sábado, setembro 21, 2024

240 km e... sete furos! - Por José Correia na Route 66 (EUA)
Olá a todos!

Nestas duas últimas etapas, num total de 240 km, tive sete furos.

Isto aconteceu porque as pistas para bicicletas estão completamente cheios de restos de pneus e restos de aros constituído por milhares de pequenos fragmentos de aço que entram pelos penus e provocam furos.

Nunca me passou pela cabeça que isto fosse possível... Por acaso tinha muitos remendos.

Além disso, apanhei a segunda tempestade. Espero que hoje seja mais 'soft'.

As grandes etapas foram entre Tucumcari e Santa Rosa e Santa Rosa e Moriarty.

Abraço grande e obrigado pela vossa preocupação.

Votos de um excelente fim-de-semana,

JOSÉ CORREIA🤗🙏☔️🇺🇸🚴
https://www.ovarnews.pt/240-km-e-sete-furos-por-jose-correia-na-route-66-eua/
"Resposta do Ministério do Ambiente é insuficiente", diz Fernando Almeida
O Ministério do Ambiente, através do secretário de Estado Emídio Sousa, respondeu ao pedido de esclarecimento sobre as intervenções previstas no litoral vareiro enviado pelo deputado municipal, Fernando Almeida, em agosto último.

Estão previstas "intervenções a curto prazo de reabilitação e reforço da estrutura longitudinal aderente e dos esporões da praia do Furadouro, com um investimento que ultrapassa os 3 milhões de Euros, com candidatura aprovada e lançamento do respetivo procedimento concursal previsto para este mês de setembro", lê-se na resposta enviada ao eleito vareiro.

Prevê-se ainda a realização de "Estudo de Impacte Ambiental e projeto de execução da alimentação artificial  no troço Esmoriz - Furadouro, no valor de 700 mil Euros, com candidatura apresentada ao programa Temático para a Ação Climática e Sustentabilidade 2030, no passado mês de agosto".

Fernando Camelo Almeida - que foi eleito pelo CDS-PP, mas entretanto se desvinculou do partido - lamenta que já não se fale nos quebramares destacados e justifica a sua tomada de posição com o recente anúncio de obras na Figueira da Foz e a ausência de medidas para Ovar, que a comunidade científica aponta como uma das regiões da Europa onde o avanço do mar é mais preocupante.

"Gostaria de saber qual a razão para anunciarem um investimento de 28 milhões de euros para a praia da Figueira da Foz e continuarem sem tomar qualquer medida de fundo para as praias do município de Ovar em que o problema é muito mais grave e arrasta-se há demasiado tempo!"

"Fiquei surpreendido com o anúncio feito pela ministra relativamente a um investimento de 28 milhões de euros na Figueira da Foz", sublinha Fernando Camelo Almeida e explica: "Esperava que, simultaneamente, fosse anunciada a intervenção tão ansiada por todos os vareiros nas praias do concelho de Ovar".

Assim, solicitou já à Ministra do Ambiente e Energia que o informe da data prevista para uma intervenção de fundo nas praias do município de Ovar que "combata eficazmente o avanço do mar e não de obras de reforço da protecção costeira que essas já todos temos conhecimento".
https://www.ovarnews.pt/resposta-do-ministerio-do-ambiente-e-insuficiente-diz-fernando-almeida/

sexta-feira, setembro 20, 2024

Cerca de 40 artistas oriundos de doze países, como a Irlanda, Índia, Japão, Itália ou Polónia, fazem parte do programa do Festival Na Kalha que arranca esta sexta-feira nas principais ruas e praças de Ovar, sem esquecer a praia do Furadouro.

Numa organização do Colectivo Terylene, os locais dos espectáculos mantêm-se os de anos anteriores.

Assim, as manhãs decorrem no Parque Urbano de Ovar e as tardes contam com espectáculos na Praça das Galinhas, Praia do Furadouro e Praça da República.

Nuno Pinto, da organização do Na Kalha, salienta que a presente edição "é mais um passo na consolidação do festival, animando o espaço público ao conciliar outros conceitos de festas com as novas propostas de espectáculo”.

O Festival Na Kalha decorre até ao próximo dia 22 de setembro.
https://www.ovarnews.pt/festival-na-kalha-ja-esta-na-rua/
Joseph saltou do banco para decidir na AD Ovarense SAD
O ouro da AD Ovarense SAD estava no banco. E rendeu a dobrar! Em estreia no Campeonato SABSEG, Shaqkeem Joseph entrou ao intervalo do jogo com a JuveForce (2-0) para o resolver, com dois golos de rajada. “Foi bom ter ajudado a equipa a garantir os três pontos”, assumiu o avançado, nascido há 24 anos em Trinidad e Tobago.

A aposta do treinador dos 'vareiros', Ricardo Maia, em Joseph deu-se em resposta a “uma primeira parte que não foi a esperada”, admite o atacante, que realça: “Fizemos um bom jogo e conseguimos a vitória, que era o mais importante”.

Ler on AFAtv
https://www.ovarnews.pt/?p=84288
A floresta portuguesa, outrora diversa e rica em espécies autóctones, tem vindo a ser progressivamente substituída por extensas plantações de eucalipto, uma árvore exótica de rápido crescimento, mas também de alto risco quando falamos de incêndios.

Esta aposta contínua na monocultura do eucalipto, impulsionada por interesses económicos ligados ao setor das celuloses, tem-se revelado desastrosa para o equilíbrio do território e a segurança das populações.

Portugal, em particular a sua região Centro, tem sido ciclicamente devastado por incêndios florestais de proporções alarmantes. O problema, como muitos especialistas têm vindo a alertar, não reside apenas nas condições climatéricas, como ondas de calor e ventos fortes, mas também numa gestão florestal que privilegia o lucro imediato em detrimento da sustentabilidade a longo prazo.

O eucalipto, apesar de ser altamente rentável para a indústria de papel e celulose, não oferece a mesma resiliência que as espécies autóctones, como o sobreiro, o carvalho ou o pinheiro-manso. Estas árvores, além de terem um impacto mais positivo na biodiversidade e no ecossistema, são naturalmente mais resistentes ao fogo.

No entanto, é precisamente essa resistência ao fogo e a promoção de uma floresta mais diversa que parece ser continuamente ignorada. Os interesses económicos que estão por detrás da venda da madeira de eucalipto prevalecem, levando à perpetuação de uma monocultura que, em vez de mitigar os riscos, acaba por ampliá-los.

Não podemos desconsiderar que o mercado de eucalipto movimenta milhares de pequenos e grandes produtores, mas o que está em causa não é apenas o lucro imediato de uns poucos, é a segurança e proteção de todos.

As monoculturas de eucalipto, pela sua densidade e pelo comportamento desta espécie, funcionam como autênticas bombas-relógio. Quando o calor aperta e o vento sopra, estas florestas tornam-se numa catástrofe à espera de acontecer. Ao contrário das espécies autóctones, que conseguem retardar a propagação das chamas, os eucaliptos libertam óleos altamente inflamáveis que aceleram o fogo e tornam o seu controlo muito mais difícil. Além disso, as grandes manchas contínuas de eucalipto contribuem para a degradação do solo, comprometendo o futuro do território.

Face a isto, a questão que se impõe é até quando continuará a ser permitida esta aposta cega no eucaliptal? Até quando os interesses económicos se sobrepõem ao bem-estar das populações e à preservação do nosso território?

A falta de vontade política para mudar este paradigma é evidente, como demonstram várias propostas de reordenamento florestal que são engavetadas ou ignoradas. A implementação de medidas para reduzir a área de eucalipto e promover o regresso de espécies autóctones tem sido travada por lobbies poderosos que continuam a influenciar a política florestal.

A aposta no eucalipto, em detrimento de espécies mais adequadas ao nosso clima e ecossistema, não pode continuar a ser vista como uma solução viável. Os incêndios florestais que têm assolado Portugal nas últimas décadas são prova disso mesmo. A mudança é urgente, e passa por uma gestão florestal que priorize a diversidade, a segurança e o futuro sustentável e resiliente das nossas florestas.

Enquanto o interesse económico imediato continuar a sobrepor-se a estes valores, Portugal continuará a ser vítima das suas próprias escolhas. Não podemos continuar a arder violentamente todos os verões por causa de uma árvore que, apesar de rentável, tem um custo incalculável para o país. (Foto: Paulo Novais)

Diogo Fernandes Sousa

Docente do Instituto Politécnico Jean Piaget do Norte
https://www.ovarnews.pt/monocultura-de-eucaliptos-incendios-e-interesses-economicos-por-diogo-sousa/
Mais de 350 pessoas apoiadas pelo Centro Qualifica d’A Mutualidade
 

Apoiado pelo Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão PESSOAS 2030, (financiado pelo Fundos Europeus), o Centro Qualifica d’A Mutualidade de Santa Maria apoiou até agosto de 2024 mais de 350 pessoas em Ovar, Murtosa e Estarreja.

Apostando num trabalho de proximidade junto das pessoas e num trabalho em rede cada vez mais robusto, este Centro Qualifica busca oportunidades de qualificação para os que procuram este serviço e conduz homens e mulheres com baixos níveis de qualificação nos seus percursos de certificação escolar e/ou profissional.

O Centro Qualifica d’A Mutualidade é um serviço gratuito, flexível e personalizado, mas a entidade valoriza também o caráter descentralizado no desenvolvimento do seu trabalho junto das pessoas.

 
https://www.ovarnews.pt/mais-de-350-pessoas-apoiadas-pelo-centro-qualifica-da-mutualidade/
ESTAU presta homenagem aos Bombeiros
 

Os incêndios que têm assolado o norte e centro do país sensibilizaram o artista belga Jaune que, convidado a participar no festival ESTAU’24 – Estarreja Arte Urbana, está a prestar uma homenagem aos bombeiros através da sua pintura.

Jaune ficou conhecido pelas suas pequenas intervenções urbanas representando trabalhadores públicos em cenas humorísticas do quotidiano. Na sua presença no festival estarrejense, face ao cenário desolador que encontrou quando chegou a Portugal, o belga decidiu alterar o objeto da sua intervenção. As figuras de bombeiros começaram hoje a surgir no centro da cidade e a surpreender quem passa no espaço público, uma forma simbólica de enaltecer o trabalho destes combatentes que têm estado “na linha da frente a tentar parar as chamas”, explicou o artista na sua página no Instagram, acrescentando que os bombeiros “merecem a homenagem” e lembrando ainda os “que perderam a vida a proteger as pessoas dos fogos”. Jaune é um artista de stencil de intervenção urbana, oriundo de Bruxelas, e é um dos oito novos artistas do roteiro de arte urbana ESTAU.

Novas obras de arte urbana nascem na cidade-galeria

Até dia 22 de setembro, domingo, a 6.ª edição do ESTAU reforça o convite a todos a passearem e a descobriram as ruas da cidade que se transformam em telas.

Este ano, as novas histórias, cores e formas são moldadas pelas mãos de 8 artistas: Tellas (Itália) no depósito de água junto da Estação de Comboios de Estarreja; Sojo (Espanha) no Bairro da Teixugueira; Facio (Argentina) que já conclui  o seu mural em homenagem ao Visconde de Salreu, na Rua Professor Miguel Lemos, em Salreu; Jaune (Bélgica) em vários locais do centro da cidade; Tiago Hesp (Portugal) numa ação participativa com a Associação Agora Aveiro no Percurso de Salreu do BioRia; Bárbara R. (Portugal) numa ação comunitária que envolve estudantes de arte da Escola Secundária em desenvolvimento no Mercado Municipal; Bigod (Portugal) num muro da Bondalti ao longo da EN109 numa extensa pintura de 550 metros; e Ana Mak (Portugal) num projeto de educação para a saúde envolvendo alunos do 9.º ano da Escola de Pardilhó e que já pode ser visitada na Rua Padre Garrido.

