sexta-feira, outubro 30, 2026



Perlim arranca com 400 drones a iluminar Santa Maria da Feira
A edição de 2026 de Perlim começa a celebrar o Natal a 27 de novembro, em Santa Maria da Feira, com a inauguração das luzes de Natal, às 20h30, na Praça da República. A cerimónia marca a abertura oficial das celebrações natalícias e será assinalada com a tradicional Parada dos Sonhos, a chegada do Pai Natal e um espetáculo de drones reforçado, com 400 equipamentos a iluminar o céu da cidade. O parque temático, dedicado este ano ao universo dos sonhos, abre portas ao público no dia seguinte, 28 de novembro, e prolonga a sua atividade até 30 de dezembro, com uma programação que combina atrações emblemáticas, novas experiências e propostas para diferentes públicos.


Ao longo de mais de um mês, Perlim convida famílias e visitantes a mergulhar num mundo de fantasia, com propostas para diferentes idades. O Mercado de Natal reforça a sua presença nesta edição, estando aberto todos os dias de funcionamento do parque, à exceção das quintas-feiras, e inclui uma experiência de realidade virtual que acrescenta uma nova dimensão à visita.


A oferta mantém algumas das atrações mais emblemáticas do recinto, como a pista de gelo, o circo e o carrossel. Também o tradicional espetáculo de encerramento no castelo volta a marcar a programação, reunindo pirotecnia, música e mascotes, num momento de celebração que se repete anualmente. A novidade desta edição é o videomapping, que acrescenta uma nova componente visual ao espetáculo, explorando a ligação entre tecnologia, património histórico e o universo mágico de Perlim.


Para facilitar a consulta das atividades e o planeamento da visita, Perlim apresenta ainda uma nova aplicação móvel, que reúne toda a programação e permite acompanhar as propostas ao longo do evento.


A partir de 28 de novembro, o parque estará aberto entre as 13h30 e as 19h00, com experiências que cruzam entretenimento, tradição e fantasia. Com os sonhos como fio condutor, Perlim 2026 prepara-se para transformar Santa Maria da Feira num cenário natalício, onde as atrações de sempre se conjugam com novas propostas e momentos de celebração. https://www.ovarnews.pt/perlim-arranca-com-400-drones-a-iluminar-santa-maria-da-feira/


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Ílhavo
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia da Gafanha da Encarnação.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 06/11/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua Silvino Silva Troca, Rua dos Caçadores, Rua Prof. José Cândido Ferreira Jorge (do nº 18 ao nº23), Rua da Igreja nº 2D e Rua da Saudade nº3


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-ilhavo-6/


Daniel Oliveira lamenta morte da avó. Zulmira nasceu em Ovar 
Daniel Oliveira está de luto pela morte da avó Zulmira, que morreu esta quinta-feira, 29 de outubro, aos 94 anos. O apresentador da SIC partilhou a notícia esta sexta-feira, através de uma publicação no Instagram, onde recordou a vida da avó e deixou uma emotiva homenagem à familiar, natural de Ovar.

Na publicação, o anfitrião do programa «Alta Definição» partilhou várias fotografias ao lado de Zulmira, acompanhadas por um longo texto em que recorda os momentos vividos em família e as características que tornaram a avó tão especial.

Daniel Oliveira descreveu-a como uma presença indispensável nas tardes e noites de jogos de snooker, dominó, sueca, damas e matraquilhos, mas também como alguém com quem partilhava conversas sobre futebol, novelas e atualidade.

O apresentador recordou ainda a personalidade divertida e cúmplice da avó, as histórias que gostava de repetir e a forma como acompanhava a programação televisiva, com especial atenção à SIC.

Um dos aspetos destacados na homenagem é o percurso de vida de Zulmira. «Uma avó cuja vida resultou num livro, que deu oportunidade à menina que veio de Ovar para Lisboa aos 12 anos, como moça de servir, de privar com figuras de renome», escreveu Daniel Oliveira, evocando a mudança da avó para a capital ainda em criança.

O apresentador recordou também uma conversa que tiveram há cerca de duas semanas, quando Zulmira já pressentia que o fim se aproximava. «Quem andou não tem para andar, filho, o que estiver para mim não está para mais ninguém», terá dito.

«É esta Avó Zulmira que vou querer recordar quando pensar na sorte que tenho por tê-la tido até aos seus 94 anos», escreveu, numa das passagens finais da homenagem.

Daniel Oliveira terminou a publicação com um agradecimento às equipas do Trofa Saúde e aos profissionais da unidade de cuidados paliativos da CUF Tejo, destacando o «profissionalismo, cuidado e humanidade» com que acompanharam a avó nos últimos dias e lhe proporcionaram conforto e dignidade.

Zulmira nasceu a 6 de março de 1932 e morreu a 29 de outubro de 2026. https://www.ovarnews.pt/daniel-oliveira-lamenta-morte-da-avo-zulmira-nasceu-em-ovar/


Ovar: Ministro da Educação garante aumento do investimento nos apoios sociais aos estudantes
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, respondeu às perguntas de cerca de 240 alunos do Ensino Secundário durante uma visita que realizou, esta manhã, à Escola Secundária Dr. José Macedo Fragateiro, em Ovar. Entre os temas abordados esteve o orçamento para o Ensino Superior e o reforço dos apoios sociais aos estudantes deslocados.

Perante uma questão do aluno Rui Gomes, do 12.º ano daquela escola, sobre a débil evolução do financiamento, o governante contestou a comparação entre os orçamentos de 2026 e 2027, argumentando que os valores devem ser analisados tendo em conta o financiamento extraordinário do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que terminou em 2026.

"Não podemos comparar o orçamento de 2027 com o de 2026 quando, no de 2026, tínhamos o PRR", afirmou Fernando Alexandre, lembrando o investimento realizado na construção de residências universitárias. Segundo os números apresentados pelo ministro, estão em funcionamento 83 novas residências e outras 47 encontram-se em fase de conclusão, num investimento que deverá acrescentar cerca de 17 mil camas para estudantes deslocados.


O ministro defendeu que, retirando o financiamento do PRR da comparação, o orçamento para o Ensino Superior regista um aumento próximo dos 10%. Destacou, em particular, o reforço da ação social, cujo financiamento deverá passar de 180 para 210 milhões de euros, no documento que apresentará na próxima semana.


Uma das principais mudanças prende-se com o modelo de apoio aos estudantes deslocados e bolseiros. De acordo com Fernando Alexandre, o novo sistema procura ter em conta os rendimentos disponíveis da família e os custos associados à frequência do Ensino Superior na cidade onde o aluno vai estudar.

O governante explicou também que "o apoio à habitação deixa de estar tão dependente da apresentação de recibos de alojamento, permitindo maior liberdade na escolha da solução habitacional". Como exemplo, referiu que um estudante com lugar atribuído numa residência universitária poderá optar por viver num apartamento com um amigo e continuar a beneficiar do apoio previsto.

No caso do financiamento das residências, o valor por quarto passa, segundo o ministro, de 130 para 161 euros. A medida representa um reforço destinado também a melhorar as condições de manutenção dos alojamentos universitários. Fernando Alexandre adiantou ainda que "o financiamento adicional permitirá disponibilizar mais oito milhões de euros às instituições neste âmbito".

