se “S.W.M.”, um single que surge após o lançamento do EP “conceito de amor. e arte”, lançado pelo artista de 20 anos, em julho último.
A nova canção R&B explora os seus sentimentos mais profundos e mistura diferentes géneros musicais.
https://www.youtube.com/watch?v=dxaXFcAPmZE https://www.ovarnews.pt/?p=106988
As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência
A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias promove esta semana e na próxima audições públicas sobre os projetos de lei do PSD e do Chega que visam reverter a Lei n.º 38/2018, responsável por consagrar o direito à autodeterminação da identidade de género.
As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência. Ler mais.
Pedro Valente
Mestrando e licenciado em Sociologia pela Universidade do Minho. Desenvolve investigação na área dos processos de diagnóstico médico e das suas desigualdades. Natural de Ovar.
https://www.ovarnews.pt/as-pessoas-trans-nao-precisam-de-um-atestado-de-incompetencia-por-pedro-valente/
A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias promove esta semana e na próxima audições públicas sobre os projetos de lei do PSD e do Chega que visam reverter a Lei n.º 38/2018, responsável por consagrar o direito à autodeterminação da identidade de género.
As pessoas trans não precisam de um atestado de incompetência. Ler mais.
Pedro Valente
Mestrando e licenciado em Sociologia pela Universidade do Minho. Desenvolve investigação na área dos processos de diagnóstico médico e das suas desigualdades. Natural de Ovar.
https://www.ovarnews.pt/as-pessoas-trans-nao-precisam-de-um-atestado-de-incompetencia-por-pedro-valente/
sexta-feira, setembro 25, 2026


Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Cortegaça.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 02/10/2026 entre as 13:00h e as 18:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Rua do Rodelo, Rua da Zefinha, Rua Ângelo José de Oliveira, Rua das Regas, Rua das Areias, Tv. das Areias, Rua dos Caminhos de Ferro, Rua do Apeadeiro (nºs 269 ao 792), Rua Padre Joaquim Pereira Resende, (nºs 290 ao 440), Rua da Boavista, Tv. da Boavista.
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-de-agua-em-cortegaca/


Na manhã seguinte, o problema manteve-se e Santo Lagosta continuava sem voz. Aflito, procurou
médicos, especialistas, curandeiros. Mas todos lhe deram a mesma resposta.
— Infelizmente, não há nada que possamos fazer.
Sem explicações. Sem soluções. Apenas silêncio.
As semanas passaram. A vida seguiu. Mas Santo Lagosta não desistiu. Decidiu regressar ao
trabalho no Café Lampião, onde servia mesas antes do estranho encontro com a truta. Se já não
podia falar, adaptava-se.
Trazia agora um cartão pendurado ao pescoço, explicando a sua condição: - Não posso falar, mas
posso ouvir. Faça o seu pedido por escrito.
Com um bloco de notas e uma caneta sempre à mão, continuou a trabalhar.
Nunca parou.
Num dia como tantos outros, enquanto servia as mesas da pequena esplanada do café, ouviu a
conversa de duas jovens clientes.
A mais angustiada apoiava o rosto entre as mãos.
— Amiga… eu já não sei o que fazer. Já não sei o que dizer. Tento de tudo para que ele repare em
mim, mas… nada. Será que vou ficar solteira para sempre?
A outra, mais optimista, suspirou e sorriu.
— Oh querida… dá tempo. Ele há de ver o que tem à frente.
Santo Lagosta escutou. E, sem que soubesse bem porquê, algo dentro dele se acendeu.
Desde aquela noite junto ao cais, não tocava guitarra. Tinha deixado a música para trás, ressentido
pelo preço que pagara ao desejo da truta. Mas agora, sentia algo diferente.
Uma necessidade.
Pegou na guitarra, hesitante. As cordas estavam frias, esquecidas, mas os seus dedos
reconheceram-nas como velhos amigos.
E quando tocou a primeira nota…
O som foi puro. Perfeito.
Como nunca antes.
As conversas ao redor cessaram. Os clientes do café olharam na sua direção. A melodia era bela,
envolvente. Santo Lagosta nunca tinha tocado assim.
Seria este o desejo da truta?
O pensamento invadiu-lhe a mente. E então… A vontade de cantar surgiu. Um arrepio percorreu-lhe o corpo.