Muitas atividades (gratuitas!) para participar até domingo

Tal como nas edições anteriores, o convite do ESTAU inclui diversas ações como oficinas, exposições, cinema, concertos, instalações e visitas guiadas.

Esta quinta-feira, dia 19, às 21h30, há cinema no Cine-Teatro de Estarreja. A proposta a não perder é o filme “Banksy – procura-se!”.

No dia seguinte, 20 de setembro, às 22h, a OJE – Orquestra de Jazz de Estarreja – Formação apresenta-se no Cine-Teatro de Estarreja, com live mapping.

A Companhia de Música Teatral convida a tocar um instrumento musical coletivo na oficina “Gamelão de Porcelana e Cristal” no sábado, dia 21, com sessões às 11h, às 15h30 e às 17h, na Casa Municipal da Cultura.

Também no sábado, há visita guiada com língua gestual ao circuito de arte urbana, com ponto de encontro, às 17h, no museu Fábrica da História – Arroz. E muita música: “Nino e Viola” atuam às 18h30, no Mercado Municipal, e “Timeless Postcards”, às 22h, na Travessa Dr. António Madureira, junto do mural “Fora das Margens” da autoria de Tamara Alves (parque estacionamento Finanças).

O último dia da edição deste ano do ESTAU, dia 22, domingo, volta a contar com visitas guiadas. A primeira acontece às 10h, e é uma viagem pelo roteiro de arte urbana pelas freguesias, com ponto de encontro no “Guarda Rios” de Bordalo II, no Parque Municipal do Antuã. Já à tarde, às 17h, há nova visita guiada com língua gestual ao circuito de arte urbana (ponto de encontro: museu Fábrica da História – Arroz). A fechar o dia as “Rainhas do Autoengano atuam às 18h30, na Praça Francisco Barbosa.

 

Descarregue a brochura oficial do ESTAU 2024, consulte a programação e participe!

Nota importante: o local de realização dos concertos poderá sofrer alterações em função das condições climatéricas.

 

 
https://www.ovarnews.pt/?p=84281

quinta-feira, setembro 19, 2024

Gostaria de morar perto do Museu da Chapelaria?
No dia 22 de Junho de 2005, no que foi um dia o da Empresa Industrial da Chapelaria, nascia uma das mais importantes unidades fabris de São João da Madeira, o Museu da Chapelaria.

Quis-se, perante as máquinas e ferramentas, matérias-primas e chapéus, memórias e histórias de vida, manter visíveis todos os traços de um longo percurso, e não camuflar aquelas que são as suas marcas do tempo, que as individualizam e as tornam verdadeiramente únicas.

Muito perto do Museu da Chapelaria, fica esta Moradia T3, com garagem e espaço exterior, no centro de S. João da Madeira, para venda a um preço excepcional.

Dada a localização, é um ótimo investimento para quem pretenda abrir um pequeno comércio no R/C, ou para habitação bifamiliar.

Nas proximidades, pode ainda encontrar:

- Mercado Municipal

- Restaurantes e todo o tipo de serviços

- Hospital de S. João da Madeira (4 min)

- Museu da Chapelaria de S. João da Madeira (1 min)

- Transportes públicos nas proximidades

Agende já a sua visita! Contacte-me já! ⤵️
https://www.ovarnews.pt/gostaria-de-morar-perto-do-museu-da-chapelaria/
Fernando Daniel anuncia datas da primeira digressão internacional
Fernando Daniel inicia no outono a sua primeira digressão internacional, que se estenderá por 2025, anúnciou o músico residente no Furadouro.

A "VHS Sessions Tour Internacional" tem o primeiro concerto confirmado  para 10 de novembro em Paris, embora a editora discográfica aponte uma data anterior, a 26 de outubro na Ásia, "a anunciar".

Estão também confirmados concertos a 01 de fevereiro em Londres e a 06 de abril em Lausanne, na Suíça.

Em maio, Fernando Daniel vai atuar em França (dias 03, 04 e 18), no Luxemburgo (dia 10) e na Bélgica (no dia 11).

Está ainda por anunciar o local de um concerto a 12 de abril de 2025, nos Estados Unidos.
https://www.ovarnews.pt/fernando-daniel-anuncia-datas-da-primeira-digressao-internacional/
Didões com combustível apreendidos junto a zona florestal
A PSP apreendeu 2 bidões com material inflamável junto a uma zona florestal, em Ovar.

Na sequência da grave situação desencadeada pelos incêndios florestais em curso no distrito de Aveiro, polícias da Esquadra Policial de Ovar, com a missão específica de prevenção criminal junto de zonas florestais, detetaram ontem, cerca das 21h, os referidos bidões abandonados na berma de uma estrada situada no limite da área florestal.

Refira-se que esta zona verde fica nas proximidades de uma zona residencial e comercial da cidade.

Os bidões, que estavam dissimulados entre ervas, foram apreendidos como medida cautelar.
https://www.ovarnews.pt/didoes-com-combustivel-apreendidos-junto-a-zona-florestal/
A Câmara Municipal de Ovar está a assinalar a Semana Europeia da Mobilidade, uma iniciativa da Comissão Europeia que decorre até 22 de setembro de 2024. O objetivo é incentivar os territórios e os munícipes a repensarem hábitos e a adotarem práticas de mobilidade sustentável, incentivando a utilização preferencial de meios de transporte amigos do ambiente.

Para assinalar a data, e uma vez que o tema de 2024 é “Espaço Público Partilhado”, a Câmara Municipal de Ovar preparou um programa de atividades que inclui Caminhadas Orientadas para promoção do bem-estar físico e mental e Visitas Guiadas por vários espaços do concelho.

Domingos Silva, presidente da Câmara Municipal de Ovar, refere que o Município tem vindo a adotar várias medidas no âmbito da mobilidade sustentável, entre as quais “o reforço da rede de transportes públicos, o investimento na requalificação da vasta rede de ciclovias no concelho e ainda através da implementação do projeto Bike-Sharing, um projeto piloto que disponibiliza, gratuitamente, bicicletas elétricas aos munícipes”.

Além das iniciativas, estão também previstos condicionamentos de trânsito no dia 22 de setembro (domingo) na Rua 31 de janeiro e na Rua Luís de Camões.

Consulte o programa AQUI
https://www.ovarnews.pt/ovar-sensibiliza-para-a-importancia-das-formas-limpas-de-mobilidade/
Um homem de 67 anos foi detido pela Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, fora de flagrante delito, suspeito da autoria de um crime de incêndio florestal ocorrido no passado dia 15 de setembro em Paus, Albergaria-A-Velha,

O homem é ainda suspeito de ter sido o autor de três incêndios ocorridos nas localidades de Branca e São Marcos em Albergaria-A-Velha e em Serém, Águeda, no passado dia 21 de julho.

O homem terá usado chama direta para dar inicio ao incêndio em zonas de extensa mancha florestal, próximas de várias habitações e instalações industriais e agrícolas.

Ao que a investigação apurou, "não existiu da parte do suspeito qualquer motivação racional ou explicação plausível para a prática dos factos, tudo indicando que terá atuado num quadro de compulsividade", refere o comunicado da PJ.

O detido será presente às autoridades judiciárias, na comarca de Aveiro, para primeiro interrogatório judicial de arguido detido e aplicação de medidas de coação.
https://www.ovarnews.pt/detido-por-crimes-de-incendio-florestal-em-albergaria-a-velha/
No passado dia 11 de setembro, Lucília Gago, procuradora-geral da República, participou numa audição na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde proferiu declarações que trouxeram à tona um tema sensível e, infelizmente, ainda muito presente na nossa sociedade: o machismo estrutural.

Ao falar sobre a falta de recursos humanos no Ministério Público, Gago mencionou que a predominância de mulheres, especialmente em faixas etárias mais jovens, era um fator de "agravamento de constrangimentos", associando essa situação à maternidade, gravidez de risco e licenças parentais. Este tipo de discurso revela uma visão discriminatória que merece ser contestada.

Um dos problemas mais evidentes no discurso da procuradora-geral é a contradição flagrante entre a pressão social para aumentar a natalidade e a desvalorização da maternidade no contexto laboral. Vivemos num país que, recorrentemente, alerta para os perigos de uma população envelhecida, apelando à necessidade de mais nascimentos para garantir a sustentabilidade da segurança social. Contudo, ao mesmo tempo, as mulheres que decidem ser mães são vistas como um "fardo" no local de trabalho, prejudicadas nas suas carreiras e, frequentemente, excluídas de oportunidades de promoção ou melhoria salarial.

Esta incoerência revela um machismo profundo que atravessa tanto o discurso público como as práticas empresariais. Por um lado, exigimos que as mulheres contribuam para a "salvação" do país através da maternidade, por outro, penalizamo-las por o fazerem.

As mulheres não podem continuar a ser pressionadas a ter filhos e, ao mesmo tempo, vistas como funcionárias menos desejáveis por conta dessa mesma escolha. É um ciclo de injustiça que reforça desigualdades e perpetua a discriminação.

O que Lucília Gago parece ignorar é que o verdadeiro "constrangimento" não está na presença de mulheres que escolhem ser mães no mercado de trabalho, mas sim no preconceito que essas mulheres enfrentam.

Inúmeros estudos comprovam que a disparidade salarial entre homens e mulheres aumenta de forma significativa após o nascimento do primeiro filho. Este fenómeno é um exemplo claro de como a sociedade valoriza de forma desigual o trabalho masculino e feminino, criando barreiras invisíveis, mas concretas, à progressão das mulheres nas suas carreiras.

Não são as licenças de maternidade ou os períodos de amamentação que causam a falta de recursos no Ministério Público ou em qualquer outra instituição. O que realmente causa esse défice são as políticas de gestão ineficazes que, em vez de promoverem a igualdade e a partilha de responsabilidades, perpetuam estereótipos de que o papel de cuidar dos filhos é exclusivamente das mulheres.

Em Portugal, a legislação permite uma divisão equitativa das licenças parentais entre mãe e pai, algo que deveria ser incentivado e implementado de forma mais eficaz para aliviar a pressão sobre as mulheres e combater a visão retrógrada de que estas são "um problema" nas instituições.

É fundamental percebermos que a decisão de ser mãe não deve ser vista como um obstáculo à carreira de uma mulher. Muito pelo contrário, a maternidade deve ser uma escolha respeitada e apoiada, sem que isso afete negativamente a vida profissional de quem opta por esse caminho. O Estado e as instituições têm o dever de criar condições para que as mulheres possam exercer os seus direitos reprodutivos sem temer represálias ou prejuízos na sua progressão de carreira.

Além disso, muitas empresas que adotam políticas de apoio à parentalidade, como a criação de espaços de amamentação e horários flexíveis, têm demonstrado que é possível gerir organizações de forma eficiente e inclusiva. Estas práticas não só melhoram a qualidade de vida dos trabalhadores, como também aumentam a sua motivação e produtividade. Infelizmente, a mentalidade conservadora que persiste em algumas instituições públicas, como se evidenciou no discurso de Lucília Gago, está ainda muito longe desta visão humanizadora e moderna de gestão.

