Afluência às urnas no distrito
de Aveiro ao Meio-Dia
A afluência às urnas no distrito de Aveiro situava-se, às 12:00, na ordem dos 11 por cento, de acordo com fonte do Governo Civil de Aveiro, sendo maior nas zonas rurais do que nas cidades.
Os dados recolhidos por amostragem no Governo Civil de Aveiro, ainda em processo de recolha, apontavam afluências inferiores a essa média em centros urbanos importantes como São João da Madeira, com 10,4 por cento, e superiores nos meios rurais.
A maior afluência registava-se em Frossos, uma pequena localidade do concelho de Albergaria-a-Velha, situada junto ao Rio Vouga, em que já tinham exercido o direito de voto 14,50 por cento dos eleitores, até ao meio-dia.
domingo, fevereiro 11, 2007
Revelação «private»
Pois é. Quem foi ver diz que gostou. Os «Revelação» já tocaram no Carnaval de Ovar e já terão partido rumo a Madrid. É que Robinho parece ser fã do grupo brasileiro que tocou ontem na «Tentzone», e como está ali ao lado em Madrid, chegou a colocar a possibilidade de viajar até Ovar no seu jacto particular (Aterraria em Maceda, de certeza...). Mas não. Depois de pensar melhor, optou por «raptá-los» e colocá-los a tocar só para ele numa festa particular que o craque vai dar esta noite na sua mansão.
sábado, fevereiro 10, 2007
Guarda-redes apadrinha banda brasileira
O «Toque Social» de Helton ontem em Ovar

Os foliões vareiros adeptos do FC Porto e do futebol em geral estiveram em alta ontem à noite em Ovar, já que, tal como prometido, Helton, esteve na Praça das Galinhas, para acompanhar os «Toque Social» que ali tocaram.
Apaixonado pela música e viciado no seu cavaquinho, Helton tem um projecto importante no Brasil relacionado com esta faceta da sua vida. Através de um trabalho de beneficência, o guarda-redes do F.C. Porto tornou-se no mentor, produtor e patrocinador do grupo Toque Social, cujos elementos encontraram em Helton o «padrinho» perfeito.
O internacional brasileiro, em parceria com o empresário Carlos Veloso, decidiu trazer o conjunto a Portugal e o objectivo é agora arranjar alguns concertos para dar a conhecer «o samba romântico» deste projecto. «Trouxe estes meus amigos aqui para Portugal e vou tentar arranjar-lhes alguns espectáculos. Eles tocam um samba bem romântico, acho que os portugueses vão gostar», explicou Helton no regresso ao nosso país.
Apesar de ser também ele um excelente músico, Helton não vai subir aos palcos com os Toque Social. «Para já não toco com eles, sou só o padrinho. É um trabalho social que faço no Brasil e através do meu amigo Carlos Veloso foi possível dar-lhes esta prenda de Natal, até porque eles nunca tinham saído do Brasil», anunciou o guardião, ladeado pelos quatro jovens, visivelmente encantados com os flashes das máquinas fotográficas e com os gravadores dos jornalistas.
O «Toque Social» de Helton ontem em Ovar
Os foliões vareiros adeptos do FC Porto e do futebol em geral estiveram em alta ontem à noite em Ovar, já que, tal como prometido, Helton, esteve na Praça das Galinhas, para acompanhar os «Toque Social» que ali tocaram.
Apaixonado pela música e viciado no seu cavaquinho, Helton tem um projecto importante no Brasil relacionado com esta faceta da sua vida. Através de um trabalho de beneficência, o guarda-redes do F.C. Porto tornou-se no mentor, produtor e patrocinador do grupo Toque Social, cujos elementos encontraram em Helton o «padrinho» perfeito.
O internacional brasileiro, em parceria com o empresário Carlos Veloso, decidiu trazer o conjunto a Portugal e o objectivo é agora arranjar alguns concertos para dar a conhecer «o samba romântico» deste projecto. «Trouxe estes meus amigos aqui para Portugal e vou tentar arranjar-lhes alguns espectáculos. Eles tocam um samba bem romântico, acho que os portugueses vão gostar», explicou Helton no regresso ao nosso país.
Apesar de ser também ele um excelente músico, Helton não vai subir aos palcos com os Toque Social. «Para já não toco com eles, sou só o padrinho. É um trabalho social que faço no Brasil e através do meu amigo Carlos Veloso foi possível dar-lhes esta prenda de Natal, até porque eles nunca tinham saído do Brasil», anunciou o guardião, ladeado pelos quatro jovens, visivelmente encantados com os flashes das máquinas fotográficas e com os gravadores dos jornalistas.
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Cogumelo Mágico
Ao título «A Veneza de Portugal» Aveiro pode muito bem acrescentar desde hoje o epíteto «A Amesterdão portuguesa». A loja Cogumelo Mágico, inaugurada hoje, quinta-feira, no Centro Comercial Oita, e que se autodenomina «a tua loja de drogas legais», é a primeira smart-shop a abrir na Europa fora das fronteiras holandesas, país onde a venda e consumo de drogas leves são tolerados pelas autoridades locais. A cidade holandesa de Amesterdão, onde existem centenas de espaços de comércio e consumo de drogas leves, as coffeshops, representa o expoente máximo dessa tolerância.
