sábado, março 21, 2026



Família está preocupada com Eva - Comunicado
A família de Eva está preocupada com a situação da cobcorrente dentro do Secret Story 10 e voltou a tomar a palavra com um novo comunicado que responde diretamente a quem tem pedido a sua saída da casa.


A situação de Eva dentro da casa do Secret Story 10 continua a preocupar quem a acompanha de perto e a família e equipa da concorrente de Ovar voltaram a tomar a palavra com um novo comunicado nas redes sociais.

Recorde-se que Eva tem vivido dias de grande fragilidade emocional, com o comportamento de Diogo e a sua aproximação a Ariana a deixar marcas visíveis na concorrente, que tem sido vista cada vez mais cabisbaixa e isolada dentro da casa mais vigiada do país. Esta sexta-feira, 20 de março, a família de Eva já tinha quebrado o silêncio com uma primeira mensagem de apoio e agora voltou a fazê-lo, desta vez para responder aos apelos de quem pede que a concorrente abandone o programa.

A família e equipa de Eva foram diretas na resposta a esses apelos, lembrando que a decisão de sair ou ficar pertence exclusivamente à própria concorrente: “A equipa e família querem esclarecer que estamos a fazer o possível para ajudar a Eva. Vemos comentários a pedir para retirar a Eva da casa mas esquecem-se que a Eva só sai se assim quiser.”

A mensagem fechou com uma nota de união e de apoio incondicional à concorrente: “De qualquer das formas, seguimos unidos e prontos a dar todo o apoio e amor à Eva. Obrigada.” https://www.ovarnews.pt/familia-esta-preocupada-com-eva-comunicado/
Um estudo liderado por investigadores do Centro de Estudos do Ambiente


e do Mar (CESAM) revela que a exposição embrionária a um


antidepressivo comum pode alterar de forma duradoura a personalidade


de peixes-zebra, levantando preocupações sobre os impactos de


fármacos no ambiente e na saúde.

Miguel Oliveira  e Carla Melo, do CESAM e do Departamento de Biologia da


Universidade de Aveiro, em colaboração com investigadores do Instituto de


Diagnóstico Ambiental e Estudos da Água (IDAEA-CSIC) e do Institut Químic de


Sarrià ( Universitat Ramon Llull ), publicaram, na revista científica Journal of


Hazardous Materials, um estudo pioneiro que demonstra, pela primeira vez, que


a exposição embrionária a níveis ambientais de um antidepressivo pode alterar


de forma duradoura a personalidade de peixes-zebra.

O estudo analisou os efeitos da paroxetina, um antidepressivo amplamente


usado no tratamento da depressão em humanos. Os resultados mostram que a


exposição a este fármaco durante o desenvolvimento embrionário pode modificar


traços de personalidade e a forma como os peixes lidam com o stress, com


possíveis impactos na sobrevivência e adaptação das espécies.

Os investigadores verificaram que estas alterações persistem até à fase juvenil,


indicando que comportamentos fundamentais podem ser reprogramados muito


cedo na vida.

Como o peixe-zebra é um modelo amplamente utilizado em investigação


biomédica, estes resultados levantam novas questões sobre os impactos de


medicamentos neuroativos no ambiente e na saúde.

Os autores alertam que mudanças comportamentais individuais podem ter


consequências em toda a população, afetando a capacidade das espécies de se


adaptarem a ambientes em mudança. Além das prováveis implicações


ecológicas, o estudo sugere também possíveis impactos na saúde humana,


sobretudo em períodos sensíveis do desenvolvimento.

Artigo completo disponível aqui. https://www.ovarnews.pt/exposicao-embrionaria-a-antidepressivo-pode-alterar-personalidade-de-peixes/

sexta-feira, março 20, 2026



Quando encher o depósito esvazia a carteira - Por Fernando Almeida
 

Os sucessivos aumentos do preço dos combustíveis em Portugal deixaram de ser uma flutuação conjuntural para se tornarem um problema estrutural com impacto profundo na economia e na vida quotidiana dos cidadãos. Num país onde o transporte rodoviário continua a ser central, tanto para as famílias como para as empresas, o custo da energia traduz-se diretamente no custo de viver e produzir.

Para muitas famílias, o automóvel não é um luxo, mas uma necessidade. A ausência de alternativas eficazes de transporte público em vastas zonas do território obriga milhares de portugueses a depender diariamente do carro. Quando o preço dos combustíveis sobe de forma persistente, o impacto no orçamento familiar é imediato e difícil de absorver. O salário médio em Portugal não acompanha este aumento, comprimindo ainda mais o poder de compra e agravando desigualdades.

Mas o problema não se esgota nas famílias. As empresas portuguesas, sobretudo as pequenas e médias, enfrentam custos operacionais crescentes que reduzem a sua competitividade. O transporte de mercadorias, a logística e até os serviços locais são diretamente afetados. Num mercado global já altamente competitivo, qualquer aumento de custos pode significar a perda de margem, de clientes ou até de viabilidade económica.

Neste contexto, a comparação com Espanha torna-se inevitável e incómoda. Apesar de partilharmos uma fronteira extensa e uma integração económica profunda, os combustíveis continuam sistematicamente mais baratos do lado espanhol. Esta diferença não é apenas uma curiosidade estatística, é um incentivo claro ao chamado “turismo de combustível”, especialmente nas regiões fronteiriças, onde abastecer em Espanha pode representar uma poupança significativa.

A disparidade de preços levanta questões legítimas sobre a política fiscal portuguesa. Uma parte substancial do preço dos combustíveis corresponde a impostos, e Portugal tem historicamente uma carga fiscal mais elevada neste setor do que Espanha. Embora o argumento da sustentabilidade orçamental seja frequentemente invocado, importa questionar se esta estratégia não estará a produzir efeitos contraproducentes, como um menor consumo interno, fuga de receitas para o estrangeiro e pressão adicional sobre a economia nacional.

Por outro lado, a transição energética, tantas vezes apontada como solução de médio e longo prazo, não pode servir de desculpa para ignorar os problemas do presente. A mobilidade elétrica ainda não é uma alternativa acessível ou viável para todos, e a infraestrutura continua desigual. Penalizar o consumo de combustíveis fósseis sem garantir alternativas reais é, na prática, penalizar os cidadãos.

O debate sobre os combustíveis em Portugal exige mais do que respostas pontuais ou medidas temporárias, exige uma reflexão estratégica sobre fiscalidade, mobilidade e coesão territorial. Reduzir a dependência energética é um objetivo legítimo, mas deve ser acompanhado por políticas que não agravem as fragilidades económicas existentes.

Enquanto os preços continuarem a subir e a diferença face a Espanha persistir, a sensação de injustiça e de desvantagem estrutural manter-se-á. E essa perceção, mais do que qualquer imposto, corrói a confiança dos cidadãos e das empresas no rumo económico do país.

Bem sabemos quais são as causas do aumento desmesurado do custo dos combustíveis, mas a guerra no médio oriente não pode justificar tudo, este é um momento em que o Estado tem o dever de baixar significativamente a carga fiscal sobre os combustíveis, sob pena de asfixiar o consumo interno e consequentemente a economia nacional. Simplificando, enquanto encher o depósito esvazia a carteira, não sobram euros para o “resto”.

Fernando Camelo de Almeida

 

  https://www.ovarnews.pt/quando-encher-o-deposito-esvazia-a-carteira-por-fernando-almeida/


Câmara de Ovar ignora alunos do Externato Luís de Camões
Alunos do Externato Luís de Camões, de Ovar, esperaram esta sexta-feira, para ser recebidos por um representante do executivo, mas ninguém apareceu. Desalentados e tristes, contam ao OvarNews que "hoje era o culminar de uma iniciativa em que angariamos verbas para a UNICEF, visitamos diversos locais da cidade e um deles era uma paragem na Câmara Municipal de Ovar onde ninguém se mostrou disponível para nos receber".

Segundo os alunos deste estabelecimento de ensino privado de Ovar, "foi-nos dito que estavam numa reunião, mas também podiam ter enviado alguém para, pelo menos, nos dar uma palavrinha, mas nem isso".