Não podemos continuar a aceitar que uma figura com influência, como a procuradora-geral da República, contribua para perpetuar a ideia de que as mulheres, especialmente as jovens em idade fértil, são um "fardo" para o funcionamento das instituições. Este tipo de discurso só alimenta a desigualdade de género e reforça o preconceito contra as mulheres no mercado de trabalho.

A verdade é que a presença massiva de mulheres em certas profissões, como a magistratura, deveria ser vista como uma conquista da luta pelos direitos das mulheres e não como um problema a resolver.

O machismo presente no discurso de Lucília Gago revela uma visão ultrapassada e injusta, que desvaloriza as mulheres e a sua contribuição para o mercado de trabalho. Num momento em que se fala tanto de igualdade de género e de justiça social, é crucial que os líderes públicos tenham um discurso que promova os direitos das mulheres, em vez de reforçar preconceitos antiquados.

O verdadeiro “constrangimento” que afeta o Ministério Público e tantas outras instituições não é a presença de mulheres, mas a falta de políticas que promovam a igualdade e a inclusão. Só através de uma mudança de mentalidade e de uma valorização real da maternidade e da parentalidade poderemos construir um mercado de trabalho mais justo e equitativo para todos.

Diogo Fernandes Sousa

Docente do Instituto Politécnico Jean Piaget do Norte
https://www.ovarnews.pt/?p=84239
Dois dos quatro grandes incêndios que lavram no distrito de Aveiro, com um perímetro global de 300 quilómetros, já estão em resolução e há perspetivas de um terceiro entrar em resolução, informou a proteção civil.

Ontem, “foi um dia bom”, observou o segundo comandante da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Mário Silvestre, durante um ‘briefing’, no centro de comando distrital, em Oliveira de Azeméis.

Mário Silvestre começou por registar a evolução positiva da situação, adiantando que os incêndios de Albergaria-a-Velha e de Oliveira de Azeméis já estão em resolução e os trabalhos na frente de Sever do Vouga “também correm de forma muito favorável”.

“Conto durante a noite de hoje, e não muito tarde, dar o incêndio de Sever do Vouga também em resolução, se correr tudo como previsto”, afirmou.

Relativamente ao incêndio na zona de Águeda, o comandante explicou que houve “uma rotação do vento” para sul, que "foi bastante positivo para o combate". O incêndio em Águeda, no distrito de Aveiro, está “dominado em todas as frentes” desde as 00h30, revelou à Lusa o presidente da câmara.

"Há cerca de meia hora foi considerado dominado em todas as frentes", avançou o presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida.

“Temos, neste momento, máquinas de rasto a trabalhar na zona de Cumeada virado a Sever do Vouga e aquilo que estamos a tentar é fechar toda essa zona e esse flanco, garantindo que este incêndio deixa de ter qualquer tipo de capacidade para fazer essa transposição dessa linha de cumeada”, explicou Mário Silvestre.

O vice-presidente da Câmara de Sever do Vouga, Paulo Nogueira, disse que o combate ao incêndio evoluiu favoravelmente e que neste momento há apenas uma frente ativa na zona de Felgares, na União de Freguesias de Silva Escura e Dornelas, que apresenta "baixa preocupação" e que deverá entrar, entretanto, em fase de resolução. "Todas as outras três frentes estão em fase de resolução", acrescentou Nogueira.

Mário Silvestre referiu ainda que o dispositivo está a ser reforçado com militares que vão participar em operações de patrulhamento e vigilância, de forma a libertar meios de combate para outro tipo de ocorrências no resto do país.

“O trabalho vai-se manter. É preciso estar muito vigilante. Está tudo muito quente. Nós temos muitos pontos quentes. O perímetro é enorme. Eu tenho falado de 100 quilómetros, mas a última vez que medimos era de cerca de 300 quilómetros”, adiantou o responsável.

Sete pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas nos incêndios que atingem desde domingo sobretudo as regiões Norte e Centro do país, nos distritos de Aveiro, Porto, Vila Real, Braga, Viseu e Coimbra, e que destruíram dezenas de casas e obrigaram a cortar estradas e autoestradas.

A área ardida em Portugal continental desde domingo ultrapassa os 106 mil hectares, segundo o sistema europeu Copernicus, que mostra que nas regiões Norte e Centro, já arderam perto de 76 mil hectares.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) contabilizava, às 19h30 de quarta-feira, 34 incêndios ativos, sendo que destes 18 assumiam uma dimensão “significativa” e mobilizavam mais meios. No combate a estes 18 incêndios estavam envolvidos 2.434 operacionais, apoiados por 734 meios terrestres e 23 meios aéreos.

O Governo declarou situação de calamidade em todos os municípios afetados pelos incêndios nos últimos dias. Foto: Paulo Cunha/Lusa
https://www.ovarnews.pt/incendios-na-regiao-evoluem-de-forma-favoravel/

quarta-feira, setembro 18, 2024

PSP identifica casal por suspeita de furto no interior de veículo no Furadouro
A PSP de Ovar identificou e constituiu arguidos um homem, de 65 anos, e uma mulher, de 56 anos, por suspeita da prática do crime de furto no interior de veículo.

A interceção dos suspeitos deu-se, no dia 14, pelas 12 horas, no seguimento de uma denúncia apresentada pela vítima (uma mulher, de 56 anos), no dia anterior, após ter estacionado o seu automóvel junto à praia do Furadouro, em Ovar, tendo deixado a chave do automóvel inserida na fechadura do lado de fora da porta do condutor e alguns bens no interior do veículo, visíveis do exterior.

No decorrer das diligências de investigação, que contaram com uma busca domiciliária e uma busca não domiciliária consentidas, esta Polícia conseguiu recuperar os bens furtados (mala, carteira, relógio, bolsa de óculos, estojo, anel, cartão de cidadão, cartão bancário e carta de condução), bem como os 1.400 Euros que tinham sido levantados da conta da vítima, em várias caixas de multibanco, através de levantamentos sucessivos, durante dois dias.

 
https://www.ovarnews.pt/psp-identifica-casal-por-suspeita-de-furto-no-interior-de-veiculo-no-furadouro/
Homem detido pela PJ por incêndio florestal na Murtosa
A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, procedeu à identificação e detenção fora de flagrante delito, do presumível autor de um crime de incêndio florestal, ocorrido na tarde de 17 de setembro, na localidade de Bunheiro, Murtosa.

O modus operandi consistiu no recurso a chama direta para dar início ao incêndio, em zona de extensa mancha florestal, existindo ainda várias habitações e instalações agrícolas nas proximidades.

O incêndio só não assumiu grandes dimensões graças à pronta deteção e combate ao mesmo.

Não foi possível determinar qualquer motivação racional ou explicação plausível para a prática dos factos em investigação, atuando o suspeito num quadro de dependência alcoólica.

O detido, com 54 anos, será presente às autoridades judiciárias, na comarca de Aveiro, para primeiro interrogatório judicial de arguido detido.
https://www.ovarnews.pt/homem-detido-pela-pj-por-incendio-florestal-na-murtosa/
AF Aveiro junta-se à AF Porto e adia todos os jogos do fim de semana
A Associação de Futebol de Aveiro também decidiu adiar todos os jogos das competições sob a sua alçada, no próximo fim de semana.

Os campeonatos da Liga Sabseg, de Sub-19 e de Sub-17 terão assim os jogos adiados devido aos incêndios
https://www.ovarnews.pt/af-aveiro-junta-se-a-af-porto-e-adia-todos-os-jogos-do-fim-de-semana/
Arranca esta quinta-feira, 19 de setembro, mais uma edição do Fora dos Eixos – Festival Internacional de Marionetas que, durante quatro dias (até 22 de setembro), leva ao Centro Cultural de Milheirós de Poiares e ao Parque de Lazer do Outeiro, no concelho de Santa Maria da Feira, 10 companhias nacionais e internacionais. Pela primeira vez, o festival conta com uma arruada com bombos e gigantones e um piquenique comunitário, num momento único de partilha e convívio entre talentosos marionetistas e as famílias.

O espetáculo “My Shadow and Me”, no sábado, 21 de setembro, às 21h30, é um dos destaques da programação eclética e imperdível desta edição que celebra a Liberdade, a Diversidade e a Interculturalidade. Drey Colby, chega-nos do Reino Unido e na sua bagagem traz mais de 30 anos de experiência no teatro de marionetas e importantes prémios arrecadados por todo o mundo. Um homem que com a sua sombra pode fazer quase tudo! Com uma simplicidade teatral de incrível habilidade e humor, é na magia das sombras que acontecem pequenas histórias entre personagens.

Ninguém vai ficar indiferente a este espetáculo de marionetas feito de números musicais, improvisação e humor, Periplo Varieté, no domingo, 20 de setembro, às 17h00. Mestres na construção de marionetas de fios, Diana Rodriguez, espanhola, e Andrés Maturana, chilena, formam a companhia Periplo Marionetas que neste espetáculo de “variedades” apresentam várias estrelas, sendo os Quatro Fantásticos de Liverpool uma das atrações.

Pela mensagem que transmite, Maria Liberdade é um espetáculo imperdível, na noite de sexta-feira, dia 20, às 22h30. Maria está aprisionada na ditadura, mas há quem desafie as leis para lhe devolver a liberdade. Com personagens que a aterrorizam e outras que a socorrem, este é um espetáculo de marionetas de luva que, tal como no Teatro de Robertos, são manipuladas por um único marionetista, recorrendo à palheta para caracterizar a voz das personagens.

Muito mais do que assistir aos espetáculos, o público é chamado a envolver-se e a aprender a construir as suas marionetas de luva. Numa oficina divertida, no dia 21 de setembro, pelas 10h30, os participantes podem, com a ajuda do grupo madeirense Ahau Marionetas, transformar uma simples meia colorida numa personagem única, aprendendo técnicas de construção e manipulação. Workshop com inscrição obrigatória e limitado às vagas disponíveis.

As exposições Cinderela e Make Love Not War são compostas por espólio de dois espetáculos de referência das Marionetas do Porto, a primeira companhia portuguesa a conceber três produções infantojuvenis para televisão.

Marcado para o último dia de festival, domingo, está o piquenique comunitário, antecedido por uma arruada e parada com bombos e gigantones que ao percorrer as ruas da freguesia convida para o espetáculo Novas Histórias de Teatro Dom Roberto, às 11h30, e para o piquenique comunitário no Parque de Lazer do Outeiro. Prepare o piquenique, leve a manta e usufrua dos espetáculos e de toda a envolvente verde.

Toda a programação do Fora dos Eixos – Festival Internacional de Marionetas centra-se no Centro Cultural de Milheirós de Poiares (auditório e foyer) e no Parque de Lazer do Outeiro, na mesma freguesia. À exceção de My Shadow and Me (bilhete: 5 euros), toda a programação tem entrada gratuita.

Com direção artística de Rui Sousa, o Fora dos Eixos é organizado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, em colaboração com a Junta de Freguesia de Milheirós de Poiares.
https://www.ovarnews.pt/?p=84200
Os Passadiços do Paiva, um dos maiores ex-líbris turísticos de Arouca, também não escapam aos incêndios que estão a devastar a região.