O ministro reconheceu que o novo modelo de ação social precisa de ser mais divulgado, nomeadamente junto dos alunos do Ensino Secundário. "Vamos ter claramente, junto das escolas secundárias, de divulgar mais", afirmou, considerando que parte das críticas públicas ao sistema resulta do desconhecimento das novas regras de acesso os apoios.

Durante a resposta, Fernando Alexandre insistiu que o reforço do investimento acompanha a alteração dos critérios de atribuição dos apoios. Segundo o governante, "a reforma pretende garantir maior equidade e liberdade de escolha aos estudantes que precisam de se deslocar para prosseguir os estudos".

Aula de Literacia Financeira

O Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, deu uma aula de Literacia Financeira, dedicada ao tema da poupança, a cerca de 240 alunos do Ensino Secundário da Escola Secundária Dr. José Macedo Fragateiro, em Ovar.

A iniciativa decorreu no âmbito da segunda edição do programa «Educar para a Cidadania: Poupar, um Compromisso com o Futuro», que pretende sensibilizar os jovens para a importância da literacia financeira e promover hábitos de gestão responsável do dinheiro.

O projeto volta a mobilizar centenas de estudantes e docentes do Ensino Superior, das áreas de Economia, Gestão, Finanças e Contabilidade, que se deslocam a escolas públicas e privadas de todo o país para dinamizar aulas de Literacia Financeira, integradas na componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento.

Através destas sessões, os alunos têm a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre poupança e gestão financeira, adquirindo ferramentas importantes para tomarem decisões mais informadas e responsáveis ao longo da vida.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em parceria com o Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e a Autoridade de Supervisão de Seguros e de Fundos de Pensões (ASF).

Com esta ação, pretende-se reforçar a educação financeira dos mais jovens, colocando a poupança no centro de uma reflexão sobre cidadania, responsabilidade e preparação para o futuro. https://www.ovarnews.pt/ovar-ministro-da-educacao-garante-aumento-do-investimento-no-ensino-superior-e-apoios-sociais/


Quatro detidos por furto de madeira em área florestal de Ovar
O Comando Territorial de Aveiro, através do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Ovar, no dia 27 de outubro de 2026, constituiu arguidos, três homens com idades compreendidas entre os 29 e os 54 anos, e uma mulher, de 37 anos, pelo crime de furto de madeira, no concelho de Ovar.

Na sequência de uma ação de patrulhamento, realizada no âmbito da Campanha Floresta Segura, os militares da Guarda detetaram o abate de arvoredo na área do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar.

No decorrer da ação de fiscalização, apurou-se que o abate não tinha sido autorizado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entidade responsável pela gestão daquela área, tendo sido verificado o corte raso de um povoamento florestal de pinheiro-bravo, numa área de aproximadamente três hectares.

No decurso da ação, foram apreendidos os seguintes meios e materiais:

• Um conjunto constituído por um veículo trator e um semirreboque;

• Um trator florestal e o respetivo reboque com grua;

• Três motosserras;

• 28 m³ de madeira de pinho em rolaria, posteriormente entregues ao ICNF.

A ação contou com a colaboração do ICNF, que realizou as diligências necessárias à quantificação dos prejuízos e à avaliação de eventuais danos ambientais.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Ovar.

A Guarda Nacional Republicana relembra a importância da denúncia de situações que coloquem em causa a proteção da floresta e dos ecossistemas, apelando à colaboração de todos os cidadãos. https://www.ovarnews.pt/quatro-detidos-por-furto-de-madeira-em-area-florestal-de-ovar/

quinta-feira, outubro 29, 2026

Os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP entregaram esta quinta-feira na Assembleia


da República duas propostas de voto de saudação ao concelho da Murtosa e à freguesia da


Torreira, na passagem do centenário das povoações. Os deputados subscritores da iniciativa


deixam votos de que as próximas décadas sejam “igualmente marcadas pela prosperidade e


pelo contínuo desenvolvimento deste território”.

“Celebrar o centenário do concelho da Murtosa é valorizar a identidade de uma comunidade,


reconhecer a importância da autonomia local e reafirmar o papel do Poder Local na


construção de territórios mais coesos, próximos das populações e capazes de responder às


suas necessidades” – lê-se no texto que suporta a proposta de voto, apresentado exatamente


no dia em que se completam 100 anos do decreto publicado no Diário do Governo, que


desanexava as freguesias da Murtosa e do Bunheiro do concelho de Estarreja.

Os deputados subscritores veem nesta celebração uma forma de “olhar para o futuro, com a


responsabilidade de preservar o património natural e cultural da Murtosa, valorizar os seus


recursos, promover oportunidades para as novas gerações e garantir que o concelho continua


a ser um território de identidade, de desenvolvimento e de qualidade de vida”.

Ao assinalar o centenário da emancipação que “representou a concretização de uma


aspiração antiga das suas gentes, bem como o reconhecimento de uma identidade própria”,


os grupos parlamentares destacam que “ao longo de um século, a Murtosa construiu um


percurso profundamente ligado à Ria de Aveiro, ao mar e às atividades tradicionais que


marcam a sua economia e a sua cultura”, com a pesca, a agricultura, a atividade conserveira


e a ligação às embarcações tradicionais como “expressões de uma identidade que


permanece viva e que constitui um património de inegável valor para o concelho e para o


país”.

A Assembleia da República deverá saudar o concelho da Murtosa, “homenageando todos


aqueles que, ao longo destes 100 anos, contribuíram para a afirmação da identidade, o


desenvolvimento e o progresso”, manifestando desejo de que “as próximas décadas sejam


igualmente marcadas pela prosperidade e pelo contínuo desenvolvimento deste território”.


A criação da freguesia da Torreira verificou-se exatamente na mesma data, que os deputados


dão como “uma data de particular significado para a população desta freguesia do concelho


da Murtosa e para a história de uma comunidade que soube construir uma identidade própria,


profundamente ligada ao mar, à Ria de Aveiro e às suas tradições”.

“Este centenário constitui uma oportunidade para projetar o futuro. A preservação dos


ecossistemas da Ria de Aveiro e da faixa costeira, a valorização das atividades económicas


tradicionais, a promoção de um turismo sustentável e a criação de melhores condições de


vida para os residentes são desafios que exigem visão” – lê-se no texto do voto, que saúda


a freguesia da Torreira “pelo centenário da sua criação, homenageando todos aqueles que,


ao longo destes 100 anos, contribuíram para a construção, o desenvolvimento e a afirmação


da identidade torreirense”. https://www.ovarnews.pt/psd-e-cds-pp-apresentam-voto-de-saudacao-pelo-centenario-do-concelho-da-murtosa-e-da-freguesia-da-torreira/


Feira atribui cerca de 600 mil euros a associações para obras em equipamentos culturais e sedes sociais
 

A Câmara Municipal de Santa Maria da Feira atribuiu cerca de 600 mil euros a 18 entidades do território, verba destinada a 23 projetos para obras de recuperação e readaptação, bem como pequenas intervenções de conservação, em sedes sociais e equipamentos culturais do concelho. Trata-se da maior fatia do Programa de Apoio à Cultura (PAC) para 2026/2027, atribuída ao abrigo da Medida 5 – Apoio ao Investimento para Obras e Infraestruturas. Os protocolos de parceria foram assinados dia 28 de outubro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

“Com estes 23 protocolos, damos um passo importante no reforço do apoio municipal às associações culturais. Uma das prioridades que defini para este mandato foi precisamente criar condições para que estas instituições pudessem também beneficiar de apoios financeiros para obras de conservação, requalificação e ampliação dos seus espaços, à semelhança do que já acontecia noutras áreas do associativismo. Era uma lacuna identificada e que considerámos importante ultrapassar”, sublinha o presidente da Câmara, Amadeu Albergaria.