Erva sálvia pronta a ser fumada ou vendida em extractos para fazer chá, cactos cuja constituição natural contém mescalina (substância alucinogénica), kits para cultivo de cogumelos “mágicos” alucinogénicos, cápsulas de produtos naturais alucinogénicos e chá de erva ayahuasca, cujo consumo proporciona uma viagem também ela alucinogénia, são alguns dos produtos que podem ser adquiridos na Cogumelo Mágico.(Ler história aqui)
Erva sálvia pronta a ser fumada ou vendida em extractos para fazer chá, cactos cuja constituição natural contém mescalina (substância alucinogénica), kits para cultivo de cogumelos “mágicos” alucinogénicos, cápsulas de produtos naturais alucinogénicos e chá de erva ayahuasca, cujo consumo proporciona uma viagem também ela alucinogénia, são alguns dos produtos que podem ser adquiridos na Cogumelo Mágico.(Ler história aqui)
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Novo CD de Amélia Muge é «um mundo de mundos»
O novo álbum de Amélia Muge, "Não sou daqui", é o primeiro de uma trilogia de originais, "dentro da tradição musical europeia, reflectindo as ligações entre a palavra, a música e a tecnologia", explicou a cantora.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Hélia Correia e António Ramos Rosa são alguns dos poetas escolhidos por Amélia Muge que surgem neste álbum, a editar na próxima semana pela Vachier & Associados.
"Este álbum é um mundo de mundos, onde num primeiro momento partilho o meu mundo interior com os músicos que me acompanham e também como lugar de encontros de sonoridades", disse à Lusa Amélia Muge.
"Uma parceria entre eu própria e o mundo, pelas escolhas que faço da pe ssoas com que colaboro, os poetas que escolho, as músicas e os encontros que se proporcionam", sublinhou.
O álbum "Não sou daqui", segundo a Amélia Luge, "trabalha essencialmente a ideia de lugar, sendo este entendido de forma abrangente".
"As canções evidenciam marcas de uma mundividência de estares e sentires pelas sete partidas do mundo", realçou.
Amélia Muge assina sete letras, além de musicar os treze temas que compõem o álbum, e que inclui um vídeo do tema "Não sou daqui, mas..." de sua autoria.
O CD é produzido por Amélia Muge e António José Martins, músico que a cantora considera "fundamental" no seu trabalho e que assina também a direcção musical.
Com Amélia, que além da voz toca guitarra braguesa e almofada, neste CD estão Carlos
Mil-Homens (cajón), Catarina Anacleto (violoncelo), Cristina da Silva (lobulophone de orelha), Filipe Raposo (piano acústico e de Rhodes e acordeão), José Manuel David (flautas transversal e de bisel, tarota, trompa, garrafas) , José Peixoto (guitarra acústica sem trastos) e Yuri Daniel (contrabaixo e baixo eléctrico).
"Neste álbum está mais clara a ideia de canção, como um espaço de fronteira, de sentir os acontecimentos, e há uma maior sedimentação do meu trabalho", sublinhou. Além das canções, a edição do álbum inclui desenhos de Amélia e textos que, segundo a cantora, "reforçam a sua imagem", nomeadamente um excerto da obra de Amin Maalouf, "As identidades assassinas", e um poema escrito propositadamente por António Ramos Rosa. Nele o poeta afirma que Amélia "é uma voz da terra, é uma voz das veias". Amélia Muge apresenta "Não sou daqui" dia 17 de Fevereiro no palco da Culturgest, em Lisboa, dias 02 e 03 de Março no Auditório do Centro de Artes Perfomativas do Algarve, em Faro, dia 10 de Março, Auditório Municipal na Ribeira Grande, na Ilha de São Miguel, e dia 24 de Junho na Cité de la Musique, em Paris.
O novo álbum de Amélia Muge, "Não sou daqui", é o primeiro de uma trilogia de originais, "dentro da tradição musical europeia, reflectindo as ligações entre a palavra, a música e a tecnologia", explicou a cantora.
Sophia de Mello Breyner Andresen, Hélia Correia e António Ramos Rosa são alguns dos poetas escolhidos por Amélia Muge que surgem neste álbum, a editar na próxima semana pela Vachier & Associados.
"Este álbum é um mundo de mundos, onde num primeiro momento partilho o meu mundo interior com os músicos que me acompanham e também como lugar de encontros de sonoridades", disse à Lusa Amélia Muge.
O álbum "Não sou daqui", segundo a Amélia Luge, "trabalha essencialmente a ideia de lugar, sendo este entendido de forma abrangente".
"As canções evidenciam marcas de uma mundividência de estares e sentires pelas sete partidas do mundo", realçou.
