sexta-feira, outubro 02, 2026

A Câmara Municipal de Ovar já obteve o visto prévio do Tribunal de Contas ao contrato da empreitada para a construção da nova Esquadra da PSP de Ovar, permitindo avançar para a concretização da obra.


A nova esquadra será instalada nas antigas instalações dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, na cidade de Ovar.


Com a obtenção do visto prévio, o Município fica em condições de prosseguir os procedimentos necessários ao arranque da empreitada.


Segundo informação divulgada pela autarquia, o contrato da empreitada tem um valor de cerca de 2,15 milhões de euros e um prazo de execução de 540 dias.


O visto do Tribunal de Contas foi dado a conhecer na reunião da Câmara Municipal de Ovar de 1 de outubro. https://www.ovarnews.pt/?p=107550


Suspensão temporária do abastecimento em Maceda
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Maceda.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 07/10/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Tv. da Rua dos Carvalhais, Rua da Carvalheira, Rua do Campo de Riba, Rua da Areia nº22, Rua da Amizade, Rua dos Carvalhais, Rua das Prages, Tv. das Prages, Rua do Canto das Prages, Rua do Apeadeiro, Rua da Canosa


 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-maceda/


Moto de água furtada em Paços de Brandão encontrada em armazém em Cortegaça
A GNR apreendeu uma moto de água que tinha sido furtada em dezembro de 2025, no interior de uma residência em Paços de Brandão, durante uma operação realizada nos dias 28 e 29 de setembro em Cortegaça, no concelho de Ovar.

A ação foi conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Santa Maria da Feira, na sequência de uma investigação que permitiu apurar que a moto de água se encontrava dissimulada no interior de um armazém.


Foram cumpridos dois mandados de busca não domiciliária, emitidos pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Santa Maria da Feira. Na primeira busca, os militares apreenderam uma moto de água da marca SEADO e um veículo ligeiro de passageiros da marca Ford, com data de matrícula de 1959.


Durante a operação, os investigadores detetaram ainda um segundo armazém contíguo, pertencente aos mesmos proprietários, onde existiam suspeitas de estar armazenado outro material proveniente de furtos.


Perante os novos elementos recolhidos, foi solicitado, com caráter de urgência, um novo mandado de busca. Desta segunda ação resultou a apreensão de um motociclo Yamaha de alta cilindrada, uma minimota e um capacete de motociclo.


A operação contou com o reforço de militares dos Postos Territoriais de Esmoriz e de Santa Maria de Lamas.


O NIC de Santa Maria da Feira mantém as diligências de investigação em curso, com o objetivo de apurar integralmente os factos, identificar os autores dos furtos e eventuais recetadores dos bens subtraídos. https://www.ovarnews.pt/moto-de-agua-furtada-em-pacos-de-brandao-encontrada-em-armazem-em-cortegaca/

quinta-feira, outubro 01, 2026



Os assobios de família que se deixaram de usar... - Por Paulo Freitas do Amaral
 

Havia mesmo assobios de família... e quem viveu a infância há algumas décadas provavelmente ainda se lembra do seu.

Quando eu era miúdo e brincava na rua, na Cruz Quebrada, em Oeiras, os meus pais tinham um assobio próprio para me chamar. Não era preciso gritar pelo meu nome, nem andar à minha procura pelas ruas. Bastava aquele som, que eu reconhecia imediatamente, mesmo no meio de outros assobios, vozes e brincadeiras. E não era apenas a minha família que tinha o seu... outros miúdos tinham também o assobio através do qual os pais os chamavam, e nós acabávamos por conhecer os assobios das famílias da rua quase tão bem como conhecíamos as próprias pessoas.

Havia até uma hora certa para os assobios... pelas oito da noite começavam a ouvir-se pela rua os chamamentos para ir jantar. Um assobio aqui, outro mais adiante, e cada criança sabia qual era o seu. Não havia telemóveis, mensagens ou localizações partilhadas... havia o assobio dos pais e a obrigação, nem sempre cumprida à primeira, de aparecer em casa.

Era assim numa Lisboa que já não existe da mesma maneira, naquela Cruz Quebrada de Oeiras onde as crianças brincavam na rua, iam sozinhas para a escola, passavam horas fora de casa e até iam para a praia sem que os pais soubessem a cada instante onde estavam. Havia uma liberdade que hoje parece quase inimaginável... e havia também uma confiança que fazia parte da vida quotidiana.

O mais curioso é que, tantos anos depois, há um lugar onde esse velho hábito continua a funcionar.

Quando estou com a minha mãe num supermercado e, entre corredores, prateleiras e pessoas, nos perdemos um do outro, por vezes ela faz aquele assobio... e eu encontro-a imediatamente. É como se, por alguns segundos, desaparecessem o supermercado, os anos que passaram e todas as formas modernas de comunicação, ficando apenas aquele som que aprendi a reconhecer quando era miúdo.