Localizados no Arouca Geopark, classificado pela UNESCO, os passadiços são um ponto de referência pela sua integração única na paisagem e pela proximidade ao rio Paiva, atraindo milhares de visitantes todos os anos. Infelizmente, parte deste importante património natural está a ser consumido pelas chamas, o que representa não só uma perda ambiental, mas também um golpe para o turismo local e para a preservação das belezas naturais de Portugal. Autoridades continuam a combater o fogo, tentando minimizar os danos.
https://www.ovarnews.pt/passadicos-do-paiva-nao-escapam-as-chamas-em-arouca/
Apoiantes do movimento ambientalista Climáximo cobriram a fachada da sede da empresa de celulose Navigator, em Lisboa, com cartazes que responsabilizam as empresas de fabrico e comercialização de papel pelos incêndios em Portugal.

"Quem matou as pessoas em Albergaria-a-Velha?" e "Governos e CEO (de empresas) mataram três pessoas. Vais consentir ou vais resistir?" - são algumas das frases dos cartazes que o Climáximo colocou na fachada daquela empresa situada junto ao Saldanha, Lisboa.

Em comunicado, Leonor Canadas, porta-voz desta ação do Climáximo, afirma que "as mortes e a destruição destes incêndios que estão a devastar Portugal são uma consequência direta da crise climática e têm culpados claros: os governos e as empresas que há décadas sabiam que as suas ações de queima de combustíveis fósseis matariam pessoas, e decidem continuar a investir nesta indústria de morte".

Climáximo explica que a sede da Navigator foi escolhida pela sua "responsabilidade acrescida nas mortes, uma vez que não só é uma das empresas que mais emite gases com efeito de estufa - que aquecem a atmosfera e provocam a crise climática - mas é também "a grande arquiteta" da destruição da floresta autóctone portuguesa para a converter em eucaliptal inflamável para alimentar a indústria da celulose".

O movimento declara-se "solidário com todas as vítimas dos fogos" e apela a que "Pedrógão Grande não seja repetido.

"Não podemos deixar que os culpados passem impunes. Os incêndios são a crise climática a atingir Portugal em tempo real. Os governos e as empresas sabiam há décadas que estas tragédias iam acontecer, mas decidiram ignorá-la e não proteger as pessoas, continuando a investir em combustíveis fósseis. Eles declararam guerra às pessoas e ao planeta", afirma o Climáximo.

 
https://www.ovarnews.pt/climaximo-responsabiliza-empresas-de-fabrico-de-papel-pelos-fogos-em-portugal/

terça-feira, setembro 17, 2024

Na sequência da grave situação desencadeada pelos incêndios florestais que

estão em curso no Distrito de Aveiro, e da consequente ativação do Plano

Distrital de Emergência de Proteção Civil de Aveiro, a 16SET24

permanece muito complexa a situação, especialmente nos municípios de

Albergaria-a-Velha, Águeda, Sever do Vouga e Oliveira de Azeméis.

Assim sendo, continua a recomendar-se à população que siga as orientações

das Autoridades e que evite a permanência em locais próximos das zonas

afetadas pelos incêndios, fazendo apenas as deslocações essenciais e

evitando a permanência ao ar livre, especialmente no caso das pessoas com

doenças crónicas, idosos e crianças.

Atendendo ao corte de várias autoestradas/vias rodoviárias importantes na

Região de Aveiro, (A1, A25, IC2, EN16 e EN333), e à volatilidade da evolução

dos incêndios, continua a apelar-se aos cidadãos para que não circulem nas

referidas vias em direção a Aveiro, dado o risco envolvido. Permanece ainda

cortada a Linha do Vouga, em Águeda, entre Sernada do Vouga e

Macinhata.

O município de Águeda procedeu, em articulação com as Forças de

Segurança, à evacuação, por precaução, de vários utentes de algumas

instituições, de acordo com os seus próprios Planos de Segurança.

Foi prolongado o Estado de Alerta Especial (EAE), para o Dispositivo Especial

de Combate Incêndios no nível VERMELHO, até 19SET24, para Portugal

Continental, no sentido da garantia do permanente acompanhamento das

ocorrências, através do respetivos Comandos Sub-regionais e de um aumento

das ações de monitorização e prontidão.
https://www.ovarnews.pt/atualizacao-do-plano-distrital-de-emergencia-de-aveiro/
𝗝𝘂𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗽𝗲𝗹𝗼𝘀 𝗕𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 - MUDDA recolhe doações
Tendo como objectivo ajudar os nossos heróis, as agências MUDDA têm as portas abertas para receber doações que serão posteriormente entregues às corporações de bombeiros.

A entrega deve ser feita nas agências MUDDA:

https://www.mudda.me/pt-PT/Agencias-Imobiliarias

🔸MUDDA MASS - Ovar:

R. Elias Garcia 46, 3880-213 Ovar

🔸MUDDA i9 - Estarreja:

Praça Francisco Barbosa 156, 3860-356 Estarreja

🔸MUDDA Antares - São João da Madeira:

Av. Dr. Renato Araújo 402, 3700-240 São João da Madeira

🔸MUDDA Castelo - Sta. Maria da Feira:

Av. Francisco Sá Carneiro 12, 4520-164 Santa Maria da Feira

🔸MUDDA Vida - São Félix da Marinha:

R. Clube de Futebol 85, 4410-005 São Félix da Marinha

🔸MUDDA + Vida - Coimbra:

R. do Brasil 162 G, 3030-775 Coimbra

🔸MUDDA Domus - Bragança:

Av. das Forças Armadas 29 R/C ESQ, 5300-440 Bragança

🔸MUDDA Tâmega - Chaves:

Av. Santo Amaro, Ed. Caramanchão Bloco 1, Loja 1, 5400-055 Chaves

 
https://www.ovarnews.pt/%f0%9d%97%9d%f0%9d%98%82%f0%9d%97%bb%f0%9d%98%81%f0%9d%97%bc%f0%9d%98%80-%f0%9d%97%bd%f0%9d%97%b2%f0%9d%97%b9%f0%9d%97%bc%f0%9d%98%80-%f0%9d%97%95%f0%9d%97%bc%f0%9d%97%ba%f0%9d%97%af%f0%9d%97%b2/
Queria ser artista mas morreu carbonizado em Albergaria-a-Velha
O jovem que morreu tentava salvar o tractor do patrão no fogo de Albergaria-a-Velha.

Chamava-se Eduardo, mas todos o conheciam por Chantili Papai. Nasceu no Recife, no Brasil, há 28 anos e rumou a Portugal em busca de uma vida melhor.

Com veia de artista e samba no pé, tornou-se conhecido pelas participações nos desfiles de Carnaval de Ovar, as músicas lançadas no Youtube e as colaborações como dançarino com artistas portugueses.

Mas perdeu a vida no incêndio que há dois dias assola Albergaria-a-Velha.

"Um ser humano espetacular com o coração do tamanho do mundo", descrevem os amigos nas redes sociais.

A vítima foi encontrada na tarde de segunda-feira depois de o fogo consumir uma área florestal. Segundo o comandante operacional da Proteção Civil terá ficado cercado pelas chamas.

"Um trabalhador de uma empresa de gestão florestal foi sitiado pelo fogo quando estava junto às máquinas. Foi nessa situação que foi cercado pela linha de fogo", explicou André Fernandes na noite de segunda-feira.

O acidente está a ser investigado pelas autoridades policiais.

https://youtu.be/X9MlJirfpXQ?si=3ABqjzsgYK3VhORz
https://www.ovarnews.pt/queria-ser-artista-mas-morreu-carbonizado-em-albergaria-a-velha/
Como as ferramentas de negociação digital afectam a dinâmica do mercado em Portugal
A revolução digital transformou o panorama financeiro em Portugal, alterando a forma como os investidores interagem com os mercados. À medida que os volumes de transacções online aumentam a nível mundial, as ferramentas digitais estão a tornar-se cada vez mais cruciais para moldar a dinâmica do mercado. Estas plataformas sofisticadas permitem aos investidores portugueses analisar tendências, executar transacções e capitalizar oportunidades com uma rapidez e precisão sem precedentes. Este artigo analisa os benefícios destas ferramentas e o seu impacto no dinâmico mercado português.

A utilização de ferramentas digitais de negociação

As ferramentas de negociação digital são tecnologias utilizadas para analisar, negociar e gerir contas nos mercados financeiros. Estas ferramentas incluem plataformas de corretagem e negociação, TradingView, aplicações de gestão de carteiras, aplicações de finanças pessoais e protocolos de segurança implementados no backend. Para os comerciantes, estas ferramentas aumentam a eficiência, o acesso e a flexibilidade das opções de negociação. Estas ferramentas digitais também têm impacto na dinâmica do mercado em Portugal, influenciando a forma como os operadores acedem aos mercados.

Acessibilidade

Enquanto a negociação forex estava essencialmente restrita a grandes instituições financeiras, as ferramentas digitais modernas democratizaram o acesso, permitindo que comerciantes de todo o país negociem nos mercados. Qualquer pessoa com um smartphone ou computador com acesso à Internet pode começar a negociar nos mercados financeiros em poucos minutos; tanto os operadores novatos como os experientes participam nas actividades de negociação. Este facto fez aumentar o número de pequenos operadores, tornando o comércio a retalho um nicho cada vez mais importante no mercado. O aumento da acessibilidade influencia os preços dos activos, uma vez que um maior número de operadores transmite os seus sentimentos aos mercados.

Volume de transacções

O volume de transacções dos mercados financeiros também melhorou ao longo dos anos devido, em parte, à penetração das ferramentas de negociação digital. O mercado cambial, por exemplo, atingiu um volume diário de negociação de 6,6 biliões de dólares em abril de 2019 e de 7,5 biliões de dólares em 2022, contra 5,1 biliões de dólares em abril de 2016. O aumento acentuado não é uma coincidência, mas sim o resultado de muitos factores, desde a expansão das economias e do comércio internacional até à entrada de mais comerciantes de retalho e institucionais. O aumento da liquidez tem impacto nos preços e na estabilidade dos mercados financeiros a todos os níveis. Para os cidadãos locais, isto pode traduzir-se num acesso mais acessível a divisas estrangeiras e em custos de empréstimos mais baixos.

Eficiência de custos

As ferramentas de negociação digital contribuem para reduzir os custos de transação através de spreads e comissões mais baixos. As modernas tecnologias utilizadas na negociação financeira permitem que os corretores ofereçam os seus serviços a custos reduzidos, o que significa que podem oferecer spreads competitivos e poucas ou nenhumas comissões. Por exemplo, os corretores têm acesso à agregação de dados, que é mais eficiente em termos de custos do que o acesso físico aos dados utilizado antes da década de 1990. O aumento da relação custo-eficácia significa que os corretores podem antecipar mais margens de lucro e maximizar as oportunidades de negociação. Isto traduz-se numa maior apetência pelo risco por parte dos investidores, influenciando o seu sentimento em relação ao mercado.

Comércio móvel

Longe vão os tempos em que os investidores tinham de contactar os seus corretores por telefone ou fax ou visitar fisicamente os corretores para colocar ordens. No entanto, os dias em que a negociação se limitava aos computadores de secretária também já lá vão. Atualmente, os investidores podem aceder aos mercados financeiros a partir dos seus dispositivos móveis compatíveis, o que lhes permite negociar de forma simples e mais rápida. As ferramentas digitais melhoram a negociação móvel, optimizando o software e as funcionalidades de negociação para dispositivos móveis sem comprometer a segurança e o desempenho. O TradingView, por exemplo, está disponível na Web, no computador e em dispositivos móveis (iOS e Android), oferecendo as mesmas funcionalidades em diferentes plataformas. O comércio móvel também aproxima os serviços localizados dos comerciantes.

