segunda-feira, março 10, 2008

Sandes há muitas

Sande... quando referida sem associação a outras palavras, ou sem um determinado contexto, o mais provável é que pareça que nos referimos a uma sanduíche e provavelmente irão pensar que estamos com fome. A língua portuguesa tem uma interessante particularidade: uma determinada palavra pode ter mais do que um significado, daí a ser comum ouvir-se dizer que ela é traiçoeira.
Neste caso, sande pode eventualmente ser uma sanduíche, mas pode ser também... não uma, não duas, nem três... mas sim 7 freguesias portuguesas!! Vejamos: uma Sande no concelho de Vila Verde (Braga), outra Sande em Marco de Canavezes, mais uma Sande no concelho de Lamego e mais 4 freguesias com o nome Sande (sim 4, não é engano), no concelho de Guimarães. Em Guimarães são elas Sande (S. Clemente), Sande (S. Martinho), Sande (Vila Nova) e Sande (S. Lourenço). Como se já não chegasse este abastado número de freguesias com o mesmo nome, existem ainda pelo menos mais 5 lugares com o nome Sande. Estes lugares situam-se nos concelhos de Vila Nova de Cerveira, Vila Verde - onde também há a freguesia, Ovar, Santo Tirso e Monção. Para aumentar a confusão... a freguesia de Sande em Marco de Canavezes também é S. Martinho, como uma das quatro de Guimarães.
É caso para dizer: Sandes há muitas...
(in «Toponímia Portuguesa»)

domingo, março 09, 2008

A História da Ria

O Blog «Ria de Aveirohc» apresenta a história da Ria de Aveiro que, por ter Ovar como personagem principal até determinado ponto, não podíamos deixar de aqui reproduzir. Com a devida vénia, claro.

Parte 1

Apesar da nossa aparente falta de activide no blog isso não significa que o trabalho foi esquecido. Muito pelo contrário, nestas últimas semanas passámos diversas horas na biblioteca municipal cobertos de livros para apresentarmos a segunda fase do nosso trabalho.
Desta forma revelamos assim a história da Ria que, apesar de completa mas sintetizada, resume as principais fases da sua evolução e das causas e consequências por trás delas.
Assim comecemos:
A Terra é um planeta dinâmico, o que significa que sofre alterações, apesar de lentas e graduais, que vão alterando os seus contornos.
Um dos grandes exemplos desse dinamismo encontra-se no distrito de Aveiro, mais especificamente a estrutura denominada por Ria de Aveiro.
Hoje em dia vemos Aveiro como uma Veneza Portuguesa, uma cidade repleta de canais que se espalham por grande parte da zona mais litoral do distrito, desde Ovar até Mira.
Mas nem sempre foi assim, milhares de anos antes a zona onde a Ria se encontra era uma zona plana que, devido à subida do nível médio da água do mar, foi sendo invadida pelo oceano Atlântico.
Com o passar do tempo a água acaba por alagar a maior parte dessa zona, tornando-a numa zona navegável que, devido à reentrância natural da zona costeira, acaba por formar uma espécie de baía.
A água continua a subir fazendo com que esta zona se torne facilmente navegável levando à criação de portos marítimos que prosperaram muito na altura.
Infelizmente esta subida não tornou somente esta zona mais facilmente navegável.
É de notar que alguns cursos fluviais desaguavam relativamente perto e, a subida do nível da água do mar faz com que estes cursos percam mais cedo a sua “força”, perdendo assim a sua capacidade de transporte de detritos.
Isto aliado às fortes correntes atlânticas que, como têm uma orientação de norte para sul, arrastam mais detritos para este local, tornando esta baía uma zona privilegiada para a deposição de sedimentos de forma orientada.
Apesar de não se ter notado na altura, no início do século X o fundo oceânico da região já tinha sofrido fortes alterações. A deposição de sedimentos do rio Vouga no leito desta baía começa a provocar alterações com grande impacto no futuro e, uma língua de areia, ainda que subaquática, começa a formar-se a norte Ovar.