Através do Subprograma 5.1 – Obras de Recuperação e Readaptação de Equipamentos Culturais e Sedes Sociais, o Município atribuiu 542.330,42 euros a onze entidades locais, verba que será aplicada em obras de recuperação e beneficiação de sedes e infraestruturas de base associativa, bem como aquisição de equipamentos, técnicos ou outros, para uso e benefício dos equipamentos culturais e sedes sociais.

Ao abrigo do Subprograma 5.2 – Pequenas Obras de Conservação de Equipamentos Culturais e Sedes Sociais, o Município atribuiu 48.414,62 euros a doze entidades protocoladas, verba destinada a projetos de associações, cooperativas e fundações culturais, proprietárias ou utilizadoras de equipamentos ou espaços culturais multiusos, designadamente pequenas obras de manutenção de equipamentos, sedes sociais e outros espaços associativos.

“Estamos a falar de um investimento global de 1,2 milhões de euros, dos quais cerca de 600 mil euros são assegurados pela Câmara Municipal, correspondendo a 50% do valor das obras. É uma aposta significativa, mas também uma decisão de elementar justiça para com as nossas associações culturais. É também uma forma de redistribuirmos as receitas municipais pela sociedade, confiando esses recursos a associações que, através da formação que dinamizam e da programação cultural que promovem, fazem chegar este investimento a muitas mais pessoas, em diferentes freguesias do nosso concelho. É este trabalho que queremos continuar a reconhecer e a apoiar”, reforça Amadeu Albergaria.

O Programa de Apoio à Cultura visa apoiar os agentes culturais do território em duas dimensões fundamentais e complementares: por um lado, recuperar e preservar os seus espaços de encontro, criação e difusão, mantendo o apoio à criação local e as parcerias de programação; e, por outro, fomentar a formação, a capacitação e a qualificação com mais e novas oportunidades que contribuam para a valorização da cultura em Santa Maria da Feira.

Recorde-se que em janeiro deste ano, o Município de Santa Maria da Feira duplicou, face ao ano anterior, o envelope financeiro reservado ao PAC para 2026/2027, cujo montante global atinge os 800 mil euros, destinados a apoiar associações e artistas independentes do território. A maior fatia do investimento será aplicada em obras de recuperação, readaptação e conservação de equipamentos culturais e sedes sociais, mas o PAC introduziu ainda novas medidas e programas especiais de formação, capacitação e qualificação dos agentes culturais locais.

  https://www.ovarnews.pt/feira-atribui-cerca-de-600-mil-euros-a-associacoes-para-obras-em-equipamentos-culturais-e-sedes-sociais/



No âmbito das Comemorações do Centenário do Concelho da Murtosa, a fachada dos Paços do Município será, esta noite de quinta-feira, dia 29, o cenário de um espetáculo de Videomapping, que promete proporcionar uma experiência audiovisual memorável.

Após o concerto do grupo Alma de Coimbra, a fachada do edifício dos Paços do Município transformar-se-á num cenário de luz, cor e movimento, através de um espetáculo que conjuga arte, cultura e inovação tecnológica, convidando o público a embarcar numa viagem visual pelas memórias, tradições e vivências que definem a identidade do concelho.

O videomapping é uma técnica de projeção audiovisual que permite transformar fachadas de edifícios e outras superfícies em cenários dinâmicos, através da combinação de imagens, animações, luz e som. Esta tecnologia possibilita a criação de narrativas visuais envolventes, dando vida a histórias, memórias e tradições, numa abordagem artística contemporânea.

Integrado nas celebrações dos 100 anos do concelho, este espetáculo terá como principal inspiração a riqueza da cultura murtoseira, evocando as tradições, as vivências e os elementos identitários que, ao longo de gerações, têm moldado a história e a identidade murtoseira.

Para que todos possam desfrutar desta experiência, o espetáculo de Videomapping voltará a ser apresentado nos dias 30 e 31 de outubro, com sessões de meia em meia hora, entre as 19h00 e as 22h00. https://www.ovarnews.pt/onde-a-ria-encontra-a-luz-no-centenario-do-concelho-da-murtosa/


Suspensão temporária do abastecimento no Concelho de Ovar
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia de Válega.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 05/11/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua de São Miguel (nºs 8, 64,73,103,SN357), Travessa de São Miguel (nºs 97,105 SN359)


 Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-concelho-de-ovar/


TGV leva a declarar utilidade pública para expropriações em Ovar e na Feira
O Governo declarou hoje a utilidade pública, com caráter de urgência, das expropriações necessárias à Linha de Alta Velocidade (LAV) entre Porto (Campanhã) e Oiã (Oliveira do Bairro, Aveiro), onde as obras arrancaram há cerca de duas semanas.


O despacho da Presidência do Conselho de Ministros – Gabinete do Secretário de Estado das Infraestruturas, foi hoje publicado no Diário da República (DR) e diz respeito a expropriações nos concelhos de Ovar e Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro. https://www.ovarnews.pt/tgv-leva-a-declarar-utilidade-publica-para-expropriacoes-em-ovar-e-na-feira/


A Murtosa não nasceu em 1926 - Por Paulo Amorim
 

Nasceu muito antes. Nasceu na sua gente, no trabalho das suas mãos, na relação profunda


com a Ria, na coragem de quem enfrentou as dificuldades de cada tempo e na identidade de


uma comunidade que foi construindo, ao longo de gerações, uma forma muito própria de


estar no mundo.

Nasceu nas suas tradições, na sua cultura, nas suas atividades económicas, na sua ligação à


água e à terra. Nasceu na vontade de uma população que, muito antes de conquistar a


autonomia administrativa, já sentia que tinha uma identidade própria e o direito de decidir o


seu destino.

Mas foi em 1926 que essa vontade se transformou numa realidade administrativa.


Foi nesse ano que a Murtosa conquistou a autonomia concelhia. E é por isso que hoje


celebramos cem anos de uma história institucional que não começou do nada, mas que tornou


possível escrever um novo capítulo na vida desta comunidade.

Celebrar o Centenário do Concelho é, por isso, muito mais do que assinalar uma data. É


reconhecer uma aspiração coletiva, homenagear aqueles que a defenderam e refletir sobre a


responsabilidade que hoje nos cabe perante a história e perante o futuro.

Porque um concelho não se constrói num dia, nem pertence a uma só geração. Constrói-se


ao longo do tempo, com determinação, trabalho e a participação de muitas pessoas, tantas


vezes anónimas, que acreditam que a sua terra pode ser melhor.

Uma aspiração que atravessou gerações


A autonomia da Murtosa não foi uma concessão sem passado. Foi o resultado de uma


aspiração antiga, de um caminho persistente e de uma vontade que não desapareceu perante


as dificuldades.