Serviços localizados

Os corretores que prestam serviços financeiros aos mercados portugueses utilizam frequentemente a língua nativa e os métodos de pagamento locais. Os comerciantes que procuram entrar nestes mercados podem explorar a negociação sem adotar totalmente novas culturas ou serem forçados a utilizar plataformas que não compreendem. Opções de pagamento como transferências bancárias, cartões de crédito/débito, criptomoedas e carteiras digitais oferecem pagamentos localizados e a flexibilidade de aceder a fundos através de canais seguros. Estas opções podem ser benéficas para a economia local a longo prazo.

Conformidade regulamentar

A Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA) e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) regulam os serviços financeiros em Portugal. Os corretores de renome operam ao abrigo do quadro regulamentar e oferecem serviços personalizados aos comerciantes do país, cumprindo rigorosamente as leis locais e nacionais. Este nível de confiança e segurança para os operadores pode traduzir-se numa maior confiança aquando da negociação e influenciar a penetração da negociação em Portugal. O cumprimento da regulamentação tem também implicações transfronteiriças, uma vez que a existência de múltiplas jurisdições pode complicar as operações e afetar a competitividade dos mercados.

Negociação algorítmica

Os algoritmos de negociação estão a tornar-se rapidamente populares entre os negociadores de todo o mundo, à medida que as pessoas se apercebem das suas vantagens. A negociação algorítmica automatiza parcialmente a negociação e pode desbloquear a negociação totalmente automatizada, desde a análise à execução. Estes permitem aos operadores comprar e vender activos com uma intervenção humana mínima. Os algoritmos de alta frequência permitem transacções rápidas e podem influenciar a dinâmica do mercado, afectando a liquidez, a volatilidade, a eficiência e a rapidez, as estruturas de mercado, a amplificação das tendências e os desafios associados aos mercados financeiros.

Aprendizagem e interação social

As modernas ferramentas de negociação digital proporcionam frequentemente formação inicial e contínua aos operadores e às comunidades sociais criadas em torno de plataformas específicas. Por exemplo, a maioria dos corretores oferece materiais de negociação, organiza webinars em direto ou eventos semelhantes e fornece perspectivas de mercado semanais/diárias. O TradingView tem um centro social onde os operadores podem partilhar ideias e sentimentos de negociação sobre milhares de activos. Este facto melhora significativamente a forma como os operadores aprendem e exploram os mercados e pode conduzir a mudanças essenciais no mercado.

O futuro das ferramentas digitais de negociação em Portugal

Os operadores podem esperar plataformas de negociação melhoradas e soluções de negociação móvel, integração de IA e de aprendizagem automática, medidas de conformidade regulamentar e de cibersegurança, e uma maior ênfase na automatização e na negociação não humana. Os corretores adoptarão tecnologias como a computação quântica para aumentar a velocidade, a estabilidade e a eficiência global, melhorando simultaneamente a gestão do risco e os resultados da negociação. Haverá também uma maior integração de soluções centradas no local para reforçar a inclusão e o acesso ao mercado.
https://www.ovarnews.pt/como-as-ferramentas-de-negociacao-digital-afectam-a-dinamica-do-mercado-em-portugal/
O vareiro Sippinpurpp está de volta, em setembro de 2024, com o novo single “L’ARGENT“, numa edição da Sony Music.

Trata-se de um tema 'fresh', com uma sonoridade agressiva, que conta com a produção, mix & master de Chaylan e videoclipe realizado por Ruben Mendes.

Nota da discográfica multinacional descreve o regresso do rapper de Ovar: "Uma nova estética, uma nova sonoridade, o mesmo Sippinpurpp".

Esta é a primeira faixa do projeto “PURPPWORLD” ainda com data prevista para 2024.

https://youtu.be/RC5eE7i_lfA?si=zPWXIVh8Qc_4ibPY
https://www.ovarnews.pt/?p=84140
Condicionamentos de trânsito devido aos incêndios
São as seguintes as vias cortadas ao trânsito devido aos incêndios que lavram em Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Águeda, e no resto do país.

Devido aos diversos incêndios as autoridades estão a proceder a alguns cortes de estrada:

- A1 corte ambos sentidos entre o nó de Aveiro Sul e Estarreja.

- A25 cortada de Albergaria a Reigoso

- IC2 corte entre A25 e EN1-12.

- EN16 corte total entre Cacia e Sever do Vouga.

- EN17 está só condicionada.

- EN2 total entre Mamouros e Ponte Pedrinha.

- EN 234 corte total entre Canas de Senhorim e Oliveirinha.

- IC12 desde Santa Comba Dão e Oliveirinha.

- EN16 corte total entre Mangualde e Chãs de Tavares.

- A24 corte total entre o nó de Castro Daire e o nó de Arcas/Mamouros.

- A24 cortada nos dois sentidos entre o nó de Samardã e nó de Vila Pouca de Aguiar.

- EN2 corte total entre Covelo e Pedras Salgadas.

- EN103 entre Assureira e Águas Frias.

- A43 corte nos dois sentidos na zona de Gondomar.

- A41 corte total entre nó da A43 e nó da A4.

- A13 corte entre Coimbra e nó da A13-1 Condeixa (Actualização: reaberta)

Linha do Vouga: Aveiro - Sernada, Espinho-Vouga e Paços de Brandão

Linha do Douro: Marco de Canaveses - Régua

Informação da GNR/PSP:

Não circular para a Zona de Aveiro. Quem se dirigir para Aveiro pelos principais acessos vai receber informação para voltar para trás.

Cumpra as indicações das autoridades e evite passar por zonas com incêndio ativo.

Sabemos que pode ser apelativo mas não utilize drones perto dos incêndios para não interferir com as operações.

(Info atualizada a 17/9 pelas 10h)

 
https://www.ovarnews.pt/condicionamentos-de-transito-devido-aos-incendios/
Bombeiros contam com a colaboração de todos
APOIA a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Ovar e os Bombeiros Voluntários de Esmoriz.

Os nossos Soldados da Paz precisam da vossa colaboração, na recolha de bens essenciais (água, sumos, bolachas e barritas), que são necessários para o seu bem-estar e eficiência.

E se tens espírito de missão e queres fazer a diferença, os Bombeiros precisam de ti!

Com o teu tempo e dedicação, podes juntar-te a uma equipa que salva vidas e apoia a comunidade.

Os Bombeiros estão em recrutamento contínuo, e esta é a tua oportunidade de contribuir e fazer parte de algo maior um dia.

Faz a tua inscrição junto do quartel dos Bombeiros de Ovar e Esmoriz.

Eles agradecem desde já a colaboração de todos, especialmente nestes dias difíceis, onde a solidariedade e o apoio fazem toda a diferença. 

Obrigado, Bombeiros! Obrigado, Comunidade!
https://www.ovarnews.pt/bombeiros-contam-com-a-colaboracao-de-todos/

segunda-feira, setembro 16, 2024

Militar de 25 anos morre colhido por helicóptero em Ovar
Um militar, de 25 anos, morreu, esta tarde de segunda-feira, depois de ser colhido, por um helicóptero, na base aérea de Maceda, em Ovar.

O alerta foi dado, para os bombeiros de Esmoriz e para a equipa da viatura médica de emergência e reanimação da Santa Maria Feira. O óbito foi verificado no local pela equipa da VMER.

O corpo vai ser levado para o Instituto de Medicina Legal a fim de ser autopsiado.
https://www.ovarnews.pt/militar-de-25-anos-morre-colhido-por-helicoptero-em-ovar/
Há fumo no ar e irritação nos pulmões
Durante os incêndios florestais, a presença de partículas em suspensão no ar pode agravar doenças respiratórias como a asma e a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica).

Estas partículas finas irritam as vias respiratórias, aumentando o risco de crises e de sintomas como falta de ar, tosse e aperto no peito.

Por isso, é essencial que as pessoas com estas condições evitem atividades ao ar livre durante episódios de poluição por fumo.

Devem continuar a tomar a medicação inalatória de uso habitual, e utilizar a medicação de alívio (broncodilatadores) sempre que necessário.

Caso necessite de procurar atendimento médico, é importante que leve consigo todos os inaladores em uso. Isso permitirá que o profissional de saúde ajuste o tratamento de forma adequada e eficaz.

USF João Semana
https://www.ovarnews.pt/ha-fumo-no-ar-e-irritacao-nos-pulmoes/
Condicionamentos de trânsito devido aos incêndios - GNR
São as seguintes as vias cortadas ao trânsito devido aos incêndios que lavram em Oliveira de Azeméis e Albergaria-a-Velha.

A1: Aveiro Sul a Estarreja (nos dois sentidos)

A25: Angeja a Talhadas

A25: trânsito parado km 45 sentido Viseu Aveiro

A25 de Aveiro para Cacia.

Trânsito desviado para estrada 109 para Estarreja.

Aconselha-se os automobilistas a não irem pela A25 e seguirem pela 109 de Aveiro para Cacia.

Fogo está muito perto da autoestrada e o trânsito muito lento, bastante perigoso

IC2: Pinheiro da Bemposta a A-Branca
https://www.ovarnews.pt/condicionamentos-de-transito-devido-aos-incendios-gnr/
Ativação do Plano Distrital de Emergência de Aveiro - Comunicado
Na sequência da grave situação desencadeada pelos incêndios florestais que estão em curso no Distrito de Aveiro, nomeadamente nos municípios de Albergaria-a-Velha, Águeda, Sever do Vouga e Oliveira de Azeméis, os quais já ativaram os seus Planos Municipais de Emergência de Proteção Civil, informa-se que a Comissão Distrital de Proteção Civil de Aveiro decidiu ativar o Plano Distrital de Emergência de Proteção Civil de Aveiro, pelas 160845SET24.

Assim sendo, recomenda-se à população que siga as orientações das Autoridades e que evite a permanência em locais próximos das zonas afetadas pelos incêndios, fazendo apenas as deslocações essenciais.

Atendendo ao corte de várias autoestradas na Região de Aveiro (A1, A25, mas também IC2 e outras vias), e à volatilidade da evolução dos incêndios, apela-se aos cidadãos para que não circulem nas referidas vias em direção a Aveiro, dado o risco envolvido.

As aulas estão também suspensas no município de Albergaria-a-Velha.

Mantem-se o Estado de Alerta Especial (EAE), para o Dispositivo Especial de Combate Incêndios no nível VERMELHO, até 172359SET24, para Portugal Continental, no sentido da garantia do permanente acompanhamento das ocorrências, através do respetivos Comandos Sub-regionais e de um aumento das ações de monitorização e prontidão.

O SECRETARIADO DA CDPC DE AVEIRO - Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Aveiro

ANEPC/CDOS de Aveiro
https://www.ovarnews.pt/ativacao-do-plano-distrital-de-emergencia-de-aveiro-comunicado/
Bombeiro morre no incêndio de Oliveira de Azeméis
Um bombeiro morreu, esta noite, durante um incêndio que lavra em Oliveira de Azeméis.

O soldado da paz terá falecido durante o combate ao fogo, mas presumivelmente por doença súbita.

A vítima mortal pertencia à corporação de São Mamede de Infesta.

Segundo a plataforma Ocorrências Ativas, no distrito de Aveiro continuam em curso dois grandes incêndios: um em Sever do Vouga onde combatem as chamas 172 bombeiros apoiados por 62 meios terrestres; e o de Palmaz, no concelho de Oliveira de Azeméis, que mobiliza 273 operacionais e 83 veículos de apoio .
https://www.ovarnews.pt/bombeiro-morre-no-incendio-de-oliveira-de-azemeis/

À segunda jornada do Campeonato SABSEG, a AD Ovarense voltou vencer, batendo o JuveForce por 2-0, graças ao 'bis' de Joseph, no arranque da segunda parte.