Parte 2

As correntes marítimas começam a dar forma a esta língua e, a meados do século X já se torna visível, servindo de paredão à zona costeira de Ovar.
Este facto não só é observável a nível morfológico da região como tem impacto a nível económico. Por esta altura Ovar era dos mais importantes portos comerciais, a língua de areia providenciava uma “mini-marina” estupenda, o que fez com que a sua importância aumentasse.
Por outro lado a água estava agora mais estagnada fazendo com que um dos produtos mais facilmente criados fosse o sal. Para corroborar este facto relatórios de cariz económico da região indicam que Ovar por esta altura vivia uma época áurea, com as suas diversas salinas e o excelente porto.
A língua de areia parece só ter trazido benefícios para a região mas sem o conhecimento de todos os factos é uma falsa conclusão que se podia tirar.
O dinamismo desta zona não pára e o fundo oceânico continua a mudar drasticamente, a deposição de sedimentos do Vouga torna-se maior pois a existência de entraves ao escoamento dos detritos torna mais difícil a sua eliminação. Por sua vez a corrente marítima cria um fluxo de detritos que origina uma deposição orientada, aumentando a língua de areia que se dirige para sul.
Há medida que este cordão aumenta e surge à superfície os detritos são cada vez mais difíceis de eliminar. Grande parte deles já nem sequer é expelido até à zona do cordão e começa a formar ilhas, criando diversos canais ainda hoje observáveis.
Ovar começa a tornar-se numa zona inacessível e perto do século XII grande parte do seu poder económico já está perdido. O cordão litoral encontra-se na zona da Torreira e, com avançado assoreamento da zona começam somente a passar barcos de calado mais reduzido. Por esta altura a produção de sal começa a ser a única fonte de rendimento da zona.

Parte 3

O tempo não pára e o assoreamento continua a aumentar. Numa questão de 100 anos a língua de areia atinge o local onde hoje está fixada. As condições que 3 séculos antes tornaram Ovar na zona impulsionadora da região passaram para a zona de Aveiro.
O porto marítimo de Aveiro tem agora mais movimento que nunca e a criação de salinas faz com que Aveiro assista a um crescimento económico exponencial, levando-a à sua época áurea.
Mas, Aveiro acaba por assistir ao mesmo desfecho de Ovar. O cordão litoral começa a tornar a água da região cada vez mais estagnada que impede o escoamento dos detritos provenientes do Vouga.
As correntes marítimas continuam com o seu trabalho, arrastam os detritos provenientes da erosão do litoral norte do país e depositam-nos nesta zona, ao mesmo tempo que orientam o cordão litoral, levando-o em direcção a mira.
Os séculos passam e o fundo oceânico altera-se. No século XV a língua de areia já estava na Costa Nova, dificultando o acesso marítimo ao porto de Aveiro fazendo com que o tráfego marítimo diminuísse um pouco. Ovar nesta altura tinha entrado em recessão económica pois a navegação para a região tornara-se muito difícil e as salinas já não tinham tanta importância económica como na altura.

sábado, março 08, 2008

«Progresso» fecha Carnaval em beleza

A correr é que
a gente se entende


sexta-feira, março 07, 2008

Aqui, Planeta Terra

Discografia Duran Duran – 1
‘Planet Earth’ (single), 1981




2008 celebra os 30 anos dos Duran Duran, formados em Birmingham em 1978. A assinalar a data, com a ajuda de Nuno Galopim, do «Sound + Vision», vamos revisitar a íntegra da sua discografia. Começamos, então, pelo princípio. Em 1981, com o single de estreia. Gravado em Londres em Dezembro de 1980, na companhia do produtor Colin Thurston, poucas semanas depois do grupo ter assinado pela EMI, Planet Earth assinalou a estreia discográfica dos Duran Duran, a 2 de Fevereiro de 1981. Cruzando marcas do seu tempo – a predominância de um fundo definido pelos sintetizadores, uma batida herdada do disco e um sentido melodista que não esconde escola em Bowie, nos Roxy Music – o single representou um dos momentos de referência do movimento neo-romântico que, desde 1979, borbulhava em algumas discotecas in de Londres e Birmingham. De resto, apesar de edições anteriores de singles dos Visage, Spandau Ballet, Ultravox ou Classix Nouveaux, Planet Earth foi a primeira canção a usar a expressão “new romantic” na sua letra, esta definindo preocupações sci-fi e ambientalistas que caracterizaram a alvorada de 80. No lado B do single surge Late Bar, uma das primeiras canções compostas quando meses antes a formação definitiva do grupo fora atingida. O single atingiu um inesperado número 12 no Reino Unido. Foi número um na Suécia, Austrália e... Portugal.