Sem saber como ou porquê, Lagosta sentiu as palavras formarem-se dentro de si.
E quando abriu a boca, a voz fluiu como música.
🎶 Menina, menina, de rosto perfeito,
🎶 Teu pesar escuto, teu lamento aceito.
🎶 Torna o pranto em sorriso, pois nesta canção,
🎶 Tens a resposta guardada no coração.
🎶 O teu amor, por ti, o coração bate,
🎶 Só tens de segurá-lo com força e com arte.
🎶 Pois a vontade é forte, mas fraca é a carne,
🎶 E um futuro te vejo, num laço que arde.
🎶 Casados, felizes, num doce enlace,
🎶 Mas age depressa... não deixes que passe!
🎶 Vai, menina, deixa o medo pra trás,
🎶 Dá-lhe um beijo... e tudo se faz.
🎶 Olha... ali vem ele daquele canto!
Todos pararam para ouvir.
A música pairou no ar como um feitiço.
Os olhos da jovem encheram-se de lágrimas.
Ela olhou para o lado... e ali estava ele. O homem pelo qual suspirava.
Sem pensar, correu até ele e, com o coração transbordando de coragem, beijou-o.
O jovem ficou atónito. Mas logo sorriu.
— Casa comigo? — perguntou ele, de repente, segurando-lhe as mãos.
A jovem engasgou-se na emoção. E entre lágrimas e risos, disse que sim.
Santo Lagosta, ainda de guitarra na mão, observou a cena com um misto de surpresa e
compreensão.
Agora sabia o que o destino lhe tinha dado.
Agora entendia o preço que pagara.
O seu dom não era apenas a música.
Era a visão. Através do canto, via os destinos das pessoas.
(Continua)
Edgar Branco https://www.ovarnews.pt/o-irmao-de-santa-camarao-iii-por-edgar-branco/


Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Alquerubim e na União de Freguesias de São João de Loure e Frossos.
Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 09/10/2026 entre as 09:00h e as 12:00h, nos seguintes locais e arruamentos:
Lugar de Paus, Alquerubim, Fial, Beduido, Pinheiro, Azenhas, Fontes, Ameal, Salgueira, Calvães e São João de Loure.
Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora. https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-albergaria-a-velha-2/


A PSP deteve sete condutores, com idades entre os 35 e os 54 anos, por crimes rodoviários, durante um período de quatro dias, entre as 08h00 de 21 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro.
Do total de detenções, quatro ocorreram por condução sob influência do álcool, com taxas de alcoolemia entre 1,34 e 2,35 g/l.
Foi ainda detido um condutor por condução sem habilitação legal e outros dois por desobediência: um por conduzir durante o período de inibição de conduzir e outro por recusar realizar o teste de alcoolemia.
As detenções distribuíram-se por Aveiro (quatro), Espinho (duas) e São João da Madeira (uma).
No mesmo período, entre as 08h00 de 18 de setembro e as 08h00 de 25 de setembro, a PSP registou 57 acidentes de viação, dos quais resultaram 19 feridos ligeiros e um ferido grave.
A PSP reforça que comportamentos como a condução sob influência do álcool, a condução sem habilitação legal e o desrespeito pelas regras de trânsito representam riscos para todos os utilizadores da via.
A Polícia de Segurança Pública mantém ações de fiscalização e prevenção rodoviária com o objetivo de promover comportamentos responsáveis e reduzir a sinistralidade https://www.ovarnews.pt/sete-detidos-por-conducao-sob-influencia-do-alcool-na-regiao/
O português brigadeiro-general Sérgio Estrela assumiu no dia 14 de setembro o comando da Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM-MOZ), em substituição do comodoro César Manuel Pires Correia, foi esta terça-feira anunciado.
Em comunicado, a EUMAM-MOZ indica que o comodoro César Pires Correia, que cessa funções, irá entregar o comando daquela força ao português brigadeiro-general Sérgio Estrela, na segunda-feira da próxima semana, no quartel-general da missão, em Maputo.
César Manuel Pires Correia assumiu as funções em 10 de setembro de 2025, substituindo o brigadeiro Luís Barroso.
O Conselho da União Europeia prorrogou, em maio último, o mandato da EUMAM-MOZ por mais seis meses, até 31 de dezembro de 2026, período em que o novo comandante vai dirigir a missão enquanto aguarda eventual prorrogação da mesma.