Amélia Muge assina sete letras, além de musicar os treze temas que compõem o álbum, e que inclui um vídeo do tema "Não sou daqui, mas..." de sua autoria.
O CD é produzido por Amélia Muge e António José Martins, músico que a cantora considera "fundamental" no seu trabalho e que assina também a direcção musical.
Com Amélia, que além da voz toca guitarra braguesa e almofada, neste CD estão Carlos
Mil-Homens (cajón), Catarina Anacleto (violoncelo), Cristina da Silva (lobulophone de orelha), Filipe Raposo (piano acústico e de Rhodes e acordeão), José Manuel David (flautas transversal e de bisel, tarota, trompa, garrafas) , José Peixoto (guitarra acústica sem trastos) e Yuri Daniel (contrabaixo e baixo eléctrico).
"Neste álbum está mais clara a ideia de canção, como um espaço de fronteira, de sentir os acontecimentos, e há uma maior sedimentação do meu trabalho", sublinhou. Além das canções, a edição do álbum inclui desenhos de Amélia e textos que, segundo a cantora, "reforçam a sua imagem", nomeadamente um excerto da obra de Amin Maalouf, "As identidades assassinas", e um poema escrito propositadamente por António Ramos Rosa. Nele o poeta afirma que Amélia "é uma voz da terra, é uma voz das veias". Amélia Muge apresenta "Não sou daqui" dia 17 de Fevereiro no palco da Culturgest, em Lisboa, dias 02 e 03 de Março no Auditório do Centro de Artes Perfomativas do Algarve, em Faro, dia 10 de Março, Auditório Municipal na Ribeira Grande, na Ilha de São Miguel, e dia 24 de Junho na Cité de la Musique, em Paris.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Duelo de Pagode Brasileiro
Toque Social Versus Grupo Revelação
Curioso «braço-de-ferro» entre dois promotores de espectáculos no Carnaval de Ovar. Quem ganha é o público que tira a barriguinha de misérias...
Toque Social
Sexta-feira - 22 horas
Praça das Galinhas
Grupo Revelação
Sábado - 22 horas
Tentzone - Largo Senhora da Graça
Toque Social Versus Grupo Revelação
Curioso «braço-de-ferro» entre dois promotores de espectáculos no Carnaval de Ovar. Quem ganha é o público que tira a barriguinha de misérias...
Toque Social
Sexta-feira - 22 horas
Praça das Galinhas
Grupo Revelação
Sábado - 22 horas
Tentzone - Largo Senhora da Graça
Um olhar em redor...
Grandes Superfícies
Ao longo dos últimos dez anos o concelho da Feira tem vindo a ser invadido por vários espaços comerciais de grande dimensão. Este ano não será excepção! Ao que já é possível ver na lista de aprovações divulgada pela Direcção Geral do Comércio e Concorrência, serão pelo menos três os espaços comerciais a abrir este ano. Falo do Staples Office Centre em Sanfins, do Modelo em Mozelos e do Plus em Arrifana. Mas a Câmara já aprovou o Intermarché de Canedo! O Feira Nova vai iniciar, ao que se sabe, dentro de semanas a construção de um Centro Comercial com mais de 33.000 metros quadrados de ABL. A nova Exponor tem uma grande área comercial. Será que o concelho aguenta? Não serão lojas a mais?
Se olharmos para a vizinhança está a acontecer a mesma coisa, por isso, os habitantes de concelhos vizinhos deixam de ser potenciais clientes! Vamos olhar para cada caso individualmente.
Espinho. O único que até hoje não tem um hipermercado nem um Hard Discount, e ao que se sabe, também não vai ter. A licença E. Leclerc para Anta é anterior a 2004 e ainda não foi usada. Entretanto fala-se já na hipótese deste grupo usar uma freguesia da Feira (Nogueira da Regedoura) para servir Espinho.
Ovar. O Dolce Vita abre dentro de 70 dias! Com ele "fecha" o Modelo e chega o Continente. Mesmo sem cinemas, será um ponto de atracção. O DeBorla foi convertido no Atlantik Park... Chegam a Rádio Popular, o Minipreço, o Office Pack,... A tudo isto soma-se os já velhinhos Intermarché (Ovar e Esmoriz), o Lidl, o Plus (Ovar e Esmoriz). E já se fala no Carrefour e no Feira Nova!
S. João da Madeira. O Modelo sofre mutação a Continente no projecto VIII Avenida Shopping, 32.000 metros quadrados de ABL, da responsabilidade da Sonae Sierra. Aqui a atracção é maior, dado que a Castello Lopes vai explorar 5 a 7 salas de cinema. Ainda nesta cidade há licenças concedidas a Minipreço e Pingo Doce, ambas de mais de 1000 metros quadrados.
Oliveira de Azeméis. Ninguém esperaria tal evolução! Modelo, Lidl e Plus vão ter companhia. O Mercado dos Mosqueteiros está quase a abrir. Entretanto Feira Nova, E. Leclerc e Staples Office Centre já realizaram pedidos.