Já em 27 de abril de 1898 se discutia, nas Cortes, a possibilidade de a Murtosa alcançar a sua


autonomia administrativa, sendo representante de um possível projeto de lei o deputado Dr.


Barbosa de Magalhães. Esse momento representa uma etapa importante de uma caminhada


que haveria de prolongar-se por quase três décadas.

Ao longo desse percurso, houve homens que se empenharam na defesa dos interesses da sua


terra, que acreditaram na legitimidade da reivindicação e que não desistiram de procurar uma


solução.

Entre os nomes que a memória histórica nos deixou, importa evocar Albino R. Sebolão,


António Augusto V. Almeida, António M. M. Vilar, António Valente de Almeida, Filipe J.


Tavares, Francisco J. S. Vagueiro, João Valente de Almeida, Joaquim M. S. Gravato, Joaquim M.


S. Gravato Júnior, José Maria Barbosa, Manuel J. Cardoso Cunha, Manuel J. Lopes Pereira,


Manuel de Oliveira Ramos, Manuel M. Barbosa, Manuel M. R. Sebolão, Miguel V. A. Silva,


Padre Manuel J. Valente, Padre Rodrigo L. Tavares, António F. Matoso, António J. Pinho,


Joaquim Soares, José Maria Soares, Manuel Matoso, Tomaz Biker, João P. M. Vilar e Domingos


M. Matos.

Não terão todos participado da mesma forma, nem com a mesma intensidade, em todas as


etapas do processo. Alguns não chegaram sequer a assistir à concretização da autonomia, em


1926.

Mas a sua evocação recorda-nos uma verdade essencial: as grandes conquistas coletivas


raramente são obra de uma só pessoa ou de um único momento. São o resultado de


vontades que se acumulam, de esforços que se sucedem e de convicções que resistem ao


tempo.

Entre aqueles que assumiram particular relevância neste processo, importa destacar Domingos


Luís da Conceição, João Carlos Vaz da Cunha e o Dr. Carlos Barbosa, figuras que merecem um


lugar especial na memória da luta pela autonomia da Murtosa.


E importa igualmente recordar António Augusto Valente de Almeida, cuja intervenção pessoal,


num momento decisivo, ajuda a compreender como uma aspiração antiga pôde finalmente


transformar-se em realidade.

Nos dias 15 e 16 de outubro de 1926, deslocou-se a Lisboa para falar pessoalmente com o


ministro do Interior, Jaime Afreixo, procurando desbloquear o processo e alcançar uma


decisão favorável à autonomia concelhia.


Poucos dias depois, a reivindicação concretizava-se legalmente.


Os Decretos n.ºs 12 569 e 12 570, publicados em 30 de outubro de 1926, marcaram esse


momento decisivo. O primeiro determinou a separação da Murtosa e do Bunheiro do concelho


de Estarreja, constituindo um novo concelho com sede na Murtosa. O segundo integrou-se no


processo de organização administrativa que acompanhou essa nova realidade concelhia.


A Murtosa passava, assim, a dispor de um espaço próprio de decisão e de governação.


A autonomia não significava que todos os problemas estivessem resolvidos. Significava, antes,


que a comunidade passava a ter novos instrumentos para enfrentar os seus desafios, definir


prioridades e construir o seu próprio caminho.

E essa conquista merece ser recordada com respeito e gratidão.


Porque houve quem sonhasse a autonomia. Houve quem a defendesse. Houve quem lutasse


por ela. E houve quem, no momento decisivo, tivesse a determinação necessária para a tornar


realidade.

A todos devemos memória.


A todos devemos reconhecimento.

Cem anos de governação, cem anos de construção coletiva


Depois da autonomia, começou uma nova etapa: a de transformar a conquista administrativa


numa realidade concreta de desenvolvimento, de organização e de progresso.


Ao longo destes cem anos, a Murtosa conheceu diferentes tempos políticos, diferentes


circunstâncias económicas e sociais, diferentes desafios e diferentes formas de governação.

Passaram presidentes de comissões administrativas e presidentes da Câmara Municipal. Cada


um exerceu as suas funções num contexto próprio, com as possibilidades e as limitações do


seu tempo.

Recordamos António José de Oliveira Guerra, que presidiu à Comissão Administrativa entre


1926 e 1928; Júlio Ferreira Baptista, entre 1928 e 1929; e João Carlos Henriques Tavares de


Sousa, que exerceu funções entre 1929 e 1930 e, posteriormente, entre 1932 e 1935.


Recordamos António Augusto Valente de Almeida, entre 1930 e 1932, e José Tavares Afonso e


Cunha, que presidiu à Comissão Administrativa entre 1935 e 1937 e regressou à presidência da


Câmara entre 1959 e 1963.

Recordamos igualmente Frederico de Clamouse Browne Van Zeller, em 1937, e Apolinário da


Silva Portugal, que presidiu à Câmara entre 1937 e 1959.

Seguiram-se António Fernando de Sousa Tavares Cascais, entre 1963 e 1967; Celso Augusto


Baptista dos Santos, entre 1967 e 1969; Miguel Maria da Silva Portugal, entre 1969 e 1970; e


Manuel Leite de Almeida Baptista, entre 1970 e 1974.

Em 1974, num ano de profunda transformação política nacional, a presidência foi exercida por


Aurélio do Patrocínio Nunes, seguindo-se José Maria da Silva, à frente da Comissão


Administrativa entre 1974 e 1977.

Já no período democrático, António Joaquim Morais Tavares da Fonseca presidiu à Câmara


entre 1977 e 1985. Seguiram-se Manuel Cunha da Silva, entre junho e dezembro de 1985;


Manuel Maria Portugal da Fonseca, entre 1986 e 1990; e Augusto Carlos dos Santos Leite,


entre 1990 e 1998.

Importa também assinalar o exercício temporário da presidência por Domingos da Silva Lopes,


entre 4 de agosto e 1 de outubro de 1995, durante a suspensão do mandato de Augusto Leite.


Posteriormente, António Maria dos Santos Sousa presidiu à Câmara entre 1998 e 2011.


Joaquim Manuel dos Santos Batista assumiu funções entre 2011 e 2025. Desde 2025, a


presidência é exercida por Januário Vieira da Cunha.


Evocar estes nomes não significa esquecer as diferenças entre os seus mandatos, nem emitir


sobre todos o mesmo juízo histórico. Significa reconhecer a continuidade de uma instituição


que atravessou um século e que, em cada período, foi chamada a responder às necessidades


da população.


Mas há algo que importa sublinhar: a história da Murtosa não é apenas a história dos seus


presidentes.


É também a história dos vereadores, dos membros das assembleias municipais, dos


presidentes e membros das juntas de freguesia, dos trabalhadores do município e das


instituições que, diariamente, contribuíram para o funcionamento da comunidade.

É a história das associações, dos clubes, das coletividades culturais, recreativas e desportivas,


das instituições de solidariedade social, das escolas e de todos aqueles que, muitas vezes sem


reconhecimento público, fizeram acontecer aquilo que hoje consideramos parte da nossa vida


coletiva.

É a história dos pescadores e dos agricultores, dos trabalhadores e dos empresários, dos


comerciantes, dos professores, dos profissionais de saúde, dos voluntários e de tantas outras


pessoas que, através do seu trabalho, ajudaram a construir a Murtosa.

