segunda-feira, janeiro 19, 2009

Dar Voz à Poesia


A Câmara Municipal de Ovar – Divisão da Cultura, Biblioteca e Património Histórico e a Escola Secundária Júlio Dinis de Ovar, vão realizar a XIII Edição do Concurso Literário “Dar Voz à Poesia”, iniciativa esta que, mais uma vez, pretende envolver as comunidades escolares, a nível local, regional, nacional e internacional numa actividade artística, incentivando o aparecimento de novos valores no campo da poesia e motivando para a escrita do texto poético.

domingo, janeiro 18, 2009


Tributo a Manuel Alves de Oliveira Lopes.

Neste sítio da Internet encontra-se a história desta família benemérita da vila de Válega, no concelho de Ovar, profusamente ilustrada e bem documentada. A ver.

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Magalhães a PM

No final da visita de hoje à ESF São João de Ovar, o primeiro-ministro foi confrontado por um grupo de crianças que gritava pelo "Magalhães", tendo prometido que estava a chegar e gracejou com a maior popularidade do computador infantil para as crianças de Ovar do que para Pacheco Pereira.

O que José Sócrates não percebeu foi que os alunos de São João estariam a confundi-lo com o nome do computador.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Feel satisfaction?



A beleza do comercial contrasta com a incerteza da realidade.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Ainda ecos do cantar dos Reis

Com a devida vénia do «vontade de viver»)




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segunda-feira, janeiro 12, 2009

Carnaval de Ovar 2009

O desfile, os protagonistas e as fantasias

Costa de Prata (ES): “Costa de Prata Caiu em Tentação ”
Condores (C): “50 Anos Sempre em Pé ”
Levados do Diabo (P): “Ocha-Yas”
Palhacinhas (P): “A.L.E.L.U.I.A.”
Pinguins (C): “Já Vai das Sortes"
Garimpeiros (C): “Cu as Pontas Chamuscadas ”
Charanguinha (ES): “Olha a Charanguinha Aí, Gente ”
Melindrosas (P) “Temere l'Amore É Temere La Vita ”
Catitas (C) “Eles Andem Aí ”
Vampiros (C) “Preto Às Cores ”
Pindéricus (C) “Tás Maaaaal!!!..., Vira!!!... ”
Zuzucas (C) “Cara de Cú”
Juventude Vareira (ES): “Pirata das Caraíbas ”
Marroquinos (C): “Em Fevereiro Tem Carnaval”
Xaxas (C): “Du_Qu_É_Dor”
Barulhentas (P): “Barulhentas a Alta Velocidade”
Marados (C): “Em Seco”
Não-Precisa (C): “Tocatta à NP ”
Kan-kans (ES): “30 Anos do Cabaret ao Samba”
Pierrots (C): “Vírus da Alegria ”
Bailarinos (P): “A Princesa e a Ervilha”
Hippies (C): “Hippies a 100 à Hora ”
Joanas d'Arco da Velha (P): “Madame Butterfly”
Carrucas (C): “Ora Toma”

Legenda:
(ES): Escola de Samba
(C): carnavalesco
(P): Passerelle


domingo, janeiro 11, 2009

Embarcações que foram marcos históricos
produto da Arquitectura Naval Lagunar


Antes da completa formação da Laguna - e tenhamos presente que ainda no Séc. XIII ela não estava totalmente formada[1] - as embarcações subiam o Vouga até bem lá para o seu interior, já que o rio era perfeitamente navegável em larga extensão: - cerca de 5 léguas, permitindo o acesso (a embarcações de alto bordo) até ao golfão onde confluía com os rios locais, Águeda e Cértima, e subindo até Pessegueiro do Vouga, já bem próximo dos grandes centros produtores, dispersos ao longo da via legada pelos romanos, que ligava Eminium a Calle (Porto)[2]. Certamente que para transbordo das mercadorias existiria já nesse tempo um tipo de embarcação com a designação genérica de barca[3], um tipo simples de barco de fundo chato, abicado nas duas extremidades, permitindo navegar nos dois sentidos - o ideal para zonas fluviais estreitas e pouco profundas - com deslocamento já relativamente elevado, de três a cinco tonéis, puxado a remos, ou por uma simples vela de pendão, já que a navegação rio acima ou rio abaixo, não exigia, ou até não permitia, qualquer outro tipo de aproveitamento do vento que não fosse o de trás.



