sexta-feira, agosto 23, 2024

A Secção Regional Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros (OE) realizou uma visita a 21 Serviços de Urgência (SU) da região Centro no pico do inverno. Da mesma foram compilados vários resultados, agora apresentados.

No dia 12 de janeiro de 2024, em pleno inverno, num contexto de elevada incidência de infeções

respiratórias agudas na comunidade e que, há semanas, mantinha os SU sob grande pressão, a SRCentro

encetou, pela primeira vez, uma visita massiva a vários SU da sua área de abrangência (excluindo as

urgências obstétricas, ginecológicas e pediátricas).

Seguindo o seu desígnio fundamental: promoção da segurança e qualidade dos cuidados de enfermagem

prestados à população, atendendo a estes contextos de elevada afluência e, muitas vezes, de sobrelotação

de serviços, pode tornar-se difícil manter a segurança e a qualidade dos cuidados de enfermagem prestados,

tornou-se fundamental assegurar a observância das regras de ética e deontologia profissional.

As visitas foram realizadas a dez Serviços de Urgência Básica (SUB), a nove Serviços de Urgência Médico-

cirúrgica (SUMC) e a dois Serviços de Urgência Polivalente (SUP).

Foram objeto de avaliação: o número de admissões das últimas 24 horas; as prioridades atribuídas pelo

Sistema de Triagem de Manchester (STM); os tempos de espera para a 1a observação médica; a existência

de equipas de transporte, de protocolos vias verdes (Sépsis, AVC, Coronária e Trauma) e de protocolos de

reavaliação/retriagem de doentes e ainda a permanência de doentes há mais de 24 horas nos SU e as

dotações de enfermagem.

“Atendendo ao panorama atual dos SU (e SU de Obstetrícia e Pediátricos), e encaminhando-nos, de novo, para

o aproximar do outono e inverno, com um aumento da procura e, concomitante pressão acrescida sobre os

serviços e equipas de profissionais, devido a ser um momento propício a doenças respiratórias, importa

divulgar estes dados no sentido de perceber os problemas instalados, aliás, há vários anos a esta parte, onde

os riscos para com a qualidade e segurança de cuidados a prestar estão mais vincados”, assinala Valter Amorim,

Presidente do Conselho Diretivo da Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros.

Coimbra registou o maior número de admissões: 442 (Hospital Universitário de Coimbra e Hospital Geral –

Covões). Seguiu-se o Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, com 427 doentes admitidos, e 242 admissões no

Hospital São Teotónio, em Viseu.

No dia da visita da SRC, a média de tempo de espera entre triagem e observação médica em pulseiras

amarelas era de 83 minutos. Contudo, em quatro SU não havia espera e, no extremo oposto, em Leiria a

espera média era de 11h. Assinalamos que o tempo máximo para observação de pulseiras amarelas é de 60

minutos.

Aveiro foi o SU com maior afluência de utentes, sendo que o Hospital Universitário de Coimbra era a unidade

com mais Enfermeiros. O SUMC de Caldas da Rainha é que teve melhor resposta instalada face à procura

registada, enquanto São João da Madeira e Águeda registaram a pior resposta.

Na relação nas 24h entre o número de enfermeiros por utente, São João da Madeira e Águeda detêm o pior

resultado com cerca de 11 utentes por cada enfermeiro, ao invés, o Hospital Geral (Coimbra) e Caldas da

Rainha surgem com cerca de 2 utentes por cada enfermeiro.

Durante a visita aos serviços de urgência foi também avaliada a implementação de protocolos de Vias Verdes

(Sépsis, Coronária, AVC e Trauma), essenciais para garantir uma resposta rápida e eficaz em situações

críticas. A Via Verde AVC é a melhor estabelecida, estando presente em 13 dos 21 SU. Apenas em Coimbra

e Castelo Branco existe Via Verde Trauma. Nenhum dos SUP possui Via Verde Sépsis, somente quatro dos

21 serviços detêm este protocolo. A Via Verde Coronária está implementada em dez dos 21 serviços

analisados.

Dos serviços visitados, apenas dois SUB, quatro SUMC e 1 SUP dispunham de equipa de transporte. Quando

estas equipas não existem, há uma sobrecarga dos restantes elementos, retirando enfermeiros de outros

postos de trabalho. Muitos destes transportes demoram horas, ausentando elementos das equipas, durante

grande parte dos turnos, reduzindo rácios enfermeiro doente, colocando em causa as dotações seguras,

com todas as consequências que daí podem advir, tanto para doentes como para profissionais.

Quase 600 doentes estavam há mais de 24h nos SU, destacando-se pela negativa Guarda (59 utentes); Caldas

da Rainha (36 utentes) e Leiria (34 utentes) entre as 24h e as 48h, dos quais, 83 aguardavam há mais de dois

dias no SU. Guarda e Leiria mantêm o retrato negro nesta categoria, com 23 e 21 utentes, respetivamente.

Quando o número de doentes no SU é tal que cria a necessidade de utilizar espaços físicos onde não existem

postos de trabalho de enfermagem e, portanto, sem vigilância, não existem condições mínimas de segurança.