É também a história de quem partiu à procura de melhores oportunidades, sem nunca deixar


de transportar consigo a ligação à sua terra.


E é a história das famílias que aqui criaram raízes, educaram os seus filhos e transmitiram, de


geração em geração, o sentimento de pertença a esta comunidade.

A todos pertence este Centenário.


Porque um concelho não é apenas o seu território, os seus edifícios ou os seus órgãos


autárquicos. Um concelho é, acima de tudo, a sua gente.

Uma identidade que nos distingue


Ao longo destes cem anos, a Murtosa foi mudando. Mudaram as atividades económicas, os


modos de vida, as acessibilidades, as necessidades das famílias e as expectativas das novas


gerações.


Mas há elementos que permanecem e que continuam a definir a nossa identidade.


A Ria de Aveiro é um deles. Não apenas como paisagem, mas como espaço de vida, de


trabalho, de cultura e de memória. A relação dos murtoseiros com a água moldou profissões,


hábitos, saberes e tradições que fazem parte da nossa identidade coletiva.

Os moliceiros, a arte da construção naval, as atividades ligadas à Ria, a gastronomia, as


tradições populares e o património natural constituem uma riqueza que não pode ser


entendida apenas pelo seu valor turístico ou económico.

São testemunhos de uma forma de viver e de uma relação singular entre as pessoas e o


território.


Preservar essa identidade não significa imobilizar a Murtosa no tempo. Significa reconhecer


aquilo que nos distingue e encontrar formas de o valorizar num mundo em permanente


transformação.

O desafio está precisamente aí: conservar sem cristalizar, inovar sem descaracterizar,


desenvolver sem destruir aquilo que torna a Murtosa única.


E esse desafio é ainda mais importante quando pensamos no futuro das nossas quatro


freguesias, na coesão do território e nas oportunidades que queremos criar para todos os que


aqui vivem.

O Centenário como compromisso com o futuro


Um centenário convida-nos, naturalmente, a olhar para trás. E temos razões para o fazer com


orgulho.


Mas uma comemoração desta dimensão não pode limitar-se à evocação do passado. Deve


também constituir um momento de reflexão sobre o presente e de compromisso com o


futuro.

Celebrar cem anos de autonomia não significa considerar concluída a obra iniciada em 1926.


Significa reconhecer que recebemos uma herança, mas que essa herança não nos pertence em


exclusivo. Cabe-nos cuidar dela, valorizá-la e, sobretudo, preparar o futuro.


A pergunta que devemos fazer neste Centenário não é apenas o que fomos ou o que


conseguimos construir.

É também esta:


Que Murtosa queremos ser nos próximos cem anos?


Queremos um concelho que preserve a sua identidade, sem ficar prisioneiro do passado.


Que valorize o seu território, sem desperdiçar as suas oportunidades.


Que cuide das suas pessoas, sem deixar ninguém para trás.


Que crie condições para que os jovens possam estudar, trabalhar, viver e constituir família na


sua terra.

Que saiba aproveitar as suas potencialidades económicas, culturais e ambientais, criando


emprego, atraindo investimento e promovendo um desenvolvimento sustentável.


Que tenha serviços públicos próximos das pessoas, instituições fortes e uma comunidade onde


a participação cívica não seja apenas desejada, mas efetivamente valorizada.


Queremos uma Murtosa que saiba ouvir, dialogar e encontrar respostas para os problemas


concretos da população.

Uma Murtosa capaz de respeitar o seu passado, enfrentar com coragem os desafios do


presente e preparar, com ambição e responsabilidade, o seu futuro.


Este compromisso não pertence a uma força política, a um executivo municipal ou a uma


geração. É uma responsabilidade coletiva.

As diferenças de opinião, as perspetivas distintas e o debate democrático fazem parte da vida


de uma comunidade viva. O essencial é que saibamos colocar o interesse público acima das


conveniências do momento e reconhecer que o futuro do concelho é maior do que qualquer


mandato.

Porque os mandatos passam. As maiorias mudam. Os responsáveis autárquicos sucedem-se.


Mas a Murtosa permanece.


E cada geração é chamada a fazer a sua parte.

Uma herança que temos de merecer


Há uma ideia que gostaria de deixar neste momento de celebração.


Nenhuma geração é proprietária da sua terra. Somos apenas depositários de uma herança.


Recebemos a Murtosa daqueles que a sonharam.


Recebemos a Murtosa daqueles que lutaram pela sua autonomia.

Recebemos a Murtosa daqueles que, ao longo de cem anos, trabalharam, construíram,


cuidaram e acreditaram.


Recebemos um território com uma identidade própria, uma comunidade com uma história


singular e um património que temos a obrigação de preservar e valorizar.


Agora, cabe-nos a nós.


Cabe-nos cuidar do que recebemos, corrigir o que ainda não está bem, aproveitar as


oportunidades que temos pela frente e criar condições para que as gerações futuras


encontrem aqui razões para permanecer, regressar e construir os seus projetos de vida.


Não nos basta dizer que temos orgulho na nossa terra. Temos de demonstrá-lo nas decisões


que tomamos, nas prioridades que definimos, na forma como cuidamos do território e na


atenção que damos às pessoas.

Não nos basta celebrar os que vieram antes de nós. Temos de estar à altura do exemplo que


nos deixaram.


E não nos basta falar do futuro. Temos de começar a construí-lo hoje.


Porque o verdadeiro significado de um centenário não está apenas em celebrar os cem anos


que passaram. Está em merecer os cem anos que virão.

Concluindo

Em 1926, a Murtosa conquistou a sua autonomia concelhia. Foi uma conquista que resultou de


uma longa aspiração e da determinação de homens que acreditaram que a sua terra tinha o


direito de decidir o seu próprio caminho.


Cem anos depois, cabe-nos honrar essa conquista.


Honrá-la preservando a nossa identidade.

Honrá-la reconhecendo todos aqueles que contribuíram para a nossa história.


Honrá-la cuidando da nossa comunidade e do nosso território.


Honrá-la, sobretudo, construindo um concelho com mais oportunidades, mais coesão, mais


qualidade de vida e mais confiança no futuro.


Que saibamos receber esta herança com gratidão, cuidar dela com responsabilidade e entregá-


la às gerações seguintes ainda mais rica, mais forte e mais preparada para os desafios do seu


tempo.

Porque a Murtosa não nasceu em 1926.


Mas, em 1926, conquistou o direito de decidir o seu próprio caminho.


E a nossa responsabilidade é garantir que esse caminho continue a ser percorrido com


dignidade, ambição e esperança.


Receber. Cuidar. Transformar. Entregar.


Que estas quatro palavras traduzam o compromisso da nossa geração com a Murtosa.


Que saibamos honrar a nossa história.

Que saibamos estar à altura do nosso presente.


E que saibamos preparar o futuro.


Viva a Murtosa!


Viva quem a sonhou, quem a construiu e quem continua a construí-la!


E viva, sobretudo, a Murtosa que ainda está por construir!