O grupo de alunos, sempre acompanhado por agentes da PSP no seu percurso pela cidade, foi recebido na Junta de Freguesia de Ovar, pelo presidente Jorge Maia, e em outras instituições, com exceção da Edilidade. "Estamos tristes porque não nos quiseram ver, nem receber. Não percebemos como uma cidade que se diz amiga das crianças nos pôde fazer uma coisa destas?", questionam. ´

Este seria o culminar de uma iniciativa no âmbito do Dia Internacional dos Direitos da Criança durante a qual também criado um “porquinho mealheiro”, com o objetivo de angariar fundos para a UNICEF, contribuindo para apoiar crianças em situações de vulnerabilidade e necessidade em todo o mundo.

Esta ação permitiu sensibilizar os alunos para os direitos das crianças, reforçar valores como solidariedade e cidadania e destacar a importância da participação ativa na defesa e proteção dos direitos infantis.

O Externato Luís de Camões enviou, entretanto, um email para o gabinete da vereadora Ana Cunha, solicitando esclarecimentos para a situação, uma vez que a escola tinha combinado previamente uma feceção dos alunos na Câmara Municipal de Ovar.

O OvarNews contactou o Município, por email, no sentido de perceber o que se passou, mas não obteve resposta até ao momento. https://www.ovarnews.pt/camara-de-ovar-ignora-alunos-do-externato-luis-de-camoes/


Pão de Ló: o português mais famoso é cremoso e come-se à colher
Quase todos os anos, por esta altura, o Brasil lembra-se que o Pão de Ló não é sinónimo de bolo fofo. No Brasil, herdeiro da tradição conventual portuguesa, o doce consagrou-se como uma massa neutra de confeitaria, leve, areada, perfeita para receber recheios, caldas e coberturas. Mas, na origem, com os mesmos ingredientes (ovos, açúcar e farinha), a história e o sabor são outros.

Em Portugal, o Pão de Ló não é uma coisa só, recorda o "Estadão". Entre as variações, lembram que o de Ovar é o mais célebre. Possui centro extremamente cremoso, quase cru, protegido por uma fina película cozida. Cozido tradicionalmente em formas de barro forradas com papel, é aberto ainda morno e comido à colher. A textura é voluptuosa, rica em gemas, mais próxima de um creme do que de um bolo estruturado. https://www.ovarnews.pt/pao-de-lo-o-portugues-mais-famoso-e-cremoso-e-come-se-a-colher/


Festival De Cima a Baixo arranca na Rua Teixeira de Queirós
Ezekiel Martins, Lola Muff, Avesso, Bokage, polegazer e Claiana são alguns dos nomes que vão animar a Rua Teixeira de Queirós, em Ovar, durante dois dias. Sim, é já nesta sexta-feira que arranca o Festival De Cima a Baixo, uma nova proposta cultural para a cidade, assinalando, simbolicamente, a chegada da Primavera e contribuindo para a afirmação da Rua Teixeira de Queirós como espaço de referência cultural e comunitária.

A programação será distribuída por dois palcos distintos: Museu de Ovar e Bar Buraco. Complementarmente, está prevista a realização de uma exposição de artes visuais, envolvendo diferentes artistas.

De acordo com a organização, este é "um evento cultural com o objetivo de revitalizar e valorizar a


Rua Teixeira de Queirós, um eixo urbano central da cidade de Ovar, promovendo a sua ativação


cultural, social e artística, bem como a articulação entre os seus principais espaços de relevância


histórica, cultural e institucional".

A Rua Teixeira de Queirós estabelece a ligação entre três polos de particular importância para a


cidade: o Museu de Ovar, enquanto espaço de preservação e divulgação da identidade vareira; o Bar


Buraco, reconhecido pela sua dinâmica cultural e programação artística regular; e a Praça da


República, onde se localiza a Câmara Municipal de Ovar, espaço público de forte simbolismo e


centralidade urbana.

O Festival De Cima a Baixo pretende ser um evento cultural multidisciplinar, capaz de unir estes três espaços


num percurso contínuo, promovendo a fruição do espaço público e o encontro entre diferentes


públicos, linguagens artísticas e expressões culturais.

O acesso é livre e gratuito, "reforçando o seu caráter inclusivo e de proximidade com a comunidade local", frisam os organizadores, acrescentando alguns dos objetivos: Dinamizar o espaço público, promovendo a utilização ativa e qualificada da Rua Teixeira de Queirós; Promover a coesão urbana, criando uma ligação funcional e simbólica entre diferentes espaços e públicos; Projetar Ovar enquanto território culturalmente ativo, potenciando a sua visibilidade a nível regional e nacional e estimular o envolvimento da comunidade local, incentivando a participação de artistas, agentes culturais e público em geral. https://www.ovarnews.pt/festival-de-cima-a-baixo-arranca-na-rua-teixeira-de-queiros/


Pavimentos desportivos: Vareira Geometrik renova ambição
A Geometrik, fabricante de pavimentos desportivos e soluções para espaços de treino, com sede em Ovar, informa que registou um crescimento de 28% em 2025 e anuncia “uma projeção de crescimento para 2026”.

Ler artigo aqui. https://www.ovarnews.pt/pavimentos-desportivos-vareira-geometrik-renova-ambicao/


Ovar apresentou 37 pedidos de apoio devido ao mau tempo
O número de candidaturas submetidas por munícipes na sequência das intempéries registadas na região Centro, designadamente da tempestade “Kristin”, totalizam 37 candidaturas na área geográfica do concelho de Ovar, no valor global de 165.555,03 €.

Na sequência das recentes intempéries ocorridas na região Centro, em especial da tempestade Kristin, encontram-se disponíveis mecanismos de reporte e inventariação de prejuízos, fundamentais para a avaliação dos impactos e eventual ativação de medidas de apoio.

Mais informações aqui.

Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.

O Governo vai apresentar uma candidatura ao fundo de solidariedade da União Europeia para fazer face aos prejuízos das calamidades meteorológicas que aconteceram em Portugal este ano. https://www.ovarnews.pt/ovar-apresentou-37-pedidos-de-apoio-devido-ao-mau-tempo/


Impacto dos antibióticos no equilíbrio da microbiota: o risco de disbiose oral e intestinal
A utilização de antibióticos na Medicina Dentária continua a ser fundamental no tratamento de infeções bacterianas, mas o seu impacto no equilíbrio da microbiota oral e intestinal está a ganhar crescente atenção por parte dos profissionais de saúde. No âmbito do Dia Mundial da Saúde Oral, a especialista em medicina dentária Ana Margarida Vieira alerta para a prescrição e utilização inadequada ou excessiva de antibióticos e a disbiose associada à antibioterapia (DAA), um desequilíbrio microbiano que pode ter consequências clínicas relevantes e ainda pouco reconhecidas pela população.

Os antibióticos desempenham um papel essencial em situações clínicas bem definidas, mas não atuam exclusivamente sobre as bactérias responsáveis pela infeção. Atuam também sobre as comunidades de bactérias benéficas que habitam o nosso organismo e que contribuem para o seu correto funcionamento. Ao alterarem o ecossistema microbiano do organismo, os antibióticos podem comprometer o equilíbrio da microbiota oral e intestinal, afetando mecanismos importantes de proteção e regulação inflamatória.

De acordo com a médica dentista, “esta alteração pode traduzir-se em manifestações relativamente frequentes na prática clínica, como candidíase oral, sintomas gastrointestinais associados à disbiose pós-antibioterapia ou maior dificuldade na recuperação do equilíbrio oral após infeções, sobretudo em doentes com predisposição inflamatória”. Paralelamente, a utilização repetida ou inadequada destes fármacos contribui para o aumento da resistência antimicrobiana.

A especialista sublinha ainda que “na maioria das infeções dentárias, o tratamento da causa continua a ser o elemento central da abordagem terapêutica, devendo o antibiótico funcionar apenas como complemento quando existe indicação clínica clara”. Ainda assim, admite que “persiste alguma prescrição excessiva em medicina dentária, sobretudo quando os antibióticos são utilizados como resposta automática à dor ou inflamação sem infeção bacteriana confirmada”.