Quando existem tempos de espera para a primeira observação médica que ultrapassam as 20 horas, é

impossível assegurar dotações de enfermeiros que consigam retriar/reavaliar todos os doentes, sempre que o

tempo de espera excede o limite previsto, como determina a norma 02/2018 da DGS.
https://www.ovarnews.pt/retrato-dos-servicos-de-urgencia-da-regiao-centro-ordem-dos-enfermeiros/
Dois pescadores foram resgatados das águas da Ria, esta quinta-feira à noite, depois de terem caído do barco quando estavam à pesca.

Segundo a Polícia Marítima, citada pelo Noticias de Aveiro, um dos pescadores foi transportado pelos bombeiros da Murtosa ao Hospital de Aveiro, por precaução, por apresentar sinais de hipotermia.

As operações de socorro decorreram entre a ponte da Varela e a estalagem Riabela e contaram com apoio de outros pescadores que terão dado o primeiro alerta às 22h30.
https://www.ovarnews.pt/pescadores-resgatados-com-vida-da-ria/

quinta-feira, agosto 22, 2024

Desde fevereiro de 2022 e com a escalada da inflação, a DECO PROteste tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 Produtos Alimentares Essenciais.

O cabaz inclui Carne, Congelados, Frutas e Legumes, Laticínios, Mercearia e Peixe, sendo considerados, entre outros, produtos como Perú, Frango, Carapau, Pescada, Cebola, Batata, Cenoura, Banana, Maçã, Laranja, Arroz, Esparguete, Açúcar, Fiambre, Leite, Queijo, Manteiga, entre muitos outros.

Como é habitual, os valores do cabaz são comunicados aos meios de comunicação social neste formato. Em anexo segue o Excel com outros pormenores.

As simulações de preços também podem ser feitas aqui: https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/simule-e-poupe/supermercados-online-qual-vende-mais-barato .

Sobre a análise de 21 de agosto de 2024:

- Valor do cabaz está nos 226,45 €;

- Entre o dia 14/08 e o dia 21/08 existe uma diferença de 2,63 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (1,18 %);

- Entre o dia 03/01 e o dia 21/08 existe uma diferença de -9,59 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias ( -4,06 %);

- Entre o dia 23/08/23 e o dia 21/08/24 existe uma diferença de 13,06 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (6,12 %);

- Entre o dia 23/02/22 (Início guerra Ucrânia) e o dia 21/08/24 existe uma diferença de 42,82 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (23,32 %).

 

- Há um ano, a 23 de agosto, o cabaz custava menos 13,06 euros

- Brócolos, pescada e massa esparguete registaram maiores aumentos percentuais face a semana anterior
https://www.ovarnews.pt/preco-do-cabaz-alimentar-sobe-263-euros-esta-semana-deco/
Herdou um tesouro de família que hoje todos podem conhecer: a receita do primeiro pão de ló de Ovar a ser comercializado. Mas a Gaby acredita que a receita já estava na família há mais tempo.

Ao Sapo Viagens fala sobre a produção do Pão de ló Celeste d’Ovar começou em 1910. “A Celeste era a irmã mais nova de 16 irmãos das quais cinco eram freiras. Em 1910, com a instauração da República, elas vêm para casa da irmã mais velha que era casada com o meu bisavô que as acolheu. Portanto, foi preciso rentabilizar de alguma forma aquelas mãozinhas todas”, conta a Chef vareira ao SAPO Viagens num artigo que pode s.
https://www.ovarnews.pt/quando-o-pao-de-lo-de-ovar-e-materia-prima-para-a-criatividade/
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) desaconselha ou até proíbe mesmo, todos os dias, os banhos em praias de norte a sul.

O organismo já tomou este tipo de decisão este ano, em praias de Espinho ou Ílhavo, por exemplo, por ter sido verificada “contaminação microbiológica”.

Este ano, a água nas praias portuguesas está mais contaminada do que em 2023, alerta a Zero, pois foram proibidos mais banhos do que no ano passado.

A APA diz que a maior quantidade de chuva de junho e julho está a realçar problemas dos sistemas de tratamento e de drenagem de águas residuais.

As praias que estão interditas podem ser verificadas neste sítio da Agência Portuguesa do Ambiente.
https://www.ovarnews.pt/os-banhos-estao-proibidos-nas-praias-de/

quarta-feira, agosto 21, 2024

Estarreja alarga isenção de IMI para cinco anos
Estarreja é um dos 20 municípios, dos 308 municípios de Portugal, que aderiu à medida, incluída no pacote Mais Habitação por proposta do PAN, que permite alargar a isenção temporária do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de três para cinco anos a quem comprou a primeira casa para habitação própria e permanente ou fez obras de reabilitação, segundo dados enviados pelo Ministério das Finanças ao ECO. Isto significa que apenas 6,5% das autarquias decidiram libertar os seus munícipes desta tributação por mais dois anos extra, neste que é o primeiro ano de vigência do benefício.

Ovar, assim como Lisboa e Porto,  estão fora da lista das câmaras que estenderam o período de isenção assim como a maior parte das capitais de distrito com exceção de Leiria e Santarém.

Ler mais in ecco.
https://www.ovarnews.pt/?p=83583
A Decathlon acaba de lançar um novo serviço de retoma que vai transformar a forma com os clientes Decathlon vendem o seu material desportivo usado.