O assobio de família foi caindo em desuso à medida que mudámos a maneira de viver. Primeiro vieram os telefones, depois os telemóveis, as mensagens e agora até podemos saber a localização exacta de alguém através de uma aplicação... já quase ninguém precisa de assobiar para chamar os filhos para jantar.

Mas talvez tenhamos perdido qualquer coisa pelo caminho.

Este artigo não é acompanhado por uma fotografia... é acompanhado pelo meu assobio de família, gravado num MP3. Talvez, ao ouvi-lo, se lembre de que também existia um na sua casa... talvez ainda consiga reproduzi-lo depois de tantos anos.

E se conseguir, ensine-o aos seus filhos.

Porque um dia poderão estar no meio de uma multidão e ouvir aquele som... e reconhecer imediatamente alguém que amam.

Tal como nós reconhecíamos os nossos pais, quando ainda bastava um assobio para nos dizerem que eram oito da noite... e que estava na hora de ir jantar.

 

 

 

 

 

Paulo Freitas do Amaral, Professor, Historiador e Autor https://www.ovarnews.pt/os-assobios-de-familia-que-se-deixaram-de-usar-por-paulo-freitas-do-amaral/


Câmara da Feira assegura mais de 3 milhões de euros de apoio aos bombeiros até 2029
A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira vai assegurar mais de 3 milhões de euros de apoio às três associações humanitárias de bombeiros do concelho até 2029, reforçando de forma significativa os meios destinados à proteção e socorro das populações. Os novos protocolos de colaboração, assinados esta quarta-feira, 30 de setembro, com as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários de Arrifana, Feira e Lourosa, mais do que duplicam o apoio anual atribuído pelo Município a cada associação, que passa de 66 600 para 157 500 euros, um aumento de cerca de 137%.


Dos apoios previstos nos novos protocolos está uma verba específica de 40 000 euros por ano para criar um Piquete de Intervenção em cada corpo de bombeiros, assegurando financiamento municipal para uma equipa de prontidão diária composta por um mínimo de quatro elementos e reforçando a capacidade de resposta operacional no território.


Os protocolos prevêem ainda 50 000 euros anuais para a atividade geral de cada associação, 17 500 euros para apoio administrativo e 50 000 euros para aquisição, renovação e manutenção de viaturas e equipamentos.


No apoio à frota e aos equipamentos, cada associação dispõe de um montante máximo de 200 000 euros durante o quadriénio, que poderá ser utilizado de forma faseada ou concentrada, de acordo com as necessidades operacionais. O Município comparticipa 80% do valor de cada aquisição, renovação ou intervenção, até ao limite global definido para 2026-2029.


No conjunto das três associações, os protocolos agora assinados representam 472 500 euros de apoio municipal por ano e 1,89 milhões de euros ao longo dos quatro anos.


“Os bombeiros são uma estrutura essencial de proteção e socorro no nosso concelho e esse papel tem de ser acompanhado por condições para responderem cada vez melhor. Este reforço não é pontual. É um compromisso para quatro anos, que dá às associações maior estabilidade para planearem, investirem nos seus meios e organizarem a sua resposta”, explica o presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Amadeu Albergaria.


O autarca sublinha ainda que a Câmara Municipal “mais do que duplica o apoio regular e cria financiamento específico para reforçar a prontidão diária. Queremos garantir às corporações os meios e as condições para responder sempre que necessário”.


Aos valores previstos nos novos protocolos acresce o financiamento municipal das Equipas de Intervenção Permanente, no montante de cerca de 96 500 euros anuais por associação. Somando este financiamento aos novos protocolos, o apoio municipal ascende a 254 000 euros por ano para cada associação humanitária, ultrapassando os 3 milhões de euros no conjunto dos quatro anos.


Este valor não esgota o apoio do Município aos bombeiros. O Município assegura ainda outros apoios, conforme descrito nos protocolos celebrados, nomeadamente seguros e comparticipações em obras nas instalações das associações, financiando 50% do valor do investimento, até ao limite máximo de 500 mil euros.


A estes apoios acrescem também os benefícios sociais atribuídos diretamente aos bombeiros voluntários ao abrigo do regulamento municipal, numa política de reconhecimento e incentivo ao voluntariado que complementa o financiamento concedido às associações.