Moçambique quer prolongar missão da UE por mais dois anos
Moçambique pretende a extensão por dois anos desta missão militar da União Europeia, disse à Lusa, em julho, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, agradecendo o apoio europeu e destacando o papel de Portugal no processo.
"Terminámos a fase do apoio, no primeiro acordo, e agora estamos numa fase de negociação para a extensão, pelo menos por mais de dois anos, porque achamos que é extremamente importante", afirmou então o chefe de Estado moçambicano.
A União Europeia anunciou, em 2024, a adaptação dos objetivos estratégicos da anterior Missão de Formação Militar da UE em Moçambique (EUTM-MOZ), que transitou, em 01 de setembro do mesmo ano, do modelo de treino para um de assistência, passando, assim, a designar-se EUMAM-MOZ.
A EUTM-MOZ, que como a atual EUMAM-MOZ foi liderada por Portugal, formou em dois anos mais de 2.000 militares comandos e fuzileiros moçambicanos, que passaram a constituir companhias de Forças de Reação Rápida e já combatem o terrorismo em Cabo Delgado, bem como uma centena de formadores.
A missão em Moçambique foi ainda financiada, através do Mecanismo Europeu para a Paz, para aquisição de todo o tipo de equipamento não letal para estas companhias de forças especiais.
A província de Cabo Delgado, rica em gás e que sofre ataques desde 2017, regista um recrudescimento de ataques de grupos rebeldes desde julho, tendo sido alvos os distritos de Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e mais recentemente Mocímboa da Praia.
Quem é Sérgio Estrela?
Nascido em 1973, em Portugal, Sérgio Estrela formou-se como Piloto Aeronáutico e concluiu o curso básico de Comando no Instituto de Estudos Superiores da Força Aérea Portuguesa, em Sintra.
Ao longo da sua carreira, já foi assistente militar da Força Aérea no Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas Portuguesas, comandante do Grupo Operacional 61, na Base Aérea n.º 6, no Montijo, e representante de Portugal no Quartel-General do Comando Supremo Aliado para a Transformação, da NATO, em Norfolk, Estados Unidos da América.
Exerceu também a função de chefe do Centro de Operações Aéreas no Quartel-General do Comando Aéreo Português, em Monsanto, Lisboa, e comandante da Base Aérea N.º 8, em Maceda, Ovar.
Sérgio Estrela acumulou aproximadamente 5.000 horas de voo em diversos tipos de aeronaves, com condecorações que incluem o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis, a medalha de prata de Serviços Distintos e a medalha de mérito Militar de 2.ª Classe. https://www.ovarnews.pt/ex-comandante-da-base-de-maceda-lidera-missao-de-assistencia-militar-da-uniao-europeia-em-mocambique/
Em comunicado, a EUMAM-MOZ indica que o comodoro César Pires Correia, que cessa funções, irá entregar o comando daquela força ao português brigadeiro-general Sérgio Estrela, na segunda-feira da próxima semana, no quartel-general da missão, em Maputo.
César Manuel Pires Correia assumiu as funções em 10 de setembro de 2025, substituindo o brigadeiro Luís Barroso.
O Conselho da União Europeia prorrogou, em maio último, o mandato da EUMAM-MOZ por mais seis meses, até 31 de dezembro de 2026, período em que o novo comandante vai dirigir a missão enquanto aguarda eventual prorrogação da mesma.
Moçambique quer prolongar missão da UE por mais dois anos
Moçambique pretende a extensão por dois anos desta missão militar da União Europeia, disse à Lusa, em julho, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, agradecendo o apoio europeu e destacando o papel de Portugal no processo.
"Terminámos a fase do apoio, no primeiro acordo, e agora estamos numa fase de negociação para a extensão, pelo menos por mais de dois anos, porque achamos que é extremamente importante", afirmou então o chefe de Estado moçambicano.
A União Europeia anunciou, em 2024, a adaptação dos objetivos estratégicos da anterior Missão de Formação Militar da UE em Moçambique (EUTM-MOZ), que transitou, em 01 de setembro do mesmo ano, do modelo de treino para um de assistência, passando, assim, a designar-se EUMAM-MOZ.
A EUTM-MOZ, que como a atual EUMAM-MOZ foi liderada por Portugal, formou em dois anos mais de 2.000 militares comandos e fuzileiros moçambicanos, que passaram a constituir companhias de Forças de Reação Rápida e já combatem o terrorismo em Cabo Delgado, bem como uma centena de formadores.