Paulo Teixeira de Amorim


29 de outubro de 2026 https://www.ovarnews.pt/a-murtosa-nao-nasceu-em-1926-por-paulo-amorim/


George Sing, um Campeão dentro e fora do campo - Por Fernando Almeida
 

Há pessoas que passam pelo desporto e deixam títulos. Outras deixam histórias, amizades e marcas que o tempo não consegue apagar. O George Sing foi uma dessas pessoas. Hoje, com a notícia da sua partida, o basquetebol vareiro perde muito mais do que um antigo jogador e treinador. Perde um homem que fez parte da sua história e que ajudou a construir a história de muitas outras pessoas.

A ligação do George Sing à Associação Desportiva Ovarense ficará para sempre associada a uma das épocas mais marcantes do basquetebol do clube. Como jogador, vestiu a camisola vareira e contribuiu para conquistas que encheram de orgulho os adeptos e a cidade. Foi campeão por três vezes, integrando um percurso que ajudou a consolidar a Ovarense como uma referência da modalidade. São títulos que permanecem na memória coletiva, mas que representam apenas uma parte daquilo que deixou.

Porque o George Sing não foi apenas um jogador. Foi também um homem da formação, alguém que compreendeu que o basquetebol não se esgota nos resultados, nas classificações ou nas taças levantadas ao fim de uma época.

Ao longo de vários anos como treinador das camadas jovens, acompanhou diferentes gerações de atletas. Viu miúdos chegarem ao pavilhão com sonhos, inseguranças e vontade de aprender. Ajudou-os a crescer, a descobrir o jogo, a conhecer os valores do trabalho, da disciplina, do respeito e do espírito de equipa. Para muitos, foi uma presença importante numa etapa da vida em que o desporto é muito mais do que competir, é aprender a ser.

A formação desportiva tem esta particularidade extraordinária, nem sempre conseguimos medir o seu verdadeiro impacto no momento em que acontece. Um treino, uma palavra de incentivo, uma chamada de atenção ou um gesto de confiança podem acompanhar um jovem durante toda a vida. E quem trabalha com várias gerações acaba por perceber que o maior legado de um treinador nem sempre se encontra no número de vitórias alcançadas, mas nas pessoas que ajudou a formar.

George Sing teve esse privilégio e essa responsabilidade. Conheceu diferentes gerações, acompanhou percursos distintos e fez parte da história de muitos jovens que encontraram no basquetebol um espaço de crescimento, amizade e aprendizagem.

Mas, neste momento de despedida, há algo que importa destacar acima de tudo, George Sing era um Homem bom.

E esta talvez seja a maior homenagem que lhe podemos fazer. Num mundo onde tantas vezes valorizamos o sucesso, a notoriedade e os resultados, vale a pena recordar aqueles que se distinguem pela sua humanidade. Ser um bom jogador é uma conquista. Ser um bom treinador é uma responsabilidade. Ser recordado como um bom Homem é, talvez, a maior vitória de todas.

Em Ovar, a sua história ficará ligada à Ovarense, aos títulos conquistados, aos treinos, aos jogos e a tantas memórias que fazem parte da vida de um clube. Ficará também na memória daqueles que com ele partilharam o campo, o banco, o balneário ou simplesmente uma conversa.

Hoje, o marcador deixa de ter importância. Não há resultados que possam traduzir a dimensão da perda, nem troféus que consigam preencher o vazio de uma despedida.

Ficam a gratidão, as memórias e o reconhecimento de uma comunidade que teve a sorte de contar com ele. Fica o exemplo de alguém que viveu o basquetebol e que, através dele, tocou a vida de muitas pessoas.

A Ovarense perde uma figura da sua história. O basquetebol perde um dos seus. Mas todos aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer George Sing perdem alguém que não será esquecido.

Porque os campeões ficam nos registos. Os treinadores ficam na memória dos seus atletas. Mas os homens bons ficam para sempre no coração das pessoas.

Obrigado, George, por tudo o que deste à Ovarense, ao basquetebol e a Ovar.

Descansa em paz, George Sing.

Fernando Camelo de Almeida

 

  https://www.ovarnews.pt/george-sing-um-campeao-dentro-e-fora-do-campo-por-fernando-almeida/
O basquetebol da Ovarense está de luto pela morte de George Augusto Kan Sing, conhecido por George Sing, antigo jogador e treinador que faleceu esta quarta-feira, aos 75 anos.

George Sing foi campeão de Moçambique, pelo Ferroviário de Lourenço Marques, em 1974/75, e pela Ovarense em 1987/88. Envergou ainda as camisolas do FC Porto e AD Sanjoanense.

Mas foi em Ovar que fixou residência e treinava as camadas jovens da Ovarense há vários anos, deixando a sua marca indelével em vários talentos nascidos para a modalidade no clube vareiro.

O OvarNews endereça as mais sentidas condolências à família, amigos e a todos os que o conheceram.

GEORGE SING


Campeão Nacional:


Ovarense (1987/1988)


 


Taça de Portugal:


Ovarense (1988/1989)


 


Supertaça:


Ovarense (1988/1989)


 


Campeão Nacional de Moçambique:


Ferroviário Lourenço Marques (1974/1975)


 


Campeão Provincial de Maputo:

Ferroviário Lourenço Marques (1974/1975) https://www.ovarnews.pt/faleceu-george-sing-antigo-jogador-e-treinador-da-ovarense-basquetebol/


O dia em que aconteceu um
«Ontem , pelas 18 horas, e quando o Comboio foguete, saído de Lisboa pelas 14h 25m atravessava a passagem de nível de S. João em grande velocidade, visto não parar na nossa estação, chocou com um camião de carga, felizmente vazio, que no momento lhe surgiu pela frente, visto, e lamentavelmente e por razões ainda não bem esclarecidas, estarem abertas as respectivas cancelas.

O choque foi tremendo, e o Foguete, composto de duas carruagens, arrastou o pesado camião nuns cinquenta metros, atirando, finalmente, os seus restos para a sua direita sobre uma das linhas de resguardo. Para se avaliar da violência do embate bastará dizer que o camião foi positivamente pulverizado, vendo-se os seus destroços espalhados numa área, de mais de 200 metros de comprimento.

Entretanto, a composição metálica do comboio, resistiu quase vitoriosamente à violentíssima prova a que foi sujeita, pois do contrário teríamos a registar uma verdadeira catástrofe. Só assim se explica que os seus numerosos passageiros -pois o combóio vinha cheio- tivessem sofrido apenas um susto tremendo -o que já não foi pouco- visto apenas terem ficado ligeiramente feridos um dos seus ocupantes e o respectivo maquinista. O mesmo, infelizmente, não se poderá dizer dos três infelizes tripulantes do camião, visto ter falecido pelas 23 horas, um deles…

…Louváveis e de notar, as providências rápidas tomadas e que asseguraram não só o embarque, para o Porto, de todos os passageiros do Foguete dentro de pouco mais de meia hora de se ter verificado o gravíssimo acidente e ainda o facto do comboio rápido Porto-Lisboa cujo horário em Ovar é às 19h 15m, ter continuado a sua marcha para a Capital aproveitando uma linha de resguardo e levando também pouco mais de meia hora de atraso. Tudo isto foi possível pela presteza e dedicação de todo o pessoal das oficinas de obras metálicas da CP, aqui há longos anos localizadas …»

Noticias de Ovar de 6 de Agosto de 1959 https://www.ovarnews.pt/o-dia-em-que-aconteceu-um-impressionante-acidente-ferroviario-na-estacao-de-ovar/

quarta-feira, outubro 28, 2026



Jovem detido por abuso de menina de 13 anos que conheceu na Internet
A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, deteve, esta terça-feira, um homem de 20 anos, presumível autor de crimes de abuso sexual de crianças e pornografia de menores, praticados contra uma menina de 13 anos, no passado mês de setembro, em Espinho.