Já o Florgrade FC sentiu maiores dificuldades para derrotar o Fiães SC, por 2-1. Basit decidiu a partida, depois de o fianense Gui Lopes ter anulado uma primeira vantagem dos 'corticeiros' pelo golo de Pedro Silva.

Pela margem mínima, o SC Esmoriz venceu na Pampilhosa (0-1), com um golo de Lekan.

Resultados e classificação.
https://www.ovarnews.pt/84099-2/

domingo, setembro 15, 2024

Aprovado financiamento da UE para a primeira fase da linha de alta velocidade Lisboa-Porto
O projeto para a Alta Velocidade entre Lisboa e Porto irá receber fundos europeus de 813 milhões de euros para a primeira fase, um dia depois de o Governo ter aprovado o lançamento da segunda fase.

Numa nota do Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH), a tutela deu conta de que, "através da Infraestruturas de Portugal, S.A., viu hoje aprovada a candidatura submetida no âmbito do Programa 'Connecting Europe Facility for Transport 2' (CEF 2), com vista a solicitar o cofinanciamento da Fase 1 do Projeto da Linha de Alta Velocidade (LAV) Porto-Lisboa, correspondendo a uma comparticipação de 813 milhões de euros".

O Governo lembrou que "o referido programa é um instrumento de financiamento comunitário que visa apoiar o desenvolvimento de novas infraestruturas de transportes no âmbito da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) Principal, na qual se inclui a LAV Porto-Lisboa".

O projeto nacional foi uma de 134 propostas aprovadas, "avaliadas em mais de 7 mil milhões de euros".

O anúncio coincide com "a autorização de despesa para o lançamento do concurso, com vista à execução do segundo troço da Linha de Alta velocidade Porto-Lisboa, correspondente a Oiã-Soure, após aprovação em reunião de Conselho de Ministros", esta terça-feira, num montante máximo de 1.604.296.194,12 euros (valor atual líquido).

O MIH lembrou que para este projeto, "a Infraestruturas de Portugal propôs a adoção de um modelo de parceria público-privada ", que abrange as componentes de conceção, projeto, construção, financiamento, manutenção e disponibilização.

O projeto está dividido em três contratos: Porto (Campanhã)-Oiã, Oiã-Soure e Soure-Carregado.

A tutela recordou ainda que a concretização do projeto de Alta Velocidade Porto-Lisboa, incluído no Programa Nacional de Investimento 2030 (PNI2030) "contabiliza já um primeiro concurso, lançado em janeiro de 2024, para execução do primeiro troço, Porto (Campanhã) - Oiã, sobre o qual o júri do concurso já se pronunciou sobre a proposta dada como válida" de um consórcio que integra a Mota-Engil.
https://www.ovarnews.pt/?p=84094
Ovarense no Torneio Hospital da Luz
A Ovarense Basquetebol continua a sua preparação, marcando presença no primeiro torneio da pré-época na Póvoa de Varzim.

No Pavilhão do Clube Desportivo da Póvoa de Varzim decorreu o Torneio Hospital da Luz.

Resultados - 13 SET

Ovarense Gavex, 79 - Esgueira Oli, 61

14 SET

CD Póvoa, 67 Ovarense Gavex, 65

 
https://www.ovarnews.pt/ovarense-no-torneio-hospital-da-luz/
Tempo Quente: Alerta laranja até segunda-feira
Devido às previsões meteorológicas, que apontam para um "significativo agravamento do risco de incêndio rural", o Governo declarou situação de alerta em todo o território continental. A situação de alerta abrange o período compreendido entre as 13h00 horas deste domingo e as 23h59 da próxima terça-feira.

"Face às previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio rural, os ministros da Administração Interna, da Defesa Nacional, da Saúde, das Infraestruturas e Habitação, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, do Ambiente e Energia e da Agricultura e Pescas determinaram a Declaração da Situação de Alerta em todo o território do Continente", lê-se num comunicado do Executivo.
https://www.ovarnews.pt/tempo-quente-alerta-laranja-ate-segunda-feira/

sábado, setembro 14, 2024

João de Carvalho é o padrinho do XXV Festival de Teatro de Esmoriz
O XXV Festival de Teatro de Esmoriz, numa organização do Grupo de Teatro Renascer, já tem padrinho. Trata-se de João de Carvalho, conhecido actor do teatro português, filho de Ruy de Carvalho.

Com largas décadas de currículo na arte da representação, João de Carvalho iniciou a sua carreira de actor na televisão, ainda com a "Noite de Teatro", emitida sempre às segundas-feiras, em directo. Tinha então apenas 4 anos de idade.

Participou em várias séries televisivas, como “Os Malucos do Riso”, “Nós os Ricos”, “Floribella”, “Equador”, “Remédio Santo”, entre muitas outras.

Amigo de longa data do Grupo de Teatro Renascer, o novo padrinho vai estar na sessão de abertura do Festival a 12 de Outubro, no auditório do Grupo de Teatro Renascer, nos Castanheiros. O certame deverá prolongar-se até dia 24 de Novembro, percorrendo todos os fins de semana com peças para todos os gostos.

 
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Dias 27 e 28 de setembro, o Zoo de Lourosa volta a abrir portas à noite para uma atividade especial destinada a crianças dos 6 aos 12 anos. "Mistério no Zoo" é o nome da atividade que convida os participantes a tornarem-se detetives por uma noite com o intuito de ajudar a resolver o intrigante desaparecimento de uma ave rara e importante: o Urubu-rei.

É à luz da lua que os mais novos exploradores são desafiados a solucionar um dos mais recentes “mistérios” do Zoo de Lourosa. Numa noite repleta de jogos lúdicos e divertidos, a atividade conjuga uma parte científica, com experiências de laboratório, e uma parte prática, com uma visita exploratória pelo Zoo.

Com o intuito de ser uma experiência educativa e envolvente, "Mistério no Zoo" é uma atividade onde as crianças podem desenvolver as suas habilidades de observação e raciocínio, ao mesmo tempo que aprendem mais sobre as aves e os seus habitats naturais.

Destinada a crianças dos 6 aos 12 anos, a atividade terá um custo de 10€ (inclui entrada de 1 acompanhante adulto) e 3€ para acompanhantes extra. Os acompanhantes extra não participam na atividade, mas podem permanecer no Zoo, que se encontra aberto excecionalmente entre as 20h00 e as 22h30. Menores de 3 anos estão isentos de pagamento.

As sessões terão a duração aproximada de 1 hora e decorrem dentro dos seguintes horários: 20h30/21h00/21h30. Os bilhetes podem ser adquiridos na Ticketline através do seguinte link: https://ticketline.sapo.pt/evento/misterio-no-zoo-zoo-de-lourosa-86648.

 
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sexta-feira, setembro 13, 2024

Ovar proporciona um primeiro contacto com o meio aquático através do Programa Municipal de Natação
Em Ovar cerca de 800 crianças dos jardins de infância da rede pública têm acesso ao Programa Municipal de Natação de Ovar.

“Com este programa garantimos igualdade de oportunidades, no acesso à prática desportiva, entre as crianças desta idade”, destaca Domingos Silva, presidente da Câmara Municipal de Ovar, que defende que “o desporto dá um importante contributo para o desenvolvimento das crianças a vários níveis”, sendo, como acrescenta, “importante estimular uma vida ativa, desde tenra idade”.

Com o Programa Municipal de Natação de Ovar, as crianças dos 3 aos 5 anos inscritas vão iniciar as técnicas de natação e aprenderem a adaptar-se ao meio aquático. As aulas decorrem na Piscina Municipal de Ovar e na Piscina da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz, sendo que cada grupo tem acesso a seis sessões. O Município de Ovar assegura gratuitamente o transporte.

Com o objetivo de estimular e desenvolver as componentes psicomotoras, psicossociais e físicas dos alunos, promovendo, simultaneamente, a sua autonomia e bem-estar, em paralelo, o Município de Ovar dá continuidade ao Programa Municipal de Natação Adaptada, direcionado a todos os alunos que frequentam os Centros de Apoio à Aprendizagem das Escolas Básicas António Dias Simões, Florbela Espanca, Vinha, S. Donato, Ponte Nova e Secundária José Macedo Fragateiro.
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Rodrigo Areias descobre a Ria em Raul Brandão
“A Pedra Sonha Dar Flor”, filme do cineasta Rodrigo Areias que chega hoje aos cinemas, tem por base o livro “A Morte do Palhaço”, de Raul Brandão. Muito mais do que apenas adaptação, vive da panóplia criativa do escritor do século XX que, no seu tempo e vida, descobriu a Ria, enquanto lugar de "conchego e sol".

O livro “Os Pescadores” é, sem dúvida, o mais popular na importante obra de Raul Brandão. Neste livro, que a todos os títulos poderemos considerar como verdadeiramente singular, o autor dá-nos um fresco das gentes que têm no mar a sua vida, um fresco carregado de empatia – não fosse Raul Brandão, como o próprio afirma, “filho e neto de pescadores”.

Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930. Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias.

Sucessivas gerações têm amado “Os Pescadores”, livro que permanece como um monumento da Literatura Portuguesa. Nesta obra, o autor oferece-nos belas telas ricas de cor, de luz, dos vários elementos colhidos na natureza.

O entardecer nas suas várias cambiantes, conforme o lugar e o tempo, é descrito em pinceladas fortes com verbos no presente - a ação em decurso e com o subjetivismo do autor arrastado pelo sonho e transpor para as telas, que sugere, a tragédia de um poente tempestuoso à beira-mar que é sempre temível para os pescadores.

Além de belos quadros paisagísticos, também nos oferece sugestivos retratos - o do faroleiro, a velha da Foz do Douro, a sanjoaneira, a mulher da Afurada, de Mira "feia mas esbelta (que) tem ar grave e senhoril quase sempre", a heroica Ti Ana Arneira da Gafanha, a mulher da Murtosa "baixa e atarracada", a de Ovar "delicada e forte, alta e bem proporcionada, cheia de predicados domésticos e morais", a poveira "a bem dizer - um homem", a Rata da Foz. É evidente a simpatia de Raul Brandão pela sua dolorosa vida difícil, de trabalho, de explorados.

Cem anos depois é reconfortante ler este conjunto de crónicas que retratam a vida difícil dos pescadores portugueses, desde o [Minho ao Algarve, detendo-se nalgumas comunidades piscatórias como Caminha, Póvoa de Varzim, Leixões, Murtosa, Mira, Nazaré, Peniche, Sesimbra e Olhão, entre outras.

A Ria também lhe mereceu a atenção: "É um enorme pólipo com os braços estendidos pelo interior desde Ovar até Mira".

No capítulo "24 de Julho", Raul Brandão declara:

"Há três dias que ando metido na ria, com a barba por fazer, sujo como um ladrão de estrada, e fora de toda a realidade. Afigura-se-me que vivo num país estranho – amplidão, água e sonho. Pelo areal os palheiros da Costa Nova, de S. Jacinto e da Torreira... Que me importa! Estonteado, encharcado de azul, cheio de sol e de luz, esqueci o passado e esqueci o presente. A vida é navegar na ria, comer da caldeirada de enguia e tainha, que os homens cozinham à proa, aproveitando-lhes entre as tripas a marsola para lhe dar mais gosto. £ dormir no barco, abicar aos areais e vogar sempre, sentindo a pancada das águas que fogem em tinta cobalto de um lado, em tinta cinzento do outro. É sair desta amplidão para a descoberta do charco, do canal, da gota de água,

dos sítios escondidos e ignorados. É assistir à transformação das águas e navegar à vela ao pé das casas e no interior das casas.