A proteção da microbiota começa a assumir-se como um elemento complementar na gestão responsável da antibioterapia. Mas, apesar do aumento da evidência científica sobre a disbiose associada a antibióticos, a sua integração na prática clínica diária ainda enfrenta vários desafios, particularmente na medicina dentária. Segundo a especialista, os profissionais de saúde têm atualmente acesso à informação e a formação, mas os efeitos da alteração da microbiota nem sempre são valorizados no dia a dia, sobretudo porque podem surgir a médio ou longo prazo e não são imediatamente atribuídos ao tratamento antibiótico.

Para a especialista, uma utilização mais criteriosa dos antibióticos por parte dos profissionais de medicina dentária implica um diagnóstico rigoroso, a distinção entre inflamação e infeção e uma seleção adequada do fármaco a utilizar, da dose e da duração do tratamento. Acrescenta ainda que “esta abordagem permite não só melhorar os resultados clínicos obtidos, como também reduzir os efeitos adversos e proteger a eficácia futura dos antibióticos”.

Antibióticos e probióticos: uma parceria essencial

Contudo, continuam a existir situações em que a antibioterapia é necessária e, nesses casos, a especialista defende que “existem estratégias que podem ajudar a minimizar o impacto na microbiota”. Entre elas, destaca a “toma de um probiótico adequado, idealmente um que seja indicado pelas guidelines das organizações de saúde, como medida complementar, idealmente iniciada durante o tratamento com antibiótico e mantida após o seu término”. Diversos estudos clínicos demonstram benefícios na redução de efeitos adversos gastrointestinais e numa recuperação mais rápida do equilíbrio microbiano, particularmente em doentes mais suscetíveis ou sujeitos a tratamentos prolongados e utilização de antibióticos de largo espectro.

A crescente investigação científica reforça também a ligação entre a saúde oral e a saúde geral dos indivíduos, não devendo a primeira ser encarada como algo isolado, mas sim como uma parte do todo. Para Ana Margarida Vieira, uma abordagem integrada da saúde oral e intestinal reflete uma visão mais abrangente e preventiva da prática clínica.  “Cada vez mais sabemos que as alterações no equilíbrio da microbiota oral podem ter repercussões sistémicas, o que influencia processos inflamatórios e está associado a diversas condições de saúde”.

Assinalado anualmente a 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Oral pretende reforçar a importância da prevenção e da literacia em saúde oral. A reflexão sobre o impacto dos antibióticos no microbioma destaca a necessidade de decisões terapêuticas mais conscientes, capazes de equilibrar a necessidade de conseguir controlar eficazmente a infeção com a preservação do equilíbrio biológico do organismo humano.

Biocodex Microbiota Institute 

O Biocodex Microbiota Institute é a primeira plataforma internacional de referência e de especialização sobre a microbiota humana. O papel e a importância da microbiota na saúde suscitam um interesse crescente desde há muitos anos e são tema de inúmeras pesquisas. Tendo em conta a sua experiência e know-how, a Biocodex decidiu estabelecer as bases de uma vasta rede de conhecimento sobre microbiota para esclarecer os profissionais de saúde e doentes sobre os avanços neste campo, em prol do grande rigor científico.

 

  https://www.ovarnews.pt/impacto-dos-antibioticos-no-equilibrio-da-microbiota-o-risco-de-disbiose-oral-e-intestinal/

quinta-feira, março 19, 2026



Emblema de Santa Maria da Feira celebra ter duplicado o número de atletas nos últimos 12 anos
O Feirense assinala no sábado o 108.º aniversário, celebrando o seu ecletismo com a realização da 20ª gala do clube, depois de nos últimos oito anos ter quase duplicado o número de atletas de 12 modalidades.

Rodrigo Nunes, presidente do Feirense, enaltece "a dimensão e a vitalidade que o clube alcançou" oito anos depois das comemorações do centenário, que se reflete no atual número de atletas.

"Nessa altura, tínhamos cerca de 700 atletas. Hoje, contamos com 1385 atletas distribuídos por 12 modalidades", refere.

O dirigente revela que o Feirense tem novos objetivos para dotar o seu complexo desportivo de novas condições, depois da recente inauguração de um auditório naquela estrutura: "Queremos continuar a crescer e a melhorar. Queremos construir um relvado dedicado ao futebol feminino, que já envolve cerca de 120 atletas, e concluir a ala profissional do complexo, para que a equipa sénior possa utilizar todas as condições a 100%".

Rodrigo Nunes considera que a forte adesão às iniciativas da comemoração do 108º aniversário é um sinal da "ligação muito grande entre o clube e a comunidade".

"As visitas ao Estádio Marcolino Castro e ao Complexo Desportivo no início das comemorações foram particularmente marcantes. Ver a alegria das crianças e perceber o impacto que estas experiências têm nos nossos futuros atletas e adeptos é algo que nos motiva muito", afirma.

O clube homenageou, entretanto, três glórias da sua história: Artur Brandão, antigo jogador, treinador e presidente; Quitó, ex-capitão; e Henrique Nunes, que representou o clube como jogador e treinador.

As comemorações do 108.º aniversário terminam com a 20.ª Gala do clube, que distinguirá atletas, treinadores, dirigentes, colaboradores e sócios que se destacaram nas últimas duas épocas desportivas. Serão ainda homenageados campeões nacionais e atletas que representaram Portugal em competições internacionais.

A gala decorre no próximo sábado, às 21h, no Grande Auditório do Europarque, em Santa Maria, e integra ainda uma componente cultural, com momentos de música e artes performativas protagonizados por artistas locais e nacionais. https://www.ovarnews.pt/emblema-de-santa-maria-da-feira-celebra-ter-duplicado-o-numero-de-atletas-nos-ultimos-12-anos/


Manuela Teixeira Pinto nomeada assessora diplomática da Casa Civil do Presidente da República
Natural de Cortegaça, Manuela Teixeira Pinto é diplomata de carreira desde 1996 e, desde maio de 2022, assumiu as funções de Representante Permanente Adjunta de Portugal junto da União Europeia (REPER), em Bruxelas.

Numa altura de intensa atividade na cena internacional, Seguro foi buscar uma mulher diplomata com experiência sobre o funcionamento da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO). Manuela Teixeira Pinto esteve na Delegação Permanente de Portugal junto da NATO entre 2018 e 2022 e serviu também na Missão de Portugal junto das Nações Unidas.

A diplomata esteve ainda a trabalhar em organizações internacionais em Genebra entre 2014 e 2018 e antes esteve na Embaixada de Portugal em Varsóvia entre 2005 e 2008 e teve uma primeira passagem na Representação Permanente de Portugal junto da UE entre 2001e 2005.

Manuela Teixeira Pinto tem também experiência de Governo, tendo sido chefe de gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Pedro Lourtie, no último executivo de José Sócrates e logo a seguir transitou para chefe de gabinete do secretário-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Em Lisboa, a diplomata desempenhou ainda as funções de Diretora das Organizações Políticas Internacionais e foi diretora dos Assuntos Institucionais da União Europeia e das Relações Bilaterais entre 2008 e 2009.

A assessora diplomática de Seguro é licenciada em Relações Internacionais pela Universidade do Minho e tem uma pós-graduação em Estudos Europeus pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

A escolha de uma assessora diplomática para Belém com experiência transversal em delegações da NATO, Nações Unidas e da União Europeia surge também no seguimento das posições que António José Seguro foi tomando sobre política externa ao longo da campanha eleitoral para as presidenciais.

No arranque da segunda volta, ainda como candidato, Seguro defendeu a presença de Portugal na NATO, salientando a importância de ter parceiros que garantam a defesa do país, pedindo uma resolução dos conflitos mundiais “pela via pacífica e diplomática”. https://www.ovarnews.pt/manuela-teixeira-pinto-nomeada-assessora-diplomatica-da-casa-civil-do-presidente-da-republica/



Já está à venda "Sozinha com a Ansiedade - Eu, o espelho e alguém desconhecido", da vareira Bruna Biscaia, uma obra que é, segundo a autora, "muito mais do que um relato a falar apenas em ansiedade".

Ela partilha, entre desabafos, metáforas e momentos de grande vulnerabilidade, o peso invisível que carrega no dia-a-dia.