Realizado por Russel Mulcahy (que aqui encetou uma longa relação com o grupo), o teledisco de Planet Earth é uma peça central da iconografia new romantic. Os fatos bizarros (que eram fundamentais nas noites que definiam o movimento) são usados pelo grupo, assim como por amigos seus, que surgem na secção instrumental a meio da canção, em passos de dança característicos do momento. O sentido ambientalista da canção é reforçado por dados projectados em letras e números. Não era comum, na época, uma banda nova estrear-se com semelhante requinte visual.
(in «Sound + Vision»)
Ajude com o seu IRS

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz e a Associação de Diabéticos do Concelho de Ovar são duas instituições vareiras para as quais todos os contribuintes interessados podem contribuir com 0,5% do imposto liquidado no seu IRS em seu favor.
Para isso, basta que na sua declaração do IRS preencha o Anexo H - Quadro 9 - Campo 901, com os seguintes códigos: 501163255 (no caso da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Esmoriz) e 503567485 (no caso da Associação de Diabéticos do Concelho de Ovar).
Esta doação em nada influencia o reembolso de IRS a que cada contribuinte tem direito.
As causas dessas instituições são nobres!
Vale a pena TODOS contribuirmos!
(A lembrança é do blog de «Álvaro Santos»)

quinta-feira, março 06, 2008

Mickael Carreira vem aí dar autógrafos



O cantor Mickael Carreira - na foto vestido de branco e pé descalço mas não no Furadouro -, vai estar em Ovar, na Worten do CC Dolce Vita, no dia 11 de Março.
O filho de Tony Carreira vai cá estar a partir das 19 horas, para uma sessão de autógrafos que a(o)s fãs vareira(o)s não podem perder!

quarta-feira, março 05, 2008

Manolo, Manolo...



... às vezes nem tudo o que se pensa é para dizer. Muito menos em frente às câmaras da TV... Vamos lá é a ganhar ao Porto da próxima vez.

terça-feira, março 04, 2008

All-Star Game : 3 vareiros entre as 24 estrelas


Equipa do NORTE ..............................Equipa do SUL
Rafael Santos (Esgueira) ................................Rui Pedro (Atómicos)
Diogo Peralta (Esgueira) .................................Hélder Gonçalves (Atómicos)
João Sá (Esgueira) ......................................José Cardoso (Atómicos)
André Pedrosa (Cenap) ...................................Diogo Bichão (Gafanha)
João Tavares (Cenap) ...................................Paulo Barroca (Gafanha)
Leandro Vaz (EB Ovar) ................Pedro Melo (Gafanha)
Carlos Couto (EB Ovar) ................Bruno Roxo (AAUAv)
Frederico Muge (EB Ovar) ...............Daniel Gil (AAUAv)
Filipe Belinha (Grib) .................................Hugo Garcia (AAUAv)
Rúben Gomes (Grib) ...................................Angelo Carmo (Beira-Mar)
Nuno Freitas (Oliveirense) ............................António Gaioso (Galitos)
Bruno Costa (Oliveirense) .............................João Balseiro (Galitos)

segunda-feira, março 03, 2008

Passos cheios



A procissão dos Passos atraíu ontem às ruas da nossa cidade uma enchente como há muito não se via. Efeitos da publicidade... Uma procissão majestosa (mais uma) que na realidade é composta por duas. Uma com o andor de Jesus a caminho do Calvário - sai da capela de Santo António, e outro com Maria - sai da Igreja Matriz.
Ambos se juntam no Passo do Encontro ao som da fragilidade demolidora da voz de Clara Maia. Emocionante e inesquecivel.
(Foto da CM Ovar)