A investigação iniciou-se na sequência da entrada da criança em unidade hospitalar, após relatar os factos à mãe, momento em que a Polícia Judiciária foi ativada.

Desenvolvidas as diligências de investigação foi possível identificar e localizar o suspeito, tendo este sido detido no seguimento da emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito e de mandados de busca domiciliária.

No âmbito da investigação foi possível apurar o 'modus operandi' do agressor. Este encetou contacto com a menor através das redes sociais, tendo-a convencido a produzir e enviar ficheiros multimédia com conteúdos de abuso e exploração sexual aliciando-a ainda para um encontro presencial, durante a qual a submeteu a diversos atos sexuais de relevo.

O detido, desempregado e com antecedentes criminais, foi presente às autoridades judiciárias competentes junto do DIAP de Santa Maria da Feira, em primeiro interrogatório judicial, tendo ficado sujeito às medidas de coação de apresentações periódicas e proibição de contactos com a vítima e com a família desta. https://www.ovarnews.pt/jovem-detido-por-abuso-de-menina-de-13-anos-que-conheceu-na-internet/


Escola de Triatlo AEJ no Duatlo de Vizela
A Escola de Triatlo AEJ viajou até ao norte do país, mais concretamente a Vizela, para participar no Duatlo desse município, prova pontuável para o Campeonato Regional Norte.

A formação sanjoanense apresentou-se na linha de partida com 11 atletas distribuídos em 4 escalões de formação.

No escalão mais jovem (benjamins) a AEJ Triatlo competiu com 4 atletas, 2 masculinos e 2 femininos. Rafael Vidinha cortou a linha da meta em 1º, logo seguido de Vasco Oliveira em 2º. Nos femininos, Naomi Oliveira chegou em 6º lugar e Maria Martins foi a 10ª classificada.

No escalão de infantis, numa prova muito disputada e que terminou ao sprint, Francisco Almeida arrecadou uma vitória espetacular. Também neste escalão e género e denotando uma boa evolução, Santiago Pinho, foi o 7º classificado. No género feminino, Gabriela Santos foi 4ª a 32 segundos do pódio.

Nos iniciados, Afonso Leite voltou a demonstrar o excelente momento que atravessa e dominou a prova destacado do início ao fim, concluindo a mesma com 42 segundos de vantagem para o 2º e 57 para o 3º.

Nos juvenis masculinos, Pedro Nunes realizou uma prova de muita garra e cortou a linha de meta a escassos 9 segundos do pódio, concluindo a sua prestação em 4º lugar. No mesmo escalão, Afonso Oliveira foi 9º classificado.

A Escola de Triatlo AEJ arrecadou nesta prova um honroso 4º lugar coletivo.

Antes ainda, a 17/10, a Escola de Triatlo AEJ rumou até Viseu para competir no Triatlo do Fontelo.


A prova que teve como cenário o Parque Desportivo do Fontelo, com a natação a ser realizada na piscina interior, o ciclismo na mata do Fontelo e a corrida com passagem na pista de tartan do respetivo estádio.

Nos benjamins masculinos Vasco Oliveira destacou-se acima de tudo pelo espírito de desportivismo que teve para com o colega Rafael Vidinha que por motivos de ansiedade não conseguiu realizar o segmento de natação mas a quem foi permitido realizar os seguintes segmentos embora com a sanção de desqualificação. Vasco Oliveira depois de ter saída da natação, esperou pelo colega de equipa e de escalão e realizou toda a prova junto com o mesmo, nunca querendo deixá-lo para trás.

Terminou a sua prova em 7º lugar e muito confortado por todos os colegas de equipa e respetivos pais.

No escalão de infantis, Santiago Pinho foi 14º e Gabriela Santos foi 4ª a 5 segundos de subir ao pódio.

Nos iniciados masculinos, Afonso Leite demonstrou uma vez mais o excelente momento de forma que atravessa e ganhou a prova sem dar hipótese à concorrência. Gustavo Ribeiro foi 16º.

Nos juvenis Pedro Nunes fez uma boa prova e terminou em 8º seguido de Afonso Oliveira que ficou em 10º. https://www.ovarnews.pt/escola-de-triatlo-aej-no-duatlo-de-vizela/


Suspensão temporária do abastecimento em Ílhavo
Para prosseguir com trabalhos de ampliação da rede de abastecimento é necessário intervir na Freguesia da Gafanha da Encarnação.

Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 05/11/2026 entre as 09:00h e as 13:00h, nos seguintes locais e arruamentos:

Avenida da Bela Vista (do lado dos números ímpares, entre o nº 93 e o nº 163 e do lado dos números pares, entre o nº 94 e o nº 192) – Lugar da Costa Nova

Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora.

 

 

 

  https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-em-ilhavo-3/


Como integrar o alarme de incêndio na prevenção doméstica no inverno
Com a chegada do frio, lareiras, salamandras e aquecedores voltam a fazer parte da rotina.


Antes de os ligar, importa verificar o seu estado e preparar a casa para uma utilização


segura. Um alarme de incêndio complementa esses cuidados ao permitir detetar sinais de


perigo e emitir um aviso.

Ao avaliar alarmes para casas, vale a pena considerar a deteção de fumo, além da proteção


contra intrusões. A escolha deve ter em conta as divisões, os equipamentos de


aquecimento e a forma como o alerta chega aos ocupantes e, quando existe ligação, à


central de segurança.

Porque o inverno exige mais atenção aos incêndios domésticos


Segundo o Anuário de Segurança Contra Incêndio em Edifícios 2024, da Autoridade


Nacional de Emergência e Proteção Civil, dezembro e janeiro foram os meses com mais


incêndios urbanos em Portugal continental nesse ano. O documento identifica uma maior


ocorrência no inverno, sobretudo nas regiões Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo.

Nesta época, a utilização de fontes de calor aumenta e alguns aparelhos regressam ao


funcionamento após meses parados. Equipamentos degradados, falta de manutenção e


materiais combustíveis demasiado próximos são situações a corrigir antes de começar a


aquecer a casa.

Que fontes de risco devem ser revistas


Aquecimento e chaminés


Mantenha cortinas, mantas, roupa e mobiliário afastados das fontes de calor, respeitando as


distâncias indicadas pelo fabricante. Os aquecedores não devem servir para secar roupa


nem ficar em locais onde possam tombar. A ANEPC recomenda desligá-los ao deitar ou sair


de casa.

Nas lareiras e salamandras, a limpeza e a manutenção da chaminé ajudam a evitar a


acumulação de resíduos combustíveis e problemas de evacuação dos fumos. Uma proteção


adequada diante da lareira também ajuda a conter projeções de brasas.


Os equipamentos de combustão exigem ainda atenção ao monóxido de carbono e à


ventilação. Não utilize braseiras a carvão nem aparelhos destinados ao exterior dentro de


casa. Um detetor de fumo não substitui um detetor de monóxido de carbono: são


dispositivos destinados a riscos diferentes.