A recolha na morada, de forma simples e rápida, o transporte assegurado dos produtos e o pagamento do valor de retoma por transferência bancária, são as principais vantagens do novo serviço.

O serviço de Retoma, que permite que se dê uma segunda vida ao equipamento ou material desportivo que já não se usa, antes implicava a entrega/avaliação do produto usado numa loja Decathlon, e o recebimento do voucher, após a avaliação dos técnicos.

Hoje, o serviço tem novas vantagens: a recolha na morada permite dar resposta aos clientes que pretendiam fazer a retoma dos seus produtos volumosos, de grande dimensão e pesados, como por exemplo material fitness (passadeiras, bicicletas estáticas…), produtos de campismo ou relacionados com desportos aquáticos, em que o transporte muitas das vezes é difícil devido a estas características. Assim, com a retoma com recolha na morada, a Decathlon vai a casa do cliente buscar o produto e este não tem de se preocupar com o transporte.

Todo o processo de venda e retoma dos produtos é realizado online. O cliente submete o seu produto para avaliação visual através de um link disponível no site e, caso seja validado, ser-lhe-á pedida a data preferencial para a recolha na morada. Assim que o produto for aprovado pela Decathlon após verificação técnica, o valor será enviado ao cliente para a conta bancária indicada.

Este produto será verificado, recondicionado e colocado à venda online, em Decathlon.pt para que tenha uma segunda vida.
https://www.ovarnews.pt/?p=83569
Arada: Perdeu a vida quando ia para o trabalho
Um motociclista morreu, na madrugada desta quarta-feira, 21 de agosto, após uma colisão ocorrida na freguesia de Espargo, em Santa Maria da Feira.

O homem, de 55 anos, residente em Arada, Ovar, deslocava-se para o local de trabalho, na zona industrial do Lusopark, quando o acidente aconteceu.

A vítima foi assistida rapidamente mas, apesar dos esforços das equipas de socorro, acabou por não ser possível reverter a paragem cardiorrespiratória.

O óbito foi declarado no local e o corpo levado para o gabinete do Instituto de Medicina Legal.
https://www.ovarnews.pt/arada-perdeu-a-vida-quando-ia-para-o-trabalho/
Entre Válega e a Disney, Cláudia Sofia Santos é uma estrela em ascensão na música nacional
Até parece que estamos a falar de Selena Gomez, Demi Lovato, Miley Cyrus, Nick Jonas ou Olivia Rodrigo. Tudo nomes que nasceram em programas de televisão da Disney e se tornaram celebridades da música internacional. Mas não. Desta vez falamos de uma portuguesa, de Ovar, que está a seguir os passos daqueles à escala nacional. Trata-se de Cláudia Sofia Santos, nascida há 26 anos, no lugar de Candosa, em Válega.

Licenciada em Imagem Médica e Radioterapia e a terminar uma Pós-graduação em Marketing Digital, Cláudia Sofia Santos, é, atualmente, 'performer' na Disneyland Paris e procura um lugar ao Sol no cenário musical português.

https://www.youtube.com/watch?v=pRWwuzolBeY

Ao longo da infância e adolescência, foi bastante influenciada pela música e muitos foram os nomes que fizeram parte da sua educação musical. Depois, começou também a interessar-se pela dança e o apelo do mundo do espetáculo foi impossível de conter.

A sua jornada artística começou em tenra idade, a cantar em pequenas reuniões de família, capturando o coração de todos com sua voz. Consciente do seu potencial, Cláudia mergulhou de cabeça no mundo das artes, à procura de formação acadêmica em teatro e música. Esta combinação não só fez com que, aprimorasse as suas habilidades vocais como também lhe conferiu uma presença de palco magnética, características que se tornaram os seus maiores trunfos. ​

Aos 15 anos, foi estudar para a ACE (Academia Contemporânea do Espetáculo) no Porto, onde concluiu o curso de Interpretação. Passou pelo teatro musical, banda de baile/arraial, danceterias e, por último, foi corista de vários artistas nacionais.

https://www.youtube.com/watch?v=eo87-oyVKUI

Em abril deste ano, depois de ter realizado uma audição em França, surgiu a oportunidade de uma vida: entrar para o grupo restrito de performers na Disneyland de Paris, onde faz parte de um espetáculo da magia Disney, atuando diante de um público internacional.

Não demorou que desse nas vistas e daí decidiu arrancar com a sua carreira a solo. Começou a dar os primeiros passos nesse sentido, no início de 2023, até que em março deste ano lançou os seus dois primeiros temas originais, “Desejo de Amar” e “Mãos no ar”.

https://www.youtube.com/watch?v=av8_T-O2nDA

Nos seus concertos é possível ouvir temas que ainda não foram divulgados e a cantora anuncia já um novo tema: "No próximo mês de setembro, vai ser lançado o videoclip do novo tema original, “Nesta Dança”, que conta com a participação do saxofonista, Joel Ferreira".

A cantora natural de Válega revela que pretende dedicar-se totalmente à sua carreira, o que para já não é possível, uma vez que se encontra a trabalhar na Disneyland Paris. Todavia, "obrigou-me a reduzir a disponibilidade de marcação de concertos em Portugal, por receio de não conseguir cumprir com as datas".