A não perder


Pedaços de Ternura

Segundo romance de Dorothy Koomson publicado em Portugal depois do sucesso A filha da minha melhor amiga A Porto Editora publica, no próximo dia 6 de Março, o romance Pedaços de Ternura. O título sucede ao êxito A filha da minha melhor amiga, que já vendeu mais de 30 mil exemplares em Portugal.
A questão central do romance vai-se construindo de forma gradual e empolgante na cabeça do leitor: poderá um estranho curar o seu coração?
Kendra Tamale regressa a Inglaterra, fugindo de velhas mágoas e em busca de uma nova vida.
Conhece Kyle, pai de duas crianças e separado, de quem se aproxima, contra as suas próprias expectativas.
É então que um terrível encontro com o passado a obriga a enfrentar os seus fantasmas. Não consegue dormir, é despedida e a sua relação com Kyle e as crianças fica debilitada. A única forma de remediar a situação é confessar o erro terrível que cometeu há muitos anos atrás – algo que prometera nunca fazer...
Pedaços de Ternura é uma história de redenção e esperança.
A autora Dorothy Koomson escreveu o primeiro romance aos 13 anos.
Chamava-se There's A Thin Line Between Love And Hate e foi escrito ao ritmo de um capítulo por noite, que depois circulava entre as colegas de escola, todas as manhãs. «E elas adoravam!», confessa. Cresceu em Londres e, mais tarde, durante a faculdade, em Leeds. Acabou por regressar a Londres, para fazer um mestrado, e ficou por lá durante alguns anos. Passou por empregos temporários, até conseguir a grande oportunidade no mundo da escrita, escrevendo, editando e substituindo colegas em várias redacções de publicações femininas e de jornais nacionais.
Contar histórias e escrever ficção constituem uma enorme paixão na vida de Dorothy Koomson, pelo que foi aproveitando cada segundo do seu tempo para escrever contos e romances. Em 2001 teve a ideia que inspirou “The Cupid Effect”, e, com ele, começou uma carreira de romancista, que, segundo a própria, «tem sido espectacular!». Em 2006, publicou o terceiro romance, “A Filha da Minha Melhor Amiga” – que registou um enorme sucesso, vendendo quase 90 mil exemplares no Reino Unido, só nas primeiras semanas. Cerca de um mês depois, o livro foi seleccionado para o Richard & Judy Summer Reads Book Club e as vendas aumentaram para mais de meio milhão de exemplares.
Dorothy viveu dois anos em Sidney, na Austrália, e agora está de volta a Inglaterra, embora não saiba dizer por quanto tempo – diz-se «mordida pelo bichinho das viagens…».

Título: Pedaços de Ternura
Autor(a): Dorothy Koomson
N.º de Págs.: 448
PVP: 16,50 €

domingo, março 02, 2008

Esmoriz
Não construir junto ao mar

Será que nós, as pessoas que moram em Esmoriz, não tem o direito de saber a verdade? E gostariamos de saber se a contrução que agora se inicia junto à Rua Nosso Senhor dos Aflitos é legal. Ainda não vi nenhuma licença afixada. Isto é revoltante.
Esmoriz já pagou muito caro com as construções de enormes blocos junto á praia, porque continuar com os mesmos erros. (Daqui)

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Quaresma em Ovar
anunciada na TV




Programa
2 Mar: Procissão dos Passos Ovar, centro da cidade, 15h30
20 Mar: Celebração da Ceia do Senhor Ovar, Igreja Matriz, 20h00
20 Mar: Procissão do Ecce-Homo (Terro-Terro) Ovar, centro da cidade, 21h30
21 Mar: Celebração da Paixão Ovar, Igreja Matriz, 19h00
21 Mar: Procissão da Via Sacra Ovar, centro da cidade, 7h30
21 Mar: Procissão do Enterro do Senhor Ovar, centro da cidade, 20h30
22 Mar: Vigília Pascal Ovar, Igreja Matriz, 22h00