A missão em Moçambique foi ainda financiada, através do Mecanismo Europeu para a Paz, para aquisição de todo o tipo de equipamento não letal para estas companhias de forças especiais.
A província de Cabo Delgado, rica em gás e que sofre ataques desde 2017, regista um recrudescimento de ataques de grupos rebeldes desde julho, tendo sido alvos os distritos de Chiúre, Muidumbe, Quissanga, Ancuabe, Meluco e mais recentemente Mocímboa da Praia.
Quem é Sérgio Estrela?
Nascido em 1973, em Portugal, Sérgio Estrela formou-se como Piloto Aeronáutico e concluiu o curso básico de Comando no Instituto de Estudos Superiores da Força Aérea Portuguesa, em Sintra.
Ao longo da sua carreira, já foi assistente militar da Força Aérea no Gabinete do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas Portuguesas, comandante do Grupo Operacional 61, na Base Aérea n.º 6, no Montijo, e representante de Portugal no Quartel-General do Comando Supremo Aliado para a Transformação, da NATO, em Norfolk, Estados Unidos da América.
Exerceu também a função de chefe do Centro de Operações Aéreas no Quartel-General do Comando Aéreo Português, em Monsanto, Lisboa, e comandante da Base Aérea N.º 8, em Maceda, Ovar.
Sérgio Estrela acumulou aproximadamente 5.000 horas de voo em diversos tipos de aeronaves, com condecorações que incluem o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis, a medalha de prata de Serviços Distintos e a medalha de mérito Militar de 2.ª Classe. https://www.ovarnews.pt/ex-comandante-da-base-de-maceda-lidera-missao-de-assistencia-militar-da-uniao-europeia-em-mocambique/


Este sábado, 26 de setembro, os campos e caminhos do Baixo Vouga Lagunar são o cenário de uma competição singular. A BioRace Estarreja Challenge celebra a sua 10.ª edição com 5000 participantes inscritos, provenientes de norte a sul do continente e da ilha da Madeira.
A prova decorre na zona do Baixo Vouga Lagunar, entre Salreu, Canelas e Fermelã, no sul do concelho de Estarreja, integrando os Percursos BioRia, junto à Ria de Aveiro. Entre campos agrícolas, valas e zonas húmidas, os participantes encontram uma paisagem que muda a cada etapa e que é parte essencial da experiência. Ao longo do trajeto, terão de superar cerca de 30 obstáculos naturais e artificiais, transpor fardos, transportar troncos ou enfrentar a lama e valas de água.
As inscrições voltaram a esgotar em tempo recorde. A prova de 10 km atingiu o limite de 3000 atletas em apenas três horas. O programa inclui também a distância de 5 km, partidas de elite, a BioRace Júnior, para crianças e jovens dos 6 aos 14 anos, e uma prova inclusiva adaptada a pessoas com deficiência.
Ao fim de dez edições, a BioRace reúne diferentes formas de viver o desporto: há atletas concentrados no tempo de chegada, grupos que enfrentam os obstáculos em equipa e participantes para quem o maior desafio é alcançar a meta. A entreajuda, o convívio, a boa disposição e o contacto com a natureza tornaram-se marcas de uma corrida que atrai milhares de pessoas a Estarreja todos os anos.
Organizada pela Câmara Municipal de Estarreja, com o apoio de dezenas de voluntários, a BioRace dá também a conhecer o património natural do concelho e sensibiliza para a sua preservação. A reutilização de materiais na construção dos obstáculos e as ações de limpeza ambiental acompanham o evento desde as primeiras edições.
As partidas começam às 10h00, com a BioRace Júnior. A prova inclusiva está prevista para as 10h30, seguindo-se a prova dos 5 km, a partir das 10h45. A prova dos 10 km terá o seu início às 14h20, estando marcadas 17 partidas ao longo de toda a tarde. A partida e a chegada situam-se junto ao Centro de Interpretação Ambiental do BioRia, em Salreu.
Recomenda-se aos participantes a utilização do comboio, uma vez que o apeadeiro de Salreu fica a cerca de 700 metros do recinto da prova. https://www.ovarnews.pt/biorace-celebra-10-a-edicao-com-5-mil-atletas/
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