Cláudia está a fazer os possíveis por atender aos pedidos e, "neste momento, já me encontro com maior flexibilidade, tendo algumas datas disponíveis para marcação de concertos até ao final do ano". Atuou em Válega, no passado fim de semana, nas Festas de Nossa Senhora do Amparo, numa aparição que teve um significado especial para ela. A agenda para 2025 mantem-se aberta sem restrições.

Cinco Perguntas a Cláudia Sofia Santos

1. É natural de que lugar de Válega? Sou natural do Lugar de Candosa.

2. Desde quando se lembra de querer ser artista? Desde sempre me lembro de querer ser artista.

3. Quem são os seus cantores favoritos? Christina Aguilera, Mariah Carey, Jennifer Hudson e Tori Kelly.

4. Qual é o tema que está a promover neste verão e projetos para o futuro? São dois: Desejo de Amar” e “Mãos no ar”, mas há um novo tema original para breve.

5. Quem é o produtor dos seus temas? Até ao momento todos os meus temas são produzidos pelo músico, cantor e produtor Leandro Perfeito.
https://www.ovarnews.pt/de-valega-para-a-disney-claudia-sofia-santos-e-uma-estrela-em-ascensao-na-musica-nacional/
Sacos de colostomia na praia do Furadouro. Why not?! - Por Dr. Eurico Silva
A colostomia é um procedimento cirúrgico que cria uma abertura no abdómen para desviar o conteúdo intestinal, permitindo que as fezes sejam recolhidas num saco específico. Essa condição, que pode parecer limitadora à primeira vista, não precisa, de forma alguma, ser um obstáculo para desfrutar de momentos de lazer na praia.Recentemente, nas minhas férias observei um turista estrangeiro a desfrutar do sol e do mar com um saco de colostomia visível, sem qualquer embaraço ou restrição. Esta cena inspiradora demonstra que as limitações que muitas vezes impomos a nós mesmos são, em grande parte, fruto de barreiras mentais e não de impedimentos reais.

É essencial desmistificar a ideia de que uma colostomia é um fator de isolamento social. Pelo contrário, com a devida preparação, qualquer pessoa pode e deve continuar a frequentar a praia, seja com t-shirt ou tronco nu. A autoestima e a confiança podem ser desafiadas, privar-se de atividades como a praia é uma perda que não afeta apenas quem vive com colostomia, mas também seus entes queridos.

Neste sentido, lanço um desafio: no próximo dia 27, pelas 10h30, convido todas as pessoas com colostomia, familiares e amigos a se juntarem na praia a sul do Furadouro. Com t-shirt ou tronco nu, tragam os vossos sacos e, principalmente, a vontade de aproveitar o mar, o sol e a vida. Porque viver plenamente não deve ter barreiras – Why not?!

PS - partilhe este artigo que é também um convite, até 27 de agosto!

Eurico Silva

USF João Semana
https://www.ovarnews.pt/?p=83566

terça-feira, agosto 20, 2024

Furadouro: Legalidade de prédio gera muitas dúvidas
Há dúvidas se o edifício multifamiliar, em fase final de construção no lote 5 do loteamento municipal do Furadouro, entre a Capela da Srª da Piedade

e a Discoteca Fénix, cumpre o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Ovar – Marinha Grande (POC).

Alcides Alves, socialista eleito no executivo camarário, duvida se cumpre o POC, "porque os terrenos do loteamento se encontram situados na Zona de

Nível 1 da Faixa de Salvaguarda à Erosão Costeira e, como tal, objeto de vários condicionamentos urbanísticos, nomeadamente, a impossibilidade de os edifícios aí

construídos terem pisos abaixo da cota da soleira".

Composto por cave, rés-do-chão e três andares, encontram-se a ser executados trabalhos de acordo com o projeto aprovado e licenciado, mas será que cumpre o prescrito no POC Ovar Marinha Grande? Isto é, frisa Alcides Alves,

"pode o edifício ter cave quando o POC na Zona de Nível 1 da Faixa de Salvaguarda à Erosão Costeira o impede?"

Continua: "Pelo que nos é dado a ver o edifício possui cave, r/ch e três pisos, 4 recuados, v.g., 6 pisos,

pois o -1 e os recuados também são pisos. É que no projeto de arquitetura e nas peças do loteamento escritas – Regulamento – e nas desenhadas – planta de implantação e quadro sinótico – não se vislumbra qualquer

possibilidade de edificar abaixo da cota da soleira, seja para cave, seja para estacionamento ou outro uso", questiona o socialista.

Alcides Alces sabe que o executivo social-democrata de Ovar não gosta de ser interpelado, mas exige esclarecimento da legalidade urbanística, "uma vez que os loteamentos definem os

parâmetros urbanísticos da edificação, não podendo os edifícios, em circunstâncias

nenhumas, ultrapassar o previsto para o mesmo loteamento, sentindo-se o mesmo, também, na obrigação de respeitar instrumentos de planeamento de índole administrativa superior, como é o caso dos Planos de Ordenamento".