É uma evolução muito grande... talvez até demais! («krónicas feirenses»)
Grandes Superfícies
Ao longo dos últimos dez anos o concelho da Feira tem vindo a ser invadido por vários espaços comerciais de grande dimensão. Este ano não será excepção! Ao que já é possível ver na lista de aprovações divulgada pela Direcção Geral do Comércio e Concorrência, serão pelo menos três os espaços comerciais a abrir este ano. Falo do Staples Office Centre em Sanfins, do Modelo em Mozelos e do Plus em Arrifana. Mas a Câmara já aprovou o Intermarché de Canedo! O Feira Nova vai iniciar, ao que se sabe, dentro de semanas a construção de um Centro Comercial com mais de 33.000 metros quadrados de ABL. A nova Exponor tem uma grande área comercial. Será que o concelho aguenta? Não serão lojas a mais?
Se olharmos para a vizinhança está a acontecer a mesma coisa, por isso, os habitantes de concelhos vizinhos deixam de ser potenciais clientes! Vamos olhar para cada caso individualmente.
Espinho. O único que até hoje não tem um hipermercado nem um Hard Discount, e ao que se sabe, também não vai ter. A licença E. Leclerc para Anta é anterior a 2004 e ainda não foi usada. Entretanto fala-se já na hipótese deste grupo usar uma freguesia da Feira (Nogueira da Regedoura) para servir Espinho.
Ovar. O Dolce Vita abre dentro de 70 dias! Com ele "fecha" o Modelo e chega o Continente. Mesmo sem cinemas, será um ponto de atracção. O DeBorla foi convertido no Atlantik Park... Chegam a Rádio Popular, o Minipreço, o Office Pack,... A tudo isto soma-se os já velhinhos Intermarché (Ovar e Esmoriz), o Lidl, o Plus (Ovar e Esmoriz). E já se fala no Carrefour e no Feira Nova!
S. João da Madeira. O Modelo sofre mutação a Continente no projecto VIII Avenida Shopping, 32.000 metros quadrados de ABL, da responsabilidade da Sonae Sierra. Aqui a atracção é maior, dado que a Castello Lopes vai explorar 5 a 7 salas de cinema. Ainda nesta cidade há licenças concedidas a Minipreço e Pingo Doce, ambas de mais de 1000 metros quadrados.
Oliveira de Azeméis. Ninguém esperaria tal evolução! Modelo, Lidl e Plus vão ter companhia. O Mercado dos Mosqueteiros está quase a abrir. Entretanto Feira Nova, E. Leclerc e Staples Office Centre já realizaram pedidos.
É uma evolução muito grande... talvez até demais! («krónicas feirenses»)
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Festa do «Disco-Sound»
foi uma loucura!


A festa «Disco-Sound», do passado sábado, organizada pelas «Joanas do Arco da Velha», na sua sede, foi um espectáculo! Só foi pena que a Polícia tenha ido acabar com a música quando as coisas estavam no seu auge. Não se percebe muito bem o critério que as nossas autoridades utilizam para fechar com algumas festas de carnaval. Se esta é uma situação sazonal, então deveria sê-lo para todos...
foi uma loucura!
A festa «Disco-Sound», do passado sábado, organizada pelas «Joanas do Arco da Velha», na sua sede, foi um espectáculo! Só foi pena que a Polícia tenha ido acabar com a música quando as coisas estavam no seu auge. Não se percebe muito bem o critério que as nossas autoridades utilizam para fechar com algumas festas de carnaval. Se esta é uma situação sazonal, então deveria sê-lo para todos...
domingo, fevereiro 04, 2007
Carnaval das Crianças 2007
Alegria, criatividade e energia a rodos


Alegria, criatividade e energia a rodos. Em três palavras se pode descrever o que é o Cortejo das Crianças do Carnaval de Ovar. Tudo isto e ainda mais, porque é aqui que está o futuro do Entrudo vareiro.
Foi pena que tenha durado tão pouco o corso deixando água na boca a muitos que se deslocaram a Ovar para o presenciar. Mas compreende-se, o tempo na tarde de hoje fez caretas e a organização não quis correr o risco de tirar o corso e depois caísse um aguaceiro em cima das crianças. E então... Foi sempre a andar! E todos chegaram sãos e secos.
(As fotos são daqui)
Alegria, criatividade e energia a rodos
Alegria, criatividade e energia a rodos. Em três palavras se pode descrever o que é o Cortejo das Crianças do Carnaval de Ovar. Tudo isto e ainda mais, porque é aqui que está o futuro do Entrudo vareiro.
Foi pena que tenha durado tão pouco o corso deixando água na boca a muitos que se deslocaram a Ovar para o presenciar. Mas compreende-se, o tempo na tarde de hoje fez caretas e a organização não quis correr o risco de tirar o corso e depois caísse um aguaceiro em cima das crianças. E então... Foi sempre a andar! E todos chegaram sãos e secos.