Mais do que um simples testemunho, este livro abraça quem não se sente compreendido, é companhia para os dias que são demasiado longos e acima de tudo é a esperança que falta no meio do turbilhão de pensamentos a que a ansiedade remete quem sofre com ela.

É uma obra que descreve emoções nuas e cruas, com a verdade de quem por elas passa, de quem as escreve de lágrimas nos olhos ou com um sorriso estonteante nos lábios, dependendo da emoção do dia em que escreve.

Acima de tudo, é uma obra que transmite aprendizagem e coragem para o que se enfrenta e para a esperança na luz ao fundo do túnel. Mas mais importante que tudo isto, uma obra que acaba com o sentimento de solidão.

Natural de Ovar, Bruna Biscaia é formada em Educação Social e apesar de nunca ter exercido a profissão, tem uma enorme ambição por fazer o bem e ajudar os mais vulneráveis.

Teve sempre uma paixão pela escrita e ao longo dos seus 25 anos, foi-se apercebendo que era mais fácil expressar-se através da escrita do que de forma verbal.

“Sozinha com a Ansiedade” é o seu primeiro livro. O que começou por meros desabafos através do bloco de notas do telemóvel, para que conseguisse compreender-se a ela própria, passou para o que viria a ser um livro, sempre com o objetivo de ajudar quem esteja a passar pelo mesmo que ela, a ansiedade, e para que o tema da saúde mental seja um pouco mais normalizado.

Pretende continuar a desenvolver a paixão pela escrita, compartilhando vivências (e não só), com os leitores. https://www.ovarnews.pt/sozinha-com-a-ansiedade-bruna-biscaia-partilha-peso-invisivel-em-livro/


Maceda: Mar está a 500 metros do aterro sanitário
"O aterro está a 550 metros do mar. É, de facto, um risco potencial que temos ali, de uma catástrofe ambiental que pode ocorrer caso o mar lá chegue. Obviamente, o ministério do Ambiente está desperto para isso, a APA também. (...) Isto é uma questão nacional, não só de Ovar. Termos de fazer tudo para que o mar não chegue", avisa o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado.

Só que o presidente vareiro diz que Não tem havido nenhuma ação concreta relativamente à proteção do aterro. Eu estou a exigir, no bom sentido, essa proteção, neste momento. A alertar para a situação em que, de facto, podemos estar. Não é amanhã que o mar vai lá entrar, mas pode ser daqui por 50 ou 60 anos. E temos a obrigação, hoje, de evitar que isso venha a acontecer no futuro, porque, se não, é uma herança e um passivo ambiental muito, muito forte que deixamos às gerações futuras", explica o autarca social-democrata.

Esta praia está inserida numa lista de medidas a levar a cabo até ao início da época balnear, elencadas num relatório da APA divulgado já este mês, mas até agora nada se fez. https://www.ovarnews.pt/maceda-mar-esta-a-500-metros-do-aterro-sanitario/

quarta-feira, março 18, 2026



Conselhos Gerais: Órgão de gestão atado de pés e mãos (IV) - Por José Lopes
Ao fim de quase trinta anos de existência dos conselhos gerais, que ao contrário dos


diretores, que têm duas associações representativas nacionais, o designado órgão de


gestão estratégica não conseguiu sair do isolamento a que se remeteu no seio de cada


agrupamento de escolas, não sendo conhecidas trocas de experiencias concelhias,


regionais ou nacionais, que permitam conhecer o verdadeiro papel deste órgão e a sua


capacidade de se assumir como um espaço privilegiado de debate entre os diferentes


corpos representados, mesmo considerando o espirito da lei de impedir que docentes e


não docentes constituam maioria, tornando ainda mais confrangedor o seu


funcionamento.

Recorrendo a um relatório produzido em março de 2001 no âmbito do Programa de


Avaliação Externa da Aplicação do Regime de Autonomia, Administração e Gestão de


Escolas e Agrupamentos de escolas (DL 115/A-98, de 4 de maio), pelo Centro de


Estudos da Escola, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade


de Lisboa, em que foi feita, “a caracterização do processo de mudança da estrutura


formal e dos órgãos de gestão das escolas básicas e secundárias, e da constituição de


agrupamentos no ensino básico, assim como a definição de um ponto da situação e de


um balanço crítico, na perspectiva dos responsáveis de topo pela gestão das escolas


(...)”. Tal como agora se poderia concluir, em sintese final, este trabalho afirmava


então, que, “De um modo geral, pode dizer-se que a iniciativa política contida nas


mudanças veiculadas pelo novo «Regime de Autonomia, Administração e Gestão» não


parece ter produzido um efeito mobilizador significativo entre os actores com


intervenção no contexto escolar, numa lógica de transformação da escola, e no sentido


de melhorar a qualidade do serviço público de educação, notando-se, nomeadamente,


algum distanciamento e desconfiança entre os docentes, manifesto desinteresse entre


os estudantes, e uma prudente reserva entre os autarcas, embora pareça ter dinamizado


a participação parental, pelo menos no que respeita à acção das respectivas estruturas


associativas”.

Um outro trabalho de análise das relações de poder da então Assembleia de Escola e


do Conselho Executivo, ”Os Poderes na Escola”, realizado em 2003 no Instituto de


Educação e Psicologia, Universidade do Minho. Ainda que baseando-se na fase inicial


do DL 115-A/98 de 4 de maio.

A realidade de hoje dos conselhos gerais, mesmo com todas as alterações legislativas


que procuraram corresponder a algumas das conclusões destes trabalhos de avaliação,


que na prática não trouxeram melhorias até aos dias de hoje, acaba por espelhar algumas


das fragilidades ali referidas, quando afirma que, “A Assembleia de Escola é um órgão que,


em termos legais, pode, eventualmente, situar-se acima do Conselho Executivo mas na


realidade o seu enquadramento na cadeia hierárquica da escola é difícil de realizar


porque é um órgão ambíguo, nem é de gestão nem de direcção, com competências ambíguas


e muito circunscritas a aspectos formais e burocráticos, as quais se afastam bastante


da definição de políticas educativas locais que contemplem a especificidade da comunidade que serve”.

O trabalho aqui referido incluiu entrevistas através de um guião direcionado a cada um


dos elementos representativos que integram os diferentes órgãos de gestão, sobre a


relação de poderes entre a assembleia de escola e o conselho executivo, na altura


regulamentados pelo DL 115-A/98. No entanto esta dúvida sobre a relação dos


poderes na escola, ainda que irónicamente tenha despertado alterações legislativas em


nome da necessidade de uma maior participação dos pais e encarregados de educação


na vida da escola, o que na prática não funcionou. Acabou a reforçar a figura do


diretor em nome também de lideranças fortes, deixando ao conselho geral, não a


gestão estratégica, mas a gestão secundária através do papel errelevante que se agrava


com a descaraterização das comunidades na própria evolução das redes escolares


centralizadas em mega agrupamentos.

José Lopes https://www.ovarnews.pt/conselhos-gerais-orgao-de-gestao-atado-de-pes-e-maos-iv-por-jose-lopes/


Esmoriz: Casa Mimosa abre piscina circular para o céu e o Sol que a ilumina
Em Esmoriz, o arquiteto Pedro Henrique concluiu a Casa Mimosa, uma residência unifamiliar organizada em torno de um pátio circular com piscina que reflete o céu e ancora a experiência da casa.

Inserido numa paisagem moldada pela costa atlântica e pelos pinhais circundantes, o projeto, fotografado por Ivo Tavares, combina dois terrenos num único local onde o betão, o aço corten, o vidro e a madeira natural moldam um volume contínuo que parece flutuar sobre o solo.

No centro da planta, uma abertura circular sobre a piscina emoldura o céu, transformando o pátio num núcleo climático e atmosférico que distribui luz e ar por toda a casa.

A piscina do pátio, elemento central do projeto, fotografada por Ivo Tavares, está posicionada sob uma abertura circular no telhado; a superfície da água capta os reflexos do céu enquanto introduz luz filtrada nos interiores circundantes. Para além do seu papel visual, a piscina contribui para um microclima de conforto térmico e tranquilidade introspectiva, moderando a temperatura e enriquecendo a atmosfera sensorial da habitação.