O vereador António Bebiano, em resposta à questão, esclareceu que, relativamente ao edifício

inserido no lote 5 do Loteamento Municipal, "o licenciamento do edifício ali em construção foi

devidamente aprovado, cumpre todos os limites previstos no loteamento, quer no número de pisos, quer na área de edificabilidade e de implantação". A explicação foi logo reforçada pelo presidente Domingos Silva: "O loteamento não tem que

estar conforme como o POC, uma vez que este plano é posterior à aprovação do loteamento, sendo que, para o licenciamento de construções o que se impõe são as

regras e limites previstos no loteamento aprovado".

Segundo informação que obteve junto do Serviço de Fiscalização, conclui que "a construção existente

está de acordo com o licenciamento aprovado".
https://www.ovarnews.pt/furadouro-legalidade-de-predio-gera-muitas-duvidas/
O Porto de Aveiro avança para o projeto de reconfiguração da Barra para garantir a entrada a navios de maior dimensão.

Apontadas como uma das principais razões para a erosão costeira, o projeto esteve alguns anos em estudo pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil que deu luz verde e avança para o lançamento do concurso já com anúncio em Diário da República.

A administração portuária investe, de forma direta, 400 mil euros nesta fase que irá passar por estudo de impacto ambiental até ao concurso de uma obra que poderá custar cerca de 30 milhões de euros.

O molhe sul será encurtado em 100 metros e, depois, prolongado em 200 metros, numa rotação para sudoeste, garantindo uma boca de barra mais alargada e protegida.

A administração em sucessivas declarações tem acentuado a importância de criar condições para receber novas embarcações.

Eduardo Feio aponta os 32 metros de boca das embarcações como objetivo uma vez que se trata das dimensões para navios que atravessam o Canal do Panamá e que já representam a maioria da frota à escala global.

O alargamento da boca da barra é mecanismo encontrado para tentar melhorar as acessibilidades e minimizar os impactos da entrada de água na laguna.

“A concretização do presente projeto permitirá aumentar a qualidade dos serviços prestados ao nível da fiabilidade e segurança das condições de acesso oferecidas, bem como capacitar o Porto de Aveiro para a oferta de novos serviços portuários e, consequentemente, para a diversificação das suas áreas de negócio e reforço do porto no seu hinterland. Este projeto constitui uma mais valia para aumentar a capacidade competitiva das empresas que utilizem o Porto de Aveiro”, refere a APA em comunicado divulgado esta manhã.

O concurso, lançado pelo valor base de 400 Mil Euros, prevê um prazo de execução 210 dias. O prazo de entrega das propostas termina a 23 de setembro.
https://www.ovarnews.pt/?p=83541
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 7,3% em julho face a igual mês de 2023 e 0,1% face a junho, para 305.139 pessoas, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP.

“No fim do mês de julho de 2024, estavam registados, nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 305.139 indivíduos desempregados, número que representa 67,5% de um total de 451.897 pedidos de emprego”, lê-se na nota divulgada pelo IEFP.

São mais 20.809 pessoas inscritas nos centros de desemprego face a julho de 2023.

Já na comparação em cadeia, trata-se de mais 193 pessoas, desempenho para o qual “contribuíram os inscritos há menos de 12 meses (+17.926), os que procuram um novo emprego (+19.505) e os adultos (+17.262)”, explica o IEFP.

No que toca aos grupos profissionais, face ao período homólogo, observou-se um acréscimo em todos os grupos, com destaque para os “Operadores de instalações e máquinas e trabalhadores da montagem” (+11,8%) e “Trabalhadores qualificados da indústria, construção e artífices” (+10,3%) e “Trabalhadores não qualificados”(+9%).

Já a nível regional, o desemprego registado aumentou em todas as regiões em julho, face ao período homólogo, com exceção dos Açores e da Madeira, que recuou 9,9% e 11,3%, respetivamente.

O valor mais acentuado de aumento do desemprego foi registado na região do Algarve (+17,1%).

Por outro lado, na comparação em cadeia, “a tendência é de aumento, com exceção para a região do Algarve onde se registou uma diminuição do desemprego (-7%)”, indica o IEFP.

No final de julho, as ofertas de emprego por satisfazer atingiram os 12.178 nos Serviços de Emprego de todo o país, o que corresponde a uma diminuição das ofertas em ficheiro na análise anual (-4.383; -26,5%) e face ao mês anterior(-765; -5,9%).

 
https://www.ovarnews.pt/?p=83539
A pessoa mais velha do mundo, a espanhola María Branyas Morera, morreu aos 117 anos, após sobreviver a guerras e pandemias, informou sua família nesta terça-feira (20).

“María Branyas nos deixou”, escreveu a família na conta da idosa na rede social X. "

Morreu como desejava: enquanto dormia, tranquila e sem dor”.

“Há alguns dias nos dizia: um dia irei embora. Não voltarei a provar o café, nem tomar iogurte (…) Deixarei de existir neste corpo. Um dia que desconheço, mas que está muito perto, estálonga viagem terá acabado”, contou a família em sua mensagem .

mesma conta, Branyas antecipou na segunda-feira que o momento da morte estava próximo.

“Me sinto fraca. Está chegando a hora. Não chorem, não gosto de lágrimas. E, principalmente, não sofram por mim. Onde estiver, estarei feliz”, afirmou a mulher.

Branyas era a pessoa mais velha do mundo, segundo o  Grupo de Investigação Gerontológica de Estados Unidos (US Gerontology Research Group) e o livro Guinness dos recordes.