O mesmo tipo de barcas, ter-se-iam, desde tempos anteriores, certamente usado no Rio Mondego, pelo que é de concluir poderem essas barcas, inicialmente usadas no Rio Vouga, em tempos anteriores à formação da Laguna, serem de linhas próximas das barca do Mondego. Este tipo de embarcação perdurou até muito mais tarde, pela simples razão de, as condições onde labutava e a finalidade para que era requerida não terem sofrido alteração, durante séculos. Mas logo que a Laguna concluiu a sua formação, e que por assoreamento as embarcações de alto bordo tiveram que restringir o acesso à Calle principal de Aveiro (única navegável por embarcações de alto bordo), fazendo desta o novo centro mercantil por excelência de toda a região, as distâncias a navegar, para entrega ou aquisição de produtos aumentaram (Aveiro - Ovar - Mira - Vagos - Águeda, etc), exigiam apuramento das qualidades náuticas das embarcações que as deveriam praticar. Especialmente o transporte de sal, uma das mercancias que emoldurou o panorama lagunar, requerendo um transporte adequado, próprio, tal a intensidade de movimentação necessária, para dar vazão ao seu escoamento: ora transportando-o dos armazéns para as embarcações que o vinham carregar, a Aveiro, ora levando-o para os portos secos (inúmeros ao longo da Laguna), de onde era enviado por terra para os locais que dele necessitassem. O caderno de encargos que se colocou à mestrança naval, agrupada em pequenas unidades familiares, distribuídas por toda a área lagunar (embora com especial incidência em Aveiro, Esgueira, Ílhavo, Murtosa, Pardilhó e Ovar), exigia para:



Caderno de encargos do Mercantel


- Uma embarcação com capacidade para uma carga de 15 ton de sal (ou outra)
- Uma embarcação de pouco calado (não mais de um metro, quando carregada)
- Uma embarcação rápida, capaz de navegar em diversas mareações (popa, bolina, largos)
- Uma embarcação sem remos, utilizando a vara como auxiliar de deslocação
- Uma embarcação equipada com leme de porta, ao nível da linha do fundo, movimentado por charolo
- Uma embarcação com proa coberta, capaz de albergar, abrigada do tempo, a tripulação.

E assim nasceu, o Mercantel, barco símbolo do trabalho na laguna, «pau para toda a obra», que se viria a utilizar para os mais variados e diferenciados fins: barco de carreto, (especialmente no transporte de sal onde tomou o nome de saleiro, da sardinha, lenha, areia e outros), e barco de passage, no transporte de pessoal inter-lagunar.
(in «arquitectura lagunar»)

sábado, janeiro 10, 2009

A Ovarense na «Play-Station"

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Se neva aqui ao lado


.. em SM Feira, será que vai nevar em Ovar?

O Campeonato do Carnaval


Pode dizer-se o que se quiser, mas se isto do Carnaval de Ovar não tivesse um juri, com pontuações e classificações no final... não tinha piada nenhuma.
O Carlos Gomes, da Fundação do Carnaval de Ovar, deu-se ao trabalho - Os «NP» também já tnham feito um levantamento idêntico - de fazer a compilação dos resultados da última década e tirou as médias. Os resultados são estes.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Cantar os Reis






Alguns instantâneos da Troupe da JOC/LOC captados pela sagaz objectiva de Fernando Pinto e disponibilizados no «Olhar Ovarense».

quarta-feira, janeiro 07, 2009

JSD promove recolha de brinquedos

Três no trono do Carnaval de Estarreja

Sónia Araújo é a rainha do Carnaval de Estarreja 2009. A apresentadora de televisão, que marca presença diária nas manhãs da RTP com o programa Praça da Alegria , vai subir ao trono do Entrudo Estarrejense no dia 24 de Fevereiro, terça-feira.

Grávida de gémeos, Sónia Araújo sucede assim à actriz Rita Pereira , que em 2008 encantou os foliões estarrejenses.

A Associação do Carnaval de Estarreja promete mais novidades para breve.

terça-feira, janeiro 06, 2009

50 anos da Troupe de Reis da JOC/LOC


A Troupe da JOC/LOC está a comemorar, este ano, 50 anos de actividade reiseira, apresentando uma edição especial da sua Revista «Reis». A publicação, normalmente de muito interesse, aborda tradições, história, personagens e curiosidades vareiras.
Sobre os «nossos» Reis, uma evolução do habitual e reptititivo Cantar das Janeiras, segue uma tradição com mais de 100 anos,em que as ruas de Ovar são calcorreadas, entre 1 e 6 de Janeiro, por cerca de 20 grupos de reiseiros – as chamadas troupes de Reis de Ovar – constituídas por dezenas de elementos – que visitam lugares públicos, associações e casas particulares cantando, a 2 ou 3 vozes, melodias e letras originais, acompanhadas por diversos instrumentos típicos (violas, violinos, bandolins, flautas…) e que diferencia a tradição ovarense.
Faz ainda parte da tradição serem três os números apresentados – saudação, mensagem e agradecimento –, cada um interpretando, segundo a inspiração dos autores, os sentimentos próprios da quadra natalícia em canções normalmente originais.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

Música Nova está em todas



E também tem uma troupe de Reis que também apresenta um cartaz que se encontra afixado nos locais onde a troupe prevê actuar.

sábado, janeiro 03, 2009

Procure as Troupes de Reis


Elas vão andar por aí. (Clicar na imagem para aumentar)

sexta-feira, janeiro 02, 2009