Um pátio que emoldura o céu

Localizada em Esmoriz, no município de Ovar, a residência ocupa um terreno de 998 metros quadrados, formado pela junção de dois lotes adjacentes. A casa desdobra-se horizontalmente pelo terreno, com uma área de implantação de 440 metros quadrados e uma área total construída de aproximadamente 457 metros quadrados.

A forma horizontal da Casa Mimosa estabelece uma relação com o terreno, organizando as áreas externas circundantes em zonas distintas. A configuração abre a casa para longas e contínuas linhas de visão que percorrem a planta e o pátio central. O pátio cria transparências transversais na casa, gerando longas linhas de visão e vistas em camadas ao longo da planta. Este vazio central torna-se o principal organizador do programa doméstico, estruturando a circulação e mantendo um equilíbrio entre abertura e privacidade.

A equipe do escritório Pedro Henrique Arquitecto, sediada em Santa Maria da Feira, revestiu a Casa Mimosa com aço corten, madeira natural e vidro, cada material selecionado por suas qualidades táteis e resistência a longo prazo. Um telhado verde estende o plano natural do solo por todo o edifício, integrando visualmente a estrutura ao seu entorno e contribuindo para o desempenho ambiental.

Essa camada de vegetação reforça a abordagem do projeto em relação à sustentabilidade, ao mesmo tempo que enfatiza a presença horizontal da casa na paisagem. A circulação se desenrola ao redor do pátio, permitindo que as atividades cotidianas permaneçam visualmente conectadas, sem deixar de acomodar zonas mais tranquilas e intimistas. A planta reflete padrões de vida contemporâneos, onde a flexibilidade e a continuidade espacial desempenham um papel central.

Info

Nome: Mimosa House


Arquiteto: Pedro Henrique @pedrohenriquearquiteto


Localização: Esmoriz, Ovar, Portugal


Área total: 450 m2

Colaboração: João Andrade Silva


Fotografias: Ivo Tavares Studio | @ivotavaresstudio https://www.ovarnews.pt/esmoriz-casa-mimosa-abre-piscina-circular-para-o-ceu-e-o-sol-que-a-ilumina/
 

“Jazz sem Fronteiras” dá o tom a mais uma edição do Ovar em Jazz, que chega ao Centro de Arte de Ovar de 8 a 11 de abril. Tradição, improvisação contemporânea e novas linguagens voltam a cruzar-se, nesta celebração viva entre auditório, palco e bar do CAO, que volta a aposta em músicos de referência do panorama nacional e internacional. Mais do que um alinhamento de concertos, o Ovar em Jazz afirma-se como uma experiência imersiva que ocupa o Centro de Arte de Ovar e projeta a cidade no mapa dos festivais dedicados ao jazz contemporâneo.

“O Ovar em Jazz é um exemplo claro da ambição cultural do Município: um festival que conjuga qualidade artística, dimensão internacional e valorização do talento local”, sublinha Domingos Silva Presidente da Câmara Municipal de Ovar que defende que o Ovar em Jazz tem contribuindo para “afirmar Ovar como território culturalmente ativo e aberto ao mundo.”

Entre os destaques da programação está Marius Preda, virtuoso do címbalo e figura pioneira na afirmação do instrumento no jazz, que apresenta o projeto Phenomenon, síntese de mais de três décadas de carreira internacional. O músico romeno propõe uma viagem sonora que cruza herança clássica, tradição folk e improvisação contemporânea, afirmando o jazz como território de liberdade criativa.

A cantora brasileira Ana Setton leva a Ovar um quarteto que aproxima o jazz da música brasileira, entre bossa nova, MPB e linguagem contemporânea. Já o contrabaixista português Carlos Bica apresenta 11:11, projeto marcado por forte identidade melódica e intensidade expressiva, consolidando a presença de nomes estruturantes do jazz nacional.

A dimensão histórica do festival reforça-se com a participação da Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, que sobe ao palco com o saxofonista nova-iorquino John O’Gallagher, num encontro que liga a tradição do jazz português ao panorama internacional.

Para além dos concertos em auditório e na caixa de palco, o Ovar em Jazz estende-se a outros espaços do Centro de Arte, integrando a gravação ao vivo do programa “Notas Azuis” da Antena 3, com curadoria de Rui Miguel Abreu, DJ sets e uma mostra de vinil dedicada à cultura jazz.

A edição de 2026 inclui ainda o Ovar Jazz Collective, ensemble criado especificamente para o festival, que reúne músicos ovarenses e nacionais num processo de criação orientado por João Martins e que culmina no concerto de encerramento, reforçando a ligação entre programação internacional e valorização do talento local. https://www.ovarnews.pt/nomes-internacionais-do-jazz-marius-preda-ana-setton-carlos-bica-e-hot-clube-de-portugal-no-ovar-em-jazz-2026/


Casal dedicava-se ao furto em estabelecimentos comerciais
A GNR de Ovar deteve um homem de 32 anos e uma mulher de 38 anos, por furto qualificado, no concelho de Estarreja.

Na sequência de uma investigação que decorria há cerca de oito dias, relacionada com diversos furtos em estabelecimentos comerciais, em que os suspeitos dedicavam-se maioritariamente ao furto de tabaco, os militares da Guarda realizaram várias diligências policiais que permitiram localizar, intercetar e deter os suspeitos, na posse de uma viatura furtada.

Das diligências efetuadas, foi possível apurar que os mesmos tinham praticado três furtos qualificados em postos de abastecimento de combustível.

Os detidos foram conduzidos para o Posto Territorial de Esmoriz, onde permaneceram nas instalações da Guarda, até serem presentes no dia 14 de março, no Tribunal Judicial de Estarreja, tendo lhes sido aplicadas as seguintes medidas de coação: apresentações diárias no posto policial da sua área de residência e a obrigatoriedade de frequentar um Centro de Reabilitação (programa de desintoxicação e tratamento de consumo de drogas). https://www.ovarnews.pt/casal-dedicava-se-ao-furto-em-estabelecimentos-comerciais/


Feira Viva sagra-se Campeã Nacional de Natação Adaptada
A Feira Viva Natação Adaptada conquistou o título de Campeã Nacional masculina e feminina da época 2025/26. Em Vila Franca de Xira, 16 atletas fogaceiros nadaram rumo ao topo da natação adaptada nacional em ambos os géneros, tendo batido ainda três recordes nacionais.


 A lutar pela revalidação do título nacional, a Feira Viva Natação Adaptada chegou ao Campeonato Nacional de Inverno a depender apenas de si para coroar a ouro uma época de alta performance. Com 11 atletas inscritos, a equipa masculina sagrou-se tricampeã nacional com um total de 7284 pontos, ao passo que as cinco atletas femininas da Feira Viva Natação Adaptada bateram a concorrência ao somar 3262 pontos, pontuação que permitiu reconquistar o título feminino, depois de terem ficado em terceiro lugar na temporada passada.


“O resultado alcançado pela equipa Natação Adaptada da Feira Viva afirma, de forma inequívoca, Santa Maria da Feira como um território de referência no desporto inclusivo”, sublinhou Amadeu Albergaria, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. O que esta equipa alcançou, acrescentou, “demonstra que, com trabalho e ambição, somos capazes de competir ao mais alto nível. Estes atletas são um orgulho para o concelho e um exemplo de superação para todos os feirenses, dentro e fora do desporto.”


Resultados que, para a treinadora da Feira Viva Natação Adaptada, Carla Cardoso, são fruto não apenas de um fim de semana “ao mais alto nível”, mas de toda uma temporada de trabalho árduo. “Foi um fim de semana intenso, em que tivemos de nos superar várias vezes para alcançar os resultados que queríamos. A competição está cada vez mais forte e sabíamos que tínhamos de nadar a um nível quase perfeito para sermos campeões nacionais. Essa exigência, aliada à nossa ambição coletiva, fez toda a diferença no resultado final”, destaca Carla Cardoso.