Este reforço financeiro traduz-se numa maior capacidade operacional das três corporações e reconhece o papel determinante que os bombeiros desempenham na prevenção, no socorro e na salvaguarda de pessoas e bens em todo o concelho de Santa Maria da Feira. https://www.ovarnews.pt/?p=107534


Incêndio no Vouguinha expõe falta de investimento da CP no material circulante
Um incêndio numa automotora do Vouguinha, junto a São Paio de Oleiros, no concelho de Santa Maria da Feira, ocorrido na passada segunda-feira, dia 28 de setembro, ao final da tarde, está a levantar diversas questões.

De acordo com as notícias vindas a público, o incêndio terá tido origem numa avaria no sistema de exaustão da automotora.

Os passageiros tiveram de abandonar a composição e foram depois transportados de autocarro até aos respetivos destinos. O incêndio foi apagado pelos trabalhadores da CP e pelos Bombeiros Voluntários de Espinho e uma passageira de 37 anos foi transportada, por precaução, para o Hospital de São Sebastião, em Santa Maria da Feira.

A Linha do Vouga liga Espinho a Aveiro e atravessa os concelhos de Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha e Águeda, numa das zonas com maior densidade populacional e atividade industrial do país. É utilizada diariamente por trabalhadores e estudantes que dependem deste comboio para as suas deslocações e que, há anos, convivem com atrasos, supressões e avarias.

Este incêndio não é um episódio isolado. Segundo o jornal Público, em apenas dois meses deste ano a CP suprimiu 97 comboios na Linha do Vouga, por avarias do material circulante, falta de revisores, falta de PDA e até roubo de gasóleo. As automotoras da série 9630, que asseguram o serviço, estão no limite da sua vida útil e o Movimento Cívico pela Linha do Vouga tem alertado para o facto de as avarias constantes serem a principal causa das supressões.

Apesar disso, a aquisição de novo material circulante para a linha continua sem data. A CP tem justificado o adiamento com a falta de decisão sobre a eletrificação da linha, que está prevista no Programa Nacional de Investimentos 2030. Em março deste ano, foi assinado em Aveiro um aditamento ao contrato de compra de novas automotoras para a CP, sem que nenhuma se destine à Linha do Vouga.

O Bloco de Esquerda tem vindo a denunciar o abandono a que a Linha do Vouga tem sido votada pelos sucessivos Governos. A falta de investimento no material circulante e nos trabalhadores da CP coloca em causa a qualidade do serviço e, como este incêndio demonstra, a segurança de passageiros e trabalhadores. Numa região onde a dependência do automóvel é muito elevada, a degradação da linha afasta as pessoas do transporte público, com custos para as famílias e para o ambiente.

A CP é uma empresa pública e o Governo tem responsabilidade direta nesta matéria. Importa, por isso, saber que medidas estão a ser tomadas para garantir a segurança da circulação e a renovação do material circulante na Linha do Vouga.

Assim, o Bloco de Esquerda vai dirigir ao Governo, através do Ministério das Infraestruturas e Habitação, as seguintes perguntas:

1. Tem o Governo conhecimento desta situação?

2. Já foram apuradas as causas do incêndio? A ocorrência foi comunicada ao Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT)?

3. Quantas automotoras se encontram atualmente operacionais na Linha do Vouga e qual o seu estado de manutenção?

4. Para quando está prevista a aquisição de novo material circulante para a Linha do Vouga?

5. Que medidas vai o Governo adotar para reforçar o número de trabalhadores da CP afetos a esta linha, nomeadamente revisores, maquinistas e pessoal de manutenção?

6. Está o Governo disposto a avançar com um plano de investimento para a modernização da Linha do Vouga, com prazos e verbas definidos? https://www.ovarnews.pt/incendio-no-vouguinha-expoe-falta-de-investimento-da-cp-no-material-circulante/


Imaginarius vai integrar finalistas e recém-diplomados de escolas de circo internacionais no programa oficial
O Imaginarius, festival de artes performativas em espaço público de Santa Maria da Feira, vai integrar na sua programação oficial para 2027 propostas artísticas originais de alunos finalistas e recém-diplomados de escolas de circo que fazem parte da FEDEC, rede internacional de ensino profissional de circo. De 1 de outubro a 13 de novembro, decorre o período de candidaturas à convocatória FEDEC @ Imaginarius 2027 e os resultados serão conhecidos no início do próximo ano. A apresentação em estreia dos projetos selecionados acontece durante o festival, que terá lugar entre 20 e 22 de maio.


Esta convocatória visa selecionar até quatro projetos que serão integrados na programação oficial da próxima edição do festival Imaginarius. Os candidatos são convidados a apresentar propostas artísticas originais, concebidas para o espaço público de Santa Maria da Feira, especificamente para ambientes urbanos ao ar livre, como ruas, praças e parques do centro histórico. O objetivo é desafiar criadores emergentes a repensar a relação entre o circo, a cidade e o público.