(As fotos são daqui)
sábado, fevereiro 03, 2007
Pontuações Carnaval Ovar
de 1998 a 2006
Para quem tem curiosidade, aqui ficam as médias das pontuações dos últimos anos.
Xaxas - Média: 2,78 em 9 anos
Pinguins - Média: 3,11 em 9 anos
Marados - Média: 3,22 em 9 anos
Vampiros - Média: 4,11 em 9 anos
Zuzucas - Média: 4,67 em 9 anos
Pierrots - Média: 5,44 em 9 anos
Hippies - Média: 6,89 em 9 anos
Pindéricus - Média: 7,78 em 9 anos
Catitas - Média: 9,44 em 9 anos (pontuações: 1 - 5º, 1 - 6º, 1 - 8º, 2 - 10º, 2 - 12º e 1 - 13º)
Garimpeiros - Média: 10,33 em 9 anos (pontuações: 1 - 8º, 3 - 9º, 2 - 10º, 1 - 12 e 1 - 13º)
Carrucas - Média: 10,38 em 8 anos (pontuações: 1 - 7º, 1 - 8º, 1 - 10º, 3 - 11º, 1 - 12º e 1 - 13º)
Não Precisa - Média: 11,11 em 9 anos (pontuações: 3 - 9º, 1 - 10º, 1 - 11º, 1 - 12º, 2 13º e 1 - 14º)
Condores - Média: 11,67 em 9 anos (pontuações: 2 - 10º, 3 - 11º, 2 - 12º e 2 - 14º)
Marroquinos - Média: 12,67 em 3 anos (pontuações: 1 - 12º, 2 - 13º)
(Com a devida vénia do Blog dos «Não Precisa»)
de 1998 a 2006
Para quem tem curiosidade, aqui ficam as médias das pontuações dos últimos anos.
Xaxas - Média: 2,78 em 9 anos
Pinguins - Média: 3,11 em 9 anos
Marados - Média: 3,22 em 9 anos
Vampiros - Média: 4,11 em 9 anos
Zuzucas - Média: 4,67 em 9 anos
Pierrots - Média: 5,44 em 9 anos
Hippies - Média: 6,89 em 9 anos
Pindéricus - Média: 7,78 em 9 anos
Catitas - Média: 9,44 em 9 anos (pontuações: 1 - 5º, 1 - 6º, 1 - 8º, 2 - 10º, 2 - 12º e 1 - 13º)
Garimpeiros - Média: 10,33 em 9 anos (pontuações: 1 - 8º, 3 - 9º, 2 - 10º, 1 - 12 e 1 - 13º)
Carrucas - Média: 10,38 em 8 anos (pontuações: 1 - 7º, 1 - 8º, 1 - 10º, 3 - 11º, 1 - 12º e 1 - 13º)
Não Precisa - Média: 11,11 em 9 anos (pontuações: 3 - 9º, 1 - 10º, 1 - 11º, 1 - 12º, 2 13º e 1 - 14º)
Condores - Média: 11,67 em 9 anos (pontuações: 2 - 10º, 3 - 11º, 2 - 12º e 2 - 14º)
Marroquinos - Média: 12,67 em 3 anos (pontuações: 1 - 12º, 2 - 13º)
(Com a devida vénia do Blog dos «Não Precisa»)
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Uma «Remix» do cartaz

Temos indicação de que quem for à zona de restauração do Fórum Aveiro tem direito a um toalhete (aquele papel colocado no tabuleiro) especial. Trata-se de uma promoção ao Carnaval de Ovar! Tem o programa todo discriminado e ainda esta versão do Rei Momo a comer um frango inteiro e ainda com um leitão aos pés prontinho a marchar. Ainda dizem que não há divulgação... Ora digam lá: Com esta é que não estavam a contar, pois não??

Temos indicação de que quem for à zona de restauração do Fórum Aveiro tem direito a um toalhete (aquele papel colocado no tabuleiro) especial. Trata-se de uma promoção ao Carnaval de Ovar! Tem o programa todo discriminado e ainda esta versão do Rei Momo a comer um frango inteiro e ainda com um leitão aos pés prontinho a marchar. Ainda dizem que não há divulgação... Ora digam lá: Com esta é que não estavam a contar, pois não??
Lá se vai a Urgência
O governo decidiu o encerramento de 15 urgências hospitalares. São elas:
Peso da Régua, Macedo de Cavaleiros, Vila do Conde, Fafe, Santo Tirso, S. João da Madeira, Ovar, Espinho, Estarreja, Cantanhede, Peniche, Fundão, Curry Cabral (lisboa) e Montijo.
À última da hora, Cinfães, que inicialmente fazia parte do grupo, deixou de pertencer à lista, salvaguardando-se a sua urgência, alegadamente porque as acessibilidades - no sopé da Serra de Montemuro - tornariam ainda mais penosas as deslocações hospitalares urgentes. Em sua substituição - porque parece que era mesmo esswencial manter os 15 encerramentos - entrou Peniche.