Após a morte de Branyas, a pessoa mais idosa é a japonesa Tomiko Itooka, que nasceu em 23 de maio de 1908 e tem 116 anos.
https://www.ovarnews.pt/morreu-a-mulher-mais-velha-do-mundo-tinha-117-anos/
O Município acaba de lançar a sua agenda cultural que contabiliza mais de 80 propostas, até ao final do ano. A autarquia reforça a aposta em duas marcas consolidadas: O FLO – Festival Literário de Ovar e o Ovar Expande e, mais uma vez, conjuga nomes que dispensam apresentações com projetos relevantes dos agentes culturais locais, sempre numa abordagem integrada dos diferentes equipamentos municipais e com uma forte aposta na programação para crianças, jovens e famílias e na formação de novos públicos.

“A autarquia desenhou uma programação cultural, eclética e transversal, pensada e trabalhada de forma articulada e complementar”, resume Alexandre Rosas, vice-presidente da Câmara Municipal de Ovar, que defende que “a aposta numa dinâmica cultural regular, inovadora, diversificada e com identidade tem contribuído para a afirmação de um concelho cada vez mais próspero, social e economicamente”.

Da promoção da leitura às artes de palco, de visitas guiadas e encenadas a entrevistas e tertúlias, de exposições às oficinas de formação, do cinema às conferências, o Município de Ovar lança uma nova agenda, desenhada para diferentes públicos. O primeiro destaque da programação é o Festival Literário de Ovar que decorre, de 18 a 22 setembro, em vários palcos da cidade. A liberdade é fio condutor. Esta que é a décima edição da iniciativa, conta com música, teatro, mostras, performances, apresentações de livros, conversas e oficinas. Destaque para o espetáculo “A Noite”, a 21 de setembro, às 21h30. A primeira peça de teatro escrita por José Saramago chega ao palco do Centro de Arte de Ovar (CAO) com um elenco de luxo que conta com nomes como Diogo Morgado, Jorge Corrula e João Didelet.

À Escola de Artes e Ofícios regressa o Ovar Expande, de 17 a 19 de outubro, com oito concertos em ambiente intimista e descontraído. Um cartaz arrojado que mais uma vez dá palco à nova música portuguesa e que se divide em três eixos: música, conversas e formações.

O Município de Ovar associa-se ao FESTOVAR, promovido pela CONTACTO, com a peça “O meu amigo H”, em cena, a 5 de outubro. Um trabalho do Teatro Nacional 21, numa coprodução com o Município de Ovar e outros parceiros, dirigido por Cláudia Lucas Chéu e Albano Jerónimo, o qual integra, também, o elenco de atores.

Nota, ainda, para Sara Correia, a 25 de outubro, Capitão Fausto, a 22 de novembro, e Nena e Joana Almeirante, a 13 de dezembro. Todos os concertos estão marcados para as 21h30, no CAO.

Também o Eixo – Programa de Aprendizagem Criativa e Medição de Públicos regressa revigorado, com uma aposta em espetáculos descentralizados em várias freguesias do concelho. Das propostas, importa assinalar, no CAO, os espetáculos “TPC: Frei Luís de Sousaaa”, a 31 de outubro, com uma sessão destinada ao público geral, às 21h30 e o divertido musical Madagáscar, marcado para 15 de dezembro, às 16h.

Esta agenda fica ainda marcada por diversos espetáculos protagonizados pelos agentes culturais do território. Uma vez por mês, as portas do Museu Júlio Dinis abrem para receber o projeto “Sozinho em Casa”, cujos protagonistas são artistas locais. Além disso, a Banda Sinfónica de Ovar (12 de outubro, às 21h30, no CAO); o XXIII Concordas 2024 - Encontro de Cordas de Esmoriz (9 de novembro, às 21h30, no CAO); O Pontas Soltas, da Academia Gimnodançarte (16 de novembro, às 19h, no CAO); A Sociedade Musical Boa União, (30 de novembro, às 21h30, no CAO) e a Banda Filarmónica Ovarense (7 de dezembro, às 21h30, no CAO) são alguns dos muitos exemplos, integrados na programação.

 

 
https://www.ovarnews.pt/ovar-lanca-propostas-culturais-ate-ao-final-do-ano/

segunda-feira, agosto 19, 2024

Diogo Costa vence no Cruzeiro da Ria mais Olímpico de sempre
O velejador Olímpico, Diogo Costa, acabado de regressar dos Jogos de Paris onde conquistou um diploma Olímpico com o seu 5.º lugar  em 470 misto, com a Carolina João, esteve presente no Cruzeiro da Ria deste fim de semana.

E não veio sozinho, acompanhado outros grandes nomes da Vela nacional, como o medalhado olímpico Nuno Barreto e Diogo Cayolla, entre outros velejadores do circuito mundial.

Ele integrou a embarcação da classe Raquero e baptizada com o nome "Ilha Graciosa", vencendo, na sua categoria, a 60.ª edição da prova.

A tripulação do "Ilha Graciosa" foi composta Nuno Barreto, sócio do Clube Naval da Ilha Graciosa e medalhado olimpico nos Jogos de Atlanta em 1996 na classe 470, Diogo Cayola, outro velejador olimpico e António Barreto, Bernardo Barreto, Gonçalo Barreto e Patricia Resende completaram o lote de tripulantes.