Os artistas selecionados (solo, duo, trio ou quarteto) vão desenvolver projetos ajustados às condições, aos ritmos e às características específicas do centro histórico da cidade, sem recurso à tradicional tenda de circo.


Sobretudo para os jovens recém-diplomados, esta é uma relevante oportunidade para iniciarem as suas carreiras profissionais, explorando possibilidades artísticas, espaciais e sociais fora dos palcos convencionais.


O Imaginarius assegura as condições de acolhimento e o apoio financeiro necessários para a apresentação dos projetos selecionados, integrando-os num contexto de produção profissional e de elevada visibilidade artística e internacional, fundamentais para a difusão e circulação do seu trabalho.


Antes da apresentação dos projetos, integrados no programa oficial do Imaginarius, artistas selecionados farão ensaios presenciais no espaço público de Santa Maria da Feira. Vão ainda orientar uma oficina aberta à comunidade e serão convidados a participar na programação PRO do festival, destinada a profissionais do setor das artes performativas.


Mais informação e candidaturas em www.imaginarius.pt https://www.ovarnews.pt/imaginarius-vai-integrar-finalistas-e-recem-diplomados-de-escolas-de-circo-internacionais-no-programa-oficial/


SV Pereira arranca empate em Águeda
Em jogo a contar para a quarta jornada do campeonato Sabseg, no Estádio Municipal de Águeda, o S. Vicente Pereira confirmou o bom arranque na competição ao empatar a um golo com o Recreio local.

Os vicentinos entraram melhor e chegaram cedo à vantagem. Aos sete minutos, um cruzamento proveniente do lado direito encontrou Ruela sem marcação e o jogador do S. Vicente Pereira cabeceou sem dar qualquer hipótese a Bruno Pereira.

O empate surgiria, na sequência de um canto, aos 67 minuto, Romeu apareceu com determinação e cabeceou para o fundo da baliza, estabelecendo o 1-1.

Resultados e classificação. https://www.ovarnews.pt/?p=107522


SEMA assinala 30 anos de atividade ao serviço das empresas de cinco concelhos
A SEMA – Associação Empresarial dos concelhos de Estarreja, Murtosa, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga e Ovar assinalou 30 anos de atividade com um jantar comemorativo que reuniu, no dia 25 de setembro, associados, colaboradores, parceiros e representantes institucionais.


A associação completou o trigésimo aniversário a 30 de abril de 2026, três décadas depois da sua fundação, em 1996, então com a designação de ACEM – Associação Comercial de Estarreja e Murtosa.


Ao longo deste percurso, a SEMA afirma ter mantido como missão a defesa dos interesses e das aspirações dos seus associados, procurando responder aos desafios do tecido empresarial dos cinco concelhos que integram a sua área de intervenção.

Espírito associativo perante os desafios económicos


Num contexto que a direção considera particularmente exigente para as atividades económicas, a SEMA sublinha a importância do movimento associativo e da união de esforços entre empresas e instituições.


A associação defende que a cooperação regional constitui uma ferramenta para encontrar iniciativas e soluções conjuntas capazes de responder aos períodos de maior adversidade.

Uma noite de reconhecimento


O jantar comemorativo ficou também marcado pelo reconhecimento dirigido aos associados pelo contributo dado ao longo das três décadas de atividade, bem como às instituições públicas e privadas que têm apoiado o trabalho desenvolvido pela SEMA.


A iniciativa contou com a presença de representantes de entidades regionais e nacionais, presidentes de Câmara e outras personalidades institucionais. Foram ainda destacados os representantes de associações empresariais, diretores fundadores e atuais dirigentes, parceiros da comunicação social e restantes convidados.


A SEMA fez igualmente questão de reconhecer publicamente o trabalho dos seus órgãos sociais e, em particular, dos colaboradores, apontados como fundamentais para o funcionamento diário da instituição.

Três décadas a projetar o futuro


Para a direção da SEMA, os 30 anos representam uma história construída por pessoas, dedicação e projetos concretizados, mas também uma oportunidade para perspetivar os próximos anos.


Assumindo-se como uma estrutura de cooperação regional, a associação pretende continuar a reforçar a proximidade aos seus associados e a capacidade de resposta perante os desafios que se colocam ao tecido empresarial.


“Mais do que celebrar uma data, estes 30 anos representam uma história viva feita de pessoas, dedicação e sonhos concretizados”, sublinha Maribel Marques, presidente da direção da SEMA.


A associação pretende agora prosseguir o trabalho desenvolvido desde 1996, segundo Pedro Marques,


presidente da Assembleia Geral da SEMA, "com o objetivo de construir uma instituição “cada vez mais forte, próxima e preparada” para os desafios futuros. https://www.ovarnews.pt/?p=107518