Já Paulo Sérgio Pais, diretor-geral da Feira Viva Cultura e Desporto, destaca o espírito de superação e trabalho contínuo de uma equipa que “consegue reinventar todos os anos a sua vontade de vencer”. “Parabéns a todos os envolvidos nesta conquista, desde os atletas, a toda a equipa técnica e sem esquecer as famílias que são o grande pilar de todas as conquistas. Estamos extremamente orgulhosos desta equipa que demonstra todos os dias que o melhor ainda está por vir”, sublinha o diretor-geral.


Para Santa Maria da Feira vieram ainda três recordes nacionais. O atleta Samuel Duarte (S14) estabeleceu duas novas marcas nacionais aos 800 metros Livres (9.41,20) e aos 200 metros Estilos (2.37,60). Rodrigo Patrício escreveu também o seu nome da larga lista de recordes nacionais batidos ao longo do fim de semana, tendo estabelecido uma nova marca aos 200 metros Mariposa com um tempo de 2.46,25.


Os troféus de campeões nacionais serão entregues no Campeonato Nacional de Verão, momento que marcará o encerramento oficial da temporada 2025/26. https://www.ovarnews.pt/feira-viva-sagra-se-campea-nacional-de-natacao-adaptada/

terça-feira, março 17, 2026



Três passos para revitalizar a aparência e preparar a cútis para os dias mais quentes que se aproximam
Os meses de aquecimento, vento frio e cremes espessos deixam a sua pele com


uma textura opaca, por vezes esticada, que não responde bem aos produtos


habituais. Antes que o calor chegue a sério, há uma excelente oportunidade para


ajustar a rotina e dar à pele o que ela realmente precisa. Para conseguir isso, basta


seguir três passos para notar uma mudança.


Passo 1: Uma limpeza que realmente prepara o terreno


Na mudança de estação, costuma-se subestimar a importância de uma limpeza


eficiente. Durante o inverno, os poros acumulam resíduos de cremes densos e a


pele perde aquela leveza que tanto se aprecia quando chega o calor. Uma limpeza


dupla, primeiro com um óleo ou bálsamo para dissolver impurezas e maquiagem,


depois com um limpador suave em espuma ou gel, é o ponto de partida para que


tudo o resto funcione melhor.

E o que limpar exatamente? Além da sujeira visível, também a barreira cutânea


alterada pelo frio. Os produtos da Beauty of Joseon funcionam muito bem nesse


ponto, graças às suas fórmulas baseadas no Hanbang (medicina tradicional


coreana), que nutrem profundamente e devolvem o brilho natural ao rosto, sem


aquela sensação pesada ou irritante que alguns cosméticos mais sintéticos deixam.


Depois, o tônico, que ajuda a equilibrar o pH após a limpeza e prepara a pele para


absorver melhor os ativos que se seguem. Aplique-o com suaves toques, sem


esfregar, e note como a pele se torna mais receptiva instantaneamente. E se ainda


não introduziu a esfoliação química na sua rotina, duas ou três vezes por semana,


um produto com AHA ou PHA elimina as células mortas acumuladas sem


agressividade, deixando a pele mais lisa e uniforme.


Passo 2: Hidratar de outra forma


A hidratação no inverno e na primavera não precisa ser a mesma, pois as texturas


espessas que funcionavam tão bem com o frio podem se tornar pesadas quando a


temperatura sobe. A filosofia do skincare coreano propõe aplicar várias camadas


leves em vez de um único creme denso, conseguindo uma hidratação mais


profunda sem a sensação pegajosa. Na Korean Skincare você encontrará produtos


pensados exatamente com essa lógica, bem selecionados e explicados para que


você escolha com critério.

Por outro lado, o sérum é, dentro dessa rotina, a etapa em que mais se nota a


diferença. O ácido hialurônico em diferentes pesos moleculares hidrata na superfície


e nas camadas mais profundas; a centella asiática acalma e reforça; a vitamina C


unifica o tom e traz luminosidade. O razoável é escolher um ou dois ativos que


respondam às necessidades atuais da sua pele, sem acumular camadas


desnecessárias.

Para finalizar, um creme com textura em gel ou uma emulsão leve sela tudo sem


criar aquela camada densa que, após algumas horas, se torna incômoda. As peles


que tendem a brilhar com o calor agradecem especialmente os acabamentos


matificantes, que mantêm uma aparência limpa e fresca durante o dia.


Passo 3: Protetor solar, sem desculpas


Se há um hábito que vale a pena adotar definitivamente, é este. O sol da primavera


e do verão traz raios UVA que estão presentes mesmo em dias nublados e são os


principais responsáveis por manchas e envelhecimento precoce. Todo o trabalho


dos passos anteriores é protegido dependendo se você aplica ou não o protetor


solar todas as manhãs.

Os FPS de nova geração podem ser encontrados em acabamento seco, com cor,


com antioxidantes incorporados e até mesmo em texturas tão leves que se integram


como mais um creme. Um FPS de 30 no mínimo, de preferência 50, é suficiente


para a maioria dos dias. O importante é aplicá-lo sem pular e reaplicar se você


passar muito tempo ao ar livre.

É possível preparar a pele para o calor através de uma limpeza bem feita, uma


hidratação adaptada à nova estação e o protetor solar como último gesto todas as


manhãs. https://www.ovarnews.pt/tres-passos-para-revitalizar-a-aparencia-e-preparar-a-cutis-para-os-dias-mais-quentes-que-se-aproximam/
a Paróquia de Santa Maria de Válega acolheu a atividade “Caio contigo para te levantar comigo”, promovida pela Equipa Vicarial da Juventude de Espinho/Ovar, num encontro marcado por uma forte participação juvenil, que mobilizou mais de 300 participantes.

Ler artigo na Diocese do Porto. https://www.ovarnews.pt/atividade-da-equipa-vicarial-da-juventude-mobilizou-mais-de-300-participantes/


PJ levou documentos sobre iluminações de Natal da Câmara de Ovar
A Câmara de Ovar, no distrito de Aveiro, confirmou hoje que foi alvo de buscas por parte da Polícia Judiciária (PJ) no âmbito da operação "Lúmen", tendo sido recolhida informação referente às iluminações de Natal em 2024 e 2025. https://www.ovarnews.pt/pj-levou-documentos-sobre-iluminacoes-de-natal-da-camara-de-ovar/


Feira elege nova Capital Concelhia da Cultura
A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira acaba de lançar o concurso que vai eleger a nova Capital Concelhia da Cultura, título conquistado em 2025 pela freguesia de Fornos e que, nesta segunda edição, assume a designação Cultura Capital, reforçando a relevância da cultura no território feirense e nas comunidades locais. A junta ou união de freguesia vencedora vai usufruir de um apoio financeiro municipal de 60 mil euros – mais dez mil que no ano de estreia –, verba que ajudará a pôr em prática a proposta de programação eleita. As candidaturas encontram-se abertas até 13 de abril e os resultados serão anunciados até 4 de maio.

As juntas e a união de freguesia do concelho são desafiadas a apresentar, de forma individual, um plano de atividades organizado em quatro áreas de programação cultural, podendo incluir artes visuais, teatro, dança, música, cinema, literatura, património cultural ou gastronomia.

O objetivo é que as entidades candidatas pensem a cultura nas suas comunidades, desenvolvam propostas que aumentem o acesso das suas populações à cultura, envolvam os agentes culturais e criativos locais, e mobilizem instituições e personalidades para criar e concretizar projetos culturais relevantes.

A candidatura deverá contemplar a realização de eventos, ciclos ou festivais, ou a dinamização de uma agenda cultural regular, priorizando públicos menos envolvidos na cultura, seja pelo fator idade ou falta de hábitos de participação, com foco nas novas gerações e na população sénior.

O projeto Cultura Capital – Concurso da Capital Concelhia da Cultura assume-se como um instrumento estruturante de política cultural descentralizada, que visa promover a união entre as comunidades, fortalecer a participação e contribuir para o desenvolvimento cultural do território.

Assente nos princípios da participação ativa e cocriação, privilegia o planeamento participado e o envolvimento efetivo, individual e coletivo, na concretização da proposta de programação, com o propósito de capacitar as comunidades, descentralizar oportunidades e facilitar o acesso à cultura.