A 60.ª Edição do Cruzeiro da Ria contou com quase uma centena de embarcações e mais de duzentos e trinta participantes nas diversas Classes.

As duas Regatas, Ovar - Aveiro, S. Jacinto e regresso, decorrerem com condições de vento excelentes para a prática da Vela, apesar de em certos momentos o vento ser intenso principalmente para os mais jovens, mas foram poucos os incidentes de prova.

Uma excelente prestação das três embarcações de Vela Adaptada, que disputaram um animada e competitiva regata com o resultado final a ser disputado quase me cima da linha de chegada, parabéns pela vossa Excelente prova e demonstração.

Todos os participantes estão de Parabéns, bem como os 16 Clubes que estiveram representados.

Foram várias horas de muita cor e animação no Canal de Ovar da Ria de Aveiro em que as Vela voltaram a dar um colorido especial à nossa Ria, chamando também a atenção das entidades competentes, para a necessidade deste fantástico plano de água poder ser utilizado em qualquer hora, não tendo de se aguardar pela preia-mar para se poderem realizar a prática desportiva.

Carlos Andrade, da direção da NADO agradece a todos quantos apoiaram este evento, "aos nossos parceiros Academia de Vela Sporting Clube Aveiro - SCA/AAUAv e Associação Nautica Da Torreira, à Câmara Municipal de Ovar, União das Freguesias de Ovar, ao Município de Aveiro e Junta de Freguesia de S. Jacinto, ao RI 10 S. Jacinto, a todos os nossos patrocinadores, aos nossos colaboradores, os nossos sócios e amigos, à Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar, ao Grupo Carnaval Não Precisa, e muitas outras entidades e pessoas sem as quais não seria possível levar este evento a bom porto".

"Vamos começar a trabalhar para a 61.ª Edição do Cruzeiro da Ria".
https://www.ovarnews.pt/diogo-costa-vence-no-cruzeiro-da-ria-mais-olimpico-de-sempre/
A cultura do arroz em Estarreja faz parte da tradição e identidade da região. Os férteis e alagadiços terrenos do Baixo Vouga Lagunar fornecem as condições ideais para o cultivo deste cereal, e os arrozais trazem encanto e vida às paisagens do concelho.

 

Desde a germinação da planta até ao bago de arroz cozinhado, há todo um ciclo com diversas etapas, como a sementeira, plantação, monda e colheita. Com a orientação de experientes produtores de arroz da região, o BioRia convida a recordar tempos idos, arregaçar as mangas e entrar nas terras férteis de Salreu e Canelas. Uma compilação de experiências únicas, da terra à degustação do bago, que lhe permitirá entender e valorizar como nunca o cultivo do arroz!

Esta etapa aconteceu no domingo, no Percurso do Rio Jardim do BioRia (junto à linha CP - https://maps.app.goo.gl/PsYtbAtLd1UG5bG26). Depois da sementeira e da plantação, já com a planta-do-arroz bem desenvolvida, chegou a altura de fazer a monda num arrozal de Canelas.

Este método pretende controlar espécies vegetais que competem com a planta-do-arroz e que reduzem o seu desenvolvimento e produtividade, e é por isso bastante importante no ciclo de cultivo. Uma atividade que no passado juntava dezenas de pessoas nos arrozais do Baixo Vouga Lagunar, e que permitirá a todos os participantes experienciar na primeira pessoa mais uma etapa da cultura do arroz.

Outrora impulsionador da economia local, o cultivo do arroz ganhará novo fôlego com a inauguração do museu Fábrica da História – Arroz, agendada para 14 de setembro, nas antigas instalações da “Hidro-Eléctrica” de Estarreja. Este novo equipamento cultural pretende avivar a memória e as tradições associadas ao cultivo do cereal e à indústria do descasque.

Próximas fases do Arroz com História:

COLHEITA: 6 outubro, domingo, 9h30, Percurso do Rio Jardim – BIORIA

PROVA GASTRONÓMICA: 9 novembro, sábado, 15h00, Fábrica da História – Arroz

 

 
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Um Passe Ferroviário Nacional Digno do Nome - Diogo Sousa
Na recente Festa do Pontal, Luís Montenegro apresentou uma medida ambiciosa que promete transformar a mobilidade em Portugal: o passe ferroviário nacional ao custo de 20 euros mensais. Esta iniciativa, que faz parte do Plano de Mobilidade Verde a ser revelado em setembro, tem o potencial de estimular significativamente o uso do transporte ferroviário em detrimento do rodoviário, especialmente nos movimentos pendulares das populações residentes nas periferias das áreas metropolitanas.

Atualmente, o passe ferroviário nacional abrange apenas os comboios regionais e custa 49 euros por mês. Em contraste, a nova medida prevê a expansão do passe para todos os tipos de comboios, com exceção do Alfa Pendular. Com esta nova configuração, o passe será muito mais abrangente e consideravelmente mais acessível, com o custo mensal reduzido para 20 euros.