Distingo um fundo muito roxo – o recorte dos montes. Aqui a ria, mais larga, aumenta ainda e divide-se, de um lado até Ovar, do outro até Salreu. É além, é além...

Casinhas num reprego da encosta, onde apetece viver, perdidas no mundo e esquecidas do mundo. Mesmo à beira de água e reflectida na água, a Murtosa, aureolada de oiro: algumas casas brancas reluzindo, algumas árvores muito verdes em contraste e um canalzinho de abrigo para os barcos estranhos, com o leme estrambótico atravessado por um pau. Aconchego e sol. A fantástica esquadrilha desdobra-se na água que estremece, menos em certos veios que ficam lisos de propósito para reflectirem os mastros num sarrabiobisco até ao fundo".

 
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Depois de um processo de reabilitação da antiga “Hidro-Elétrica” de Estarreja, antiga fábrica de descasque de arroz, nasce agora o museu Fábrica da História – Arroz. Com inauguração marcada para este sábado, dia 14, às 17h00, o museu é um espaço museológico vivo de referência, inclusivo e de memória coletiva ligado ao território e à identidade do cultivo do arroz no Baixo Vouga Lagunar. A cerimónia será presidida pelo Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, acompanhado pela Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues.

Invocar o papel do cultivo do arroz no território estarrejense

Baseado na história do passado, este projeto pretende tornar a cultura do arroz em futuro. O circuito museológico, com recurso a novas tecnologias, procura o reencontro com as técnicas, os métodos e os saberes das atividades produtivas tradicionais do cultivo do arroz, potenciando a leitura e a interpretação da relação harmoniosa entre as atividades do homem e da natureza.

A coordenadora do museu Fábrica da História – Arroz, Juliana Cunha, realça que o projeto “envolveu a comunidade na construção do percurso expositivo”. A exposição permanente contará a “história da cultura do arroz no concelho de Estarreja e da indústria do descasque, sem esquecer as gentes da terra que estão envolvidas neste património identitário.”

A coordenadora garante que todos usufruirão de uma experiência ímpar, e sem desvendar muito, porque o melhor é mesmo conhecer ao vivo e a cores, conta que os visitantes terão a oportunidade de contactar com uma “instalação do arrozal que recriará todo o ciclo do cereal; visualizar um documentário que conta com a voz da comunidade; ou descobrir um dos grandes objetos da exposição: a debulhadora de arroz, uma máquina tradicional única, datada da década de 40”.

Este museu, que se quer próximo das pessoas, além da exposição permanente, conta com um programa de atividades educativas e divertidas, promovidas pelo Laboratório de Aprendizagem Criativa – LAC do Município de Estarreja, que permitirão descobrir todos os detalhes do cultivo do arroz através de espetáculos, oficinas, workshops, e visitas diferenciadoras.

O museu além do impacto cultural, pretende impulsionar a economia local e o turismo

Mencionando em primeiro lugar “o envolvimento da comunidade no processo de preparação do Museu Fábrica da História – Arroz, desde as pessoas ligadas à memória daquele espaço, até aos orizicultores, numa apropriação afetiva do projeto, o que, desde logo, tem um enorme impacto social”, Isabel Simões Pinto, vereadora da cultura, salienta que “salvaguardar o património cultural, valorizar o património natural e incrementar e encorajar a cultura do Arroz, tão identitária do nosso território, são os grandes objetivos deste projeto museográfico que se enquadra na estratégia integrada de desenvolvimento municipal e promoção do território.”

Por outro lado, “este será um polo de captação de maior fluxo turístico, atraindo públicos específicos que valorizam experiências ligadas à história, arte, cultura e natureza, que ao permanecerem mais tempo em Estarreja contribuem para dinamização da economia local, particularmente na área da restauração e hotelaria. Mas acima de tudo, este novo equipamento cultural municipal, pela estratégia da sua narrativa e dinamização, será a alavanca para o incremento da produção de Arroz no nosso território, Baixo Vouga Lagunar, criando ou a melhorando as condições de trabalho dos campos de arroz de Canelas, Fermelã e Salreu, em estreita articulação com os poucos orizicultores que ainda persistem e garantem a continuidade da cultura deste cereal, que tem características únicas, incentivando-os a ampliar a sua área de produção e, simultaneamente, reclamando mais e melhores condições e apoios para os orizicultores junto das entidades competentes.”

Entradas gratuitas em mês de abertura

Localizado na Rua Dr. Dionísio de Moura, no centro da cidade de Estarreja, perto da estação de caminhos de ferro, este novo espaço museológico foi edificado a partir das ruínas da antiga fábrica de descasque de arroz, a “Hidro-Eléctrica” de Estarreja (que funcionou de 1922 até ao final da década de 80), e após a obras reabilitação e adaptação do edifício que implicou um investimento global de 1,7M€ (1,2M€ na empreitada, acrescidos de 500 mil euros na museografia) , com uma comparticipação comunitária através do Portugal 2020 de 870 mil euros. A empreitada promovida pela Câmara Municipal de Estarreja insere-se na regeneração urbana daquela zona da cidade.

A inauguração é já este sábado, dia 14, às 17h00, e todos estão convidados a assistir e a participar em diversas atividades criadas especialmente para marcar esta data especial. O programa completo está disponível no site oficial do museu (www.fabricadahistoriaarroz.pt). Este novo espaço cultural da cidade estará aberto de terça-feira a sábado, das 10h00 às 18h00, e encerra aos domingos, segundas-feiras e feriados, e até ao final do mês de setembro, as entradas são gratuitas.

 

 
https://www.ovarnews.pt/primeiro-ministro-inaugura-a-fabrica-da-historia-arroz-em-estarreja/
A vareira Andreia Norton foi uma das distinguidas na Gala das Campeãs, das melhores jogadoras e equipas de futsal e futebol feminino na temporada 2023/2024 em Portugal, que incluiu um reconhecimento especial ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes.

A jogadora do Furadouro surge no melhor onze do ano, composto por Hannah Seabert, Ana Borges e Olivia Smith (Sporting), Carole Costa, Christy Ucheibe, Lúcia Alves, Andreia Faria, Andreia Norton e Kika Nazareth (Benfica), Beatriz Cameirão (Damaiense, transferida para o Benfica em 24/25) e Telma Encarnação (Marítimo, transferida para o Sporting em 24/25).

Perante uma plateia composta por centenas de convidados, entre os quais jogadoras, treinadores e representantes de equipas que competem em todas as divisões de futebol e futsal femininos em Portugal, o presidente da FPF salientou a evolução registada na última década no nosso país, estipulando ainda objetivos concretos para os próximos anos.
https://www.ovarnews.pt/?p=84061
Exposição celebra e reconhece o empreendedorismo vareiro
A exposição de criações e inovações vareiras “Made In Ovar” abriu portas nesta quinta-feira, na Rua Gomes Freire, n. º1 (em frente à Capela N.ª Sr.ª da Graça), numa organização da Plataforma Coração Vareiro.

Trata-se de uma iniciativa dedicada a celebrar e reconhecer o empreendedorismo vareiro, onde se destaca a diversidade e a inovação dos negócios, projetos, produtos e ideias que nascem e fazem de Ovar um lugar especial.

Com organização de Adriana Rocha e curadoria de Lígia Pode, a mostra de empreendedores vareiros estará em exibição de 12 de setembro a 3 de outubro.
https://www.ovarnews.pt/?p=84057
O objetivo é promover conhecimentos na temática da doença oncológica e fomentar a ação de farmacêuticos na prevenção e controlo do cancro. A nova edição do curso “Cancro: Da Prevenção à Intervenção – O Papel do Farmacêutico” realiza-se em outubro, durante três dias (14, 16 e 17), e é dinamizada através da Plataforma Zoom, entre as 17h00 e as 20h00.

Atendendo à relação de proximidade e confiança que as farmácias estabelecem com cada um dos seus utentes e, ainda, numa lógica multidisciplinar de ação em diversas frentes, o NRC.LPCC promove esta ação para estudantes da área Farmacêutica com o intuito de capacitá-los para o futuro desempenho do seu papel ativo na prevenção da doença oncológica.

A formação, que conta com o patrocínio científico da Secção Regional do Centro da Ordem dos Farmacêuticos, divide-se em cinco módulos, cujo conteúdo programático proporcionará aos formandos um maior conhecimento sobre a Liga Portuguesa Contra o Cancro, a sua missão, objetivos e serviços e conhecimentos na temática da doença oncológica, causas, fatores de risco, diagnóstico precoce e rastreio do cancro. Esta ação formativa visa, ainda, fomentar a ação dos farmacêuticos na prevenção e controlo do cancro, contribuir para a prevenção primária e secundária do cancro e realçar o papel do farmacêutico em contextos oncológicos.

O NRC.LPCC desenvolve, desde 2015, um projeto de Formação e Educação para a Saúde sobre cancro junto dos farmacêuticos e estudantes da área das Ciências Farmacêuticas, que consiste na realização de ações de formação certificadas, na temática da doença oncológica.

O Programa e mais informações sobre o Curso estão disponíveis em https://www.ligacontracancro.pt/formaefarmacia.

A Formação “Cancro: Da Prevenção à Intervenção – O Papel do Farmacêutico” conta com um painel especializado de formadores e conferirá aos participantes, no final, um certificado de participação, emitido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro.
https://www.ovarnews.pt/?p=84053
Um casal brasileiro queixa-se que está com dificuldades de registar o filho recém-nascido. O bebé, que nasceu em 31 de agosto, está sem certidão de nascimento pois o nome escolhido pelos pais não foi aceite pelo cartório.

Eles escolheram batizar a criança com o nome do primeiro faraó negro do Egito: Piiê. Os pais contam que o cartório não aceitou o registo por causa da grafia. Recorreram ao Tribunal, mas a juíza alegou que a criança sofreria bullying porque o nome é semelhante ao passo de ballet “plié” . Neste impasse, o menino está sem certidão de nascimento.

O pai da criança, Danillo Prímola, contou que o menino é o primeiro filho do casal e que a ideia do nome surgiu após um enredo de Carnaval.

Em declarações ao jornal SRZD, o pai diz que conhece esse nome através do Carnaval de 2023 "porque eu sou coreógrafo da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova. E aí teve um enredo deles. Tinha uma palavra lá que falava sobre o faraó negro. Fomos pesquisar como que era e a gente encontrou a história do Piiê, que foi um guerreiro núbio que lutou e conquistou o Egito e se tornou o primeiro faraó negro”, contou.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) informou em nota que “a Lei 6.015/1973 prevê que o oficial de registro civil não registrará prenomes suscetíveis de expor ao ridículo seus portadores, observado que, quando os genitores não se conformarem com a recusa do Oficial, este submeterá por escrito o caso à decisão do juiz competente, independente da cobrança de quaisquer emolumentos. Razão pela qual a sonoridade e grafia do nome foram preponderantes para o indeferimento, visto que, seriam aptas a causar constrangimento futuro à criança”.

No fim da tarde de quarta-feira (11), a Justiça de Minas Gerais acabou por autorizar o registo do nome Piiê.
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Bigod pinta mural com 550 metros de identidade local na Bondalti
O festival de arte urbana de Estarreja arranca oficialmente no sábado, dia 14, mas já se começa a desenhar na cidade. Num extenso muro na entrada norte da cidade, na EN109, as cores já anunciam o ESTAU’24.