Não se percebe.
Não parece sensato encerrar pontos de urgência no País. Mas também não me parece democrático, desfavorecer claramente populações no seu acesso a urgências. Ainda estamos no rescaldo dos casos quer revelaram o atraso na prestação de socorros, que continua a vitimar pessoas em todo o País fora das grandes áreas urbanas e de que os dois casos de Odemira são apenas um tímido exemplo.
Não é sensato, não é democrático e é injusto. Muito injusto.
Alguns dados estatísticos sobre estas urgências:
Sete ficam em concelhos PSD (Peso da Régua, S. João da Madeira, Estarreja, Cantanhede, Fundão e Lisboa)
Seis são lideradas pelo PS (Vila do Conde, Fafe, Santo Tirso, Ovar, Espinho, Montijo)
Uma é gerida pela CDU (Peniche)
Aveiro é o distrito mais penalizado com 4 urgências encerradas (S. João da Madeira, Estarreja Ovar e Espinho). Fecham duas no distrito do Porto, e uma em Bragança, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Vila Real.
É a seguinte a população afectada:
Peso da Régua (17987), Macedo de Cavaleiros (17210) Vila do Conde (75981), Fafe (53528), Santo Tirso (71623), S. João da Madeira (21538) Ovar (56715), Espinho (31703), Estarreja (28279) Cantanhede (38590), Peniche (28164), Fundão (31297), Curry Cabral (Lisboa) e Montijo (40466)
Sem contar com a população abrangida pelo Hospital Curry Cabral, em Lisboa, serão mais de 513 mil pessoas afectadas com a nova reorganização que, segundo o ministério pretende colocar os cidadãos a menos de meia-hora de um ponto de urgência hospitalar.
Não deixa de ser curioso que o próprio relatório que propõe estes encerramentos, admita que possa haver 60 mil pessoas que, afinal, possam ficar a uma hora de distância do serviço de urgência mais perto.
Parece, uma vez mais, pouco democrático e injusto. Quanto à sensatez, estamos conversados... («À Coca»)
O governo decidiu o encerramento de 15 urgências hospitalares. São elas:
Peso da Régua, Macedo de Cavaleiros, Vila do Conde, Fafe, Santo Tirso, S. João da Madeira, Ovar, Espinho, Estarreja, Cantanhede, Peniche, Fundão, Curry Cabral (lisboa) e Montijo.
Não se percebe.
Não parece sensato encerrar pontos de urgência no País. Mas também não me parece democrático, desfavorecer claramente populações no seu acesso a urgências. Ainda estamos no rescaldo dos casos quer revelaram o atraso na prestação de socorros, que continua a vitimar pessoas em todo o País fora das grandes áreas urbanas e de que os dois casos de Odemira são apenas um tímido exemplo.
Não é sensato, não é democrático e é injusto. Muito injusto.
Alguns dados estatísticos sobre estas urgências:
Sete ficam em concelhos PSD (Peso da Régua, S. João da Madeira, Estarreja, Cantanhede, Fundão e Lisboa)
Seis são lideradas pelo PS (Vila do Conde, Fafe, Santo Tirso, Ovar, Espinho, Montijo)
Uma é gerida pela CDU (Peniche)
Aveiro é o distrito mais penalizado com 4 urgências encerradas (S. João da Madeira, Estarreja Ovar e Espinho). Fecham duas no distrito do Porto, e uma em Bragança, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Leiria e Vila Real.
É a seguinte a população afectada:
Peso da Régua (17987), Macedo de Cavaleiros (17210) Vila do Conde (75981), Fafe (53528), Santo Tirso (71623), S. João da Madeira (21538) Ovar (56715), Espinho (31703), Estarreja (28279) Cantanhede (38590), Peniche (28164), Fundão (31297), Curry Cabral (Lisboa) e Montijo (40466)
Sem contar com a população abrangida pelo Hospital Curry Cabral, em Lisboa, serão mais de 513 mil pessoas afectadas com a nova reorganização que, segundo o ministério pretende colocar os cidadãos a menos de meia-hora de um ponto de urgência hospitalar.
Não deixa de ser curioso que o próprio relatório que propõe estes encerramentos, admita que possa haver 60 mil pessoas que, afinal, possam ficar a uma hora de distância do serviço de urgência mais perto.
Parece, uma vez mais, pouco democrático e injusto. Quanto à sensatez, estamos conversados... («À Coca»)
Alterações Climáticas
Planeta vai aquecer durante séculos
Especialistas mundiais em alterações climáticas afirmaram hoje que o aquecimento global é "inequívoco", continuará durante séculos e "muito provavelmente" tem causa humana.
O aquecimento global fará com que até 2100 o planeta aqueça entre 1,8 e 4 graus Celsius, o que fará subir o nível dos mares até 58 centímetros e multiplicar as secas e as vagas de calor.