O concurso valoriza a criatividade e as propostas contemporâneas, bem como a cultura popular e as tradições, destacando a importância da identidade e da história local. É também um incentivo à investigação e à produção de conhecimento, à colaboração e à criação de redes de trabalho, promovendo o acesso à cultura, a criação de oportunidades e a aproximação de pessoas, instituições e projetos.

A análise, avaliação e seleção das candidaturas estarão a cargo de um júri especializado, que terá em consideração seis critérios fundamentais: alinhamento da proposta com os objetivos do programa; envolvimento da comunidade cultural, civil, social, empresarial ou educativa na conceção e implementação do programa; valorização da história, identidade, personalidades, património material e imaterial da freguesia; equilíbrio e diversidade das propostas da programação; diversidade de fontes de financiamento; e evidências de critérios de sustentabilidade ambiental e social na implementação do programa.

Nesta segunda edição, o Município de Santa Maria da Feira reforça em dez mil euros o apoio a atribuir à entidade vencedora, que terá em mãos um envelope financeiro de 60 mil euros para gerir na implementação do seu programa, a par de outras fontes de financiamento.

O regulamento do concurso Cultura Capital e o formulário de candidatura encontram-se disponíveis no site da Câmara Municipal, em www.cm-feira.pt/cultura-capital.

  https://www.ovarnews.pt/feira-elege-nova-capital-concelhia-da-cultura/


CCR Maceda vence CV Aveiro
A equipa sénior de voleibol do CCR Maceda conquistou este domingo uma importante vitória frente ao CV Aveiro, vencendo por 3-1.

Num jogo marcado pela entrega, pela união da equipa e pela intensidade dentro de campo, os atletas do CCR Maceda mostraram toda a sua determinação para alcançar mais um triunfo.

O apoio do público presente foi também fundamental, criando um ambiente de grande incentivo ao longo da partida. https://www.ovarnews.pt/ccr-maceda-vence-cv-aveiro/
A depressão Therese vai condicionar o estado do tempo em Portugal continental entre terça-feira e sábado, trazendo consigo chuva, por vezes forte, vento intenso e um aumento da agitação marítima, informou esta segunda-feira o Instituto Português do Mar e ddaStmosfera (IPMA)

De acordo com um comunicado do IPMA, a depressão ficará centrada a oeste do território continental, com os seus efeitos a sentirem-se a partir do final da tarde de terça-feira. Para esse dia, antecipa-se um aumento da nebulosidade em todo o país, com possibilidade de aguaceiros ao final da tarde, sobretudo no litoral da região Sul.

Na quarta-feira, a previsão aponta para a ocorrência de aguaceiros, com maior probabilidade nas regiões Centro e Sul, em especial no litoral. Estes poderão ser pontualmente intensos e acompanhados de trovoada. O vento também se intensificará, soprando dos quadrantes leste e sul, por vezes com força na faixa costeira e nas terras altas, onde as rajadas poderão atingir os 65 km/h.

No que toca à agitação marítima, o IPMA prevê um aumento temporário na costa ocidental, com ondas de noroeste que poderão alcançar uma altura significativa próxima dos quatro metros. https://www.ovarnews.pt/depressao-therese-traz-chuva-vento-e-agitacao-maritima/

segunda-feira, março 16, 2026



Conselhos Gerais: O “poder” na eleição do diretor (III) - Por José Lopes
É certo que desde a origem deste modelo de gestão, que resultou da Lei de Bases do


Sistema Educativo, os conselhos gerais foram na prática subalternizados pelos


próprios governantes, que para além dos princípios salvaguardados na legislação,


neste caso, com a pomposa designação de “órgão de gestão estratégica”, o seu papel


ficou resumido à competência de desencadear e dirigir os processos burocráticos para


serem encontrados, através de concurso público, os diretores dos agrupamentos, que


rapidamente, salvo raras exceções, influenciam e determinam o funcionamento deste


órgão que os elegeu e deve avaliar.

Restava então a espectativa nas dinâmicas próprias da sua atividade como órgão de


gestão, mas rapidamente se concluiu serem muito poucos os exemplos de tais práticas


autónomas. O exercício de cidadania e eventual capacidade de intervenção e


determinação dos seus conselheiros, nomeadamente docentes e não docentes, alunos,


pais e encarregados de educação, como conselheiros com direito e oportunidade de


protagonizarem intervenção e promoção de debate em tal órgão, exige ser estimulado


para que aconteçam os debates que as sucessivas políticas educativas que vêm sendo


seguidas e impostas pela tutela mereçam aprofundada opinião das comunidades


escolares.

Em geral, e por razões pouco compreensíveis em democracia, o papel deste órgão de


gestão estratégica como é o conselho geral, tem-se limitado a um mero instrumento


para legitimar a liderança dos diretores e suas equipas de direção, sem visivel


capacidade de iniciativa dos diferentes corpos representados, por acomodamento,


passividade ou até um estranho silêncio que desvaloriza o órgão, não questionando o


tipo de gestão seguida pelos diretores, que em grande parte, vêm sendo também


simples correias de transmissão das politicas e multiplas orientações, que muitas vezes


o ministério da educação impõe às escolas, que continuam subcarregadas de


burocracia, agora digital.

As leis que nestes últimos anos vêm reconfigurando as estruturas de gestão das escolas


públicas dos ensinos básicos e secundário, mais do que valorizarem e potenciarem o


órgão mais representativo e democrático em meio escolar, sempre fizeram caminho,


essencialmente para reforçar as chamadas lideranças fortes dos agrupamentos, através


de diretores a quem é confiada a gestão administrativa, financeira e pedagógica,


assumindo a presidência do conselho pedagógico, mas a quem não é dada a devida


autonomia para o desenvolvimento de projetos educativos e gestão de recursos


públicos disponibilizados.

José Lopes (Ovar) https://www.ovarnews.pt/conselhos-gerais-o-poder-na-eleicao-do-diretor-iii-por-jose-lopes/


Luzia toca no segredo de Hélder e deixa todos boquiabertos
Luzia acabou de tocar no botão dos segredos! A jovem de Ovar pensa ter descoberto o segredo de Hélder e as imagens foram exibidas no Última Hora da Casa dos Segredos, da TVI, desta segunda-feira, 16 de março.

“Sofri um ataque bombista” foi o palpite de Luzia…. “Eu não aceitaria que este fosse o meu segredo, portanto este não é o meu segredo!”, respondeu o concorrente de Celorico de Basto.

A voz confirmou, seguidamente, que este não é o segredo de Hélder. O momento de alta tensão deixou os colegas boquiabertos.

De recordar que, embora ainda não tenha sido revelado, o segredo de Hélder é: Mudei a cor dos meus olhos numa operação de risco. https://www.ovarnews.pt/luzia-toca-no-segredo-de-helder-e-deixa-todos-boquiabertos/


Como funciona a fábrica de Ovar que produz veículos a hidrogénio?
Esta semana, o “Sobre Rodas” mostra-lhe uma das fábricas do setor automóvel em Portugal. Em Ovar, a Toyota Caetano produz autocarros a hidrogénio que são vendidos para todo o mundo.

Ver aqui. https://www.ovarnews.pt/como-funciona-a-fabrica-de-ovar-que-produz-veiculos-a-hidrogenio/


Buracos na estrada: Como reportar para pedir indemnização por danos no seu veículo
Toda a gente se queixa do mau estado da rede viária em Ovar. Ainda na última reunião do executivo foi o plano de manutenção da rede viária, mas o que se viu foram apenas remendos.

As chuvas intensas e o desgaste das vias aumentaram o número e o perímetro dos buracos e, assim, o risco de danos nos veículos, especialmente pneus rebentados e jantes empenadas. Se o seu carro sofreu estragos devido ao mau estado do pavimento, saiba que tem direito a ser indemnizado.

Se passou por buracos na estrada e acha que poderá ter o veículo danificado, saiba então o que fazer e como pode reportar.

Conduzir pelas estradas pode ser uma experiência desafiante, especialmente quando nos deparamos com danos na via pública. Além de causar desconforto aos ocupantes do veículo, as estradas em mau estado também podem causar danos significativos aos carros.