Esta medida tem um enorme potencial para revitalizar o uso do transporte ferroviário em Portugal. Ao alargar o passe a todas as composições, exceto o Alfa Pendular, o governo oferece uma solução de mobilidade muito mais vantajosa e inclusiva do que a versão anterior. Com um preço significativamente mais baixo, o passe torna-se uma opção extremamente competitiva para quem vive nas periferias das grandes áreas metropolitanas e depende diariamente do transporte para se deslocar.

Esta estratégia pode contribuir para uma significativa redução do tráfego rodoviário, diminuindo as emissões de carbono e aliviando a sobrecarga nas infraestruturas viárias, enquanto promove uma mobilidade mais sustentável e acessível.

No entanto, apesar das inegáveis vantagens da medida, é importante reconhecer que ela enfrenta sérios desafios. Em primeiro lugar, há um número insuficiente de comboios em circulação, o que já resulta em problemas de sobrelotação durante as horas de ponta. Para que o passe ferroviário seja verdadeiramente eficaz, será necessário investir no aumento da oferta e na renovação do material circulante.

Além disso, a rede ferroviária atual não cobre várias localidades importantes do país, limitando o alcance da medida e deixando muitas áreas ainda dependentes do transporte rodoviário. Outro fator crítico são os horários dos comboios, que precisam ser alargados para melhor atender às necessidades dos utilizadores.

Por último, as frequentes greves na CP e na Infraestruturas de Portugal (IP) têm provocado sérios constrangimentos no serviço ferroviário. Estes desafios operacionais precisam ser resolvidos para restabelecer a confiança dos passageiros no sistema e garantir que o passe ferroviário nacional possa cumprir seu potencial de transformar a mobilidade em Portugal.

Em conclusão, o passe ferroviário nacional de 20 euros é uma medida que, sem dúvida, poderá marcar um avanço significativo na mobilidade em Portugal, oferecendo uma solução acessível e abrangente para os utilizadores do transporte público. No entanto, para que esta iniciativa seja bem-sucedida, é crucial que os desafios estruturais e operacionais da rede ferroviária sejam abordados com urgência. Só assim será possível garantir que o transporte ferroviário se torne uma alternativa viável e preferencial para os portugueses.

Diogo Fernandes Sousa

Docente do Instituto Politécnico Jean Piaget do Norte
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Durante dos 12 dias da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, entre 31 de julho e 11 de agosto, nasceram 50 bebés no Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira: 23 meninas e 27 meninos.

Por terem nascido neste período, cada uma destas crianças recebeu um diploma de Infante/Infanta da Terra de Santa Maria, oferta que as ligará para sempre à terra da Viagem Medieval, resultado de uma parceria do Município de Santa Maria da Feira com a Unidade Local de Saúde (ULS) de Entre Douro e Vouga.

A maioria destas crianças pertence ao território feirense (16), mas há também bebés de famílias de Ovar (15), Oliveira de Azeméis (6), São João da Madeira (5), Vale de Cambra (4), Arouca (2), Espinho (1) e Estarreja (1).

Desde 2016 que o Município de Santa Maria da Feira atribui o título simbólico de Infante/a da Terra de Santa Maria a todos os bebés nascidos no hospital feirense, durante o período de cada edição da Viagem Medieval.

De sublinhar que, ano após ano, cresce o número crianças que, desde tenra idade, trajam a rigor e integram momentos de animação e recriação histórica do evento, numa singular demonstração de identidade e pertença a um evento que é património de Santa Maria da Feira e de Portugal.

Nascimentos | concelhos

» Santa Maria da Feira: 16 bebés

» Ovar: 15 bebés

» Oliveira de Azeméis: 6 bebés

» São João da Madeira: 5 bebés

» Vale de Cambra: 4 bebés

» Arouca: 2 bebés

» Estarreja: 1 bebé

» Espinho: 1 bebé

 
https://www.ovarnews.pt/nasceram-15-infantes-de-ovar-durante-a-viagem-medieval-na-uls-da-feira/

domingo, agosto 18, 2024

Jeremiah Bailey é a nova contratação para a versão 2024/2025 da equipa principal masculina de basquetebol do Sporting Clube de Portugal. O extremo de 1,98 metros chega aos Leões de Luís Magalhães depois de se ter afirmado como um dos destaques individuais na excelente época passada da AD Ovarense, onde o norte-americano somou médias por jogo de 9,6 pontos, 2,1 assistências e 7,8 ressaltos.

Agora, o basquetebolista de 25 anos encara a chegada ao emblema de Alvalade como “uma grande oportunidade”. “Conhecendo a História do Sporting CP e os títulos, acho que é um grande passo”, começou por dizer aos meios de comunicação Leoninos, deixando também clara a sua vontade de “ganhar mais jogos e troféus” já na temporada que se avizinha.

Jeremiah Bailey (ou JB, como gosta de ser tratado) reconheceu também que, além de conhecer o Sporting CP como adversário, aconselhou-se junto do amigo e ex-Leão Travante Williams, ambos naturais do Estado do Alasca. “Foi um jogador muito importante e bem-sucedido aqui. Venceu muitos títulos, portanto, sabendo isso e a forma como o Clube trabalha, queria muito vir e fazer parte disto”, realçou.
https://www.ovarnews.pt/sporting-confirma-ex-ovarense-jeremiah-bailey/