Já com direito a anúncio na RTP. Só foi pena não ter começado a passar antes da procissão dos Terceiros, mas ainda vai a tempo.
20.º Aniversário da TSF
Incêndio no Chiado, um episódio determinante
na história da rádio e dos seus jornalistas


De Timor ao Koweit foram vários os momentos que marcaram os jornalistas da TSF, mas o incêndio do Chiado foi sem dúvida o que catapultou a rádio para a fama e lhe valeu a conquista de milhares de ouvintes.
A TSF nasceu em Fevereiro de 1988 e numa madrugada de Agosto desse ano deu-se o devastador incêndio do Chiado, que um jornalista da TSF, Nuno Roby, viu por acaso da janela, quando combatia uma insónia.
Tendo sido o primeiro a dar conta do que se passava, a TSF foi a primeira rádio a dar a notícia e em poucos minutos vários repórteres estavam já mobilizados.
"Nós abrimos e passado pouco tempo houve o incêndio. A estação era pouco conhecida, mas como começámos a dar a notícia e não fizemos outra coisa senão acompanhar todas faces que se prendiam com o incêndio, nesse dia ganhou milhares de ouvintes", recorda Emídio Rangel, fundador da TSF.
"Os que já sabiam qual era o perfil da TSF ligaram logo a rádio quando o dia nasceu. Os que não conheciam foram sendo avisados pelos outros e de repente a cidade toda estava a ouvir a TSF, porque era a única estação permanentemente em directo".
Emídio Rangel recorda o grande trabalho dos jornalistas no Chiado, um verdadeiro pingue-pongue entre repórteres que não paravam, que descreviam minuciosamente tudo o que estava a acontecer, de forma "emocionante, forte e marcante", tendo abdicado do almoço e muitos do seu dia de folga, como aconteceu com Elizabete Caramelo, que nessa manhã se levantara cedo para ir para a praia.
"Foi o grande momento em que a TSF descolou", afirma, recordando que ligou a rádio mal saiu da cama e ouviu o jornalista Sena Santos a chamar os repórteres para a antena.
"Não havia telemóveis e Sena Santos dizia na rádio: 'peço a todos os jornalistas que se dirijam para a zona do incêndio'. Chegámos a ser à volta de dez. Houve uma grande mobilização dos jornalistas que iam chegando na sequência do apelo".
Não foi, porém, o caso de José Manuel Mestre que já estava escalado para entrar na rádio às seis da manhã.
"Estava a acordar para ir trabalhar. Estava na cama aquele bocado antes de levantar e ouvi a notícia de que o Chiado estava a arder. Sete minutos depois estava lá. Às 05:40 já estava em directo a partir de uma cabine telefónica no Largo da Misericórdia. Guardo aquela imagem de ver tudo a arder e a sensação de que nunca mais ia parar".
José Manuel Mestre tinha o hábito de guardar moedas de 25 escudos em caixas de rolo de fotografia e tinha quatro ou cinco tubos desses por cima da cama. Foi o que lhe valeu para os vários directos feitos a partir de cabines telefónicas. Algum tempo depois, já os dois tubos que guardara no bolso tinham desaparecido.
A TSF esteve em Ovar no dia 21 de Março de 2001, dia das maiores cheias da história vareira, que causaram a morte a um homem.
A TSF marca-me todos os dias. Parabéns TSF!

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Procuro novo(s) dono(s)





«Olá!
Eu sou o Becker e tenho 4 meses. Os meus actuais donos acolheram-me quando eu era recém-nascido. Fui abandonado na rua. Trataram de mim, deram-me leite pelo biberão e levaram-me às vacinas. Agora eles não podem ficar comigo porque moram num apartamento e não tenho espaço para brincar.
Por isso, procuro um novo dono que trate bem de mim e que brinque comigo. Podem ver as minhas fotos actuais e quando eu era mais pequenino. Tenho as vacinas todas em dia e estou desparasitado».

Becker
Podem contactar os meus donos:
Hernani - 967017878
Ana Cláudia - 967013173

Capital do Azulejo



Ora aqui um exemplar que conheço bem. (Do «Olhar Ovarense», com a vénia devida)