Neste artigo, iremos discutir o que fazer se um buraco na estrada danificar o seu veículo, dando-lhe um guia prático para lidar com essa situação com eficiência e segurança.

O que fazer ao encontrar um buraco na estrada?

Encontrou um buraco na estrada? A primeira prioridade é garantir a sua segurança e a de outros condutores. Siga estes passos:

- Reduza a velocidade: Diminuir a velocidade ajuda a evitar danos graves no veículo.


- Pare em segurança: Caso o buraco tenha causado danos, encoste o veículo num local seguro.


- Reúna provas: Tire fotografias do buraco e dos danos no veículo. Se possível, anote o local exato e procure testemunhas.


- Contacte as autoridades: Reporte o problema às autoridades competentes (Câmara Municipal ou entidade responsável pela via).

Como reportar buracos na estrada?

É importante notificar as entidades responsáveis para que o problema seja resolvido e outros condutores não sejam prejudicados.

- Câmara Municipal: Na maioria dos casos, é a entidade responsável pelas estradas municipais.


- Infraestruturas de Portugal: Gere estradas nacionais e autoestradas sem portagem.


- Operadoras de Autoestradas: No caso de vias concessionadas, contacte a empresa responsável.

Quando reportar, inclua:

- Localização exata do buraco (ex.: cruzamentos ou quilómetros específicos).


- Fotografias do buraco.


- Data e hora em que o problema foi identificado.

Danificou o carro num buraco na estrada? Siga este passo-a-passo.

Passou por um buraco na estrada e a sua viatura sofreu danos? Então siga os passos seguintes:

1. Reúna informação e fotografe o buraco

Reunir informações – como a localização ou, a data e a hora do incidente – assim como tirar fotografia do buraco que causou o dano ou o sinistro é parte importante do processo. Caso entre em contacto com as autoridades responsáveis pela manutenção da estrada ou faça uma participação no seguro, estas serão essenciais.

2. Chame a polícia

Chamar as autoridades (PSP ou GNR) para fazer o levantamento do auto oficializa a ocorrência. Mesmo que o seu não pareça ter grandes danos à primeira vista, os “sintomas” podem surgir mais tarde. Este procedimento é fundamental para conseguir, posteriormente, fazer uma reclamação.

3. Em caso de necessidade, chame o reboque

Se, após avaliar o seu veículo, achar que não tem condições para continuar o seu percurso, chame o reboque para que o leve para uma oficina de confiança. Mesmo que os danos pareçam mínimos, é importante verificar se não há problemas ocultos que possam afetar a segurança do veículo a longo prazo.

4. Contacte a entidade responsável pela estrada

Entre em contacto com a entidade responsável e comunique o que aconteceu. É neste passo que toda a informação que reuniu anteriormente vai ser crucial. Partilhe-a para que consiga avançar para uma possível compensação dos custos de Oficina. Além disso, este ato pode ser crucial para que se avance com reparações à estrada e, assim, evitar que suceda o mesmo a outros veículos.

5. Garanta que recebe compensação pelos danos

Sabia que pode pedir uma indemnização pelos danos causados por buracos na estrada? A entidade responsável pela manutenção da via pública pode ser responsabilizada, mas é necessário seguir alguns passos:

- Provas dos danos: Apresente fotografias do buraco e dos danos no veículo.


- Orçamento ou fatura do reparo: Mostre os custos associados à reparação do carro.


- Comunicação formal: Envie um pedido formal à entidade responsável, incluindo todas as provas reunidas.

Em casos de danos em autoestradas, muitas operadoras possuem seguros que cobrem este tipo de situações. Consulte a operadora para saber como proceder. https://www.ovarnews.pt/buracos-na-estrada-como-reportar-para-pedir-indemnizacao-por-danos-no-seu-veiculo/
A Procissão dos Passos, ou do Encontro, é a segunda das Procissões Quaresmais, para muitos, a mais marcante, pelo seu significado e pela envolvência que as Capelas dos Passos proporcionam.

Seguindo o percurso das capelas dedicadas à Paixão de Cristo, as imagens de Nossa Senhora das Dores e do Senhor dos Passos, provenientes de sentidos opostos, reúnem-se no Passo do Encontro, percorrendo, juntas, depois do sermão, o restante trajeto.

A Procissão dos Passos, organizada pela Irmandade de Nosso Senhor dos Passos de Ovar, acontece há cerca de quatro séculos e é das mais antigas no seu género em Ovar. Visa reconstituir o caminho (os passos) de Jesus Cristo desde o Pretório até ao Calvário. Por isso mesmo, ainda hoje, a procissão cumpre o itinerário dos Passos (calvários) espalhados no centro histórico.

O ponto alto ocorre quando o andor de Nossa Senhora dos Passos se encontra com o andor de Nossa Senhora das Dores defronte da Capela do Passo do Encontro (Rua Alexandre Herculano). Aí os ouvintes assistem ao comovente sermão do encontro, momento catequético-devocional.

Esta celebração, evoca o percurso efetuado por Jesus Cristo ao longo da Via Sacra (ou Via Crucis) até ao Monte do Calvário, onde foi crucificado. As capelas dos Passos são, desde 1946, Imóveis de Interesse Público, constituindo um conjunto de sete capelas de estilo rococó que datam do século XVIII e que representam um registo arquitetónico e artístico único de Portugal.

A população ovarense tem uma enorme devoção pela Procissão dos Passos, também chamada de Procissão do Encontro, uma vez que tem o seu ponto alto no momento do encontro dos andores de Nossa Senhora e Jesus Cristo.

E isso voltou a verificar-se este domingo. Efetivamente, no seu percurso rumo ao Calvário, teve sempre boa moldura humana, parando nas Capelas alusivas à Via Sacra (também chamadas estações) e que no seu interior têm quadros e imagens que evocam os momentos mais altos e dramáticos desta celebração. https://www.ovarnews.pt/a-devocao-dos-vareiros-pela-procissao-dos-passos-e-o-canto-da-veronica/


A devoção dos vareiros pela Procissão dos Passos
A Procissão dos Passos, ou do Encontro, é a segunda das Procissões Quaresmais, para muitos, a mais marcante, pelo seu significado e pela envolvência que as Capelas dos Passos proporcionam.

Seguindo o percurso das capelas dedicadas à Paixão de Cristo, as imagens de Nossa Senhora das Dores e do Senhor dos Passos, provenientes de sentidos opostos, reúnem-se no Passo do Encontro, percorrendo, juntas, depois do sermão, o restante trajeto.

A Procissão dos Passos, organizada pela Irmandade de Nosso Senhor dos Passos de Ovar, acontece há cerca de quatro séculos e é das mais antigas no seu género em Ovar. Visa reconstituir o caminho (os passos) de Jesus Cristo desde o Pretório até ao Calvário. Por isso mesmo, ainda hoje, a procissão cumpre o itinerário dos Passos (calvários) espalhados no centro histórico.

O ponto alto ocorre quando o andor de Nossa Senhora dos Passos se encontra com o andor de Nossa Senhora das Dores defronte da Capela do Passo do Encontro (Rua Alexandre Herculano). Aí os ouvintes assistem ao comovente sermão do encontro, momento catequético-devocional.

Esta celebração, evoca o percurso efetuado por Jesus Cristo ao longo da Via Sacra (ou Via Crucis) até ao Monte do Calvário, onde foi crucificado. As capelas dos Passos são, desde 1946, Imóveis de Interesse Público, constituindo um conjunto de sete capelas de estilo rococó que datam do século XVIII e que representam um registo arquitetónico e artístico único de Portugal.

A população ovarense tem uma enorme devoção pela Procissão dos Passos, também chamada de Procissão do Encontro, uma vez que tem o seu ponto alto no momento do encontro dos andores de Nossa Senhora e Jesus Cristo.

E isso voltou a verificar-se este domingo. Efetivamente, no seu percurso rumo ao Calvário, teve sempre boa moldura humana, parando nas Capelas alusivas à Via Sacra (também chamadas estações) e que no seu interior têm quadros e imagens que evocam os momentos mais altos e dramáticos desta celebração.

  https://www.ovarnews.pt/a-devocao-dos-vareiros-pela-procissao-dos-passos/