Instalação elétrica e cozinha


Ligue os aquecedores elétricos diretamente a uma tomada adequada, evitando extensões e


blocos de tomadas. Cabos danificados, fichas deformadas ou tomadas que aquecem


justificam interromper a utilização e pedir uma avaliação técnica.


Na cozinha, não deixe alimentos ao lume sem vigilância e mantenha panos, embalagens e


outros materiais combustíveis afastados do fogão. A existência de deteção não dispensa


estes cuidados.


Onde instalar os detetores de fumo


A localização de um sensor de fumo deve seguir as instruções do fabricante e a avaliação


da habitação. Como orientação de cobertura, considere:


● Pelo menos um detetor por piso: sem assumir que um único equipamento chega


para todas as divisões.


● Corredores e patamares de escadas: sobretudo nas zonas de circulação que dão


acesso aos quartos.


● Quartos e divisões com aquecimento: para que a deteção não dependa apenas


de o fumo chegar ao corredor.


● Montagem no teto: respeitando as distâncias a paredes, cantos e saídas de


ventilação previstas para o modelo.

O aviso deve ser percetível nos locais onde as pessoas dormem. Se alguém tiver


dificuldades auditivas, convém avaliar soluções de sinalização adaptadas.

Onde evitar um detetor de fumo convencional


Na cozinha, os fumos da preparação dos alimentos podem provocar ativações indevidas.


Na garagem, poeiras e gases de escape também podem interferir com a deteção. Nestes


espaços, deve ser avaliada uma solução adequada, como a deteção térmica, em vez de


deixar a área sem proteção.


Evite igualmente posições demasiado próximas de fontes de vapor. Se um detector de


fumo dispara repetidamente, peça uma revisão da localização e do tipo de equipamento;


retirar a alimentação não resolve a causa.


O que muda quando o aviso chega a uma central


Um aparelho autónomo que apenas emite som depende de alguém ouvir o alerta e agir. Já


um detetor de incêndio integrado num sistema monitorizado pode emitir um aviso local e


transmitir o evento à central de segurança.


O sinal pode, assim, ser recebido mesmo quando não está ninguém em casa ou os


ocupantes estão a dormir. A equipa verifica a ocorrência com os recursos disponíveis e


segue o protocolo previsto para o serviço.

Ao avaliar um sistema de alarme de incêndio, esclareça como é feita essa comunicação e


que procedimentos se seguem ao alerta. A monitorização complementa o aviso aos


ocupantes, mas não substitui a saída para um local seguro perante sinais de incêndio.


Como manter a deteção em funcionamento


A manutenção deve seguir o manual do equipamento e, num sistema monitorizado, as


indicações do prestador.


Testar o botão de teste


Utilize o botão de teste com a periodicidade recomendada, habitualmente mensal. Se o


dispositivo estiver ligado a uma central, combine previamente o procedimento para que o


ensaio seja tratado como tal. Não use uma chama para testar o detetor.


Limpar a grelha


Remova o pó das aberturas conforme as instruções do fabricante, sem pintar, tapar ou


introduzir produtos na grelha. A sujidade pode interferir com a entrada de fumo.


Verificar a alimentação


Respeite os avisos de bateria e confirme como se faz a substituição. Nos modelos com


bateria selada, pode ser necessário substituir o equipamento completo. Verifique também a


data de substituição indicada pelo fabricante.

Checklist antes de ligar o aquecimento


Antes da primeira utilização da estação, confirme:


● A manutenção necessária dos aparelhos e das chaminés foi concluída


● Os cabos, as fichas e os restantes componentes não apresentam danos visíveis


● As fontes de calor têm espaço livre à volta e a ventilação está desobstruída


● Os detetores foram testados e os avisos de falha foram resolvidos


● As portas e os percursos de saída estão livres e a família sabe como sair em


segurança

Se detetar uma anomalia, não utilize o equipamento até ser verificado. Resolver estas


questões antes dos dias frios permite integrar o alarme de incêndio numa rotina de


prevenção, sem depender apenas do aviso quando algo acontece. https://www.ovarnews.pt/como-integrar-o-alarme-de-incendio-na-prevencao-domestica-no-inverno/


Nelson Costa: Jovem piloto de Ovar na
Com apenas 15 anos, o piloto vareiro prepara-se para disputar a última prova da Taça de Rallycross de Portugal 2026, nos dias 21 e 22 de novembro, no Circuito do Alto do Roçário, em Sever do Vouga.

Nelson Costa, jovem piloto natural de Ovar, está a preparar-se para enfrentar o último desafio da temporada no Campeonato de Rallycross, com o objetivo de conquistar o título nacional da Taça de Rallycross de Portugal 2026.

Com apenas 15 anos e a aproximar-se do final da sua terceira época como piloto, Nelson já conta com resultados de destaque no desporto automóvel. Em 2024, conquistou o título de Campeão Nacional de Popcross e, no ano seguinte, terminou como vice-campeão nacional de Rallycross Iniciação.

A decisão da temporada de 2026 está marcada para os dias 21 e 22 de novembro, no Circuito do Alto do Roçário, em Sever do Vouga. Será nessa pista que o jovem vareiro procurará fechar o ano com mais um resultado de destaque.


«Vou com o foco na vitória, espero conseguir dar tudo dentro de pista e orgulhar todos os que me apoiam», afirma Nelson Costa, que encara a última prova com ambição e vontade de corresponder à confiança de quem o acompanha.


Entre os estudos e a paixão pelas pistas

A conciliação entre a carreira desportiva e os estudos faz também parte do percurso do jovem piloto. Atualmente a estudar no Porto, Nelson frequentou até há poucas semanas a Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em Ovar.

Apesar da juventude, os títulos já conquistados e a presença na luta por mais um campeonato demonstram a evolução do piloto ao longo das últimas temporadas.

A prova de Sever do Vouga será, assim, um momento decisivo para Nelson Costa, que procura acrescentar um novo título nacional ao seu palmarés e continuar a afirmar-se no rallycross português, levando o nome de Ovar às pistas. https://www.ovarnews.pt/nelson-costa-jovem-piloto-de-ovar-na-pole-position-de-mais-um-titulo-nacional/


Suspensão temporária do abastecimento no Município de Ovar
Para prosseguir com trabalhos de manutenção da rede de abastecimento, a AdRA vai intervir na Freguesia de Ovar.


Esta intervenção obriga a uma suspensão do abastecimento de água no dia 06/11/2026 entre as 10:00h e as 16:00h, nos seguintes locais e arruamentos:


Rua Licínio de Carvalho ( nºs ímpares 1-45), (nºs Pares 14-26), Largo de Santa Camarão ( nºs 4, 8, 10, 11, 13, 14, 15), Rua Visconde de Ovar (nºs 61 ,63, 65, 67, 71, 75, 79 ,81 ,83 ,85,87 ), Largo Miguel Bombarda, nº2


Para consultar as intervenções no seu município, ligue 808 200 217* e escolha a opção 2, ou então aceda ao site da AdRA, onde as intervenções e ocorrências estão disponíveis e em permanente atualização: AdRA: Informações na Hora https://www.ovarnews.pt/suspensao-temporaria-do-abastecimento-no-municipio-de-ovar-2/