Um extenso muro envolvente da Bondalti, está já a ser intervencionado pelo português Bigod, que encontrou inspiração na paleta de cores do brasão de Estarreja, partindo para várias imagens identitárias do concelho a retratar neste mural, desde o património arquitetónico industrial, à identidade gráfica histórica, o cultivo do arroz, a construção naval ou a tapeçaria. Numa parceria com a empresa Bondalti que volta a associar-se ao evento (em 2022, um dos tanques principais da fábrica de cloro da Bondalti foi intervencionado pelo artista brasileiro Thiago Mazza), esta pintura mural que ocupa 550 metros de cumprimento, representa uma nova e simbólica entrada para a cidade.

As ruas e a cidade são a tela onde se mesclam as cores, as texturas, os sons, o património, as gentes e a identidade de uma terra. De 14 a 22 de setembro, a Câmara Municipal de Estarreja convida a usufruir da arte, do espaço público e do processo de criação das novas pinturas murais neste museu a céu aberto.

Nesta edição, o festival vai continuar a interagir com a comunidade local e fazer com que a Arte Urbana retrate a identidade e o património, usando-se do território como espaço de realização e de reflexão através da arte sobre temas que fazem parte da agenda global, como a sustentabilidade ambiental ou a identidade cultural. Este ano, as novas histórias, cores e formas são moldadas pelas mãos dos artistas Tellas (Itália), Sojo (Espanha), Facio (Argentina), Jaune (Bélgica), Tiago Hesp (Portugal), Bárbara R. (Portugal), Bigod (Portugal) e Ana Mak (Portugal).

“O ESTAU volta a celebrar o património natural, industrial e cultural de Estarreja, enquanto continua a fomentar o sentimento de pertença e identidade coletiva na comunidade. São mais 8 intervenções artísticas que retratam histórias do nosso quotidiano e da nossa herança cultural e trazem ao espaço público mensagens que pretendem promover a reflexão, o debate e a consciencialização para temas sociais e ambientais da atualidade”, afirma a Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Estarreja, Isabel Simões Pinto.

 “Ao longo mais de duas semanas, o nosso Museu a Céu Aberto continuará a crescer, a transformar-se e está acessível a todos que os que queiram visitar, ver os artistas a trabalhar ao vivo e ter experiências artísticas e culturais nas cerca de 30 atividades que estarão a decorrer ao longo do Festival”, convida.

O argentino Facio, que tem especial interesse pelos distintos elementos que acompanham a identidade de um povo e o seu território, instalou-se em Salreu para valorizar a figura de Domingos Joaquim da Silva. O benemérito Visconde de Salreu (1854-1936) é retratado na obra que está a nascer na Rua Professor Miguel Lemos, em frente à antiga escola primária. Facio tem obras em países como Marrocos, Argentina, Chile, Espanha, País Basco, Alemanha e Portugal.

Mais iniciativas a descobrir em Estarreja durante estes dias. Este sábado à noite, “Cantam Plantadas n’Água”

Para além das intervenções nas paredes ou noutros espaços menos convencionais, o programa do ESTAU inclui outras iniciativas tais como instalações, exposições, workshops, filmes, visitas guiadas, espetáculos ou música. O primeiro dia do festival, 14 de setembro, que se cruza com a abertura do museu Fábrica da História – Arroz (tema já abordado em vários murais do ESTAU, nomeadamente pelo reconhecido internacional VHILS), reserva-nos o espetáculo multidisciplinar “Cantam Plantadas n’Água” (às 21h30, na Praça Francisco Barbosa) em que o grupo “Segue-me à capela” junta-se às vozes de algumas das mondadeiras do território para enaltecer as canções tradicionais. Tal com todos os eventos ESTAU, as entradas são gratuitas.

A sessão de “Contos com fraldas” para bebés, a oficina “Ilustrar com tecido”, com Teresa Cortez ou a instalação “Gamelão de Porcelana e Cristal”, da companhia de Música Teatral são outras sugestões para esse primeiro dia, abrindo as portas a 8 dias de festival.

Desde setembro de 2016, as ruas de Estarreja transformaram-se numa galeria ao ar livre com o ESTAU. Hoje, o roteiro de arte urbana conta cerca de 50 obras de arte ou murais, conferindo um novo elemento distintivo e de atração ao território. O festival colocou a Arte Urbana a falar com a cidade, com as pessoas, com o património e com a natureza.

A edição de 2024 está inserida na programação de Aveiro 2024 - Capital Portuguesa da Cultura.

O programa do ESTAU’24 pode ser consultado em www.cm-estarreja.pt/estau. A brochura da programação pode ser descarregada aqui: bit.ly/Estau2024_programa
https://www.ovarnews.pt/bigod-pinta-mural-com-550-metros-de-identidade-local-na-bondalti/

quinta-feira, setembro 12, 2024

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para os próximos dias tempo quente e seco, com subida gradual da temperatura máxima, Humidade Relativa do Ar (HRA) inferior a 30% e vento forte, com efeito expectável de aumento do risco de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão.

Medidas de prevenção aconselhadas à população:

Nos dias de risco de incêndio Muito Elevado e Máximo É PROIBIDO: 

− Fazer Queimada Extensiva; 

− Fazer Queima de Amontoados; 

− Utilizar fogo para a confeção de alimentos em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito; 

− Fumigar ou desinfestar em apiários; 

− Usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, todos os equipamentos com escape sem dispositivo tapa-chamas, equipamentos de corte, como motosserras ou rebarbadoras, ou a operação de métodos mecânicos que, na sua ação com os elementos minerais ou artificiais, gerem faíscas ou calor. 

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, de acordo com a legislação em vigor, e tendo especial atenção à evolução do perigo de incêndio neste período. 

Acompanhe a evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível em www.ipma.pt, www.icnf.pt ou junto do Serviço Municipal de Proteção Civil e dos Bombeiros Voluntários.
https://www.ovarnews.pt/aviso-de-tempo-quente-perigo-de-incendio-rural-medidas-preventivas/
1/2 Setembro e, depois, vai-se a ver e já é Natal - Por Pedro Nuno
Setembro. Parece que tudo vai recomeçar, após cerca de dois meses de folia, onde tudo, ou quase tudo, aqui e acolá, parou. Normal é. Daqui a uma semana, assinala-se o dia em que as torres gémeas foram postas abaixo, efeméride intercalada com o início das aulas e o problema secular de falta de professores.

Um tempo volvido, surge a Implantação da República, este ano com mesmo notoriedade por calhar no fim-de-semana (Irra!). Ao redor do Halloween – passo a embruxada coincidência -, os casos José Sócrates e de Ricardo Salgado vêm novamente à tona, provavelmente para verem as respectivas audiências adiadas por mais uma greve (e bem, e bem!) dos camaradas oficiais de justiça. Adiante.

O São Martinho só será notícia porque o quilo da castanha estará bem mais caro, talvez por causa da guerra na Ucrânia e da turbulência na Palestina. Entretanto, estamos em meados de Novembro e há pessoas que já têm o pinheiro natalício montado há duas semanas.

Dizem ser “a época mais especial do ano” ou lá o que é. Uma minoria composta por senhoras entre os 45 e 70 anos dizem que é a “segunda melhor altura do ano”, apenas superada pelo faraónico concerto de Tony Carreira na Expofacic.

E, num ápice, chegámos a Dezembro. As redes sociais são invadidas por fotografias de portugueses em Vigo, junto a luzes e decorações natalícias que começaram a ser montadas enquanto eu enfardava bolas de alfarroba na praia da Barra e tentava descobrir um motel baratucho para um casal amigo vindo de fora.

Posto isto, vai-se a ver e é Natal. Gente que eu julgava morta envia-me mensagens – daquelas “pré-fabricadas” – a desejar boas festas e coisas alienadas dessas. Não respondo.

Depois, chega 2025. Televisões e repórteres desdobram-se entre cidadãos comuns com as perguntas da praxe: “Quais os desejos para o novo ano?” ou “O que perspectiva para 2025?” ou etc. Tento deixar de fumar e prometo ser mais maduro e responsável. Não funciona, evidentemente. Janeiro e Fevereiro são mórbidos (com a ampla excepção das festas de São Gonçalinho, em Aveiro). Anda tudo amorfo depois da temporada festiva, naturalmente.

Além disso, faz frio, há trabalho acumulado e exames da faculdade. É provável que, em Março, o assunto “aeroporto de Lisboa” regresse das sombras, tal e qual como tem acontecido nos últimos sessenta anos. Abril é sinónimo de santa e imaculada Liberdade, por muito que muitos a deturpem, ignorem e a tentem assassinar.

A Páscoa, nas entranhas do esquecimento, tem vindo a perder protagonismo e só é lembrada porque a nossa avó ou tia nos mete uma notinha na algibeira como se estivesse a passar-nos uma pastilha de ecstasy. Chegámos a Maio e não só todos os miúdos do país já têm professores como o número de grávidas que deram á luz numa autoestrada ou rotunda caiu entre 2% a 5%. Chega Junho e, com ele, os festivais de Verão, finos a 5€ e fatias de pizza a 10€, talvez por causa da guerra na Ucrânia ou do conflito em Gaza. Depois…

Depois vai-se a ver e já estou estendido outra vez na toalha, a comer bolas de alfarroba sem fim e a contemplar um avião publicitário com a mensagem: “Não perca! Tony Carreira na Expofacic! Apareça!”.

Pedro Nuno Marques
https://www.ovarnews.pt/?p=84024
Foi festiva a Entrada Solene do novo pároco José Coelho de São João e São Vicente de Pereira.

Cumpriu-se, assim, a nota da Diocese do Porto, de julho último, nomeando José Coelho, natural de Freamunde Porto, para aquelas paróquias do concelho de Ovar, em substituição do Padre José Almonte Jesús ali colocado desde 2021, vindo das paróquias de Esmoriz e Maceda como vigário paroquial, logo após a sua ordenação.

A mudança causou alguma estranheza nas gentes locais, mas "não nos cabe comentar as decisões dos orgãos que presidem aos destinos da diocese, muito menos fazer sobre elas, comentários subjetivos ou juízos de valor", salienta fonte oficial da paróquia.

"Como povo responsável e obediente, trabalhador e humilde, cabe-nos aceitar as decisões do nosso bispo", mas a mesma fonte admite que "o vemos partir com alguma mágoa, não magoados, mas com alguma mágoa".

Almonte Jesus foi colocado nas paróquias de Santa Cristina (Mansores) e S. Salvador (Várzea), da Vigararia de Arouca - Vale de Cambra.

Como foi o percurso de vida do Padre José Coelho até chegar ao Seminário?

Até chegar ao Seminário, tive tudo, fiz tudo, estraguei, esbanjei, sonhei, nunca me faltou nada. Até que me cansei e vi, despertei, compreendi que não tinha nada. A minha vida desenvolvia-se entre a escola e os amigos, e a fábrica de moveis do meu avô. Obviamente, fiz mais aneiras, do que trabalhei. Foi no meio desta gente honrada, muito digna, que “suava” todos os dias, e muito, para pôr o pão em cima da sua mesa, que cresci. Fui vivendo entre o tudo, que achava que tinha, e o pouco de uma vida insatisfeita que é como “serrim” da fábrica.
https://www.ovarnews.pt/paroquias-de-sao-joao-de-ovar-e-s-vicente-de-pereira-tem-novo-paroco/