Estas são as principais conclusões do relatório hoje apresentado em Paris pelos 500 delegados do Painel Intergovernamental para as Alterações Climática s (IPCC) da ONU, após quatro dias de intensas negociações.
Os peritos basearam as suas conclusões no conjunto das investigações científicas realizadas nos últimos seis anos para e actualizar e corrigir os dados do seu anterior relatório, de 2001.
Para o presidente do painel, Rajendra Pachauri, trata-se de "um documento muito impressionante que vai vários passos além das investigações anteriores", e, segundo a cientista Susan Dolomon, representante do governo norte-americano , "não há dúvida de que o aumento dos gases com efeito de estufa é dominado pela s actividades humanas".
Segundo uma síntese do relatório, intitulada "Resumo à Atenção dos Decisores", o aumento da temperatura global será muito diferenciado conforme as regiões, podendo ser multiplicada por dois nos pólos, por exemplo.
A subida dos termómetros fará subir também o nível dos mares entre 18 e 59 centímetros e estará na origem de múltiplos fenómenos extremos, como vagas de calor, episódios de seca e precipitações intensas cada vez mais frequentes que poderão provocar a deslocação de cerca de 200 milhões de refugiados climáticos daqui até ao fim do século.
É muito provável, segundo os autores do relatório, que a quantidade de precipitação aumente nas maiores latitudes e diminua na maior parte das zonas su btropicais (cerca de 20% em 2100), de acordo com as tendências observadas.
O aquecimento será maior nos continentes do que nos oceanos e nas latitudes norte, e menor no sul e em partes do Atlântico norte.
Este quarto relatório do IPCC, criado em 1988 pelas Nações Unidas, refere que a temperatura global irá aumentar 0,2 graus por década devido às emissões de gases com efeito de estufa já lançadas para a atmosfera, e que não será possível impedir a continuação desse aumento a um ritmo de 0,1 graus por década, mes mo se essas emissões ficassem nos níveis de 2000.
As concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, sublinham os especialistas, nunca foram tão elevadas desde há 650.000 anos.
O aquecimento previsto reduzirá a cobertura de neve e as calotes polares, e não se exclui a possibilidade de o gelo do Pólo Norte se derreter completam ente em finais do século.
Este relatório do IPCC tem por objectivo ajudar a fundamentar com bases científicas a resposta dos dirigentes do planeta ao aquecimento global, nomeadamente no quadro do Protocolo de Quioto.
O painel científico deverá divulgar nos próximos meses outros relatórios sobre o impacto do aquecimento global, as formas de o mitigar e um documento final de síntese, a aprovar em Novembro em Valência (Espanha).
Planeta vai aquecer durante séculos
Especialistas mundiais em alterações climáticas afirmaram hoje que o aquecimento global é "inequívoco", continuará durante séculos e "muito provavelmente" tem causa humana.
O aquecimento global fará com que até 2100 o planeta aqueça entre 1,8 e 4 graus Celsius, o que fará subir o nível dos mares até 58 centímetros e multiplicar as secas e as vagas de calor.
Estas são as principais conclusões do relatório hoje apresentado em Paris pelos 500 delegados do Painel Intergovernamental para as Alterações Climática s (IPCC) da ONU, após quatro dias de intensas negociações.
Os peritos basearam as suas conclusões no conjunto das investigações científicas realizadas nos últimos seis anos para e actualizar e corrigir os dados do seu anterior relatório, de 2001.
Para o presidente do painel, Rajendra Pachauri, trata-se de "um documento muito impressionante que vai vários passos além das investigações anteriores", e, segundo a cientista Susan Dolomon, representante do governo norte-americano , "não há dúvida de que o aumento dos gases com efeito de estufa é dominado pela s actividades humanas".
Segundo uma síntese do relatório, intitulada "Resumo à Atenção dos Decisores", o aumento da temperatura global será muito diferenciado conforme as regiões, podendo ser multiplicada por dois nos pólos, por exemplo.
A subida dos termómetros fará subir também o nível dos mares entre 18 e 59 centímetros e estará na origem de múltiplos fenómenos extremos, como vagas de calor, episódios de seca e precipitações intensas cada vez mais frequentes que poderão provocar a deslocação de cerca de 200 milhões de refugiados climáticos daqui até ao fim do século.
É muito provável, segundo os autores do relatório, que a quantidade de precipitação aumente nas maiores latitudes e diminua na maior parte das zonas su btropicais (cerca de 20% em 2100), de acordo com as tendências observadas.
O aquecimento será maior nos continentes do que nos oceanos e nas latitudes norte, e menor no sul e em partes do Atlântico norte.
Este quarto relatório do IPCC, criado em 1988 pelas Nações Unidas, refere que a temperatura global irá aumentar 0,2 graus por década devido às emissões de gases com efeito de estufa já lançadas para a atmosfera, e que não será possível impedir a continuação desse aumento a um ritmo de 0,1 graus por década, mes mo se essas emissões ficassem nos níveis de 2000.
As concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, sublinham os especialistas, nunca foram tão elevadas desde há 650.000 anos.
O aquecimento previsto reduzirá a cobertura de neve e as calotes polares, e não se exclui a possibilidade de o gelo do Pólo Norte se derreter completam ente em finais do século.
Este relatório do IPCC tem por objectivo ajudar a fundamentar com bases científicas a resposta dos dirigentes do planeta ao aquecimento global, nomeadamente no quadro do Protocolo de Quioto.
O painel científico deverá divulgar nos próximos meses outros relatórios sobre o impacto do aquecimento global, as formas de o mitigar e um documento final de síntese, a aprovar em Novembro em Valência (Espanha).
Esclarecimentos sobre o Europarque
Os vereadores do PSD manifestaram ontem, em reunião do executivo, as suas preocupações relativamente aos atrasos no projecto de expansão do Europarque previsto para os concelhos de Santa Maria da Feira e uma parte de Ovar.
Isto porque há cerca de um ano atrás, a Câmara Municipal de Ovar assinou um acordo de colaboração com a AEP para acolher este projecto que os vereadores do PSD consideram muito importante para o desenvolviemnto da região.
Na altura, foi assumido que este projecto iria arrancar ainda no segundo semestre de 2006.
Contudo, despois de um ano passado da data desse acordo, não aconteceu nada.
Este pedido de esclarecimento pode ser consultada aqui na integra.(«Álvaro Santos»)
Os vereadores do PSD manifestaram ontem, em reunião do executivo, as suas preocupações relativamente aos atrasos no projecto de expansão do Europarque previsto para os concelhos de Santa Maria da Feira e uma parte de Ovar.
Isto porque há cerca de um ano atrás, a Câmara Municipal de Ovar assinou um acordo de colaboração com a AEP para acolher este projecto que os vereadores do PSD consideram muito importante para o desenvolviemnto da região.
Na altura, foi assumido que este projecto iria arrancar ainda no segundo semestre de 2006.
Contudo, despois de um ano passado da data desse acordo, não aconteceu nada.
Este pedido de esclarecimento pode ser consultada aqui na integra.(«Álvaro Santos»)
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
«Joanas do Arco da Velha»
ao ritmo do «Disco-Sound»

A festa é na sede das «Joanas», no próximo sábado, dia 3, a partir das 23 horas.
Vai ser a loucura total com os DJ's consagrados Johnny e Neuza.
ao ritmo do «Disco-Sound»

A festa é na sede das «Joanas», no próximo sábado, dia 3, a partir das 23 horas.
Vai ser a loucura total com os DJ's consagrados Johnny e Neuza.
Sportsfórum sem cinema??
Gente indignada

«Como é que é possível construirem um centro comercial numa zona em que querem apostar e dar mais dinamismo e que estima uma "abrangência de 370 mil pessoas" sem cinema? Cabe na cabeça de alguém?
Os vareiros andam há anos, desde o encerramento para exibição de filmes do Cine-teatro, a viajar ou para Aveiro ou para Porto/Gaia, e agora quando temos um centro comercial, não vai haver cinema apenas porque a "distribuidora de filmes" (também conhecida por "Lusomundo") não quer apresentar estreias aqui na 'terriola'. Este pessoal anda maluco, ou é só mesmo burrice pura? Onde é que vão arranjar pessoas para consumirem nos restaurantes e nas lojas sem um cinema? Quem é que vai para aquela zona de Ovar a não ser para ir ao C.C. para ver um filme? Pouca gente terá vontade de ir para lá, a não ser os "domingueiros".
O cinema chama pessoas tanto para a zona da restauração como também para as outras lojas. É difícil perceber isto? Será complicado compreender que muita gente de Ovar para ir ao cinema, ou para fazer compras tem de sair de Ovar? («Ayer's»)
Gente indignada

«Como é que é possível construirem um centro comercial numa zona em que querem apostar e dar mais dinamismo e que estima uma "abrangência de 370 mil pessoas" sem cinema? Cabe na cabeça de alguém?
Os vareiros andam há anos, desde o encerramento para exibição de filmes do Cine-teatro, a viajar ou para Aveiro ou para Porto/Gaia, e agora quando temos um centro comercial, não vai haver cinema apenas porque a "distribuidora de filmes" (também conhecida por "Lusomundo") não quer apresentar estreias aqui na 'terriola'. Este pessoal anda maluco, ou é só mesmo burrice pura? Onde é que vão arranjar pessoas para consumirem nos restaurantes e nas lojas sem um cinema? Quem é que vai para aquela zona de Ovar a não ser para ir ao C.C. para ver um filme? Pouca gente terá vontade de ir para lá, a não ser os "domingueiros".
O cinema chama pessoas tanto para a zona da restauração como também para as outras lojas. É difícil perceber isto? Será complicado compreender que muita gente de Ovar para ir ao cinema, ou para fazer compras tem de sair de Ovar? («Ayer's»)
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